quinta-feira, 19 de outubro de 2017

SOBRE RAÍZES & FLORES, UM CANCIONEIRO ENCANTADO, COM AUDIODESCRIÇÃO E LIBRAS NO ITAÚ CULTURAL

Fotografia colorida de Eduardo Agualuz apoiado numa ampla janela de uma casa de madeira avermelhada, descascada e pichada. Eduardo olha para fora pensativo,

com rosto apoiado na mão. Ele é um homem moreno, de cabelos castanhos escuros curtos, bigodes e cavanhaque. Veste camisa e lenço xadrez. Uma toalha branca

de renda está estendida na beira da janela quase arrastando no chão de terra batida, onde está um violão. Um chapéu panamá branco está pendurado na moldura

da janela à esquerda e algumas fitinhas coloridas estão presas em varetas à direita.
O Fim de Semana em Família apresenta o espetáculo SOBRE RAIZES & FLORES, UM CANCIONEIRO ENCANTADO, com Eduardo Agualuz, inspirado em um universo fantástico

e de matriz brejeira do interior da Bahia, com audiodescrição e interpretação em LIBRAS.

Data: 21 de outubro (sábado) e 22 de outubro (domingo).
Horário: 16:00 horas.
Duração: 60 minutos.
Local: Itaú Cultural, Sala Multiuso (piso 2)
Endereço:
Av. Paulista, 149

Bela Vista, São Paulo, SP.
(próximo ao Metrô Brigadeiro).
Entrada gratuita (70 lugares) – distribuição de ingressos a partir das 14:00 horas.
Classificação: livre.
Confirme seu interesse com:
marina@vercompalavras.com.br.

Chegue cedo para garantir seu convite.

Sobre o espetáculo: Sobre Raízes & Flores, um Cancioneiro Encantado é uma apresentação de legado familiar, numa narrativa de raízes populares, sobre cantos

de roda, contos de diversas regiões do Brasil, e rica apresentação gestual, ornamentada por cenografia e elementos que se enraizaram na identidade e nas

bases culturais do Brasil. O projeto musical é dividido em três conjuntos de oralidade interpretada ao violão pelo folclorista, pesquisador e brincante

Eduardo Agualuz.

Descrição da foto: Fotografia colorida de Eduardo Agualuz apoiado numa ampla janela de uma casa de madeira avermelhada, descascada e pichada. Eduardo olha

para fora pensativo, com rosto apoiado na mão. Ele é um homem moreno, de cabelos castanhos escuros curtos, bigodes e cavanhaque. Veste camisa e lenço xadrez.

Uma toalha branca de renda está estendida na beira da janela quase arrastando no chão de terra batida, onde está um violão. Um chapéu panamá branco está

pendurado na moldura da janela à esquerda e algumas fitinhas coloridas estão presas em varetas à direita.

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VERCOMPALAVRAS

Centro de Tecnologia e Inovação para Pessoas com Deficiência Visual: reabilitação para um novo olhar

Centro de Tecnologia e Inovação para Pessoas com Deficiência Visual: reabilitação para um novo olhar

Ação da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo atende pessoas com deficiência visual com o que há de mais moderno em

tecnologia para locomoção e mobilidade. Até outubro de 2017 foram realizados 2.400 atendimentos

MATÉRIA DO MÊS – OUTUBRO 2017*

Independência, autonomia e pertencimento, três importantes palavras para a vida das pessoas com deficiência, em especial para as pessoas com deficiência

visual, que somam cerca de 7,3 milhões no Estado de São Paulo, de acordo com dados do Censo IBGE 2010, entre deficiência visual leve, moderada, severa

e cegueira total.

Avaliação de garoto com deficiência visual no CTI Humaitá

Para atender a essa população, a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo inaugurou, em 2014, o Centro de Tecnologia e

Inovação para Pessoas com Deficiência Visual, no bairro Jardim Humaitá, capital paulista. Em quase 3.000 metros quadrados realiza o processo de habilitação

ou reabilitação por meio de trabalho interdisciplinar, agregando inovação tecnológica em todos os processos para promoção da qualidade de vida da pessoa

com deficiência visual, seja cegueira ou baixa visão.

