sábado, 17 de fevereiro de 2018

Projeto 'Praia Para Todos' será lançado neste sábado

Na manhã deste sábado, 17, será lançada mais uma versão do projeto “Praia para Todos”, versão ampliada do projeto ‘Estrela do Mar’. A iniciativa garante

a portadores de deficiência acessibilidade à praia e a esportes praianos. A ação conta com apoio do Governo do Estado através da Secretaria de Estado do

Esporte, Lazer e da Juventude (Seel), em parceria com a Secretaria Municipal da Juventude e do Lazer (Sejesp), com apoio de outros órgãos e entidades como

o Ministério Público Estadual (MPE).

Voltado para qualquer pessoa com deficiência, o “Praia para Todos” atenderá aproximadamente 50 pessoas e será realizado aos sábados, das 8h às 12h30, na

praia de Aruana, próximo ao clube da AABB. Coordenador do programa, Byron Silva destacou sua gratidão com quem contribuiu para a ampliação da ação. “Quero

agradecer a todos que estão engajados no projeto, como o Ministério Público, a Organização Beneficente Estrela do Mar, a Secretaria de Estado do Esporte

e Lazer e Juventude (Seel), a Secretaria Municipal da Assistência Social, aos Conselhos Municipal e Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência”, disse.


Antônio Hora, secretário de Esportes, destacou a importância do projeto e a participação do Estado na iniciativa. “É um projeto de alcance social, que

efetivamente promove a acessibilidade a pessoas portadoras de deficiência através da prática de atividades esportivas e de lazer e o banho de mar aos cadeirantes.

Neste lançamento oficial, entregaremos os equipamentos necessários à execução do projeto, como cadeiras anfíbias, camisas com proteção UV e pranchas de

bodyboard. Enfim, faremos uma grande festa neste sábado na praia de Aruana”, disse.

Com informações da Secretaria de estado do Esporte, Lazer e Juventude

fonte
www.infonet.com.br

A AUDIODESCRIÇÃO CHEGA À ITAPEVI, NA APRESENTAÇÃO DO MAESTRO JOÃO CARLOS MARTINS COM A ORQUESTA BACHIANA FILARMÔNICA SESI-SP

Fotografia colorida do maestro João Carlos Martins à frente de violinistas da Orquesta Bachiana Filarmônica, sobre um palco de madeira clara, tendo ao

fundo a plateia. O maestro João Carlos Martins, um homem de pele clara, alto, de cabelos grisalhos, usa casaca e calça pretas sobre camisa e gravata borboleta

brancas. Ele está com os braços abertos, virado para frente, e esboça um largo sorriso. Os violinistas usam o mesmo traje do maestro, casaca preta, camisa

e gravata borboleta brancas, e as mulheres, vestidos longos pretos. Estão todos sentados tocando. No canto direito, um piano de cauda preto.
Fundação Bachiana convida para a apresentação do maestro João Carlos Martins com a Orquestra Bachiana Filarmônica SESI-SP, em comemoração ao 59º aniversário

da cidade, com audiodescrição e interpretação em LIBRAS.

Data: 18 de fevereiro (domingo).
Horário: 19:00 horas.
Local: Estádio Municipal de Itapevi.
Endereço: Rua Prof. Dimarães Antônio Sandei. Vila Nova Itapevi.
Favor confirmar presença por email:
marina@vercompalavras.com.br
  ou pelo Whatsapp: (11)9 9848-1264.

Sobre a Orquestra Bachiana Filarmônica SESI-SP: A Bachiana Filarmônica fez seu primeiro concerto em 2004 na prestigiada Sala São Paulo. Depois disso, com

um repertório que inclui sinfonias de Beethoven, Brahms, Tchaikovsky, dentre outros, apresentou-se nas mais importantes salas de concerto do Brasil e também

no exterior. Em 2006, o maestro João Carlos Martins fundou a Orquestra Bachiana Jovem, que tinha por objetivo trabalhar na evolução musical de jovens musicistas

e ao mesmo tempo democratizar a música clássica apresentando-se para pessoas que jamais tiveram acesso às salas de concerto. Em 2009 as duas orquestras

fundiram-se, formando a Bachiana Filarmônica SESI-São Paulo, um grupo composto por alguns dos melhores profissionais brasileiros, e de jovens que se destacaram

sobremaneira no universo da música clássica no Brasil, no total de 65 músicos. Naquele ano foi adotada pelo SESI de São Paulo, formando hoje a maior orquestra

da iniciativa privada do Brasil, sem nunca abandonar seus ideais.

