sexta-feira, 23 de agosto de 2019

Idoso com Síndrome de Down MORRE por ficar 20 dias sem receber comida em HOSPITAL

O idoso Guiseppe de 61 anos de idade, que tinha
Síndrome de Down,
e vivia em uma abrigo para pessoas especiais. Ele sofreu uma queda e foi levado para um hospital em Manchester, na Inglaterra.

O idoso teve vários ossos quebrados na queda, alguns ossos do pescoço, foram quebrados impossibilitando dele ingerir alimentos sólidos. Acabou quem em

20 dias sem receber comida, ele venho a morrer de fome, conforme informações no site 1News.

Inicialmente os médicos acreditavam que o idoso poderia voltar para casa, mas depois de alguns exames, foi constatado que ele tinha fraturas graves em

todo o corpo, e seguiu internado.

Por conta dele não conseguir ingerir alimentos sólidos, as enfermeiras optaram em não dar nada via oral.Diante desta atitude, foi gerado uma grande confusão,

pelo fato dos profissionais não saberem lidar adequadamente com a forma de alimentá-lo.Ele acabou ficando três semanas sem ingestão de nenhum tipo de comida.


O hospital é considerado um centro em excelência tecnológica, mas a forma que eles conduziram o tratamento de Guiseppe está sendo considerado como desumano

e irresponsável.

Ele passou por alguns tratamentos para engolir, um tempo depois, e um tubo gástrico foi inserido em seu corpo, com intenção de fornecer alimentos.

Mas foi tarde demais, o idos acabou falecendo, pela falta de energia em seu corpo. A família está processando o hospital na intenção de cobrar legalmente

os danos cometidos.

Fonte:
https://entremaesefilhos.com.br/
 (abre numa nova aba)
 via  deficiente  ciente

A diferença está nos teus olhos. Campanha de apoio à igualdade.

por
Ricardo Shimosakai
A
associação francesa Noémi,
no
dia internacional das pessoas com deficiência
(3 de dezembro), convidou alguns pais e filhos a entrarem num jogo que acabou por lhes dar uma grande mensagem final.

“Gostas de fazer caretas?” questionou a associação. De seguida, numa sala, pais e filhos são separados por uma pequena barreira, de modo a que não se consigam

ver, e é projetado um vídeo de pessoas com caras divertidas que tinham de imitar.

O problema surge quando aparece uma
menina deficiente
a meter o dedo no nariz. Os filhos não viram nenhum problema e não hesitaram em imitá-la, os pais não o fizeram.

Noémi, decidiu organizar a campanha, em formato de vídeo, chamado “os olhos de uma criança“, para transmitir uma
mensagem de igualdade.

Os pais das crianças sentem-se pressionados pelo que é politicamente correto e não imitam a careta de uma menina com deficiência. A reação dos filhos demonstra,

ao contrário dos pais, que essa diferença é marcada apenas por quem a vê.

Fonte: DN Globo

via turismo adaptado

Canais SporTV farão a transmissão dos Jogos Parapan-Americanos de Lima 2019

Por decisão do Comitê Organizador Local de Lima 2019 serão transmitidas ao vivo as cerimônias de abertura, de encerramento, além das competições de atletismo,

badminton, natação, basquete e rúgbi em cadeira de rodas.

"Comemoramos este acordo para a transmissão dos Jogos Parapan-Americanos de Lima 2019, pois é uma forma de difundir ainda mais o Movimento Paralímpico

em nosso país. Nossos atletas certamente honrarão esta responsabilidade e alcançaremos um resultado histórico na capital peruana", disse Mizael Conrado,

presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro.

O Parapan de Lima também poderá ser acompanhado pelas redes sociais do CPB:
Facebook,
Twitter
 e Instagram (@ocpboficial).

O Brasil chega a Lima com a maior delegação de sua história: 337 atletas e um total de 513 integrantes. Todas as 17 modalidades terão representantes nacionais.

O Brasil busca repetir o feito das três últimas edições dos Jogos continentais.

Desde o Rio 2007, quando a competição passou a ser realizada na mesma sede dos Jogos Pan-Americanos (tal qual ocorre nos Jogos Olímpicos e Paralímpicos),

os atletas brasileiros não conhecem outro resultado que não seja o primeiro lugar no quadro geral de medalhas. Foi assim em 2007, em Guadalajara 2011 e

em Toronto 2015. Neste último, foram obtidas 257 medalhas, das quais, 109 de ouro, 74 de prata e 74 de bronze.

 fonte  cpb

quarta-feira, 21 de agosto de 2019

Festival de Gramado acessível. A luta por filmes legendados a audiodescritos.

por
Ricardo Shimosakai
Desde sábado (17/08) acontece no Hotel Serrazul (R. Garibaldi, 152), durante o
Festival de Cinema de Gramado,
mais um encontro da campanha “Legenda para quem não ouve, mas emociona”. Chegando a sua 15ª edição em 2019, o movimento reafirma a luta por legendas que

atendam
deficientes auditivos nos filmes brasileiros.

