sábado, 13 de julho de 2019

Censos demográficos terão dados sobre pessoas com autismo

A proposta altera a Lei 7.853, de 1989, sobre dados do autismo nos censos polulacioanais e segue para sanção presidencial
Plenário do Senado Federal durante sessão deliberativa ordinária. À bancada, em pronunciamento, senadora Mara Gabrilli
O Senado aprovou na última terça-feira, 2, a determinação de que os censos demográficos incluam em seus levantamentos dados e informações específicos sobre

pessoas com autismo. O Projeto de Lei da Câmara
(PLC) 139/2018 Site externo,
da deputada federal Carmen Zanotto (Cidadania-SC), segue para sanção presidencial.

A proposta altera a
Lei 7.853 Site externo,
de 1989, para que seja obrigatório que os censos populacionais do país incluam “especificidades inerentes ao autismo”. Atualmente não existem dados oficiais

sobre as pessoas com transtorno do espectro autista.

A senadora Eliziane Gama (Cidadania-MA) relatou o PLC na Comissão de Assuntos Sociais com parecer favorável à matéria.

— Não podemos pensar políticas social sem efetivamente ter dados e informações. Nós tivemos em 2012 a
Lei 12.764 Site externo,
que colocou o autismo como deficiência, e a partir daí deveriam ter políticas e ações mais robustas para essa parcela da população. Só quando tivermos

esses dados vamos programar em nível federal, estadual e municipal, as ações para o atendimento dessas pessoas e de suas famílias que precisam de assistência

diferenciada do Estado — explicou Eliziane.

A senadora Daniella Ribeiro (PP-PB) agradeceu o esforço concentrado do Senado para aprovação do PLC. Ela afirmou estar acompanhando de perto a necessidade

de se ter o censo, uma vez que é tão difícil identificar os autistas devido à variedade de espectros da síndrome — leve, moderado, severo.

Já a senadora Mara Gabrilli (PSDB-SP), que relatou o projeto na Comissão de Direitos Humanos, ressaltou que, com o Censo, a atuação do Estado poderá ser

muito mais ampla. Ela explicou que hoje, no Brasil, se demora em média sete anos para que se tenha o diagnóstico de autismo, enquanto nos Estados Unidos

se chega ao diagnóstico em três anos.

— Mas não adianta apenas perguntar no Censo, temos de ter todo um trabalho para elaborar as perguntas para termos as repostas que precisamos — lembrou.


A senadora Katia Abreu (PDT-TO) ponderou que não é preciso esperar os dados do Censo para elaborar políticas públicas de atendimento aos autistas. Para

a senadora, o Sistema Único de Saúde (SUS) já poderia fazer a identificação dessas pessoas, inclusive porque é no SUS que estão as pessoas capacitadas

para isso.

Autismo

O Transtorno do Espectro Autista (TEA) é uma condição resultante de uma complexa desordem no desenvolvimento cerebral. Engloba o autismo, a Síndrome de

Asperger, o transtorno desintegrativo da infância e o transtorno generalizado do desenvolvimento não especificado. Acarretando, assim, modificações importantes

na capacidade de comunicação, na interação social e no comportamento. Estima-se que 70 milhões de pessoas no mundo tenham autismo, sendo 2 milhões delas

no Brasil, mas até hoje nenhum levantamento foi realizado no país para identificar essa população.

Fonte:
Agência Senado Site externo

Governo disciplina uso de recursos de acessibilidade em atos oficiais

Campanhas devem contemplar recursos de acessibilidade para pessoas com deficiência visual e auditiva
Foto de uma intérprete traduzindo um evento em um auditório
Confira a notícia da Agência Brasil sobre a obrigatoriedade de acessibilidade para cegos e surdos em atos oficiais:

O governo normatizou a utilização de recursos de acessibilidade para pessoas com deficiência auditiva e visual na publicidade e nos pronunciamentos oficiais

do Executivo federal. A instrução normativa da Secretaria de Governo foi publicada na última sexta-feira, 5, no Diário Oficial da União e tem o objetivo

de assegurar o direito à informação das pessoas com deficiência, fundamentada na Lei Brasileira de Inclusão (ou Estatuto da Pessoa com Deficiência), em

vigor em 2016.

De acordo com a norma, os órgãos deverão fazer o planejamento contínuo para o uso dos vários meios de comunicação e de recursos de acessibilidade abrangentes,

alinhado com as inovações tecnológicas disponibilizadas pelo mercado, bem como com as melhores práticas e diretrizes de acessibilidade adotadas internacionalmente.


As campanhas publicitárias devem contemplar as emissoras de rádio – dando acesso às pessoas com deficiência visual – e a internet, permitindo maior possibilidade

de uso de dispositivos de tecnologia assistiva. Entre os recursos audiovisuais a serem utilizados, a norma prevê legenda, legenda oculta, janela com intérprete

de Libras, audiodescrição e outros recursos, como Braille, caracteres ampliados e formatos aumentativos e alternativos de comunicação.

Na transmissão de pronunciamentos e discursos oficiais, a emissora oficial deverá disponibilizar a janela com intérprete de Libras no momento da veiculação.

No caso da transmissão por emissoras concessionárias e retransmissoras, os pronunciamentos e discursos deverão, obrigatoriamente, contemplar o recurso

da janela quando gravados previamente.

Os pronunciamentos e discursos deverão ser disponibilizados na internet, com recursos de acessibilidade, a em até cinco dias úteis.

Fonte:
Agência Brasil Site externo

Atrações culturais com acessibilidade em São Paulo

Confira algumas dicas para aproveitar as férias de julho com passeios acessíveis na capital paulista
Descrição da imagem: foto do prédio da Biblioteca Parque Villa-Lobos em um dia de céu azul e nuvens brancas. O prédio tem largas colunas paraleleas no

lado direito e um banner verde do teto ao chão com o título "Biblioteca Parque Villa-Lobos". Ao lado direito, um menino caminha em direção a uma pequena

bicicleta.

São Paulo é uma das cidades mais ricas do mundo em opções de lazer e cultura! Aqui, temos diversos museus, teatros, cinemas, concertos, parques e mais

uma infinidade de lugares para visitar!

Mas, e os lugares para visitar com acessibilidade? Será que São Paulo continua sendo rica em opções? Afinal de contas, pessoas com deficiência visual também

querem visitar os mesmos museus, teatros, cinema e parques. Pensando nisso, resolvemos listar algumas dicas!

Biblioteca Louis Braille

Que tal aproveitar o mês de julho e dar uma passadinha na Biblioteca Louis Braille?

A biblioteca nasceu acessível já que foi idealizada por Dorina Nowill e viabilizada em 1947 por Lenyra Fraccarolli, que na época era diretora da atual

biblioteca Monteiro Lobato.

O espaço faz parte do Centro Cultural São Paulo, ao lado da estação Vergueiro do Metrô e conta com cerca de 5 mil títulos, entre livros em braile e livros

falados, além de computadores e scanners com programas específicos para acessibilidade dos frequentadores. Horário de funcionamento: Terça a sexta, das

10h às 19h

Sábados, das 10h às 18h
Fechada aos domingos, feriados e pontos facultativos
(A entrada é permitida até 30 minutos antes do fechamento)
Contato: 3397-4088
bibliotecabraille@prefeitura.sp.gov.br

Biblioteca Parque Villa-Lobos

Descrição da imagem: foto da parte interna da Biblioteca do Parque Villa-Lobos. Na entrada há uma mesa branca de recepção, ao centro há uma grande estrutura

circular com colunas curvas de madeira e, dentro dela, dezenas de puffs e bancos, além de dezenas de pessoas sentadas e circulando. Ao fundo há diversas

estantes de livros.

A Biblioteca Parque Villa-Lobos tem um dos parques de acessibilidade mais completos de São Paulo! Além disso, é uma das mais de 3 mil instituições que

recebem as publicações da Fundação Dorina, permitindo também a acessibilidade para pessoas com deficiência visual. De tão especial, nesse ano, o local

foi escolhido para a realização do evento Parceiros de Visão, em que a Fundação Dorina apresenta as principais conquistas do ano e homenageia as empresas

que apoiam a instituição. Além de a biblioteca contar com livros em braille, áudio e computadores adaptados, eles contam todos os meses com uma programação

diversificada que reúne atividade de interesse para todos os públicos.

Mais informações:
https://bvl.org.br/sobre/#
 

Pinacoteca

Descrição da imagem: foto colorida de um grupo de visitantes da Pinacoteca tateando uma obra e sorrindo. Eles formam um círculo ao redor da escultura de

uma mulher deitada de bruços. A obra está na altura da cintura das pessoas. Fim da descrição.

A Pinacoteca é o museu mais antigo da cidade de São Paulo! Fundada em 1905, conta com um amplo acervo e programação diversificada. Aqui, a dica é para

conhecer a Galeria Tátil, , inaugurada em 2009 com presença de Dorina Nowill, que sempre participou das atividades desenvolvidas pelo o Programa Educativo

para Públicos Especiais (PEPE). Em 2010, após a sua morte, a Pinacoteca resolveu homenageá-la com um totem na mesma Galeria.

Para mais informações acesse: pinacoteca.org.br

Centro de Memória Dorina Nowill

A Fundação Dorina é aberta ao público para visitas guiadas!

Na visita, é possível conhecer de perto o legado dessa mulher que mudou e ainda muda a vida de milhares de pessoas com deficiência visual. Aqui, há a
replica da sala onde a Dorina trabalhava, a imprensa braille – hoje uma das maiores do mundo em capacidade de produção – e a sala da exposição com diversos

objetos históricos, como a pauta braille (peça que viabilizou a produção dos primeiros livros em braille sem uso de máquinas ou regletes nos anos 1945

a 1948) e o primeiro aparelho de livro falado.

As visitas são gratuitas, acontecem de segunda a sexta-feira, exceto feriados, das 09h00 às 16h30 e precisam ser agendadas previamente!

Agende já a sua visita: (11) 5087-0955 ou
centrodememoria@fundaçãodorina.org.br

Dorinateca

Descrição da imagem:reprodução da tela inicial da Dorinateca, que conta com barra de busca de títulos, espaço para login e notícias da Fundação Dorina.


Agora, caso você não consiga visitar as nossas dicas de cultura, não se preocupe, a Fundação Dorina conta com a Dorinateca e a Biblioteca Circulante do

Livro Falado, com mais de 5 mil títulos que podem ser acessados gratuitamente por pessoas com deficiência visual.

Lembrando que as escolas, organizações, instituições e bibliotecas podem se cadastrar na Dorinateca e aproveitar todo o acervo de forma gratuita.

Mais informações acesse:
http://www.dorinateca.com.br/
 
ou entre em contato pelo e-mail:
biblioteca@fundacaodorina.org.br
ou telefone 11. 5087.0990
fonte blog dorina

sexta-feira, 5 de julho de 2019

Uma menina de 12 anos inventou um ursinho que esconde o soro para tranquilizar os pequenos pacientes

Ella Casano, que tem uma doença autoimune, precisa receber medicações e transfusões desde os 7 anos. Como os equipamentos a assustavam, ela teve uma ideia

simples e criou um produto que hoje ajuda várias outras crianças

Ella Casano, hoje com 12 anos, tinha apenas 7 quando foi diagnosticada como uma doença autoimune chamada Trombocitopenia Primária Imune (TPI) e, por isso,

precisava receber transfusões de sangue a cada seis semanas. A quantidade de equipamentos, o ambiente hospitalar e todo o processo a deixavam assustada.

“Quando fiz minha primeira transfusão, fiquei surpresa e um pouco intimidada pelo visual dos tubos e bolsas”, diz a menina, que vive em Connecticut, nos

Estados Unidos, em seu site.

Foi aí que ela teve uma ideia, aparentemente simples, mas que teve muito efeito para tranquilizá-la. Ela cortou um bichinho de pelúcia e usou cola quente

para prendê-lo ao redor da bolsa onde estava o sangue que ela receberia, disfarçando-a. “Assim ela criou o primeiro Medi Tedi”, conta sua mãe, Meg Casano,

em entrevista à CNN.

As enfermeiras adoraram a ideia e Ella percebeu que, assim como aquilo a ajudou, poderia ajudar várias outras crianças que, assim como ela, precisavam

receber sangue, medicação ou soro intravenoso. Ela, então, começou a pesquisar para aperfeiçoar o produto e conseguir fazer em quantidade. A parte de trás

passou a ser transparente, para que as enfermeiras pudessem acompamnhar a quantidade de medicação administrada.

