segunda-feira, 11 de dezembro de 2017

Última plenária de 2017 do CMPD é marcada por teatro, música e planos para o novo ano

“Nosso foco no início de 2018 será proporcionar mais atividades culturais para os cidadãos com deficiência”, afirmou a presidente do conselho
A última plenária do ano realizada pelo Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência de São Paulo ( CMPD) aconteceu sábado passado, 2 de dezembro, na Câmara

Municipal da capital. A reunião foi marcada por apresentações de teatro, música e planos para 2018 relacionados, principalmente, a atividades culturais.


A mesa de abertura do evento foi composta por Flávio Adauto Fenólio, chefe de gabinete da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência (SMPED), Ana Cláudia

Domingues, presidente do CMPD, Carlos Jorge, conselheiro surdocego e o Coordenador de Projetos socioculturais do Instituto Tomie Ohtake, Luis Soares.

Última plenária de 2017 do CMPD

Em seu pronunciamento, o chefe de gabinete da SMPED destacou a importância da parceria entre a Secretaria e o CMPD para assegurar os direitos e a inclusão

das pessoas com deficiência. “A parceria entre representantes da sociedade civil e do poder público é essencial para a implementação de políticas públicas

efetivas, pois elas precisam ser elaboradas a partir das demandas da população”, afirmou Fenólio.

Por sua vez, a presidente do CMPD agradeceu pelo apoio recebido nos primeiros meses da nova gestão, que teve início em setembro deste ano. “A cooperação

e o engajamento de todos é o que possibilita colocar em prática nossas ações em prol da inclusão. Nosso foco no início de 2018 será propiciar mais atividades

culturais para os cidadãos com deficiência”, declarou Ana Cláudia. O representante do Instituto Tomie Ohtake (nome) propôs estreitar os laços com o CMPD

para colaborar r nessa tarefa.

Os integrantes da Nina Companhia de Teatro, formada por atores e atrizes com e sem deficiência, roubaram a cena com uma encenação na qual apresentaram

pequenos retratos do cotidiano. A peça transmite a mensagem de que devemos aproveitar todos os momentos que vivenciamos no presente, por mais simples que

sejam.

Logo depois do espetáculo, a plenária foi dominada e agitada por apresentações musicais. O grupo Nascente do Canto, também composto por pessoas com deficiência,

entoou clássicos do samba e da música popular brasileira. Por fim, a dupla Fábio e Verônica prosseguiu com o canto de brasilidades. Assim, as atividades

de 2017 do CMPD se encerraram em ritmo de festa.

Por Brenda Cunha
E-mail:
brendacunha@prefeitura.sp.gov
brendacunha@prefeitura.sp.gov.br
fonte s m p e d

Participantes do ‘Dia D’ são contratados pela Prefeitura de São Paulo

Em menos de 20 dias, Aline de Cássia e Wagner dos Santos começaram a trabalhar em órgão da Secretaria Municipal de Trabalho e Empreendedorismo. A contratação

é pioneira
A 4ª edição do ‘Dia D’ de Inclusão Social e Profissional das Pessoas com Deficiência e dos Beneficiários Reabilitados do INSS, ocorrida em 29 de setembro,

gerou resultados em menos de 20 dias: dois participantes do evento, Aline de Cássia e Wagner dos Santos, são os novos funcionários do Centro de Apoio ao

Trabalho e Empreendedorismo (CATe) do centro da capital. Cerca de 50 empresas integraram a ação, mas o órgão foi o primeiro a dar uma oportunidade de trabalho

aos candidatos.

Aline de Cássia Escapucini, de 35 anos, é formada em Gestão de Recursos Humanos há cinco anos, mas fazia oito meses que estava desempregada. Na busca pela

recolocação no mercado de trabalho, a profissional, que é cadeirante devido à mielomeningocele, também já tinha participado da 1ª edição do ContrataSP,

outra ação da Prefeitura dedicada à empregabilidade de pessoas com deficiência realizada em julho.

A candidata estava confiante em relação ao Dia D, mas não imaginava que conseguiria uma oportunidade logo no CATe. “Pensei que a forma de contratação era

outra. Um dos colaboradores notou a maneira como eu estava falando com todo mundo sobre meu currículo, e a supervisão se interessou”, conta Escapucini.


Ela foi chamada para uma entrevista, e, depois de passar dias de ansiedade à espera de um retorno – recebeu uma resposta positiva. “Entre duas possibilidades,

escolhi o CATe, por ser uma oportunidade de trabalhar na minha área,”, afirma. A funcionária começou a trabalhar no dia 17 de outubro. Após o período de

experiência, exercerá atividades no setor administrativo, captando novas vagas e interligando as empresas aos trabalhadores.

Um dia antes de Aline, Wagner dos Santos chegou ao CATe, onde é um dos responsáveis pelo atendimento aos munícipes. Estreante no ‘Dia D’, ele estava descrente

em relação às possibilidades de emprego oferecidas pelo evento. “Fazia um ano que eu estava desempregado, então estava dando tiro no escuro. Eu fui porque

a gente tem que correr atrás”, afirma.

Ele diz que ficou confiante ao ser chamado para a entrevista.“Eu estava muito desesperado mesmo, ainda mais porque sou um pai de família”, conta. O novo

funcionário do CATe é paraplégico e acumula uma experiência de nove anos em atendimento ao público; mesmo assim enfrentou barreiras para reconquistar um

emprego, por isso estava desacreditado. “Já fui em muitas empresas que falavam que a experiência seria um diferencial, mas eu não era chamado para nada.


Simplesmente eu ia na entrevista e não recebia retorno. Então, estava sentindo um pouco de preconceito, sim”, afirma. Na opinião dele, muitos lugares só

tinham a intenção de preencher a Lei de Cotas (8.213/91), mas para isso procuravam um perfil específico. “Eles queriam mais uma pessoa que não aparentava

ter deficiência”, declara.

Felizes com a conquista do tão almejado emprego, Santos e Escapucini planejam agora investir nos estudos. Ela já sabe o caminho que quer seguir : “Quero

fazer faculdade ou uma pós em psicologia social ou organizacional”, conta.
Por Brenda Cunha
E-mail:
brendacunha@prefeitura.sp.gov.br
 fonte s m p e d

Prefeitura de Curitiba quer limitar número de passagens de ônibus para pessoas com deficiência física

Medida que também deve valer para pessoas aposentadas por invalidez teria sido sugerida pelo Tribunal de Contas.
Por RPC Curitiba
Um decreto da Prefeitura de Curitiba pretende limitar o número de passagens de ônibus disponíveis para pessoas portadoras de deficiência física e para

aposentados por invalidez. Atualmente, elas podem usar os ônibus de forma ilimitada, desde que tenham o cartão da Urbs, que libera a passagem nas catracas.


Segundo a prefeitura, a medida tem como objetivo reduzir os gastos com essas pessoas, que representariam 14,33% da tarifa cobrada atualmente na cidade,

no valor de R$ 4,25.

Conforme o decreto, pessoas portadoras de deficiência terão direito a 100 viagens gratuitas por mês. O número dobra, caso elas necessitem de um acompanhante.

Já para os aposentados, a ideia é conceder apenas 25 passagens mensais.

Para o gestor de fiscalização da Urbs, Amilton Daemme, o benefício deveria ser usado para situações específicas. "Esse benefício é para a pessoa buscar

um tratamento, para fazer os seus deslocamentos para fazer um tratamento, fazer um acompanhamento médico, enfim. E como esse grupo multidisciplinar, que

são pessoas técnicas da saúde, da educação da FAS [Fundação de Ação Social] nos recomendaram que esse número é mais que suficiente para fazer esses tratamentos",

diz

Combate a fraudes

A prefeitura informou que a medida tem como objetivo reduzir as fraudes no sistema. A Urbs, autarquia que cuida do transporte, recebeu informações de que

algumas pessoas estavam vendendo os cartões de gratuidade.

Além disso, a medida atenderia a uma recomendação do Tribunal de Contas do Estado do Paraná (TCE-PR), que teria sugerido a exclusão de gratuidades no sistema

de Curitiba que não constem em legislação federal.

Punição aos deficientes

Para o Diretor da Associação dos Deficientes do Paraná, Mauro Nardini, a medida da prefeitura vai acabar gerando uma punição a todas as pessoas que eram

beneficiadas com as passagens. Ele considera a medida injusta e quer que ela seja revista.

"Eu acho que a Urbs é que tem que buscar coibir essa questão da fraude nos cartões. E com relação a oneração da passagem, não somos nós que vamos jogar

lá em cima a passagem, pela quantidade ou pelo número de isenções que o idoso, a pessoa com deficiência ou aquela pessoa aposentada por invalidez [tem

direito]", diz.

De acordo com a Urbs, atualmente, há 12 mil pessoas com deficiência com direito à isenção e outras 5 mil aposentadas por invalidez que usufruem do benefício.


 fonteG1 Paraná.

DFTrans amplia prazo para recadastramento de usuários com deficiência

Processo segue aberto até 31 de janeiro de 2018. Além da novidade, pasta informou ter ampliado capacidade digital para entrega dos documentos
O prazo para que usuários de transporte público do Distrito Federal com deficiência ou doença crônica — por lei, tem direito ao uso gratuito — atualizem

o cadastro no DFTrans foi prorrogado. Agora, segue até o dia 31 de janeiro de 2018. O recadastramento deve ser feito pela internet, através do
portal do Bilhete Único.
Anteriormente,
a atualização seguiria até 15 de dezembro.
De acordo com o Transporte Urbano do DF, a prorrogação aconteceu pela fraca procura do serviço durante o período de abertura, em 16 de novembro. De mais

de 60 mil que têm cadastro ativo, somente cerca de 6 mil deram início ao envio de documentação.
Para aqueles que deram início ao processo de recadastramento, o DFTrans informa, apenas, que vai fazer a análise dos dados e, em caso de pendências, solicitará

o documento que falta.
Ainda de acordo com a pasta, além da prorrogação, o DFTrans afirmou que houve a ampliação da capacidade do portal do Bilhete Único para a entrega dos documentos

digitais. Atualmente, todos os arquivos podem ter até três gigabytes de espaço.

Funcionamento
Para fazer a atualização do cadastro, o usuário precisa anexar documentos como laudo médico, CPF, carteira de identidade, comprovante de residência e foto

3x4. Entretanto, a Secretaria de Mobilidade diz que quem entregou o laudo médico antes da ampliação do prazo, não precisa anexar outro pelo sistema.
Ainda de acordo com a secretaria, todo o processo de atualização é necessário para adequar os cadastros à biometria facial, ainda em fase de implementação

no DF. A medida servirá para evitar fraudes no sistema.

Direito
Segundo legislação distrital, a gratuidade no transporte público para pessoas com deficiência é válida para:
- Quem tem insuficiência renal e cardíaca crônica;
- Pacientes com câncer;
- Portadores de vírus HIV;
- Pessoas com anemias congênitas (falciforme e talassemia) e coagulatórias congênitas (hemofilia);
- Pessoas com deficiência física, sensorial ou mental.

Com informações da Agência Brasília
fonte correio brasiliense

sábado, 9 de dezembro de 2017

Google libera uso da acessibilidade para desenvolvedores de apps

A gigante de tecnologia voltou atrás na decisão anunciada e vai disponibilizar licenças para recursos de acessibilidade aos desenvolvedores que entraram

em contato
O Google voltou atrás. No mês passado, a empresa enviou uma notificação a todos os desenvolvedores de aplicativos que utilizavam os serviços de acessibilidade,

dizendo que eles deveriam mudar as funcionalidades que obrigavam o usuário a permitir o acesso.

Esse anúncio gerou uma grande insatisfação por parte dos desenvolvedores e usuários que utilizam os aplicativos que dependem dessas permissões. A partir

de agora, os apps deverão provar que são projetados para ajudar as pessoas que possuem algum tipo de deficiência e necessitam do software.

Acessibilidade

Os desenvolvedores que entraram em contato com a companhia para tratar do assunto estão recebendo um email com termos atualizados, visto que a empresa

entende que existem apps legítimos que precisam da permissão. Para os que tiveram suas autorizações negadas, a Google liberou que eles enviem justificativas

explicando os motivos da necessidade das licenças.

