quinta-feira, 17 de agosto de 2017

Zoobotânico de Brusque recebe animais com deficiência pela primeira vez

O parque Zoobotânico de Brusque recebeu em maio, pela primeira vez, animais com algum tipo de deficiência. Cinco corujas-buraqueira e um bugio-ruivo –

vítimas de maus tratos – são os novos moradores do local.

Junto com eles, vieram outros animais sem problemas de saúde, como papagaios-do-peito-roxo, gralhas azul, maitacas bronzeadas, periquitãos-maracanã e jacuaçu.

Ao todo, são 22 novos bichos no parque.

As corujas ainda não estão disponíveis para a exposição, pois seus recintos estão em reformas e devem ser finalizados até o fim de junho. Nenhuma das aves

voa e a maioria tem as asas amputadas.

Já o bugio, que é filhote, possui um problema na coluna, gerado por ter crescido em uma gaiola que não comportou o seu tamanho. A sua mobilidade não é

como dos outros animais.

Todos os novos moradores chegaram no dia 8 de maio ao Zoobotânico e vieram do Centro de Triagem de Animais Silvestres de Santa Catarina (Cetas), de Florianópolis,

que é associado à Polícia Ambiental e à Fundação do Meio Ambiente (Fatma).

Há dois meses, com alguns recintos vagos, profissionais do parque de Brusque foram ao Cetas para conhecer os animais que estavam à disposição e escolher

os que trariam. Após isso, a Fatma fiscalizou os espaços e deu aval para trazê-los.

Animais rejeitados
A bióloga e coordenadora de Educação Ambiental do zoobotânico, Carla Molleri, afirma que foi uma escolha trazer os animais deficientes, que na maioria

das vezes são rejeitados em outros locais. Ela diz que placas informativas estão sendo confeccionadas para mostrar ao público que estes bichos têm algum

tipo de deficiência.

“A maioria dos zoológicos não querem expor um animal aleijado e acredito que a importância de tê-los no plantel seja o apelo que eles podem provocar no

público visitante, atentando para a importância dos zoológicos como ambiente de conservação de espécies e preservação ambiental”, diz Carla.

Ela acredita que a escolha irá ajudar a gerar consciência ambiental no público. “Poderemos exemplificar o que o porte ilegal de animais silvestres pode

acarretar na saúde do animal, impedindo-o de retornar a natureza”, explica.

A previsão é que nos próximos meses, com outros recintos liberados, novos animais sejam trazidos ao município. Atualmente são 160, sendo que destes 150

são selvagens. Há outros que não são, como patos e marrecos.

Bugiu filhote
Um outro bugiu filhote, cego de um olho, também está no Zoobotânico. Ele foi trazido pela Fundema há dois meses. Conforme a bióloga, a mãe do bugio foi

assassinada, e neste tiro que lhe atingiu, respingou um estilhaço no olho do filhote, lhe deixando cego.

Visitação
O Zoobotânico está aberto de terça-feira a domingo, das 8 às 17h30. O valor do ingresso é de R$ 5 e crianças até 5 anos e idosos acima de 60 anos não pagam.


Novos animais do parque
3 bugios-ruivo (Alouatta guariba clamitans)

5 Papagaio-do-peito-roxo (Amazona vinacea)

2 Gralha Azul (Cyanocorax caeruleus)

3 Maitaca bronzeada (Pionus maximiliani)

3 Periquitão-maracanã (Psittacara leucophthalmus)

5 Corujas-Buraqueira (Athene cunicularia)

1 Jacuaçu (Penelope obscura)

Fonte: O Município

Inovação para quem sofre de cegueira

Estudo revelou que uma investigadora da Universidade de Oxford, no Reino Unido, criou a primeira retina com tecidos sintéticos.

Em comunicado, a universidade britânica diz que com a liderança de Vanessa Restrepo-Schild, o novo estudo é o primeiro a usar com sucesso tecidos biológicos

gerados em laboratório e que ao contrário dos implantes de retina artificial existentes, as culturas de células são criadas a partir de materiais naturais

biodegradáveis. Assim, o implante será menos invasivo do que o dispositivo mecânico e será improvável causar uma reação adversa no corpo. A equipa de Vanessa

Restrepo-Schild refere que a nova retina artificial, de dupla camada, imita uma retina humana que é composta por hidrogel (gel que tem água) e proteínas

de membrana celular.

A investigadora diz que “o material sintético pode gerar sinais elétricos que estimulam os neurónios na parte detrás do olho, tal como o faz a retina natural”.

Finaliza dizendo que pretende, ainda, aperfeiçoar as funcionalidades da retina, o reconhecimento das cores símbolos e formas.