No último domingo, Ella criou uma campanha de arrecadação na internet, pelo GoFundMe, pedindo US$ 5 mil para conseguir fazer o primeiro pedido em grande

escala. Em dois dias, a meta foi superada em US$ 2 mil. Agora, mais que dobrou. Ella conseguiu mais de US$ 11 mil.

Ella e sua mãe entraram com o processo para transformar a empresa em uma organização sem fins lucrativos e pretendem fornecer os Medi Ted’s sem custo para

os pacientes.

Fonte: Revista Crescer

SUS inclui remédio para doença AME em lista de medicamentos básicos

SUS inclui remédio para doença AME em lista de medicamentos básicos

Medicação tem custo anual de R$ 1,3 milhão por paciente; Governo propõe fazer pagamento pelos remédios mediante o progresso no tratamento

O ministro da Saúde, Luiz Henrique Mandetta, assina nesta quarta-feira, 24, no Senado a portaria de incorporação do medicamento nusinersena (spinraza)

na Relação Nacional de Medicamentos Essenciais do Sistema Único de Saúde (SUS). Conforme o próprio ministério informou em fevereiro, ele deve ser o primeiro

a ser comprado na modalidade agora chamada de compartilhamento de risco.

O remédio indicado para atrofia muscular espinhal (AME) tem um tratamento que custa R$ 1,3 milhão por paciente ao ano. A ideia do governo é fazer o compartilhamento

de riscos com os laboratórios, de modo que o pagamento pelos medicamentos de alto custo, como é o caso, seja feito mediante o progresso no tratamento do

paciente.

Entidades ligadas a pacientes com doenças raras, que necessitam desses medicamentos, defendem a medida. A proposta, segundo a pasta, já é adotada em outros

países, como Itália, Inglaterra, Canadá, França, Espanha e Alemanha.

O Ministério da Saúde deu início ao processo de compra do spinraza para atender 13 ações judiciais em dezembro de 2017. À época, o preço do medicamento

oferecido ao Ministério da Saúde para o tratamento da AME era de R$ 420 mil por ampola. Com a regularização, a expectativa era de chegar a R$ 209 mil por

ampola.

Pelo menos 13 milhões de brasileiros têm doenças raras, como a AME. Desde 2014, quando o País adotou a Política Nacional de Atenção Integral às Pessoas

com Doenças Raras, 22 medicamentos para doenças raras foram incorporados ao SUS.

Fonte: R7

Menina de 11 anos excede o coeficiente intelectual de Albert Einstein e Stephen Hawking

Tara Sharifi, a garota iraniana com QI maior que Albert Einstein e Stephen Hawking

Nos últimos dias, ela se tornou a décima segunda pessoa cujo QI excede o de dois grandes gênios: os físicos Albert Einstein e Stephen Hawking, de acordo

com a classificação do portal Science ABC .

Considerado como uma medida de inteligência que é obtida após vários testes padronizados, o coeficiente intelectual médio (QI), em 95% das pessoas, está

entre 70 e 130 pontos, e de acordo com essa escala as pessoas com mais de 145 pontos são considerados gênios .

A pequena iraniana, depois de fazer seu exame em Oxford, obteve uma pontuação de 162 QI, que lhe deu um passe automático para a Mensa , uma associação

internacional fundada na Inglaterra que reúne pessoas talentosas de todo o mundo.

Os pais de Tara detectaram que sua filha poderia ser um gênio quando a viram responder as questões de matemática nas competições de televisão antes dos

participantes, de acordo com Hossein Sharifi.

Atualmente, ela está no ensino médio em Aylesbury, no Reino Unido, e diz que quer ser matemática.

Fonte:
http://fatosecuriosidades.top/

quarta-feira, 3 de julho de 2019

Despesas com próteses, órteses e tecnologias assistivas poderão ser deduzidas do IR

Em uma oficina Mara observa um técnico manusear uma prótese de perna.
As despesas com próteses, órteses e tecnologias assistivas específicas para pessoas com deficiência poderão ser deduzidas da base de cálculo do Imposto

de Renda da Pessoa Física (IRPF). É o que determina um projeto (
PL 1.254/2019)
aprovado nesta quinta-feira (23) na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH). Da senadora Mara Gabrilli (PSDB-SP), o projeto também

prevê a exigência da comprovação da despesa com receituário médico e nota fiscal em nome do beneficiário.

O projeto será analisado pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) em decisão terminativa.

Mara Gabrilli lembra que a Constituição determina que os impostos, sempre que possível, tenham caráter pessoal e sejam graduados segundo a capacidade econômica

do contribuinte. Segundo ela, a legislação do Imposto de Renda estabelece critérios de distinção entre contribuintes, buscando aproximar-se tanto quanto

possível, em um universo composto de milhões de indivíduos, da realidade de cada um.

A parlamentar argumenta que a legislação dos impostos (
Lei 9.250 de 1995)
está desatualizada no que tange à possibilidade de dedução de despesas com próteses e tecnologias assistivas voltadas para pessoas com deficiência.

Hoje, o texto cita apenas “aparelhos ortopédicos e próteses ortopédicas”, sem citar expressamente os recursos das tecnologias assistivas. Para a senadora,

as tecnologias assistivas podem ser definidas como “o arsenal de recursos e serviços que contribuem para proporcionar ou ampliar habilidades funcionais

de pessoas com deficiência e consequentemente promover vida independente e inclusão”.

Mara Gabrilli, que é tetraplégica, reconhece que alguns decretos já buscam facilitar a aquisição de equipamentos para pessoas com deficiência. Ela argumenta,

porém, que seu projeto pode “dar força e eficácia concreta a esse aparato normativo”.

— O projeto é uma medida simples e de reduzido impacto orçamentário, mas que pode permitir à pessoa com deficiência um passo importante na direção da cidadania.


Para o relator da matéria, senador Lasier Martins (Pode-RS), que é favorável ao texto, a inclusão das tecnologias assistivas é um requisito de lógica e

coerência por acompanhar a evolução constante dos aparelhos de alta tecnologia e que permitem que as pessoas com deficiência superem muitas barreiras.

“Não é difícil cogitar que uma pessoa com deficiência consiga na Justiça amparo à pretensão de deduzir de seu Imposto de Renda as despesas com ajudas técnicas,

por isonomia. Por economia processual, por reconhecer a razoabilidade incontestável da proposta e em prol da justiça tributária, não há como não dar seguimento

à proposição”, argumentou.

Fonte:
Agência Senado

logotipo Mara Gabrilli

Projeto exige guias em supermercados para pessoas com deficiência visual

Autor da proposta, o senador Arolde Oliveira afirma que iniciativa de inclusão deve ir além do uso da escrita braille para permitir a leitura dos itens

Em fundo roxo, ícone em branco de um cego com cão-guia e bengala
Supermercados, hipermercados e atacadistas podem ser obrigados a oferecer assistência de guia aos consumidores com deficiência visual. A iniciativa foi

proposta pelo senador Arolde Oliveira (PSD-RJ) por meio do
Projeto de Lei (PL) 3.474/2019 Site externo.
Para o senador, é urgente olhar para essas barreiras enfrentadas no dia a dia, pelos mais de 6,5 milhões de pessoas com essa deficiência no país.

A proposta exige de supermercados, hipermercados e de atacadistas que ofereçam gratuitamente a assistência de guia, com treinamento específico para ajudar.

Segundo o senador, não é apenas questão de adotar o braile para permitir a leitura dos itens, mas facilitar a própria mobilidade dos clientes dentro dos

locais.

Os guias disponíveis nesses mercados de grande porte ajudariam, entre outras coisas, a conduzir o consumidor pelos corredores do supermercado, auxiliar

a encontrar produtos e serviços e ler as informações nos rótulos.

O texto deixa a cargo da empresa decidir se contrata um funcionário especificamente para exercer essa função, se treina os funcionários já existentes para

prestar essa assistência sob demanda ou se firma acordo com alguma entidade.

O PL está na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) aguardando a escolha do relator e, após ser apreciado, será encaminhado à Comissão

de Assuntos Econômicos (CAE), onde deve ser votado em decisão terminativa.

Com informações da Rádio Senado

Fonte:
Agência Senado Site externo

CAS aprova extensão da pensão para cônjuge de segurado com deficiência 

Aluno cria pulseira que dá mais segurança a deficientes visuais

Complementar à bengala, pulseira é capaz de alertar deficientes visuais quanto à presença de obstáculos elevados l Foto: Campos Fotografia

Uma pulseira que identifica obstáculos em ruas e calçadas. Com esse trabalho de Conclusão de Curso (TCC), o estudante Luan de Oliveira, da Escola Técnica

Estadual (Etec) Prof. Armando Bayeux da Silva, localizada em Rio Claro, na Região de Campinas, poderá ajudar pessoas com deficiência visual a ter mais

autonomia na mobilidade urbana. Aluno do curso técnico de Eletroeletrônica, Luan apresentará seu projeto nesta terça-feira (2).

Utilizada no pulso oposto ao que comanda a bengala, a peça ajuda a alertar homens e mulheres cegos quanto à presença de objetos acima da linha da cintura,

como placas, telefones públicos e portões automáticos em movimento.

“A ideia é que a pessoa tenha mais confiança para andar sozinha na rua”, explica Luan. “Obstáculos como postes, canteiros e degraus são facilmente percebidos

com o uso da bengala. O objetivo é evitar acidentes com aqueles objetos que estão no caminho mas não têm contato com o chão, como uma janela aberta para

a calçada, por exemplo”.

A pulseira funciona com um sensor ultrassônico que se comunica com um microcontrolador semelhante a um chip. Detectado um obstáculo à frente, a pulseira

começa a vibrar mais intensamente na medida em que a pessoa se aproximar do objeto.

Luan contou com consultoria de algumas pessoas com deficiência visual, entre elas o radialista e assessor dos Direitos da Pessoa com Deficiência do município,

Paulo Meyer. “Sou destro e utilizei a pulseira no braço esquerdo. Senti muita segurança ao utilizar a peça”, avalia.

Depois de formado, o estudante pretende encontrar parcerias para aprimorar e comercializar a tecnologia assistiva. “Quero melhorar o design e, principalmente,

estudar a possibilidade de implantar comunicação entre o dispositivo e o celular”, projeta Luan.

“A proposta tem um mercado promissor. Desenvolvendo mais esse protótipo, com a inclusão de novas tecnologias, podemos ajudar muitas pessoas com limitações

e deficiências visuais”, diz o orientador do projeto, professor Eduardo Lima.

Cultura inclusiva

Professores das Etecs e Faculdades de Tecnologia do Estado (Fatecs) incentivam estudantes a pensarem em inclusão e sustentabilidade ao elaborarem seus

TCCs e projetos tecnológicos, que anualmente são destaques em feiras de ciência de todo o País.

Entre as criações recentes estão robô para auxiliar na educação de autistas, moda inclusiva, cadeira de rodas motorizada controlada por movimentos da testa,

prótese de baixo custo com componentes mecânicos e eletroeletrônicos.

Nas unidades do Centro Paula Souza (CPS), a inclusão começa no processo seletivo. Já na ficha de inscrição, o candidato pode solicitar atendimento especial,

como prova em braille ou ampliada, intérprete de libras ou escolha do melhor local para fazer o exame. Ao ingressar na instituição, o aluno é entrevistado

para que sejam definidas as tecnologias assistivas e a metodologia de ensino adequadas. Os professores são constantemente capacitados para atender as necessidades

específicas do estudante com deficiência. Nos últimos cinco anos, foram treinados cerca de 2 mil funcionários em temas como integração, práticas pedagógicas,

metodologias de ensino para pessoa com deficiência, tecnologias assistivas, legislação e linguagem de sinais.

fonte Centro Paula Souza

segunda-feira, 1 de julho de 2019

Pessoa com deficiência: Veja como emitir a carteira de identidade diferenciada

Carteira de identidade diferenciada e crachá descritivo
O QUE É?

Modalidade gratuita de carteira de identidade civil, destinada a pessoas com deficiência.

Esta carteira de identidade civil contém impressa, no campo observação, a indicação “Pessoa com Deficiência”, e acompanha a emissão de um Crachá que descreve

informações sobre a saúde do identificado: Código Internacional de Doença – CID (obrigatório), indicação de alergias (opcional), utilização de remédios

de uso contínuo (opcional) e contato (opcional), para utilização nos casos de emergência.

