Foto: Crédito: David Collaço/Divulgação
Termina nesta terça-feira, 28, a fase de testes do carrinho acessível da Skol para supermercado que vai guiar pessoas com deficiência visual a fazerem
as compras. O carrinho acessível é um experimento que está sendo testado no Forte Atacadista do Kobrasol, em São José, na Grande Florianópolis. Em desenvolvimento
há pelo menos um ano e meio, o projeto é realizado em parceria com os deficientes visuais ligados a Acic (Associação Catarinense de Integração ao Cego),
além da D2G Tecnologia, de Porto Alegre (RS), espera evoluir a ferramenta e após a ação ter melhorias com as contribuições voluntárias.
O mercado dos testes foi todo mapeado previamente pela empresa de tecnologia e conta com vários QR Codes no teto, que se conectam com o carrinho por meio
de Wi-Fi quando ele dá a partida. Diego Trindade e Grégory Gusberti, diretores da D2G, explicam que o robô tem uma plataforma própria e que pode se adaptar
às necessidades dos usuários à medida que os testes forem acontecendo. O carrinho também conta com sensores que ajudam o usuário a interpretar obstáculos
dinâmicos, como gôndolas extras, lixeiras ou pessoas.
Por meio de uma barra sensível ao toque, o deficiente visual posiciona as mãos autorizando o carrinho a andar, e, com um fone de ouvido e microfone, segue
as instruções da inteligência artificial. Até o momento, 19 produtos foram cadastrados. Ao chegar na gôndola solicitada, há uma escrita em braile que facilita
a confirmação do deficiente visual. Ao fim das compras, o carrinho se dirige automaticamente para o caixa preferencial de acessibilidade. Gregory Krohling,
31, foi uma das pessoas com deficiência visual que testou o projeto. “Essa ação é muito importante, pois torna possível a experiência da gente fazer uma
compra sozinho. Me trouxe uma segurança muito grande de andar com o carrinho pelo mercado”, afirma.
Trindade explica que sem o suporte da Cervejaria Ambev, projetos como esses dificilmente sairiam de uma sala de universidade ou ganhariam a proporção que
podem alcançar. Além disso, a partir deste carrinho acessível inúmeras outras ferramentas que auxiliam o cego poderão surgir. “Para a gente, uma coisa
só é muito boa quando pode ser aproveitada por todos, e, para fazer compra não seria diferente. Mais uma vez, a SKOL está abrindo a roda da inclusão trazendo
uma discussão importante para o jogo como a marca inovadora e democrática que é, se propondo a entender quais são as dificuldades e tentando melhorar essa
experiência”, coloca Giuliana Tosi, gerente de marca da SKOL no Sul do Brasil.
fonte Carrinho de compras especial para deficientes visuais foi testado por uma semana em São José
Foto: Crédito: David Collaço/Divulgação
Termina nesta terça-feira, 28, a fase de testes do carrinho acessível da Skol para supermercado que vai guiar pessoas com deficiência visual a fazerem
as compras. O carrinho acessível é um experimento que está sendo testado no Forte Atacadista do Kobrasol, em São José, na Grande Florianópolis. Em desenvolvimento
há pelo menos um ano e meio, o projeto é realizado em parceria com os deficientes visuais ligados a Acic (Associação Catarinense de Integração ao Cego),
além da D2G Tecnologia, de Porto Alegre (RS), espera evoluir a ferramenta e após a ação ter melhorias com as contribuições voluntárias.
O mercado dos testes foi todo mapeado previamente pela empresa de tecnologia e conta com vários QR Codes no teto, que se conectam com o carrinho por meio
de Wi-Fi quando ele dá a partida. Diego Trindade e Grégory Gusberti, diretores da D2G, explicam que o robô tem uma plataforma própria e que pode se adaptar
às necessidades dos usuários à medida que os testes forem acontecendo. O carrinho também conta com sensores que ajudam o usuário a interpretar obstáculos
dinâmicos, como gôndolas extras, lixeiras ou pessoas.
