terça-feira, 23 de maio de 2017

Curso de Gastronomia para alunos com Síndrome de Down

O curso de Gastronomia de uma universidade de Sorocaba (SP) desenvolve um projeto que ensina jovens com Síndrome de Down a cozinhar. A turma de 15 alunos

põe em prática, uma vez por semana, receitas sobre panificação, cozinha saudável e confeitaria, sob orientação de voluntários.

As aulas de culinária ajudam os chefes especiais a desenvolver as relações intrapessoais, fazendo novos amigos e se tornando mais independentes e organizados.

Os alunos que orientam o grupo procuram ficar sempre por perto, para que eles não corram nenhum risco.

“Nós tentamos não usar nenhuma faca afiada, todos os cortes de algum material mais difícil cortamos antes”, afirma a aluna de Gastronomia Bianca Palestrini.


A atividade é um projeto de extensão desenvolvido por voluntários do curso dentro da Universidade de Sorocaba (UNISO), que aplicam técnicas de terapia

ocupacional para construir uma relação de confiança com os alunos.

A coordenadora do curso, Maria Ângela Severino afirma que a atividade é uma iniciativa para os alunos especiais interessados também no mercado de trabalho.


“Nós procuramos desenvolver esse amor pela gastronomia, futuramente a gente quer montar um curso de capacitação dos alunos especiais, para que sejam inseridos

no mercado de trabalho.” afirma Maria Ângela.

Se tornar uma chefe profissional é o sonho de Fernanda Freitas Banietti, de 42 anos, uma das alunas especiais mais dedicadas as aulas. “Eu vou conseguir

realizar, cada um tem que realizar o seu sonho e acreditar em Deus”, finaliza.

Fonte:
G1 Notícias Site externo

Instituto promove a prática de esporte entre cadeirantes no Rio

O Futebol de cadeiras de rodas é disputado em time misto e com pessoas de todas as idades.

A quadra até pode parecer de basquete, mas o que se joga é futebol. Em campo vê-se velocidade, correria e o sentimento de liberdade. Isso é o que diz Viviane

Ferreira, atleta do Power Soccer, modalidade do futebol para pessoas deficientes. Vivian, que tem Atrofia Muscular Espinhal, diz que antes de começar a

praticar a modalidade não gostava de esporte.

— Nunca entendi a paixão de meu irmão por futebol. Hoje eu adoro! A dinâmica é muito gostosa, a gente se sente livre! Nós podemos correr e andar com velocidade!

— explica Viviane.

A atleta diz ainda que a sua qualidade de vida melhorou muito depois que começou a jogar o Power Soccer, ela destacou a melhora em sua respiração, que

costumava ser um pouco comprometida devido à sua deficiência. Além disso, ela diz que o esporte mudou a sua socialização e autoconfiança. O esporte permite

que pessoas com qualquer tipo de deficiência possam disputar uma partida. Apesar disso, ela diz que ainda são poucos atletas, principalmente entre as mulheres.


— Fui a primeira mulher chamada para a seleção brasileira. Ainda somos poucas, no time do Brasil tem eu e mais uma menina apenas — disse Viviane, que esclareceu

que as equipes são mistas.

No Brasil, existem cinco times que disputam a modalidade. Um deles é o de Viviane, o Clube Novo Ser de Power Soccer, que treina na Associação Atlética

Light do Grajaú, zona norte do Rio, aos sábados, das 14h às 16h. Com oito integrantes, o time tem o treinamento aberto para a visitação de pessoas interessadas

em participar da equipe.

De acordo com Camila Vasconcellos, uma das coordenadoras do Instituto Novo Ser, que promove a prática do esporte adaptado no Rio, o clube não conta com

nenhum apoio governamental. Ela explicou que há apenas ações de apoio de algumas empresas privadas, mas que ainda assim não garantem tudo o que é necessário.


— Precisamos de cadeiras específicas para a prática do esporte, mais atletas, ajuda de custo para os jogadores e equipe, além de patrocínio para viagens

— relatou Camila.

Segundo Viviane, para disputar os jogos ela teve de realizar uma campanha na internet para comprar uma cadeira motorizada, a qual explicou não ser a ideal.

Ela explicou que o modelo criado para a prática da modalidade, a strike force, custa cerca de U$ 8 mil, o que seria um fator limitador na adesão de novos

jogadores.

— O preço é muito alto e a cadeira vem sem nenhuma adaptação. Eu, por exemplo, preciso de um encosto de cabeça, tem quem precise de um lugar para por um

aparelho respiratório. A gente não tem recurso para comprar— afirmou.

Apesar de todas as dificuldades enfrentadas, Viviane segue esperançosa e acredita que a modalidade conseguirá se consolidar. Ela, que até hoje só participou

de competições como atleta reserva, sonha em ser a primeira mulher brasileira a entrar em campo e ser campeã de uma competição internacional.

— Meu sonho é ter uma cadeira adequada para competir internacionalmente. Quero ser a primeira mulher brasileira a ser campeã de uma competição internacional

— disse entusiasmada.

Fonte: R7.Com

Deficientes visuais cobram serviço no Centro de Apoio Pedagógico

Integrantes da Acadevi (Associação de Deficientes Visuais) de Cascavel se reuniram ontem em frente à Secretaria de Educação em uma manifestação para defender

o funcionamento do CAP (Centro de Apoio Pedagógico) do município. Ainda durante a manhã, uma equipe foi recebida por representantes da Secretaria que negou

rumores de que as salas do centro seriam fechadas.

O CAP está instalado na antiga sede do Procon e é o principal local de apoio para alunos que têm deficiência visual. “Diante da falta de profissionais,

a nossa preocupação era com o fechamento de duas salas de aula, mas fomos informados de que a Secretaria de Educação vai resolver essa questão”, afirma

o coordenador de Imprensa da Acadevi, Ivan de Pádua.

Ele disse ainda que apesar da reunião, a associação fará constantes vigílias pelo cumprimento da reivindicação. Atualmente, a Acadevi representa 400 pessoas

com deficiência visual e de baixa visão em Cascavel. O coordenador de Imprensa ressalta, no entanto, que o número de deficientes na cidade é maior e que

inclusive há falta de conhecimento dos locais que prestam atendimento educacional a esse público.

Estímulo

“O CAP oferece trabalho pedagógico, de estímulos visuais, entre outras atividades para atender as necessidades dos alunos. Por isso, não queremos retroceder

nossos direitos e lutamos para que o Município invista mais nessa área da educação e atenda a nossa demanda”, complementa. Entre os pedidos da associação

também está a garantia de mais vagas em concursos públicos para o público com deficiência.

fonte o paraná

segunda-feira, 22 de maio de 2017

Imagine criar livros em braille, mas com texturas, aromas e sensações? Este é o propósito da WG

Ao longo dos últimos 15 anos, a pergunta que a designer Wanda Gomes, 63, mais ouviu foi “Mas você tem algum cego na família?”. Bom, a resposta é não, ela

não tem. Ainda assim, decidiu dedicar seu conhecimento gráfico e estético para criar livros inclusivos para deficientes visuais. Ela acabou fazendo ainda
mais
que belos livros: desenvolveu uma nova versão para o sistema de leitura para cegos, criado por Louis Braille há mais de 100 anos, e com ela vem mudando

a experiência de leitura desse público.

Formada em desenho industrial pela FAAP, Wanda sempre trabalhou como designer, mas em 1997 decidiu mudar de foco de atuação e lançou a WG Produto, que

é o seu projeto e também uma empresa social, que já nasceu com a missão de trabalhar com design inclusivo. Ela conta que já vinha pesquisando o papel do

design na inclusão das pessoas com deficiência, principalmente a visual, e que ao contrário do que perguntam, a motivação foi estritamente profissional:


“Faço isso por acreditar que o design tem ferramentas capazes de mudar paradigmas. Um deles é criar livros inclusivos que sejam tão bacanas quanto os convencionais”


Ela precisou de cinco anos até conseguir, com o apoio de outros designers, produtores gráficos e de uma gráfica parceira, criar essa nova forma de escrever

em braille, que ela chamou de Braille.BR. Trata-se de uma nova tecnologia para imprimir os pontinhos que são uma versão do alfabeto, lido com as pontas

dos dedos. “Podemos dizer que ele é uma nova fonte. Assim como um designer pode criar uma nova fonte tipográfica para um alfabeto, fizemos isso com o braille”,

conta.

Foto do livro que possui o sistema Braille e também letras.

Entre as vantagens em comparação com o sistema convencional, Wanda conta que o Braille.BR tem uma cobertura de verniz que protege os sinais (em relevo)

contra o desgaste causado pelo toque das mãos, e que a impressão dos sinais pode ser feita frente e verso sem ficar “negativa” no verso. Além disso, o

Braille.BR pode ser impresso por cima de um texto em tinta comum, transformando um livro convencional em um livro acessível sem nenhum prejuízo para quem

enxerga ou para o deficiente visual.

MESMO AS COISAS LEGAIS SÃO DIFÍCEIS DE VIRAR

Apesar de trazer todas essas melhorias, Wanda conta que sua tecnologia enfrentou muita resistência, tanto por parte das instituições (que precisariam validar

o novo sistema), como por parte das editoras. Isso a levou a reagir, em vez de retrair-se. “Eu não tinha intenção de ser uma editora. Meu plano era continuar

com o design e oferecer projetos de livros inclusivos para as editoras. Mas fiquei bastante surpresa delas não terem a menor noção de que o deficiente

visual é um público com um potencial muito grande como consumidor. E um público extremamente carente de produtos inclusivos, e principalmente livros”,

conta.

Como as editoras não estavam interessadas ou se mostraram inseguras em relação ao projeto, Wanda procurou outros caminhos. Foi atrás de entender como funcionava

a Lei Rouanet. “Eu já tinha tudo em mãos, tinha encontrado uma escritora, a Lia Zatz, e uma ilustradora, a Luise Weiss, que haviam topado o projeto do

primeiro livro em Braille.BR. Fiz, então, uma lista de empresas para quais eu tentaria vender a proposta, e fui bater de porta em porta.”

Capa do livro que é destinado ao público infantil. Na capa tem as imagens de um prato branco, um garfo, uma faca e um guardanapo sobre a mesa.

Quem bancou a ideia foi a IBM, patrocinando o lançamento do infantil Adélia Cozinheira, lançado em 2010. Foram impressas 3 000 cópias, posteriormente distribuídas

em escolas, universidades e bibliotecas públicas.

Wanda conta que após o lançamento, para sua surpresa, começaram a surgir muitos pedidos de pessoas querendo comprar o livro. Mas não havia tiragem para

a comercialização. Ficou a lição. E por conta disso os dois títulos seguintes tiveram uma parte reservada para a venda avulsa. Em 2011, veio o segundo

volume da coleção, Adélia esquecida, e em 2012 o terceiro, Adélia Sonhadora. Todos com o patrocínio da IBM.

Hoje é possível comprar os livros direto com a WG, fazendo o pedido por email ou telefone, ou em algumas galerias parceiras. Cada exemplar custa 25 reais.

Senão tivessem o patrocínio, Wanda afirma que teriam um custo unitário de cerca de 50 reais, isso porque a produção de um livro inclusivo com a tecnologia

Braille.BR é de 20% a 40% mais cara do que com o sistema convencional.

UMA INOVAÇÃO: LIVROS QUE DESPERTAM OUTROS SENTIDOS

A coleção Adélia foi pensada para o público infantil, ou seja, crianças de 3 a 10 anos, incluindo aquelas com deficiência visual com grau de limitação

de 10 a 100%. “É importante lembrar que 90% dos deficientes visuais têm algum grau de visão. Pode ser que eles sejam capazes de diferenciar luzes, contrastes

ou até mesmo consigam ler letras maiores”, diz Wanda. Por isso ela cria livros que permitem uma legibilidade perfeita do texto em braille, mas também despertam

outros sentidos “por meio da percepção de cores, contrastes, de sensações táteis e olfativas com texturas e aromas”. Além do Braille.BR, os livros têm

também o conteúdo em texto normal. E são bem cuidados:

“Não é porque o livro é para cegos que ele tem que ser feio. Mesmo que fosse inteiro branco, ainda assim mereceria um cuidado do design”

E também há o diferencial dos aromas, que impactam qualquer leitor. No Adelia Cozinheira, conta Wanda, a personagem prepara um café da manhã surpresa
para os pais: “Imagine… ela vai preparando as coisas, pica uma banana, prepara torradas, pega o suco na geladeira. A última coisa que ela pega são flores

para enfeitar a mesa, e essa ilustração tem um cheiro suave de flor”. Nem todas as páginas têm o diferencial, mas a empreendedora conta que o texto é feito

de forma a levar o leitor para uma viagem sensorial que também é feita de lembranças. “Este volume estabelece uma relação muito especial com os sentidos

olfato, visão e tato, pois ao imaginar que ela está preparando uma refeição isso remete também às lembranças e ao imaginário do leitor, e não somente aos

cheirinhos que estão ali aplicados”, conta.

