quarta-feira, 18 de julho de 2018

A ORQUESTRA SINFÔNICA INFANTO-JUVENIL GURI APRESENTA-SE NO THEATRO SÃO PEDRO

O e-flyer com fundo amarelo, escrito com letras pink e pretas, é ilustrado na parte superior por fotografia colorida em primeiro plano e de perfil, de

um jovem músico da Orquestra Infanto Juvenil Guri tocando trompa. À sua frente, uma estante para partituras. Ao fundo, outros músicos tocam flauta. Sobre

a foto, riscos verticais brancos e vermelhos como finos feixes de luz. No rodapé, as logomarcas dos patrocinadores: Lei de Incentivo à Cultura e Bank of

America Merrill Lynch (Patrocínio Master), Grupo Verzani & Sandrini (Patrocínio Ouro), Chiesi Farmacêutica (Patrocínio Prata) e Banco New York Mellon (Patrocínio

Bronze); do apoiador: Prefeitura de São Paulo; e realizadores: Santa Marcelina Cultura, GURI, Theatro São Pedro, EMESP Tom Jobim, Ministério da Cultura

- Governo Federal.
Ministério da Cultura e Santa Marcelina Cultura apresentam a ORQUESTRA SINFÔNICA INFANTO-JUVENIL, com o regente venezuelano convidado Diego Guzmán. No

repertório: Mozart Camargo Guarnieri (Três Danças Brasileiras) e Nikolai Rimsky-Korsakov (Páscoa Russa). A apresentação conta com o recurso de audiodescrição.


Local: Theatro São Pedro.
Endereço: Rua Barra Funda, Nº 161 (próxima à Estação Marechal Deodoro).
Data: 20 de julho.
Horário: 20:00 horas.
Entrada franca.
Pessoas com deficiência visual, favor confirmar presença por email:
marina@vercompalavras.com.br
ou pelo Whats app (11)9 9848-1264
Estamos marcando ponto de encontro, às 19:00 h na catraca da estação Marechal Deodoro.
Audiodescrição: VER COM PALAVRAS.
Roteiro e narração: Lívia Motta.
Consultoria: Felipe Monteiro.

Sobre a Orquestra Infanto-Juvenil: Na Orquestra Sinfônica Infanto-Juvenil do Guri, os alunos, com idades entre 11 e 18 anos, têm acesso a um vasto e complexo

universo de formas de fazer música. Seu desenvolvimento artístico-pedagógico abarca um amplo espectro musical, que vai desde o consagrado repertório sinfônico

europeu e americano, a incursões por peças operísticas, populares e contemporâneas. E o aprofundamento dessa experiência conta também com professores,

regentes e instrumentistas convidados, cuidadosamente selecionados para proporcionar aos estudantes uma interação rica e proveitosa que lhes dê ferramentas

para trilhar seu próprio caminho musical, tanto no palco – solo ou em conjunto – quanto na sala de aula.

Sobre o regente e o programa: O maestro venezuelano Diego Guzmán, do El Sistema – um dos maiores programas de educação musical e inclusão social do mundo

– volta a reger a Orquestra Sinfônica Infanto-Juvenil, após dois grandes concertos em 2016. Como da última vez, ele comanda o intensivo de meio do ano

do Guri, em que a Orquestra Sinfônica recebe em suas fileiras convidados de outros programas da Santa Marcelina Cultura. Além de alunos da EMESP Tom Jobim

e integrantes da Orquestra Jovem do Estado, o intensivo de 2018 conta também com membros da Orquestra do Theatro São Pedro.