Este serviço foi instituído pela Lei Estadual nº 7.821, de 20 de dezembro de 2017, com o objetivo de conferir à pessoa com deficiência maior independência

e proteção em casos de abordagem policial e ocorrência de sinistros, e regulamentado através da PORTARIA PRES-DETRAN/RJ Nº 5.374 de 18 de maio de 2018


QUEM PODE SOLICITAR?

A Carteira de Identidade Diferenciada e o Crachá Descritivo serão destinados, exclusivamente, aos cidadãos com deficiência física, mental, visual, auditiva

e/ou intelectual.

REGRAS GERAIS:
Lista de 8 itens
◾ O serviço está disponível para 1ª via e 2ª via;
◾ Ao solicitar a Carteira de Identidade Diferenciada o cidadão estará automaticamente solicitando o Crachá;
◾ Na Carteira de Identidade Diferenciada será incluída a inscrição “Pessoa com Deficiência’’, além dos dados constantes na Carteira de Identidade;
◾ A Carteira de Identidade Diferenciada e o Crachá Descritivo serão destinados, exclusivamente, aos cidadãos com deficiência física, mental, visual, auditiva

e/ou intelectual, porém sua solicitação é opcional;
◾ Os procedimentos para obtenção são idênticos aos estabelecidos para a Carteira de Identidade atualmente emitida, de acordo com o tipo de via solicitada;

◾ O cidadão estará isento do pagamento da taxa (DUDA) para 2ª via apenas quando for solicitada a carteira diferenciada. Não havendo interesse em fazer

constar a inscrição “Pessoa com Deficiência” na carteira de identidade civil, consultar os serviços 1ª via ou 2ª via, conforme o caso;
◾ O Crachá será um documento adicional com a especificação do tipo de deficiência, CID (Código Internacional da Doença), descrição de remédios de uso
contínuo, descrição de tipos de alergia e contatos;
◾ A Carteira de Identidade Diferenciada é válida em todo território nacional.
fim da lista

Fonte:Jus Brasil

Mais de 11,7 mil pessoas com deficiência sofreram violência em 2018

O Disque 100, serviço de denúncias do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, registrou 11.752 casos de violência contra pessoas com deficiência

em 2018. O balanço, divulgado na segunda-feira (24), apontou aumento de 0,60% nas denúncias comparado ao ano anterior.

Os dados apontam que os irmãos são os que mais cometem a violência (19,6%), seguidos por mães e pais (12,7%), filhos (10%), vizinhos (4,2%), outros familiares

(20,7%) e pessoas com relações de convivência comunitária (2,3%).

De acordo com o ministério, a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (
Lei nº 13.146/2015)
destina-se a assegurar e a promover, em condições de igualdade, o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais das pessoas com deficiência, visando

a inclusão social e a cidadania. Nesse sentido, o Disque 100 serve para fortalecer ainda mais a autonomia das pessoas com deficiência diante dos diversos

abusos e para traçar um panorama da situação a ser enfrentada, tanto na formulação de políticas e serviços especializados de proteção da vítima, quanto

da responsabilização dos agressores.

O Disque 100 registrou mais denúncias de violência contra pessoas do sexo feminino (51%). De acordo com a faixa etária, a maior incidência é entre pessoas

de 18 anos a 30 anos (24%), seguidas daquelas de 41 anos a 50 anos (23%), 51 anos a 60 anos (21%), 61 anos ou mais (1%) e de 0 a 17 anos (0,6%). As vítimas

com a faixa etária não informada somam 6,8%.

O maior índice de violação foi em desfavor de pessoas com deficiência mental (64%), seguidos de deficiência física (19%), intelectual (7,9%), (4%) visual

(4%) e auditiva (2,5%). O ambiente infrafamiliar permanece como o principal local onde ocorrem as violações. A casa da vítima aparece com maior volume

(74%), seguida da casa dos suspeitos com (9%), outros locais (6,7%), rua (5%), órgãos públicos (3,4%) e hospitais (1,5%).

O balanço completo do Disque 100
 está disponível no site do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos.

  fonte Por Agência Brasil Brasília

sábado, 29 de junho de 2019

PROGRAMA ‘CALÇADA ACESSÍVEL’: SERVIDORES DA PREFEITURA EXPERIMENTAM A ROTINA DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA

Os servidores da Prefeitura de
Teresópolis
 viveram uma quarta-feira diferente. Na manhã deste dia 5, o workshop do Programa ‘Calçada Acessível’ fez com que equipes técnicas de secretarias municipais

experimentassem, na pele, como é a vida de uma pessoa com deficiência. O programa retoma a parceria com a Firjan (Federação das Indústrias do Estado do

Rio de Janeiro) e a Associação Brasileira de Cimento Portland (ABCP) para implantação do Projeto Mobilidade Urbana – Programa ‘Calçada Acessível’ em
Teresópolis.

O Prefeito Vinícius Claussen acompanhou a ação e pôde observar os desafios que as pessoas com algum tipo de limitação vivenciam nas ruas de
Teresópolis.
“Este é um projeto que a Firjan já implantou em mais de 20 municípios do Rio de Janeiro e nós estamos somando forças para trazer também para nossa cidade.

Sabemos que a locomoção das pessoas na cidade é muito importante e existem várias barreiras que precisam ser corrigidas. Com esse projeto, tendo esse cuidado

com a cidade, estaremos incluindo e dando acesso às pessoas que precisam”, disse.

“Esse projeto é uma ação que faz parte de um grande projeto da Prefeitura de implantar um plano de mobilidade urbana cuja prioridade é o pedestre”, completou

Mara Bastos, subsecretária de Projetos Especiais.

O especialista de desenvolvimento setorial da Firjan, Luiz Gustavo Guimarães, ressaltou como a experiência vivida no workshop do Programa ‘Calçada Acessível’

gera conhecimento prático aos envolvidos. “Usamos a acessibilidade para criar uma discussão saudável dentro do município para que a gente possa olhar todos

os detalhes da mobilidade a pé para que o espaço urbano seja mais democrático”, destacou.

Workshop Programa ‘Calçada Acessível’

Participaram da experiência representantes das secretarias de Segurança Pública, de
Desenvolvimento Social
 e de
Turismo,
além da subsecretária de Projetos Especiais. A proposta foi que eles experimentassem as dificuldades enfrentadas pelos cadeirantes e pessoas com deficiência

visual.

O diretor do escritório de Projetos Especiais, Leilson Felício, participou do workshop simulando uma deficiência visual. “Foi muito difícil fazer o trajeto

com os olhos vendados. Não temos calçadas adequadas para que pessoas com essas deficiências possam andar livremente. Por isso, esse projeto é fundamental

para Teresópolis”, relatou.

O projetista Claudio de Paula foi surpreendido pela ação enquanto caminhava e aprovou a iniciativa. “Eu acredito que esse programa é excelente. Se todos

ajudarem, vai ser um benefício enorme para os necessitados”, disse.

O gerente da Associação Brasileira de Cimento Portland, Eduardo Dávila, explicou o motivo da simulação de cadeirantes e pessoas com deficiência visual

no workshop. “Esse grupo de pessoas representa, quase que na totalidade, as maiores dificuldades que podemos perceber nas calçadas. Acredito que, quando

se projeta alguma coisa que atenda essas duas deficiências, se está projetando de uma forma que atenda a todos”, finalizou.
 fonte Prefeitura de Teresópolis

Israel: retina artificial poderá devolver visão a cegos

Imagem da notícia: Israel: retina artificial poderá devolver visão a cegos

Yael Hanein, diretora do Centro de Nanociência, Nanotecnologia e Nanomedicina da Universidade de Tel Aviv, apresentou recentemente os resultados da investigação

que levou a cabo nos últimos 10 anos, com o objetivo de criar uma retina artificial para substituir a ação dos fotorrecetores naturais do olho, quando

destruídos por degeneração macular relacionada com a idade (DMI).

Segundo o site Israel Notícias, “os protótipos de visão artificial foram desenvolvidos e testados no nosso laboratório, mas eram muito grandes e volumosos

para uso cirúrgico”, afirma a investigadora. “O desafio é desenvolver algo compacto que possa ser inserido precisamente no olho e colocado na retina”.


Para tal, os investigadores deste laboratório utilizam nanotubos de carbono, dentro dos quais são introduzidos os componentes fotossensíveis. Integrados

com um polímero biocompatível, estes nanotubos podem criar o campo elétrico de estimulação retiniana necessária.

fonte Logótipo OftalPro

CHIQUITA BACANA NO REINO DAS BANANAS COM AUDIODESCRIÇÃO E LIBRAS NO ITAÚ CULTURAL

Fotografia colorida, em plano médio, de cinco atores, quatro rapazes e uma moça, em círculo, virados para fora. Eles usam roupas pretas e estão com as

mãos cruzadas sobre o peito. Um dos rapazes, no centro, segura um violão.
Itaú Cultural convida para o espetáculo infantil “CHIQUITA BACANA NO REINO DAS BANANAS” com o grupo Folias d’ Arte, com audiodescrição e interpretação

em LIBRAS.

Datas: 29 de junho (sábado) e 30 de junho (domingo).
Horário: 15:00 horas.
Duração: 60 minutos.
Local: Itaú Cultural – Sala Multiuso (piso 2).
Endereço:
Av. Paulista, 149

Bela Vista – São Paulo, SP.
(próximo ao Metrô Brigadeiro).
Classificação: livre.
Chegue cedo para garantir seu convite, que deverá ser retirado na bilheteria a partir das 14:00 horas, sem prévia reserva.
Confirme seu interesse com:
marina@vercompalavras.com.br
ou pelo Whatsapp: (11)9 9848-1264.
Roteiro e Narração: Andréia Paiva e Fátima Angelo.
Revisão: Lívia Motta.
Consultoria: Roseli Garcia

Sobre o espetáculo: Escrita por Reinaldo Maia em 1977, Chiquita Bacana no Reino das Bananas conta a história de uma menina que é acusada de comer uma banana

no Reino das Bananas. Comandado pelo Rei Leonino e por seu grupo de girafas e gorilas, esse reino, no qual os outros animais estão perdendo suas funções

sociais, é onde se passa a narrativa, cujo desfecho é decidido pelo público.

POR:
VERCOMPALAVRAS

sábado, 22 de junho de 2019

OLIVER TWIST COM AUDIODESCRIÇÃO E LIBRAS NO SESC SANTANA

Fotografia colorida dos personagens Matreiro e Oliver, um agachado, o outro sentado no chão. Matreiro, um jovem de pele clara e cabelos curtos, usando

um pequeno chapéu esverdeado com abas curtas, lenço bege no pescoço, casaco de couro, calça justa e sapatos pretos, está à esquerda, com a mão direita

estendida em direção a Oliver. Oliver, um menino magro de pele clara, usando um quepe preto com a aba levantada, jaqueta verde sobre camiseta branca e

preta, calça cinza amarrotada com a barra dobrada, está sentado no chão segurando uma maçã, olhando para Malheiro. Ao fundo uma cortina simula um muro

de tijolos avermelhados.
SESC SANTANA convida para o espetáculo infantil OLIVER TWIST, baseado na obra de Charles Dickens, um dos maiores autores de língua inglesa, com audiodescrição

e interpretação em LIBRAS.

Data: 23 de junho (domingo).
Horário: 14:00 horas.
Local: SESC Santana.
Endereço: Av. Luiz Dumont Villares, 579. Jd. São Paulo.
Duração: 60 minutos.
Classificação: Livre
Ingressos cortesia para pessoas com deficiência visual e acompanhantes.
Favor confirmar presença por email:
marina@vercompalavras.com.br
ou pelo Whatsapp: (11)99848-1264
Será disponibilizado transporte da estação de metrô Parada Inglesa, com saída às 12:45 horas, até o Sesc Santana e ao término do espetáculo, retorno para

a mesma estação.
Valores: R$ 5,00 (cinco reais) sócios e dependentes do SESC; R$ 8,50 (oito reais e cinquenta centavos) estudantes, aposentados, idosos e pessoas com deficiência;

R$ 17,00 (dezessete reais) inteira.

Audiodescrição: VER COM PALAVRAS.
Roteiro e Narração: César Tunas.
Revisão: Lívia Motta.
Consultoria: Roseli Garcia.