Além da coleção Adélia, a WG criou também um livro inclusivo para o Museu Lasar Segall, de São Paulo. Intitulado Segall portátil, o livro traz as obras

do artista em versões com relevo e textura. “O projeto deste livro foi um dos maiores desafios que já recebemos, com concepção e coordenação do setor educativo

do museu, foi uma oportunidade de aproximar deficiência visual e arte. É uma publicação experimental que propõe, com base na obra de Lasar Segall, diálogos

entre estímulos táteis, visuais, escritos e sonoros”, conta.

EM BUSCA DE GRANA PARA SEGUIR

Hoje a WG trabalha com três frentes: projetos culturais com empresas e instituições (que representam 40% do faturamento), projetos próprios (50%) e consultoria

para editoras (10%). Entre as iniciativas próprias, está o lançamento do primeiro volume da coleção Adélia em espanhol. Para isso, Wanda espera conseguir

arrecadar cerca de 56 mil reais em uma campanha de financiamento coletivo no Catarse. A ideia é imprimir uma tiragem pequena, 500 exemplares, e levar a

obra para países da América Latina. “Participamos dois anos da Feira do Livro de Guadalajara e a aceitação, mesmo com o livro em português, foi surpreendente”,

diz ela, que também contratou uma consultoria para orientá-la a respeito de exportações.

Nos últimos cinco anos, a WG publicou ao todo 12.000 exemplares de suas criações, sendo 9.000 de projetos próprios. Para os próximos dois anos, a meta

é atingir 18.000 exemplares de projetos próprios, tanto no mercado nacional como no de língua hispânica. Aliás, a expansão para o mercado externo é algo

que Wanda lamenta não ter realizado antes. Ela reflete sobre como recebeu o baque inicial de ver que sua ideia não comoveu tanto as editoras quanto ela

esperava:

“Quando olho para trás, acho que devia ter sido mais ousada. Perdi muito tempo. Depois das negativas de editoras, me frustrei e deixei o projeto quase

um ano na gaveta. Por pouco não desisti”

Sobre investidores, ela apresenta outro retrato preciso das dificuldades: “O mercado exige um impulsionamento do negócio, investimentos financeiros para

seguir com as pesquisas e novos lançamento. A inovação por si só não garante a atenção das empresas já que estamos falando de um público consumidor que

até então não era levado em conta, a pessoa com deficiência”.

Atualmente a equipe da WG conta com mais um designer e um produtor gráfico. Wanda ainda atua como designer e produtora cultural, mas espera que cada vez

mais possa se dedicar aos projetos de livros inclusivos. Para ela, hoje a sociedade já entende melhor seu papel em relação a pessoa com deficiência visual,

e tanto a população como o mercado vão abrindo portas para projetos inclusivos. “Sempre olhei para os deficientes visuais com curiosidade e como um desafio,

me perguntava se de fato as imagens eram algo impossível para eles. Fiz dessa minha inquietação uma forma de utilizar materiais, tecnologias e minha habilidade

de criar para gerar a inclusão”, conta. Mulher de visão.

Fonte: site Projeto Draft por Cecília Valéria.

Projetos estimulam inclusão de pessoas com deficiência em SC

Lançadas na última terça (2), três iniciativas pretendem garantir a inclusão e acessibilidade da pessoa com deficiência (PCD) em Florianópolis (SC). Uma

delas é o já inaugurado Espaço Inclusivo, local inédito no estado, que funciona como uma agência de empregos exclusivamente para pessoas com deficiência

(PCDs). Outros dois que começam a sair do papel são os projetos Porta a Porta e Rotas Acessíveis, que prevê obras de acessibilidade no centro da capital.


A cerimônia de assinatura da proposta Floripa Inclusiva ocorreu no gabinete do prefeito Gean Loureiro. A ideia é confirmar o compromisso para a realização,

ao longo deste ano e dos próximos, de várias ações de inclusão social para PCDs.

A primeira iniciativa, o Espaço Inclusivo, já mostrou para o que veio com o 1º Feirão de Empregos para PCDs realizado ainda em abril, no novo espaço, que

fica no Mercado Público. Mais de 100 pessoas foram encaminhadas para as oportunidades, informou a prefeitura de Florianópolis.

Nesta semana, na quinta-feira, um novo feirão será realizado no mesmo local, na Rua Conselheiro Mafra, com novas vagas exclusivas para PCDs. Mais de 10

empresas são parceiras no evento, e devem disponibilizar cerca de 100 novas oportunidades. Entre as empresas participantes estão Cassol, Khronos, Riachuelo

e Ambev. O feirão ocorre das 10h às 16h. É importante levar a carteira de trabalho e currículo atualizado.

Porta a porta

Programa de transporte gratuito, que busca em casa a pessoa que usa cadeiras de rodas ou tem mobilidade reduzida, e que mora em locais de difícil acesso

ou longe de pontos de transporte coletivo. Ganharão prioridade os usuários que desejam ir para escola, creche ou universidade, destinos relacionados ainda

à saúde e trabalho.

A iniciativa é da Associação Florianopolitana de Deficientes Físicos (Aflodef), que briga há 10 anos para a implantação deste projeto na cidade, explicou

o presidente, José Roberto Leal. Atualmente, a Aflodef já oferece um serviço parecido, em um convênio com a própria prefeitura.

Com o lançamento do projeto, quatro novos carros serão adquiridos, totalizando 10 veículos que transportarão os usuários, afirmou José Roberto Leal. O

presidente espera que a atual fila de espera de cerca de 40 pessoas que desejam ser atendidas pelo serviço diminua ou até deixe de existir. A meta, confirmou

a prefeitura, é garantir o serviço para cerca de 80 pessoas.

— Estamos particularmente muito felizes. Crianças que estudavam em escolas estaduais, por exemplo, que não tinham mais como ir para escola, serão atendidas

novamente. Tenho certeza que será uma iniciativa que vai garantir mais inclusão do cadeirante — comemora o popular Zezinho.

O serviço funcionará conforme agendamento prévio. Ganharão prioridade os que moram em difícil acesso e em regiões carentes. De acordo com a secretária

de Assistência Social, Katherine Schreiner, ainda falta definir se o agendamento será feito através de uma central telefônica ou de outra forma. O projeto,

a partir da assinatura, informa ela, terá 60 dias para começar.

Acessibilidade no Centro

O projeto Rotas Acessíveis pretende iniciar obras como pavimentação requalificada, rampas com inclinações suaves e maior espaço de circulação no Centro

de Floripa.

A primeira etapa será uma rota acessível, ligando a Rodoviária Rita Maria ao Terminal de Integração do Centro (Ticen). O projeto foi feito pelo Instituto

de Planejamento Urbano de Florianópolis (Ipuf), explica a secretária de Assistência Social. A segunda etapa contemplará a região central de Florianópolis.

As obras ainda não têm data certa para começarem.

Fonte:
Hora de Santa Catarina Site externo

Um terço das praias portuguesas é acessível a pessoas com deficiência

Acesso pedonal fácil, estacionamento com lugares reservados, acessibilidade à zona de banhos, passadeiras no areal, instalações sanitárias adaptadas

No dia 17 de março, foi lançado o Programa “Praia Acessível – Praia para Todos!” para a época balnear 2017, tendo sido entregues os Prémios Praia + Acessível

de 2016 à Praia de Valadares Sul, do concelho de Vila Nova de Gaia (1º classificado), e à Praia fluvial de Avô, do concelho de Oliveira do Hospital (2º

classificado).

Nesta Cerimónia, as Secretárias de Estado do Turismo, do Ordenamento do Território e da Conservação da Natureza e da Inclusão das Pessoas com Deficiência

realçaram o impacto deste programa na promoção da acessibilidade para todos nas zonas balneares portuguesas, e o retorno económico que o investimento no

turismo acessível gera.

As três Governantes referiram que o Programa “Praia Acessível – Praia para Todos!” é representativo do trabalho conjunto dos três Ministérios em prol da

inclusão das pessoas com deficiência em todas as áreas da vida em sociedade, em condições de igualdade.

Durante o evento foi apresentada a Linha de Apoio ao Turismo Acessível, do Turismo de Portugal, que pode ser utilizada pelos municípios para melhoria das

acessibilidades nos seus concelhos, e o testemunho de uma pessoa cega sobre a sua experiência enquanto frequentadora das praias, realçando a necessidade

de ser assegurada informação suficiente, a todos os públicos, sobre as condições existentes nas praias acessíveis e de sensibilizar os operadores locais

para a criação de condições que permitam a fruição das praias por todos.

Promovido pelo Instituto Nacional para a Reabilitação, a Agência Portuguesa do Ambiente e o Turismo de Portugal desde 2005, o Programa “Praia Acessível

– Praia para Todos!” visa que cada vez mais praias portuguesas passem a assegurar condições de acessibilidade e de serviços que viabilizem a sua utilização

e desfrute, com equidade, dignidade, segurança, conforto, independência e a maior autonomia possível por todas as pessoas, independentemente da sua idade,

de possíveis dificuldades de locomoção ou de outras necessidades específicas que detenham.

Em 2016, passados 11 anos sobre o início deste Programa, foram galardoadas 209 praias, mais de um terço do total das zonas balneares classificadas (perto

de 37%).

Fonte: Instituto Nacional para Reabilitação

Dispositivo portátil traduz textos para o braile em tempo real

Estudantes de engenharia do MIT criaram um tradutor portátil que consegue transformar textos em braile em tempo real. O Tactile se destaca por seu baixo

custo. De acordo com os responsáveis pelo dispositivo, que deve custar menos de US$ 200, seus concorrentes são vendidos por mais de 10 vezes esse valor.


O tradutor tem o tamanho de uma barra de chocolates e 'fotografa' o texto, convertendo as palavras escritas em braile, que fíca disponível na parte superior

do dispositivo, em tempo real. Conforme a pessoa muda de linha, os pequenos pontos vão se alterando. Assim, ele pode ser usado, por exemplo, passando linha

a linha em um livro ou em qualquer tipo de texto.

Reprodução

O processo pode ser um pouco demorado, dependendo do número de linhas que a pessoa quiser ler, mas os criadores já pensam em aprimorar o aparelho. "Atualmente,

a câmera só tira uma foto de seu campo de visão. Estamos tentando transformar o dispositivo em um scanner portátil que permite digitalizar a página inteira

de uma vez só", explica Chandani Doshi, um dos estudantes que trabalham no projeto.

Segundo ele, a expectativa é de que o Tactile chegue ao mercado nos próximos dois anos.

[Futurism]
 fonte  olhar  digital

Secretários de Doria não se entendem e Virada Cultural perde acessibilidade

Pastas da Cultura e da Pessoa com Deficiência não chegaram a um acordo sobre os recursos para o evento deste fim de semana, limitados a três atrações.

Edições anteriores tiveram oferta muito maior de apresentações acessíveis. Além disso, estrutura montada pela SPTrans para "facilitar o deslocamento do

público" não menciona veículos acessíveis nem faz referência a esquemas específicos para pessoas com deficiência.
Luiz Alexandre Souza Ventura
13ª edição da Virada Cultural ocupa vários espaços da capital paulista a partir das 18h deste sábado, 20, até 18h de domingo, 21. Imagem: Reprodução

Uma briga interna, que ignorou os direitos do cidadão, resultou na decepcionante redução dos recursos de acessibilidade na primeira
Virada Cultural
da gestão Doria em São Paulo. A
13ª edição da maratona artística
ocupa vários espaços da capital paulista a partir das 18h deste sábado, 20, até 18h de domingo, 21.

Ao contrário das
edições anteriores,
quando interpretação na Língua Brasileira de Sinais e até a audiodescrição foram incluídas em atrações de todos os tipos, neste ano somente três apresentações
serão
acessíveis.

Estão previstas traduções para Libras no show de comédia ‘Roupa Suja Se Lava No Palco’, no sábado, 20, a partir das 20h, com os atores Micheli Machado

e Robson Nunes, e na apresentação de MC Guto Andrade / Criss Paiva + Davi Monsour (Stand UP), também no sábado, a partir das 21h, ambos no tablado Risadaria,

montado na José Bonifácio, nº 160.
E no domingo, 21, a partir das 13h, no Vale do Anhangabaú, no musical ‘60! Década de Arromba’, com a cantora Wanderléa, também terá tradução para Libras.