Sobre o maestro: João Carlos Martins ocupa um lugar ímpar no cenário musical brasileiro, tendo sido considerado um dos maiores interpretes de Bach do século

XX pela crítica internacional, do qual registrou a obra completa para teclado. Nasceu em São Paulo, no dia 25 de junho de 1940 e iniciou seus estudos de

piano aos oito anos com o professor José Kliass, aos treze iniciou a sua carreira no Brasil e aos dezoito no exterior.

Descrição da foto: Fotografia colorida do maestro João Carlos Martins à frente de violinistas da Orquesta Bachiana Filarmônica, sobre um palco de madeira

clara, tendo ao fundo a plateia. O maestro João Carlos Martins, um homem de pele clara, alto, de cabelos grisalhos, usa casaca e calça pretas sobre camisa

e gravata borboleta brancas. Ele está com os braços abertos, virado para frente, e esboça um largo sorriso. Os violinistas usam o mesmo traje do maestro,

casaca preta, camisa e gravata borboleta brancas, e as mulheres, vestidos longos pretos. Estão todos sentados tocando. No canto direito, um piano de cauda

preto.

POR:
VERCOMPALAVRAS

Pesquisa revela quais são os smartphones com mais acessibilidade

A Proteste publicou um relatório comparativo entre mais de 100 aparelhos para descobrir quais são os melhores modelos para os idosos
Algumas pessoas precisam de smartphones com algumas configurações especiais, como o aumento de letras para facilitar a leitura, layouts mais simples e

iluminação mais forte. Pensando nisso, a Proteste – Associação Brasileira de Defesa do Consumidor, publicou um relatório comparativo entre mais de 100

aparelhos para descobrir quais são os melhores modelos para os idosos e pessoas com deficiência.

Os smartphones escolhidos para a avaliação contam como modo de acessibilidade e oferecem diferentes formas de adaptação para quem precisa de necessidades

especiais, e são das marcas Samsung, LG, Apple e Motorola.

Dos dispositivos avaliados, apenas os da LG e da Samsung oferecem a configuração de acessibilidade logo no início, assim que o aparelho sai da caixa. Além

disso, eles ainda se destacam por contarem com divisões de necessidades, como visão e audição.

A Apple e a Motorola não se destacam tanto na pesquisa. Segundo a Proteste, além de não oferecerem a possibilidade de configuração logo no início, a Apple

exige mais tempo e conhecimento prévio para o ajuste inicial, e a Motorola possui recursos e funcionalidades inferiores aos de outros modelos testados.


Modelos ideais

A Proteste recomenda, após os testes, os seguintes modelos da Samsung e LG:

Samsung Galaxy S7 (32GB)
Samsung Galaxy A5 (2017)
LG G5 SE
LG K10 Power Dual
LG Q6
Samsung Galaxy J7 Prime
De acordo com a pesquisa, esses aparelhos não só são mais acessíveis, como também contam com boas avaliações de qualidade, como ergonomia, facilidade de

efetuar ligação, navegação via GPS, câmera e vídeo, entre outros.

* Com informações da Proteste

Fonte:
Canal Tech Site externo

Abertas inscrições para os Jogos Escolares 2018 na categoria alunos com deficiência

A participação nos Jogos Escolares é o requisito básico para compor a delegação que representará o Estado de São Paulo nas Paralimpíadas Escolares 2018


A Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, em conjunto com as Secretarias de Estado da Educação, de Esporte, Lazer e Juventude

e do Desenvolvimento Econômico, Ciência, Tecnologia e Inovação são as responsáveis pela organização dos Jogos Escolares do Estado de São Paulo – JEESP

2018.

Os Jogos Escolares do Estado de São Paulo - JEESP é evento destinado a alunos e alunas de 12 a 17 anos, ou seja, nascidos entre 2001 e 2006. O objetivo

é oportunizar a prática esportiva e também identificar e definir os alunos com deficiência física, intelectual e visual que irão compor a equipe representativa

do Estado de São Paulo nas Paralimpíadas Escolares 2018.