Descrição do e-flyer: O e-flyer com fundo amarelo, escrito com letras pink e pretas, é ilustrado na parte superior por fotografia colorida em primeiro

plano e de perfil, de um jovem músico da Orquestra Infanto Juvenil Guri tocando trompa. À sua frente, uma estante para partituras. Ao fundo, outros músicos

tocam flauta. Sobre a foto, riscos verticais brancos e vermelhos como finos feixes de luz. No rodapé, as logomarcas dos patrocinadores: Lei de Incentivo

à Cultura e Bank of America Merrill Lynch (Patrocínio Master), Grupo Verzani & Sandrini (Patrocínio Ouro), Chiesi Farmacêutica (Patrocínio Prata) e Banco

New York Mellon (Patrocínio Bronze); do apoiador: Prefeitura de São Paulo; e realizadores: Santa Marcelina Cultura, GURI, Theatro São Pedro, EMESP Tom

Jobim, Ministério da Cultura – Governo Federal.
POR:
VERCOMPALAVRAS

Braille Bricks da Lego para alfabetização de pessoas com deficiência visual

O projeto foi desenvolvido em parceria com a Fundação Dorina Nowill e será comercializado pela Lego em nível global
O projeto Braille Bricks da Lego finalmente vai chegar aos consumidores. A inicativa é voltada à alfabetização de pessoas com deficiência visual, e foi

desenvolvida pela Lew’Lara\TBWA para a fundação Dorina Nowill.

Premiado em vários festivais de publicidade, entre os quais o Cannes Lions, inicialmente não foi contemplado pelo
www.legoideas.com
 Site externo,
site da Lego para que pessoas do mundo todo enviem projetos envolvendo a marca. Se ficou fora do radar há cerca de dois anos, agora está no foco e será

implementado globalmente pela empresa criada pelo carpinteiro dinamarquês Ole Kirk Christiansen há cerca de 100 anos.

A recusa da Lego não foi empecilho para Felipe Luchi, sócio e CCO da agência, e para a dupla de criação formada por Ulisses Razaboni e Leandro Pinheiro.

Eles disponibilizaram o projeto no site Creative Commons para promover a campanha #braillebricksforall. Ou seja, qualquer fabricante ou instituição de

ensino poderia produzir seu Braille Bricks sem custos. A repercussão foi gigantesca. Até o governo americano de Barack Obama aderiu à causa.

“O formato de comercialização não está definido. O importante é que a marca vai implementar globalmente o projeto. A Lego vai usar seu conhecimento para

ajudar uma fatia importante da sociedade: crianças com deficiência visual e escolas. Quem trabalha em agência acaba se acostumando a ouvir uns não. Ideias

novas não são aceitas facilmente. Mas nós seguimos trabalhando e acabamos fazendo o projeto sem eles, o que acabou gerando um resultado espetacular que

os convenceu de que a ideia era boa. E tudo bem, ninguém tem de comprar ideias a torto e a direito. Eles agora estão muito dentro, conversando com a Fundação

e prestes a lançar o projeto”, explicou Luchi.

Qual a importância dessa atitude da Lego para a Lew’Lara e para os cegos? Luchi responde: “Para crianças e instituições de ensino é absolutamente fantástica.

Estamos perto disso ocorrer em escala global e o impacto será enorme. A Lego está fazendo um trabalho muito sério e estou confiante que nossa fagulha inicial

desencadeou em algo muito maior que a Lew’Lara\TBWA poderia imaginar. Estamos satisfeitos e orgulhosos. Queremos que a Lego seja muito bem-sucedida. O

projeto tem como essência a inclusão de crianças com algum tipo de deficiência visual. O ensino do Braille é difícil e as máquinas são um pouco intimidadoras.

Transformar o ensino do Braille em uma brincadeira, com o respaldo de um brinquedo mundialmente conhecido, deixa a tarefa mais simples, usual e divertida”.


A ideia nasceu a partir de um insight da primeira observação do alfabeto Braille, o qual é semelhante às peças clássicas de Lego, que seguem o padrão 3×2

pinos. A partir dessa referência, Leandro e Ulisses tiveram o desafio de encontrar peças originais com as cores clássicas da marca.

No portal
Brick Link Site externo
– comunidade de pessoas apaixonadas por Lego, que colecionam e vendem o item a granel –, foi possível conseguir os blocos em diferentes lugares do mundo.