Pelo visto, a Gigante das Buscas ouviu sua comunidade e não quer perder público com mudanças e proibições drásticas, principalmente quanto a aplicativos

que buscam ajudar as pessoas.

Fonte:
TecMundo Site externo

Motorista de Uber diz a mulher cega: ‘cão no meu carro, não’

Faltavam poucos minutos para a meia-noite do sábado passado quando a economista Marcela Vilela, de 34 anos, solicitou um carro do Uber para voltar para

a casa, em Copacabana, após visitar um parente em Cosme Velho, zona sul do Rio. Estava acompanhada da sogra e de Cruizer, seu cão-guia há cinco meses,

quando o veículo encostou. “Cachorro no meu carro, não”, disse o motorista, que partiu mesmo após ter ouvido que estava descumprindo a lei.

O caso de Marcela não é exceção. Ao menos no Rio e em São Paulo, passageiros com deficiência visual têm sido recusados por motoristas do Uber por causa

da presença de cães-guia. “Tive três problemas só no último mês. Em duas ocasiões, o motorista chegou para me buscar e quando viu o cão-guia não quis me

levar. Da outra vez, liguei para avisar que era deficiente visual e tinha um cachorro comigo e, na sequência, o motorista cancelou a corrida”, conta.

“Toda vez que acontece isso faço queixa pelo próprio aplicativo, que é acessível para quem sofre de deficiência visual. O Uber entra em contato por e-mail,

dá crédito para uma próxima corrida e diz bloquear aquele motorista para o meu perfil. Mas isso não tem resolvido o meu problema. Não é uma questão de

crédito, a gente só quer ter o direito assegurado”, diz Marcela.

Protesto. A recorrência dos casos de recusa de corrida por causa do cão-guia levou a blogueira paulistana Mellina Reis, de 33 anos, a relatar o problema

em seu canal no YouTube. “É um transtorno enorme. Às vezes está chovendo, a gente está atrasada ou é muito tarde e eles simplesmente vão embora por causa

da Hillary”, conta Mellina, que começou a perder a visão aos 14 anos e hoje conta em seu blog as viagens que faz sozinha na companhia da labrador que a

acompanha há três anos.

“Cão-guia não é um pet, não é cachorro de estimação. A Hillary é meus olhos, melhorou muito a minha autonomia, minha qualidade de vida. Não abro mão dela.

Dá para perceber que muitos motoristas não tiveram orientação, sequer sabem da lei. É um problema que piorou depois da criação do Uber pet”, diz Mellina,

citando o serviço criado em 2015 que oferecia carros com motoristas dispostos a levar animais de estimação, mas extinto em 2016.

Presidente da Comissão de Direito das Pessoas com Deficiência da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) em São Paulo, Mizael Conrado de Oliveira lembra que

esse tipo de prática é uma discriminação passível de prisão de até 3 anos e multa. “É uma postura lamentável desses motoristas. Esse é um direito consagrado

pela Lei Brasileira de Inclusão, que tipifica discriminação como crime.”

Em nota, o Uber afirmou que fornece material informativo aos parceiros avisando sobre a obrigatoriedade por lei de se aceitar cães-guia nos veículos e

contata o motorista quando há queixa de passageiro. Segundo a empresa, “infrações a esta lei podem levar à desativação de um parceiro da plataforma”.

 por FABIO LEITE , O Estado de S. Paulo
 fonte estadão

Liga da Justiça do bem: alunos com deficiência se "transformam" em super-heróis

Crianças com deficiências viram super-heróis em ensaio fotográfico
fim da lista

Para revelar a força interior de crianças com deficiência, um grupo de universitários da Unifei (Universidade Federal de Itajubá) transformou os alunos

de uma escola especial do sul de Minas Gerais em seus super-heróis favoritos, criando uma verdadeira Liga da Justiça.

Happyxel/Divulgação
O projeto batizado de "Happyxel" foi inspirado no trabalho do fotógrafo norte-americano Josh Rossi, que fez a transformação com crianças com doenças graves

em fase terminal. "A ideia foi replicar essa proposta com crianças com deficiências, para que elas nunca se sintam diminuídas por isso", disse Cleber Gonçalves

Jr., professor da universidade, que foi convidado pelos alunos a fazer parte da equipe.

Foram cogitadas algumas instituições da região para aplicar esse trabalho, mas a escolhida mesmo foi a Escola Estadual de Educação Especial Novo Tempo,

onde 90% dos alunos possuem algum tipo de deficiência. São crianças de 6 a 12 anos com deficiências intelectuais, autismo, hiperatividade, deficiência

no processamento de informações, deficiência auditiva e síndrome de Down.

Happyxel/Divulgação

Ao todo, 11 dessas crianças foram fotografadas fantasiados de super-heróis de histórias em quadrinhos e do cinema –Homem-Aranha, Lanterna Verde, Flash,

Super-Homem, Batman, Capitão América e até o vilão Darth Vader, entre outros. E, com a mágica da edição, o ensaio fotográfico foi transformado em pôsteres

e entregue de presente para as crianças ao final do projeto.

"Foi extremamente gratificante ver a reação delas ao receberem o presente. Algumas chegaram a questionar: 'sou eu mesmo?' Todas elas receberam a pôster

com um sorriso imenso. Era muita alegria expressa também no olhar", comenta Gonçalves Jr., que fez as fotos juntos com os estudantes Murilo Buscariolo

e Leonardo Santos.

A iniciativa foi resultado de um projeto de empreendedorismo social, que contou com a participação de 9 alunos dos cursos de engenharia mecânica, engenharia

de controle e automação, engenharia de produção, engenharia aeronáutica, química e ciência da computação, além do professor convidado.
fonte Do UOL, em São Paulo

Prefeitura de São Paulo celebra o Dia do Palhaço no Theatro Municipal com espetáculo com acessibilidade

Nos dias 9 e 10 de dezembro, acontece apresentação da montagem a Noite de Gala do Circo, com direção de Nelson Baskerville e Hugo Possolo; Mais de 30 artistas

integram o elenco da peça que contará com interpretação de Libras.
Com 20 artistas circenses e 15 atores no elenco, a Noite de Gala do Circo, que acontece no dia 9 de dezembro, às 20h, e 10, às 18h, com entrada gratuita

e intérprete de Libras, promete marcar as comemorações do Dia do Palhaço (10 de dezembro) com uma experiência artística inédita.

Para esta edição, o diretor teatral Nelson Baskerville foi convidado para assinar a Direção Geral do evento que conta também com Hugo Possolo na Direção

de Circo. Hugo selecionou artistas das mais diversas habilidades, sendo parte deles integrantes de importantes grupos para produzir um espetáculo contemporâneo

e pulsante que dialogue profundamente com a cidade de São Paulo.

“Comemorar esta data especial para o circo no Theatro Municipal mostra a importância que a nossa gestão dá para o mundo do circo, oferecendo o mais nobre

palco da cidade a esta arte”, ressalta o secretário municipal de Cultura, André Sturm.

O tema da encenação é “O vidro na visão do passarinho”. O espetáculo é estruturado em oito blocos temáticos que serão apresentados em aproximadamente de

90 minutos e propõe reflexões acerca do vidro, suas qualidades, simbologia e paradoxos. São eles: a criação do vidro, transparência, espelho, o vidro como

separação, a solidão atrás do vidro, o vidro na visão do passarinho, a fragilidade do vidro e cacos de vidro.

Artistas multilinguagens

Durante toda a encenação o palco do Municipal estará preenchido pelos artistas propondo imagens, apresentando números, realizando cenas, interagindo com

a cenografia, vídeos e trilha sonora numa representação múltipla da cidade que não para e em que tudo acontece simultaneamente. O circo e suas cores irrompem

contrapondo a rotina da cidade.
Entre as atrações está a Cia. ParaladosanjoS, que revisita uma de suas obras mais significativas: Crossroad – Contos Urbanos, que traz ao palco figuras

do universo alternativo da cidade de São Paulo. Também serão realizados duos acrobáticos aéreos e coreografias coletivas como as cenas que acontecem em

espaços simulados como um andaime e o metrô.

A Noite de Gala do Circo também contará com Virgínia Rodrigues, cantora das mais respeitadas no circuito dos mais importantes festivais de jazz e world

music mundo afora.

Uma das intenções ao convidar Nelson Baskerville para assumir a Direção Geral desta edição da Noite de Gala do Circo foi propor uma nova abordagem ao evento

agregando elementos teatrais contemporâneos e propondo um novo enfoque ao Circo. Nelson é considerado um dos mais importante e atuantes diretores teatrais

paulistanos, venceu o Prêmio Shell 2010 de Melhor Direção pelo espetáculo “Luis Antonio-Gabriela”, entre outros. Sobre o espetáculo, ele considera “uma

homenagem à cidade de São Paulo e aos artistas. Na frenética São Paulo, que a todo momento se constrói e recontrói, o circo e seus artistas permanecem”.


A encenação conta ainda com importantes nomes das artes cênicas como Marisa Bentivegna na Cenografia, Marichilene Artisevskis nos Figurinos, Wagner Freire

na Iluminação, Daniel Maia na Trilha Sonora, Laerte Késsimos no Audiovisual e Claudinei Hidalgo no Visagismo.

Os ingressos serão distribuídos duas horas antes de cada sessão na bilheteria do Theatro Municipal.

Ficha Técnica
Direção Geral: Nelson Baskerville
Direção de Circo: Hugo Possolo
Assistência de Direção: Thaís Medeiros
Dramaturgia: Nelson Baskerville e Thaís Medeiros
Elenco: Armário das Almas Cantantes (Cibele Scalesi, Maiza Menezes, Munique Tavares, Priscila Cereda e Filipe de Oliveira), Daniel Wolf, Patrícia Pantaleão,

Cia. do Relativo, Cia. Paraladosanjos, Palhaço Biribinha, Paulo Maeda e Helder Vilela, Verônica Ned.
Elenco de apoio: Seu Viana Companhia de Teatro (Anna Talebi, Bia Souza, Fernando Vilela, Henrique Caponero, Inês Soares Martins, Julia Caterina, Jussara

Rahal, Mário Panza, Priscilla Alpha, Rebecca Catalani e Thaís Junqueira), Janis, Juliana, Gilberto e Luciane.
Participação Especial: Virgínia Rodrigues
Cenografia: Marisa Bentivegna
Figurinos: Marichilene Artisevskis
Iluminação: Wagner Freire
Trilha Sonora: Daniel Maia
Direção Audiovisual: Laerte Késsimos
Visagismo: Claudinei Hidalgo

Serviço:
Theatro Municipal de São Paulo – Praça Ramos de Azevedo, s/n - República, São Paulo - SP
Sessões: dias 09 e 10 de dezembro - sábado, às 20h; domingo, às 18h.
Ingressos gratuitos distribuídos duas horas antes do início da sessão
Classificação: Livre. Haverá intérprete de Libras.
Duração: 90 minutos

Mãe de deficiente preso por engano diz que filho nunca foi a Anápolis

Jefferson está na Papuda, a mando do Judiciário de Goiás, por um roubo em Anápolis (GO) que não cometeu. O autor do delito foi o irmão dele, mesmo assim

juiz negou liberdade
Lucas Vidigal - Especial para o Correio

Início do grupo Mãe espera passar o Natal em casa com o filho, que é deficiente mental
Marcelo Ferreira/CB/D.A Press
Mãe espera passar o Natal em casa com o filho, que é deficiente mental
Fim do grupo

Tereza Maria Beserra da Silva, 57 anos, chora ao expressar o desejo de passar o Natal e a virada de ano com o filho na casa alugada onde vivem, no Recanto

das Emas. Ela não sabe se conseguirá. Isso porque Jefferson Carlos Silva de Oliveira, 32, foi preso a mando da Justiça do Estado de Goiás, por um roubo

em Anápolis (GO), crime que não cometeu. Deficiente mental, está em uma cela comum, com vários presos no Complexo Penitenciário da Papuda. Para piorar,

na noite de ontem, um juiz do estado indeferiu o pedido de habeas corpus impetrado pela defesa de Jefferson.
O verdadeiro autor, Jackson Beserra da Silva, irmão da vítima, confessou que deu o nome do irmão na delegacia após uma prisão em flagrante por um assalto

à mão armada no município goiano, em 2007. Além disso, papiloscopistas da Polícia Civil do Distrito Federal confirmaram que as digitais da pessoa presa

em Anápolis pertenciam a Jackson. Apesar dessas evidências Jefferson, que foi levado por policiais civis do DF que cumpriam o mandado de prisão da Justiça

goiana, permanece preso desde 21 de novembro, à espera da boa vontade do Tribunal de Justiça do Estado de Goiás (TJGO).