Fonte:
http://boasnoticias.pt/inovacao-sofre-cegueira/

MAIS UMA OFICINA COM RECURSOS MULTISSENSORIAIS NO INSTITUTO TOMIE OHTAKE

O convite com fundo azul royal, escrito com letras brancas, é ilustrado no lado direito pela fotografia colorida, em plano detalhe, das mãos de um homem

e de uma mulher tocando a réplica da Fonte Monumental, escultura de Nicolina Vaz de Assis, composta por duas bacias de mármore branco. Lagostas de bronze

contornam a bacia maior e no topo da fonte, um pescador segura uma rede, rodeado por 4 sereias. No rodapé, as logomarcas dos patrocinadores, apoiadores

e realizadores sobre faixa branca.

Ministério da Cultura, Instituto Tomie Ohtake, Cateno e Cielo convidam para a oficina e contação de história com audiodescrição para pessoas com e sem

deficiência visual: NICOLINA, GEORGINA E LYGIA – TRÊS MULHERES ARTISTAS, uma atividade do Programa de Acessibilidade do Instituto Tomie Ohtake.

Data: 19 de agosto (sábado).
Horário: das 09:00 às 11:00 horas.
Local: Instituto Tomie Ohtake.
Endereço: Av. Faria Lima, 201 Pinheiros, SP (próximo ao metrô Faria Lima).
Participação gratuita. Vagas limitadas.
Inscrições pelo site:
www.institutotomieohtake.org.br
Pessoas com deficiência visual, favor confirmar presença por email:
marina@vercompalavras.com.br

Sobre a oficina: A oficina ministrada por Lívia Motta objetiva promover discussão, reflexão, conhecimento e um contato multissensorial com a história e

algumas obras das artistas Nicolina Vaz de Assis, Georgina Albuquerque e Lygia Clark. Pessoas com deficiência visual e pessoas sem deficiência poderão

participar das atividades de mediação com recursos táteis, sonoros e audiodescrição. Após a oficina, os participantes serão convidados a assistir a uma

sessão de contação de história relacionada à exposição: INVENÇÕES DA MULHER MODERNA, PARA ALÉM DE ANITA E TARSILA, a partir das 11:00 horas, também com

audiodescrição.

POR:
VERCOMPALAVRAS

Preparativos para a Copa do Mundo 2018 é tema de palestra acessível na Biblioteca Mário de Andrade

Evento contará com interpretação de libras disponibilizada pela Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência

Na próxima sexta-feira (18.08), a Biblioteca Mário de Andrade será palco da palestra “Vida Cultural na Rússia de hoje: Dicas para se Preparar para a Copa

2018”, que contará com tradução simultânea para Língua Brasileira de Sinais (Libras).

O objetivo é mostrar a Rússia cotidiana, como costumes e tradições, bem como lugares históricos e interessantes voltados ao público brasileiro que viajará

para assistir os Jogos da Copa do Mundo de 2018. A palestrante será Alina Kaledina Ortega, professora de idioma russo do Clube de Cultura Russa.

Para o secretário municipal da Pessoa com Deficiência, Cid Torquato, “a inserção de recursos de acessibilidade amplia a inclusão de surdos na cultura,

além da possibilidade ao turismo”.

O evento, organizado pela Secretaria Municipal de Cultura, com apoio da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência, integra a ocupação Rússia, Uma

Criatura Dócil”, que conta com um mês inteiro de atividades, como oficinas, palestras, musica e cinema ligadas à cultura russa. Confira a programação completa

no link
http://bit.ly/2uJphXo
Serviço: Palestra: “Vida cultural na Rússia de hoje, dicas para se preparar para a Copa 2018”.
Ingresso: gratuito
Data: 18 de agosto
Horário: 16h (1h de duração)
Local: Biblioteca Mário de Andrade
Endereço: Rua da Consolação, 94 – Consolação.

fonte s m p e d

Com caras novas, Seleção feminina de Goalball inicia nova fase treinamento

Por CPB
Cheia de novidades, a Seleção Brasileira feminina de Goalball inicia mais uma etapa de treinamento no próximo sábado, 19, no Centro de Treinamento Paralímpico,

em São Paulo. A preparação tem como objetivo aprimorar o Brasil para os desafios do novo ciclo, que tem como principal evento os Jogos Paralímpicos de

Tóquio 2020.

A lista conta com caras novas, atletas que se destacaram nas competições regionais. Segundo o técnico Dailton Freitas, a oportunidade permitirá à comissão

técnica observa-las mais de perto, e a chance dada às jogadoras é uma possibilidade de renovação na seleção.