Show de comédia 'Roupa Suja Se Lava No Palco' com os atores Micheli Machado e Robson Nunes terá tradução para Libras. Imagem: Reprodução

Show de comédia ‘Roupa Suja Se Lava No Palco’ com os atores Micheli Machado e Robson Nunes terá tradução para Libras. Imagem: Reprodução

Nenhuma outra atração foi contemplada com qualquer recurso acessível. Isso porque a
Secretaria Municipal de Cultura (SMC),
comandada por André Sturm e responsável pela organização do evento, e a
Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência (SMPED),
liderada por Cid Torquato, não chegaram a um entendimento.

O evento perde sua característica inclusiva e as pessoas com deficiência têm seu direito de participação subtraído.

“Somos uma secretaria meio, atuamos para que a lei seja respeitada e todos os eventos culturais da cidade sejam acessíveis, mas não houve entendimento

com a Cultura”, informou ao #blogVencerLimites a SMPED, que tem como principal função a articulação com as outras secretarias para que essas cumpram, em

suas específicas áreas, as políticas e ações voltadas às pessoas com deficiência.

Resposta – Procurada para esclarecer a situação, a secretaria de Cultura não se pronunciou sobre a falta de entendimento mencionada pela SMPED. Em nota,

a SMC afirma que a acessibilidade está contemplada nesta 13ª Virada Cultural.

“Equipamentos públicos como centros culturais, casas de cultura e teatros, todos com acessibilidade total, recebem programação”, ressalta a secretaria.

“Os palcos e tablados também possuem acessibilidade para pessoas com mobilidade reduzida. E 10% dos banheiros químicos do evento atendem a este público”,

destaca a pasta

“A contratação do serviço de tradução em Libras neste ano, assim como no ano passado, é feita pela Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência”, conclui

a nota da SMC.

Além disso, no esquema especial montado pela SPTrans, e
divulgado no site da Virada Cultural (clique aqui),
com alteração no trajeto de 64 linhas “para facilitar o deslocamento do público e garantir fluidez ao transporte coletivo” não há qualquer menção a veículos

acessíveis e muito menos alguma referência a estruturas específicas para pessoas com deficiência.

Cid Torquato é secretário municipal da Pessoa com Deficiência de São Paulo. Imagem: Reprodução

Cid Torquato é secretário municipal da Pessoa com Deficiência de São Paulo. Imagem: Reprodução

Prioridades – Em
entrevista ao #blogVencerLimites no ano passado,
Cid Torquato disse, logo após ser anunciado por João Doria como secretário da pessoa com deficiência, que a prioridade máxima da pasta seria a situação

das populações mais carentes. “As pessoas com deficiência que vivem nessa realidade são muito vulneráveis”, afirmou Torquato.

“Apesar dos avanços, principalmente nos últimos dez anos, essas pessoas ainda não têm acesso aos serviços públicos, municipais, estaduais e federais. É

necessário uma atenção especial a esse assunto, para fazer com que essas pessoas tenham acesso aos serviços básicos, para que consigam exercer seus direitos

fundamentais. Precisamos fazer com que as políticas publicas existentes cheguem a essas pessoas”, ressaltou o secretário.

Calçadas – Na entrevista, Cid Torquato afirmou que a oferta de calçadas adequadas e acessíveis em toda a cidade de São Paulo seria uma prioridade da gestão

Dória.

“Ainda há quem entenda a acessibilidade como um conceito válido apenas para pessoas com deficiência, mas todos precisam de algum tipo recurso acessível.

Eu sempre digo que até as escadas são recursos de acessibilidade, para quem consegue usar essas escadas, porque, sem elas, chegar a todos os andares de

um prédio seria possível somente por elevador”, exemplificou. “Mas é fato que precisamos ter disponíveis todos os recursos de acessibilidade possíveis

em todos os locais”, ressaltou.

“A questão das calçadas virou um problema de saúde pública. O SUS (Sistema Único de Saúde) gasta atualmente, em todo o Brasil, mais de R$ 3 bilhões no

tratamento de pessoas que sofreram acidentes em calçadas. É dinheiro que poderia ser gastos em ações muito mais importantes. Por isso, precisamos melhorar

a mobilidade, os espaços de circulação, a ‘cara’ da cidade, para aprimorar a qualidade de vida dos cidadãos”, disse.

Serviços públicos – A falta de acessibilidade, na avaliação de Cid Torquato, é o maior impedimento para o exercício de direitos. E essa dificuldade, diz

o secretário, não está restrita ao acesso físico, arquitetônico, abrange também a acessibilidade comunicacional, e até mesmo atitudinal.

“Fazendo uma avaliação geral sobre a situação da pessoa com deficiência, quando ela consegue sair de casa, não consegue se locomover na rua; quando se

movimenta na rua, não consegue usar o transporte público; quando usa o transporte e chega um determinado local, não consegue entrar nesse lugar; e quando

entra – especialmente pessoas cegas, surdas e com deficiência intelectual -, muitas vezes não há acessibilidade comunicacional, e a pessoa não é incluída,

não entende o que está acontecendo naquele momento”, avaliou Torquato.

Atitude – Quando uma pessoa com deficiência chega a um local, seja público ou particular, em uma loja, uma repartição pública, em um banco, ele tem de

ser atendida com decência, defende Cid Torquato.

“Esse estranhamento que ainda existe sobre pessoas com deficiência faz com que muita gente não saiba lidar com essa pessoa. Isso é causado por essa ignorância,

essa falta de conhecimento, e também pelo preconceito. Precisamos quebrar essa barreira para que o tratamento dado às pessoas com deficiência, de forma

geral, seja apropriado. É um conjunto de ações”, concluiu o secretário.

fonte #BLOGVENCERLIMITES

Novo Colírio Pode Dissolver Catarata Sem Necessidade De Cirurgia

A catarata é a opacificação da lente do olho, e é responsável por mais da metade de todos os casos de cegueira no mundo.
Investigadores dos Estados Unidos desenvolveram uma nova droga que pode ser aplicada com um conta-gotas diretamente no olho para dissolver a catarata.

A droga ainda não foi testada em seres humanos, mas a equipe daUniversidade da Califórnia, em San Diego, espera replicar os resultados em ensaios clínicos,

e oferecer uma alternativa para o único tratamento que está atualmente disponível para pacientes com catarata – cirurgia dolorosa, e muitas vezes, cara.

A grande maioria das cataratas são relacionadas com a idade, mas alguns podem desenvolver a condição como um resultado de uma lesão ou de um defeito genético.

O Professor Kang Zhang e sua equipe de pesquisa estudou duas famílias que tiveram filhos nascidos com catarata, conhecidos como catarata congênita. Eles

descobriram que aqueles com cataratas congênitas tinham uma mutação no gene que produz uma molécula pequena conhecida comolanosterol. A versão saudável

desta molécula geralmente impede que as proteínas causadoras de catarata se aglomerem. Na versão anormal desta molécula, no entanto, as proteínas se aglomeram

e provocam a nebulosidade na lente do olho.
Zhang e sua equipe de pesquisa desenvolveram colírios que continhamlanosterol como um tratamento para a catarata. Eles testaram seus colírios em três tipos

de experimentos. Eles trabalharam com lente humana no laboratório, e observaram uma diminuição no tamanho da catarata.
Em seguida, testaram os efeitos nos olhos de coelhos, e de acordo comHanae Armitage , depois de 6 dias, também conseguiram resultados ótimos. Finalmente,

eles testaram os colírios em cães com cataratas que ocorrem naturalmente.

Assim como a lente humana no laboratório e nos coelhos, os cães responderam positivamente à droga, com cataratas graves reduzidas a quase nada, ou desaparecendo

totalmente.
O National Eye Institute dos Estados Unidos relata que com a idade de 80 anos, mais da metade de todos os americanos tem catarata, ou já foram submetidos

a uma cirurgia de catarata.
Embora desagradável, o procedimento cirúrgico para remover uma catarata é muito simples e seguro, mas muitas comunidades nos países em desenvolvimento

e áreas mais pobres não têm acesso ao dinheiro ou facilidades para realizá-la, o que significa que a cegueira é inevitável para a grande maioria dos pacientes.

Segundo a Fundação Fred Hollows , estima-se que 32,4 milhões de pessoas ao redor do mundo hoje são cegos, e 90 % deles vivem em países em desenvolvimento.

E mais da metade destes casos de cegueira foram decorrentes da catarata, o que significa que, ter uma gota ocular como uma alternativa à cirurgia iria

fazer uma diferença incrível.
O próximo passo é descobrir exatamente como os colírios à base delanosterol provoca essa reação das proteínas, e progredir suas pesquisas em testes em

humanos. Estima-se que o colírio poderá estar disponível nas farmácias em 5 anos.
Fonte: Science Alert

sábado, 20 de maio de 2017

Exposição traz esculturas abstratas que remetem a formas orgânicas

Os visitantes poderão fazer uma imersão na exposição com vendas nos olhos para a experimentação das sensações táteis

Até o dia 30 de maio, de segunda a sexta, das 10h às 17h, o Memorial da Inclusão recebe a exposição “Movimento em Branco”, do artista Alfonso Ballestero,

com curadoria de Amanda Tojal.

A exposição traz 11 esculturas táteis produzidas em concreto e duas telas feitas em massa e tinta acrílica e isopor. Todas as obras são brancas, abstratas

e remetem a formas orgânicas. O espaço está localizado na sede da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, na avenida Auro Soares de

Moura Andrade, 564 – Portão 10, na Barra Funda.

Além das visitações, mediadas por educadores do Memorial da Inclusão, os visitantes poderão fazer uma imersão na exposição com vendas nos olhos, para que

o foco da visita seja na experimentação das sensações táteis. No dias 19 de abril, o artista Alfonso Ballestro ministrou uma oficinas de produção de esculturas

tridimensionais, e uma segunda acontece em 20 de maio, das 14h às 16h.

Inaugurado no dia 3 de dezembro de 2009, o Memorial da Inclusão: os Caminhos da Pessoa com Deficiência tem o propósito de reunir, em um só espaço, fotografias,

documentos, manuscritos, áudios, vídeos e referências aos principais personagens, às lutas e às várias iniciativas que incentivaram as conquistas e melhores

oportunidades às pessoas com deficiências.

Sobre a exposição:

“Movimento em Branco”
Data: até o dia 30 de maio
Horário: de segunda a sexta-feira, das 10h às 17h
Local: Memorial da Inclusão – Sede da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo
Endereço: Av. Auro Soares de Moura Andrade, 564 – Portão 10 – Barra Funda – São Paulo/SP

Fonte: Assessoria (adaptado)

Virada Cultural 2017 terá stand up e musical com tradução em Libras

A 13º maratona cultural paulistana contará com três atrações com tradução em Língua Brasileira de Sinais

A edição de 2017 da Virada Cultural contará com acessibilidade para surdos e pessoas com deficiência auditiva em três atrações da programação por meio

da tradução simultânea para a Língua Brasileira de Sinais (Libras). O recurso, disponibilizados pela Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência (SMPED),

estará em shows de comédia stand-up e teatro musical.

No tablado Risadaria, montado na José Bonifácio, no sábado, às 20h, os atores Micheli Machado e Robson Nunes apresentam o stand up “Roupa Suja Se Lava

No Palco”, em que revelam intimidades do casal de uma forma de sátira e divertida.

No domingo, às 13h, no Vale do Anhangabaú, o musical ‘60! Década de Arromba’, estrelado pela Wanderléa, símbolo da Jovem Guarda, cantando os clássicos

da época.

“Dando continuidade a ações da gestão passada, a inserção de acessibilidade na Virada Cultural de São Paulo garante a participação de toda a população

nesta grande festa que estimula a cultura, dança e arte. A presença dos intérpretes de Libras é essencial para que surdos e pessoas com deficiência auditiva

possam desfrutar plenamente do evento”, comentou o secretário municipal da Pessoa com Deficiência, Cid Torquato.

De acordo com o Censo 2010 do IBGE, a cidade de São Paulo possui 516 mil pessoas com deficiência auditiva, sendo 30 mil consideradas surdas.