São atendidas no local pessoas com deficiência leve, moderada ou severa, baixa visão ou cegueira total, com encaminhamento prévio de oftalmologista. Até

outubro de 2017, o número total de atendimentos alcançou 2.400.

Na cerimônia de inauguração do espaço, a Secretária de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Dra. Linamara Rizzo Battistella, destacou que o serviço

de reabilitação representa um avanço para a inclusão das pessoas com deficiência visual. "Nós queremos mostrar para todos que passem neste espaço, para

todos os moradores da região o direito de sentir e viver a vida a partir da deficiência visual”.

Dra. Linamara Rizzo Battistella, na inauguração do CTI, em 2014.

Segundo a Secretária, a ideia é irradiar em um mesmo espaço elegância, tecnologias e acima de tudo apresentar à população com deficiência visual do Estado

de São Paulo um espaço generoso de conhecimento para mostrar à sociedade que é preciso fortalecer a diversidade humana e garantir os direitos de todos

os cidadãos. “Garantir os direitos significa ter acesso amplo a área da saúde, formação profissional, educação de qualidade e tecnologias para a inclusão

social", destacou.

O Centro de Tecnologia e Inovação para Pessoas com Deficiência Visual é coordenado pela médica e doutora em Oftalmologia, Maria Aparecida Onuki Haddad,

também conhecida como Dra. Bia. “Contamos com um centro de reabilitação completo na área oftalmológica, concebido para pessoas com deficiência visual,

associada ou não a outras deficiências, ofertando serviços para a melhoria da qualidade de vida dessas pessoas em todas as faixas de idade”, destaca.

O serviço presta avaliação, atendimento e acompanhamento às pessoas com deficiência visual por meio de programas de prevenção, tecnologia da informação

e comunicação. “A pessoa apresenta relatório oftalmológico com os dados da deficiência e com isso os profissionais de Assistência Social fazem entrevista

preliminar e encaminham ao atendimento multidisciplinar”, explica.

A equipe multidisciplinar conta com oftalmologista, psicólogo, assistente social, educador físico e terapeuta ocupacional, os quais, de forma articulada,

atuam na reabilitação da pessoa com deficiência visual em várias frentes.

Equipe Multidisciplinar do CTI jardim Humaitá liderada pela médica Dra. Bia (extrema direita)

Dra. Bia destaca as atividades que o Centro disponibiliza aos atendidos. “Atendemos desde o momento do nascimento, com um trabalho de intervenção precoce

sobre a alteração visual, além de programas de orientação e mobilidade e para a autonomia e independência, inclusão no mercado de trabalho, artes e oficinas”,

completa. O espaço conta também com apoio à educação e ações culturais, recreativas e de lazer, além de centro de estudo e pesquisa.

Importante salientar que o Centro de Tecnologia e Inovação não é um espaço clínico e não faz dispensação de óculos, por exemplo. “O Centro é um espaço

de reabilitação, de convivência, onde as pessoas com deficiência visual podem trabalhar sua independência e autonomia por meio de atividades diversas e

reaprendem (ou aprendem) novas formas de ver o mundo.
Segundo Dra. Bia, “além de checar o diagnóstico, a oftalmologista faz o estudo das outras funções visuais e a partir disso é possível entender como a pessoa

está enxergando. Essa informação permite definir o processo de reabilitação”.

O Centro de Tecnologia e Inovação para Pessoas com Deficiência Visual atende a todas as faixas etárias, observando as solicitações específicas de cada

faixa de idade, além das características individuais. Por exemplo, os bebês cegos ou com baixa visão necessitam de intervenção para promoção de seu desenvolvimento

global; os escolares necessitam da adaptação de matérias, adequação do ambiente escolar, orientação para uso de recursos especiais para leitura de livros,

para escrita e para ver o conteúdo da matéria disponibilizada na lousa.