- A principal ideia desta convocação foi valorizar os regionais. Convocamos atletas que se destacaram nas cinco etapas e ao mesmo tempo observar novas

jogadoras. Pois a seleção necessita de uma renovação, e nada melhor que observar jovens talentos para esse ciclo. Temos muitas jogadoras no Brasil e também

muitas talentosas. Em duas fases de treinamento já avaliamos 15 atletas, então prova que estamos buscando dar chances a novas atletas e preparando uma

seleção jovem e competitiva neste ciclo – disse o treinador.

Com isso nomes mais badalados como Victória Nascimento e Carol Duarte não estão entre as convocadas. A II Fase de Treinamento acontece de 19 a 26 de agosto,

no CT Paralímpico, em São Paulo. Confira a lista de convocação.

Alaine Lillian da Silva (IBC-RJ)
Amanda Emilly Fernandes de Santana (Ierc-RN)
Amanda Machado Lopes (UEEJAA-PA)
Geovana Clara Costa de Moura (Adevirn-RN)
Giseli Ferreira da Silva (Fases-MG)
Jessica Gomes Vitorino (Uniace-DF)
Larissa Santos de Espírito (LMC-SP)
Moniza Aparecida de Lima (ICB-BA)

*Com informações da CBDV

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (
imp@cpb.org.br)

CDH deve analisar regra para reconhecimento da condição de PCD

Uma regra transitória para o reconhecimento da condição de pessoas com deficiência (PCDs) é um dos itens na pauta da Comissão de Direitos Humanos e Legislação

Participativa (CDH) desta quarta-feira (16). A reunião está marcada para as 11h.

O projeto (
PLS 84/2017 Site externo),
do senador Cássio Cunha Lima (PSDB-PB), cria mecanismos de avaliação que serão suficientes para a identificação da pessoa com deficiência até a regulamentação

definitiva pelo Poder Executivo. São laudos emitidos por profissionais habilitados para o reconhecimento de condições físicas, mentais, sensoriais ou funcionais

que, em razão de barreiras físicas, normativas ou operacionais, sujeitem a pessoa a restrições no acesso a bens, serviços e espaços, limitando a sua participação

plena e efetiva na sociedade e o exercício de seus direitos em igualdade de condições com os demais.

O projeto altera a
Lei 13.146/2015 Site externo,
que instituiu a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (LBI). O senador argumenta que um dos aspectos mais relevantes dessa legislação é

a adoção do conceito biopsicossocial de pessoa com deficiência, pois isso reflete o entendimento de que a deficiência não é uma característica intrínseca

de um indivíduo, e sim o resultado de limites e barreiras impostos pela sociedade; o que pode levar à exclusão explícita ou a falhas na inclusão de pessoas

significativamente diferentes de um padrão socialmente construído.

“No entanto, a aplicabilidade da avaliação biopsicossocial foi expressamente condicionada à sua regulamentação por ato do Poder Executivo, e hoje, passados

dois anos da publicação da lei, ainda não existe esse regulamento”, ressalta o senador.

Celeridade

A proposição tem voto favorável do relator, senador Paulo Paim (PT-RS). Ele avalia que embora a questão seja importante para o governo, “nem sempre os

processos relacionados a políticas públicas são desenvolvidos com a celeridade que os grupos a que se destinam necessitam”.

No relatório, Paim destaca o caso específico da avaliação biopsicossocial. O senador lamenta que pessoas com deficiência estejam sendo privadas de seus

direitos, “porque não conseguem atender a defasados parâmetros de avaliação da sua condição estipulados por uma legislação antiga e em descompasso com

a LBI e com a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência”

“Muitas vezes, essas pessoas têm de recorrer ao Poder Judiciário, com o objetivo de afastar regulamentos e normas que não lhes reconhecem a condição de

pessoas com deficiência para o fim de exercer algum direito, o que não deixa de ser uma irônica barreira cultural à inclusão, erigida pelo próprio Estado”,

completa.

O projeto será votado em decisão terminativa na CDH, se for aprovado e não houver recurso para votação pelo Plenário do Senado, poderá seguir para análise

da Câmara dos Deputados.

Outras propostas

Na pauta da CDH há ainda outros 18 itens, entre eles, estão propostas que tratam da acessibilidade, como o
PLS 650/2011 Site externo,
que tem por objetivo garantir a adequação das unidades do Programa Minha Casa Minha Vida para idosos ou pessoas com deficiência; e o substitutivo ao Projeto

de Lei do Senado (PLS)
382/2011 Site externo,
que obriga centros de compra (shopping centers) a destinar pelo menos 5% dos brinquedos e equipamentos de suas áreas de lazer a pessoas com deficiência

ou com mobilidade reduzida.