Na casa da família, Tereza Maria fala do caso com aflição e reclama da saudade. Mostra a pequena coleção de filmes do filho, vários de super-heróis, a

mala em que ele guarda as roupas e a pilha de colchões sobre a cama. Quatro ao todo. “A maioria das vezes, ele dorme assim. Ele gosta. É um pouco engraçado.

Quando recebemos alguém, pegamos um (dos colchões). O Jefferson é metódico. Gosta das coisas certinhas. É caseiro e nunca teve problemas com a polícia.

Nunca nem foi a Anápolis”, conta a mãe.

Na época em que deu o nome do irmão na delegacia, Jackson, que era reincidente, queria escapar da prisão. Acabou condenado posteriormente. Pegou cinco

anos por um roubo de carro e cumpriu quatro. Segundo a mãe, ele chorou ao saber que o irmão estava preso. “Ele quer pagar pelo crime. Ele errou. Mas o

erro maior foi da Justiça Goiana, que não se certificou da real identidade dele ao prendê-lo”, afirma a mãe.

Expectativa

A advogada de Jefferson, a defensora pública do DF Antônia Carneiro, demonstrou surpresa ao comentar o indeferimento do habeas corpus. “A Defensoria Pública

de Goiás interpôs recurso de embargo de declaração, que é quando há omissão, obscuridade ou contradição. No caso, o defensor público pediu que o juiz fundamente

melhor a decisão. Vamos aguardar o resultado do embargo para entrar com o pedido de liberdade no Superior Tribunal de Justiça. Não dá para entender”, desabafou.

Em nota, o TJGO afirmou ter solicitado nova identificação do rapaz para, então, tomar providências em relação ao “provável erro”. Jackson se passou pelo

irmão outra vez, em Ceilândia, em 2013. A condenação a oito anos e seis meses de prisão saiu em outubro de 2015. O juiz Wagno Antônio de Souza, da 2ª
Vara Criminal de Taguatinga, afirmou à época que ele “utilizava comumente o nome de Jefferson”.

Caso semelhante

Não é a primeira vez que o sistema penitenciário do DF recebe uma pessoa presa injustamente. Francisco Bezerra da Silva trocou de sobrenome após ser preso

pela Polícia Civil mineira em Paracatu (MG). Ele passou dois anos atrás das grades no lugar de um irmão, até então, homônimo. A corporação de Minas teria

sexta-feira, 8 de dezembro de 2017

O mochileiro cego e surdo que já visitou mais de 120 países

Tony Giles faz questão de ser um viajante independente: 'Viajo sozinho porque é o maior desafio que eu posso encarar'.
BBC
Deficiente visual e auditivo, o britânico Tony Giles faz questão de ser um viajante independente.

E tem uma meta ambiciosa: visitar todos os países do mundo.

Aos 39 anos, ele já riscou 124 países da lista, com direito a salto de paraquedas na Austrália e voo de asa-delta no Rio de Janeiro.

Aventuras de Giles incluem voo de asa-delta sobre a praia de São Conrado, no Rio de Janeiro, em 2004 (Foto: Arquivo pessoal)
Aventuras de Giles incluem voo de asa-delta sobre a praia de São Conrado, no Rio de Janeiro, em 2004 (Foto: Arquivo pessoal)

Aventuras de Giles incluem voo de asa-delta sobre a praia de São Conrado, no Rio de Janeiro, em 2004 (Foto: Arquivo pessoal)

"Viajo sozinho porque é o maior desafio que eu posso encarar", conta Giles, que é completamente cego e tem apenas 20% da audição, em decorrência de problemas

genéticos.

Ele explica que ser um viajante independente traz muitas vantagens, como o senso de descoberta e liberdade.

"Se eu viajasse acompanhado, sobretudo por alguém que tenha visão, a pessoa estaria fazendo todo o trabalho, estaria me guiando, e eu não conseguiria tocar

e encontrar tantas coisas como eu faço por conta própria", diz Giles.

Aos 39 anos, Giles já visitou 124 países (Foto: BBC)
Além disso, é uma oportunidade de conhecer outras pessoas.

"Viajando sozinho consigo interagir com mais gente", acrescenta.

Com a ajuda de estranhos

Mas há muitas dificuldades no caminho.

"É preciso ser paciente, você se perde o tempo todo. É muito difícil procurar algo específico quando você não pode ver, porque obviamente você não consegue

identificar", afirma.

Giles pega ônibus para visitar o Muro das Lamentações, em Jerusalém (Foto: BBC)
"Vão passar umas dez pessoas por você até que alguém pare e pergunte: 'Você está perdido, precisa de ajuda?'. Aí você interage. É como funciona", explica.


E foi assim em Israel, seu destino mais recente. Com o auxílio de pedestres, Giles pegou um ônibus para visitar o Muro das Lamentações, na Cidade Velha

de Jerusalém.

"Do ponto de vista histórico e espiritual, vale a pena visitá-lo", recomenda.

'É tudo muito suave', diz ele sobre o Muro das Lamentações (Foto: BBC)
"Há diversas inscrições nele. São blocos maciços. É tudo muito suave, as texturas, as formas do muro, os tijolos", analisa.

Para Giles, viajar significa usar todos os sentidos do corpo. Em um dos mercados de Jerusalém, ele é atraído pelo aroma dos temperos, a textura dos tecidos

e a balbúrdia dos comerciantes.

"Gosto da atmosfera, dos cheiros. É estreito e compacto. Parece muito autêntico", descreve.

Como tudo começou

A paixão por viajar foi despertada em 2000, durante um intercâmbio universitário nos Estados Unidos.

'Parece muito autêntico', afirma Giles em visita a mercado (Foto: BBC)
"Nova Orleans foi o primeiro lugar que fui sozinho. Estava sozinho em uma cidade estrangeira. Gelei."

"Respirei fundo algumas vezes e disse para mim mesmo: 'É isso o que você quer. Se não quer, vá para casa'", relembra.

Giles não só seguiu em frente, como não parou mais.

Nem mesmo um problema renal detectado em 2002, que o obrigou a se submeter a um transplante de rim em 2008, o impediu de continuar viajando.

Paixão de Giles por viagem começou em 2000, quando ele fez intercâmbio nos Estados Unidos (Foto: BBC)
Segundo ele, a doença o levou a tomar outra importante decisão ainda em 2002: parar de beber, uma vez que "estava prestes a se tornar um alcoólatra".

Em meio aos problemas de saúde e às viagens, Giles ainda encontrou tempo para se formar em História Americana, com um mestrado em Estudos Transatlânticos.


Em 2010, lançou o livro "Seeing the World My Way" (Vendo o Mundo do Meu Jeito, em tradução livre), no qual narra suas viagens pelo mundo.

Entre as aventuras, estão um voo de asa-delta sobre a praia de São Conrado, no Rio de Janeiro, bungee jumping na Nova Zelândia, escalada de montanhas geladas

e salto de paraquedas na Austrália.

"Viajar é mais do que simplesmente ver o cenário bonito ou a paisagem com seus olhos", comenta no livro.
Por BBC
 fonte g1

O Milagre de Anne Sullivan. Filme baseado na história real da surdocega Helen Keller.

O Milagre de Anne Sullivan (The Miracle Worker) é um filme dos Estados Unidos de 1962, do gênero drama biográfico, dirigido por
Arthur Penn,
e baseado no livro The Story of my Life, de Helen Keller e na peça teatral de William Gibson.

O filme relata a história de uma menina cega. Não só cega, mas muda. E como se não fosse demais, era uma menina surda, muda e cega. O nome dela era é Helen

Keller, de sete anos, filha de proprietários de terras. Keller não sabia o que era mundo e não sabia como interpretá-lo, e apesar disso tudo, ela precisava

muito se expressar.

O filme é muito complexo, mas ao mesmo tempo é humano demais. Um filme que mostra como o ser humano não está seguro sobre as coisas que a vida pode aprontar.

O Milagre de Anne Sullivan é um retrato psicológico, mostra-nos como não sabemos lidar com com limites físicos e a realidade de um ser humano. O filme

é um pouco agressivo no sentido de mostrar as dificuldades de se viver em um mundo silencioso e escuro, como o de Helen, e que não há como ignorar a dor

de uma garotinha.

A menina não conhece o mundo à sua volta, mas sabe do que precisa para viver e acaba por se tornar uma tirana em sua casa, já que sua família lhe dava

todas as liberdades como uma “inválida”, como achavam que Helen era. A menina tinha o total domínio em sua casa, então, portanto controlava o comportamento

de seus familiares; ela não entende como é ser educada e muito menos como escutar um não.

A Helen recebe uma orientação de uma pessoa com suma importância, que é Anne Sullivan, uma professora. Ela é uma mulher que era cega (fez nove cirurgias

nos olhos) e usa óculos escuros para proteger-se do sol, acostumada a conviver com cegas e cegos, mas ao se deparar com Helen, entende que ali está o maior

desafio da sua vida: o desafio de explicar a uma menina como viver no mundo e como entende-lo, e seu maior objetivo era que todos a tratassem como uma

pessoa normal.. Para isto entra em confronto com os pais da menina, que sempre sentiram pena da filha e a mimaram, sem nunca terem lhe ensinado algo nem

lhe tratado como qualquer criança.

11/foto-original-de-helen-keller-e-anne-sullivan
Ao conhecer Anne, o pai de Helen transpareceu um enorme preconceito dizendo: “… eles esperam que uma cega ensine a outra”. Como explicar a uma menina que

terra é a terra? Que fome é vontade de comer? Como mostrar a árvore para uma menina, que não consegue vê-la? Como ensinar a menina comer com garfos e facas,

se a menina não sabe nem o que é educação? Como ensinar a menina o que é o amor? São essas as perguntas que Anne se faz durante o filme todo.

A relação que as personagens travam entre si foge completamente da esperada por todos que assistem ao filme: ao contrário de amor e compreensão de imediato,

Anne se torna uma megera na vida de Helen. Anne demonstra que a única forma de ensinar Helen a ser gente, é a tirando de seu pedestal, a destronando de

seu império, criado pela dó e pena que seus pais tinham, e mostrar o que é a realidade para a garotinha.

A realidade não é bonita. Comer no prato não é fácil, saber indicar as coisas e seus significados é quase impossível. Anne resolve criar um método de comunicação

entre elas: o tato seria o alfabeto. O tato serviria como o meio de comunicação, fazendo com que Anne e Helen desenvolvam uma sequência de palavras associadas

aos gestos das mãos. O primeiro contato de Helen com o alfabeto no tato em libras foi no momento em que Helen encontra uma boneca na mala de Anne e descobre

que ela possui a mesma forma de seu rosto.

Durante anos, Hellen Keller tem comportamento selvagem e indisciplinado. O estimulo da comunicação através de um dos sentidos (tato) com Anne Sullivan

a incentiva a utilizar o tato como o elo entre ela e o mundo; desenha palavras na mão da menina a fim de que ela compreenda a relação entre as palavras

e seus significados. O tato passa a ser a via pela qual a menina “enxerga” o mundo, até que, em um momento, compreende realmente a linguagem. A partir

daí, aprende o alfabeto Braille e aos dez anos começa a falar.

As cenas são definitivamente emocionantes, como por exemplo, quando Helen começar a correr e encostar-se às coisas , perguntando para Anne como era o nome

delas, árvore, chão, degrau e professor. Uma das cenas mais lindas.

O filme conta a história da persistente professora do título, contratada para ensinar Hellen que fica surda e cega aos 18 meses de vida. A força de vontade,

vocação e fé de Sullivan é tanta que nada parece ser obstáculo para ela, nem mesmo os próprios pais de Hellen, com quem vive entrando em conflito Em 1904,

formou-se com louvor, e foi a primeira aluna cega e surda e terminar um curso universitário.

Enfim, o filme carrega uma mensagem de dor, conquista e apoio que poucos filmes apresentam ter. O milagre de Anne Sullivan é um dos mais bem filmes produzidos

e virar as costas para uma obra rara dessas, é, no mínimo, ignorância imperdoável.

Fonte:
Educação especial e inclusiva

Concurso Moda Inclusiva Internacional revela os vencedores de 2017 em Desfile de Moda Inclusiva

Em 09 de dezembro, acontece na Unibes Cultural, na capital paulista, a 9ª edição do Concurso Moda Inclusiva Internacional, iniciativa da Secretaria de

Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo.

Desfile Moda Inclusiva em 2016. Cadeirante na passarela observada pela plateia.

Com o objetivo de incentivar a produção de looks para pessoas com deficiência, o concurso é uma oportunidade para estudantes e profissionais de diversas

áreas discutirem tendências, debaterem novas ideias e trocarem experiências no âmbito da moda inclusiva e mercado têxtil.

Em sua nona edição, participaram estudantes de cursos técnicos, universitários e profissionais da área da moda e da saúde não só do Brasil. Na ocasião,

desfilam os modelos finalistas de São Paulo, Mato Grosso do Sul, Rio Grande do Norte, Ceará, Pará e Bahia. O concurso também recebeu inscrições dos estados

Amazonas, Alagoas, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas Gerais, Mato Grosso, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e da Itália,

Nigéria, Singapura, Paraguai e Irã. Os três melhores serão premiados.

O Desfile do Concurso Moda Inclusiva acontecerá durante o “Mercado MoDe” no final de semana, que acontece no mesmo local, das 10h às 18h. O mercado consiste

na exposição e na venda de mercadorias que tenham como foco a transformação da economia por meio da investigação de novos usos para antigos materiais,

com uma visão de mundo que integre ser humano e natureza. A proposta é fomentar uma rede de novos designers, em um espaço para apresentar projetos e produtos

pensados em novos modelos de negócios pautados na responsabilidade social e ambiental.

O Brasil tem hoje cerca de 45 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência. Somente no Estado de São Paulo, esse contingente ultrapassa 9,3 milhões.

Há um grande mercado de produtos e serviços para atender as demandas específicas desse segmento.

SERVIÇO
Desfile do 9º Concurso Moda Inclusiva
Data: 09 de dezembro de 2017
Horário: 17h
Local: Unibes Cultural
Endereço: Rua Oscar Freire, 2500 – bairro Sumaré – São Paulo/SP
Mais informações:
http://modainclusiva.sedpcd.sp.gov.br/
Entrada gratuita

Agora é lei: cadeiras de rodas motorizadas e com cesto para deficientes em supermercados

Os supermercados, hipermercados, shoppings centers e centros comerciais de Campo Grande terão que manter à disposição de seus clientes e usuários com deficiência

ou mobilidade reduzida, cadeiras de rodas motorizadas com cesto para compras. Caso o projeto de Lei, de autoria do vereador Odilon de Oliveira, seja aprovado.


O projeto prevê que o número de cadeiras motorizadas a serem disponibilizadas deverão seguir princípios constitucionais, por exemplo, estabelecimentos

de 2.000 a 5.000 metros quadrados, deverão ter pelo menos uma cadeira. E, no mínimo, duas cadeiras para locais acima de 5.000 metros.

As cadeiras também terão que ser alocadas em lugares de fácil acesso aos clientes com deficiência, e caso os estabelecimentos não cumpram com a Lei receberão

notificação para regularizar no prazo de 60 dias e suspensão das atividades do estabelecimento pelo prazo de 30 dias ou até que proceda à regularização.


O objetivo do projeto, segundo o vereador, é proporcionar mais autonomia e dignidade às pessoas com deficiência, permitindo que essas tenham mais mobilidade.


Aprovado o projeto, as empresas terão até 6 meses para se adequarem à Lei.

 fonte  j d 1

IV Prêmio Melhores Empresas para Trabalhadores com Deficiência anuncia vencedores

Iniciativa visa dar visibilidade às boas práticas relacionadas à inclusão profissional de funcionários e empreendedores com deficiência, de empresas públicas

ou privadas
Na próxima quinta-feira, 7/12, a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência anuncia os vencedores do IV Prêmio Melhores Empresas para

Trabalhadores com Deficiência. O evento acontece no no Palácio dos Bandeirantes, às 9h.

A iniciativa tem o objetivo de dar visibilidade às boas práticas relacionadas à inclusão profissional das pessoas com deficiência e estimular as demais

organizações a aperfeiçoarem seus programas de respeito à diversidade humana.

Nesta edição, além da participação de empreendedores com deficiência, empresas públicas ou privadas de micro, pequeno, médio ou grande porte também concorreram

empresas estrangeiras. Na ocasião, também será lançada a versão em português do Guia das Empresas sobre Direitos das Pessoas com Deficiência, elaborado

originalmente por especialistas do Pacto Global da Organização das Nações Unidas em parceria com a Organização Internacional do Trabalho.

O site
Prêmio Melhores Empresas para Trabalhadores com Deficiência Site externo
recebeu cerca de 75 inscrições. Puderam participar empresas brasileiras que contam com o Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) e organizações estrangeiras

com atuação ou não em território nacional, mas que tenham funcionários estrangeiros com deficiência e possuam registro oficial em seu país sede. Na inscrição,

as organizações apresentaram suas experiências de inclusão profissional para pessoas com deficiência.

As corporações foram avaliadas pela promoção da política dos direitos da pessoa com deficiência, igualdade de oportunidades, grau de sustentabilidade dos

projetos, disponibilidade de materiais e psicológicos, que viabilizem ao trabalhador com deficiência condição plena para desempenho de suas funções, visando

sua inclusão social, autonomia e independência no ambiente de trabalho e potencial de reaplicação e multiplicação das iniciativas. No caso das grandes

empresas nacionais, essas também foram analisadas sobre o cumprimento da legislação (Lei de Cotas).

Já os empreendedores com deficiência, foram avaliados pela relevância e qualidade das informações prestadas, principais desafios superados e relativos

à deficiência, tempo de implantação e viabilidade, impacto e alcance da empresa, potencial de replicação e principais resultados alcançados.

A avaliação teve quatro etapas: inscrição no site, preenchimento de questionário, seleção das empresas finalistas e classificação da comissão julgadora.

As três melhores pontuações de cada categoria serão premiadas.

Reconhecimento Global

Em 2016, durante o décimo aniversário da Convenção da ONU sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa

com Deficiência de São Paulo promoveu na véspera do Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, na sede da ONU em Nova York, o “Reconhecimento Global

– Boas Práticas para Trabalhadores com Deficiência”.

Na oportunidade, foram reconhecidas empresas nacionais e internacionais públicas ou privadas que contam com programas relacionados à diversidade humana.

“Promover esta ação na sede da ONU é a materialização do pioneirismo das ações do Governo do Estado de São Paulo na inclusão das pessoas com deficiência.

É o Estado de São Paulo disseminando o respeito às diferenças e a luta por equiparação de oportunidades para o mundo”, destaca a secretária Linamara Rizzo

Battistella.

As empresas participantes foram avaliadas pela promoção da política dos direitos da pessoa com deficiência, igualdade de oportunidades, grau de sustentabilidade

dos projetos, disponibilidades materiais e psicológicas, que viabilizem ao trabalhador com deficiência condição plena para desempenho de suas funções,

visando sua inclusão social, autonomia e independência no ambiente de trabalho e potencial de reaplicação e multiplicação das iniciativas. No caso das

grandes empresas, essas também foram analisadas sobre o cumprimento da legislação (Lei de Cotas).

O quê: IV Prêmio Melhores Empresas para Trabalhadores com Deficiência
Quando: quinta-feira, 7/12, às 9h
Onde: Palácio dos Bandeirantes
End.: Av. Morumbi, 4500, Morumbi – São Paulo

Fonte: Assessoria

quinta-feira, 7 de dezembro de 2017

IV Prêmio Melhores Empresas para Trabalhadores com Deficiência anuncia vencedores

Iniciativa visa dar visibilidade às boas práticas relacionadas à inclusão profissional de funcionários e empreendedores com deficiência, de empresas públicas

ou privadas
Na próxima quinta-feira, 7/12, a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência anuncia os vencedores do IV Prêmio Melhores Empresas para

Trabalhadores com Deficiência. O evento acontece no no Palácio dos Bandeirantes, às 9h.

A iniciativa tem o objetivo de dar visibilidade às boas práticas relacionadas à inclusão profissional das pessoas com deficiência e estimular as demais

organizações a aperfeiçoarem seus programas de respeito à diversidade humana.

Nesta edição, além da participação de empreendedores com deficiência, empresas públicas ou privadas de micro, pequeno, médio ou grande porte também concorreram

empresas estrangeiras. Na ocasião, também será lançada a versão em português do Guia das Empresas sobre Direitos das Pessoas com Deficiência, elaborado

originalmente por especialistas do Pacto Global da Organização das Nações Unidas em parceria com a Organização Internacional do Trabalho.

O site
Prêmio Melhores Empresas para Trabalhadores com Deficiência Site externo
recebeu cerca de 75 inscrições. Puderam participar empresas brasileiras que contam com o Cadastro Nacional da Pessoa Jurídica (CNPJ) e organizações estrangeiras

com atuação ou não em território nacional, mas que tenham funcionários estrangeiros com deficiência e possuam registro oficial em seu país sede. Na inscrição,

as organizações apresentaram suas experiências de inclusão profissional para pessoas com deficiência.

As corporações foram avaliadas pela promoção da política dos direitos da pessoa com deficiência, igualdade de oportunidades, grau de sustentabilidade dos

projetos, disponibilidade de materiais e psicológicos, que viabilizem ao trabalhador com deficiência condição plena para desempenho de suas funções, visando

sua inclusão social, autonomia e independência no ambiente de trabalho e potencial de reaplicação e multiplicação das iniciativas. No caso das grandes

empresas nacionais, essas também foram analisadas sobre o cumprimento da legislação (Lei de Cotas).

Já os empreendedores com deficiência, foram avaliados pela relevância e qualidade das informações prestadas, principais desafios superados e relativos

à deficiência, tempo de implantação e viabilidade, impacto e alcance da empresa, potencial de replicação e principais resultados alcançados.

A avaliação teve quatro etapas: inscrição no site, preenchimento de questionário, seleção das empresas finalistas e classificação da comissão julgadora.

As três melhores pontuações de cada categoria serão premiadas.

Reconhecimento Global

Em 2016, durante o décimo aniversário da Convenção da ONU sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa

com Deficiência de São Paulo promoveu na véspera do Dia Internacional das Pessoas com Deficiência, na sede da ONU em Nova York, o “Reconhecimento Global

– Boas Práticas para Trabalhadores com Deficiência”.

Na oportunidade, foram reconhecidas empresas nacionais e internacionais públicas ou privadas que contam com programas relacionados à diversidade humana.

“Promover esta ação na sede da ONU é a materialização do pioneirismo das ações do Governo do Estado de São Paulo na inclusão das pessoas com deficiência.

É o Estado de São Paulo disseminando o respeito às diferenças e a luta por equiparação de oportunidades para o mundo”, destaca a secretária Linamara Rizzo

Battistella.

As empresas participantes foram avaliadas pela promoção da política dos direitos da pessoa com deficiência, igualdade de oportunidades, grau de sustentabilidade

dos projetos, disponibilidades materiais e psicológicas, que viabilizem ao trabalhador com deficiência condição plena para desempenho de suas funções,

visando sua inclusão social, autonomia e independência no ambiente de trabalho e potencial de reaplicação e multiplicação das iniciativas. No caso das

grandes empresas, essas também foram analisadas sobre o cumprimento da legislação (Lei de Cotas).

O quê: IV Prêmio Melhores Empresas para Trabalhadores com Deficiência
Quando: quinta-feira, 7/12, às 9h
Onde: Palácio dos Bandeirantes
End.: Av. Morumbi, 4500, Morumbi – São Paulo

Fonte: Assessoria

fonte vida mais livre

Aplicativo para smartphone quer mapear áreas acessíveis e inacessíveis de Salvador

Alunos do colégio Edgard Santos pretendem criar empresa júnior para gerenciar a plataforma

Alunos do colégio Edgard Santos pretendem criar empresa júnior para gerenciar a plataforma

Ao longo dos 23 anos de vida, o estudante de fisioterapia Filipe Simões conviveu quase sempre com a falta de acessibilidade de Salvador.

Salvo exceções pontuais, falta de rampas, calçadas inadequadas, portas estreitas e outros obstáculos sempre fizeram parte da rotina dele, que é cadeirante

por conta de um defeito congênito que não permitiu o desenvolvimento correto da medula espinhal.

Traumáticas, essas experiências foram, no entanto, o que permitiu que Filipe fosse um dos principais consultores de um projeto digital que promete ajudar

na locomoção de outras pessoas com deficiência que vivem na capital.

Trata-se do aplicativo para smartphones AMP – Acessibilidade para Todos. Desenvolvida por alunos do curso técnico em administração do Colégio Estadual

Edgard Santos, no Garcia, a plataforma pretende mapear, de forma colaborativa, as áreas acessíveis e inacessíveis para pessoas com deficiência na cidade.


Além disso, explica o estudante Luan Rufino, 23, o aplicativo terá sessão para disponibilizar leis e normas de acessibilidade, um fórum para atendimento

dos usuários, barra de pesquisa para buscar estabelecimentos acessíveis e geração das melhores rotas para quem tem dificuldade de locomoção.

“Nós estudamos todas essas fases já, mas as três últimas vão depender de uma adesão do público, que irá indicar essas rotas, então precisaremos que essas

pessoas colaborem para funcionar”, detalha Luan.

Ele, que tem uma irmã deficiente auditiva, é um dos oito membros da turma que pensou a ideia durante as aulas do programa Oguntec, iniciativa pensada pelo

Instituto Steve Biko para dar reforço em disciplinas de ciências exatas e incentivar a inovação tecnológica.

Etapas

Após aulas de programação e discussões teóricas e práticas sobre o tema, a fase atual do projeto – que já possui interface desenhada – requer a captação

de patrocinadores, conta o estudante.

Com o arrecadado, eles poderiam criar uma empresa júnior no Colégio Edgard Santos, a fim de gerenciar a plataforma digital.

Um valor de R$ 2 mil já está sendo disputado pelo grupo, que apresentou o aplicativo para a companhia americana Dow Química. No entanto, os custos para

colocar o produto na rua chegam a R$ 15 mil, estima o tutor da turma e estudante de arquitetura Igor Bunchaft.

“A ideia é que eles tenham autonomia para isso, então esse valor garantiria bolsa para alguns alunos e para pessoas que estão nos ajudando voluntariamente,

como o professor de programação”, afirma.

Ele conta ainda que aulas sobre acessibilidade, legislação, direitos humanos e direitos das pessoas com deficiências embasaram a elaboração da proposta,

que vem sendo trabalhada desde de agosto deste ano.

Impactos

As aulas teóricas do programa Oguntec, porém, começaram em abril, com o desafio de que os alunos pensassem em soluções criativas e tecnológicas para problemas

do bairro.

“O fato de eles terem encontrado essa solução tem a ver com essa marca do Oguntec, de refletir sobre viver numa cidade negra e informal como Salvador.

Eles, que vivem essa realidade, então pensam a partir desse lugar uma solução que, para mim, é conectada com a realidade”, acredita o tutor.

Para Filipe Simões, que contribuiu com a elaboração da ideia a partir da experiência dele na cadeira de rodas, ao indicar pontos sem guia de rebaixamento,

calçadas com buracos, banheiros sem adaptação e outros problemas, o aplicativo poderá provocar alguma mudança positiva.

“Foi pensando nisso que eu participei da reunião com o pessoal e pude dar minhas contribuições”, diz ele.

Na mesma linha, o estudante Luan Rufino, um dos pensadores da plataforma digital, acredita que a ideia servirá também como uma espécie de “denúncia”.

“Isso facilitaria a vida dessas pessoas com deficiência, tirando elas de situações de transtorno, constrangimento e frustração”, defende o jovem, pedindo

mais investimento do poder público na acessibilidade.

Para ele, o impacto dessas mudanças seria sentido por toda a população – e não só sobre as pessoas com dificuldade de locomoção.

“É algo que acaba melhorando a vida destas pessoas, mas também a nossa, tornando a cidade mais acessível para todos”, ensina.

Informações Complementares
DATA MARCA A LUTA PELA INCLUSÃO
Nascido com artrogripose congênita, um tipo de paralisia infantil que ocorre ainda no período da gravidez, o poeta e estudante de letras da Universidade

Federal da Bahia (Ufba) Tiago Correia, 25 anos, vive sem grandes dificuldades de locomoção em Salvador.

Por causa do processo de reabilitação iniciado desde cedo e da ânsia por independência que possui, ele faz quase tudo sozinho, exceto calçar os sapatos.


Apesar disso, convive com outras pessoas com deficiências mais graves que, por causa disso, sentem as dificuldades da falta de acessibilidade em espaços

públicos e privados.

Por isso, neste domingo, no Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, o principal pedido feito por Tiago é o de “uma cidade mais inclusiva para todos”.


“É importante fazer da cidade a extensão de nossos lares. E as pessoas precisam tratar umas às outras com respeito. Somos pessoas com necessidades especiais,

mas isso não significa que não sejamos capazes de circular na cidade sozinhos e adentrar qualquer estabelecimento”, defende Tiago.

Ele acredita, ainda, que a presença dessas pessoas nos espaços de educação primária é essencial para a inclusão. Só assim, afirma o estudante de letras,

elas poderão acessar outros lugares, como a universidade.

“Deve existir na vida dessas crianças parceria entre pais e escola. Só a partir disso, do apoio inicial, na base, nós conseguiremos, anos mais tarde, alcançar

as grandes universidades públicas. E, mais tarde ainda, ocupar espaços nunca preenchidos por nós”, analisa.

Balanço da luta
Militando nessa área há muitas décadas, a presidente da Associação Baiana dos Deficientes Físicos (Abadef), Luiza Câmara, avalia que a luta do grupo obteve

“conquistas importantes” ao longo desses anos.

Por isso, afirma ela, a data dedicada às pessoas com deficiência deve ser, sim, comemorada. “Essa data reflete os avanços que foram concebidos pelas lutas

de todos os segmentos de pessoas com deficiência, sem distinções”, acredita.

A inclusão no mercado do trabalho e em espaços como a universidade é um desses avanços, lista Luiza Câmara, aos 70 anos.

“Embora não exista ainda a cidadania plena, a dignidade total, houve avanços. Eu sou do tempo em que deficiente não saía de casa, era escondido pela família

e impedido de sair sozinho”, relembra ela, que pede mais investimento em acessibilidade na cidade. É com esse mote, por exemplo, que o bloco de Carnaval

da Abadef deve ir às ruas no próximo ano, conta ela.
fim de Informações Complementares
Fonte: site A Tarde por Yuri Silva com fotos de Joá Souza e Margarida Neide.

Prefeitura de São Paulo apresenta Programa de Estágio para Pessoas com Deficiência

A Prefeitura de São Paulo apresenta nesta quinta feira, 7, o Programa de Estágio para Pessoas com Deficiência. O objetivo é ampliar a inserção de estudantes

com deficiência nas vagas de estágio da administração pública municipal e facilitar a inclusão desse grupo no mercado de trabalho formal. A ação é uma

parceria entre as secretarias municipais da Pessoa com Deficiência (SMPED), Trabalho e Empreendedorismo (SMTE), Gestão (SMG), Ministério Público do Trabalho

(MPT) e Centro de Integração Empresa-Escola (CIEE).

A Lei nº 11.788/2008 assegura 10% dos cargos de estágio das empresas às pessoas com deficiência e define o estágio como um “ato educativo escolar supervisionado,

desenvolvido no ambiente de trabalho”. Já o artigo 27 da Lei Brasileira de Inclusão (LBI) determina que a educação é um direito da pessoa com deficiência

e garante o sistema educacional inclusivo em todos os níveis e aprendizado ao longo da vida, a fim de alcançar o máximo desenvolvimento de habilidades

conforme as peculiaridades de cada um.

O secretário municipal da Pessoa com Deficiência, Cid Torquato, destaca a importância da prática do estágio na vida dos estudantes: “Promove a inclusão

pois, muitas vezes, é a porta de entrada para o mercado de trabalho e, além disso, propicia ao jovem uma adaptação ao dia a dia profissional e a convivência

com colegas no mundo corporativo”, afirma.

O evento contará com a presença dos secretários Cid Torquato, Aline Cardoso (Trabalho e Empreendedorismo) e Paulo Uebel (Gestão), representantes do Ministério

Público do Trabalho, do CIEE de Universidades públicas e privadas da capital, além de prefeitos regionais e dirigentes de empresas públicas municipais.


Serviço: Programa de Estágio para Pessoas com Deficiência
Data: 07 de dezembro (quinta-feira)
Horário: 13h30 às 16h
Local: CIEE Rua Tabapuã 469 – 1º andar – Auditório Olavo Setúbal

Brasil chega a 27 medalhas no Mundial de Natação e faz melhor campanha da história

Por CPB
Marcio Rodrigues/MPIX/CPB
Imagem

O Brasil alcançou nesta quarta-feira, 6, a sua melhor campanha na história dos Campeonatos Mundiais de Natação Paralímpica. Nos cinco dias de disputas

na Cidade do México, a delegação nacional já esteve no pódio da Piscina Olímpica Fransico Márquez por 27 vezes. E contando…

É a primeira vez na história que a delegação verde e amarela rompe a barreira das 26 medalhas em um Mundial. Coincidentemente, o país chegara a esta marca

em três competições consecutivas: Durban 2006, Eindhoven 2010 e Montreal 2013.

E o responsável pelo recorde não poderia ser outro se não o multimedalhista Daniel Dias. Ele foi o melhor, novamente com sobras, nos 200m livre da classe

S5 - completou a distância em 2min37s67, contra 2min52s50 do vice-campeão, Theo Curin (FRA), e 3min05s74 de Junshegn Li, da China. Foi seu quinto ouro

neste Mundial mexicano. Pouco mais de 12 horas antes desta conquista, ele sagrara-se tetracampeão mundial nos 50m livre.

Ele já havia sido o melhor também nos 50m costas, nos 100m livre e no revezamento 4x100m livre, desde o sábado, 2, quando a competição teve início.

"Ainda tenho mais dois revezamentos para nadar. Espero conseguir mais dois bons resultados. Saio satisfeito com as minhas marcas e com o meu desempenho

neste Campeonato Mundial. Fiquei bem distante do meu melhor tempo, mas os dias de competição também já estão cansando. Isso aqui é meio desumano. Competir

em uma altura dessas [2.250m acima do nível do mar]... Eu nadei os 200m e já cansei, imagino como está sofrendo quem está nadando os 400m”, comentou Daniel

Dias, 29, que nasceu com má formação em três membros e é o maior medalhista paralímpico do Brasil, com 24 conquistas.

Ele ainda nada o revezamento 4x100m medley 34 pontos (soma das classes funcionais dos integrante da equipe) nos primeiros minutos da madrugada (no Brasil)

de quinta-feira, 7, à 00h30. A segunda sessão de provas do quinto dia de competição do Mundial de Natação Paralímpica começa às 22h (de Brasília), com

transmissão ao vivo pelo SporTV 2 e pela
página do CPB no Facebook.

Patrocínio
A natação tem o patrocínio das Loterias Caixa.

Time São Paulo
O atleta Daniel Dias é integrante do Time São Paulo, parceria entre o CPB e a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo

que beneficia 56 atletas e nove atletas-guia de 10 modalidades.

Assessoria de imprensa do Comitê Paralímpico Brasileiro (
imp@cpb.org.br)
nos Mundiais de Natação e Halterofilismo

quarta-feira, 6 de dezembro de 2017

Virada Inclusiva: 3 dias de inclusão pelo Dia Internacional da Pessoa com Deficiência no Estado de São Paulo

A 8ª edição da Virada Inclusiva agitou o estado de São Paulo no primeiro fim de semana de dezembro. A inclusão tomou conta de ruas, praças, estações de

trem e metrô, parques, museus, ginásios esportivos e casas de espetáculo, com centenas de atividades culturais, esportivas e de lazer.

Bicicletada dominical na avenida Paulista: pessoas com e sem deficiência agitando a Virada Inclusiva

De 1º a 03 de dezembro, 240 municípios do estado de São Paulo participaram da Virada, realizada pela Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência

de São Paulo. Com mais de 300 ações espalhadas pela capital e interior, o evento comemorou o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência, mundialmente

celebrado em 03/12.

Durante a abertura oficial do evento, sexta-feira, 1º de dezembro, no Sesc 24 de maio, com a presença da Big Band Orquestra de Jazz Sinfônica, a Secretária

de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Dra. Linamara Rizzo Battistella, falou sobre a importância dessa mobilização cultural.

Dra. Linamara Battistella, na abertura da Virada Inclusiva 2017, no Sesc 24 de maio, na capital paulista

“A cultura tem uma importância enorme, fala das nossas raízes, fala do nosso acesso aos bens, produtos e serviços. A cultura é transformadora porque permite

que cada um de nós mostremos nossas habilidades, encantemos nossos interlocutores e é isso que nós queremos nesses três dias. Serão três dias para encantar

a nossa população”, ressaltou.

Dra. Linamara também enfatizou o trabalho da militância e de todos unidos em prol dos direitos universais. “O movimento tem uma importância enorme, quando

estamos falando das políticas públicas e falando da garantia de direitos para todos, nós precisamos sempre lembrar que não são concessões de grupos poderosos;

direitos são conquistas e para que essas conquistas se efetivem ao longo do tempo nós precisamos estar muito vigilantes, muito unidos, trabalhando a construção

do direito no cotidiano de cada uma das pessoas com e sem deficiência”. A Secretária acrescentou que “não dá para pensar em direitos para esse ou aquele

grupo, são direitos para todos”.

A Virada Inclusiva visa incentivar a participação de pessoas com e sem deficiência, juntas, em ações inclusivas com uma ampla rede de parceiros e colaboradores

voluntários, dos mais diversos setores, que realizam inúmeras atividades culturais, esportivas e de lazer, criando uma extensa grade de programação acessível.


Neste ano, o número de municípios participantes da Virada Inclusiva bateu recorde (240), e a Secretária destacou a importância de disseminar a inclusão

dentro do estado de São Paulo. “O número de municípios tem um significado especial, significa que São Paulo vai se constituir na sentinela, nos arautos

da mudança, em uma mudança que vai se radiar para todo o Brasil, uma mudança que tem o significado de estarmos juntos construindo o novo”.

Desde 2010, a Virada Inclusiva reúne pessoas que acreditam e buscam uma sociedade para todos. São três dias em que a sociedade pode vislumbrar a inclusão,

pré-requisito para uma sociedade sustentável.

O sambista Jorge Aragão, no encerramento da Virada Inclusiva 2017: fechando os 3 dias de inclusão

No encerramento da Virada Inclusiva no auditório do Ginásio do Ibirapuera e a presença do cantor Jorge Aragão, a Secretária ressaltou que os três dias

de atividades inclusivas celebraram a diversidade humana. “Ocupando os espaços públicos e tendo a dimensão de que juntos nós somos melhores e somos mais

fortes construindo novos caminhos para garantir uma sociedade verdadeiramente justa. E isto é possível porque todos vocês nos acompanham nesta jornada,

na cultura, no esporte, no entretenimento, na educação, na saúde... Acesso as pessoas com deficiência é fundamental, acesso a todos! Garantia de Direito

Humanos a todos! Não existem direitos para uns em detrimento de outros, ou existem direitos para todos os humanos, ou todos nós estamos em risco”, alertou

a Dra. Linamara.

Antes de passar a palavra (e a voz) ao sambista, a Secretária encerrou: “É emocionante ver a capacidade de agregar, de construir caminhos e trazer todos

os parceiros... Juntos construindo o novo e fazendo não só de São Paulo, do Brasil, mas de cada cidadão deste planeta um ente mais feliz, mais incluído

e mais capaz de produzir para a sociedade aquilo o que todos nós queremos, que é mais qualidade de vida. Vamos juntos inovando!

Saiba tudo sobre o evento:
http://viradainclusiva.sedpcd.sp.gov.br/paginas/evento.html
Acompanhe as atividades da capital e do interior na página da
Virada Inclusiva no Facebook.com/Viradainclusiva

fonte secretaria dos direitos da pessoa com deficincia

Grupos do DF vão à Justiça contra recadastro do Passe Livre de deficientes

Ação foi protocolada nesta segunda; ativistas de direitos humanos afirmam que medida 'é ilegal e prejudica os passageiros'. Usuários têm até 15 de dezembro

para fazer recadastramento.
Por Letícia Carvalho, G1 DF
Entidades ligadas a direitos humanos e com atuação no Distrito Federal entraram na Justiça, nesta segunda-feira (4), pedindo o cancelamento do recadastramento

do Passe Livre para pessoas com deficiência. Segundo elas, o método usado pelo governo para atualizar o cadastro dos usuários é ilegal e prejudica os passageiros.


A ação é movida pelo Conselho de Direitos Humanos do DF, pela Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados e pela Comissão de Defesa

dos Direitos da Pessoa com Deficiência da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

Em nota, a Secretaria de Mobilidade diz que o recadastramento deve ser feito a cada dois anos para evitar fraudes, e que "qualquer outra análise da atualização

cadastral é feita por quem tem interesses políticos ou compactua com as fraudes existentes".

Segundo a pasta, o procedimento pode ser feito pelo
site do Bilhete Único,
que tem funções de acessibilidade para cegos e pessoas de baixa visão."Além do site, a secretaria esclarece que os núcleos da Defensoria Pública do DF

e a Estação da Cidadania localizada na 112 sul estão preparados para prestar todo o apoio a quem precisa", diz o governo – incluindo intérpretes de Libras.


Ilegal e inacessível

No pedido de decisão provisória (liminar) ajuizado na Vara de Fazenda Pública do DF, os autores afirmam que a lei do Passe Livre estipula a atualização

do cadastro em prazo não inferior a cinco anos. Segundo esse entendimento, portanto, a medida contraria a legislação.

"[...] Além de ferir o previsto na Lei nº 4.317, de 9 de abril de 2009, alterada pela Lei nº 5.580 de 20 de abril de 2017, prejudicará milhares de pessoas

que se utilizam desse benefício, visto que até a data de hoje foi possível recadastrar apenas 7% das pessoas que necessitam do serviço”, aponta o texto

enviado à Justiça.

Na última sexta-feira (1º), o G1 noticiou que em 15 dias de prazo, apenas 3.984 pessoas das 65 mil com cartões ativos do Passe Livre para pessoas com deficiência

teriam feito o recadastramento – ou seja, só
6% do público.
O processo pode ser feito apenas pelo site do Bilhete Único, e vai até o próximo dia 15.

Na ação civil pública, as entidades contestam a informação de que o site do DFTrans tem ferramentas de acessibilidade, e dizem que os postos de atendimento

estão sobrecarregados.

"[...] [É uma] situação que deflagra a falta de estrutura do órgão para com a população demandada e acarreta a espera desumana e degradante desse nicho

que aguarda por, no mínimo, cinco horas junto a banheiros sem acessibilidade”, descreveram os grupos no documento.

Atualização do cadastro

Ao anunciar a medida, em 16 de novembro deste ano, o DFTrans informou que depois do dia 15 de dezembro, quem não tiver feito o recadastramento poderá ter

o cartão suspenso.

Para
atualizar o cadastro,
é preciso enviar laudo médico, RG, CPF, comprovante de renda e comprovante de residência.

Pendências podem ser resolvidas no posto da Coordenação de Promoção de Direitos de Pessoas com Deficiência, na estação do Metrô da 112 Sul e nos pontos

de atendimento da Defensoria Pública.

Os beneficiados são pessoas com deficiência física, sensorial ou mental, pessoas com insuficiência renal e cardíaca crônica, portadores de câncer, pessoas

com vírus HIV, pessoas com anemias congênitas (falciforme e talassemia) e coagulatórias congênitas (hemofilia).

Veja como funciona a atualização do castro de deficientes no Bilhete Único no DF (Foto: Agência Brasília/Divulgação)
Durante a divulgação da medida, o secretário de Mobilidade, Fábio Damasceno, disse que as mudanças permitirão eliminar fraudes. Quem já tem o cartão original

e comprovar a validade dele poderá continuar usando o cartão. Os beneficiários e os acompanhantes têm direito a oito viagens por dia cada um.

"Esse cartão tem muitas viagens por dia, então ele é usado por muitos fraudadores. Além disso, estamos incluindo a biometria facial. Então vamos precisar

das imagens dos deficientes. Com as fotos das pessoas a gente vai estar eliminando muitas fraudes no DF", declarou.

A expectativa do GDF é reduzir em 20 mil o número de beneficiários após a atualização. Atualmente, o custo da gratuidade com deficientes é de R$ 100 milhões,

afirma o governo.

Ação foi protocolada nesta segunda; ativistas de direitos humanos afirmam que medida 'é ilegal e prejudica os passageiros'. Usuários têm até 15 de dezembro

para fazer recadastramento.
Por Letícia Carvalho, G1 DF
Entidades ligadas a direitos humanos e com atuação no Distrito Federal entraram na Justiça, nesta segunda-feira (4), pedindo o cancelamento do recadastramento

do Passe Livre para pessoas com deficiência. Segundo elas, o método usado pelo governo para atualizar o cadastro dos usuários é ilegal e prejudica os passageiros.


A ação é movida pelo Conselho de Direitos Humanos do DF, pela Comissão de Direitos Humanos e Minorias da Câmara dos Deputados e pela Comissão de Defesa

dos Direitos da Pessoa com Deficiência da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB).

Em nota, a Secretaria de Mobilidade diz que o recadastramento deve ser feito a cada dois anos para evitar fraudes, e que "qualquer outra análise da atualização

cadastral é feita por quem tem interesses políticos ou compactua com as fraudes existentes".

Segundo a pasta, o procedimento pode ser feito pelo
site do Bilhete Único,
que tem funções de acessibilidade para cegos e pessoas de baixa visão."Além do site, a secretaria esclarece que os núcleos da Defensoria Pública do DF

e a Estação da Cidadania localizada na 112 sul estão preparados para prestar todo o apoio a quem precisa", diz o governo – incluindo intérpretes de Libras.


Ilegal e inacessível

No pedido de decisão provisória (liminar) ajuizado na Vara de Fazenda Pública do DF, os autores afirmam que a lei do Passe Livre estipula a atualização

do cadastro em prazo não inferior a cinco anos. Segundo esse entendimento, portanto, a medida contraria a legislação.

"[...] Além de ferir o previsto na Lei nº 4.317, de 9 de abril de 2009, alterada pela Lei nº 5.580 de 20 de abril de 2017, prejudicará milhares de pessoas

que se utilizam desse benefício, visto que até a data de hoje foi possível recadastrar apenas 7% das pessoas que necessitam do serviço”, aponta o texto

enviado à Justiça.

Na última sexta-feira (1º), o G1 noticiou que em 15 dias de prazo, apenas 3.984 pessoas das 65 mil com cartões ativos do Passe Livre para pessoas com deficiência

teriam feito o recadastramento – ou seja, só
6% do público.
O processo pode ser feito apenas pelo site do Bilhete Único, e vai até o próximo dia 15.

Na ação civil pública, as entidades contestam a informação de que o site do DFTrans tem ferramentas de acessibilidade, e dizem que os postos de atendimento

estão sobrecarregados.

"[...] [É uma] situação que deflagra a falta de estrutura do órgão para com a população demandada e acarreta a espera desumana e degradante desse nicho

que aguarda por, no mínimo, cinco horas junto a banheiros sem acessibilidade”, descreveram os grupos no documento.

Atualização do cadastro

Ao anunciar a medida, em 16 de novembro deste ano, o DFTrans informou que depois do dia 15 de dezembro, quem não tiver feito o recadastramento poderá ter

o cartão suspenso.

Para
atualizar o cadastro,
é preciso enviar laudo médico, RG, CPF, comprovante de renda e comprovante de residência.

Pendências podem ser resolvidas no posto da Coordenação de Promoção de Direitos de Pessoas com Deficiência, na estação do Metrô da 112 Sul e nos pontos

de atendimento da Defensoria Pública.

Os beneficiados são pessoas com deficiência física, sensorial ou mental, pessoas com insuficiência renal e cardíaca crônica, portadores de câncer, pessoas

com vírus HIV, pessoas com anemias congênitas (falciforme e talassemia) e coagulatórias congênitas (hemofilia).

Veja como funciona a atualização do castro de deficientes no Bilhete Único no DF (Foto: Agência Brasília/Divulgação)
Durante a divulgação da medida, o secretário de Mobilidade, Fábio Damasceno, disse que as mudanças permitirão eliminar fraudes. Quem já tem o cartão original

e comprovar a validade dele poderá continuar usando o cartão. Os beneficiários e os acompanhantes têm direito a oito viagens por dia cada um.

"Esse cartão tem muitas viagens por dia, então ele é usado por muitos fraudadores. Além disso, estamos incluindo a biometria facial. Então vamos precisar

das imagens dos deficientes. Com as fotos das pessoas a gente vai estar eliminando muitas fraudes no DF", declarou.

A expectativa do GDF é reduzir em 20 mil o número de beneficiários após a atualização. Atualmente, o custo da gratuidade com deficientes é de R$ 100 milhões,

afirma o governo.

fonteG1 DF.

Participantes de audiência apoiam cursos profissionais para pessoas com deficiência

CDH debate acessibilidade com representantes do serviço público
Participantes de audiência pública da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH) manifestaram apoio ao projeto de lei (
PLS 211/2017)
que obriga as instituições de ensino públicas e privadas a oferecer cursos gratuitos de educação especial para o trabalho. A audiência, realizada nesta

terça-feira (5), faz parte da programação da Semana de Valorização da Pessoa com Deficiência promovida pelo Programa Senado Inclusivo.

O projeto, de autoria do senador Romário (Pode-RJ), estabelece que os cursos tenham carga horária mínima de 500 horas/aula e número de vagas proporcional

à população de pessoas com deficiência em idade economicamente ativa de cada estado ou município abrangido pelo sistema de ensino local. As ofertas deverão

ter por base os dados atualizados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A doutora em Educação Loni Elisete Manica, assessora parlamentar do senador Romário, destacou na audiência a importância de reconhecer os locais de maior

demanda de profissionais com deficiência qualificados.

Eloni também relativizou a questão da competência, ela afirmou que os profissionais com deficiência muitas vezes são classificados como “sem competência”,

quando na verdade apenas lhe falta acesso à qualificação. A doutora expôs ainda dados do último senso do IBGE que indicaram que cerca de 60% das pessoas

com deficiência são analfabetas ou não concluíram o ensino primário.

Inclusão

Na opinião de acordo com Iêdes Soares Braga, coordenadora política de Acessibilidade na Escola da Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade

e Inclusão (Secadi), o projeto garante uma qualificação para o trabalho, que converge no longo prazo para uma inclusão social no âmbito profissional. Contudo,

ela afirma que é preciso considerar o universo de pessoas com deficiência de forma mais ampla.

— Quando falamos da formação de pessoas com deficiência é preciso olhar para um universo em que alguns têm dificuldades intelectuais e alguns não têm acesso

a uma formação acadêmica mínima. Mas, também é preciso olhar para estudantes surdos, deficientes físicos, deficientes visuais e demais – afirmou.

Sobre os esforços necessários para criar uma educação inclusiva, Rita de Fátima da Silva, professora da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul, afirmou

que é necessário organizar todos os trabalhos e ações para suprir aquilo que a escola atualmente ainda não consegue. Para a professora, a educação brasileira

se encontra em um processo de adaptação para a inclusão.

— O objetivo maior são as pessoas, não é aquilo que está escrito e exposto no papel, que é “letra morta” quando não existe ação – declarou.

Clareza

Para Iêdes Soares Braga, como representante do Ministério da Educação, o PLS dá a ideia de uma educação exclusiva direcionada para pessoas com deficiência

e essa não seria a melhor estratégia para a garantia de inclusão social.

— O ideal é que nós lutemos para que nos espaços formais já hoje existentes tenhamos condições de atender a pessoa com deficiência de forma a respeitar

suas condições individuais – disse.

Bruno Coimbra, assessor jurídico da Associação Brasileira de Mantenedoras de Ensino Superior, destacou a possibilidade de futuramente o projeto precisar

de uma regulamentação. Segundo ele, não é especificado o que seria uma “educação especial para o trabalho”, prevista na proposta. O projeto não é claro

quanto ao tipo de capacitação e certificação a ser desenvolvido.

Para o relator da matéria na comissão, senador Telmário Mota (PTB-RR), independentemente das possíveis brechas no projeto, é consenso a validade da proposta.

O senador já entregou o relatório sobre a proposta, que está pronta para votação na CDH em caráter terminativo.

Jefferson Rudy/Agência Senado
fonteAgência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)

terça-feira, 5 de dezembro de 2017

OFICINAS ACESSIBILIDADE NOS ESPAÇOS DE CULTURA

Como parte da programação da Semana Inclusiva, o CineSesc oferece oficinas sobre acessibilidade em espaços de cultura. Serão 5 encontros com a participação

de diversos profissionais que abordarão as melhores formas para garantir o acesso aos espectadores com deficiência.

Acessibilidade nos Espaços de Cultura - cartaz do evento

Serão discutidos 5 aspectos: acessibilidade arquitetônica, interpretação em libras, legendagem, audiodescrição e legislação específica.

Coordenação: Marta Gil, socióloga e consultora na área de pessoas com deficiência, coordenadora executiva do Amankay Instituto de Estudos e Pesquisas.


Lívia Motta (especialista em audiodescrição)
Maurício Santana (sociodiretor da Iguale Comunicação de Acessibilidade)
Silvana Cambiaghi (arquiteta especialista em acessibilidade arquitetônica)
Lilian Olah (tradutora e intérprete de libras)

Acessibilidade em Espaços de Cultura: Serviço

Dias: 4, 5, 6, 7 e 8/12.
Horário: das 19h30 às 21h30.
Endereço: CineSesc: rua Augusta 2075
Inscrições: Credencial Plena a partir de 20/11. Demais categorias a partir de 27/11. Na Central de Atendimento do CineSesc.
Inteira: R$ 40,00 – Meia: R$ 20,00

Cinema para deficientes visuais no CCBB recebe inscrições até terça

Inscrições vão até a próxima terça-feira (5/12)
O Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) recebe, em 13/12, uma sessão de cinema especial para deficientes visuais. O evento é uma iniciativa da clínica

Visão, especializada em oftalmologia. As inscrições para a sessão podem ser realizadas até a próxima terça-feira (5/12), pelo email
contato@visaoinstitutos.com.br
ou pelo telefone: (61) 9 8415-8980.
O longa exibido é A mulher invisível. A sessão conta com recurso de audiodescrição, que consiste em uma detalhada descrição auditiva das informações que

compreendemos apenas visualmente e não fazem parte dos diálogos do filme.

Serviço
Exibição do filme A mulher invisível com audiodescrição
Na quarta-feira (13/12), às 15h, no CCBB (SCES, Tc. 2).
Não recomendado para menores de 14 anos. Entrada franca, mediante inscrição por meio do site
contato@visaoinstitutos.com.br
 ou pelo telefone (61) 9 8415-8980.
 fonte  correio brasiliense

Palácio Avenida em Curitiba tem apresentações de Natal com audiodescrição

Espetáculo estreou na sexta-feira (1º) e continua até o dia 17 de dezembro, em Curitiba.
Por RPC Curitiba
Com os fones de ouvido, ele conseguiu saber tudo o que estava acontecendo, além de escutar as músicas.
Bloco de citação
"Hoje eu posso ver, talvez de outra forma, de outro jeito. E enxergar novamente um espetáculo como esse fica muito vivo para mim o Natal" explica.
Fim do bloco de citação

"O vestido vermelho, o sorriso da bailarina. Isso tudo traz a emoção junto com a música. Então, é emocionante demais", acrescenta.

Com os fones de ouvido, Thiago conseguiu saber tudo o que estava acontecendo, além de escutar as músicas. (Foto: Reprodução/RPC)
As vozes vêm de uma central, em frente ao Palácio Avenida. Uma delas é da audiodescritora Wysla Varela, que também é deficiente visual. Ela conta a história

do espetáculo enquanto outro colega descreve a movimentação no palco.

Bloco de citação
"Eu costumo dizer que consigo mostrar paras as pessoas, através da minha voz, e elas conseguem ver através dos ouvidos", relata.
Fim do bloco de citação

"É muito interessante você fazer parte da emoção daquela pessoa e ajudar aquela pessoa a se emocionar, é uma troca de sentimentos na verdade", acredita.


O espetáculo em Curitiba é gratuito e continua até o dia 17 de dezembro, de sexta-feira a domingo, às 20h15. De acordo com os organizadores, o evento tem

111 crianças no coral, sendo que 11 delas atuam como solistas na apresentação.

As vozes que compõem o coral de Natal são escolhidas em abrigos e em projetos sociais. Além de emocionar o público, as crianças aprendem a cantar, dançar,

têm apoio e ganham confiança.

Giovana Pereira, de 12 anos, é uma das integrantes do coral. Ela não pensa mais na vida sem música e está se sentindo uma estrela internacional.

Bloco de citação
"Me sinto a Beyoncé", afirma.
Fim do bloco de citação
'Me sinto a Beyoncé', diz Giovana Pereira, de 12 anos, que participa do coral (Foto: Reprodução/RPC)
Neste ano, o espetáculo se inspirou no universo dos filmes infantis. Com a ajuda de projeções na fachada, o Palácio Avenida virou um dos personagens da

história. No repertório, estão sucessos da MPB, da música internacional e clássicos do Natal.

"É uma espontaneidade do amor, dos sonhos do natal, de realizações, de esperanças", acredita a maestrina Dulce Primo.

segunda-feira, 4 de dezembro de 2017

Mulheres e deficientes terão vagões exclusivos no Metrô

Projeto de lei apresentado pelo deputado Fabrício Falcão (PC do B) prevê vagões exclusivos para mulheres e pessoas com deficiência nos horários de pico

matutino e vespertino no Metrô de Salvador. O objetivo é coibir as oportunidades de assédio sexual e garantir acessibilidade sem prejuízo das demais medidas

de segurança.
De acordo com a proposição, os vagões a serem destinados para o transporte exclusivo de mulheres e pessoas com deficiência poderão ser destacados entre

os que integram a composição dimensionada para o fluxo de passageiros nos referidos horários de pico ou adicionados à composição, a critério da concessionária.


“Está se tornando preocupante o número de mulheres assediadas sexualmente nos trens, metrôs e ônibus em nosso país, especialmente nos centros urbanos”,

defende Falcão ao justificar a proposta. “Isso ocorre em virtude da superlotação desses veículos nos horários de pico. Nesses horários, os passageiros

viajam muito apertados e os casos de assédio têm-se tornado cada vez mais frequentes, “audaciosos e violentos”, disse.
Entre 2012 e 2016, pontuou, foram mais de mil ocorrências apenas nas capitais brasileiras. “Essas agressões vão desde homens se esfregando ou apalpando

as mulheres, abordagens inconvenientes, olhares, gestos obscenos e até fotos tiradas sem consentimento. Sabemos, no entanto, que esse número de registros

é apenas uma parte do que acontece porque muitas mulheres não denunciam com medo do constrangimento, além de serem culpabilizadas por terem sido vítimas

de violência.”, finalizou Falcão.
fonte Assembleia Legislativa do Estado da Bahia

Projeto de lei propõe pena dobrada para estelionato contra deficientes

Foto: Reprodução/Agência Brasil

A Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência, da Câmara dos Deputados, aprovou nesta sexta-feira (1) o Projeto de Lei
7782/17
que altera o Código Penal (Decreto-lei
2.848/40)
para dobrar a pena do crime de estelionato cometido contra pessoa com deficiência.

Hoje a pena é de reclusão, de um a cinco anos, além de multa. A punição é agravada caso seja cometido contra entidade de direito público ou instituto de

economia particular, assistência social ou beneficência e contra o idoso.

No entanto, o autor, deputado Aureo (SD-RJ), argumenta que a lei falha ao não punir com mais rigor o crime contra pessoas com deficiência, “que já encontram

diversos obstáculos em seu cotidiano”.

Relator da matéria, o deputado Eduardo Barbosa (PSDB-MG), recomendou a aprovação do texto. “Muitos estelionatários têm se aproveitado do fato de a pessoa

ter uma deficiência para praticar o delito, o que torna a conduta criminosa ainda mais desprezível”, justificou.

A proposta ainda deve ser analisada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ), antes de seguir para o Plenário.

Leia a
íntegra aqui.

Informações da ‘Agência Câmara Notícias

Fotos 3D permitem deficientes visuais 'verem' imagens que fotografam

Deficientes visuais fotografam com a ajuda de monitores e as imagens são transformadas em telas feitas em impressoras 3D.
Por G1 CE
Impressões em 3D permitem que deficientes visuam captem a imagem de fotografias (Foto: Divulgação)
Permitir que deficientes visuais fotografem e depois "vejam" o resultado do trabalho é a proposta do projeto "Fotografia Tátil", desenvolvido no Departamento

de Arquitetura e Urbanismo (DAU) da Universidade Federal do Ceará (UFC). A ideia é do professor Roberto Vieira, do curso de design, que criar obras de

arte e as expôs com as fotografias produzidas pelos deficientes visuais.

"Após contatos da Associação Cearense de Cegos, onde pediam doações, pensei se apenas doações em dinheiro seriam suficientes para resolver ou pelo menos

amenizar a situação daquelas pessoas, ou se poderia existir uma forma de gerar algum tipo de serviço, uma arte que eles pudessem produzir e conseguir recursos

a partir dessa atividade."

Da ideia à concretização do projeto demorou algum tempo, quando pesquisas foram feitas e outras pessoas foram se engajando à proposta. Em 2014 nasceu o

projeto Fotografia Tátil, durante a Semana de Acessibilidade da UFC. Em 2015, a iniciativa foi transformada em curso de extensão, tendo como objetivo promover

a inclusão por meio da fotografia acessível a pessoas com baixa ou nenhuma visão.

Captação e 'revelação' da imagem
Versão 3D são feitas a partir de fotografias clicadas por deficientes visuais (Foto: Divulgação)
Divididas em três etapas, as atividades do projeto partem da captação das imagens pelos cegos e a consequente produção da fotografia. Para isso, eles participaram

de oficinas com fotógrafos que repassaram todas as técnicas. Na sequência, monitores acompanhavam os deficientes visuais em campo: descrevem o cenário

– de maneira similar ao utilizado na audiodescrição de filmes – o enquadramento e a composição do cenário, sem influenciar no movimento.

Aqueles que não possuem limitações em sua visão são vendados para garantir imersão na experiência. "Em nenhum momento os monitores influenciam na captação

das imagens, isso fica totalmente a cargo dos participantes, que conseguem produzir as fotografias", afirma o professor Roberto Vieira.

Deficientes visuais 'veem' fotos por meio do tato (Foto: Divulgação)
Fotografia produzida, o trabalho seguinte consiste no estudo de programação, no processamento das imagens e no desenvolvimento de diferentes algoritmos

que formam padrões e técnicas essenciais para que aconteça a terceira etapa: a transformação da fotografia normal para uma versão tátil.

Apreciação pelo tato

Na terceira etapa, a materialização da fotografia propriamente dita, permite, pelo tato do tato, aos deficientes visuais apreciar e sentir as fotografias.

As peças são feitas com tecnologia de fabricação digital, tendo como base os padrões gerados na programação das imagens, usando uma impressora 3D.

"Durante o processo, surgem algumas dificuldades. Para que a gente alcance o objetivo, ou seja, para que as pessoas com deficiência visual possam sentir

a fotografia, é necessário que as imagens não sejam muito abertas e que os detalhes sejam priorizados. Na apreciação das fotografias táteis, também é necessário

o uso de objetos reais ou maquetes 3D para maior compreensão do que está retratado devido à limitação do plano e da complexidade de algumas imagens", relata

o professor.
fonte g1

Inclusão de PCDs é tema de audiência da Comissão de Direitos Humanos vai ser dia 5 agora

A Inclusão social e a valorização de pessoas com deficiência estarão em debate na Comissão de Direitos Humanos nesta terça-feira (5/12). A partir das 9

horas, senadores e convidados de instituições públicas vão analisar as dificuldades enfrentadas por quem sofre com restrições de locomoção ou necessita

de atenção ou serviço especial do poder público.

Segundo dados da Pesquisa Nacional de Saúde (PNS) divulgados em 2015 pelo IBGE, 6,2% da população brasileira tem algum tipo de deficiência, seja auditiva,

visual, física ou intelectual.

Foram convidados para a audiência servidores representantes de instituições públicas: a diretora-geral do Senado, Ilana Trombka; a coordenadora da Comissão

de Acessibilidade do Tribunal de Contas da União (TCU), Valéria Cristina Gomes Ribeiro; o secretário Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência do

Ministério dos Direitos Humanos, Marco Antônio Ferreira Pellegrini; o analista judiciário da Assessoria de Gestão Socioambiental do Tribunal Superior Eleitoral

(TSE), Diogo do Ybit Silveira; a diretora da Coordenação de Acessibilidade da Câmara dos Deputados, Adriana Jannuzzi; o chefe de gabinete da Presidência

da Escola Nacional de Administração Pública (Enap), Rodrigo Lima; e um representante do programa Sem Barreiras do Supremo Tribunal Federal (STF).

A audiência pública será interativa, com a possibilidade de participação popular. Quem tiver interesse em participar com comentários e perguntas pode fazer

pelo portal
e-Cidadania Site externo
ou pelo Alô Senado (0800-612211)

Fonte:
Senado Federal Site externo

Solta o grito de campeão! Brasil leva o Campeonato das Américas de Goalball

Por CPB
Leandro Martins / CPB / MPIX
Imagem

O Brasil conquistou no início da tarde deste domingo, 3, o título da categoria masculina do Campeonato das Américas de Goalball IBSA 2017, no Centro de

Treinamento Paralímpico, em São Paulo. Na final, vitória sobre os Estados Unidos pelo placar de 8 a 3. Na decisão feminina, a seleção foi derrotada pelo

Canadá e ficou com a prata.

Um pouco mais de um ano após perder na semifinal dos Jogos Paralímpicos Rio 2016 para os Estados Unidos, o Brasil não deu chances para o azar e foi com

tudo pra cima dos americanos. Os brasileiros foram cirúrgicos e partiram pra cima. Na primeira etapa, vitória parcial de 4 a 1, gols de Leomon Moreno (3)

e Parazinho.

No retorno do intervalo, os brasileiros mantiveram o mesmo ritmo e marcaram mais quatro gols: Leomon e Pazarinho, duas vezes cada. No final, triunfo de

8 a 3 e a taça continental nas mãos. Mesmo com o poder ofensivo do time, o técnico Alessandro Tosim acredita que a defesa fez a diferença na caminhada

rumo ao título.

“A conquista desse título é uma consolidação defensiva. A equipe está muito focada defensivamente e fez diferença na competição. Os meninos estavam muito

focados para conquistar esse título”, destacou o treinador brasileiro.

O próximo desafio da seleção é a disputa do Campeonato Mundial em Malmo, na Suécia, no mês de junho, onde irá buscar o bicampeonato. E para conquistar

mais uma vez o título, Tosim já faz projeções para preparação da equipe.

“A gente pretende fazer umas quatro ou cinco fases de treinamento até o Mundial. Obviamente que essa consolidação defensiva é fundamental, alguns ajustes

ofensivos que nós erramos nessa final. Foram três penalidades que não poderiam ter acontecido, mas nós vamos ajustar. E de resto é manter esse padrão tático

que a equipe trabalhou dentro da competição foi fantástico, Eles entenderam a importância do que é trabalhar taticamente e isso fez a diferença”, resumiu

Alessandro.

Na decisão feminina, as meninas do Brasil encarou o Canadá, seleção de melhor campanha na primeira fase. As brasileiras tiveram boa atuação, principalmente

de Alaine Marques, autora de três gols, mas acabou sendo derrotada por 6 a 4. O outro gol da equipe canarinho foi anotado por Carol Duarte.

“É muito importante pra gente essa medalha, uma seleção jovem, que muitos não davam nada pra gente. Viemos em busca do ouro, infelizmente não deu, mas

ano que vem tem outros desafios e vamos em busca do título”, disse Alaine Marques.

O Campeonato das Américas de Goalball IBSA 2017 foi uma realização da Confederação Brasileira de Desportos de Deficientes Visuais, com o apoio do Comitê

Paralímpico Brasileiro, SP Trans e Federação Internacional de Esportes para Cegos (IBSA, sigla em inglês).

*Com informações da Confederação Brasileira de Desportos de Deficientes Visuais (CBDV)

Assessoria de comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (
imp@cpb.org.br)

sábado, 2 de dezembro de 2017

Semana Inclusiva 2017

De 02 a 09 de dezembro, em todas as Unidades do Sesc SP, acontece a
Semana Inclusiva.
A edição 2017 conta com mais de 150 atividades, como oficinas, teatro, cinema, música, palestras, entre outros. O objetivo é ampliar a compreensão sobre

a acessibilidade nos seus aspectos culturais, educativos e relacionais.

Viver a cidade, aproveitar as oportunidades culturais que ela proporciona, ter direito de ir e vir com autonomia e usufruir das experiências presentes

no centro e nos bairros, encontrar pessoas e dialogar com elas: são dimensões essenciais para uma vida plena para qualquer um de nós.

Mas nem todos são contemplados pelas cidades de hoje, com as dificuldades que apresentam. As pessoas com deficiência muitas vezes encontram barreiras culturais,

físicas e de comunicação no ambiente, prejudicando o exercício de sua cidadania. Uma cidade para todos, portanto, é um compromisso de toda a sociedade

com a pluralidade e o respeito às diferenças.

No dia 3 de Dezembro, celebra-se o
Dia Internacional da Pessoa com Deficiência,
estabelecido pela Organização das Nações Unidas (ONU) como marco para discutir, ampliar e planejar um cotidiano com maior qualidade de vida a esta população,

entrelaçada à vida de toda a sociedade.

O
Sesc São Paulo
 é parceiro da
Secretaria do Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, (SEDPcD)
 que realiza a
Virada Inclusiva,
reforçando  a relevância social desta iniciativa. Como forma de discutir  e buscar possibilidades concretas de inclusão, o Sesc promove a Semana Inclusiva,

programação diversificada em várias unidades da capital, interior e litoral.

Saiba mais sobre a programação
 aqui.
 fonte sesc sp
De 02 a 09 de dezembro, em todas as Unidades do Sesc SP, acontece a
Semana Inclusiva.
A edição 2017 conta com mais de 150 atividades, como oficinas, teatro, cinema, música, palestras, entre outros. O objetivo é ampliar a compreensão sobre

a acessibilidade nos seus aspectos culturais, educativos e relacionais.

Viver a cidade, aproveitar as oportunidades culturais que ela proporciona, ter direito de ir e vir com autonomia e usufruir das experiências presentes

no centro e nos bairros, encontrar pessoas e dialogar com elas: são dimensões essenciais para uma vida plena para qualquer um de nós.

Mas nem todos são contemplados pelas cidades de hoje, com as dificuldades que apresentam. As pessoas com deficiência muitas vezes encontram barreiras culturais,

físicas e de comunicação no ambiente, prejudicando o exercício de sua cidadania. Uma cidade para todos, portanto, é um compromisso de toda a sociedade

com a pluralidade e o respeito às diferenças.

No dia 3 de Dezembro, celebra-se o
Dia Internacional da Pessoa com Deficiência,
estabelecido pela Organização das Nações Unidas (ONU) como marco para discutir, ampliar e planejar um cotidiano com maior qualidade de vida a esta população,

entrelaçada à vida de toda a sociedade.

O
Sesc São Paulo
 é parceiro da
Secretaria do Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, (SEDPcD)
 que realiza a
Virada Inclusiva,
reforçando  a relevância social desta iniciativa. Como forma de discutir  e buscar possibilidades concretas de inclusão, o Sesc promove a Semana Inclusiva,

programação diversificada em várias unidades da capital, interior e litoral.

Saiba mais sobre a programação
 aqui.
 fonte sesc sp