Locomoção e mobilidade são aprendidas sob um novo prisma por quem perdeu a visão

TECNOLOGIA PARA REABILITAÇÃO PLENA

Vai longe o tempo em que a bengala era a única ajuda técnica com que os cegos podiam contar. Além da bengala, atualmente há o desenvolvimento de outros

recursos eletrônicos que podem fornecer informações de obstáculos e localização e também o cão-guia. No entanto, o essencial é que a pessoa com deficiência

visual seja avaliada por profissionais de Orientação e Mobilidade e, quando necessário, saiba fazer uso da bengala longa, também conhecida como bengala

branca, e de técnicas de proteção para sua segurança.

Os recursos tecnológicos voltados às pessoas com deficiência visual incluem: recursos ópticos especiais para baixa visão, como lupas manuais e de apoio;

óculos com lentes esféricas e esferoprismáticas (maior conforto para visão de perto) e sistemas telescópicos. Também há lentes filtrantes especiais nos

casos de piora da resposta visual sob determinadas condições ambientais de luminosidade; recursos eletrônicos de ampliação da imagem e de tela, com alta

resolução; recursos audíveis, scanners especiais para leitura; máquinas Braille, linhas Braille e impressoras Braille de última geração, além de uso de

aplicativos acessíveis em smartphones e tablets.

O processo de reabilitação visual depende do acometimento visual, que pode se configurar como deficiência visual leve, moderada, grave ou cegueira, e também

das dificuldades funcionais sobre atividades diárias e dos objetivos pessoais do usuário. O plano de trabalho é personalizado - individual e construído

pela pessoa com deficiência visual junto aos profissionais especializados, que atuam como facilitadores do processo de reabilitação.

REAPRENDENDO A CRIAR

Moacyr Rocha Lima tem 81 anos e passou boa parte de sua vida trabalhando como serralheiro. Devido a uma doença na retina, ficou com baixa visão e teve

que mudar sua rotina. “Fiquei com baixa visão por causa do glaucoma que foi piorando com a idade”, explica. A reabilitação que vem fazendo no Centro de

Tecnologia e Inovação, o auxilia para as atividades diárias. “O Centro me ajuda muito, até com a bengala pois tinha dificuldade de andar pela rua, trombava

bastante nas pessoas. A bengala é a minha guia. Nem parece que esse local é do Governo”, afirma.

Moacyr Lima, 81, aprendeu a ressignificar sua criatividade com peças em argila

Hoje, Moacyr deixou de lado as serras, perigosas para seus dedos, mas não perdeu a criatividade na produção de peças. Nas aulas de artes, Moacyr começou

a produzir itens feitos com argila e sua habilidade na criação das peças surpreendeu a equipe. Além das atividades artísticas que marcaram a vida de Moacyr

e o fizeram retornar às atividades manuais, outro destaque do Centro fica por conta das atividades de vida autônoma, que visam devolver, de forma gradual,

e desenvolver hábitos diários importantes para a independência de cada um. Para essa atividade, o espaço disponibiliza ambientes distintos similares a

uma casa, reabilitando os atendidos para se adequarem às atividades rotineiras.

A fisioterapeuta e coordenadora técnica do Centro, Sonia Mitico Fucasse Gondo, explica que a ideia é fazer com que o ambiente doméstico se torne mais seguro

para as pessoas com deficiência visual. “Esse espaço é muito importante, pois orienta a pessoa em como lidar com as atividades rotineiras. Além dos itens

básicos, ainda apresentamos estratégias e instrumentos que facilitam a autonomia e os tornam independentes dentro de casa”, destaca.

A equipe do Centro de Tecnologia e Inovação conta com 26 pessoas, sendo 13 técnicos, 11 da área administrativa e duas pessoas jurídicas. Em breve, uma

van gratuita estará disponível na estação Domingos de Moraes da Linha 8-Diamante da CPTM, para levar os atendidos até o Centro.