Promovida pela Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, a Virada Cultural apresenta uma programação variada, com qualidade

e de acesso gratuito. A edição de 2017 acontece a partir das 18h de sábado, dia 20 de maio até às 18h de domingo, dia 21.
Veja a programação completa com a acessibilidade:

Sábado, dia 20 de maio

• Tablado Risadaria - Rua José Bonifácio, 160

20h - Roupa Suja Se Lava No Palco – Micheli Machado e Robson Nunes - Stand Up

21h - MC Guto Andrade, Criss Paiva + Davi Monsour- Stand Up

Domingo, dia 21 de maio

• Palco Vale do Anhangabaú – Musicais

13h - 60! Década de Arromba

sexta-feira, 19 de maio de 2017

Estudantes criam mapa tátil para auxiliar aprendizado de colegas com deficiência visual

Os estudantes Eduardo dos Reis Souza e Laíse Sales Silva, do Colégio Estadual Luiz Viana Filho, localizado em Irecê (481 km de Salvador), no Centro Norte

Baiano, desenvolveram um mapa tátil adaptado para alunos com deficiência visual.

O projeto “Mapa tátil das regiões brasileiras: conhecendo o Brasil com as mãos” tem o objetivo de auxiliar no aprendizado de conteúdos da disciplina de

Geografia, no qual é possível diferenciar, através do tato, as regiões contornadas em diferentes relevos.

O projeto surgiu após os estudantes refletirem sobre o acesso a ferramentas de aprendizagem por alunos que não podem enxergar. O material, confeccionado

de forma artesanal, também vai ajudar os professores no processo de ensino ao trabalharem os elementos cartográficos.

Segundo o secretário da Educação, Walter Pinheiro, projetos como este demonstram a criatividade e a visão social dos estudantes.

“Estamos qualificando o programa Ciência na Escola para que projetos como este de grande relevância e alcance social ultrapassem os muros das escolas e

sirvam para resolver problemas da sociedade, comprovando o potencial destes estudantes para o mundo da Ciência e da Inovação”, destacou.

“Para a realização do projeto procuramos conhecer melhor pessoas com deficiência visual ao visitarmos a Associação de Deficientes Visuais de Irecê (Adevir)

e algumas escolas do município. Além de pesquisas de campo e confecção de protótipos, realizamos pesquisas bibliográficas que nos dessem o suporte científico

necessário para o desenvolvimento do nosso projeto.

É muito importante criar algo que vai ajudar estudantes com deficiência visual a aprenderem de forma prática”, afirma o estudante Eduardo Souza. O mapa

foi confeccionado de maneira criativa, utilizando materiais como cartolina, papéis de diferentes texturas, EVA e cola 3D.

As imagens foram copiadas com um papel transparente e repassadas com papel carbono para as partes do mapa. As regiões foram delimitadas com cola 3D, nas

quais foram colados materiais específicos para diferenciar cada região.

O título e a legenda do mapa foram escritos em braile e impressos em impressora de tinta a jato e etiquetadora.

Segundo a professora de Geografia e orientadora do projeto, Alda Manuela de Freitas, a produção científica visa a inclusão. “Ao tocarem o mapa, os estudantes

com deficiência visual identificam os diferentes relevos e aprendem sobre as regiões do Brasil.

Este material didático específico para eles vai enriquecer o aprendizado de forma mais significativa”, explica a educadora.

FONTE
ASCOM - Secretaria da Educação do Estado da Bahia

Virada Cultural 2017 terá stand up e musical com tradução em Libras

A 13º maratona cultural paulistana contará com três atrações com tradução em Língua Brasileira de Sinais

A edição de 2017 da Virada Cultural contará com acessibilidade para surdos e pessoas com deficiência auditiva em três atrações da programação por meio

da tradução simultânea para a Língua Brasileira de Sinais (Libras). O recurso, disponibilizados pela Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência (SMPED),

estará em shows de comédia stand-up e teatro musical.

No tablado Risadaria, montado na José Bonifácio, no sábado, às 20h, os atores Micheli Machado e Robson Nunes apresentam o stand up “Roupa Suja Se Lava

No Palco”, em que revelam intimidades do casal de uma forma de sátira e divertida.

No domingo, às 13h, no Vale do Anhangabaú, o musical ‘60! Década de Arromba’, estrelado pela Wanderléa, símbolo da Jovem Guarda, cantando os clássicos

da época.

“Dando continuidade a ações da gestão passada, a inserção de acessibilidade na Virada Cultural de São Paulo garante a participação de toda a população

nesta grande festa que estimula a cultura, dança e arte. A presença dos intérpretes de Libras é essencial para que surdos e pessoas com deficiência auditiva

possam desfrutar plenamente do evento”, comentou o secretário municipal da Pessoa com Deficiência, Cid Torquato.

De acordo com o Censo 2010 do IBGE, a cidade de São Paulo possui 516 mil pessoas com deficiência auditiva, sendo 30 mil consideradas surdas.

Promovida pela Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal de Cultura, a Virada Cultural apresenta uma programação variada, com qualidade

e de acesso gratuito. A edição de 2017 acontece a partir das 18h de sábado, dia 20 de maio até às 18h de domingo, dia 21.
Veja a programação completa com a acessibilidade:

Sábado, dia 20 de maio

• Tablado Risadaria - Rua José Bonifácio, 160

20h - Roupa Suja Se Lava No Palco – Micheli Machado e Robson Nunes - Stand Up

21h - MC Guto Andrade, Criss Paiva + Davi Monsour- Stand Up

Domingo, dia 21 de maio

• Palco Vale do Anhangabaú – Musicais

13h - 60! Década de Arromba

fonte s m p e d

quinta-feira, 18 de maio de 2017

Neurocientista cria exoesqueleto que ajuda paraplégicos a andar

Projeto de acessibilidade do Museu Nacional de Belas Artes é renovado

Criado há uma década, o projeto “Ver e Sentir através do toque” do
Museu Nacional de Belas Artes Site externo,
voltado para a acessibilidade e a sustentabilidade, inaugura uma nova fase: o foco agora se volta para a arte contemporânea.

Nesta nova etapa a convidada é a artista visual Suzana Queiroga, integrante da famosa Geração 80 do Parque Lage, cuja exposição o MNBA abre no dia 16 de

maio, às 12h, em evento integrante da 15ª Semana dos Museus, promovida pelo IBRAM.

Um dos destaques da mostra é a obra “Topos”, um relevo em gesso doado em 2009 ao MNBA, produzida já com a intenção de participar de um projeto educativo,

no qual a relação com a obra pudesse ser estimulada a partir da percepção tátil.

Além desta, serão exibidas outras três obras, sendo que uma delas será produzida na abertura da exposição, focando no desenvolvimento de uma rica experiência

sensorial com cegos e videntes. Suzana Queiroga vai apresentar um mapa interativo da região onde se localiza o Museu Nacional de Belas Artes, além de outras

obras que poderão ser tateadas.

O trabalho “Topos” será ambientado num novo contexto, onde a percepção visual pode ser minimizada e outros sentidos precisam ser ativados, o relevo, junto

a outras obras, ganha novas dimensões e um espaço ampliado. Em um ambiente com pouca iluminação e sem informação textual, pretende-se acionar outros sentidos,

que as cores ganhem som, cheiro, textura, sentimentos e sensações.

“É um caminho a ser percorrido com o corpo, onde o tempo é ativado e uma narrativa se inicia. Aqui, dar espaço aos outros sentidos é uma oportunidade singular

de reaprender o mundo”, explicam os curadoes Daniel Barretto, Simone Bibian e Rossano Antenuzzi, todos técnicos do Museu Nacional de Belas Artes/Ibram/MinC.


Paralelamente, haverá uma mesa-redonda com a artista e seus convidados, discutindo o tema da ciência e arte, incluindo a participação de uma neurocientista.


Iniciado em 2007, o projeto previu a possibilidade do toque em reproduções em baixo relevo e algumas maquetes, feitas a partir do acervo artístico do museu,

de obras especialmente selecionadas para este trabalho. O objetivo foi possibilitar a experimentação estética e o conhecimento sobre história da arte e

processos artísticos, tornando-os acessíveis às pessoas cegas e com baixa visão, de forma a democratizar o acesso à cultura.

O quê: Projeto Ver e sentir – Suzana Queiroga
Quando: de 16/5 a 29/10, de terça a sexta-feira, das 10h às 18h; sábados, domingos e feriados, das 13h às 18h
Onde: Museu Nacional de Belas Artes
Endereço: Av. Rio Branco, 199, Centro, Rio de Janeiro – RJ
Tel.: (21) 3299-0600
Quanto: R$ 8,00 e meia: R$ 4,00 ingresso família (para até 4 membros de uma mesma família) a R$ 8,00.

Fonte:
Jornal do Brasil Site externo

quarta-feira, 17 de maio de 2017

Arrasadora, equipe feminina de tênis de mesa classe 10 leva o ouro no Aberto da Eslovênia

Por CPB Imagem Quase oito meses após o bronze na Rio 2016, as mesa-tenistas Bruna Alexandre, Danielle Rauen e Jennyfer Parinos voltaram a sentir o gostinho do pódio. Porém, desta vez, estiveram no lugar mais alto dele. Nesta terça-feira, 9, a equipe brasileira classe 10 conquistou o ouro no Aberto da Eslovênia ao bater a Turquia por 2 jogos a 0 na final. Na fase de grupos, o time verde e amarelo passou na primeira colocação, ao derrotar a Alemanha e a Rússia, ambos por 2 jogos a 0. No primeiro confronto contra a Rússia, Bruna Alexandre e Jennyfer Parinos bateram Daria Saratova e Elena Epishkina por 3 sets a 0 (11/6; 11/9 e 11/5). Depois, Bruna venceu Elena também por 3 a 0 (11/2; 11/6 e 11/4). Contra a Alemanha, Bruna e Jennyfer venceram o jogo de duplas contra Marlene Reeg e Lena Kramm por 3 sets a 1 (9/11; 11/8; 11/8 e 13/11). Na partida individual, Bruna venceu Lena por 3 a 1 (8/11; 11/8; 11/6 e 11/8). Na semifinal, triunfo sobre o time Romênia/Japão. Bruna e Danielle Rauen venceram Ioana- Monica Tepela e Nozomi Takeuchi por 3 a 1 (11/5; 11/9; 11/13 e 11/4) e Bruna venceu Nozomi por 3 a 0 (11/3; 11/5 e 11/5). Na final, novamente Bruna e Dani fizeram dupla e bateram Neslihan Kavas e Merve Demir por 3 a 2 (10/12; 11/2; 5/11; 12/10 e 11/8). Bruna passou por Neslihan por 3 a 1 (11/7; 11/7; 6/11 e 11/5), assegurou o triunfo e o ouro. Quem também conquistou medalha foi Claudio Massad. O brasileiro, que atuou ao lado do Tailandês Bunpot Sillapakong, garantiu o bronze na disputa por equipes classe 10 masculina. Na competição por equipes classe 7 masculina, Israel Stroh, que formou equipe com o belga Ben Ashok Despineux, acabou sendo eliminado nas oitavas de final, quando perdeu para a dupla formada pelo sueco Nicklas Thomas Westerberg e o croata Pavao Jozic, por 2 jogos a 1. Com informações da Confederação Brasileira de Tênis de Mesa (CBTM) Assessoria de comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro ( imp@cpb.org.br)

Brasil se mantém na liderança do Ranking Mundial de Goalball nas duas categorias

Brasil se mantém na liderança do Ranking Mundial de Goalball nas duas categorias Por CPB Washington Alves/MPIX/CPB Imagem Seleção masculina de goalball do Brasil comemorando vitória nos Jogos Rio 2016. As Seleções Brasileiras masculina e feminina de goalball seguem em alta no cenário mundial. No ranking do mês de abril, divulgado pela Federação Internacional de Esportes para Cegos (IBSA, sigla em inglês) na última quinta-feira, 4, o Brasil aparece na liderança nas duas categorias. O time masculino está no topo da lista desde agosto do ano passado. Logo atrás vem a Lituânia, atual campeã paralímpica, Turquia, em terceiro, e China e Estados Unidos, que fecham o top cinco. Na categoria feminina, o Brasil completou oito meses como líder do ranking. Além da Seleção canarinho, China, Turquia, Estados Unidos e Japão aparecem entre as cinco melhores. Fato curioso para a presença de quatro países entre os cinco melhores nas duas categorias. As exceções são a Lituânia, que só aparece no masculino, e Japão, presente apenas no feminino. Para se manter no topo, o Brasil tem um compromisso importante neste início de ciclo com a disputa do Campeonato das Américas de Goalball, que acontecerá de 26 de novembro a 3 de dezembro, em São Paulo. A competição vale vaga para o Campeonato Mundial 2018, em Malmo, na Suécia, e para os Jogos Parapan-Americanos de Lima, no Peru, em 2019. Com informações da Confederação Brasileira de Desportos de Deficientes Visuais (CBDV). Assessoria de Imprensa do Comitê Paralímpico Brasileiro ( imp@cpb.org.br)