Finalizada a pesquisa, começou a produção, que durou seis meses. Para se chegar ao resultado esperado, mantendo as mesmas cores, power click (encaixe)

e características do brinquedo, as peças, feitas uma a uma, passaram por cerca de nove etapas, entre elas: corte, lixa, alisamento e posicionamento dos

pinos. Toda a ação, da ideia até a confecção, levou cerca de um ano.

Fonte:
PropMark Site externo

PCDs só terão desconto de ICMS na compra de carros a cada 4 anos

CONFAZ modifica regras para isenção de ICMS na compra de carros e o desconto, antes a cada dois anos, só será possível a cada 4 anos
O direito às isenções tributárias na compra de carros para pessoas com deficiência não exste por acaso. Assim como toda e qualquer norma jurídica existe

uma fonte material que justifica o comando legal para a concessão do benefício fiscal.

Em outras palavras, o desconto na compra de carros para pcds só existe para tentar corrigir uma desvantagem social tremenda que afeta esse público. E não

seria exagero nenhum afirmar que tal direito só existe para compensar a incompentência do Poder Público em garantir um transporte público digno e acessível

para todo e qualquer cidadão.

Atualmente, para a compra veículos zero km, as pessoas com deficiência tem direito aos descontos de IPI e IOF no âmbito federal e de ICMS e IPVA no âmbito

estadual.

Mas aos poucos o nosso direito vem sendo mitigado pela Administração Pública. A cada ano os órgãos fazendários insistem com modificações normativas que

indiretamente vão restringindo um direito essencial para a vida do cidadão com deficiência em meio a precária prestação dos serviços públicos de transporte

pelo Brasil.

Nesta semana fomos surpreendidos por mais uma bomba fazendária. O Conselho Nacional de Política Fazendária (CONFAZ) publicou uma alteração normativa modificando

de 2 para 4 anos o período mínimo para concessão do desconto ICMS na compra de veículos em nome de pessoas com deficiência. Ou seja, após a compra de um

carro com isenção de impostos, o proprietário do veículo ou seu representante legal terá que aguardar, no mínimo, 4 anos para poder vender o veículo, salvo

por autorização judicial.

Mais uma vez estamos presenciando um direito essencial sendo restringido. Isso tudo sem falar que o valor máximo do veículo para incidência dos descontos

continua congelado no teto dos R$ 70 mil.

O cidadão com deficiência segue sendo lesado, agora por mais 4 anos de depreciação e defasagem patrimonial, sendo certo que, a cada ano fica mais difícil

comprar um veículo capaz de atender a todas as necessidades do titular com deficiência dentro desse valor máximo para concessão do benefício fiscal. Fora

as adaptações veiculares, que não acompanham o preço final do carro e ainda não são alcançadas por nenhuma isenção tributária.

Até quando vamos aceitar esse tipo de afronta? Se nós, pessoas com deficiência, não nos organizarmos para combater esse tipo postura do Poder Público,

em pouco tempo, estaremos condenados a não sair de casa. Não podemos nos curvar e muito aceitar a restrição de direitos.

Fonte:
Portal R7 Site externo

quinta-feira, 12 de julho de 2018

Prefeitura de São Paulo promove final do Campeonato Paulista de Futebol de Amputados

Decisão da 9ª edição do torneio será no sábado (14) no Ibirapuera, entre Corinthians-Mogi e Audax Peruíbe

O Parque Ibirapuera recebe no próximo sábado, 14 de julho, a partir das 9h, a final do 9º Campeonato Paulista de Futebol de Amputados. O torneio é promovido

pela Associação Brasileira de Desporto para Deficientes Físicos (ABDF) e conta com o apoio da Prefeitura de São Paulo, por meio das Secretarias Municipais

de Esporte e Lazer (SEME), Verde e Meio Ambiente (SMVA) e Pessoa com Deficiência (SMPED).
Após oito rodadas realizadas em cinco cidades diferentes (Mogi das Cruzes, Peruíbe, Campinas, Praia Grande e São Paulo), a equipe do Corinthians-Mogi vai

disputar a taça com o Audax Peruíbe. Ainda no sábado, os times do São Paulo Futebol Clube e do Instituto Só Vida se enfrentam pelo terceiro lugar.