No encontro serão exibidos filmes legendados feitos por surdos. Também há espaço para outras manifestações criadas ou destinadas a esse público. O movimento

é bem-vindo e está em sintonia com a
bandeira da acessibilidade,
carregada pelo Festival, que inclui várias atrações de mostras paralelas e mesmo das mostras competitivas com
audiodescrição
e legenda descritiva.

A coordenadora da campanha, Carilissa Dall’Alba, diz que o encontro reforça a luta pela inclusão dos deficientes auditivos ao mundo do cinema. “Sempre

tivemos apoio da Gramadotur e da Famurs, e desde 2004 organizamos o evento em Gramado para lutar pelas legendas nos filmes brasileiros que até hoje não

são legendados quando estreiam nos cinemas. Ano passado foi muito importante, pois estivemos pela primeira vez na abertura do Festival. E também pela primeira

vez tivemos intérpretes em todas as estreias de filmes e nas premiações.”, afirma.

Em 2019 a campanha tem um forte aliado: o ator Caio Castro será o padrinho do encontro.

História do Festival de Cinema de Gramado

A idéia deste Festival surgiu da popularidade de um evento realizado ao longo da Festa das Hortênsias, entre 1969 e 1971. Tanto os artistas, quanto os

jornalistas, os turistas e os residentes de Gramado celebraram este acontecimento, o que propiciou posteriormente a institucionalização da Mostra de Cinema.

A Prefeitura, ao lado da Companhia Jornalística Caldas Júnior, a Embrafilme e a Funarte, e igualmente apoiada pelas secretarias de Turismo e de Educação

e Cultura do Estado, levantou a bandeira em prol do projeto e o tornou viável.

O Festival tem como meta revelar o que há de novo na produção cinematográfica brasileira e latina, concorrendo para disseminar as obras e talentos que

despontam neste campo, promovendo discussões, conferências, encontros, painéis, a divulgação das mais recentes publicações, entre outros tantos eventos

conectados à esfera do cinema.

Ele tem sido realizado sem nenhuma suspensão, sendo membro oficial do calendário internacional de festivais de cinema. O 1º Festival do Cinema Brasileiro

de Gramado ocorreu de 10 a 14 de janeiro de 1973, sendo posteriormente repetido anualmente, a princípio na época do verão, depois na estação outonal, e

a partir da década de 90, sempre em agosto.

O prêmio concedido por este Festival, o Kikito – Deus da Alegria – tem estimulado e inspirado diversos artistas ao longo dos anos. Depois de passar por

uma fase mais caracterizada pelo sensualismo e pelas atrizes desnudas, ele consolidou-se durante a década de 70, nos difíceis anos da ditadura, ganhando

nos anos 80 a aura de um dos mais importantes festivais de cinema do Brasil. Atualmente ele é um espaço imprescindível para o desenvolvimento da cinematografia

nacional.

Fonte:
Felipe Vieira

via turismo adaptado

ONG que conscientizar pessoas sobre convivência inclusiva teve origem em instagram

Foto da família Zylberstanj. No centro, o pequeno Pepo, entre a mãe, Marina e o pai, Henry. Ambos estão de rostos virados, beijando, ao mesmo tempo, as

bochechas do filho.
Henry e Marina Zylberstanj foram surpreendidos ao notarem que o perfil, criado por eles no Instagram, onde compartilhavam fotos do dia-a-dia com seu filho

mais novo, Pepo, que tem Síndrome de Down, alcançou 110 mil seguidores.

Após notarem o número de pessoas que acompanhava as redes da família, o casal viu a oportunidade de, assim como aconteceu com eles, fazer com que as pessoas

encarassem a deficiência intelectual de forma diferente.

Assim foi criado o projeto social “Serendipidade”, que quer atrair um público que não conhece (tanto) a causa, mostrando as qualidade de um de um convívio

mais inclusivo.

O projeto conseguiu arrecadar cerca de R$750 mil em 2018, e está com meta de alcançar R$1 milhão.

Para mais informações acesse o
site da Folha. Site externo

Pessoas com deficiência visual cobram eletrodomésticos adaptados

Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) realiza audiência pública para debater acessibilidade em eletrodomésticos e equipamentos

eletrônicos. Mesa: idealizador do Movimento pelo Livro e pela Universidade Acessíveis (Molla), Naziberto Lopes de Oliveira; presidente eventual da CDH,

senador Styvenson Valentim (Podemos-RN); representante da Associação Brasiliense de Deficientes Visuais - (ABDV), Justino Bastos Pereira. Foto: Marcos

Oliveira/Agência Senado
fim da lista
Senador Styvenson Valentim preside audiência que discutiu acessibilidade em eletrodomésticos
Marcos Oliveira/Agência Senado

O aprimoramento de eletrodomésticos e produtos eletrônicos para pessoas com deficiência, principalmente visual, foi defendido nesta terça-feira (20) em

audiência pública interativa na Comissão de Direitos Humanos (CDH). Por iniciativa da senadora Mara Gabrilli (PSDB-SP), a discussão tem como objetivo verificar

a adequada concepção e produção de produtos acessíveis ao consumidor brasileiro.