CPB assina acordo de cooperação para desenvolvimento do vôlei sentado em cidade japonesa

Por CPB Ivo Felipe/CPB Imagem O Comitê Paralímpico Brasileiro assinou nesta quarta-feira, 10, um acordo de cooperação com a cidade japonesa de Kakogawa. A intenção do termo é a de desenvolver o vôlei sentado na região, localizada na província de Hyogo, no país-sede dos Jogos Paralímpicos de 2020. Esteve presente na assinatura do acordo o presidente do CPB, Mizael Conrado, o prefeito de Kakogawa, Yasuhiro Okada, e o recém-eleito presidente da Confederação Brasileira de Vôlei Para Deficientes (CBVD), Angelo Alvez. "O acordo é bastante importante, principalmente considerando a trajetória que teremos até os Jogos de 2020. E é uma oportunidade ainda de intercambio da nossa equipe de volei sentado e a comunidade de Kakogawa neste período. Para nós, certamente será um apoio importante ao longo destes quatro anos, já que teremos diversas ações e eventos acontecendo na terra do sol nascente", disse Mizael Conrado. A direção do Comitê tem a intenção de visitar a cidade em julho, quando deve ocorrer a primeira visita ao Japão, com vistas a possíveis destinos para a aclimatação da delegação brasileira que disputará a próxima Paralimpíada. Assessoria de Imprensa do Comitê Paralímpico Brasileiro ( imp@cpb.org.br)

Time baiano comemora hexa do Regional Nordeste de Futebol de 5

Por CPB Divulgação CBDV Imagem ICB comemora mais um título regional No último domingo, 14, o time IBC/BA venceu a Apace/PB por 3 a 1 no ginásio Arena Carão, em Maracanaú, região metropolitana de Fortaleza. O artilheiro da competição foi o craque Jefinho, do IBC, que marcou dois gols na decisão e ajudou a equipe baiana a levar o título de hexacampeã do Regional Nordeste de futebol de 5. Após semifinais difíceis, ICB e Apace se encontraram na final. O jogo colocou frente à frente as equipes com as melhores campanhas na competição. Para os baianos, a final valia a hegemonia, enquanto para os paraibanos, o fim do jejum de títulos de seis anos. Autor de dois gols na final, Jefinho chegou aos dez tentos e foi o artilheiro isolado da competição. Além do camisa 10, o goleiro Erenilton, também do IBC, levou o prêmio de melhor goleiro, com a meta vazada apenas quatro vezes durante todo o regional. Com Maciel de um lado e Panizza do outro, Escema/MA e Apadevi/PB jogaram pelo terceiro lugar. Em um jogo com poucas oportunidades de gol, a decisão do bronze foi para os pênaltis, e no fim a medalha de bronze foi para a Escola de Cegos do Maranhão. Além disso, a equipe garantiu uma das vagas para a Copa Loterias Caixa de Futebol de 5 - Série B 2017. A outra vaga ficou com a UBC. As duas equipes são as primeiras classificadas para a competição, que acontece em novembro, no Centro de Treinamento Paralímpico em São Paulo, quando irá definir as duas equipes que vão subir para a primeira divisão do ano seguinte. Confira a tabela completa. Assessoria de imprensa do Comitê Paralímpico Brasileiro ( imp@cpb.org.br)  fonte  c  p  b

Latam leva 5 horas para retirar cadeirante de avião que viria para Confins

Avião da Latam Um suposto dano causado durante a viagem na cadeira de rodas de um passageiro atrasou em mais de três horas o embarque de outros passageiros que deveriam ter saído do Aeroporto Internacional de Brasília às 7h30 desta segunda-feira para o Aeroporto Internacional Tancredo Neves, em Confins, na Grande BH. O grupo só conseguiu embarcar para BH às 10h48. Segundo a assessoria do terminal de Brasília, um problema com a cadeira de rodas de um dos passageiros que chegou de Boa Vista (RR) às 6h30 em Brasília, mas só deixou o avião às 11h39, inviabilizou a saída no horário do outro grupo, já que a mesma aeronave seria usada para o voo Brasília/Confins. O passageiro teve que aguardar a cadeira, pois, segundo o Aeroporto de Brasília, o equipamento dele não estava disponível para uso, devido a um suposto dano causado durante a viagem. A administração do terminal informou que possui cadeiras de roda no posto de saúde dentro do local, mas ressaltou que os equipamentos são para uso de emergência. Ainda segundo a a assessoria do terminal de Brasília, por se tratar de um fato dentro aeronave, a responsabilidade de oferecer o equipamento aos usuários seria da Latam. A companhia aérea informou aos passageiros que daria um parecer sobre a situação às 9h10, momento em que anunciou que outra tripulação chegaria às 9h50 para assumir o voo. Pessoas que aguardavam para embarcar para a capital mineira relataram que, por volta das 10h15, elas se dirigiram para outro avião, que decolou às 10h48. A Latam foi procurada pela reportagem do em.com.br e informou, às 9h58 que apurava o ocorrido. “Sobre o voo 3167 (Brasília – Belo Horizonte/Confins), que deveria ter partido às 7h30 desta segunda-feira, a companhia diz que a decolagem será postergada. A Latam lamenta o ocorrido e esclarece que está prestando a assistência necessária aos passageiros”, diz a nota enviada. Às 12h22, a companhia mandou nova nota, dizendo que fez o desembarque o passageiro e prestou toda a assistência necessária. Fonte: Em.com.br Gerais

terça-feira, 16 de maio de 2017

SUPER LIGA EUROPEIA DE GOALBALL PASSA POR LISBOA

Álbum de Novidade_Espalhe seu Humor_ a partir de 16/mai Olá gente apaixonante! Tudo bem? Vim contar algo em primeira mão para vocês! Amanhã (16/mai) teremos uma propaganda da linha Humor, com a carinha de Dia dos Namorados na novela A Força do Querer. <3 Além disto, os kits de presentes de Dia dos Namorados, estarão disponíveis a partir de amanhã na Rede Natura.  Querem aprender uma simpatia poderosa para arrasar nas vendas? A simpatia é ser simpático!  O relacionamento com o cliente é um elo importante para a consultoria digital. Use a simpatia e empatia para entender os hábitos de compra dos clientes e oferecer as melhores opções de produtos e promoções. Ah, e não tem adivinhação, o segredo é sempre estar em contato com o cliente e acompanhar as sugestões

CASTELÃO TERÁ NARRAÇÃO DESCRITIVA PARA TORCEDORES CEGOS EM JOGOS DO BRASILEIRÃO

bImagine ter toda a sensação de estar no estádio do Castelão, sentir a vibração da torcida, sentir o gol. A descrição já faria todo sentido se dita por qualquer torcedor comum que frequenta estádios, mas, na verdade, é a síntese feita por André Frota, professor de orientação e mobilidade do Instituto dos Cegos do Ceará, de como é para quem não enxerga acompanhar uma partida de futebol da arquibancada. Cegos presenciam jogo de futebol no Castelão com narração audiodescritiva PraCegoVer: torcedores Vandervaldo do Nascimento, 35, e Juan Pablo Fernandes, 15, ambos cegos. Essa experiência será oferecida pelo Castelão, em Fortaleza, no projeto Esporte Acessível, em parceria com o Ministério Público Federal no Ceará (MPF-CE), Secretaria do Esporte do Estado, Instituto dos Cegos e empresas privadas, além dos clubes Ceará e Fortaleza. A ideia é que em dois jogos a cada mês — um do Ceará e outro do Fortaleza —, onze cegos sejam levados ao estádio, com seus acompanhantes, para presenciar uma partida do seu time do coração. Um camarote será disponibilizado para acolher os participantes, que poderão desfrutar de audiodescrição da partida, com narrador especializado. "Estádio do Castelão Estás sendo a pioneira dentre as arenas a atender os cegos. Em um segundo momento, a ideia é multiplicar esse projeto, levando para outras praças esportivas, como Estádio Presidente Vargas, Centro de Formação Olímpica e Ginásio Paulo Sarasate", afirmou o gerente comercial do Castelão, Ricardo Costa. Tudo entrará em prática nas próximas semanas, com o Campeonato Brasileiro. Um ônibus levará os participantes até o estádio. Já no Castelão, eles vão poder entrar em campo junto com os atletas, divulgando o projeto. Após a partida, serão levados até suas casas. Camisas de Ceará e Fortaleza com nomes escritos em braile serão distribuídas no Instituto dos Cegos dias antes da primeira experiência no Castelão. Apesar da prioridade ser para crianças e adolescentes, André Frota diz que será aberto um espaço na página do instituto para que qualquer interessado em participar possa se inscrever. A expectativa de ir aos jogos anima torcedores como Vandervaldo do Nascimento, 35, e Juan Pablo Fernandes, 15, que até já conheceram o Castelão, mas num dia sem futebol. Agora, fica a ansiedade por acompanhar de perto seus times em campo. Saiba mais sobre eventos esportivos com audiodescrição. Fonte: Jornal O Povo

Missa em libras aproxima católicos no Alto Tietê

Mensagens são interpretadas em libras durante missas em Braz Cubas. (Foto: Divulgação) LUCAS MELONI Das missas ao casamento. Foi a partir de um projeto piloto na Diocese de Mogi das Cruzes, desenvolvido pela Pastoral dos Surdos, que Ana Carolina de Souza Félix, de 26 anos, e Maykel Aparecido Gondinho, 27, se conheceram e celebram matrimônio no próximo sábado, a partir das 17 horas, na Paróquia Nossa Senhora Aparecida e São Roque, em Braz Cubas. A ideia, que começou a ser desenvolvida há pouco mais de dois anos, consiste em interpretar as mensagens bíblicas passadas durante as missas à língua brasileira de sinais (libras). A Igreja Católica no Alto Tietê planeja estender a iniciativa para outras paróquias da Região. O trabalho foi criado para suprir a ausência de um núcleo católico que trabalhasse para atender as pessoas com deficiência auditiva. Não há dados atualizados, contudo, o Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apontava que, em 2010, havia cerca de 5,8 mil pessoas com ao menos um tipo de deficiência em Mogi das Cruzes. Parte significativa, cerca de 20%, compreenderia pessoas com deficiência auditiva. Em Braz Cubas, um dos distritos mais populosos da Cidade, a falta de uma ação voltada a este público tornou-se um problema, explicou o padre Francisco Deragil, pároco local. “Nós percebemos que não havia um projeto semelhante que levasse a palavra a este público. A Pastoral dos Surdos já é desenvolvida em outras dioceses e nós pensamos que aqui encontraríamos campo fértil para ela também. É um trabalho complexo e que exige esforço, mas rende frutos”, disse o religioso. Por enquanto, a missa realizada com apoio de um intérprete de sinais ocorre apenas aos domingos, às 10 horas. A intenção do padre, entretanto, é que isso seja ampliado na paróquia. “A gente sabe que a Faculdade Paulo VI tem um curso de libras, mas não há padres formados. Tomara que isso mude. O nosso plano é que em outros dias e horários, como o sábado à noite, as missas também sejam traduzidas em libras”, acrescentou. O bispo dom Pedro Luiz Stringhini ressalta que o projeto tem muitos méritos. “É uma pastoral reconhecida pela CNBB (Confederação Nacional dos Bispos do Brasil) e com um objetivo muito importante: inserir um público que não tinha acesso a eventos religiosos nas celebrações da igreja. É importante que ideias como essas nasçam e cheguem a toda a Diocese”, analisou o chefe da Igreja Católica no Alto Tietê. Por domingo, oito pessoas com deficiência auditiva, em média, acompanham a missa das 10 horas de domingo. O número parece pequeno em comparação às 2 mil que passam pela paróquia todo fim de semana, contudo, é um começo. Há gente que vem de Ferraz de Vasconcelos e Poá para as celebrações em Braz Cubas. Ações semelhantes desenvolvidas em igrejas protestantes (saiba mais nesta página) existem há mais tempo e têm um público um pouco maior. Destas missas, um casal se formou. Ana Carolina de Souza Félix e Maykel Aparecido Gondinho trocam alianças no próximo sábado, em cerimônia que acontecerá na Paróquia de Nossa Senhora Aparecida e São Roque. Sem as missas inclusivas, talvez os dois não teriam se conhecido, logo, não seriam namorados e não teriam uma história juntos. Vínculos A psicóloga e socióloga Marina Alvarenga avalia como positiva a iniciativa de inserir pessoas com deficiência auditiva às celebrações religiosas. “Este público também se relaciona. Toda forma de inclusão é válida. Isto estabelece vínculos que se desenvolvem fora da igreja. É fundamental que haja espaço para que estas pessoas se relacionem, tenham acesso às celebrações e estejam inseridas num núcleo social”, afirmou. Igreja Batista de Braz Cubas tem intérpretes em culto A introdução da língua brasileira de sinais (libras) em celebrações religiosas não é algo inédito no contexto religioso em Mogi das Cruzes. Há três anos, a Igreja Batista em Braz Cubas (IBBC) começou um projeto do tipo. Há intérpretes para quase todos os cultos. De acordo com o pastor Carlos Zuzarte, a medida é uma forma de ampliar o Evangelho a um grupo de pessoas que não teriam acesso a ele de forma facilitada. “É de suma importância que este trabalho aconteça porque a palavra de Deus é para todos. Para eles não é diferente. É uma ação em coletivo e trabalhosa, mas mostra-se muito útil no alcance de vidas”, disse à reportagem. A IBBC tem 1.230 membros – uma das maiores igrejas Batistas do Alto Tietê em número de frequentadores –, completa 51 anos de existência no próximo 21 de maio e tem um histórico de inovações. Há pouco mais de dois anos, a IBBC passou a fazer missas em inglês. A medida foi bem recebida, sobretudo, pelos jovens. fonte O Diário de Mogi