Além de promover a modalidade e fortalecer o paradesporto, o Campeonato Paulista de Futebol de Amputados alerta para a importância de ações para a redução

de acidentes com motos, principal causa de amputação dos atletas. Dados do Instituto de Ortopedia e Traumatologia do Hospital das Clínicas de São Paulo

mostram que a maioria das vítimas é do sexo masculino, com idade média de 30 anos. (
http://www.iothcfmusp.com.br/wp-content/uploads/2016/02/apresentacao_hc.pdf)

“Nosso objetivo é difundir a prática esportiva como vetor de inclusão para pessoas com deficiência. Porém, precisamos chamar a atenção da população para

a calamidade pública que são os acidentes com motos”, diz o Secretário Municipal da Pessoa com Deficiência, Cid Torquato.

Ao todo, sete equipes disputaram o torneio em 2018: Corinthians-Mogi, São Paulo Futebol Clube, Santos AEDPG, Ponte Preta, Instituto Só Vida, Bola pra Frente

e Audax Peruíbe. Os jogos foram realizados em uma única chave, com todos os times competindo entre si. Os dois primeiros colocados se classificaram para

disputar o título.
O futebol de amputados ganhou visibilidade mundial em meados de 2015, quando a União das Federações Europeias de Futebol (UEFA), em razão da responsabilidade

social, criou a Federação Europeia de Futebol para Amputados (EAFF). No continente europeu, já são mais de 10 seleções nacionais, com torneios de alto

rendimento.

Confira a programação dos jogos:
9h – São Paulo x Instituto Só Vida
11h – Corinthians-Mogi x Audax Peruíbe
13h – Cerimônia de Premiação e Encerramento

Serviço: Final do Campeonato Paulista de Futebol de Amputados no Parque Ibirapuera
Data: 14 de julho de 2018
Horário: a partir das 9h
Local: Campo de Futebol próximo a Praça do Porquinho
Endereço: Avenida Quarto Centenário, S/N – Acesso pelo Portão 6
Entrada gratuita

Assessoria de Imprensa
(11) 3913-4070/(11)986625291
imprensasmped@prefeitura.sp.gov.br

fonte Universo PCD

BMoradores de assentamento criado para PCDs em MT citam falta de recurso para projetos

Mulheres, negros e idosos não têm as mesmas chances no mercado de trabalho. Ações se voltam para pessoas com deficiência e jovens aprendizes
O portal R7 divulgou notícia com pesquisa sobre as políticas de inclusão nas empresas. Confira a matéria na íntegra:

“Ninguém questionaria se eu estivesse batendo laje, mas quando chego a uma obra perguntam quem vai emitir o laudo”, desabafa o arquiteto Diogo Arrudas

Francisco, 29 anos. O jovem negro, nascido na periferia de São Paulo, é um exemplo das dificuldades enfrentadas por profissionais no mercado de trabalho.


A pesquisa Diversidade no mercado de trabalho e nas empresas organizada pela da Talento Incluir com o
Vagas.com,
empresa de soluções tecnológicas de recrutamento e seleção, aponta que as empresas não estão preparadas para lidar com a diversidade e não têm programas

específicos para isso.

“As empresas, em via de regra, querem cumprir a lei, mas não estão preocupadas com a inclusão e a diversidade” observa Carolina Ignarra, sócia fundadora

da Talento Incluir, que atua na inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho e na sociedade. “Como não dão chance para acabar com as desigualdades,

a lei não cumpre o seu papel que é o de mudar a realidade das pessoas”.

Startups que promovem inclusão e igualdade social são tendência

De acordo com a pesquisa, 60% dos profissionais de Recursos Humanos afirmaram que a empresa onde trabalham não possui um programa de diversidade. E aqueles

que contam com a iniciativa (40%), declararam que as ações são voltadas, em sua maioria, para pessoas com deficiência (88%) e para jovens aprendizes (84%).