SERVIÇO
Centro de Tecnologia e Inovação para Pessoas com Deficiência Visual
Endereço: Rua Galileo Emendabili, 99 – Jardim Humaitá – São Paulo – SP
Telefone: (11) 3641-8722

*Redação e Fotos: Assessoria de Comunicação Institucional – Simone Nieves, Natasha Torres e Thiago Alves. Revisão e Edição Final: Maria Isabel da Silva

– Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência – Governo do Estado de São Paulo. Contato:
comunic@sedpcd.sp.gov.br

ITAÚ CULTURAL APRESENTA O SOLO DA BAILARINA GORDA, PESO BRUTO, COM AUDIODESCRIÇÃO

Fotografia colorida de Jussara Belchior, debruçada sobre um banquinho de plástico branco com as mãos apoiadas no chão, no canto esquerdo de uma sala com

paredes pretas e chão de madeira clara. Jussara é uma dançarina de pele clara, gorda, de cabelos ruivos jogados para frente. Usa vestido de couro preto

curto e justo, e botas de cano curto.
PESO BRUTO é uma montagem solo da bailarina gorda Jussara Belchior, o espetáculo tem a proposta de questionar o estranhamento do corpo gordo na dança,

uma forma de resistência que contesta os padrões de beleza e comportamento na tensão entre formato e embalagem, aparência e conteúdo. Na dança, que dialoga

entre peso, sensualidade, desejo, apetite e beleza, Jussara explora a materialidade do próprio corpo como caminho de empoderamento. A performance acontece

nos dias 20, 21, 22, 27, 28 e 29 de outubro – sendo que as sessões dos dias 21 e 28 contam com audiodescrição.

Datas das apresentações com audiodescrição: 21 de outubro (sábado) e 28 de outubro (sábado).
Horário: 20:00 horas.
Duração: 40 minutos.
Local: Itaú Cultural – Piso -2
Endereço:
Av. Paulista, 149

Bela Vista, São Paulo, SP.
(próximo ao Metrô Brigadeiro).
Entrada gratuita (100 lugares) – distribuição de ingressos a partir das 18:00 horas (público preferencial).
Classificação: 16 anos.
Confirme seu interesse com:
marina@vercompalavras.com.br.

Chegue cedo para garantir seu convite.

Descrição da foto: Fotografia colorida de Jussara Belchior, debruçada sobre um banquinho de plástico branco com as mãos apoiadas no chão, no canto esquerdo

de uma sala com paredes pretas e chão de madeira clara. Jussara é uma bailarina de pele clara, gorda, de cabelos ruivos jogados para frente. Usa vestido

de couro preto curto e justo, e botas de cano curto.

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quarta-feira, 18 de outubro de 2017

Homem é preso em flagrante após atear fogo em colchão onde dormia deficiente visual

Vizinhos foram até o local e conseguiram apagar as chamas. Caso ocorreu no bairro Barra Funda, em Piquerobi.
Por G1 Presidente Prudente
Um homem que não teve a idade divulgada foi preso em flagrante após colocar fogo em um colchão, onde dormia uma deficiente visual, na madrugada desta segunda-feira

(16), no bairro Barra Funda, em
Piquerobi.
De acordo com as informações da Polícia Militar, a mulher, de 41 anos, não teve ferimentos.

Por volta da 0h25, vizinhos ouviram os gritos da vítima, foram até o local e conseguiram apagar o fogo. Uma das testemunhas viu o suspeito saindo da residência

onde o caso ocorreu, segundo a polícia.

A PM foi acionada e localizou o homem ainda perto da casa. Com ele, foram encontrados uma caixa de fósforo e papel. Os policiais o encaminharam para o

plantão da Polícia Civil, em Presidente Venceslau, foi ratificada a prisão em flagrante, conforme a corporação.

O suspeito permaneceu à disposição da Justiça e a perícia foi acionada para comparecer ao local.
 fonte  g1

Brasil: Hospital das Clínicas realiza mutirão gratuito para prevenir cegueira

O Serviço de Oftalmologia do Hospital das Clínicas da Universidade Federal de Pernambuco realiza, neste sábado, das 8h às 14h, mais uma edição do Mutirão

de Prevenção à Cegueira com exames oftalmológicos gratuitos. A ação é aberta a qualquer pessoa acima de 40 anos, momento em que risco de incidência do

glaucoma aumenta.

