segunda-feira, 1 de junho de 2015

Manequins adaptados, novidade na moda brasileira

Todos os dias, a moda brasileira vem ganhando novos espaços para pessoa com deficiência. Por iniciativa da marca Lado B, o Brasil já tem os primeiros manequins adaptados. Segundo a empresária e idealizadora do projeto, Dariene Rodrigues, o objetivo do projeto é despertar a atenção das pessoas para a diversidade e a beleza dos corpos, vistas em todas as formas, tamanhos e limitações, deixando de lado a segregação para a inclusão na área da moda. A fotógrafa Kica de Castro ressalta o grande passo que foi dado para moda brasileira, graças a iniciativa da marca Lado B, onde manequins com deficiência estarão em breve nas vitrines dos grandes magazines, incluindo esses consumidores e destacando esses profissionais no mercado de trabalho, que um dia já foi ditador de padrões de beleza. O projeto só foi realizado , com a importante colaboração da conceituada empresa Expor Manequins, líder no mercado sul americano. Marcos Andrade, diretor de marketing da empresa comenta que ficou muito feliz quando recebeu a proposta da Lado B para o desenvolvimento dos manequins. Foram desenvolvidos sete manequins, dentre eles masculinos e femininos com deficiência física, fazendo uso de cadeira de rodas, órteses e próteses, além de manequim com nanismo e outro representando o deficiente visual, utilizando uma bengala. Outro objetivo do projeto é chamar a atenção de empresas do ramo de confecção para este novo modelo de negócio, com um grande potencial de consumo interno. O comércio da moda tem muito o que ganhar ao oferecer roupas com o conceito inclusivo. Só no Brasil, são 46 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência, o que representa 24% da população, segundo dados do IBGE de 2010. Os “Manequins Inclusivos Lado B” também serão utilizados em eventos de moda (exposições e workshop), além da apresentação das peças de roupas da própria marca. Maquequins adaptados em breve vão estar nas vitrines brasileiras, representando os consumidores com algum tipo de deficiência. Fonte: Revista Reação

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