O direito do acesso à pratica esportiva está assegurado no artigo 217 da Constituição Brasileira e definido como de responsabilidade do Estado. É uma das

ferramentas mais poderosas no processo de inclusão social da pessoa com deficiência.

O estado de São Paulo tem se caracterizado por ações de vanguarda na busca de garantir o cumprimento irrestrito dos direitos da pessoa com deficiência,incluindo

ações esportivas.

Para realizar as inscrições dos estudantes com deficiência física, intelectual e/ou visual, da rede estadual, municipal e/ou privada do estado de São Paulo

é necessário o preenchimento da ficha de inscrição:
https://goo.gl/qe37Xk

CLIQUE AQUI PARA ACESSAR O REGULAMENTO DOS JOGOS ESCOLARES 2018

SERVIÇO
Inscrições para alunos com deficiência nos Jogos Escolares 2018
Ficha:
https://goo.gl/qe37Xk
PRAZO: DE 15 A 28 DE FEVEREIRO DE 2018.
REGULAMENTO:
https://goo.gl/BwmRKM

fonte secretaria dos direitos da pessoa com deficiencia

sexta-feira, 16 de fevereiro de 2018

Brinquedo para deficiente em praça já foi danificado

Sergio Fleury
Técnico de empresa desmonta o brinquedo exclusivo para deficientes
Pouco mais de três meses após ser instalado na praça Carlos Queiroz, um brinquedo exclusivo para crianças portadoras de deficiência física teve de ser

retirado para consertos. Segundo nota do município, o dano foi causado pelo mau uso do equipamento, possivelmente por crianças que não possuem deficiência.

O brinquedo deve ser reinstalado no parque infantil “Levado da Breca”, na praça Carlos Queiroz, em duas semanas. O município está fazendo apelos para que

os pais observem os filhos durante brincadeiras, para evitar a destruição deste tipo de equipamento.
O brinquedo foi instalado a pedido da santa-cruzense Laura Maria Gonçalves Tavares, cuja filha não possuía um equipamento público para entretenimento.

O município tem planos de ampliar a instalação desses brinquedos em outras praças.

fonte jornal debate

Crescem alunos com deficiência na rede 

Sesi Roosevelt é uma das escolas que conta com alunos com deficiência
desde o ensino infantil / Foto: Arquivo Pessoal
Aos poucos, Uberlândia tem conseguido aumentar a inclusão de alunos com
deficiência no sistema de ensino regular. De acordo com o Senso Escolar,
na rede
municipal, o número de matrículas teve maior crescimento no ensino
fundamental, que passou de 1.279 inscritos em 2013, para 2.240, no
último ano, o que
representa alta de 75%. Já na rede estadual, o ensino médio teve maior
crescimento no período avaliado, passando de 57 matrículas em 2013, para
310 em
2017 (alta de 443%).

A coordenadora de ensino da educação especial da Secretaria Municipal de
Educação, Maria Isabel de Araújo, afirma que os aumentos das matrículas
aconteceram
por conta das orientações legais do Ministério da Educação, do Estado e
da política de inclusão adotadas pelo município desde 1990.

"A procura está muito grande porque os pais estão sabendo dessa política
de respeito às diferenças. Isso não está acontecendo só por conta das
questões
legais, há todo um movimento de direitos humanos que respeita o
potencial da pessoa", disse.

Sobre o maior índice de crescimento de matrículas no ensino fundamental,
a coordenadora justifica o fato de inexistir, anteriormente, a educação
inclusiva
no período escolar infantil. "Começou primeiro no ensino fundamental,
porque muitos alunos já tinham a idade escolar, mas estavam fora do
sistema regular
de ensino, em escolas especiais. Com a política de educação inclusiva
eles começaram a adentrar no sistema tradicional. Daí como a maioria já
tinha idade
escolar, já entrou para o ensino fundamental", explicou.

Segundo o Senso, em 2017 o número de matrículas de pessoas com
deficiência no ensino infantil da rede municipal foi quase o dobro do de
2013, com 481 contra
243, respectivamente.

Maria Isabel afirmou que cabe ao sistema educacional possibilitar aos
alunos com deficiência as melhores condições para o desenvolvimento de
habilidades.
"A educação era excludente, mas hoje não. A educação tem que buscar
trabalhar com práticas pedagógicas, com a organização do trabalho
pedagógico da escola,
de forma a atender a todos que estão na escola", afirmou.

SUPORTE

A coordenadora conta que os alunos com deficiência matriculados no
ensino regular e no universo da escolarização têm atendimento
educacional especializado,
que é trabalhado para atender as necessidades de cada um. "No turno da
escolarização, alguns têm um acompanhador que faz o trabalho de higiene,
alimentação
e locomoção dos que não conseguem e também tem o professor de apoio", disse.

Ela afirmou que o Centro Municipal de Ensino disponibiliza formação
contínua e sistemática. De acordo com a coordenadora, para atuarem na
educação especial
os professores têm obrigação de cumprir um módulo de formação em
educação especial. Ela explicou que são disponibilizados cursos para
cuidador, professor
de apoio, professor de 1° ao 5° ano para a educação especial e professor
do 6° ao 9°.

Quanto à estrutura, a coordenadora afirma que as escolas têm de estar
sempre aptas a se adequarem. "Não diria sempre preparada porque a gente
nunca está
completamente preparada. Cada caso é um caso", justifica Maria Isabel.

ESTADO

O superintende regional de ensino de Uberlândia, Jakes Santos, afirmou
que o Estado também conta com diretrizes estaduais para a inserção de
estudantes
com deficiências, Transtornos Globais do Desenvolvimento (TGD) e Altas
Habilidades/Superdotação. Ele afirmou que, para isto, também há formação
continuada
dos educadores, bem como a adequação dos espaços escolares.

“Quando as escolas recebem a matrícula do estudante da educação
especial, ou a informação de que este será matriculado em escola da
nossa rede, a equipe
multiprofissional é acionada para realizar visita à escola, para tomar
conhecimento do caso e, a partir de então, organizar a melhor estratégia
de capacitação
para os profissionais da unidade que irão atender este aluno”, disse.

Ainda de acordo com o superintendente, o objetivo da rede estadual é
tornar a escola um espaço democrático que acolha e garanta a permanência
de todos
os alunos, sem distinção social, cultural, étnica, de gênero ou em razão
de deficiência e características pessoais.

SALA DE AULA

Pais dividem opiniões sobre preparo das escolas
Mesmo com o crescimento da inclusão do aluno com deficiência nas escolas
comuns, alguns pais ainda se queixam da falta de profissionais
capacitados para
o atendimento às necessidades e limitações dos filhos no sistema de
ensino. Por outro lado, também há quem esteja satisfeito.

No geral, ainda de acordo com os pais, o atendimento varia de escola e
profissional. Mesmo os que reclamaram do atual serviço disseram que, em
algum momento
da educação do filho, encontraram com serviços de qualidade e educadores
especializados.

É o caso da Sueli Ferreira da Costa, mãe do estudante Admisson Antônio
Eugenio Junior, deficiente físico (não cadeirante) e auditivo, que hoje
está com
21 anos, aluno do 3° ano EJA da escola estadual José Ignácio de Sousa,
no bairro Brasil, setor central.

A mãe contou que a escola não possui profissional especializado para
acompanhá-lo e que os professores não estão capacitados. "Quando eu fui
lá fazer a
matrícula, eles disseram que não teria pessoa especializada para ficar
com ele, no caso, se ele fosse cadeirante. A dificuldade dele é só na
audição, mas
ele ganhou um aparelho auditivo da UFU e leva para a sala de aula ", disse.

Ela também afirmou que, apesar de não serem especializados, os
professores procuram sempre ajudar seu filho. "Eles procuram fazer o
melhor, colocando-o
na frente, explicando. Ele conseguiu passar o primeiro, o segundo, agora
ele foi para o terceiro ano", disse.

Em comparação, Sueli afirmou que quando o filho frequentava a Escola
Estadual Rotary, no Tibery, na zona leste, onde fez do 3° ao 8° ano do
fundamental,
havia sempre visita de pedagoga especializada da Associação de
Assistência à Criança Deficiente (AACD) para orientar os professores de
acordo com as necessidades
de Admisson. "Nos primeiros dias que ela ia funcionava, mas depois
passava o tempo e não faziam mais nada", afirmou.