Sobre o espetáculo: A história relata as aventuras e desventuras de um menino órfão que sobrevive em condições bem precárias na sociedade inglesa do século

XIX. No meio da violência das ruas, o garoto sai em busca de afeto. Este foi o primeiro romance inglês a ter uma criança como protagonista e é considerado

uma obra prima. O espetáculo, encenado com muita poesia, vai emocionar adultos e crianças, despertando-os para um tema que continua urgente no mundo de

hoje: a necessidade de desenvolvermos o espírito de compaixão, de amizade, tolerância, do olhar para o outro.

 POR:
VERCOMPALAVRAS

Ferramentas de acessibilidade estão entre as novidades do iOS 13

A Apple apresentou novidades em acessibilidade para o iOS 13, com lançamento previsto para este ano
Tela preta com o logotipo da Apple, uma maçã mordida, em branco. Há uma barra de carregamento, indicando atualização
Confira o CanalTech sobre novidades em acessibilidades anunciadas pela Apple:

A Apple apresentou durante a Worldwide Developers Conference (WWDC) novas ferramentas de acessibilidade para o iOS 13, a ser lançado ainda este ano. A

ideia é que o sistema seja mais amigável com usuários com sensibilidades e problemas relacionados a cor, como daltonismo.

Uma das mudanças é em relação à movimentação em apps. O sistema operacional já conta com redução de animações em alguns programas, como o de clima. Agora,

também é possível evitar que vídeos comecem a rodar automaticamente em programas no iOS 13. O sistema pode ser implementado em apps da própria Apple ou

por API para desenvolvedores.

A ideia é que o sistema de evitar autoplay de vídeos chegue ao iOS 13 por padrão, podendo ser desabilitado nas configurações. Ainda, será possível escolher

uma pequena gama de apps que contam com bloqueio de autoplay.

Outra mudança para evitar problemas com quem tem sensibilidade a movimentos: agora, é possível acionar uma transição em fade, aquele efeito que esmaece

uma tela de forma mais leve. Isso diminui enjoo com pessoas que têm problemas com movimentação.

Tal ferramenta também pode ser implementada no kit de desenvolvimento para o iOS 13.

Cor

O iOS 13 também pode fazer com que seja mais fácil usar o iPhone para quem tem dificuldade com cores. Além do sistema voltado para daltônicos, há também

modos voltados para outros tipos de cegueira com cores como deuteranopia, protanopia e tritanopia.

A ideia é que o desenvolvedor não precise efetivamente criar um design específico para cada um dos tipo de deficiências visuais. Assim, quando se acionar

a opção nas configurações, todos os apps compatíveis com sistema já se tornam mais acessíveis.

O iOS 13 ainda está em suas primeiras versões beta, e deve chegar a todos os usuários de aparelhos compatíveis em setembro deste ano.

Fonte:
CanalTech Site externo

QUARTETO OSESP APRESENTA-SE NO PRÓXIMO DOMINGO COM AUDIODESCRIÇÃO NA SALA SÃO PAULO

com as mãos entrelaçadas à frente do corpo. Bela tem os cabelos brancos, a testa larga, os olhos grandes expressivos. Usa terno com colete sobre camisa

branca e gravata.
Ministério da Cidadania, Governo do Estado de São Paulo, Secretaria da Cultura e Economia Criativa e Fundação OSESP convidam para o Concerto Acessível

com a apresentação do Quarteto OSESP e do clarinetista inglês Michel Collins. A apresentação conta com o recurso de audiodescrição.

Local: Sala São Paulo.
Endereço: Praça Júlio Prestes, Nº 16 (próxima à Estação Júlio Prestes).
Data: 23 de junho (domingo).
Horário: 18:00 horas.
Favor confirmar presença por email:
marina@vercompalavras.com.br
 ou pelo Whatsapp (11)9 9848-1264
Audiodescrição: VER COM PALAVRAS.
Roteiro e narração: Lívia Motta.
Consultoria: Felipe Monteiro.

Sobre o Quarteto OSESP: Fundado em 2008, o Quarteto Osesp reúne o spalla da Orquestra, Emmanuele Baldini, o violinista Davi Graton, o violista Peter Pas

e a violoncelista Heloisa Meirelles. Desde sua criação, o Quarteto Osesp tem sua própria série na Sala São Paulo, na qual são apresentadas obras clássicas

e propostas inovadoras e criativas. Seu repertório é vasto, incluindo peças que vão do período Barroco até os jovens compositores contemporâneos.

No programa: as obras de Bela Bartók: Quarteto nº 5 em Si bemol maior, e de Wolfgang Amadeus Mozart: Quinteto para Clarinete e Cordas em Lá Maior, KV 581.


POR:
VERCOMPALAVRAS

sexta-feira, 21 de junho de 2019

Equipe médica aprende Libras para melhorar atendimento a surdos

Curso no Hospital da Luz, em São Paulo, ampliou integração com funcionários e pacientes com deficiência auditiva; SUS não oferece serviço
 Giovanna Borielo, do R7*
Funcionários do Hospital da Luz, em São Paulo, durante curso de Libras
Hospital da Luz/Divulgação

Funcionários do Hospital da Luz, em São Paulo, durante curso de Libras

Ao chegar ao hospital, o paciente surdo enfrenta dificuldades no atendimento. Os obstáculos vão desde ouvir o painel da recepção até a descrição dos sintomas

e comunicação com o médico.

Para evitar transtornos desse tipo, o Hospital da Luz, na Vila Mariana, zona Sul de São Paulo, está oferecendo curso de Libras (Língua brasileira de sinais)

a seus funcionários.

A ideia foi colocada em prática após a contratação de funcionários com deficiência auditiva, que se comunicavam apenas entre si, tornando-se isolados,

segundo o hospital. O treinamento teve início em agosto.

A supervisora de enfermagem Erika Damasceno, 33, é uma das alunas do curso. Ela afirma que já sentiu dificuldade em atender um paciente surdo antes de

aprender Libras. "Hoje, a partir do momento que identificamos esse paciente, podemos direcioná-lo ao atendimento especializado e acompanhar o médico. Já

conseguimos identificar sintomas e enteder se ele é alérgico ou não, por exemplo", diz.

De acordo com Neivaldo Zovico, diretor da Federação Nacional de Educação e Integração dos Surdos de São Paulo (Feneis-SP), a implementação das Libras no

atendimento médico é essencial, pois esses pacientes não recebem a atenção necessária, o que desmotiva a continuar os cuidados da saúde devido à falta

de acessibilidade.

O Sistema Único de Saúde (SUS) não oferece atendimento a pacientes por meio de Libras.

A deficiência auditiva afeta cerca de 466 milhões de pessoas no mundo, o equivalente a, aproximadamente, 5% da população mundial, de acordo com a OMS (Organização

Mundial da Saúde). No Brasil, 9,8 milhões de brasileiros possuem deficiência auditiva, segundo o Segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística).


*Estagiária do R7 sob supervisão de Deborah Giannini

SESC SANTANA APRESENTA: A DESUMANIZAÇÃO COM AUDIODESCRIÇÃO E LIBRAS

Fotografia colorida, em primeiro plano, de duas mulheres, as atrizes Maria Helena Chia e Fernanda Nobre. Ambas têm pele clara, cabelos lisos louros bem

claros com franja, olhos verdes, traços finos e delicados. Elas estão sérias. Maria Helena veste uma blusa de tricot vermelho e está com a mão no ombro

de Fernanda.
SESC SANTANA convida para o espetáculo A DESUMANIZAÇÃO de Valter Hugo Mãe, com audiodescrição e interpretação em LIBRAS.

Data: 23 de junho (domingo).
Horário: 18:00 horas.
Local: SESC Santana.
Endereço: Av. Luiz Dumont Villares, 579. Jd. São Paulo.
Duração: 75 minutos.
Classificação: 14 anos.
Ingressos cortesia para pessoas com deficiência visual e acompanhantes.
Favor confirmar presença por email:
marina@vercompalavras.com.br
  ou pelo Whatsapp (11)9 9848-1264
Será disponibilizado transporte da estação de metrô Parada Inglesa, com saída às 16:45 horas, até o Sesc Santana e ao término do espetáculo, retorno para

a mesma estação.

Valores: R$ 12,00 (doze reais) sócios e dependentes do SESC; R$ 20,00 (vinte reais) estudantes, aposentados, idosos e pessoas com deficiência; R$ 40,00

(quarenta reais) inteira.

Audiodescrição: VER COM PALAVRAS.
Roteiro e Narração: Rosangela Fávaro.
Revisão: Lívia Motta.
Consultoria: Laercio Santanna.

Sobre o espetáculo: Halldora relembra a infância e o que a fez deixar sua cidade natal, na Islândia. A morte da irmã gêmea, o envolvimento com um homem

ofuscado por um segredo e a difícil tarefa de existir numa comunidade opressora são os elementos com que tem que lidar, a partir dos recursos próprios

da infância. Adaptação do livro homônimo do premiado escritor português de origem angolana Valter Hugo Mãe, a peça retrata poeticamente a busca da identidade

e da integridade de uma mulher em luta íntima para encontrar o espaço de sua existência.

 POR:
VERCOMPALAVRAS

Inclui CIEE levou experiência de Escape Game inclusivo para a 16ª Reatech

A ação faz parte do projeto de inclusão social do CIEE e contou com jogo de fuga inclusivo para pessoas com deficiência
Foto do espaço para o jogo de fuga, uma sala toda fechada, em meio a um pavilhão com outros estantes da Reatech
Inclui CIEE Site externo,
programa de inclusão e diversidade, que faz a integração de pessoas com deficiência em vagas de estágio e aprendizagem, participou da
16ª edição da Reatech, Site externo
realizada em São Paulo de 13 a 16 de junho.

O estande do Inclui CIEE, em parceria com o PROEPD, contou com um jogo de Escape Game, desenvolvido especialmente para a ocasião pela Área 67, com intuito

de orientar o público de maneira interativa. A ação reunia até seis participantes por vez que, fechados em um ambiente, deviam desvendar questões sobre

empregabilidade e inclusão em até 15 minutos para “escaparem”. “Quisemos levar uma experiência interativa para este evento como uma forma de envolver e

dialogar com esse público de uma maneira divertida”, garante Lilene Ruy, supervisora de Inclusão Social do CIEE.

Mais de 400 pessoas participaram dos desafios, entre elas, visitantes com deficiência física, auditiva e visual. No local, uma equipe capacitada atendia

a todos em Libras, além de oferecer audiodescrição. O público que passou por lá tirou dúvidas sobre processos seletivos, vagas e capacitação para pessoas

com deficiência.

Durante os quatro dias de evento, a programação contou com atividades culturais e sociais como equoterapia, teste drive de carros adaptados, quadras poliesportivas,

seminários, workshops e oficinas com profissionais renomados. A 17ª edição da Reatech será realizada entre os dias 27 e 30 de maio de 2021.

Fonte: Assessoria

vida mais livre

sexta-feira, 14 de junho de 2019

Estudante cria prótese 100% brasileira usando plástico PET

leandro

Principal feira do setor na América Latina está em sua16ª edição e espera receber 52 mil visitantes em quatro dias de evento

São Paulo, junho de 2019 – A
16ª Reatech – Feira Internacional de Tecnologias em
Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade,
que será aberta no dia 13 de junho e segue até domingo no São Paulo Expo, traz muitas novidades e inovações do setor de órteses, próteses e materiais especiais

(OPME). Graças à evolução tecnológica e o aumento da preocupação com responsabilidade social, o setor está em crescimento. Durante o evento, os profissionais

e o público visitante terão a oportunidade de conhecer os avanços e desafios desse mercado por meio de workshops e palestras com especialistas de várias

áreas e também na área de exposição, que reunirá 300 marcas expositoras.

Organizada pela Cipa Fiera Milano, a Reatech é a principal feira do setor na América Latina e deve receber 52 mil visitantes, nos quatro dias de evento.


A demanda por OPME gerou o aparecimento de mais concorrência no setor. De acordo com a GTT Healthcare, empresa especializada em tecnologias de autoidentificação

para o setor de saúde,existem hoje no Brasil cerca de 3.600 empresas operando entre fabricantes, importadores e distribuidores.

Confira algumas atrações da Reatech 2019:

Casa Conceito: visitantes conhecerão as dificuldades de quem possuimobilidadereduzida

Durante os quatro dias de evento, os visitantes poderão conhecer em detalhes uma casa adaptada a pessoas com mobilidade reduzida. Idealizada pela Direct

Borrachas, a casa estará no estande da empresa e disponibilizará visitas guiadas todos os dias. A ideia é “provocar” os participantes, instigar a importância

da acessibilidade nos espaços e mostrar o quanto são indispensáveisalgunsequipamentosquepodem mudar a vida das pessoas.