Fonte:
Agência Senado Site externo

Governo do Estado de São Paulo assina 177 convênios e entrega equipamentos de acessibilidade para 62 bibliotecas

O Palácio dos Bandeirantes recebeu, nesta terça, 15, centenas de gestores públicos municipais e prefeitos do interior de São Paulo. O governador Geraldo

Alckmin anunciou repasse de R$ 33 milhões para 177 convênios voltados a atender as necessidades regionais de 146 municípios paulistas. Entre os convênios

firmados houve a assinatura do Termo de Cessão de Equipamentos do Projeto Acessibilidade em Bibliotecas, realizado pela Secretaria de Estado dos Direitos

da Pessoa com Deficiência de São Paulo, com entrega de equipamentos de acessibilidade a 55 municípios do Estado de São Paulo.

Secretária de Estado Dra. Linamara e o governador de São Paulo Geraldo Alckmin

A cerimônia de assinatura de convênios contou também com a presença da Secretária de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Dra. Linamara Rizzo

Battistella, além do governador do Estado de São Paulo, Geraldo Alckmin; o vice-governador Márcio França; e o Secretário Adjunto de Estado dos Direitos

da Pessoa com Deficiência, Luiz Carlos Lopes, que coordenou o Projeto Bibliotecas Acessíveis, entre outras autoridades.

Um dos equipamentos entregues aos municípios: lente aumentativa para pessoas com baixa visão

Dra. Linamara destacou a atenção do governo paulista aos 9 milhões de pessoas com deficiência presentes no Estado de São Paulo. Destacou a amplitude do

projeto Bibliotecas Acessíveis. “A cultura nos faz mais cidadãos, nos faz crescer e entender os valores éticos e humanistas de uma sociedade moderna. Com

a inclusão todos se beneficiam. Esse movimento que São Paulo lidera e a ONU reconhece, pois incluir está dentro dos objetivos do desenvolvimento sustentável.

Não é possível promover riquezas em um Estado que deixa alguém de fora e o governo do Geraldo Alckmin não deixa ninguém de fora”, observou.

p
Dra. Linamara ao microfone diante de autoridades no Palácio do Governo de São Paulo

A Secretária ressaltou a importância de levar tecnologia para dentro das bibliotecas e das escolas e ir além. “Não são apenas 55 municípios contemplados

pelos equipamentos, mas vamos treinar, formar agentes! Cerca de 200 agentes serão treinados na lógica da inclusão. É um projeto ‘ganha-ganha’: ganha o

aluno, ganha o professor, ganha o município e ganha o Estado de São Paulo trabalhando na lógica de incluir a todos”, salientou.

Ao todo, 62 bibliotecas públicas do Estado de São Paulo receberão equipamentos acessíveis, distribuídos em dois Kits. O Kit Tipo 1 contém computador, ampliador

automático, scanner leitor de mesa, teclado ampliado, mouse estacionário e software de voz sintetizada para atuação com o software leitor de tela NVDA.

O Kit 2 contém todos os elementos do Kit 1 e acrescenta um display braile e impressora braile.

Secretária de Estado, Dra. Linamara, e governador Geraldo Alckmin

As bibliotecas públicas contempladas participaram de um concurso promovido em 2016 pela Secretaria, que selecionou bibliotecas que contam com projetos

de inclusão interessadas em receber os equipamentos.

“Com a assinatura destes convênios, estamos praticando dois princípios importantes: a descentralização, passando o recurso para a ponta, mais perto da

população; e a participação, investindo na parceria com os governos locais. São convênios importantes que assinamos com prefeituras e entidades, entre

Apaes e Santas Casas”, afirmou o governador Geraldo Alckmin.
Na área de esportes serão repassados recursos para os municípios realizarem as instalações de academias ao ar livre em 28 cidades paulistas. Cada academia

é composta de dez aparelhos, entre eles simulador de caminhada e legpress, todos com placas indicativas com sugestões de exercícios. A ação visa estimular

a prática esportiva nos municípios em locais com maiores demandas e necessidades sociais. Atualmente, há mais de 500 academias ao ar livre distribuídas

em todas as regiões do Estado de São Paulo.

Prefeitos receberam equipamentos de acessibilidade para 62 bibliotecas públicas

Na Saúde, foram autorizados 28 convênios, sendo cinco com entidades assistenciais e os demais com prefeituras, totalizando R$ 4 milhões. Os convênios contemplam

especialmente aquisição de ambulâncias, equipamentos e custeios de Santa Casa. Também o Movimento Paulista de Segurança no Trânsito – programa que atua

para reduzir pela metade o número de fatalidades no trânsito até 2020, foi contemplado com mais de R$ 3 milhões para projetos de trânsito. Ao todo, este

ano, serão destinados R$ 100 milhões para 52 municípios. Também, na área da cultura, mais de R$ 1 milhão destinado à realização de oficinas de diversas

linguagens artísticas, envolvendo artes visuais, dança, fotografia, circo, literatura e gestão cultural.

fonte Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência