terça-feira, 17 de outubro de 2017

Inclusão social em duas rodas

Ciclistas com deficiência visual mostram que com força de vontade e muita determinação é possível pedalar
ACidadeON/Ribeirao
Gabriel Pereira
Ajudados por guias, deficientes visuais participam de passeio ciclístico organizado pela Adevirp no Parque Maurílio Biagi; veja mais fotos na galeria (foto:

Sergio Masson / Especial)

Pode parecer incompreensível para alguns, mas a paixão pelo esporte é um sentimento tão forte e poderoso que tem o poder de fazer as pessoas superarem

as dificuldades que aparecem na vida.

O caso da farmacêutica Luciane Tomasella, 46, é um bom exemplo de perseverança. Deficiente visual há cerca de cinco anos, ela define a importância do passeio

ciclístico “Guias do Pedal”, organizado por um grupo de atletas, em parceria com a Adevirp (Associação dos Deficientes Visuais de Ribeirão Preto).

“Venho perdendo minha capacidade de enxergar desde 2012, no entanto, há dois anos, quando as coisas pioraram e tive que ficar mais em casa, resolvi procurar

a Adevirp para poder me readaptar a essa nova realidade, conheci a iniciativa e, como sempre pratiquei atividade física, me interessei pelo projeto, que

vem sendo meu único exercício corporal nesse período, já que ainda sou muito dependente dos outros no decorrer do meu cotidiano”, conta.

Para Luciane, entretanto, o evento é muito mais do que só um passeio de bicicleta, é uma lição de muitas outras coisas.

“A gente aprende muito, principalmente sobre acreditar em si mesmo e no outro. Querendo ou não, naquela hora, a gente está nas mãos de quem, na maioria

das vezes, não conhecemos, se torna uma aula de auto-confiança e de confiança no outro, sem deixar de ser também uma maneira de mostrar à sociedade que

conseguimos fazer atividades normais, igual a todo mundo, sem sermos vistos com espanto ou nada do tipo. Por isso, acredito que isso deve ser divulgado

quantas vezes for possível”, diz.

Como participar

Realizado desde 2014 e aberto a qualquer deficiente visual que queira participar, o passeio ciclístico mensal é carregado de bons sentimentos e sensações

também para os guias. Quem garante é Lindiberg Yosetake, 34, que exerce a função há dois anos “O ‘Guias do Pedal´ fez a gente aprender muito a valorizar

a vida, entendendo que, no fundo, todos somos iguais”, afirma Yosetake.
fonte cbn noticias ribeirão preto

Tecnologia, reabilitação, saúde e comunicação: eventos simultâneos sobre inclusão de pessoas com deficiência

Plaza, na Alameda Campinas, 150. Realização da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, a série de palestras, fóruns,

seminários e encontros simultâneos visa reunir especialistas, profissionais, instituições de ensino e pesquisa, agências de fomento, organizações civis

e governamentais e interessados em geral para troca de informações e debate sobre desafios e soluções voltados ao segmento das pessoas com deficiência.


banner: reserve na sua agenda.

Confira a grade de programação dos eventos que acontecem de 06 a 09 de novembro de 2017:

06 de novembro: “I Seminário do Governo do Estado de São Paulo sobre as Pessoas com Deficiência Intelectual e Transtorno do Espectro Autista”
06 de novembro: “Mesa Redonda - Estudos sobre a Deficiência”
07 de novembro: “9º Encontro de Tecnologia e Inovação para Pessoas com Deficiência”.
09 de novembro: “VI Encontro de Gestores de Comunicação do Estado de São Paulo”
09 de novembro: “IV Fórum Gestores Municipais da Área das Pessoas com Deficiência”.

Leia abaixo o resumo de cada evento (Inscrições abertas – Vagas Limitadas).

I SEMINÁRIO DO GOVERNO DO ESTADO DE SÃO PAULO SOBRE AS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA INTELECTUAL E TRANSTORNO DO ESPECTRO AUTISTA

Banner do PEAPDI - Programa Estadual de Atendimento à Pessoa com Deficiência Intelectual

Com o objetivo de apresentar e debater temas pouco convencionais sobre pessoas com deficiência intelectual e Transtorno do Espectro Autista, como envelhecimento,

direitos, educação e trabalho, a Comissão de Acompanhamento do Programa Estadual de Atendimento à Pessoa com Deficiência Intelectual: São Paulo pela Igualdade

de Direitos (PEAPDI) promoverá, em 06 de novembro, o “I Seminário do Governo do Estado de São Paulo sobre as Pessoas com Deficiência Intelectual e Transtorno

do Espectro Autista”. O objetivo é reunir especialistas da área da saúde, educação, trabalho, cultura e envelhecimento para desvendar mitos e derrubar

barreiras provocadas principalmente pela desinformação sobre pessoas com restrição cognitiva ou comportamental.

Com o tema “Educação, Saúde, Envelhecimento e Trabalho: Protagonismo e Inclusão Social”, o seminário acontecerá das 9h30 às 17h30. A palestra de abertura

será “TEA – Desvendando o Autismo e Derrubando Barreiras da Desinformação”, com a médica psiquiatra, Gabriela Viegas Stump, com especialização em infância

e adolescência e responsável pela supervisão dos residentes no ambulatório do Protea (ambulatório de autismo) do Instituto de Psiquiatria do Hospital das

Clínicas da Faculdade de Medicina da USP.

“Educação: O Acesso à Escola como um Direito de Todos” será o painel exposto por Glenda Aref Salamah de Mello Araújo, Mestra em Psicologia, com especialização

em Psicologia Clínica, Educação Especial Geral, Deficiência Intelectual e Autismo. No início da tarde, uma apresentação artística antecederá o painel “Cultura:

Acessibilidade Abrindo os Caminhos para a Inclusão Cultural”, por Silvana Gimenes e Efrén Colombani, da Assessoria de Cultura para Gêneros e Etnias, da

Secretaria Estadual da Cultura.

Ao longo da tarde, temas de relevância, intermediados por debate: “Envelhecer com respeito, dignidade e qualidade de vida”, será o painel de Maria Regina
de
Campos Leondarides, Coordenadora do Grupo de Estudos sobre Envelhecimento Precoce das Pessoas com Deficiência Intelectual e mãe de filha adulta com síndrome

de Down; “Trabalho – Espaço de Produção e Autonomia”; e “Informação como Aliada na Conquista da Saúde Plena”, exposto por Lígia Maria Carvalho de Azevedo

Soares, Coordenadora Estadual da Área Técnica Saúde da Pessoa com Deficiência da Secretaria Estadual da Saúde. Será possível também acompanhar exposição

de cases e da APAE SÃO PAULO. Inscrições e programação completa:
http://peapdi.sedpcd.sp.gov.br

MESA REDONDA “ESTUDOS SOBRE A DEFICIÊNCIA”

Banner: Mesa Redonda Estudos sobre a Deficiência

Desde 2013, o Memorial da Inclusão, ação da Secretaria, procura incentivar, fomentar trabalhos, realizar debates e encontros entre especialistas e simpatizantes

do tema a fim de agregar esforços para a construção de uma sociedade mais inclusiva.

Neste ano, serão duas Mesas Redondas com temas distintos, “Ação Educativa no Memorial” e “Deficiência e arte - além da experiência estética”, ambas acontecerão
dia
06 de novembro, das 9h30 às 17h30.

A mesa-redonda Ação Educativa no Memorial: O Projeto Cinco anos do Memorial da Inclusão pelos direitos das pessoas com deficiência apresentará, pela manhã,

como essa ação educativa trabalhou e desenvolveu a socialização e a conscientização acerca do Movimento Internacional de Inclusão das Pessoas com Deficiência,

temática do Memorial da Inclusão para o público infanto-juvenil. Sob comando do palestrante Márcio Bustamante da Costa, Gestor do Projeto, contará também

com o Educador Intérprete de Libras e Libras Táteis, Hélio Fonseca, e a Educadora Desirée Casale, como Mediadora.

Objetiva discutir o caráter teórico-metodológico, os desdobramentos, as potencialidades e os desafios percorridos durante o processo de materialização

do projeto. Propõe contribuir para novas práticas nas áreas do educativo, mediação, visitas participativas e acessibilidade, bem como permear um momento

de trocas entre profissionais da área, pesquisadores e estudantes.

A segunda mesa “Deficiência e arte, além da experiência estética” discutirá os caminhos percorridos por quem realiza e quem produz arte acessível. De que

forma potencializar e estimular espaços de encontro e de produção artística que possibilitem a troca entre pessoas com e sem deficiência? Como viabilizar

as melhores políticas públicas voltadas ao incremento da produção nessa área? Quais os desafios e potencialidades para além das segmentações de modo a

constituir um campo de fruição radicalmente universal e fundamentado na diversidade humana.

É necessário fazer inscrição para ambas as Mesas, pelo link:
http://www.memorialdainclusao.sp.gov.br/estudossobredeficiencia/paginas/inscricoes.php

9º ENCONTRO DE TECNOLOGIA E INOVAÇÃO PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA

Banner do 9º Encontro de Tecnologia e Inovação

Com o tema “Da ideia ao produto: caminhos para chegar ao mercado”, o 9º Encontro de Tecnologia e Inovação para Pessoas com Deficiência acontece em 07 de

novembro, das 9h às 18h, e reunirá instituições de ensino e pesquisa, agências de fomento, empresas já consolidadas, startups e consultores para debater

as principais dificuldades e apresentar atalhos para que projetos de tecnologia assistiva advindas de pesquisas realizadas em instituições de ensino e

pesquisa do país obtenham financiamento e se tornem produtos.

Serão discutidos temas essenciais para o mundo da pesquisa e da tecnologia assistiva. “O que temos? O que nos falta” – Um olhar sobre a pesquisa e inovação

em Tecnologia Assistiva, será o primeiro debate. A ideia é discutir a evolução da pesquisa e do mercado de Tecnologia Assistiva no Estado de São Paulo

e no Brasil, com participação de empresas do setor, representantes de instituições de pesquisa e agências de fomento.

Outra discussão será “Recursos à espera de bons projetos“. Segredos para um bom projeto e sucesso junto às agências de fomento à pesquisa em Tecnologia

Assistiva. O destaque desse tópico fica por conta de representantes de agências de fomento que apresentarão a participação dos projetos de Tecnologia Assistiva

em suas linhas de auxílio/financiamento, bem como sobre os principais problemas encontrados nos projetos reprovados e conselhos para uma boa aplicação.


O período da tarde será aberto com o painel “Shark Tank”, com apresentação de três a quatro projetos de Tecnologia Assistiva, pré-selecionados, para uma

mesa composta por experts na área, empresas de tecnologia, consultores e agências de fomento, que os avaliarão e farão considerações e críticas no sentido

de auxiliar os “inventores” a aprimorar seus projetos, enxergando-os como potenciais produtos para o mercado.

No final da tarde, serão apresentados alguns casos de pesquisas em instituições que se tornaram produtos no mercado. As inscrições devem ser feitas no

site
http://encontro.sedpcd.sp.gov.br/paginas/inscricoes.php

VI ENCONTRO DE GESTORES DE COMUNICAÇÃO DO ESTADO DE SÃO PAULO

Banner do Encontro Estadual de Gestores de Comunicação

A programação do VI Encontro de Gestores de Comunicação do Estado de São Paulo, em 09 de novembro, das 9h30 às 12h30, com o tema central “Comunicação Inclusiva

na Era Digital”. Contará com profissionais e especialistas renomados atuantes na área da inclusão de pessoas com deficiência e também da Comunicação. Serão

apresentadas formas de fazer com que a rede conecte cada vez mais as pessoas, derrubando as barreiras digitais e atitudinais, para que as informações cheguem

a todos, pessoas com e sem deficiência.

A palestra de abertura será “Comunicação com os surdos – Oralização ou Libras?”, com Morgana Siqueira, surda oralizada e professora de Libras. O renomado

especialista Romeu Kasumi Sassaki, consultor e escritor sobre inclusão de pessoas com deficiência apresentará o painel “Terminologia Acessível na Era da

Inclusão”. O Repórter do blog Vencer Limites, do portal Estadão, Luiz Alexandre Ventura, traz informações sobre “Comunicação Inclusiva na Mídia Digital

- Acessibilidade, Inclusão e Cidadania”; e a jornalista e gestora de Comunicação Institucional da Secretaria, Maria Isabel da Silva, com o painel “A Comunicação

Digital e a Lei Brasileira de Inclusão”.

As inscrições, gratuitas, para o Encontro de Gestores de Comunicação ficam abertas até 25 de outubro:
http://egecom.sedpcd.sp.gov.br

IV FÓRUM GESTORES MUNICIPAIS DA ÁREA DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA

Banner do Fórum Estadual de Gestores Municipais da Área da Pessoa com Deficiência

O Fórum acontece dia 09 de novembro, das 9h às 17h, e trata de um momento de aprendizagem e troca de experiências para todos que têm a responsabilidade

institucional de atuar na causa da pessoa com deficiência.

O evento aborda temas como “O que é Política Pública?”; “Atuação em Rede e Consórcios Intermunicipais”; “Como captar recursos públicos e privados, editais

e parcerias”; e, ainda, “O servidor público com deficiência nos municípios – importância da valorização e impacto de sua participação no desenvolvimento

de políticas públicas inclusivas”.

As inscrições ficam abertas até 27 de outubro e devem ser enviadas para o e-mail
rlanda@sedpcd.sp.gov.br
ou pelos telefones (11) 5212.3719 / 3736.

SERVIÇO

I Seminário do Governo do Estado de São Paulo sobre as Pessoas com Deficiência Intelectual e Transtorno do Espectro Autista
http://peapdi.sedpcd.sp.gov.br

Mesa Redonda “Estudos sobre a Deficiência”
http://www.memorialdainclusao.sp.gov.br/estudossobredeficiencia/paginas/inscricoes.php

9º Encontro de Tecnologia e Inovação para Pessoas com Deficiência
http://encontro.sedpcd.sp.gov.br/paginas/inscricoes.php

VI Encontro de Gestores de Comunicação do Estado de São Paulo
http://egecom.sedpcd.sp.gov.br

IV Fórum Gestores Municipais da Área das Pessoas com Deficiência
E-mail:
rlanda@sedpcd.sp.gov.br
- Telefones: (11) 5212.3719 / 3736

Realização: Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo
Data: 06 A 09 DE NOVEMBRO DE 2017
Local: Hotel Maksoud Plaza, Alameda Campinas, 150, bairro Bela Vista, capital paulista

fonte secretaria dos direitos da pessoa com deficiencia

Quase 80 mil trabalhadores com deficiência auditiva têm carteira assinada

Segundo a Relação Anual de Informações Sociais (Rais) 2015, há cerca 79.389 pessoas com algum nível de surdez no mercado de trabalho, nas mais diversas

profissões. Eles representam 22,28% do total de 356.345 mil Pessoas com Deficiência (PcDs) trabalhadoras no País.

De acordo com a auditora fiscal do Ministério do Trabalho, Fernanda Maria Pessoa Di Cavalcanti, responsável Nacional pelo Projeto de Inserção de Pessoas

com Deficiência no Mercado de Trabalho, a surdez é a segunda deficiência com maior nível de empregabilidade no mercado formal.

Entre as profissões mais agregadoras do público surdo estão auxiliar de escritório, com 6.898 trabalhadores; seguida por alimentador de linha de produção

(5.341); assistente administrativo (4.205); faxineiro (3.815); repositor de mercadoria (2.473); almoxarife (1.878); trabalhador de serviços de limpeza

e conservação de áreas públicas (1.314); e operador de máquinas fixas em geral (872).

Em outras profissões, o número de surdos é um pouco menor: atuando como engenheiros aeronáuticos são 39 pessoas nessa atividade; advogados, 55; engenheiros

agrônomos, 72; cirurgiões dentistas, 21.

“Todos os trabalhadores com alguma deficiência enfrentaram as várias barreiras físicas e invisíveis do preconceito e da discriminação, para sonharem mais

alto. As empresas e os órgãos públicos devem estar preparados para receber essas pessoas porque são obrigadas por lei. A Lei da Inclusão da Pessoa com

Deficiência nº 13.146/2015 prevê que gestores públicos federal, estaduais e municipais são obrigados a oferecer acessibilidade, sob pena de responderem

por crime de responsabilidade”, ressalta a auditora.

O Ministério do Trabalho fomenta ações para que haja essa conscientização nos ambientes corporativo e governamental. Contudo, a empresa que não cumprir

a legislação é autuada, e a multa varia de R$ 2.281,05 a R$ 284.402,57, a depender do tamanho do estabelecimento e das vagas não preenchidas.

Fernanda Di Cavalcanti frisa, ainda, que a falta de adaptações necessárias na empresa e de tecnologias assistivas para que o trabalhador exerça sem dificuldades

as suas funções é caracterizada como discriminação contra as PcDs e, neste caso, a multa é mais pesada: 10 vezes o valor do maior salário pago pelo empregador,

acrescido em 50% em caso de reincidência. Com informações do Portal Brasil.

Fonte:
Brasil ao Minuto Site externo

STF suspende lei de SC que obriga presença de 2º professor em sala com deficientes

Decisão é liminar. Tribunal entendeu que lei não poderia ter sido proposta pelo poder legislativo.
Por G1 SC
Ministro entendeu que houve vício de origem na lei (Foto: Prefeitura Municipal de São Miguel do Oeste/Divulgação)
O Supremo Tribunal Federal (STF) concedeu liminar que suspendeu a
lei estadual catarinense número 17.143/2017,
que obriga a presença de um segundo professor nas salas de aula das escolas de educação básica da rede pública do estado quando houver alunos com diagnóstico

de deficiências ou transtornos.

O ministro Alexandre de Moraes entendeu que a norma não poderia ter sido proposta pelo poder legislativo. A decisão é de terça (3) e foi divulgada nesta

quarta-feira (4) pelo STF. Posteriormente, a questão será avaliada pelo plenário do tribunal. O G1 não conseguiu contato com a Assembleia Legislativa de

Santa Catarina até a publicação desta notícia.

Decisão

Para o ministro, a área de abrangência da lei é privativa do chefe do poder executivo. “A jurisprudência da corte registra que a iniciativa privativa do

chefe do poder executivo, estabelecida no artigo 61, parágrafo 1º, inciso II, alínea ‘c’, da constituição federal, veda que os demais legitimados para

o processo legislativo proponham leis que disponham sobre servidores públicos, seu regime jurídico, provimento de cargos, estabilidade e aposentadoria”,

disse Alexandre de Moraes.

Ele afirmou ainda que foi "louvável propósito de tutela" em favor de alunos com deficiência, porém a lei não poderia ser de iniciativa parlamentar. Para

o ministro, está presente a urgência para a liminar, pois a norma obriga o estado catarinense a tomar medidas administrativas com despesa de recursos públicos.

Neste caso, a liminar suspende os efeitos da lei até que ela seja julgada no plenário do STF.

No processo, conforme o tribunal, o governo catarinense argumentou que a norma está em desacordo com as atuais diretrizes de funcionamento dos serviços

especializados em educação especial. Além disso, a lei implica um aumento não previsto de despesas no orçamento. Somente o atendimento de alunos com transtorno

do défict de atenção com hiperatividade demanda a contrataçã fonte g1

Responsáveis por pessoas com deficiência querem laudo médico gratuito

O documento é utilizado para concessão de isenção de impostos para aquisição de veículos adaptados
O Governo de São Paulo sancionou uma lei que estende o benefício pela isenção do Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) e ICMS a responsáveis

e tutores de pessoas com deficiência. Porém, para isso, é necessário um laudo, que só é feito por clínicas credenciadas.

O laudo é exigido para concessão da isenção do veículo utilizado pelo transporte da pessoa com deficiência, mesmo se guiado pelo responsável ou tutor.

Enquadram-se nas regras pessoas com deficiência física, visual, mental severa ou profunda, e portadores de Transtorno do Espectro Autista.

O documento para os responsáveis pela pessoa com deficiência custa até R$ 600, o que preocupa os beneficiários. Tanto que um grupo solicitou à Prefeitura

de Ribeirão Preto que os exames para emissão do laudo sejam realizados pelo sistema público de saúde do município.

A advogada Samira Marquezin, da comissão dos Direitos das Pessoas com Deficiência, da seção da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de Ribeirão Preto, conta

que um grupo de pais já solicitou ao município que seja possível conseguir o laudo pelo sistema público, por considerá-lo muito caro.

A Secretária da Saúde informa que ficou de analisar o pedido junto à Secretaria de Negócios Jurídicos. Isso porque a pasta esclarece a obrigatoriedade

da realização dos referidos laudos por parte do sistema público.

No Estado de São Paulo, os laudos eram elaborados pelo Departamento Estadual de Trânsito (Detran.SP). Porém, em consequência de alterações internas, a

atividade foi direcionada para as clínicas credenciadas pelo órgão.

Fonte:
Revide Site externo

segunda-feira, 16 de outubro de 2017

Recife terá 1º cinema acessível a deficientes sensoriais do Brasil

O Cinema da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj), no Recife, será o primeiro do Brasil a exibir filmes nacionais destinados às pessoas com deficiências sensoriais.

A partir de outubro, o local exibirá, quinzenalmente, produções com três modalidades de acessibilidade comunicacional. O projeto de cinema acessível foi

chamado de 'Alumiar' e lançado pelo Ministro da Educação, Mendonça Filho, com a assinatura do Termo de Cooperação entre a TV Escola/MEC e a Fundação Joaquim

Nabuco.

Os filmes serão exibidos com audiodescrição, para pessoas cegas ou com baixa visão; língua brasileira de sinais (Libras), para pessoas surdas; e legendas,

para surdos e ensurdecidos. Com o objetivo de tornar 20 longas-metragens brasileiros acessíveis em um ano, o projeto também é destinado a estudantes, profissionais

e pesquisadores da área da acessibilidade, produtores de audiovisual, estudantes de artes visuais e o público em geral. Após a exibição no Cinema da Fundação,

os longas serão transmitidos na TV Escola, do Ministério da Educação, e na WEBTV INES, que é a primeira TV bilíngue brasileira.

No ano passado, a Agência Nacional do Cinema (Ancine) determinou que as salas de cinema brasileiras se tornem acessíveis às pessoas com deficiência. Além

da adaptação física, como rampas de acesso às salas, espaços reservados para cadeirantes poltronas mais largas para pessoas de sobrepeso e banheiros adaptados,

é preciso a implementação das tecnologias assistivas da acessibilidade comunicacional. O prazo determinado para implantação da acessibilidade é até novembro

de 2017.

Por TV Jornal

EBC

Vagas para deficientes e idosos estão sendo ocupadas irregularmente em Volta Redonda

Das 1.500 dos rotativos, 110 são destinadas a idosos e deficientes, segundo a Secretaria de Transporte e Mobilidade Urbana.
Por RJTV
Idosos e deficientes que moram em Volta Redonda, no Sul do Rio de Janeiro, reclamam dos motoristas que ocupam vagas de estacionamentos especiais sem ter

esse direito. Das 1.500 vagas nos rotativos, 110 são destinadas a eles, segundo a Secretaria de Transporte e Mobilidade Urbana. O problema é o desrespeito

dos motoristas que estacionam nas vagas demarcadas, principalmente nos horários de pico.

As placas indicam que os espaços estão reservados. E é com um documento que a pessoa comprova que está apta a estacionar ali. A vaga especial é um direito

garantido por lei. O Conselho Nacional de Trânsito determina que 5% das vagas do estacionamento regulamentado sejam destinados aos idosos e 2% a pessoas

com deficiência física. Muita gente sabe disso e mesmo assim não respeita.

“Toda hora [encontra a dificuldade no dia dia]. Não tem vaga nunca, todo mundo usa. Quando eu vim estacionar aqui tinha um moço bem novo. Aí ei disse ‘essa

vaga é minha’ e ele foi embora. Mas é difícil...”, contou o aposentado Clóvis Muniz.

“Estamos numa situação muito difícil aqui principalmente aqui no Centro. [Muitas vezes chego e a vaga tá ocupada] por outra pessoa que não tem o cartão

pra colocar”, disse Carlos D’Ávila, aposentado.

Não é difícil encontrar quem tente dar uma parada rapidinha, com o pisca alerta ligado. E aí as opções para quem tem direito ficam ainda mais reduzidas.


“Tem que rodar muito pra achar uma vaga, entendeu. Aí, o que acontece, fica rodando pra conseguir num outro lugar, não na faixa de deficiente. Eu tenho

os dois cartões e tem muitos que põem o carro, que não é deficiente na vaga de deficiente. A gente fala e ainda acha ruim com a gente”, contou Sebastião

Furtado do Valle, aposentado.

A Guarda Municipal de Volta Redonda informou que quando o veículo é flagrado estacionado em vagas especiais, é feita a remoção desse automóvel, conforme

prevê o Código de Trânsito Brasileiro. Ainda de acordo com a Guarda Municipal, também são realizadas orientações aos motoristas, porque alguns idosos e

deficientes físicos ainda não retiraram o cartão de identificação. A guarda disse ainda que de janeiro a junho aplicou 86 multas por estacionamento em

vagas destinadas aos deficientes e idosos.

Paraibano supera deficiência, desenvolve projeto e ganha prêmio em Brasília


da iniciativa que reconhece o trabalho realizado por empresas, entes federados, entidades ou personalidades que tenham realizado ações em prol da inclusão

de pessoas com deficiência. A história de Thiago foi indicada pelo deputado Wilson Filho (PTB) para concorrer à premiação.

"Estamos na semana em que se comemora o Dia Nacional da Luta da Pessoa com Deficiência (21 de setembro) e muito nos orgulha ter o reconhecimento do trabalho

de inclusão, voltado para a área educacional, realizado por uma pessoa com deficiência. Thiago é um exemplo e agora a sua luta, história e trabalho foram

reconhecidos", disse Wilson Filho.

“Tenho uma história de superação de uma deficiência causada pela artrite reumatóide e luto em prol das pessoas com deficiência. E dentro dessa luta, fomos

idealizador em 2013 enquanto assessor técnico do Programa de Inclusão e Cidadania para Pessoas com Deficiência, da Prefeitura de João Pessoa”, disse. O

Programa tem como finalidade proporcionar melhores condições de aprendizado a crianças e adolescentes com maiores dificuldades, Capacitação em Língua Brasileira

de Sinais, entre outros serviços ofertados.

A edição deste ano foi uma das mais concorridas da premiação e conseguiu maior representação nacional, com agraciados do Paraná, de Minas Gerais, do Rio

Grande do Norte, de São Paulo, de Rondônia, do Distrito Federal, do Rio de Janeiro, de Santa Catarina e da Paraíba. Entre os vencedores, estão a Associação

de Pais e Amigos dos Excepcionais de Belo Horizonte (APAE-BH) e o Instituto de Educação e Reabilitação de Cegos do Rio Grande do Norte.

fonte wscom.com.br

Motoristas reclamam de multas indevidas por uso de equipamento para deficientes


Câmara de Vereadores.
Por G1 Bauru e Marília
Uma veterinária de Bauru (SP) usou as rede sociais para reclamar de uma multa que teria recebido por segurar um celular. No entanto, Ana Tarcila Fernandes

Fassoni alega que não segurava o telefone e sim um equipamento que a auxilia a dirigir o veículo chamado pomo.

A repercussão de uma postagem feita em uma rede social sobre a multa de trânsito supostamente indevida chegou até a tribuna da Câmara de Vereadores da

cidade.

A infração é classificada como “gravíssima” e é punida com uma multa de R$ 293,47 e com a adição de sete pontos à carteira. O agente responsável pela autuação

teria confundido o pomo giratório instalado no volante com um aparelho celular.

O pomo é um equipamento usado por motoristas com mobilidade reduzida e possui a função de permitir a condução do veículo com apenas uma das mãos ao volante.

É autorizado para motoristas habilitados com CNH especial para portadores de alguma deficiência física.

citação
“É muito injusto, a gente trabalha e depois precisa desembolsar mais de R$ 300 para pagar uma multa de uma infração que não cometemos. Sem contar os pontos

na carteira. É muito complicado”, reclama a veterinária, que tem mobilidade reduzida por conta de uma trombose e utiliza o pomo há 14 anos.
fim da citação

Em entrevista ao G1, Ana disse que já está levantando as provas para entrar com recurso, que será apresentado ao Detran, órgão estadual de trânsito, já

que a autuação foi feita por um policial militar. Ela também reclama do fato de não ter sido abordada durante a suposta infração.

Segundo o tenente José Sérgio de Souza, comandante do Pelotão de Trânsito da Polícia Militar em Bauru, esse tipo de autuação (uso de celular) é uma das

que, segundo o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), não exige a abordagem e pode ser feita “apenas com base na fé pública que o policial militar possui.”


Na Câmara

O protesto nas redes sociais chegou até a Câmara de Bauru. Em seu discurso na tribuna, na sessão da última segunda-feira (2), o vereador José Roberto Segalla

(DEM) sugeriu que a Emdurb, órgão responsável pelo trânsito na cidade, deveria se ocupar apenas com as autuações que possa provar.

citação
“Os agentes [da Emdurb] poderiam se dedicar a infrações que possam ser provadas, como estacionamento irregular, carros em calçadas, uso irregular das vagas

para idosos. Autuações como essa [de celular, sem abordagem nem foto] só despertam no cidadão a impressão de que existe na cidade uma indústria de multas”,

discursou o vereador.
fim da citação

Na sua mensagem nas redes sociais, que teve mais de 600 reações e 560 comentários, Ana Tarcila reclama que em multa como a que ela sofreu deveria haver

um registro em foto.

citação
"Esse tipo de multa deveria ser obrigatório apresentar foto, pois multar aqui em Bauru está fácil, quero ver comprovar o fato", diz ela no post.
fim da citação

Outro caso

A situação a que se referiu o vereador também aconteceu com a secretária Nádia Barnes, que protesta contra uma multa recebida supostamente nas mesmas condições.

Segundo ela, foi autuada por segurar um celular sendo que na verdade segurava apenas o pomo de direção.

A secretária Nádia Barnes diz que o uso do pomo de direção (no detalhe) pode confundir os agentes que enxergariam o condutor segurando um aparelho próximo

ao rosto (Foto: Arquivo pessoal)
iam o condutor segurando um aparelho próximo
ao rosto (Foto: Arquivo pessoal)

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Ao contrário de Ana Tarcila, a secretária foi multada por uma agente do GOT, setor do Emdurb responsável pelas fiscalizações de trânsito na área urbana.


Nádia possui paresia (espécie de paralisia) em um dos braços e por isso é habilitada com CNH especial para deficientes.

Ela já recorreu da multa, porém o pedido foi negado pela Emdurb na defesa prévia. O caminho agora seria um recurso à Jari (Junta Administrativa de Recursos

de Infrações), espécie de segunda instância neste assunto.

A secretária alega que não usa celular enquanto dirige e que, por isso, possui um prontuário de multas “zerado”. Ela acredita que o agente que aplicou

a multa se confundiu.

citação
“Meu carro tem insufilme [película nos vidros], a cabine está sempre muito escura, não dá pra ter uma visão clara da parte interna. Além disso, o carro

é alto e, dependendo do ângulo de visão [do agente], minha mão segurando o pomo pode parecer que tenho um aparelho junto ao rosto. Quero acreditar na boa-fé

do agente, mas com certeza ele se confundiu”, alega a secretária.
fim da citação

Em nota, a Emdurb informa que nos casos em que a abordagem não é possível para autuação em flagrante, a infração deverá ser comprovada por declaração do

agente de trânsito, “na qual deverão existir informações mínimas à sua perfeição e validade, conforme se infere do parágrafo 3º do artigo 280 do CTB”.


Sobre as declarações do vereador na tribuna da Câmara, a assessoria de imprensa da Emdurb informa que “o CTB não exige que essas multas [uso de celular]

tenham que ser fotografadas e que a empresa segue o que prevê o Código de Trânsito Brasileiro”

Deficientes visuais protestam por renovação de convênio entre associação e a Prefeitura de Porto Alegre

Manifestação aconteceu na manhã desta segunda-feira (9), no Centro da capital gaúcha. Secretaria de Desenvolvimento Social diz que o pedido de prorrogação

do contrato foi feito após o término do prazo.
Por G1 RS
Um grupo de pelo menos 60 deficientes visuais se reuniu, na manhã desta segunda-feira (9), em frente à sede da Associação dos Cegos do Estado (Acergs),

na Rua Vigário José Inácio, no Centro de
Porto Alegre,
para protestar contra a prefeitura. A manifestação tinha como objetivo pedir ao Executivo municipal que renove o convênio que mantinha com a instituição.


A Acergs atende mais de 800 deficientes visuais por mês e completa 50 anos ainda em outubro. Porém, com o fim do repasse de verbas da prefeitura em agosto,

a associação precisou encerrar as atividades de orientação e mobilidade, além do ensino de braile. O grupo salienta, que se o contrato não for renovado,

serão encerradas também as aulas de informática e o atendimento psicológico.

"Nosso trabalho é contínuo e a interrupção será um enorme retrocesso", lamenta o presidente da Acergs, Gilberto Kemer.

A Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social e Esporte (SMDSE) diz que o convênio não pôde ser prorrogado porque o pedido foi feito depois que o prazo

de um ano para essa solicitação já havia acabado.

A SMDSE afirma, ainda, que segundo uma lei federal que estabelece regras para esse tipo de convênio, uma vez que a prorrogação não foi feita, a prefeitura

deve fazer um chamamento público para que outras entidades também possam concorrer a esses recursos.

A associação reitera que cumpriu os prazos e considera "inadmissível" a justificativa da prefeitura.

"Temos registros dos e-mails enviados aos órgãos competentes com pedidos de agenda para tratar da renovação do convênio, além de diversos telefonemas e

envio de documentos comprovando, através de relatórios, a utilização dos recursos em atividades de reabilitação, que são fundamentais para que o deficiente

visual esteja, de fato, incluído na sociedade", pondera Kemer.

Em maio, grupo já havia protestado contra a prefeitura

Na ocasião, a
Acergs cobrava o repasse dos R$ 8 mil
 que deveriam ser repassados todos os meses pelo Executivo municipal. Os manifestantes alegaram naquela oportunidade que desde março a quantia não chegava

à associação.

A SMDSE se defendeu dizendo que houve apenas um atraso da parcela trimenstral que deveria ser paga em abril. A diretoria de Acessibilidade e Inclusão Social

alegou que a gestão passada não deixou verba garantida para o pagamento, o que causou a demora.
 fonte  g1

domingo, 15 de outubro de 2017

Paralimpíadas Escolares 2017 terão atletas de todos os estados do Brasil

A edição de 2017 das Paralimpíadas Escolares terá a representação de todas as unidades da federação do Brasil. Nesta terça-feira, 10, foi confirmada a

participação de Roraima - o único estado que ainda não havia assegurado a inscrição. Desta maneira, serão 944 atletas no evento, a ser disputado entre

os dias 21 e 24 de novembro, no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo. Esta será a 11ª edição da maior competição escolar do planeta.

"Ter a representação de todos os estados era uma meta que queríamos atingir há muito tempo. Assim, asseguramos que o esporte paralímpico tenha oportunidade

em todo o processo educacional no Brasil. Cada estado planta uma semente para que no futuro tenhamos um quantitativo maior de pessoas que acessem a prática

de esporte adaptado ainda em idade escolar. Estamos trabalhando com muito afinco neste sentido e os resultados têm acontecido", disse Ivaldo Brandão, vice-presidente

do Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB).

Dois esportes foram adicionados ao programa do evento destinado a crianças de 12 a 17 anos: futebol de 5 (para cegos), e basquete em cadeira de rodas (formato

3x3). Estes se juntarão a atletismo, bocha, futebol de 7, goalball, judô, natação, tênis de mesa e tênis em cadeira de rodas, modalidades que foram disputadas

também na temporada passada.

Além da visibilidade e da possibilidade de entrada no esporte de alto rendimento, as Paralimpíadas Escolares asseguram aos três primeiros lugares de cada

gênero e classe das modalidades individuais o direito de receber o Bolsa Atleta nível escolar. Nos esportes coletivos, são determinados três atletas de

cada gênero por meio de votação entre os técnicos e árbitros da respectiva modalidade.

Nas últimas duas edições das Paralimpíadas Escolares, o título ficou com o estado de São Paulo. Desde suas primeiras versões, as Paralimpíadas Escolares

revelam talentos do paradesporto brasileiro. Os velocistas Alan Fonteles e Petrúcio Ferreira, a saltadora Lorena Spoladore, o nadador Matheus Rheine e

o atleta do goalball Leomon Moreno, todos eles medalhistas em Jogos Paralímpicos e Mundiais, são alguns dos nomes que despontaram na competição.

CAMPEÕES

2006 – São Paulo
2007 – Rio de Janeiro
2008 - Não houve
2009 – São Paulo
2010 – Rio de Janeiro
2011 – São Paulo
2012 – Rio de Janeiro
2013 – Rio de Janeiro
2014 – Santa Catarina
2015 – São Paulo
2016 – São Paulo

Assessoria de Imprensa do Comitê Paralímpico Brasileiro (

Exigência de acesso de PCDs a eventos ao ar livre é aprovada

Proposta altera o Estatuto da Pessoa com Deficiência e a Lei da Acessibilidade para assegurar o acesso de pcds a eventos realizados ao ar livre
A Comissão de Desenvolvimento Urbano aprovou proposta que altera o Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015) e a Lei da Acessibilidade (nº

10.098/2000) para assegurar o acesso de pessoas com deficiência a eventos culturais ou esportivos realizados ao ar livre. Foi aprovado o Projeto de Lei

(PL) nº 6860/2017, do deputado Rômulo Gouveia (PSD-PB).

Relator no colegiado, o deputado Dejorge Patrício (PRB-RJ) defendeu a aprovação do texto. Segundo ele, apesar dos avanços na legislação para permitir a

inclusão das pessoas com deficiência, ainda há situações em que as dificuldades de mobilidade não são consideradas, o que inclui os eventos culturais ou

esportivos que utilizam estruturas temporárias.

Dejoorge Patrício: apesar de avanços para incluir pessoas com deficiência, ainda há eventos organizados sem considerar a dificuldade de mobilidade

Dejoorge Patrício: apesar de avanços para incluir pessoas com deficiência, ainda há eventos organizados sem considerar a dificuldade de mobilidade

O texto aprovado estabelece que a exigência é válida para eventos promovidos pelo poder público ou por agentes privados. Autor da proposta, Gouveia sustenta

que grandes eventos com atividades culturais e esportivas são promovidos durante todo o ano em muitas cidades brasileiras, porém nem todos podem participar

devido a restrições de acessibilidade.

O projeto será ainda analisado de forma conclusiva pelas comissões de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência; e de Constituição e Justiça e de

Cidadania.

Fonte:
Jornal do Brasil Site externo

Fotografia é tema de workshop voltado a deficientes visuais

O Museu de Arte Contemporânea de Sorocaba (Macs) realiza, a partir de segunda-feira, dia 16, o workshop “Olhar sensível”, que será ministrado pelo jornalista

e fotógrafo Teco Barbero a um grupo de deficientes visuais.
Haverá aulas nos dias 16, 17, 23, 25 e 30 de outubro e no dia 1 de novembro, sempre das 14h às 16h, no galpão do Macs (av. Dr. Afonso Vergueiro, 280 --

ao lado da antiga Estação Ferroviária de Sorocaba). Informações sobre inscrições podem ser obtidas pelo email:
macs@macs.org.br.
É necessário que o participante
tenha idade superior a 12 anos e esteja acompanhado de alguém sem deficiência visual durante o curso.
Durante a parte prática do workshop ministrado por Teco Barbero, que é deficiente visual, os participantes terão contato com os equipamentos e aprenderão

a forma correta de posicionar as câmeras. O fotógrafo fala que, durante esse processo de aprendizagem espacial, é importante que a pessoa esteja atenta

aos sons do ambiente, além da utilização do tato para encontrar pontos de referência.
Do material produzido no curso será organizada uma exposição prevista para o início de 2018. As fotografias serão escolhidas por uma curadoria do Macs

e impressas em alto-relevo com uma nova tecnologia, permitindo a visita tátil das obras.
De acordo Silvana Sarti, artista visual e organizadora do evento, o intuito da iniciativa é possibilitar que pessoas com deficiência visual possam fotografar,

contribuindo para suas percepções de localização espacial, além de propiciar integração com a família e a sociedade. “Notamos que muitos deficientes visuais

demonstravam interesse em se aproximar da arte, mas não se sentiam acolhidos”, explica a organizadora, que já realizou visita guiada pelo museu destinada

a deficientes visuais.
O departamento educativo do Macs já atua na inserção do deficiente visual em sua equipe de trabalho. Recentemente, com o apoio da Associação Sorocabana

de Atividades para Deficientes Visuais (Asac), os visitantes tiveram a oportunidade de visitar a exposição BienalSur (que segue em cartaz até o dia 4 de

novembro).
O olhar através da alma
Formado em jornalismo pela Uniso, Antônio Walter Barbero, o Teco, relata que sempre foi apaixonado pela comunicação. Em 2002, recebeu proposta do então

documentarista Werinton Kermes para participar de curso de fotografia para deficientes visuais. Em princípio, o que parecia ser impossível tornou-se uma

motivação para a quebra de barreiras. Desde então, Teco atua como fotógrafo, registrando as experiências visuais de quem enxerga o mundo com apenas 0,5%

da visão.
Em 2010, Teco começou a dar aulas voluntárias em um minicurso de fotografia em São Paulo. Desde então, viajou por diversas regiões do país, com o objetivo

de ensinar a arte da fotografia. “Nós, deficientes visuais, que nos aventuramos pela arte da fotografia, provamos que, para quem captura imagens, a luz

não é o mais importante, pois nós fazemos fotos com a sensibilidade da nossa alma”, ressalta Teco.
Essa é a segunda parceria do fotógrafo com o Macs. Em setembro, ele realizou cobertura fotográfica no museu durante a abertura da Bienal Internacional

de Arte Contemporânea da América do Sul (BienalSur). Mais informações: (15) 3233-1692.

Colóquio abordará audiodescrição como recurso de acessibilidade em vários ambientes

Evento será realizado na próxima semana

Estimular a reflexão sobre a importância da incorporação de práticas de acessibilidade, em particular a audiodescrição, em ambientes de ensino, entretenimento,

acesso à saúde e exercício de direitos é o objetivo do Colóquio Ações afirmativas em prol da acessibilidade: audiodescrição, que será realizado nos dias
16,
17, 18 e 19 de outubro, na Faculdade de Letras (Fale), como parte da programação da Semana do Conhecimento.

O recurso da audiodescrição é um recurso de acessibilidade presente em filmes, documentários, novelas e em obras de arte e peças de teatro. Ele é pensado,

inicialmente, para a pessoa com deficiência visual, mas também tem se revelado um mecanismo semiótico de grande potencial para uso de pessoas com déficit

de aprendizagem.

O colóquio será aberto, no dia 16 de outubro, com palestra da professora Flávia Affonso Mayer, da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais (PUC-MG),

que abordará as principais características e campos de atuação da audiodescrição. A professora Adriana Pagano, da Faculdade de Letras e uma das organizadoras

do evento, defende que a universidade se responsabilize pela formação teórica e prática desse tipo de profissional. “Não se trata de chamar alguém para

fazer esse trabalho, mas de formarmos profissionais qualificados. Eventos do gênero possibilitam fazer essa discussão com profundidade”, afirma.

Adriana Pagano integra o corpo de pesquisadores do Laboratório Experimental de Tradução (Letra), da Fale, que há mais de 10 anos desenvolve trabalhos de

audiodescrição em filmes, documentários, seriados, novelas, obras de arte e peças de teatro. Em agosto deste ano, o Letra promoveu o 1º Colóquio de Interpretação

de Línguas de Sinais em contextos comunitários: saúde, educação e justiça, atividade que compõe, juntamente com o colóquio deste mês, um projeto em parceria

com a Escola de Enfermagem e com o Departamento de Estatística. O grupo desenvolve aplicativo móvel para o autocuidado em saúde direcionado a adolescentes.


Ao longo dos três dias, o evento contará com palestras, mesas-redondas e minicursos. As inscrições podem ser feitas
no site do colóquio.

Fonte: site da Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG).

sábado, 14 de outubro de 2017

Exigência de acesso de PCDs a eventos ao ar livre é aprovada

Proposta altera o Estatuto da Pessoa com Deficiência e a Lei da Acessibilidade para assegurar o acesso de pcds a eventos realizados ao ar livre
A Comissão de Desenvolvimento Urbano aprovou proposta que altera o Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015) e a Lei da Acessibilidade (nº

10.098/2000) para assegurar o acesso de pessoas com deficiência a eventos culturais ou esportivos realizados ao ar livre. Foi aprovado o Projeto de Lei

(PL) nº 6860/2017, do deputado Rômulo Gouveia (PSD-PB).

Relator no colegiado, o deputado Dejorge Patrício (PRB-RJ) defendeu a aprovação do texto. Segundo ele, apesar dos avanços na legislação para permitir a

inclusão das pessoas com deficiência, ainda há situações em que as dificuldades de mobilidade não são consideradas, o que inclui os eventos culturais ou

esportivos que utilizam estruturas temporárias.

Dejoorge Patrício: apesar de avanços para incluir pessoas com deficiência, ainda há eventos organizados sem considerar a dificuldade de mobilidade

Dejoorge Patrício: apesar de avanços para incluir pessoas com deficiência, ainda há eventos organizados sem considerar a dificuldade de mobilidade

O texto aprovado estabelece que a exigência é válida para eventos promovidos pelo poder público ou por agentes privados. Autor da proposta, Gouveia sustenta

que grandes eventos com atividades culturais e esportivas são promovidos durante todo o ano em muitas cidades brasileiras, porém nem todos podem participar

devido a restrições de acessibilidade.

O projeto será ainda analisado de forma conclusiva pelas comissões de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência; e de Constituição e Justiça e de

Cidadania.

Fonte:
Jornal do Brasil Site externo

Projeto do DF usa alfinete e elástico para ensinar deficientes visuais a ler gráficos

Projeto nasceu de oficina do Instituto 'MeViro'. Ideia é unir pessoas com deficiência e voluntários para desenvolver soluções de baixo custo e compartilhar

na web.
Por G1 DF e TV Globo
Alfinete, papelão e elástico aproximaram Elson Cunha dos números. Com apenas 5% de visão, o estudante da rede pública do Distrito Federal conseguiu, finalmente,

começar a compreender gráficos. A solução foi desenvolvida pelo próprio Elson e por voluntários em uma oficina do Instituto MeViro.

O MeViro estimula pessoas com alguma habilidade a criar soluções de baixo custo para pessoas com deficiência. Depois, o projeto é compartilhado em
 um site.
A ideia dos organizadores é estimular a cultura do "faça você mesmo" e compartilhar as criações com outras pessoas.

citação
"Esse projeto está me dando essa oportunidade de sentir melhor como é que seria o gráfico. Pra vocês visualmente falando, mas, pra mim, sentindo", afirmou

o estudante.
fim da citação
Gráfico desenvolvido no DF para pessoas com deificência visual (Foto: MeViro/Divulgação)
O cientista da computação Marcos Roberto Oliveira é o responsável pela ideia. Há dois anos, ele começou um projeto de
produzir próteses com impressora 3D
 e, desde então, se dedica ao empreendedorismo social.

"As oficinas conectam pessoas com deficiência com pessoas com habilidade de construir algo. Essa pessoa fala dos problemas que tem no dia a dia e as pessoas

do grupo vão pensar em soluções para aquele problema."

A ideia de fazer a oficina em conjunto é para unir os desenvolvedores e os futuros usuários do produto.
citação
"Tem a empatia criada ali. São coisas simples, que a gente gasta pouco tempo pra fazer e tem um impacto gigantesco. Você não precisa ficar esperando anos

na fila de um hospital para conseguir algo adaptado", afirmou Oliveira.
fim da citação
Voluntários desenvolvem painel para deficientes visuais lerem gráficos (Foto: MeViro/Divulgação)
A pessoa com deficiência participa de todo o processo de produção e dá feedbacks sobre o protótipo antes dele ser compartilhado na internet. Em uma oficina

em Brasília nesta semana focada nas necessidades de deficientes visuais, também foram desenvolvidos mapas com relevos e instumentos para auxiliar na educação

musical.

O grupo promove oficinas para empresas e patrocinadores. Os interessados podem consultar preços e entrar em contato
pelo site.
Também é possível se cadastrar para ser embaixador do programa e participar das oficinas, sem custos.
 fonte  g1

I Circuito Piauí Praia Acessível inicia nesta sexta no litoral

I Circuito Piauí Praia Acessível inicia nesta sexta no litoral

Ação acontece nos dias 13 e 14 de outubro, a partir das 8 horas, na sede do Piauí Praia Acessível, em Luís Correia

A Secretaria de Estado para Inclusão da Pessoa com Deficiência (Seid), com o apoio da Secretaria de Estado do Turismo (Setur) e a Fundação de Esportes

do Piauí (Fundespi), realiza o “I Circuito Piauí Praia Acessível + Inclusão + Lazer + Diversão”. A ação acontece nos dias 13 e 14 de outubro, a partir

das 8 horas, na sede do Piauí Praia Acessível, na praia de Atalaia, município de Luís Correia.

O evento é voltado para as pessoas com deficiência e mobilidade reduzida e tem o objetivo proporcionar a essas pessoas momentos de lazer, esporte, brincadeiras

e o banho de mar. Durante o Circuito acontecerá prática esportiva acessível, banho de mar assistido com toda estrutura e segurança, além de muita diversão.


O secretário da Seid, Mauro Eduardo, explica que o Circuito é mais uma ação para promover a inclusão das pessoas com deficiência em nosso estado. “Nosso

objetivo é melhorar a qualidade de vida das pessoas com deficiência em todos os sentidos e o lazer faz parte da vida de todos. Pretendemos com o “I Circuito

Piauí Praia Acessível + Inclusão + Lazer + Diversão” levar mais alegria para as pessoas com deficiência”, enfatizou o secretário.

Para o secretário de Estado do Turismo, Flávio Nogueira Júnior, a ideia é que nosso litoral seja explorado por todos. "O acesso ao mar é para todos. Nosso

litoral é lindíssimo e precisa ser ainda mais reconhecido. Nos deixa muito feliz poder ter a estrutura necessária para receber todos os turistas. O Piauí

Praia Acessível é uma das nossas iniciativas em conjunto que mais nos orgulha, por poder levar alegria a tantas pessoas que antes não acreditavam realizar

o banho de mar", conclui o gestor.

Autoria: Thays Pessoa

Dia Mundial da Visão fomenta discussão sobre a saúde ocular

Confira a matéria realizada com a Dra. Keila Monteiro de Carvalho, secretária Geral do Conselho Brasileiro de Oftalmologia.
Descrição da imagem: moça sendo atendida em consulta oftalmológica por uma profissional da Fundação Dorina Nowill para Cegos. Fim da descrição.

Realizado anualmente na segunda quinta-feira do mês de outubro, o Dia Mundial da Visão tem como objetivo promover o diálogo sobre cuidados com a saúde

ocular. A Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que entre 40 e 45 milhões de pessoas no mundo são cegas, e outras 135 milhões sofrem limitações visuais.

Segundo os dados do Censo 2010, existem mais de 6,5 milhões de pessoas com deficiência visual no Brasil, sendo aproximadamente 500 mil cegos e 6 milhões

com baixa visão. De acordo com os dados do World Report on Disability 2010 e do Vision 2020, a cada 5 segundos, 1 pessoa se torna cega no mundo, sendo

que 90% dos casos ocorrem nos países emergentes e subdesenvolvidos.

Para esclarecer algumas dúvidas sobre a saúde dos olhos, entrevistamos a professora titular de oftalmologia FCM/Unicamp e secretária Geral do Conselho

Brasileiro de Oftalmologia, Keila Monteiro de Carvalho.

Lista de 1 itens
1. O que é a deficiência visual?
fim da lista

Dra. Keila: A deficiência visual é a perda total ou parcial da visão. Na cegueira há perda total da visão ou pouquíssima capacidade de enxergar (5% ou

menos de visão), enquanto a baixa visão, ou visão subnormal, caracteriza-se por apresentar 30% ou menos de visão no melhor olho, após todos os tratamentos

clínicos, cirúrgicos e óculos comuns.

Lista de 1 itens
2. Quais as maiores causas da deficiência visual no Brasil durante a infância e idade adulta?
fim da lista

Dra. Keila: As causas da deficiência visual podem ser congênitas ou adquiridas. Na infância, as principais razões são: catarata congênita, glaucoma congênito,

toxoplasmose ocular congênita, retinopatia da prematuridade, rubéola e albinismo óculo cutâneo. Já na idade adulta as causas, em geral, são: glaucoma,

retinopatia diabética, atrofia do nervo ótico, retinose pigmentar e Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI).

Lista de 1 itens
3. Por que é tão importante a consulta e avaliação oftalmológica? Qual a periodicidade deste acompanhamento?
fim da lista

Dra. Keila: A OMS aponta que 80% dos casos de deficiência visual poderiam ser evitados se houvesse prevenção ou tratamento. A avaliação oftalmológica permite

a detecção de problemas, o diagnóstico e a indicação do tratamento adequado para a garantia da saúde ocular. Ao menos uma vez ao ano, mesmo sem a manifestação

de sinais, é importante realizar uma consulta.

Lista de 1 itens
4. Quais as características ou sinais em recém-nascidos que indicam algum tipo de deficiência visual? Todo recém-nascido deve fazer um exame oftalmológico?

fim da lista

Dra. Keila: Se os pais observam que o bebê não dá atenção ou não responde com sorrisos aos estímulos visuais, é aconselhável ir a um oftalmologista que

irá realizar testes específicos de visão. Nas primeiras 12 horas de vida de um bebê, é feita uma triagem dos problemas oftalmológicos, o popular “Teste

do Olhinho”, caso seja detectada alguma anormalidade, ele deverá ser encaminhado para exame oftalmológico.

Lista de 1 itens
5. Quais os principais cuidados com a saúde ocular que devemos ter em nosso dia a dia?
fim da lista

Dra. Keila: Alguns cuidados são importantes para a saúde ocular, entre eles:

Lista de 7 itens
• Consultar-se com um médico oftalmologista pelo menos uma vez ao ano;
• A partir dos 40 anos de idade, medir, anualmente, a pressão intraocular com o objetivo de detectar o glaucoma e realizar um tratamento precoce. Em caso

de glaucoma na família, é aconselhável monitorar desde a juventude;
• Consumir alimentos que auxiliem na saúde dos olhos (vitamina A, C, E, Zinco, Ácidos Graxos e Ômega 3);
• Evitar os sintomas de vista cansada, causada pelo uso excessivo do celular, computador ou televisão;
• O hábito de coçar os olhos pode causar danos à estrutura ocular;
• Exposição prolongada ao sol sem óculos com proteção UVA/UVB pode causar problemas sérios na visão e aumentar a predisposição às doenças oculares;
• O hábito de fumar pode ser um fator de risco para algumas doenças, como a catarata.
fim da lista

Descrição da imagem: retrato da médica Keila Monteiro de Carvalho. Ela olha para frente e sorri. Fim da descrição.
Keila Monteiro de Carvalho, professora titular de oftalmologia FCM/Unicamp e secretária Geral do Conselho Brasileiro de Oftalmologia.
Publicado por Fernanda Vasconcelos
fonte blog dorina

sexta-feira, 13 de outubro de 2017

ITAÚ CULTURAL APRESENTA ISADORA CANTO EM “VIDA DE CRIANÇA” COM AUDIODESCRIÇÃO E LIBRAS

ITAÚ CULTURAL APRESENTA ISADORA CANTO EM “VIDA DE CRIANÇA” COM AUDIODESCRIÇÃO E LIBRAS por hj
Todo fim de semana o Itaú Cultural promove uma série de atividades para a criançada e para toda a família! Nos dias 14 e 15 de outubro, a cantora e compositora

Isadora Canto reúne a garotada em um espetáculo musical “VIDA DE CRIANÇA”, que contará com audiodescrição e interpretação em LIBRAS.

Data: 14 de outubro (sábado) e 15 de outubro (domingo).
Horário: 16:00 horas.
Duração: 60 minutos.
Local: Itaú Cultural, Sala Itaú Cultural (piso térreo).
Endereço:
Av. Paulista, 149

Bela Vista, São Paulo, SP.
(próximo ao Metrô Brigadeiro).
Entrada gratuita (224 lugares) – distribuição de ingressos a partir das 14:00 horas.
Classificação: livre.
Confirme seu interesse com:
marina@vercompalavras.com.br.

Chegue cedo para garantir seu convite.

Sobre o espetáculo: a cantora e compositora Isadora Canto reúne a garotada em um espetáculo musical. No show, a artista apresenta faixas de seu último

disco, Vida de Criança, no qual trata de diferentes questões – descobertas, deslumbramentos, dúvidas, medos – próprias da infância. Em 2007, antes de lançar

esse álbum, Isadora foi indicada ao Grammy de Melhor CD de Música Infantil com o trabalho Vida de Bebê.

Descrição da foto: Fotografia colorida de Isadora Canto cantando à frente do microfone, com os braços abertos, no palco iluminado por focos de luz cruzados,

vermelhos e azuis, onde estão mais quatro músicos. Isadora é uma mulher de pele clara, cabelos castanhos avermelhados, crespos, na altura dos ombros; usa

vestido com corpo marrom de mangas longas com babados nos punhos e saia estampada. No lado direito, uma poltrona, onde estão bichinhos de pano. Ao lado

da poltrona, uma sombrinha aberta.

POR:
VERCOMPALAVRAS

Comissão aprova obrigatoriedade de carro reserva para pessoas com deficiência

Por Tiago Miranda

Relatora do projeto lembra que, ao adquirir um seguro de automóvel, o consumidor paga para ter acesso ao benefício

A Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência, da Câmara dos Deputados, aprovou o Projeto de Lei 7802/17, do deputado Rômulo Gouveia (PSD-PB),

que obriga as seguradoras de veículos com carro reserva a ter opção de veículo adaptado a pessoa com deficiência.

Pela proposta, cabe ao segurado informar no preenchimento da proposta sobre sua deficiência e a necessidade de um serviço de assistência com carro adaptado.


Quem descumprir a regra fica sujeito às sanções previstas no Código de Trânsito Brasileiro (Lei 9503/97).

Benefício pago

Para a relatora, deputada Rosinha da Adefal (PTdoB-AL), a proposta garante um tratamento igualitário a pessoas com deficiência. “A ausência de tal dever

leva a um tratamento desfavorável, pois elas pagam para ter acesso a um benefício – o veículo reserva – que não será capaz de atender às suas necessidades

básicas”, afirmou.

Rosinha da Adefal disse ter sentido na pele a dificuldade de não ter veículo adaptado reserva. “É uma correção justa na legislação, assegurando que aquilo

previsto no contrato, tenha o serviço prestado.”

O presidente da comissão, deputado Cabo Sabino (PR-CE), disse que não existem carros adaptados nas locadoras de veículos, atualmente. Ele pensou em propor

um percentual para garantir a presença desses carros. Segundo Rosinha da Adefal, a demanda fará com que as locadoras se adaptem a essas necessidades.

Tramitação

A proposta tramita em caráter conclusivo e ainda será analisada pelas comissões de Finanças e Tributação (inclusive quanto ao mérito); e de Constituição

e Justiça e de Cidadania.

ÍNTEGRA DA PROPOSTA:
PL-7802/2017

Fonte: Agência Câmara Notícias, em 25.09.2017.

Falta de atendimento a criança com deficiência visual em escola de Acrelândia é alvo de investigação do MP

Ministério Público instaurou inquérito para investigar causas da falta do serviço. Para MP-AC, caso configura como violação aos direitos fundamentais e

humanos.
Por Luan Cesar, G1 AC, Rio Branco
A ausência de profissional capacitado na escola Novo Horizonte, em Acrelândia, para atender uma criança com deficiência visual vai ser investigada pelo

Ministério Público do Acre (MP-AC).

O órgão instaurou um inquérito civil público, assinado pelo promotor de Justiça Teotônio Rodrigues Soares Júnior e publicado nesta quarta-feira (11), para

averiguar as causas pela não oferta do serviço.

O G1 entrou em contato com as secretarias Municipal de Educação de Acrelândia e Estadual de Educação e Esporte (SEE), mas não obteve retorno até esta publicação.


De acordo com o inquérito, o aluno da unidade escolar não possui atendimento adequado na Rede Pública de Ensino Municipal e Estadual. O promotor afirma

que o município dispõe de uma professora qualificada para atender as necessidades da criança. Porém, a mulher trabalha na escola em turno diferente do

qual o aluno estuda e não deseja permutar para o Estado.

Mas, a profissional mostrou disponibilidade para trabalhar dois turnos na escola Novo Horizonte por meio de dobra no Município ou contrato provisórios

pelo Estado.

“O Ministério Público, conforme se verifica, oficiou as autoridades responsáveis para a solução do problema, porém, até o momento, a criança continua sofrendo

prejuízos escolares haja vista a ausência de profissionais adequados”.

Para o MP-AC, Estado e Município têm “deliberada inércia” para oferecer educação digna e de qualidade ao aluno deficiente visual.

O órgão ressalta que o problema é, em tese, de fácil solução e que falta somente “vontade política, pois o impacto financeiro para o atendimento do pleito,

apesar de existente, aparentemente não é significativo, sobretudo considerando os incontáveis benefícios que a contratação de um profissional habilitado

trará à criança”.

O órgão justifica ainda que o caso configura como violação aos direitos fundamentais e humanos e que requisições de documentos, oitivas e vistorias a escola

precisam ser feitas “a fim de apurar as circunstâncias dos fatos referidos acima, para ao final, se for o caso, promover ação competente (cível e/ou criminal)

ou o arquivamento dos autos”.

O promotor Teotônio Rodrigues Soares Júnior solicitou ainda a expedição de ofício para que o secretário de Educação de Acrelândia informe, dentro de 10

dias, a possibilidade do pagamento de dobra à professora capacitada para que ela atenda a criança.

O mesmo foi feito com o secretário estadual de Educação e Esporte. Ele vai ter que informar sobre a possibilidade contratação da profissional.
fonte g1

GCM disponibiliza WhatsApp Cidadão para deficientes auditivos

Apenas mensagens de celulares previamente cadastrados no sistema serão recebidas

Durante reunião realizada na terça-feira (10) na sede da Guarda Civil Municipal de Rio Claro com membros dos Consegs (Conselhos Comunitários de Segurança),

empresa Semprel, Sindicato dos Taxistas e Associação de Surdos e Mudos, o diretor municipal de segurança, Luis Irikura, anunciou que pessoas com deficiência

auditiva integrarão o programa WhatsApp Cidadão. “O objetivo é que este grupo de pessoas possam acionar os serviços da Guarda Civil por meio de mensagens

em casos de roubos, assaltos, acidente, entre outros”, comentou Irikura, explicando que apenas números de celulares previamente cadastrados no sistema

farão parte do grupo.

João Cruz, deficiente auditivo, esteve na reunião acompanhando da intérprete de libras Joelma Borges, e destacou a importância da inclusão dos surdos e

mudos no aplicativo. “Quando precisamos de ajuda, sempre fazemos vídeos para parentes ou pessoas que entendam a libras. Com o WhatsApp Cidadão, a comunicação

será encurtada e a resposta dos guardas será mais rápida”, comentou João, destacando que em São Paulo já existe a comunicação via SMS com PM, Bombeiro

e Samu.

Para fazer parte do WhatsApp Cidadão, a pessoa deve preencher um cadastro fornecido pela Guarda Civil Municipal. “O aplicativo não substituirá a linha

direta 153 da Guarda Civil, as pessoas devem continuar ligando, pois é o meio mais rápido para atender as ocorrências”, disse Luis Fernando de Godoy, comandante

da Guarda Civil Municipal.

O aplicativo WhatsApp Cidadão é uma importante ferramenta que aproximará a população da corporação, oferecendo sem custo acesso direto, imediato e ininterrupto

do cidadão com a Guarda Municipal. No primeiro momento o serviço ficará restrito ao uso de entidades de classes profissionais já cadastradas e, após passar

por avaliação de eficiência, será estendido para uso de outras entidades e de toda a comunidade.
fonte gruporioclarosp

quinta-feira, 12 de outubro de 2017

Pessoas com deficiência conquistam mais acessibilidade em Belford Roxo (RJ)

Estação de trem da cidade ganha rampa de acesso para pessoas com deficiência
Jaqueline Deister

Brasil de Fato | Rio de Janeiro (RJ)
Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência celebra vitória na Estação de Belford Roxo / Foto: divulgação
Após 2 anos de mobilização e denúncias por mais acessibilidade nos transportes públicos, as pessoas com deficiência do município de Belford Roxo, na Baixada

Fluminense do estado do Rio de Janeiro, conquistaram a primeira vitória: a construção da rampa de acesso da Estação de Belford Roxo.

Em janeiro deste ano, o Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência da cidade realizou uma ação para mostrar a falta de infraestrutura das

Estações para receber pessoas com mobilidade reduzida. Mesmo com inúmeras reclamações, a Supervia, empresa responsável por operar os trens no estado do

Rio, informou que apenas em 2020, a Estação teria a acessibilidade reivindicada pela população.

Em entrevista à Radioagência Brasil de Fato, o presidente do Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa com Deficiência da Cidade de Belford Roxo, José

Antônio, afirmou que se não houvesse mobilização e intervenção da justiça a obra não teria sido realizada este ano.

“A construção da rampa representa um ganho jurídico, pois desde janeiro, após a criação do Conselho em 2016, nós montamos uma agenda de atividades e uma

delas era iniciar a briga com a Supervia. Começamos a mapear as pessoas com deficiência na cidade e entrar com ações judiciais contra a Supervia devido

a falta de acessibilidade.” A estação de Belford Roxo não tinha acessibilidade nenhuma, eu cansei de tomar tombos na escada,” destacou Antônio.

De acordo com o presidente do Conselho, atualmente existem 42 ações na justiça contra a Supervia pela falta de acessibilidade da estação. Antônio destacou

também que além da mobilidade urbana, outras áreas do município demandam de atendimento especializado para as pessoas com deficiência.

Em nota, a Supervia informou que realiza um trabalho contínuo de revitalização e adaptação de suas estações. A empresa destacou que além da rampa, a estação

de Belford Roxo conta com piso tátil para auxiliar deficientes visuais e que a Supervia adota as regras de acessibilidade assistida em todos os ramais,

tendo funcionários treinados para prestar auxílio imediato aos passageiros.

Edição: Vivian Verissimo

fonte Logo do brasil de fato

FACULDADE TERÁ QUE INDENIZAR ESTUDANTE DEFICIENTE VISUAL POR FALTA DE CONDIÇÕES DE ACESSIBILIDADE

Uma estudante será indenizada pelo Instituto Mineiro de Educação e Cultura (UNI-BH) em R$ 15 mil por falta de condições de acessibilidade e de inclusão

para frequentar o curso de fisioterapia na universidade. A decisão do juiz Elias Charbil Abdou Obeid, da 26ª Vara Cível de Belo Horizonte, destaca que

a instituição de ensino descumpriu seu dever legal de oferecer à deficiente visual o auxílio necessário para o efetivo desenvolvimento dos serviços educacionais.


A estudante entrou na universidade em 2006 e as modificações necessárias para favorecer os estudos dela não foram realizadas mesmo dez anos após o ingresso

no curso. Ela alegou que a instituição foi informada de sua limitação visual, mas foram poucas as tentativas de inclusão.

A universidade contestou afirmando que cumpriu regularmente as recomendações de acessibilidade e inclusão determinadas pelo Ministério da Educação e mencionou

a existência de computadores com software desenvolvido para deficientes visuais. Para a empresa, as limitações da estudante sempre foram colocadas como

prioridade, e ela, inclusive, participava das reuniões referentes às medidas de inclusão de alunos com necessidades especiais. A instituição afirmou ainda

que o pedido de indenização não se justificava, já que todas as reprovações decorreram do rendimento mediano da estudante e não da falta de assistência

por parte da instituição.

O juiz Elias Charbil Obeid ressaltou o lapso temporal de mais de dez anos decorrido entre a entrada da aluna na universidade e o início das modificações

inclusivas. Destacou que, apesar da instituição ter demonstrado que realizou mudanças em sua estrutura física e organizacional, as alterações “limitaram-se

tão somente à área externa da faculdade, mais precisamente à calçada do prédio, de modo que os benefícios dela decorrentes seriam mínimos para a estudante”.


O magistrado lembrou que o direito à educação dos indivíduos com necessidades especiais, em todos os níveis de ensino, é dever do Estado, da família, da

comunidade escolar e da sociedade. “Nesse contexto, entendo ser responsabilidade da instituição educacional, enquanto comunidade escolar, promover a inclusão

e a acessibilidade da estudante em sua graduação no curso de fisioterapia. Configurado o ato ilícito, a prestação ineficiente de serviços educacionais,

verifica-se que há nexo causal entre a conduta praticada e o dano moral sofrido pela autora, que se viu impossibilitada de acessar as dependências da universidade

e de cursar as disciplinas, nos termos da legislação de inclusão ao deficiente, por aproximadamente nove anos”, concluiu.

Fonte: Assessoria de Comunicação Institucional – TJMG – Unidade Fórum Lafayette

CIDADES OFERECEM OPÇÕES DE TURISMO COM AUDIODESCRIÇÃO PARA CEGOS

Foi uma experiência em que todos enxergaram. Na tarde deste sábado, pessoas com e sem deficiência visual participaram de uma nova opção de turismo com

audiodescrição. A iniciativa partiu da Secretaria de Desenvolvimento Econômico e Turismo (SDET) e faz parte da Semana Municipal de Turismo.O projeto contou

com o apoio de alunos do curso de Turismo, Museologia e Letras da Universidade Federal de Pelotas (UFPel).

Pelotas oferece opções de turismo com audiodescrição

Leandro Pereira é deficiente visual e museólogo, e já organizou outros eventos direcionados para pessoas com deficiência. Para ele, oferecer opções de

turismo com audiodescrição enriquece todo o tipo de ação turística. "Para organizar esse evento, primeiro foi estabelecido um roteiro que fosse representativo

para a história de Pelotas, e em cima disso, criamos o roteiro da audiodescrição. Foram várias áreas trabalhando juntas para que a gente pudesse oferecer

o recurso de tradução das imagens em palavras", disse.

Turismo com audiodescrição: percurso

O percurso que começou no Mercado Central visitou ainda o Museu da Baronesa, a Praia do Laranjal e o Centro Histórico. Entre os participantes do passeio

estava a Neuza Gomes, que já tinha ido a outros eventos de turismo com audiodescrição. "Essa visita guiada foi bem diferente de outras que participei.

Consegui observar melhor os detalhes e perceber coisas que eu não tinha percebido antes", contou.

Turismo com audiodescrição: outras ações

Desde o início do ano a SDET já vem trabalhando com acessibilidade. Além do Tour com audiodescrição, já foram feitas outras ações, como o primeiro guia

turístico em braille e um roteiro de empreendimentos com acessibilidade. Segundo a gestora de planejamento turístico da Secretaria, Liliane Caldas, tudo

faz parte do Plano Municipal de Turismo. "Esse Tour é uma oportunidade muito legal para pessoas que precisam de um atendimento turístico especializado.

A ideia é, a partir de agora, reproduzir esse passeio com maior frequência", comentou.

\Para mais informações sobre turismo com audiodescrição na cidade de Pelotas acesse o
www.pelotasturismo.com.br.
Lá podem ser encontrados os guias turísticos
em braille, o roteiro de empreendimentos com acessibilidade, além de poder baixar o Pelotas Tem, aplicativo para tablets, smartphones e desktops com todo

o conteúdo turístico do município.

Fonte: Prefeitura de Pelotas

Biblioteca de Arujá faz cadastro de deficientes visuais

Intenção é, no futuro, oferecer atividades inclusivas e capacitadoras. Cadastro pode ser feito de segunda a sexta-feira.
Por G1 Mogi das Cruzes e Suzano
Cadastro será feito Biblioteca Municipal de Arujá (Foto: Nadja Cortes/Prefeitura de Arujá)
Quem é morador de
Arujá
 e é deficiente visual pode participar do cadastro feito pela Prefeitura para, futuramente, participar de atividades inclusivas. A intenção também é oferecer

capacitação aos deficientes.

Para fazer o cadastro é preciso ir até a Biblioteca Alda Martins Soncini. A biblioteca fica na Rua São Paulo, 100, no bairro do Planalto. O telefone para

mais informações é o 4653-4042.

A biblioteca vai fazer o cadastro, de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h.
 fonte  g1

Fundação Dorina produz 3 mil kits acessíveis para campanha “Leia para uma Criança”

Descrição da imagem: foto de Ana Carolina, uma criança atendida pela Fundação Dorina, sobre a ilustração de um céu estrelado em tons de azul e roxo. Ela

está de perfil, sentada no chão, tateando um livro em braile e fonte ampliada. Ao seu lado há outro livro fechado e o texto "Leia para uma criança #issomudaomundo".

Fim da descrição.

A campanha Leia para uma Criança, da Fundação Itaú Cultural, irá distribuir milhares de novos livros para todo o Brasil até o final do ano. A coleção,

que tem o objetivo de estimular o hábito da leitura e o desenvolvimento intelectual dos pequenos, terá 3 mil kits (compostos por 2 livros, um folheto
e um dedoche) em braile e fonte ampliada adaptados pela Fundação Dorina, para contemplar também as crianças com deficiência visual.

Para receber os livros, basta acessar
http://fdnc.org/leia
 
e preencher um cadastro simples. Depois, os livros serão enviados gratuitamente para a sua casa.

Neste ano, os títulos escolhidos foram O Menino Azul (Cecília Meireles) e Em cima Daquela Serra (Eucanaã Ferraz). As obras são selecionadas por um conjunto

de especialistas em literatura infantil para garantir que elas tenham uma contribuição importante ao desenvolvimento das crianças.

O livros

O Menino Azul (Cecília Meireles) – Ter um bichinho é o sonho de quase toda criança. E não é diferente com o menino deste poema de Cecília Meireles. Ele

quer um burrinho para ser seu amigo de todas as horas e que o acompanhe na descoberta do mundo.

Em cima Daquela Serra (Eucanaã Ferraz) – Vamos juntos ver o que passa em cima daquela serra? Às vezes parece que lá só tem boi. Será? Neste livro, outros

bichos e outras coisas andam em cima Daquela serra. Entre uma coisa e outra, passa boi, passa boiada… E, às vezes, não passa nada! É só o tempo.
Publicado por Fernando Freitas

quarta-feira, 11 de outubro de 2017

Gêmeos criam boné para deficientes visuais e app para médicos 

Estudantes da rede Buddys, especializada em ensino de empreendedorismo e
robótica, os gêmeos Mateus e Thiago Silvestre, de 13 anos, são exemplos
de como
é possível desenvolver projetos para ajudar ao próximo. Mateus
desenvolveu um boné para melhorar a rotina dos deficientes visuais. O
aparelho possui um
sensor que emite um som quando o usuário se aproxima de obstáculos.

"Sempre assisti programas de ideias e inovadoras e me perguntava como eu
poderia desenvolver um projeto para ajudar o outro", explica o autor do
projeto.
O estudante também acredita que frequentar a escola de robótica mudou
suas ideias. "Depois que passei a frequentar a Buddys tive uma nova
visão do mundo."

Já o seu irmão gêmeo, Thiago, fez um aplicativo para ajudar pediatras a
calcular o quanto de ferro está faltando na dieta de determinado bebê.
"Um amigo
da minha mãe é médico e pediu para eu pensar em um projeto para
facilitar sua rotina com as crianças", comenta o aluno. Futuramente, o
estudante espera
acrescentar novas funções em sua tecnologia, como verificar outras
propriedades nas dietas. Os projetos foram desenvolvidos para a
participação em um concurso
que levará um adolescente ao Vale do Silício, na Califórnia.

Com o avanço da tecnologia, cada vez mais jovens passam horas de seus
dias em frente às telas de computador e videogames. Para os pais que
gostariam de
ver os filhos saírem da passividade e se tornarem mais criativos,
escolas de robóticas surgem como opção. A Buddys, por exemplo, oferece
diversos cursos
voltados para jovens entre 7 e 16 anos.

Nas aulas ministradas, crianças e jovens passam a compreender como podem
deixar de ser meros espectadores dos videogames e criarem seus próprios
jogos
e plataformas. "Fazemos aquilo que é complicado se tornar fácil e o que
parece ser chato se torna divertido. Mostramos que são capazes de criar
tudo o
que suas mentes imaginarem", conta Marlon Wanderllich, CEO da rede.

Sobre a Buddys - Escola de robótica e programação. Os alunos desenvolvem
o raciocínio lógico e aprendem a criar jogos e aplicativos. Além de
descobrirem
o mundo do empreendedorismo tecnológico. Possuem modelos de franquias a
partir de R$ 150 mil.

Por: Folha de Dourados

Alana Maldonado é ouro na Copa do Mundo de Judô do Uzbequistão

Alana Maldonado confirmou a boa fase na carreira e conquistou o ouro da categoria até 70 kg na Copa do Mundo IBSA de Judô Paralímpico, na manhã desta segunda-feira,

9, em Tashkent, capital do Uzbequistão. O Brasil faturou ainda outras duas medalhas na competição, com Lúcia Araújo, prata na divisão -63kg, e o bronze

de Wilians Araújo na disputa acima de 100kg.

A medalhista dos Jogos Rio 2016 chegou ao alto do pódio ao vencer todas as três lutas na competição, contra Gulruh Rahminova e Vasila Aliboeva, do Uzbequistão,

e Gaeun Lee, da Coreia do Sul. Foi a primeira que a Alana encarou as adversárias, o que para a atleta trouxe uma dificuldade maior por não conhecer o estilo

de luta das rivais.

“Estou muito feliz com a medalha. Tive três adversárias novas na categoria, então foram lutas que exigiram muita atenção e cautela, mas graças a Deus deu

tudo certo. Ainda tenho muito a melhorar, e os treinamentos não param. Na semana que vem já temos a disputa do Grand Prix Infraero de Judô Para Cegos,

em Porto Alegre”, comemorou a campeã.

O Brasil subiu ao pódio outras duas vezes na competição. Pela categoria até 63kg, Lucia Araújo fez a final contra a sul-coreana Songlee Jin, mas foi derrotada

e ficou com a prata. Já na divisão acima de 100kg, Wilians Araújo não deu chances para o turco Onur Tastan, venceu por imobilização e garantiu o bronze.


Mais cinco atletas chegaram perto da medalha, mas acabaram sendo derrotados na disputa do bronze. Harlley Arruda (até 81kg), Arthur Silva (até 90kg), Antônio

Tenório (até 100kg), Maria Lins (até 57kg) e Rebeca Silva (acima de 70kg). A lista de brasileiros que entraram no tatame conta ainda com Denis Rosa, Gabriel

Silva, Giulia Pereira, Luan Pimentel e Thiego Silva.

A delegação brasileira contou com a participação de 13 atletas, dos seguintes estados: Mato Grosso do Sul, Pará, Rio de Janeiro, Rio Grande do Norte e

São Paulo. Os paulistas foram maioria com sete representantes, seguido dos cariocas com três.

Com informações da Confederação Brasileira de Desportos de Deficientes Visuais (CBDV)

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (
imp@cpb.org.br)

PESCADORA DE ILUSÃO COM AUDIODESCRIÇÃO NO ITAÚ CULTURAL

Fotografia colorida, em primeiro plano, das personagens Turrona e Eugênia, lado a lado de olhos arregalados e bocas abertas, esboçando um sorriso, no meio

de algumas bolinhas de sabão que flutuam na frente delas. Turrona, interpretada por Carol Brado, é uma mulher de pele clara, cabelos pretos bem curtos,

olhos castanhos. Eugênia, interpretada por Mel Lisboa, é uma mulher de pele clara, cabelos pretos lisos na altura dos ombros com franjinha, olhos verdes.

As duas têm as bochechas bem rosadas, olhos pintados com um traço azul claro na vertical e lábios com batom rosado. Elas estão com as palmas das mãos viradas

para cima parecendo esperar que as bolhas caiam nelas.
Para comemorar o dia 12 de outubro, o Itaú Cultural preparou uma série de atividades animadíssimas para a garotada. Os espetáculos, os jogos e as brincadeiras

são gratuitos e acontecem em diferentes horários durante o dia todo. O dia chega ao fim com o espetáculo PESCADORA DE ILUSÃO, inspirado no livro A Mulher

que Matou os Peixes, de Clarice Lispector, com audiodescrição Ver com Palavras e interpretação em Libras.

Data: 12 de outubro (quinta-feira).
Horário: 16:00 horas.
Duração: 50 minutos.
Local: Itaú Cultural, Sala Itaú Cultural (piso térreo).
Endereço:
Av. Paulista, 149

Bela Vista, São Paulo, SP.
(próximo ao Metrô Brigadeiro).
Entrada gratuita (224 lugares) – distribuição de ingressos a partir das 14:00 horas.
Classificação: livre.
Confirme seu interesse com:
marina@vercompalavras.com.br.

Chegue cedo para garantir seu convite.

Sobre o espetáculo: Inspirado no livro A Mulher que Matou os Peixes, de Clarice Lispector, o espetáculo conta a história de duas amigas que pedem a ajuda

das crianças para conseguir perdoar a escritora por ter esquecido de alimentar os peixinhos de seus filhos, que por isso morreram. A peça infantil é uma

homenagem à autora, falecida há 40 anos.

Descrição da foto: Fotografia colorida, em primeiro plano, das personagens Turrona e Eugênia, lado a lado de olhos arregalados e bocas abertas, esboçando

um sorriso, no meio de algumas bolinhas de sabão que flutuam na frente delas. Turrona, interpretada por Carol Brado, é uma mulher de pele clara, cabelos

pretos bem curtos, olhos castanhos. Eugênia, interpretada por Mel Lisboa, é uma mulher de pele clara, cabelos pretos lisos na altura dos ombros com franjinha,

olhos verdes. As duas têm as bochechas bem rosadas, olhos pintados com um traço azul claro na vertical e lábios com batom rosado. Elas estão com as palmas

das mãos viradas para cima parecendo esperar que as bolhas caiam nelas.

POR:
VERCOMPALAVRAS

Estudante com dislexia e paralisia cerebral vence os desafios e se forma em história na UnB

Nem mesmo o diagnóstico de
paralisia cerebral,
a baixa visão e a limitação motora impediram que o jovem Luiz Garcia, 30 anos, realizasse o sonho de uma graduação. O estudante foi aprovado em duas universidades

federais e optou por cursar bacharelado e licenciatura em história na Universidade de Brasília (UnB).

A formatura foi no mês passado. No fim de semana, com o diploma em mãos, o jovem viajou com a família para o estado de São Paulo para mais uma conquista:

a cirurgia de córnea que poderá lhe devolver a visão plena.

Em meio aos preparativos para mudança, o estudante recebeu o G1 em sua casa, na Vila Nova, em São Sebastião. Luiz disse que enfrentou desafios durante

os cinco anos de formação, mas que “tudo ficou mais fácil” com o apoio dos pais e colegas tutores.

citação
“No momento da minha formatura, me senti realizado.”

Estudante ao lados dos pais e da fonoaudióloga em solenidade de formatura (Foto: Arquivo pessoal )
fim da citação

Devido à dislexia – um transtorno de aprendizagem – e à baixa visão ocasionada pela paralisia cerebral, Luiz tem dificuldades para ler e escrever. Todo

o conteúdo foi aprendido na sala de aula, em áudios enviados por amigos e nas apostilas lidas pelos pais, que eram armazenadas em um gravador.

Quando precisou entregar trabalhos, Luiz contou com o apoio do pai para transcrever o que ele ditava. A tecnologia também deu uma mãozinha. “Aprendi a

usar o microfone do teclado do celular para redigir textos”, conta.

O estudante atribui a escolha do curso aos bons professores que teve, e ao interesse por disciplinas da área de humanas. Ele diz que ainda pretende cursar

jornalismo e no próximo ano vai tentar a aprovação em outra instituição pública – a Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

citação
“Me considero um bom aluno, sempre fui… Tanto que não cheguei só em uma universidade, cheguei em duas”, diz com um sorriso no rosto.
fim da citação

Desafios

Como não tem sustentação nas mãos e nas pernas, Luiz se move em cadeira de rodas. O jovem conta, literalmente, com os braços do pai, o autônomo Luís Garcia,

para realizar tarefas básicas enquanto está fora de casa, como se alimentar e ir ao banheiro.

Desempregados, pai e mãe do dedicado Luiz decidiram enfrentar o momento de crise com a visão empreendedora. O casal é autônomo e começou a vender marmitas

no campus da UnB – uma solução encontrada para gerar renda para família e, ao mesmo tempo, estar perto para atender às necessidades do filho.

Desníveis, buracos e falta de banheiros adaptados à cadeirantes também foram alguns dos obstáculos para acessar as salas de aula no campus da UnB. Em cinco

anos de curso, Luiz relata três quedas entre um pavilhão e outro. “Cheguei a ficar dois meses sem ir às aulas”.

citação
“Muitas vezes tive que deixar as aulas e voltar para casa porque meu pai não tinha como me higienizar lá. Espero que, nos próximos anos, esses problemas

sejam resolvidos.”
fim da citação

Paralisia cerebral

A mãe de Luiz, Rosana Garcia, teve o filho no sexto mês de gestação. Prematuro, ele nasceu de parto normal, com 900 gramas. “Os médicos achavam que ele

não ia sobreviver”. Rosana diz que mesmo sem ter o pulmão formado, nem outros detalhes como cílios e sobrancelhas, Luiz “sempre se superou”.

Luiz, criança, sendo segurado pela mãe, no Parque Nacional de Brasília (Foto: Arquivo pessoal)

citação
“Ele ficou 24 dias internado e só recebeu alta com 1 quilo e 320 gramas. Cabia na palma da minha mão.”
fim da citação

O diagnóstico de paralisia cerebral só veio quando o bebê estava próximo de completar 1 ano. Luiz tinha limitações para andar, espasmos e dificuldades

de coordenação motora. Segundo a mãe, a causa da patologia nunca foi informada pelos médicos.

Fonte: G1

terça-feira, 10 de outubro de 2017

Deficientes físicos fazem protesto em Maceió e pedem cadeiras de rodas fornecidas pelo SUS

Cadeirantes reclamam da demora do poder público em fornecer as cadeiras e dizem que o material é de péssima qualidade.
Por AL TV
Deficientes físicos realizaram um protesto nesta quinta-feira (5) em Maceió para pedir por cadeiras de rodas fornecidas pelo Serviço Único de Saúde (SUS),

e menos burocracia do poder público para fornecer o material.

Para chamar atenção para as reinvindicações, os cadeirantes bloquearam um trecho da Avenida da Paz, em frente à Secretaria de Estado da Saúde (Sesau),

em Jaraguá.

"A gente está dando entrada na Defensoria Pública. Estão entregando as coisas para a gente de má qualidade", reclamou o presidente da Associação dos Cadeirantes,

André Dionísio.

A Sesau, por meio do fisioterapeuta Ernesto Veiga, disse que trabalha para atender as reivindicações e que uma reunião com os cadeirantes vai pontuar os

problemas para que sejam resolvidos.

"É um problema que nós reconhecemos e estamos trabalhando para resolver o mais rápido possível. É difícil porque depende de recurso, refinanciamento. Na

próxima semana terá uma reunião com as instituições, onde eles apresentarão a demanda e, através da apresentação dos casos que não resolveram ainda, nós

vamos buscar o aumento do recurso para atender de forma mais ágil esses pedidos", disse Veiga.

Sobre a queixa das cadeiras não serem adequadas, a defensora pública Ana Karine Brito explica que apenas entra na Justiça solicitando a troca de cadeira,

quando ela não condiz com aquilo que o deficiente precisa. Como é o caso de pessoas que têm braços frágeis e precisam de cadeiras elétricas, por exemplo.


"O SUS, o estado, a administração, não é obrigado a fornecer aquilo que a pessoa quer. Ela é obrigada a fornecer aquilo que a pessoa precisa. Então, eu

confio na informação do profissional técnico do SUS. Ele avalia o paciente, faz as medidas e manda providenciar a cadeira", explicou Ana.

Um outro problema também citado no protesto diz respeito a dinheiro liberado pela Justiça para a compra de uma cadeira de rodas. Segundo os manifestantes,

a verba foi sacada por um funcionário da Sesau e a cadeira nunca foi comprada.

"A gente já fez duas manifestações na frente da secretaria pedindo o resultado do dinheiro, onde está esse dinheiro e até agora não deram nenhuma posição

para a gente", contou Dinonísio.

A Sesau diz que tem conhecimento do caso e está tomando medidas quanto a isso. "O caso está na assessoria jurídica, estamos tentando resolver, mas de qualquer

forma, vai ser disponibilizado um recurso para a compra da cadeira desse usuário citado", afirmou Veiga.
 fonte  g1

Paraíba tem o segundo maior índice de pessoas com deficiência no país

A Paraíba é o segundo Estado com o maior índice de pessoas com deficiência do país, com um a cada quatro habitantes declarando conviver com algum tipo

de limitação visual, auditiva, motora ou mental. De acordo com dados do último Censo do IBGE, em 2010, dos 3.766.834 habitantes no Estado, 27,76%, que

representam 1.045.631 pessoas, declararam ter ao menos um tipo de deficiência. Em todo o país são mais de 45,6 milhões de pessoas com deficiência, e ao

redor do mundo, este número chega a um bilhão, segundo informações das Organizações das Nações Unidas (ONU).

“O Estado tem que reabilitar o deficiente com o que existe de melhor, está na Constituição. Oferecendo políticas públicas e serviços de saúde adequados,

além de produtos de alta qualidade. Quanto melhor a prótese ou órtese, melhor para o usuário. Mas em um país sem recursos, a maioria das pessoas portadoras

de deficiência é obrigada a utilizar produtos de baixíssima tecnologia. Falta ao Brasil melhorar muito a concepção de órteses e próteses”, destacou o presidente

da Associação Brasileira de Ortopedia Técnica (Abotec), Peter Kuhn.

Para discutir as principais inovações na área de reabilitação e a inclusão social de milhões de pessoas: acessibilidade e autonomia, cerca de 400 especialistas

em ortopedia técnica de seis país (Brasil, Estados Unidos, Holanda, Alemanha, Argentina e Colômbia) irão se reunir em João Pessoa, entre os dias 3 e 6

de outubro, durante o V Congresso Latino- Americano e o XI Congresso Brasileiro de Ortopedia Técnica.

O evento será no Hotel Tambaú e tem promoção da Associação Brasileira de Ortopedia Técnica (Abotec). Ao todo, serão 30 palestras sobre temas relevantes

da área, além de cursos de capacitação, workshops e exposição de tecnologias, equipamentos e produtos. Durante quatro dias, os participantes debaterão

inovações e tecnologias que estão a serviço dos profissionais e dos portadores de deficiência física, como próteses biônicas, sistemas de confecção de

próteses com auxílio do computador, novas tecnologias em cadeiras de rodas, novos sistemas de avaliação de paciente amputados, entre outros assuntos.

PB AGORA
fonte
www.catoleagora.com,

Apae Encontro debate cuidados com crianças com deficiência

Com o intuito de debater questões de saúde e compartilhar experiências sobre a convivência com crianças portadoras de qualquer tipo de deficiência, a Apae

(Associação Pais Amigos Excepcionais) de Santo Anastácio irá promover o 1º Encontro sobre os cuidados no desenvolvimento e aprendizagem de crianças com

deficiência. O evento é gratuito e ocorrerá no dia 21 de outubro, para o qual foram disponibilizadas 300 vagas, no total, das quais 200 já foram preenchidas.


A falta de informações ao descobrir, ainda na gestação, que o filho teria síndrome de down, fez com que a técnica em análise química, Patrícia Paula Chagas,

36 anos, apresentasse a ideia do encontro para a Apae, onde seu filho, com sete meses, é atendido. Envolvida na organização do evento, conta que o intuito

é ajudar outras mães de filhos com deficiência, a saberem como agir e cuidar de sua criança. “É uma forma de compartilhar a experiência que estou tendo,

mostrar para elas histórias reais de superação, para não desistirem de seus filhos com deficiência, também não superprotege-los”, conta.

Com o total de 150 atendidos na Apae, incluindo crianças e adultos, outro objetivo é apresentar o serviço oferecido pela unidade, já que muito ainda possuem

receio de buscar ajuda no local, “por acharem que serão internados e esquecidos”, segundo Patrícia. “É uma forma das pessoas conhecerem a Apae e tirarem

esse preconceito e medo de levar seus filhos para fazer tratamento”, afirma.

O encontro é destinado a qualquer pessoa, seja estudante, profissional da saúde ou educação, parentes de deficientes ou não, que queiram aprender, trocar

conhecimentos e experiências, e receber orientação. “O principal problema é o preconceito das pessoas, com isso, buscamos combater isso e promover a inclusão

social”, finaliza a organizadora.

Evento

O 1º Encontro sobre cuidados no desenvolvimento e aprendizagem de crianças com deficiência irá ocorrer no Salão Pimenta Doce, situado na Rua Vereador João

Lima de Souza, 620, em Santo Anastácio. Durante o período das 8h30 às 18h, do dia 21 de outubro, oito médicos de diferentes especialidades irão palestrar,

além de mais dois testemunhos. Para participar é preciso efetuar a inscrição por meio do site
www.propagare.com.br/evento
ou através do telefone (18) 99638-0111, no qual também é possível obter mais informações.

fonte o imparcial

Governo paulista concede isenção no IPVA para pessoas com deficiência, saiba como solicitar

A Assembleia Legislativa de São Paulo aprovou no inicio de de julho, o projeto do Governo do Estado que prevê a dispensa de pagamento do IPVA para pessoas

com deficiências físicas e mentais. Para usufruir do benefício, o interessado deve requerer a dispensa do pagamento do IPVA e comprovar a impossibilidade

de dirigir mediante atestado médico. O incentivo é extensivo aos curadores e o benefício está limitado à quantia de até RS 70 mil.
Outra facilidade para o portador de deficiência física é a solicitação da autorização para circulação todos os dias com seu veículo independente da restrição

colocada a finais de placas pelo rodízio municipal. Para isso, ele deve cadastrar o veiculo ao órgão competente, evitando que as multas sejam cobradas.

Como solicitar a isenção do IPVA
Esta isenção só deve ser encaminhada quando veículo zero ou usado estiver devidamente documentado em nome da pessoa portadora de deficiência física e com

o deficientes condutores habilitado. É necessário encaminhar os seguintes documentos no posto fiscal da Secretaria da Fazenda mais próximo de sua residência,


ver endereços.

a) Preencher Kit de requerimento em 3 vias de isenção de IPVA (pode ser solicitado no Detran de sua cidade)

b) Laudo médico (uma cópia autenticada)

c) Uma cópia autenticada do RG, CPF, comprovante de residência (água, luz ou telefone fixo), carteira de motorista, certificado de propriedade e licenciamento

do veículo frente e verso (obrigatoriamente em nome do deficiente).

d) Uma cópia da nota fiscal da compra do carro (quando for zero km).

e) Cópia autenticada da nota fiscal do serviço de adaptação do seu veículo (caso seja necessária alguma adaptação).

f) Declaração que irá possuir apenas um veículo com a isenção de IPVA.
Obs.: No caso de possuir mais de um veículo em seu nome, só será aceita a isenção de apenas um veículo, ficando os demais sujeitos ao pagamento normal

do tributo.

Isenção de multas para o rodízio de placas em São Paulo
O portador de deficiência física pode rodar todos os dias com seu veículo, independente da restrição colocada aos finais de placas pelo rodízio municipal.

Para isso, ele deve cadastrar o veiculo ao órgão competente, evitando que as multas sejam cobradas. Para a cidade de São Paulo, deve-se cadastrar junto

à CET (Companhia Engenharia de Trafego) pelos telefones (11) 3030-2484 ou 3030-2485.

a) Preencher requerimento para autorização especial fornecido pela CET. (
download)

b) Copia Autenticada do laudo medico e CNH (Detran)

c) Cópia simples do RG

d) Cópia autenticada do documento do veiculo CRLV

e) Encaminhar via sedex ou pessoalmente para Rua do Sumidouro 740 – Pinheiros, São Paulo, CEP: 05428-010. Aos cuidados do DSV – departamento de autorizações

especiais.
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