O espaço, criado pela arquiteta especialista em acessibilidade Gabriella Zubelli, é composto por seis ambientes e vai mostrar as possíveis barreiras que

as pessoas com mobilidade reduzida encontram e suas respectivas adequações. O visitante também terá a oportunidade de vivenciar os espaços de uma maneira

inclusiva e sensorial. Com os olhos vendados ou em uma cadeira de rodas a pessoa será guiada pela casa, tendo a experiência de sentir as dificuldades encontradas

por quem tem algum tipo de deficiência.

Espaço ADD – Arena Sports terá 32 horas de atividades ininterruptas e convidaatletas paralímpicos recordistas mundiais

Para mostrar o trabalho da Associação Desportiva para Deficientes (ADD),uma quadra polidesportiva será instalada no pavilhão da Reatech e visitantes poderão

participar das atividades. Serão campeonatos amadores para estimular um contato mais humano com a realidade do esporte para deficientes.

Sem intervalos, serão 32 horas de atividades durante dos dias da feira, com uma programação variada. Além da participação do público, acontecerão torneios

profissionais de Basquete em Cadeira de Rodas e Vôlei Sentado. Os torneios terão a presença de atletas da Seleção Brasileira.

Atletas paralímpicos também marcarão presença na Arena: os medalhistas de Atletismo do Rio 2016 Alan Fonteles, Odair Silva Yeltisen Jackes e Tamiru Damasi,

e do Basquete Gelson Junior, Pedro Vieira, Rodrigo Arão, Glebe Candido, Amauri Viana e Nilton Pessoa. O nadador paralímpico e recordista mundial Daniel

Dias também confirmou presença.

KIT LIVRE – Empresa de equipamentos esportivos para deficientes vai promovercampeonato de RadCross com obstáculos para amadores e profissionais

Uma competição para estimular desafios e encontrar atletas em potencial. O campeonato de RadCross para cadeirantes será realizado durante a Reatech, em

um espaço organizado pela empresa LIVRE,especializada em equipamentos assistivos.

O RadCross é uma modalidade parecida com o Bike Trial, com a diferença de ser com cadeiras de rodas. O campeonato é um oferecimento do Kit Livre, equipamento

motorizado que possui a função de transformar a cadeira de rodas em um Triciclo Motorizado Elétrico.

Durante o circuito, a disputa sempre será entre dois participantes. Vence o que fizer o melhor tempo. A proposta é estimular a perspectiva de alcance que

o competidor quer atingir. Serão dois torneios amadores e um profissional. As inscrições estão abertas apenas para os torneios amadores por
aqui.
No site os interessados também encontram o regulamento da competição.

Atividades Paralelas

Curso Pet e Workshop de Equoterapia – novidades no tratamento de pessoas com deficiência com a utilização de animais

Estudos do of Cardiology American Journal, dos EUA, mostraram que o convívio com animais ajuda a controlar o estresse, diminui a pressão arterial e reduz

o risco de problemas cardiovasculares. É nessa vertente que o workshop de Equoterapia e o Curso Pet Terapia vão oferecer 100 vagas cada, para profissionais

que queiram ampliar os conhecimentos em uma área revolucionária. Profissionais vão levar as novidades na legislação sobre equoterapia, reconhecida pelo

Conselho Federal de Medicina. Já o Curso Pet Terapia é introdutório e incorpora a interação homem e animal, num processo terapêutico formal, guiado por

profissionais com objetivos específicos.

Reackathon busca por inovações para a acessibilidade em grandes centros

Durante a Reatech, uma competição inédita, aberta a desenvolvedores, designers e a todas as pessoas com uma ideia inovadora, vai revolucionar a visão de

democratização dos espaços. Será realizada uma maratona voltada a soluções de acessibilidade com certificados de participação, divulgação nas mídias do

evento, e destaque para as mais inovadoras. A intenção é buscar propostas que poderão fazer a diferença na qualidade de vida de milhares de pessoas em

todo omundo.

Seminários e Congressos

A Reatech proporcionará também a oportunidade de profissionais da área ampliarem seus portfólios e contribuirem para discussões de inclusão, saúde e tecnologias

relacionadas à reabilitação. O
Reasem,
Seminário de Tecnologia de Reabilitação e Inclusão, vai discutir tecnologias disruptivas viabilizando a comunicação, movimentação e resultados na reabilitação

de pacientes. O
Reamed,
Congresso de Medicina Física e Reabilitação, busca tratamentos inovadores para a dor e eficácia nos resultados. Profissionais da área discutirão técnicas

avançadas para o tratamento de lesões no
Tecfisio,
Seminário de Tecnologias Avançadas em Fisioterapia. O
Reashow,
Seminário dos Expositores, vai proporcionar ao público acesso a conhecimento técnico, novas tecnologias e oportunidade denegócios.

Novidades expositores

Mais Autonomia lança dispositivo de inteligência e visão artificial para ajudar pessoas cegas ou com baixa visão

A inovação tecnológica vestível mais avançada do mundo: o OrCam MyEye, dispositivo de inteligência e visão artificial que proporciona mais independência

a pessoas cegas ou com baixa visão. A câmera inteligente intuitiva acoplada à armação

de óculos lê a informação disponível de forma prática, fácil e instantânea em qualquer superfície de perto ou de longe. Além disso, reproduz em áudio no

ouvido do usuário. O dispositivo também identifica cores, tonalidades, reconhece pessoas e gêneros, informa data e a hora, identifica cédulas de dinheiro

e produtos pelo código de barras. A empresa também vai participar do projeto Casa Conceito.

Civiam Brasil lança pulseira para auxiliar a mobilidade de pessoas cegas e de baixa visão

A Sunu Band, pulseira que informa obstáculos próximos por meio de feedback vibratório, usa tecnologia de radar e realidade aumentada para dar mais liberdade

e autonomia a pessoas cegas e de baixa visão. É complementar ao uso da bengala e assistência de cão-guia.

TiX lança modelo pioneiro de plano de acessibilidade

A startup mineira, TiX Tecnologia Assistiva, desenvolvedora de soluções para acessibilidade digital e comunicação de pessoas com deficiência motora e fala,

lançará o modelo pioneiro de plano de acessibilidade, com pagamento mensal a partir de R$165,00. Os pacotes chamam a atenção pelas soluções personalizadas

criadas para atender as

necessidades de cada usuário. O cliente contrata a acessibilidade como serviço ao invés do produto, democratizando o acesso e trazendo benefício imediato

para os clientes sem comprometer o orçamento familiar. Visitantes da feira poderão experimentar os produtos no stand da TiX, como o Teclado Inteligente,

e contratar os planos na hora, sem taxa de adesão e fidelização.

Serviço:

16ª Reatech 2019

Data: 13 e 14 de junho – 13h às 20h 15 e 16 de junho – 10h às 19h

Local: São Paulo Expo Exhibition & Convention Center www.
https://reatechbrasil.com.br/16/

Sobre a Cipa Fiera Milano

A Cipa Fiera Milano, filial brasileira da Fiera Milano, um dos maiores players de feiras e congressos do mundo que a cada ano atraem aproximadamente 30

mil expositores e mais de cinco milhões de visitantes, tornou-se sócio majoritário da Cipa do Brasil em 2011, dando origem à Cipa Fiera Milano. No Brasil,

são realizadas nove feiras que representam os mais diversos segmentos da economia, como segurança, energias limpas e sustentáveis, tubos e conexões, cabos

e fios, saúde no trabalho, tratamento de superfícies, esquadrias, tecnologias em reabilitação, inclusão e acessibilidade, entre outras. Entre as principais

marcas do portfólio estão Exposec, Fisp, Fesqua, Ebrats, Ecoenergy eReatech.

Informações para imprensa:

2PRÓ Comunicação
Email equipe:
fieramilano@2pro.com.brTeresa
 Silva – (11) 3030-9463
Renê Gardim – (11) 3030-9422
Fádia Calandrini – (11) 3030-9402
Guilherme Kamio – (11) 3030-9403
Myrian Vallone – (11) 3030-9404
www.2pro.com.br
fonte Feira Internacional de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade

Associação AME apresenta aplicativo de tradução de Libras em tempo real

ICOM é um aplicativo que faz tradução da Libras para o português em tempo real através de uma videoconferência e estará no estande durante a Reatech 2019

A Associação dos Amigos Metroviários dos Excepcionais (AME) apresenta seu aplicativo ICOM na Reatech 2019. Disponível para os sistemas IOS e Android, o

app facilita a comunicação com surdos e traduz simultaneamente Língua Brasileira de Sinais (Libras) para português. A dinâmica ocorre por meio de um call

center de intérpretes 24 horas, que atende chamadas de vídeo ao vivo. A ferramenta estará disponível em terminais para que o visitante possa ter a experiência

de utilização no estande da AME no evento.

Segundo o Censo 2010, das cerca de 45,6 milhões pessoas com deficiência no País, quase 10 milhões afirmam ter alguma dificuldade de audição. E dentro dessa

população, 10% – cerca de um milhão – se declaram surdos e são o público que mais necessita de um apoio na comunicação. O ICOM veio para atender a este

grupo. Hoje são cerca de 30 mil os surdos que já baixaram e utilizam o aplicativo, que realiza uma média diária de 800 atendimentos. “Este número pode

crescer, ainda há muitos surdos que podem se beneficiar da ferramenta”, afirma o presidente da AME, José de Araújo Neto. Para a comunidade surda, o português

é a segunda língua, e muitos não se preocupam em aprender, o que reforça a importância de ferramentas que ajudem na comunicação.

O ICOM é voltado para empresas e poder público preocupados em garantir ao surdo o direito de ser atendido em seu próprio idioma. A resolução 667, de maio

de 2016 da Anatel, obriga as empresas de telefonia a garantirem ao surdo a possibilidade de tradução da Libras para o português, por isso hoje todas elas

oferecem este tipo de atendimento de forma universal. “O ideal é que empresas de todos os setores, além dos órgãos públicos também tenham esta preocupação

de promover o respeito e a cidadania”, comenta Araújo.

O principal diferencial do aplicativo hoje é sua disponibilidade em locais públicos e privados, sem a necessidade do usuário gastar seu plano de dados.

Isso porque quando o serviço é contratado, ele também garante que a internet que será utilizada na chamada seja de responsabilidade da empresa ou órgão

que o contratou – da mesma forma que as empresas de telefonia liberam uso de whatsapp e/ou redes sociais sem que o plano de dados seja usado.

Como funciona

O diálogo é realizado por meio de uma chamada de vídeo para o callcenter da AME, que conta ao todo com 45 intérpretes. Por exemplo, se o surdo vai a uma

consulta médica e não consegue se comunicar com a recepcionista, esta liga para a central de seu computador, celular ou tablet, e direciona a câmera para

o paciente. Ele explica o que veio fazer e o intérprete do call center informa a recepcionista o que está falando a pessoa surda. O caminho pode funcionar

de maneira inversa também: o profissional de uma empresa pergunta a seu colega surdo algo por meio do ICOM. A intérprete do outro lado da ligação de vídeo

irá se comunicar em Libras para que o funcionário surdo entenda o que o outro quer falar. Saiba mais sobre o app no
site do Icom Site externo.

O quê: AME (Associação Amigos Metroviários dos Excepcionais) na 16ª Reatech 2019
Quando: Dias 13 e 14/5, das 13 às 20 horas; e dias 15 e 16/6, das 10 às 19 h
Onde: São Paulo Expo Exhibition & Convention Center
End.: Rodovia dos Imigrantes, KM 1,5 – Água Funda
Localização do estande: Rua 400, estande 412 a

Fonte: Assessoria

via vida mais livre

SPTrans implanta linhas especiais com vans do Atende+ para os jogos da Copa América

Atendimento começará cinco horas antes do início das partidas, nos dias 14, 17, 19, 22 e 28 de junho e 6 de julho
 A SPTrans disponibilizará um total de 78 vans do Atende+, serviço com veículos adaptados destinados às pessoas com deficiência e mobilidade reduzida,
durante
os jogos da Copa América 2019 que serão realizados no Estádio Cícero Pompeu de Toledo (Morumbi) e na Arena Corinthians. O atendimento começará cinco horas

antes do início das partidas, nos dias 14, 17, 19, 22 e 28 de junho e 6 de julho. Não há previsão para o encerramento, que dependerá do último usuário

a ser embarcado. Técnicos e coordenadores de campo da SPTrans acompanharão o serviço prestado.