Serão realizados exames de pressão de olho (tonometria) e fundo de olho (fundoscopia ou oftalmoscopia), além da biomicroscopia, com o objetivo de detectar

enfermidades como catarata, glaucoma e retinopatia diabética.

A ação é aberta a qualquer pessoa acima de 40 anos, momento em que risco de incidência do glaucoma aumenta. “Em idades mais avançadas, aparecem a catarata

e a degeneração macular. Nos pacientes portadores de diabetes, o exame do fundo de olho é sempre da maior importância”, conclui.

Fonte:
www.diariodepernambuco.com.br/app/noticia/vida-urbana/2017/10/16/interna...

Outubro Rosa: Mulheres com deficiência passam por exame de mamografia em equipamento acessível

Mulheres em cadeira de rodas passarão por exame de mamografia no próximo sábado, dia 21 de outubro, em equipamento acessível no Hospital Municipal do Campo

Limpo. Com o apoio do Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência de São Paulo (CMPD/SP), dezenas de mulheres foram cadastradas para realizarem os exames.

A campanha se estende também a cuidadoras de pessoas com deficiência e o transporte será feito pelo serviço Atende com vans adaptadas.

Essas mulheres necessitam que o equipamento de mamografia seja acessível. Por isso, uma ação especial foi preparada pelas Secretarias Municipais da Pessoa

com Deficiência e de Saúde da Prefeitura de São Paulo para garantir a realização dos exames e o acompanhamento pelo Sistema Único de Saúde.

A campanha está em sua terceira edição e conta com o apoio da Sociedade Brasileira de Mastologia – SBM.

O artigo 18 da Lei Brasileira de Inclusão (LBI) assegura “atenção integral à saúde da pessoa com deficiência em todos os níveis de complexidade, por intermédio

do SUS, garantido acesso universal e igualitário”. O secretário municipal da Pessoa com Deficiência alerta que, na prática, isso não acontece “Faltam,

por exemplo, mamógrafos adaptados para atender às mulheres cadeirantes e profissionais capacitados para se comunicar em Libras”, ressalta Cid Torquato.

Sobre o Outubro Rosa

O movimento popular internacionalmente conhecido como Outubro Rosa é comemorado em todo o mundo. O nome remete à cor do laço rosa que simboliza, mundialmente,

a luta contra o câncer de mama e estimula a participação da população, empresas e entidades. Este movimento começou nos Estados Unidos, onde vários estados

tinham ações isoladas referentes ao câncer de mama e/ou mamografia no mês de outubro, posteriormente, com a aprovação do Congresso Americano o mês de Outubro

se tornou o mês nacional (americano) de prevenção do câncer de mama.

A primeira iniciativa vista no Brasil foi em 2002, com a iluminação em rosa do monumento Mausoléu do Soldado Constitucionalista (mais conhecido como o

Obelisco do Ibirapuera), situado em São Paulo.

O movimento Outubro Rosa alerta às mulheres para o risco do câncer de mama e a importância dos exames de rotina para a detecção precoce da doença. O câncer

de mama é o tipo que mais atinge as mulheres no Brasil e exige cuidados. A previsão do Instituto Nacional do Câncer (Inca) é de que ocorram cerca de 58

mil novos casos no biênio 2016-2017. A chance de cura é de 90% quando o diagnóstico é precoce.

SERVIÇO: Realização de exames de mamografias em mulheres com deficiência e cuidadoras
Data: 21 e 28 de outubro
HOutubro Rosa: Mulheres com deficiência passam por exame de mamografia em equipamento acessívelorário: 8h às 16h30
Local: Hospital Municipal do Campo Limpo
Endereço: Estrada de Itapecerica da Serra, 1661 - Campo Limpo

Por Monica Mantecón
E-mail:
mmmeira@prefeitura.sp.gov.br