Para os participantes do debate, a oferta de produtos adaptados, como geladeiras, microondas, impressoras, telefones, televisores e máquinas de lavar facilitaria

a vida das pessoas com deficiência visual e contribuiria para a inclusão social dessa parcela da população, que hoje chega a sete milhões de pessoas no

Brasil.

Durante a audiência pública, foram exibidos vídeos em que pessoas com deficiências visuais sugeriram adaptações diversas em máquinas e utensílios domésticos

aos fabricantes. As recomendações incluíram uso de letras ampliadas para baixa visão, alto-relevo, dispositivos sonoros e marcações, entre outros.

Parâmetros legais

Idealizador do Movimento pelo Livro e pela Universidade Acessíveis (Molla), Naziberto Lopes de Oliveira disse que existe uma insatisfação muito grande

em relação a produtos e serviços que não atendem às pessoas com deficiência visual enquanto consumidores.

Entre os pressupostos legais a favor das pessoas com deficiência, ele citou o Código de Defesa do Consumidor e a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com

Deficiência (
Lei 13.146, de 2015).
A norma, que define parâmetros de acessibilidade, incorporou princípios de convenção internacional da Organização das Nações Unidas (ONU) e já conta com

dispositivos regulamentados, e outros em regulamentação.

— É uma reivindicação de direitos. Compramos e pagamos o mesmo preço pelos produtos. Com adaptações mínimas, os produtos vão se tornar brinquedos, e as

pessoas terão disposição para renová-los — afirmou.

Presidente da Associação Brasiliense de Deficientes Visuais (ABDV) e representante da Organização Nacional dos cegos do Brasil (ONCB), Denise Lucia Braga

Melo disse que a acessibilidade deve ter início no manual dos produtos.

— A gente não pede nem que esteja em braille, a gente pede que seja acessível — afirmou.

Presidente da Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos (Eletros), José Jorge do Nascimento Junior disse que a fabricação de eletrônicos

envolve projetos em que já está presente a evolução dos equipamentos, como forma de atender demandas maiores.

— O design dos produtos está se adaptando cada vez mais ao desenho universal. As normas técnicas não existem, mas, mesmo assim, a indústria vem oferecendo

esses produtos — afirmou.

Exercício da cidadania

Chefe de Divisão de Indústrias Intensivas em Mão-de-Obra e Bens de Consumo do Ministério da Economia, Marco Antônio Nunes Bastos disse que a acessibilidade

é essencial para o pleno exercício da cidadania. Ele ressaltou que pequenas adaptações já são suficientes para uma considerável melhora da qualidade de

vida, e que a adoção de tecnologias assistivas (que ampliam habilidades funcionais) favorece o aprimoramento de diversos produtos eletrônicos.

Presidente da Associação Brasiliense de Deficientes Visuais do Distrito Federal, Justino Bastos Pereira cobrou a sensibilidade de fabricantes de linha

branca e marrom, com a oferta de produtos que favoreçam a autonomia de escolha.

Coordenador geral de Acessibilidade e Tecnologia do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Rodrigo Abreu de Freitas disse que a tecnologia

beneficia todos os segmentos da população, e não apenas aquela parcela com algum tipo de deficiência.

— O número de idosos está aumentando. A prevalência da deficiência acima dos 60 anos é maior, principalmente sensorial, auditiva e visual. Temos que eliminar

essas barreiras que estão presentes em vários lugares – afirmou.

Acessibilidade

Autora do requerimento da audiência pública, a senadora Mara Gabrilli (PSDB-SP), que não pôde estar presente no debate, observa que "a acessibilidade em

favor da pessoa com deficiência no Brasil não é apenas mera carta de intenções do legislador ou um vago conteúdo programático".

“Não há motivo que impeça, ao menos, o planejamento e desenvolvimento de bens de consumo duráveis e acessíveis, como equipamentos e utensílios domésticos,

para a cozinha e para o lazer audiovisual, que habitualmente chamamos de linha branca e de linha marrom. Nada mais irracional que, ao público com deficiência,

sejam impostas dificuldades extras com a oferta de bens que não atendem às suas necessidades. A economia brasileira só tem a ganhar se souber adequadamente

atender à satisfação da demanda reprimida por produtos domésticos plenamente acessíveis”, destacou a senadora no requerimento que pautou a audiência.

Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

segunda-feira, 19 de agosto de 2019

Rio de Janeira cria Secretaria de Vitimização para pessoas com deficiência

Medida faz parte do plano de políticas de enfrentamento à criminalidade
O governador do Rio, Wilson Witzel, anunciou a criação da primeira Secretaria de Vitimização para pessoas com deficiência do país.

A nova pasta atenderá policiais vítimas de violência, pessoas com deficiência e também a população em geral e faz parte da política estadual de enfrentamento

à criminalidade.

Leia a
notícia completa no site do Estadão Site externo.

Fonte: Estadão