Acompanhe a operação:

Estádio do Morumbi - O embarque será na Rua Ângelo Colucci (baia junto da Estação São Paulo/Morumbi) e o desembarque no Portão 4, que permitirá aos usuários

acesso interno aos demais portões. Já a viagem de retorno sentido Estação São Paulo/Morumbi começará 45 minutos após o término da partida.

Arena Corinthians - O embarque será realizado no Terminal Itaquera do Metrô (saída pela Av. José Pinheiro Borges) e o desembarque em frente ao portão da

Av. Miguel Ignácio Curi. A viagem de retorno começará imediatamente após o término da partida.

Durante os dias de jogos da operação especial Copa América 2019 haverá identificação nos pontos de atendimento do Serviço Atende+.
Serviço Atende+

O Atende+ é a modalidade de transporte porta a porta gratuito, destinado a pessoas com autismo, surdocegueira ou deficiência física com alto grau de severidade

e dependência, que permite que os usuários realizem seus deslocamentos para eventos que incluem cultura, lazer, saúde e integração.

Para mais informações em relação ao Atende ligue 156 ou acesse:
http://www.sptrans.com.br/atende/
 fonte  s  m p e d

quinta-feira, 13 de junho de 2019

Prefeitura de São Paulo marca presença na Reatech vai comecar dia 13 agora

A maior Feira de Reabilitação do país contará com um stand da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência com rodas de conversas
A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência, participa do dia 13 até 16 de junho, das 10h às 19h, da Feira Internacional

de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade – Reatech 2019, na São Paulo Expo Exhibition & Convention Center. O evento é gratuito.

Principal feira do setor na América Latina, a cada edição, reúne cerca de 300 expositores dos segmentos de agências de emprego voltadas para pessoas com

deficiência e mobilidade reduzida, instituições financeiras, fabricantes de cadeiras de rodas, departamentos de recursos humanos, indústrias farmacêuticas,

entre outros.

A Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência (SMPED) participa do evento e estará no local com um stand, oferecendo diversas informações sobre os serviços

da Prefeitura de São Paulo. Ainda, teremos rodas de conversas todos os dias sobre diversos temas do segmento, tais como: moda inclusiva, pessoas com deficiência

no esporte e lazer, comunicação inclusiva, empregabilidade, entre outros.

Segundo o secretário municipal da SMPED, Cid Torquato, a Reatech é uma excelente oportunidade para os visitantes tirarem dúvidas e promovermos a efetiva

inclusão de pessoas com deficiência na cidade: “Ótima oportunidade para apresentarmos os serviços da Prefeitura de São Paulo, promovermos a inclusão e

o trabalho do município de São Paulo, em tornar a cidade cada vez mais inclusiva” destaca o secretário.
Sobre a Reatech

Organizada e promovida pela Cipa Fiera Milano, a Reatech – Feira Internacional de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade é considerada

a principal feira do setor na América Latina. A cada edição, reúne cerca de 300 expositores dos segmentos de agências de emprego voltadas para pessoas

com deficiência e mobilidade reduzida, instituições financeiras, fabricantes de cadeiras de rodas, departamentos de recursos humanos, indústrias farmacêuticas,

indústrias dos segmentos de animais treinados, veículos adaptados para deficientes físicos (carros, ônibus, vans), fabricantes de aparelhos auditivos,

equipamentos especiais, materiais hospitalares, higiene pessoal, próteses e órteses, terapias alternativas, turismo e lazer.

Em 2019, a feira acontecerá entre os dias 13 e 16 de junho (13 e 14, das 13h às 20h, e 15 e 16, das 10h às 19h). A 16ª edição de Reatech será em um dos

novos pavilhões do São Paulo Expo Exhibition & Convention Center, a fim de atender plenamente as necessidades de seus expositores e visitantes. Serão 4

dias de evento recheados de atividades culturais e sociais, como: equoterapia, teste drive de carros adaptados, quadras poliesportivas, seminários, workshops

e oficinas com profissionais renomados.
Programação rodas de conversas:
Quinta-feira 13 de junho
15h - Inclusão de Pessoas com Deficiência no Esporte e Lazer

• Acessibilidade nos equipamentos públicos esportivos.
• Profissionais para atendimento de pessoas com deficiência.
• Acessibilidade nos equipamentos culturais e eventos do município.
• Prática do esporte inclusivo.
• Construção de parques acessíveis e acessibilidade nas escolas.

17h - Acesso à CIL- Central de Intermediação em LIBRAS - para comunidade surda

• Utilização da CIL – Central de Intermediação em LIBRAS nos serviços municipais
• Importância da capacitação do intérprete de LIBRAS nos âmbitos da cultura, saúde e demais serviços municipais.

Sexta-feira 14 de junho
13h30 - Cenário das Doenças Raras no Brasil

• Regulamentação da lei nº 17.083, que Institui, no âmbito do Município de São Paulo, o Programa de Apoio às Pessoas com Doenças Raras e seus familiares,

de acordo com a Política Municipal de Pessoas com Doenças Raras.
• Capacitação de Centros de Saúde Municipais.
• Importância dos diagnósticos precoces.
• Relações entre as áreas técnicas públicas e privadas.
• Campanhas de esclarecimento da população sobre doenças raras.

15h - Comunicação Inclusiva e acessibilidade comunicacional

• Como acessibilizar o conteúdo? (Descrição de Imagem, Libras e demais iniciativas).
• Como as pessoas acessam os conteúdos acessíveis?
• Como fazer um evento acessível? (Acessibilidade Comunicacional)

17h - Acessibilidade, arte e mobilidade urbana.

• Programa municipal de calçadas.
• Projeto “Sem Rampa, Calçada é Muro” - ONG Movimento SuperAção.
• Para que serve a Comissão Permanente de Acessibilidade (CPA)?
• "Novos modais, micromobilidade e novas formas de deslocamento.
• Acessibilidade na arte e cultura.
Sábado 15 de junho

14h - Moda Inclusiva na prática: apoiando iniciativas

• Como criar moda para todos?
• Novas marcas que unem acessibilidade + moda.
• Marketing de moda inclusivo: como fazer?

16h - Empregabilidade da Pessoa com Deficiência (estágio e emprego formal)

• Contratação de pessoas com deficiência para vagas de menor aprendiz e vagas de estágio.
• Importância do laudo médico/técnico correto.
• Barreiras da inclusão no mercado de trabalho.

Domingo 16 de junho

11h - Conhecendo a surdocegueira: formas de comunicação, acessibilidade e tecnologia assistiva

• Apresentação do relatório Global da WFDB e a participação da ABRASC na construção desse documento: em busca da sistematização de dados para a ampliação

e fortalecimento das ações.
• Orientações sobre surdocegueira a familiares.
• Importância do guia-intérprete e formação de profissionais da área da saúde e reabilitação.
• Importância dos centros de convivência para pessoas surdocegas.
• Utilização de cães-guias em táxis e carros de aplicativos.

14h - Pessoas com Nanismo: autoestima e preconceito

• Acessibilidade e transportes públicos.
• Inclusão no mercado de trabalho.
• Banalização e preconceito.

Serviço: Feira Internacional de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade - Reatech 2019
Data: 13 à 16 de junho
Horários: 13 e 14, das 13h às 20h, e 15 e 16, das 10h às 19h
Local: São Paulo Expo Exhibition & Convention Center
Inscrições:
https://reatechbrasil.com.br/16/
fonte s m p e d

Prefeitura de São Paulo destaca suas conquistas relacionadas à acessibilidade digital em evento na ONU

O primeiro painel teve como tema a Inovação para Inclusão
A Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência (SMPED) foi convidada pelo Presidente da World Enabled, Dr. Victor Pineda, a participar de eventos realizados

durante a 12ª Conferência dos Estados Partes da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, na ONU em Nova York. A Secretária Adjunta Marinalva

Cruz, esteve presente, representando a Prefeitura da Cidade de São Paulo.

O primeiro painel teve como tema a Inovação para Inclusão: Conectando Mentes e Criando Cidades Futuras, e o segundo falou sobre Acessibilidade Digital:

estratégias para inclusão de deficiência nas plataformas de governança eletrônica.
O evento reuniu líderes nas áreas de Desenvolvimento Sustentável, Planejamento Urbano, Tecnologia, Acessibilidade e Direitos Humanos para identificar as

melhores práticas e formular recomendações de políticas tangíveis para uma estrutura coordenada que ilustre o engajamento efetivo de pessoas com deficiência

e idosos em todos os aspectos de sua vida, trazendo novas oportunidades através de um planejamento urbano inclusivo e da acessibilidade digital.

A Secretária Marinalva Cruz, agradeceu o convite em nome do Secretário Cid Torquato e do Prefeito Bruno Covas, e contou sobre as realizações na cidade

de São Paulo e do empenho da gestão relacionado ao tema ‘Direitos das Pessoas com Deficiência’. Falou do Programa Cultura Inclusiva, uma parceria entre

as Secretarias da Cultura e da Pessoa com Deficiência, que tem como objetivo promover acessibilidade comunicacional em teatros, shows, espetáculos em equipamentos

municipais de cultura, oferecendo, além de acessibilidade arquitetônica, recursos de Libras e audiodescrição para munícipes com deficiência.

Falou ainda, sobre empregabilidade, os programas voltados à pessoa com deficiência, e expôs o Programa de Estagiários da Prefeitura, que tem dado certo

e virou referência para empresas da iniciativa privada. Marinalva também apresentou a recente conquista da Prefeitura da cidade de São Paulo, que foi a

primeira do país a receber o Selo de Acessibilidade Digital, a certificação de acessibilidade em seus sites. Destacou a preocupação da atual gestão, em

garantir a acessibilidade, não só arquitetônica, mas digital, comunicacional e atitudinal.

“A cidade de São Paulo tem vários desafios e entendido que a acessibilidade é crucial. Sem ela, não há o direito das pessoas com deficiência, e para que

acessem os seus direitos, elas precisam sair de casa, e pra isso, precisam de transporte, saúde, cultura e educação com acessibilidade. Várias ações estão

sendo desenvolvidas, na cidade, e em todas essas áreas. Sabemos que essa iniciativa da Prefeitura, em acessibilizar todos os seus sites, além de tornar

suas redes sociais totalmente inclusivas, vai estimular outros governos, órgãos públicos e empresas privadas a garantirem a igualdade de oportunidade,

utilizando como ferramenta as inovações digitais, e parcerias entre o setor privado e público. Esperamos também, que a nossa cidade sirva de exemplo aqui,

nesta Conferência”, declarou.

A Central de Intermediação em Libras (CIL) foi apresentada durante o evento, como uma grande conquista para a cidade de São Paulo. A CIL, administrada

pela Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência (SMPED), é um serviço de intermediação Português/Libras, por meio de vídeo chamada, que permite a comunicação

entre pessoas com deficiência auditiva e servidores públicos. Com a instalação do sistema, os equipamentos municipais atendem o público surdo e com deficiência

auditiva com interpretação em tempo real.

Sobre a World Enabled

É uma organização educacional sem fins lucrativos que promove os direitos e a dignidade das pessoas com deficiência. Seu trabalho de campo e iniciativas

de pesquisa promove, uma abordagem inclusiva de direitos humanos e civis aos programas e políticas de deficiência. Com parceiros internacionais, trabalham

para construir sociedades inclusivas, nas quais as pessoas com deficiências possam desenvolver seus talentos, habilidades e habilidades e atingir todo

o seu potencial. Acesse:
http://worldenabled.org/

mais de trinta pessoas reunidas em uma das salas da ONU, ao redor de uma mesa.

Na ONU, em uma das salas, atrás de uma mesa, a secretária adjunta da SMPED, Marinalva Cruz.

Por Ciça Cordeiro (Coodenadora de Comunicação da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência)
fonte s m p e d

PCD terá prioridade de embarque em transporte

O projeto foi relatado no Senado na terça-feira, 11/6; empresas que não cumprirem a determinação estarão sujeitas ao pagamento de multa
Foto de um cadeirante embarcando em um ônibus por um elevador acessível
A Comissão de Serviços de Infraestrutura (CI) deu parecer favorável ao
Projeto de Lei do Senado (PLS) 466/2011 Site externo,
que estabelece prioridade de atendimento às pessoas com deficiência no embarque e desembarque nos meios de transportes coletivos. A votação foi realizada

na última terça-feira (11).