sábado, 13 de maio de 2017

Brasil se mantém na liderança do Ranking Mundial de Goalball nas duas categorias

Brasil se mantém na liderança do Ranking Mundial de Goalball nas duas categorias Por CPB Washington Alves/MPIX/CPB Imagem Seleção masculina de goalball do Brasil comemorando vitória nos Jogos Rio 2016. As Seleções Brasileiras masculina e feminina de goalball seguem em alta no cenário mundial. No ranking do mês de abril, divulgado pela Federação Internacional de Esportes para Cegos (IBSA, sigla em inglês) na última quinta-feira, 4, o Brasil aparece na liderança nas duas categorias. O time masculino está no topo da lista desde agosto do ano passado. Logo atrás vem a Lituânia, atual campeã paralímpica, Turquia, em terceiro, e China e Estados Unidos, que fecham o top cinco. Na categoria feminina, o Brasil completou oito meses como líder do ranking. Além da Seleção canarinho, China, Turquia, Estados Unidos e Japão aparecem entre as cinco melhores. Fato curioso para a presença de quatro países entre os cinco melhores nas duas categorias. As exceções são a Lituânia, que só aparece no masculino, e Japão, presente apenas no feminino. Para se manter no topo, o Brasil tem um compromisso importante neste início de ciclo com a disputa do Campeonato das Américas de Goalball, que acontecerá de 26 de novembro a 3 de dezembro, em São Paulo. A competição vale vaga para o Campeonato Mundial 2018, em Malmo, na Suécia, e para os Jogos Parapan-Americanos de Lima, no Peru, em 2019. Com informações da Confederação Brasileira de Desportos de Deficientes Visuais (CBDV). Assessoria de Imprensa do Comitê Paralímpico Brasileiro ( imp@cpb.org.br)

ESPETÁCULO EM HOMENAGEM ÀS MÃES DA CIA BALLET DE CEGOS

A fotografia mostra, em primeiro plano, Geiza e Everton, ela com os braços para cima, apoiada nele, na ponta do pé com a outra perna no ar para frente, ligeiramente dobrada. Geiza usa titi prato pink com corpete azul royal bordado de dourado. Everton usa blusa e calça bufantes azul royal com um penacho na cabeça. Atrás deles, quatro bailarinas, duas ajoelhadas com uma perna para trás, os braços esticados para o lado, e duas em pé, com um braço em arco para o alto, o outro aberto. Elas usam titi branco com faixas marinho e bustiê azul piscina. Dois bailarinos com roupas bufantes azuis e penacho na cabeça estão entre elas com os braços abertos na diagonal. Teatro Sérgio Cardoso, APAA – Associação Paulista dos Amigos da Arte, Associação Fernanda Bianchini e Cia Ballet de Cegos convidam para o espetáculo “DIVERTISSEMENT” uma linda homenagem ao dia das mães, com audiodescrição VER COM PALAVRAS. Data: 14 de maio (domingo). Horário: 17:00 horas. Duração: 75 minutos. Local: Teatro Sérgio Cardoso, Sala Sérgio Cardoso. Endereço: Rua Rui Barbosa, 153, Bela Vista, São Paulo, SP. Censura: livre. Ingressos à venda: ingresso rápido 4003-1212 ou na bilheteria do teatro. Inteira (vinte reais), meia entrada (dez reais). Sobre o espetáculo: A proposta artística da Associação Fernanda Bianchini é a seleção de uma variedade de obras seculares com intuito de entreter por meio da música e da dança. Um balé clássico livre e com excertos dos balés de repertório como, “Don Quixote”, “A Bela Adormecida”, “Paquita”, “Coppélia”, “O Corsário” e “O Quebra Nozes”. Há mais de 21 anos ensinando e inserindo deficientes visuais na prática do balé, entre outras danças, Fernanda Bianchini, especialista em distúrbios do desenvolvimento, se dedica a tornar a vida de seus estudantes mais ativa e participativa, aprimorando seus talentos. Descrição da foto: A fotografia mostra, em primeiro plano, Geiza e Everton, ela com os braços para cima, apoiada nele, na ponta do pé com a outra perna no ar para frente, ligeiramente dobrada. Geiza usa titi prato pink com corpete azul royal bordado de dourado. Everton usa blusa e calça bufantes azul royal com um penacho na cabeça. Atrás deles, quatro bailarinas, duas ajoelhadas com uma perna para trás, os braços esticados para o lado, e duas em pé, com um braço em arco para o alto, o outro aberto. Elas usam titi branco com faixas marinho e bustiê azul piscina. Dois bailarinos com roupas bufantes azuis e penacho na cabeça estão entre elas com os braços abertos na diagonal. POR: VERCOMPALAVRAS

Filho retribui carinho com ajuda a pais deficientes visuais em todas atividades da casa

Professora de Campo Grande sempre sonhou em ser mãe e dedica maior parte do tempo para cuidar de Pedro Miguel. Por TV Morena Pedro Miguel Martins é filho da professora Eva Aparecida Ortiz Barbosa e do auxiliar de radiologia Joselino Aparecido Martins, ambos deficientes visuais. A criança de 10 anos representa mais do que a realização do sonho de ser mãe, ela é literalmente os olhos da casa. “Eu realmente me sinto muito feliz por ter ele, esse contato muito próximo assim, com a questão do visual, desse acesso que eu posso ter, por ter ele por perto”, disse Eva. Como é o único que enxerga bem em casa, Pedro é o responsável por ler as correspondências e as contas que chegam. “Eles têm a dificuldade de saber o valor e olhar a conta, o número que deu”, conta o menino. Nos afazeres domésticos o filho também é o braço direito da mãe. De perto, Eva acompanha tudo, ensina e orienta. Na rua, Pedro guia a mãe, ajuda a escolher os produtos, indica os preços. “Sem o Pedro Miguel teríamos que contar, no caso, com a pessoa do mercado para estar nos auxiliando. A gente chega aqui, solicita uma pessoa, eles disponibilizam um funcionário para estar ajudando nas compras”, afirmou a professora. fonte g1

Mãe de paratleta começa a correr para apoiar seu filho

corrida e segura um troféu com Rogério. Por Equipe Vida Mais Livre Rogério Cabral nasceu com má formação nos braços e tem a sua mãe, dona Maria de Lourdes, 69 anos, como grande apoiadora de todas as suas atividades. Além de Rogério, ela tem mais seis filhos e o acompanha até mesmo em uma das suas paixões, que é a corrida. “Ela ficou muito feliz quando eu comecei no atletismo. E, depois de alguns anos correndo, ela pediu para que eu a inscrevesse em uma competição. Hoje ela é minha companheira nas provas e já corre 10 km, inclusive em competições em outros municípios”, conta o filho, orgulhoso. A rede de apoio às pessoas com deficiência é fundamental não só no ambiente familiar e na vida social, mas também para garantir a sua entrada e permanência no mercado de trabalho. “É comum que os familiares sintam medo. Mas com a minha mãe não foi assim. Ela nunca me tratou como coitadinho. Sempre me disse que eu não poderia me diminuir. Eu fazia tudo o que os meus irmãos faziam”, revela. Além de ser paratleta, Rogério também trabalha como consultor de relacionamento na TIM. Ele destaca que o apoio de sua mãe sempre foi importante para passar pelos desafios que encontrou. “Eu recebi vários apelidos na escola e minha mãe sempre esteve do meu lado para me ajudar a enfrentar isso. Ela que me incentivou a começar a trabalhar e foi fundamental para eu nunca desistir”, revela. Agora, Rogério pretende cursar uma faculdade. fonte vida mais livre

sexta-feira, 12 de maio de 2017

Acessibilidade: programas permitem controlar o PC e o smartphone com os movimentos da cabeça

ENABLE VIACAM é um aplicativo que possibilita controlar o movimento do mouse com a WEB CAM, através de movimentos feitos com a cabeça Conforme a pesquisa divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a internet está presente em mais de 50% das residências brasileiras. Mas a inclusão digital deve ser ampla, principalmente se o internauta precisar contar com recursos de acessibilidade para melhorar a sua experiência durante a navegação na internet. Nessa coluna será apresentado um programa para PC e um aplicativo para dispositivos móveis para o controle do cursor no mouse através dos movimentos da cabeça, confira. No PC É possível utilizar um computador antigo ou com uma configuração básica como ferramenta de acessibilidade. O Enable Viacam é um programa gratuito suportado pelo sistema operacional Windows e distribuições GNU/Linux – para funcionar ele requer apenas uma webcam conectada ao equipamento. Depois de instalado será preciso calibrar a sensibilidade do reconhecimento facial. Através do programa o usuário poderá controlar completamente o cursor do mouse, habilitar o teclado virtual padrão do sistema, posicionar a barra de rolagem da tela, abrir e fechar programas. Para não comprometer a utilização do Enable Viacam é recomendável que o usuário esteja com o rosto completamente iluminado. A sensibilidade dos movimentos pode ser ajustada conforme a necessidade e redefinida sempre que for necessário. O seu instalador está disponível gratuitamente para download nesse link ( aqui). No tablet ou smartphone Existe uma versão do programa destinada a dispositivos móveis da plataforma Android. O aplicativo requer uma câmera frontal e versão 4.1 ou superior do sistema. Após instalado é possível definir algumas configurações relacionadas ao comportamento do toque na tela. Os movimentos com a cabeça são parecidos com os necessários para controlar o cursor na versão para computadores. Mas vale salientar que existem algumas restrições de funcionamento do aplicativo, ele pode apresentar falha ao tentar controlar o Google Earth, Maps, games ou ser executado simultaneamente com outro aplicativo que utilize a câmera do dispositivo. O aplicativo está disponível gratuitamente para download na Google Play. Fonte: G1

Musicografia em Braille atende alunos da Escola Estadual de Música

notas musicais, reproduzidas em instrumentos como piano e violão. O curso, ofertado na Escola Estadual de Música Possidônio Queiroz, possui acompanhamento individualizado. “Estou há três anos na escola. Paralelo ao curso, também faço música no Instituto Federal do Piauí (IFPI). Meu objetivo é ser educadora e ensinar a música para outras pessoas”, diz Beatriz Rodrigues, de 24 anos, enquanto usa uma reglete – instrumento utilizado para escrita em Braille. Além deste instrumento, Beatriz também faz uso da máquina Perkins, uma espécie de máquina de escrever. Depois de conhecer as notas, memorizar e passar para o papel, Beatriz toca no piano e mostra o resultado do aprendizado. “Só há duas escolas em Teresina que têm o ensino da música em Braille, e a Escola de Música é uma delas. Em sala de aula, adotamos uma metodologia específica e sabemos o que o deficiente visual pode fazer. O professor sabe a melhor forma de ensinar e melhor forma de adaptação para o aluno”, diz o professor José Ronaldo Oliveira, responsável por ministrar o curso. Além do aprendizado em sala de aula, o professor diz que o aluno também deve praticar em casa o que aprendeu na escola. Atualmente, três alunos são atendidos pelo curso. A Escola Estadual de Música Possidônio Queiroz foi criada em 1981 e desde então vem revelando grandes talentos e ajudando na formação de muitos músicos piauienses. Mais de 20 cursos são ofertados a cada semestre, atendendo uma média de 1.200 alunos. A sede da escola, na Central de Artesanato Mestre Dezinho, no centro de Teresina, ganhou a maior reforma desde o seu início e novos instrumentos, possibilitando o aumento na oferta de vagas. Crianças, jovens e adultos encontram na escola uma referência no ensino da música no Piauí. Canto, violão, bateria, piano e violino estão entre os cursos ofertados. Além disso, há turmas voltadas para o público da Terceira Idade, que integram um coral da escola. O ingresso pode acontecer a partir dos 6 anos de idade, sendo que alunos da rede pública não pagam nada. A Escola Estadual de Música Possidônio Queiroz é uma das casas mantidas pelo Governo do Estado, através da Secretaria Estadual de Cultura. Fonte: site do Governo do Estado do Piauí.