O levantamento também traz um dado importante sobre a diversidade no ambiente de trabalho. De acordo com 62% dos profissionais de RH que participaram da

pesquisa, as empresas onde eles trabalham não estão totalmente preparadas para lidar com a diversidade. Outros 25% acreditam que as companhias onde atuam

não estão aptas a tratar do tema enquanto 3% não souberam opinar. Somente 10% dos profissionais declarou que suas corporações estão prontas para essa questão.


Para a realização da pesquisa, foram ouvidas 3.244 pessoas que se candidataram a uma vaga recentemente e 202 profissionais de RH de todo o país. “Foi uma

surpresa perceber que as empresas não abrem espaço para programas que incluam mulheres em cargos de liderança, que abarque diferentes raças, idades e até

mesmo o público LGBT nos seus quadros de funcionários”, diz Rafael Urbano do
Vagas.Com.

Entre as dificuldades apontadas, para a adoção de uma política de diversidade, aparecem preconceito ou falta de informação (48%), aceitação e respeito

dos gestores (25%), aceitação e respeito dos colegas (14%), falta de preparo da área de Recursos Humanos (9%), discriminação (4%).

Números do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) apontam que a população brasileira possui 205,5 milhões de pessoas e mais de 100 milhões

se declaram pretos ou pardos. As pesquisas também mostram que houve um aumento no número de idosos.

“A população envelhece, a taxa de natalidade cai, no entanto, o mercado de trabalho não valoriza essas pessoas mais velhas”, diz Carolina. “É até comum

receber pedidos uma descrição para encontrar profissionais com até 40 anos para uma determinada vaga”.

Urbano concorda e avalia que a grande questão é a economia. “As empresas querem economizar, buscam profissionais mais novos, que são mais baratos”. Na

visão dos especialistas, profissionais com 50 anos ou mais estão praticamente fora do mercado de trabalho.

Mulheres também têm mais dificuldade para ingressar e se manter no emprego como mostram os números da pesquisa: dos 3.244 entrevistados, 54% são mulheres,

com idade média de 33 anos, superior completo (48%) e 64% desempregadas. “Muitas são excluídas porque no Brasil não temos uma divisão entre homens e mulheres

na licença maternidade, por exemplo, algumas empresas não querem contratar recém-casadas”, afirma Carolina.

O estudo ainda revela que mulheres, negros, pessoas com deficiência e profissionais mais experientes e qualificados foram os mais afetados em processos

de recrutamento e seleção. Desse grupo de candidatos, 50% dos respondentes já se sentiram prejudicados em dinâmicas seletivas. Alguns perfis foram mais

lesados, 54% de mulheres, 55% de pessoas negras, 59% de pessoas com deficiência, 64% de pessoas com mais de 55 anos e 59% de pós-graduados.

“A percepção é de que quanto mais escura a cor da pele, maior o preconceito e as barreiras a serem superadas”, diz Urbano. “Precisamos trazer mais informações

para desmistificar e acabar com os rótulos. Outro ponto que pode reverter em resultados é que o consumidor também precisa se sentir representado pelas

empresas, a relação de consumo muda”.

“Muito mais que fazer campanha espalhando cartaz ou ministrando palestra é preciso mudar a cultura dentro do mundo corporativo começando pelo alto escalão”,

avalia Carolina.

Negros no País sofrem mais com violações dos direitos humanos

As oportunidades transformam não apenas a vida de uma pessoa como todo o contexto familiar. O arquiteto Diogo Arrudas Francisco conseguiu uma bolsa para

estudar em um colégio particular na zona norte de São Paulo. “Minha mãe trabalhava na cantina e enquanto ela estava na escola, pude estudar. Consegui uma

bolsa do ProUni e cursei arquitetura na Faculdade Belas Artes. Se não fossem os programas de acesso, não chegaria aqui”, conta.

“Eu me sentia muito solitário porque era um dos únicos, senão o único, aluno negro. Hoje as pessoas não esperam um perfil como o meu, creio que seja até

inconsciente não identificar aquele lugar como de uma pessoa negra”.

Arrudas Francisco foi o primeiro da sua casa a cursar uma faculdade. “Foi uma reação em cadeia. Meu irmão mais velho e meu pai, que trabalhava como funileiro

mecânico, decidiram estudar. Hoje meu pai realizou o seu sonho e é professor de matemática”.