O projeto altera a
Lei 10.048 Site externo,
de 2000, para determinar que a pessoa com deficiência tenha essa prioridade no transporte coletivo aéreo, terrestre ou aquaviário. As empresas que não

cumprirem a determinação estarão sujeitas ao pagamento de multa.

O autor do projeto, senador Humberto Costa (PT-PE), ressalta que, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), aproximadamente 27

milhões de pessoas têm algum tipo de deficiência e enfrentam, a todo o momento, obstáculos na busca por uma vida social digna e dificuldades de acesso

a serviços de saúde, escola, emprego, transporte público, entre outros.

O projeto foi relatado pelo senador Zequinha Marinho (PSC-PA), favorável à aprovação do texto, com emendas. Na opinião do parlamentar, o valor da multa

deve ser entre R$ 500 a R$ 2.500 e não entre R$ 2.500 e R$ 5 mil, como no texto inicial. A intenção dele foi deixar os valores em conformidade com a Lei

10.048, que regula o atendimento prioritário a gestantes e lactantes, pessoas com mais de 60 anos, pessoas com deficiência, com obesidade, e pessoas com

crianças de colo.

Em outra emenda, Zequinha Marinho também sugeriu que a proposta se estenda aos idosos.

— Os idosos também sofrem com baixa mobilidade e muitas vezes têm dificuldades de acessar os meios de transporte quando precisam disputar espaço com os

demais passageiros — disse.

Depois de passar pela CI, a proposição ainda será analisada pela Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH), em decisão terminativa.


Fonte:
Agência Senado Site externo

Prefeitura de São Paulo destaca suas conquistas relacionadas à acessibilidade digital em evento na ONU

Prefeitura de São Paulo destaca suas conquistas relacionadas à acessibilidade digital em evento na ONU
A Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência (SMPED) foi convidada pelo Presidente da World Enabled, Dr. Victor Pineda, a participar de eventos realizados

durante a 12ª Conferência dos Estados Partes da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, na ONU em Nova York. A Secretária Adjunta Marinalva

Cruz, esteve presente, representando a Prefeitura da Cidade de São Paulo.

O primeiro painel teve como tema a Inovação para Inclusão: Conectando Mentes e Criando Cidades Futuras, e o segundo falou sobre Acessibilidade Digital:

estratégias para inclusão de deficiência nas plataformas de governança eletrônica.
O evento reuniu líderes nas áreas de Desenvolvimento Sustentável, Planejamento Urbano, Tecnologia, Acessibilidade e Direitos Humanos para identificar as

melhores práticas e formular recomendações de políticas tangíveis para uma estrutura coordenada que ilustre o engajamento efetivo de pessoas com deficiência

e idosos em todos os aspectos de sua vida, trazendo novas oportunidades através de um planejamento urbano inclusivo e da acessibilidade digital.

A Secretária Marinalva Cruz, agradeceu o convite em nome do Secretário Cid Torquato e do Prefeito Bruno Covas, e contou sobre as realizações na cidade

de São Paulo e do empenho da gestão relacionado ao tema ‘Direitos das Pessoas com Deficiência’. Falou do Programa Cultura Inclusiva, uma parceria entre

as Secretarias da Cultura e da Pessoa com Deficiência, que tem como objetivo promover acessibilidade comunicacional em teatros, shows, espetáculos em equipamentos

municipais de cultura, oferecendo, além de acessibilidade arquitetônica, recursos de Libras e audiodescrição para munícipes com deficiência.

Falou ainda, sobre empregabilidade, os programas voltados à pessoa com deficiência, e expôs o Programa de Estagiários da Prefeitura, que tem dado certo

e virou referência para empresas da iniciativa privada. Marinalva também apresentou a recente conquista da Prefeitura da cidade de São Paulo, que foi a

primeira do país a receber o Selo de Acessibilidade Digital, a certificação de acessibilidade em seus sites. Destacou a preocupação da atual gestão, em

garantir a acessibilidade, não só arquitetônica, mas digital, comunicacional e atitudinal.

“A cidade de São Paulo tem vários desafios e entendido que a acessibilidade é crucial. Sem ela, não há o direito das pessoas com deficiência, e para que

acessem os seus direitos, elas precisam sair de casa, e pra isso, precisam de transporte, saúde, cultura e educação com acessibilidade. Várias ações estão

sendo desenvolvidas, na cidade, e em todas essas áreas. Sabemos que essa iniciativa da Prefeitura, em acessibilizar todos os seus sites, além de tornar

suas redes sociais totalmente inclusivas, vai estimular outros governos, órgãos públicos e empresas privadas a garantirem a igualdade de oportunidade,

utilizando como ferramenta as inovações digitais, e parcerias entre o setor privado e público. Esperamos também, que a nossa cidade sirva de exemplo aqui,

nesta Conferência”, declarou.

A Central de Intermediação em Libras (CIL) foi apresentada durante o evento, como uma grande conquista para a cidade de São Paulo. A CIL, administrada

pela Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência (SMPED), é um serviço de intermediação Português/Libras, por meio de vídeo chamada, que permite a comunicação

entre pessoas com deficiência auditiva e servidores públicos. Com a instalação do sistema, os equipamentos municipais atendem o público surdo e com deficiência

auditiva com interpretação em tempo real.

Sobre a World Enabled

É uma organização educacional sem fins lucrativos que promove os direitos e a dignidade das pessoas com deficiência. Seu trabalho de campo e iniciativas

de pesquisa promove, uma abordagem inclusiva de direitos humanos e civis aos programas e políticas de deficiência. Com parceiros internacionais, trabalham

para construir sociedades inclusivas, nas quais as pessoas com deficiências possam desenvolver seus talentos, habilidades e habilidades e atingir todo

o seu potencial. Acesse:
http://worldenabled.org/

mais de trinta pessoas reunidas em uma das salas da ONU, ao redor de uma mesa.

Na ONU, em uma das salas, atrás de uma mesa, a secretária adjunta da SMPED, Marinalva Cruz.

Por Ciça Cordeiro (Coodenadora de Comunicação da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência)
fonte s m p e d

Prefeitura de São Paulo destaca suas conquistas relacionadas à acessibilidade digital em evento na ONU

O primeiro painel teve como tema a Inovação para Inclusão
A Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência (SMPED) foi convidada pelo Presidente da World Enabled, Dr. Victor Pineda, a participar de eventos realizados

durante a 12ª Conferência dos Estados Partes da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, na ONU em Nova York. A Secretária Adjunta Marinalva

Cruz, esteve presente, representando a Prefeitura da Cidade de São Paulo.

O primeiro painel teve como tema a Inovação para Inclusão: Conectando Mentes e Criando Cidades Futuras, e o segundo falou sobre Acessibilidade Digital:

estratégias para inclusão de deficiência nas plataformas de governança eletrônica.
O evento reuniu líderes nas áreas de Desenvolvimento Sustentável, Planejamento Urbano, Tecnologia, Acessibilidade e Direitos Humanos para identificar as

melhores práticas e formular recomendações de políticas tangíveis para uma estrutura coordenada que ilustre o engajamento efetivo de pessoas com deficiência

e idosos em todos os aspectos de sua vida, trazendo novas oportunidades através de um planejamento urbano inclusivo e da acessibilidade digital.

A Secretária Marinalva Cruz, agradeceu o convite em nome do Secretário Cid Torquato e do Prefeito Bruno Covas, e contou sobre as realizações na cidade

de São Paulo e do empenho da gestão relacionado ao tema ‘Direitos das Pessoas com Deficiência’. Falou do Programa Cultura Inclusiva, uma parceria entre

as Secretarias da Cultura e da Pessoa com Deficiência, que tem como objetivo promover acessibilidade comunicacional em teatros, shows, espetáculos em equipamentos

municipais de cultura, oferecendo, além de acessibilidade arquitetônica, recursos de Libras e audiodescrição para munícipes com deficiência.

Falou ainda, sobre empregabilidade, os programas voltados à pessoa com deficiência, e expôs o Programa de Estagiários da Prefeitura, que tem dado certo

e virou referência para empresas da iniciativa privada. Marinalva também apresentou a recente conquista da Prefeitura da cidade de São Paulo, que foi a

primeira do país a receber o Selo de Acessibilidade Digital, a certificação de acessibilidade em seus sites. Destacou a preocupação da atual gestão, em

garantir a acessibilidade, não só arquitetônica, mas digital, comunicacional e atitudinal.

“A cidade de São Paulo tem vários desafios e entendido que a acessibilidade é crucial. Sem ela, não há o direito das pessoas com deficiência, e para que

acessem os seus direitos, elas precisam sair de casa, e pra isso, precisam de transporte, saúde, cultura e educação com acessibilidade. Várias ações estão

sendo desenvolvidas, na cidade, e em todas essas áreas. Sabemos que essa iniciativa da Prefeitura, em acessibilizar todos os seus sites, além de tornar

suas redes sociais totalmente inclusivas, vai estimular outros governos, órgãos públicos e empresas privadas a garantirem a igualdade de oportunidade,

utilizando como ferramenta as inovações digitais, e parcerias entre o setor privado e público. Esperamos também, que a nossa cidade sirva de exemplo aqui,

nesta Conferência”, declarou.

A Central de Intermediação em Libras (CIL) foi apresentada durante o evento, como uma grande conquista para a cidade de São Paulo. A CIL, administrada

pela Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência (SMPED), é um serviço de intermediação Português/Libras, por meio de vídeo chamada, que permite a comunicação

entre pessoas com deficiência auditiva e servidores públicos. Com a instalação do sistema, os equipamentos municipais atendem o público surdo e com deficiência

auditiva com interpretação em tempo real.

Sobre a World Enabled

É uma organização educacional sem fins lucrativos que promove os direitos e a dignidade das pessoas com deficiência. Seu trabalho de campo e iniciativas

de pesquisa promove, uma abordagem inclusiva de direitos humanos e civis aos programas e políticas de deficiência. Com parceiros internacionais, trabalham

para construir sociedades inclusivas, nas quais as pessoas com deficiências possam desenvolver seus talentos, habilidades e habilidades e atingir todo

o seu potencial. Acesse:
http://worldenabled.org/

mais de trinta pessoas reunidas em uma das salas da ONU, ao redor de uma mesa.

Na ONU, em uma das salas, atrás de uma mesa, a secretária adjunta da SMPED, Marinalva Cruz.

Por Ciça Cordeiro (Coodenadora de Comunicação da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência)
fonte s m p e d

terça-feira, 11 de junho de 2019

Harvard é sempre referência. E não seria diferente com acessibilidade digital

Confira o texto de Monique Sampaio sobre acessibilidade nas universidades e faça o download do eBook exclusivo sobre o tema
Foto da fachada da Biblioteca Memorial Harry Elkins Widener, no campus da universidade de Harvard, ao anoitecer
Confira o texto de Monique Sampaio para o
blog da HandTalk Site externo,
sobre a adoção de Harvard às normas de acessibilidade do W3C:

Atualmente, falar de instituições de ensino acessíveis, quer dizer também falar do mundo virtual: boa parte das informações, divulgação de notas, renovações

nas bibliotecas, e várias outras atividades de uma escola ou faculdade têm sido realizadas por meio de seus sites oficiais. Por isso, é tão importante

que eles estejam acessíveis. Afinal, todos devem conseguir obter essas informações igualmente, não é mesmo?

Para você se inspirar e conhecer um ótimo exemplo, vamos falar sobre uma das melhores e mais bem conceituadas universidades do mundo, a Harvard. A atitude

tomada pela administração da instituição com relação à acessibilidade digital é realmente interessante para você conhecer e se guiar!

Os sites da Harvard sempre seguiram alguns dos mais básicos padrões de acessibilidade, como a presença de legendas nos vídeos institucionais, código adequado

para a navegação por meio de leitores de tela, e textos alternativos para as imagens.

Mas agora, a universidade decidiu ir além e adequar todos os seus sites e domínios eletrônicos aos padrões mais elevados e recentes de acessibilidade,

que estão presentes no
documento WCAG 2.1 Site externo.
Além disso, a instituição decidiu fornecer um treinamento interno para todo o seu time de tecnologia da informação aprender sobre as melhores práticas

de acessibilidade. E para avaliar tudo isso, foi criado um comitê, que irá assegurar a manutenção dessas novas políticas através de análises periódicas.