Galera do Click ensina fotografia para jovens com síndrome de Down

Aluna do projeto Galera do Click utiliza equipamento em aula de fotografia A Galera do Click é um projeto que ensina fotografia para jovens com síndrome de Down. A inspiração para juntar essa galera na arte de conservar um momento em uma imagem veio de um jovem chamado Felipe, de 24 anos. ‘Fê’ é o filho do meio da fotógrafa Sandra Reis e é também o primeiro judoca faixa preta com síndrome de Down de São Paulo. “Felipe foi criado na ‘utopia da inclusão’: escola regular, academia de treino regular, mas quando chegava o final de semana e os amigos iam se divertir, não havia convites para ‘diferentes’ como ele”, conta Sandra. Como ela passava os finais de semana trabalhando, decidiu ensiná-lo a fotografar, para que pudesse acompanhá-la nos eventos. Nesses lugares públicos, pais e mães de outros jovens com Down se surpreendiam com a habilidade demonstrada por Felipe ao manejar a câmera. “Basta ter alguém que os ensine”, explicava Sandra. Foi então que há 4 anos ela teve um “click” e decidiu dar aulas para esse público em seu estúdio. Ao mesmo tempo que “empoderava” jovens com a mesma condição genética de seu filho, ela ampliava a todos a possibilidade de ter um hobbie ou conhecimento a mais que poderia se tornar uma profissão, e amizades para se sentirem, de fato, incluídos. O primeiro trabalho foi um calendário do ano de 2014, com os próprios alunos posando nas fotos. Eram 20 ao todo e mais um bebezinho. Hoje 69 jovens alunos compõem a simpática Galera do Click e já preparam o Calendário 2018. Sandra trabalha de forma voluntária, as famílias que podem colaboram com R$ 25,00 ao mês para despesas com limpeza, manutenção de equipamentos etc. Mas a conta não fechava e, devido ao grande número de alunos, veio a necessidade de estruturar melhor o espaços como banheiros, comprar novos equipamentos, remunerar monitores e dar sustentabilidade ao projeto. “A fim de captar recursos estruturei uma ONG através da qual buscarei eventos empresariais para palestras e, principalmente, para que a Galera do Click possa fotografar profissionalmente e mostrar o bonito trabalho que fazem”. Conheça mais sobre o projeto no Facebook Galera do Click ou no site: www.galeradoclick.org Fonte: Camara Inclusão

quinta-feira, 11 de maio de 2017

Samsung surpreende com teatro para surdos

Inclusão é sempre um tema bonito, que muito se fala e pouco se pratica. A luta da pessoa com deficiência é pela  igualdade de oportunidades no mercado de trabalho, na educação, na saúde e também no lazer, mas sabemos que esta é uma realidade distante em nosso país. Temos 9,7 milhões de surdos no Brasil e, até hoje, há um lugar bem inacessível para eles: o teatro. Ou havia.  Em ação criada pela agência Leo Burnett, a Samsung mostra que a tecnologia pode mudar este cenário, abrindo a possibilidade fantástica destas pessoas poderem ter uma experiência poderosa como essa. Através do Gear VR, um microfone capta a fala dos atores e a transforma em legendas em tempo real. O resultado, claro, é de pura emoção. Fonte: site Updateordie por Monica Gelbecke.

Simpósio Latino-Americano de Reabilitação e Tecnologias Assistivas: 18 de maio, em São Paulo

No dia 18 de maio, das 13h30 às 19h, acontece o Simpósio Latino-Americano de Reabilitação e Tecnologias Assistivas, no auditório 17 do Expo Center Norte, em São Paulo, durante a 24ª Feira e Fórum Hospitalar, que acontece de 16 a 19 de maio. Iniciativa da Rede de Reabilitação Lucy Montoro e da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, o Simpósio conta com o apoio da Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos, Odontológicos, Hospitalares e de Laboratórios (ABIMO). O objetivo é divulgar as iniciativas mais importantes em âmbito internacional para o fortalecimento da reabilitação e das tecnologias assistivas nos sistemas de saúde, focando nas diversas condições de saúde que podem ser beneficiadas pela reabilitação, pesquisa e o desenvolvimento de mercado tecnológico na América Latina. O Simpósio Latino-Americano de Reabilitação e Tecnologias Assistivas terá entre os temas de destaque as iniciativas da Organização Mundial da Saúde e da Organização Panamericana da Saúde: "Reabilitação 2030: um chamado à ação". Também será discutida a “Reabilitação da Síndrome Congênita do Zika e de Guillain-Barré”, “Reabilitação do Câncer”, “A Cooperação Global e a Aliança Latino-Americana pelas Tecnologias Assistivas, Pesquisa, Desenvolvimento e Mercado de Tecnologias Assistivas na América Latina: Argentina, Brasil, Chile e Colômbia”. É um Simpósio direcionado aos profissionais de saúde que atuam na área de reabilitação e a pesquisadores, usuários e representantes do governo e da indústria que tenham interesse no campo das tecnologias assistivas. As inscrições são gratuitas e devem ser realizadas no link que segue: https://regtron.websiteseguro.com/hospitalar/novocongresso2/index.php?ev=HOSPITALAR2017lg Evento: Simpósio Latino-Americano de Reabilitação e Tecnologias Assistivas Local: Auditório 17 do Expo Center Norte localizado na rua José Bernardo Pinto, 333 - Vila Guilherme, São Paulo (SP) Data: 18 de maio de 2017, quinta-feira Realização: Rede de Reabilitação Lucy Montoro e Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo Inscrições: http://bit.ly/2n1C1Ec fonte secretaria dos direitos da pessoa com deficiencia

quarta-feira, 10 de maio de 2017

Curso gratuito de leitores de tela para pessoas com deficiência visual

O JAWS é uma tecnologia assistiva que, como leitor de tela, oferece mais autonomia às pessoas com deficiência visual. A Tecassistiva oferece o primeiro cursos para cegos de Introdução ao JAWS, totalmente online, acessível e gratuito. Voltado a iniciantes, as aulas abordam o uso prático da ferramenta para cegos, tornando informações visuais da tela do computador acessíveis por áudio ou braille. Além de cegos, o curso também pode ser feito por pessoas com baixa visão ou sem nenhum tipo de deficiência visual. Para mais informações sobre as aulas, acesse o site da Tecassistiva Site externo.

Participante do Enem que pedir atendimento especial terá que enviar laudo médico

Mariana Tokarnia - Repórter da Agência Brasil Os candidatos ao Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) que solicitarem algum atendimento especializado ou específico, além da isenção da taxa do exame, deverão estar atentos aos documentos comprobatórios. Este ano, serão exigidos laudos médicos, além de outras informações, como o Número de Identificação Social (NIS), que comprove que o participante integra o Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico). Na seção Recursos, o candidato informa se necessita de atendimento especializado ou específico para fazer a prova. O atendimento especializado é concedido àqueles que comprovarem, por informação do código de Classificação Internacional de Doenças (CID) e inserção de laudo médico, condições de autismo, baixa visão, cegueira, deficiência física, deficiência intelectual/mental, déficit de atenção, discalculia, dislexia, surdez, deficiência auditiva, surdocegueira e visão monocular. Já o Atendimento Específico é garantido a gestantes, lactantes, idosos, estudantes em classe hospitalar e, a partir de 2017, a outras condições específicas, para as quais deverá ser informado o CID. Entram nessa nova categoria algumas doenças que demandam algum tipo de atendimento específico. Um exemplo são os participantes diabéticos que usem bomba de insulina. Para se beneficiar das opções de classe hospitalar, o participante deve anexar uma autorização do hospital para aplicação da prova em suas dependências. Aqueles que solicitarem atendimento por outra situação específica deverão informar o CID. Os laudos devem estar em formato .pdf, .png e .jpg. Atualmente, o Inep disponibiliza guia-intérprete, tradutor-intérprete de libras, leitura labial, prova ampliada, prova em braile, prova super ampliada, auxílio para leitura, auxílio para transcrição, entre outros mecanismos para promover a acessibilidade. Nesta edição, um novo recurso vai auxiliar participantes com surdez e deficiência auditiva: a prova em vídeo libras, oferecida em caráter experimental. Participantes com surdez e deficiência auditiva poderão selecionar apenas um tipo de recurso. Isenções Pelas regras do edital, estão isentos da taxa de R$ 82 os estudantes de escolas públicas que concluirão o ensino médio este ano, os participantes de baixa renda que integram o CadÚnico e os que se enquadram na Lei 12.799/2013 que, entre outros critérios, isenta de pagamento aqueles com renda igual ou inferior a um salário mínimo e meio, ou seja, R$ 1.405,50. Para comprovar que integram o CadÚnico, os participantes deverão inserir o NIS. O sistema de inscrição também cruzará bases de dados da Receita Federal, do Censo Escolar e do Ministério do Desenvolvimento Social para comprovar se o participante tem direito ou não à isenção. Caso tente burlar o sistema, o candidato pode ser eliminado do exame em qualquer etapa. O participante isento da taxa no Enem 2016 e que não compareceu à prova só terá direito à isenção no Enem 2017 se justificar o motivo da ausência no sistema de inscrição. Enem As inscrições para o Enem começam hoje (8) e vão até as 23h59 do dia 19 de maio, na Página do Participante. A taxa do exame este ano é R$ 82. As provas serão aplicadas em dois domingo consecutivos, nos dias 5 e 12 de novembro. O resultado das provas poderá ser usado em processos seletivos para vagas no ensino público superior, pelo Sistema de Seleção Unificada (Sisu), para bolsas de estudo em instituições privadas, pelo Programa Universidade para Todos (ProUni) e para obter financiamento pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies). Caso haja algum problema na hora de inscrição, os candidatos podem acionar o Inep pelo telefone 0800 616161. O atendimento é das 8h às 20h, no horário de Brasília. Edição: Graça Adjuto  fonte  agencia  brasil