Fonte:
R7 Site externo

‘Eu sou Malala’ conta a incrível história da jovem paquistanesa na luta pelo direito à Educação

‘Eu sou Malala’ conta a incrível história da jovem paquistanesa na luta pelo direito à Educação
Descrição da imagem: foto de duas mãos tateando o livro "Eu sou Malala", que tem o rosto da jovem paquistanesa com um lenço rosa.

A Fundação Dorina acaba de produzir a versão em braille do livro “Eu sou Malala”, da jovem ativista paquistanesa Malala Yousafzai. Ela esteve em São Paulo

na última segunda-feira (9) para uma conversa sobre educação e a importância da leitura, principalmente para o empoderamento das mulheres.

Em sua primeira visita ao Brasil, participou de debates sobre educação, feminismo e política na presença de estudantes e ativistas no Auditório Ibirapuera.

“Trazer a diversidade para o sistema de Educação faz com que todas as crianças entendam que possam sonhar e ter o futuro que quiserem”, disse.

Em 2012, Malala sofreu um atentado em seu país por insistir em estudar – as meninas são proibidas de ir à escola no Paquistão – e falar sobre sua realidade

em um blog.

Depois de se recuperar do tiro que a atingiu na cabeça, Malala passou a rodar o mundo promovendo a importância do acesso à educação. Aos 17 anos, foi
a pessoa mais jovem a receber o Prêmio Nobel da Paz por sua luta pela inclusão.

Curiosidade

Para cada página de texto em tinta são necessárias cinco páginas em braille. Por isso, o livro “Eu sou Malala”, de 360 páginas na versão original, teve

de ser dividido em 8 partes na versão em braille.

Descrição da imagem: foto do livro "Eu sou Malala" em uma pilha de outros exemplares do mesmo título. A capa traz a foto de Malala sorrindo e usando um

lenço rosa sobre fundo verde.
Publicado por Fernando Freitas
fonte blog dorina

terça-feira, 10 de julho de 2018

Motorista da Uber que se recusou a transportar cão-guia terá de indenizar deficiente visual

Valor estipulado por tribunal do DF é de R$ 2 mil. G1 aguarda resposta da empresa; cabe recurso.
Por Marília Marques, G1 DF
Cão-guia, em imagem de arquivo (Foto: Henrique Almeida/UFSC)
Um motorista de aplicativo de transporte executivo foi condenado a pagar indenização de R$ 2 mil – por danos morais – a um deficiente visual por ter se

recusado a transportar o cão-guia que acompanhava o passageiro. A decisão do Tribunal de Justiça do Distrito Federal foi divulgada nesta quinta-feira (5).

Cabe recurso.

O autor da ação contou que contratou o serviço no aplicativo da Uber, mas o motorista negou o embarque porque o usuário estava acompanhado do cachorro.

Segundo o processo, o condutor alegou que "o animal sujaria o veículo". O G1 aguarda o posicionamento da empresa sobre o caso.

A decisão já tinha sido proferida na primeira instância. Na época, o juiz do 3º Juizado Especial Cível de Brasília determinou pagamento de R$ 10 mil ao

passageiro lesado. O magistrado destacou que "é assegurado à pessoa com deficiência visual acompanhada de cão-guia o direito de ingressar e de permanecer

com o animal em todos os meios de transporte".

Motorista ganha direito de trabalhar como Uber na capital acreana (Foto: Divulgação)
A
lei federal
diz, ainda, que o direito se estende a estabelecimentos abertos ao público, de uso público e aos locais privados de uso coletivo.

"Dessa forma, a recusa em transportar o passageiro [...] discrimina o consumidor, expondo-o a uma situação constrangedora", disse o juiz no processo.

Ao julgar o recurso, a Turma Recursal reduziu o valor indenizatório a R$ 2 mil. No entendimento dos desembargadores, "a prestação do serviço [...] tipifica

dano moral indenizável, por ofensa aos seus direitos de personalidade".

fonte g1