O porta-voz da instituição, John Silvanus Wilson, disse que “trazer melhorias para a acessibilidade digital significa garantir que todos os alunos tenham

acesso aos recursos administrativos e acadêmicos da faculdade”. Exemplos como esse são muito importantes, tendo em vista que a falta de acessibilidade

na web é muito grande, e há falta de conhecimento a respeito do tema. Ver uma instituição de ensino referência como a Harvard levantando essa bandeira

só traz boas perspectivas para a difusão da acessibilidade digital!

E você, quer deixar a sua universidade mais acessível? Então confira
nosso Ebook Site externo
sobre o assunto.

Fonte:
Blog HandTalk Site externo

Capital já realizou mais de 34 mil atendimentos em dez edições do Mutirão nos Bairros

Programa agrega, semanalmente, os trabalhos das secretarias aos serviços de limpeza e conservação em pontos específicos da cidade
Lançado em abril pela Prefeitura de São Paulo, o programa Mutirão nos Bairros, coordenado pela Secretaria Especial de Relações Sociais, já realizou mais

de 34 mil atendimentos em dez edições realizadas nas subprefeituras de São Mateus, Santo Amaro, Guaianases, Campo Limpo, Parelheiros, Itaquera, Freguesia/Brasilândia,

Capela do Socorro, M’ Boi Mirim e Pirituba/Jaraguá.

Segundo a secretária especial de Relações Sociais, Fátima Marques, o mutirão é uma forma de apresentar os serviços da Prefeitura para população. “Muitas

vezes a população mais carente acaba desconhecendo os serviços municipais a que ela tem direito. Eles estão se apropriando disso. Temos percebido a participação

de mais pessoas a cada edição”, disse a secretária.

O programa concentra, semanalmente, diversos serviços da administração municipal em um ponto especifico da cidade. A ideia é levar os serviços da Prefeitura

para próximo da população que mais precisa em áreas vulneráveis da capital.

Durante os eventos, enquanto a Subprefeitura local executa os serviços de zeladoria (capinação, limpeza, tapa buraco, pintura de guia, remoção de entulho,

varrição, entre outros) na região e em seus entornos, a população tem acesso a diversos serviços públicos municipais e de instituições parceiras.

Quem está em busca de recolocação no mercado de trabalho, por exemplo, pode ser atendido por uma equipe do Centro de Apoio ao Trabalho e Empreendedorismo

(CATe) e ser encaminhado para um processo ser seletivo. Durante o atendimento da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Trabalho (SMDET) também

é possível emitir a carteira de trabalho.

Pessoas que vivem em situação de vulnerabilidade social recebem orientações sobre os programas sociais do Governo Federal como o Bolsa Família durante

o atendimento ofertado pela Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social (SMADS).

As mulheres também recebem uma atenção especial por meio da Coordenação de Políticas para Mulheres, da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania

(SMDHC) que divulga os trabalhos, oficinas e atendimentos realizados nos Centros de Cidadania da Mulher e Centros de Referência da Mulher.

As ações também contam com a oferta de serviços das secretarias municipais das Subprefeituras, Pessoa com Deficiência, Habitação, Saúde, Inovação e Tecnologia,

Cultura, além de outros parceiros como a SABESP e COHAB.

Segundo a secretária Fátima Marques, o programa deve ganhar novos parceiros para as próximas edições. “Estamos articulando novos parceiros para incorporar

mais serviços nas edições do mutirão a partir do segundo semestre. Também é importante valorizar o trabalho dos subprefeitos na articulação dessas parcerias”,

finaliza.

Por Secretaria Especial de Comunicação

Projeto Rumos promove o ensino de música para pessoas surdas

por Marina Lahr

Qual é o som do silêncio? A música possui o poder de impactar mesmo aqueles que não conseguem ouvi-la? É possível incluir surdos e deficientes auditivos

no ensino dessa arte? Como democratizar de forma efetiva a cultura? Para Irton Mario Canalli Silva, músico-educador de 46 anos, todas essas questões podem

ser respondidas com uma simples mas expressiva frase:

Bloco de citação
“Os limites existem nos ouvidos de quem ouve, não nas mãos de quem toca”.
Fim do bloco de citação

Mais conhecido pela designação Ras Batman Alagbê, o pedagogo – natural de Recife (PE) – é responsável pela criação e pela disseminação de uma metodologia

de ensino musical capaz de transformar a música em uma linguagem ainda mais universal. O método MusiLibras, desenvolvido por Mestre Batman após anos de

pesquisa e interesse por essa temática, reúne uma série de práticas sonoras e corporais que auxiliam pessoas surdas ou com deficiência auditiva a experimentar

profundamente a musicalidade. Seus estudos resultaram na formação do Batuqueiros do Silêncio, grupo composto de músicos surdos que tocam percussão. O conjunto

segue a metodologia do músico-educador e foca as sensações que a música proporciona através do metrônomo visual – equipamento desenvolvido pelo próprio

Batman e que utiliza um sequenciador eletrônico e uma combinação de lâmpadas para transmitir cores, em uma descrição visual das frases rítmicas das melodias.


A partir de experiências em diversas oficinas e festivais de sua cidade natal, Mestre Batman decidiu expandir o ensino MusiLibras e levar seus batuqueiros

e sua iniciativa para outras regiões do Brasil, disseminando com maior intensidade essa importante ferramenta de comunicação e expressão. Foi assim que

surgiu, em 2017, a ideia de promover a Caravana MusiLibras. A iniciativa, contemplada pelo edital 2017-2018 do Rumos Itaú Cultural, envolve ações e atividades

musicopedagógicas com crianças e jovens surdos em todos os níveis de surdez, que vão poder vivenciar a construção de frases e ditados rítmicos em diversas

cidades do país.

A caravana, segundo Mestre Batman, é um caminho viável para expandir a missão de realizar uma investigação musical com a comunidade surda brasileira. Na

entrevista a seguir, além de compartilhar detalhes do projeto, o músico fala sobre o seu percurso e o seu trabalho.

Início do grupo Irton Mario Canalli Silva, o Mestre Batman, criador da metodologia MusiLibras | foto: Ivson Miranda
Irton Mario Canalli Silva, o Mestre Batman, criador da metodologia MusiLibras | foto: Ivson Miranda
Fim do grupo

A metodologia MusiLibras foi desenvolvida por você há alguns anos, e diversas oficinas pedagógicas já foram realizadas em Recife e região. Como surgiu

a ideia dessa iniciativa e qual é a motivação da caravana?
A minha inspiração veio através de um filme chamado O Resto É Silêncio, de Paulo Halm (2008). A produção mostra a curiosidade que a pessoa surda tem em

relação às sensações que a música provoca. No passado, eu já havia realizado alguns trabalhos de inclusão com cegos e pessoas em tratamento psiquiátrico,

sempre utilizando a música. A partir desse curta-metragem, percebi que eu também poderia explorar a curiosidade que alguns surdos têm em relação às impressões

musicais para nós, ouvintes. Depois de viajar por muitas cidades do Brasil, decidi que era hora de amplificar essa oportunidade, levando para mais crianças

e jovens surdos essa experiência musical que ultrapassa os limites do som. Foi assim que surgiu a ideia da Caravana MusiLibras e do projeto [para o] Rumos.


Como funciona, em essência, a metodologia MusiLibras?
O método é, basicamente, uma dinâmica de percepção corporal, uma espécie de alfabetização musical visual. Nas oficinas de aprendizado, iniciamos as atividades

apresentando um panorama de como foi o primeiro contato dos seres humanos com as sonoridades que a natureza propicia. Em seguida, introduzimos o alfabeto

MusiLibras de sinais visuais, a fim de que os participantes possam identificar as figuras de tempo musical e entender como funciona a altura das notas

musicais – para, assim, criar melodias musicais. Após essa etapa, visitamos os estudos de Platão e Pitágoras, que apontam as relações entre a matemática

e tudo o que está ao nosso redor, aproveitando para mostrar a junção de vários sons e sua importância para a harmonia na música. Finalizamos esse primeiro

momento falando do terceiro e principal elemento que compõe a música: o ritmo. Depois disso têm início as atividades práticas de percussão corporal, seguidas

por exercícios de percepção e técnica de conjunto utilizando o metrônomo visual – tecnologia assistiva na educação musical brasileira desenvolvida por

mim e que facilita a compreensão de frases rítmicas construídas com lâmpadas de cores e tamanhos variados.

O grupo formado por você, Batuqueiros do Silêncio, possui grande relevância por possibilitar a inclusão de músicos surdos. Qual é a história dele e o que

você teve em mente ao escolher esse nome para o conjunto?
Quando se escuta ou se lê esse nome, Batuqueiros do Silêncio, acredito que acontece uma pequena confusão na mente das pessoas, pois é um paradoxo. Foi

exatamente por isso que pensei nesse nome para o grupo, que surgiu das oficinas de sensibilização musical que comecei a realizar em Recife no ano de 2009,

com o nome inicial de projeto Som da Pele. Por causa dos exercícios de percussão corporal e prevendo que o grupo iria crescer com a sequência de workshops

que eu pretendia realizar, escrevi um projeto para a Fundação Palmares, que havia aberto naquele ano o edital Ideias Criativas para o 20 de Novembro. Então,

escolhi o título Batuqueiros do Silêncio – um Baque de Nação Promovendo a Inclusão, e assim permanecemos. É interessante dizer, além disso, que em Recife

todo grupo, para ser reconhecido oficialmente, precisa batucar no Carnaval. Por isso criamos também o bloco Batuqueiros do Silêncio e, desde então, estamos

nas ruas de Recife e Olinda durante o Carnaval e nos palcos de todo o país, desde os mais simples até o Maracanã – onde pudemos tocar no encerramento dos

Jogos Paraolímpicos Rio 2016.

Início do grupo O grupo Batuqueiros do Silêncio durante apresentação | foto: Ivson Miranda
O grupo Batuqueiros do Silêncio durante apresentação | foto: Ivson Miranda
Fim do grupo

Na Caravana MusiLibras, você propõe o ensino voltado para crianças e jovens surdos ou com deficiência auditiva. Qual é a importância de promover esse ensino

logo nos primeiros anos?
Nas várias oficinas e cursos de música que realizamos em diversas cidades do país, percebemos uma resistência maior por parte dos surdos adultos, que possivelmente

já foram subestimados por alguns ouvintes durante a vida – fator que pode ter ocasionado um distanciamento do chamado "universo do ouvinte". Queremos apresentar

a possibilidade da prática musical vivenciada a surdos mais jovens na intenção de minimizar os impactos desse distanciamento que existe entre a comunidade

surda e a comunidade ouvinte, pois, afinal, todos nascem com musicalidade. Nosso trabalho objetiva diminuir um eventual preconceito da comunidade surda

em relação à música e mostrar que a prática musical pode trazer muitos benefícios para os surdos, tanto no campo cognitivo – trabalhando a memória, a atenção,

a coordenação motora, a percepção – quanto no fomento à criatividade das pessoas surdas. O projeto é um dos caminhos que enxergo para externalizar toda

essa potencialidade artística que ainda é pouco reconhecida.

De que forma o projeto pode contribuir para transformar a concepção de que somente os ouvintes são capazes de aprender e apreciar música?
Infelizmente muitas pessoas ainda não perceberam que as diferenças existem para nos aproximar em vez de segregar. Muitos ainda insistem em só enxergar

as limitações do outro, e não suas potencialidades. Há muita gente também que não está preparada para conviver com o novo, com o desconhecido, com o que

está fora do lugar-comum. Por isso, acredito que minha proposta de despertar a sonoridade surda e de fazer música com pessoas surdas pode causar certo

choque, um despertar. Com a MusiLibras eu busco mostrar que todos nós nascemos com musicalidade e que o som, antes de soar, vibra. E essa vibração pode

ser sentida tanto por ouvintes quanto por pessoas surdas ou com deficiência auditiva, que vivem em um universo no qual tudo é visual. A intenção é demonstrar

à comunidade surda – e também à ouvinte – que a música é um idioma universal e que todos podem, e devem, se comunicar e se expressar através dela. Acredito

que a Caravana MusiLibras vai deixar muitas sementes de inclusão em todas as cidades por onde passarmos. Tenho certeza de que vamos encontrar aqueles que,

assim como nós, enxergam um mundo mais equilibrado e menos diferente, apesar dos inúmeros retrocessos que estamos vivendo atualmente.