Mesmo assim, entre um acompanhamento especializado e outro, o menino foi
encaminhando a educação. Pegou algumas dependências, mas conseguiu
concluir o
fundamental.

Diferentemente de Sueli, Nubia Menezes Gonçalves Maraques, mãe de
Vinícius Menezes de Freitas, que também é deficiente físico
(cadeirante), portador de
Mielomeningocele, afirma que apesar da ausência do atendimento
especializado, o suporte que os professores dão ao filho contempla suas
necessidades. Hoje
o estudante está com 18 anos, matriculado no 1° ano do ensino médio da
Escola Estadual João Rezende, no bairro Custódio Pereira, na zona leste.

Na escola existe um banheiro especial para o aluno. "Ele consegue
realizar todas as atividades de higiene sozinho, por isso não há
necessidade de acompanhamento
profissional", disse. Sobre a estrutura da escola, Nubia também não tem
reclamações. "Quando fui fazer a matrícula eles já haviam feito a rampa
e estavam
adaptando o banheiro. O elevador ainda não tinha, mas eles colocaram
depois", finalizou.

Rosalina Cândida Teixeira, mãe de Fernanda Teixeira dos Reis, de 17
anos, também não tem reclamações do atendimento dos professores. A filha
estuda no
1° ano do ensino médio na Escola Sesi Roosevelt, também na zona leste,
onde frequenta desde o ensino infantil. "Lá não tem psicopedagoga, mas a
pedagoga
está sempre acompanhando e tem aula de reforço. A escola está preparada
para atender às necessidades dela, os profissionais são muito bem
preparados e
até hoje não tenho nada para reclamar", disse.
fonte Diário de Uberlândia

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Crianças autistas ficam sem estudar devido a mudança no edital do convênio das escolas com a Secretaria de Educação de SP 

Pais reclamam do atraso no edital. Governo de SP diz que mudança foi
exigida pelo Tribunal de Contas e que resolverá problema em 10 dias.
Por Bom Dia SP, São Paulo
Crianças autistas que estudam em escolas particulares por meio de um
convênio com o governo do estado não conseguiram voltar para escola
neste ano devido
a uma alteração no edital que as unidades de educação terão que cumprir.
Segundo a Secretaria Estadual da Educação, o processo está atrasado por
causa
da mudança.

O Heitor tem 12 anos e é autista. As aulas dele deveriam ter começado na
última segunda (29), mas ele continua sem casa. Ele estuda em uma escola
em Guarulhos,
na Grande São Paulo, que possui esse convênio com o governo estadual. Em
uma reunião, na semana passada, a direção avisou aos pais que não
conseguiria
cumprir as regras do edital que foi publicado com atraso.

“A escola é muito importante pra ele. Um autista quando você cria uma
rotina isso é muito importante”, disse Paulo Henrique, pai do menino.
“Eles não vão
conseguiu porque eles vão ter que dar material, uniforme, lanche,
higiene, não especificam nada. O contrato não foi assinado, sem contrato
ela não pode
por ninguém”, afirmou.

Em outra escola do Tatuapé, na Zona Leste de São Paulo, que também
atende autistas, o problema se repete.

“Estava todo mundo estava esperando que esse edital saísse em dezembro
para continuar a nova renovação. o que aconteceu, o edital atrasou e
acabou vindo
um dia antes de começar as aulas”, afirmou o fisioterapeuta Sabrina
Spinelli.

A Secretaria Estadual da Educação mantém convênios com 25 escolas que
atendem 2.400 alunos autistas em todo o estado e é obrigada a fazer esse
convênio
através de uma decisão judicial de 2001. Segundo a Secretaria, neste ano
foram feitas alterações no edital após uma exigência do Tribunal de Contas.

De acordo com a pasta, algumas diretorias de ensino publicaram o edital
com atraso, mas garantem que nenhuma criança ficará sem escola.

“A grande maioria das escolas tudo está acontecendo normalmente. Aquelas
escolas que se recusaram a praticar os valores iguais para o poder
público e para
os particulares nós estamos em negociação e se elas se recusarem a
atender nos procuraremos outras escolas capazes de atender os
estudantes”, afirmou o
chefe de gabinete Wilson Levy.

A Secretaria da Educação diz que tudo estará resolvido no prazo de dez
dias e parte pedagógica das crianças não será comprometida.
fonte g1
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