Robô cão-guia promete mais liberdade e segurança aos cegos

Os cães-guias promovem mais autonomia e qualidade de vida para pessoas com deficiência visual. Pensando nisso, uma uma equipe de pesquisadores no Espírito Santo está desenvolvendo um robô cão-guia. Batizado de Lysa, o robô está em fase final de desenvolvimento e a intenção é aperfeiçoá-lo para que, em breve, o produto esteja no mercado, produzido pela startup Vixsystem. Comandada pela idealizadora do projeto, Neide Sellin, a equipe conta com oito pesquisadores envolvidos na criação do cão-guia robô, todos bolsistas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). O robô cão guia estará com exclusividade na 15ª edição da REATECH | Feira Internacional de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade, de 01 a 04 de junho de 2017, no São Paulo Expo, em São Paulo, reconhecido como o principal evento da América Latina para o setor. Em todo o Brasil há cerca de 6,5 milhões de pessoas com deficiência visual severa e já existe uma lista de espera de 150 nomes interessados em utilizar o produto, segundo Neide. “Os cães-guias convencionais exigem despesas para tratamento e criação, além do custo elevado para adestramento, não sendo, portanto acessíveis a muita gente. Calcula-se que hoje no Brasil existam menos de 100 cães-guias”, destaca Neide Sellin. Ela lembra que devido à insegurança para circular sozinhos, muitos cegos permanecem reclusos em suas residências, deixando de estudar ou trabalhar, o que significa muitas vezes dificuldades financeiras para ele e sua família. “Em muitos casos eles ficam dependentes de outra pessoa, que também tem sua rotina impactada. Além dos 6,5 milhões de pessoas com deficiência, há as pessoas que se ocupam deles”, comenta Neide. A aposentada Joelva Gomes, que perdeu a visão na adolescência devido à degeneração macular, é consultora para o desenvolvimento de Lysa. Para ela, a maior dificuldade de cegos é escapar de obstáculos que ficam em altura a partir da cintura, como galhos de árvores. “A gente não consegue perceber esses obstáculos com a bengala, dificilmente você encontra alguma pessoa com deficiência visual que não tenha uma cicatriz da cintura pra cima. O robô vai nos dar maior independência e segurança ao nos alertar de coisas que a bengala não percebe, nos possibilitando ir trabalhar, estudar ou se divertir e voltar para casa de forma segura”, diz ela, que é formada em Direito e tem pós-graduação em Docência do Ensino Superior. A irmã de Joelva, Sandra Pagotto, também cega, acompanha a criação do produto. “O robô vai beneficiar principalmente as novas gerações de pessoas com deficiência visual, mas mesmo as pessoas de gerações menos habituadas com tecnologia aprendem a utilizá-lo de maneira rápida e fácil”, garante. Como é o robô Lysa Com bateria recarregável, o robô Lysa tem funções semelhantes às de um cão-guia convencional. É dotado de dois motores e cinco sensores que avisam às pessoas com deficiência visual, por meio de mensagens de voz gravadas, quando há no percurso buracos, obstáculos e riscos de colisões em altura. A intenção é que chegue ao mercado com cerca de 3,5 quilos. O robô começou a ser pesquisado por Neide Sellin em 2011. “Melhorar a vida das pessoas a partir do desenvolvimento de tecnologias era um sonho antigo, que foi ganhando cada vez mais espaço na minha vida. O projeto deu origem a startup e hoje estamos todos determinados a finalizar o produto e disponibiliza-lo o mais rápido possível ao mercado”. O custo para aquisição é de R$ 6.950,00. Para mais informações sobre o projeto, acesse o site do robô cão guia Site externo. Fonte: Assessoria via vida mais livre Os cães-guias promovem mais autonomia e qualidade de vida para pessoas com deficiência visual. Pensando nisso, uma uma equipe de pesquisadores no Espírito Santo está desenvolvendo um robô cão-guia. Batizado de Lysa, o robô está em fase final de desenvolvimento e a intenção é aperfeiçoá-lo para que, em breve, o produto esteja no mercado, produzido pela startup Vixsystem. Comandada pela idealizadora do projeto, Neide Sellin, a equipe conta com oito pesquisadores envolvidos na criação do cão-guia robô, todos bolsistas do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). O robô cão guia estará com exclusividade na 15ª edição da REATECH | Feira Internacional de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade, de 01 a 04 de junho de 2017, no São Paulo Expo, em São Paulo, reconhecido como o principal evento da América Latina para o setor. Em todo o Brasil há cerca de 6,5 milhões de pessoas com deficiência visual severa e já existe uma lista de espera de 150 nomes interessados em utilizar o produto, segundo Neide. “Os cães-guias convencionais exigem despesas para tratamento e criação, além do custo elevado para adestramento, não sendo, portanto acessíveis a muita gente. Calcula-se que hoje no Brasil existam menos de 100 cães-guias”, destaca Neide Sellin. Ela lembra que devido à insegurança para circular sozinhos, muitos cegos permanecem reclusos em suas residências, deixando de estudar ou trabalhar, o que significa muitas vezes dificuldades financeiras para ele e sua família. “Em muitos casos eles ficam dependentes de outra pessoa, que também tem sua rotina impactada. Além dos 6,5 milhões de pessoas com deficiência, há as pessoas que se ocupam deles”, comenta Neide. A aposentada Joelva Gomes, que perdeu a visão na adolescência devido à degeneração macular, é consultora para o desenvolvimento de Lysa. Para ela, a maior dificuldade de cegos é escapar de obstáculos que ficam em altura a partir da cintura, como galhos de árvores. “A gente não consegue perceber esses obstáculos com a bengala, dificilmente você encontra alguma pessoa com deficiência visual que não tenha uma cicatriz da cintura pra cima. O robô vai nos dar maior independência e segurança ao nos alertar de coisas que a bengala não percebe, nos possibilitando ir trabalhar, estudar ou se divertir e voltar para casa de forma segura”, diz ela, que é formada em Direito e tem pós-graduação em Docência do Ensino Superior. A irmã de Joelva, Sandra Pagotto, também cega, acompanha a criação do produto. “O robô vai beneficiar principalmente as novas gerações de pessoas com deficiência visual, mas mesmo as pessoas de gerações menos habituadas com tecnologia aprendem a utilizá-lo de maneira rápida e fácil”, garante. Como é o robô Lysa Com bateria recarregável, o robô Lysa tem funções semelhantes às de um cão-guia convencional. É dotado de dois motores e cinco sensores que avisam às pessoas com deficiência visual, por meio de mensagens de voz gravadas, quando há no percurso buracos, obstáculos e riscos de colisões em altura. A intenção é que chegue ao mercado com cerca de 3,5 quilos. O robô começou a ser pesquisado por Neide Sellin em 2011. “Melhorar a vida das pessoas a partir do desenvolvimento de tecnologias era um sonho antigo, que foi ganhando cada vez mais espaço na minha vida. O projeto deu origem a startup e hoje estamos todos determinados a finalizar o produto e disponibiliza-lo o mais rápido possível ao mercado”. O custo para aquisição é de R$ 6.950,00. Para mais informações sobre o projeto, acesse o site do robô cão guia Site externo. Fonte: Assessoria via vida mais livre

terça-feira, 9 de maio de 2017

Câmara aprova projeto de lei que inclui autismo em placas de atendimento prioritário em Rio Branco

A Câmara de Vereadores aprovou o projeto de lei que prevê a inclusão do símbolo referente ao autismo nas placas de atendimento prioritário dos estabelecimentos e serviços de Rio Branco. A votação ocorreu na última quarta-feira (26) e a matéria foi aprovada por unanimidade na Casa. O vereador Emerson Jarude (PSL-AC), autor do projeto, afirma que apresentou a medida no início do mês passado. Ele ressalta que os autistas já possuem o direito ao atendimento nos estabelecimentos e a inserção visa conscientizar as pessoas sobre o direito. O texto aguarda pela sanção do prefeito Marcus Alexandre. “O que pleiteamos é somente a inserção do símbolo, porque muitas vezes nos bancos ou supermercados os atendentes não sabem. É uma forma de conscientizar a população sobre a necessidade. Isso facilita e dá agilidade para que sejam logo atendidos”, explica. Fonte: site G1 AC, Rio Branco. Por Caio Fulgêncio com foto: divulgação/Ascom Câmara.

Centro de atendimento a pessoas com deficiência tem palestra e atendimentos em Campos, no RJ

Programação terá esclarecimento de dúvidas, sessões de massoterapia e palestra sobre nutrição no Centro Dia, na Rua Victor Rocha, no Parque Burle. Por G1, Campos dos Goytacazes OCentro Dia de Referência de atendimento a pessoas com deficiência tem programação com palestras e sessões de massoterapia e acupuntura nesta semana no I Encontro da Família, em Campos dos Goytacazes, no Norte Fluminense. Nesta terça-feira (9), haverá apresentações de música e orientações de saúde. A programação vai até sexta (12). O Centro funciona na Rua Victor Rocha, nº 100, no bairro Parque Burle. O objetivo da programação é homenagear especialmente as mães das pessoas com necessidades especiais. O Centro Dia de Referência é uma casa especializada no atendimento de pessoas com deficiência, que necessitem de cuidados apenas durante o dia, por estarem em situação de risco social. Programação Terça-feira (9) De 9h a 12h e de 14h a 17h Esclarecimento de dúvidas da comunidade, com a participação das Coordenadorias da Secretaria Municipal de Assistência Social; Esclarecimentos sobre o Programa do Bolsa Família; Apresentações de música com tambores e dança; Palestra sobre a saúde da mulher; Aferição de pressão arterial Quarta-feira (10) 9h e 14h Sessões de massoterapia com Selma Amorim; Quinta-feira (11) 9h Palestras sobre “A importância do preventivo”, com ginecologistas 14h Palestra com a nutricionista Bianca Pinheiro sobre “Alimentação saudável, avaliação nutricional” Sexta-feira (12) 14h Sessões de acupuntura com Patrícia Meireles fonte g1

Cegos organizam marcha contra corte de convênio pela Prefeitura de Porto Alegre

a população com deficiência visual está em risco, diz entidade. (Foto: Ramiro Furquim/Sul21) Convênio que estabelece os serviços de orientação e mobilidade, atendimento psicológico, ensino do braille e aulas de informática para a população com deficiência visual está em risco, diz entidade. (Foto: Ramiro Furquim/Sul21) fim do grupo Da Redação A Associação de Cegos do Rio Grande do Sul (Acergs) promoverá terça-feira (9) um protesto para chamar a atenção da população para o corte de verbas de convênio com a Prefeitura da capital que vai prejudicar o atendimento de mais de 800 pessoas com deficiência visual, entre cegos e com baixa visão, além de familiares, em Porto Alegre. A Marcha das Bengalas conta com o apoio de entidades que atuam com pessoas com deficiência como a União de Cegos do RS, a Federação Riograndense de Entidades de Cegos e para Cegos do RS, a Associação de Cegos Louis Braille, os Conselhos Estadual e Municipal das Pessoas com Deficiência, entre outros. A Marcha das Bengalas terá concentração às 14h em frente à sede da Acergs (Vigário José Inácio, 433) e seguirá pelas ruas do centro até o Paço Muncipal onde o grupo pretende ser atendido pelos gestores da prefeitura. O convênio com a Prefeitura Municipal de Porto Alegre, de janeiro de 2016, no valor de R$ 26.249,31 repassados a cada trimestre, foi firmado através da extinta Secretaria Municipal de Acessibilidade e Inclusão, absorvida pela secretaria de Desenvolvimento Social. Entretanto, o convênio que estabelece os serviços de orientação e mobilidade, atendimento psicológico, ensino do braille e aulas de informática para a população com deficiência visual está em risco. O presidente da Acergs, Gilberto Kemer, explica o motivo do protesto. “Recebemos a informação de que não teremos mais a garantia da verba e isto compromete a continuidade do trabalho de reabilitação e habilitação de pessoas cegas e com baixa visão em função da ausência do repasse para o pagamento dos profissionais pela Prefeitura. Por isto estamos nos mobilizando e contamos com o apoio da população”. A Acergs tem 50 anos de existência e é a entidade pioneira na prestação do serviço na cidade de Porto Alegre. Trata-se de uma atividade de suma importância ao desenvolvimento do indivíduo com deficiência visual e fundamental às pessoas envolvidas neste momento de dor, superação e aprendizagem. Atua no acolhimento, reabilitação, qualificação profissional, empregabilidade, paradesporto e cultura. Atualmente atende cerca de 800 pessoas com deficiência visual por mês. O diretor financeiro da entidade, Airto Viana Chaves, reforça a preocupação da diretoria. “São muitos anos de trabalho e luta por melhores condições de vida e autonomia para as pessoas cegas. Não é possível aceitar qualquer retrocesso que afete o protagonismo e desenvolvimento das pessoas com deficiência visual. Somos cientes de que nosso pleito é justo no sentido de que a Prefeitura de Porto Alegre dê continuidade ao convênio firmado”, destacou. A Acergs está utilizando as redes sociais para convocar a população da capital a se somar à Marcha das Bengalas e já recebeu a confirmação da presença de representantes das principais instituições que atuam com pessoas com deficiência. fonte Sul21

segunda-feira, 8 de maio de 2017

SMPED apoia Maio Amarelo com ações de travessia para auxiliar pessoas com deficiência no trânsito

Ações educativas serão realizadas ao longo do mês Durante todo o mês, a cidade de São Paulo promove a Campanha Maio Amarelo, movimento para alertar, tanto o poder público quanto a sociedade civil, sobre o comportamento agressivo no trânsito. Esse movimento acontece em várias partes do mundo, com o objetivo de incentivar a discussão de medidas efetivas para a redução de mortos e feridos no trânsito. Em maio de 2011, a Organização das Nações Unidas (ONU) definiu o período de 2011 a 2020 como a “Década de Ações para a Segurança no Trânsito” e o movimento Maio Amarelo vem ao encontro desse marco, adotando a cor que no conjunto semafórico significa atenção. A Prefeitura de São Paulo, através da Secretaria Municipal de Mobilidade e Transportes em parceria com a Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência apoia o movimento e convida cada cidadão - morador ou visitante, pedestre, condutor ou passageiro - a refletir sobre a importância da conduta adequada e a participar das “Ações Educativas de Travessia - Acessibilidade e Inclusão da Pessoa com Deficiência”. Entre as ações educativas, os pedestres terão a oportunidade de participar da experiência sobre como é andar nas ruas para quem tem deficiência. Os pedestres poderão vivenciar atravessar as ruas com cadeira de rodas ou com os olhos vendados. O propósito é sensibilizar a população para uma melhor compreensão do deslocamento das pessoas com deficiência e trazer, de forma lúdica e interativa, a construção de novos padrões de comportamento no trânsito. Confira a programação completa: http://maioamarelo.prefeitura.sp.gov.br/ fonte s m p e d