Por meio de uma barra sensível ao toque, o deficiente visual posiciona as mãos autorizando o carrinho a andar, e, com um fone de ouvido e microfone, segue
as instruções da inteligência artificial. Até o momento, 19 produtos foram cadastrados. Ao chegar na gôndola solicitada, há uma escrita em braile que facilita
a confirmação do deficiente visual. Ao fim das compras, o carrinho se dirige automaticamente para o caixa preferencial de acessibilidade. Gregory Krohling,
31, foi uma das pessoas com deficiência visual que testou o projeto. “Essa ação é muito importante, pois torna possível a experiência da gente fazer uma
compra sozinho. Me trouxe uma segurança muito grande de andar com o carrinho pelo mercado”, afirma.
Trindade explica que sem o suporte da Cervejaria Ambev, projetos como esses dificilmente sairiam de uma sala de universidade ou ganhariam a proporção que
podem alcançar. Além disso, a partir deste carrinho acessível inúmeras outras ferramentas que auxiliam o cego poderão surgir. “Para a gente, uma coisa
só é muito boa quando pode ser aproveitada por todos, e, para fazer compra não seria diferente. Mais uma vez, a SKOL está abrindo a roda da inclusão trazendo
uma discussão importante para o jogo como a marca inovadora e democrática que é, se propondo a entender quais são as dificuldades e tentando melhorar essa
experiência”, coloca Giuliana Tosi, gerente de marca da SKOL no Sul do Brasil.
quinta-feira, 30 de maio de 2019
Despesas com próteses, órteses e tecnologias assistivas poderão ser deduzidas do IR
Em uma oficina Mara observa um técnico manusear uma prótese de perna.
As despesas com próteses, órteses e tecnologias assistivas específicas para pessoas com deficiência poderão ser deduzidas da base de cálculo do Imposto
de Renda da Pessoa Física (IRPF). É o que determina um projeto (
PL 1.254/2019)
aprovado nesta quinta-feira (23) na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH). Da senadora Mara Gabrilli (PSDB-SP), o projeto também
prevê a exigência da comprovação da despesa com receituário médico e nota fiscal em nome do beneficiário.
O projeto será analisado pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) em decisão terminativa.
Mara Gabrilli lembra que a Constituição determina que os impostos, sempre que possível, tenham caráter pessoal e sejam graduados segundo a capacidade econômica
do contribuinte. Segundo ela, a legislação do Imposto de Renda estabelece critérios de distinção entre contribuintes, buscando aproximar-se tanto quanto
possível, em um universo composto de milhões de indivíduos, da realidade de cada um.
A parlamentar argumenta que a legislação dos impostos (
Lei 9.250 de 1995)
está desatualizada no que tange à possibilidade de dedução de despesas com próteses e tecnologias assistivas voltadas para pessoas com deficiência.
Hoje, o texto cita apenas “aparelhos ortopédicos e próteses ortopédicas”, sem citar expressamente os recursos das tecnologias assistivas. Para a senadora,
as tecnologias assistivas podem ser definidas como “o arsenal de recursos e serviços que contribuem para proporcionar ou ampliar habilidades funcionais
de pessoas com deficiência e consequentemente promover vida independente e inclusão”.
Mara Gabrilli, que é tetraplégica, reconhece que alguns decretos já buscam facilitar a aquisição de equipamentos para pessoas com deficiência. Ela argumenta,
porém, que seu projeto pode “dar força e eficácia concreta a esse aparato normativo”.
— O projeto é uma medida simples e de reduzido impacto orçamentário, mas que pode permitir à pessoa com deficiência um passo importante na direção da cidadania.
Para o relator da matéria, senador Lasier Martins (Pode-RS), que é favorável ao texto, a inclusão das tecnologias assistivas é um requisito de lógica e
coerência por acompanhar a evolução constante dos aparelhos de alta tecnologia e que permitem que as pessoas com deficiência superem muitas barreiras.
“Não é difícil cogitar que uma pessoa com deficiência consiga na Justiça amparo à pretensão de deduzir de seu Imposto de Renda as despesas com ajudas técnicas,
por isonomia. Por economia processual, por reconhecer a razoabilidade incontestável da proposta e em prol da justiça tributária, não há como não dar seguimento
à proposição”, argumentou.
Fonte:
Agência Senado
As despesas com próteses, órteses e tecnologias assistivas específicas para pessoas com deficiência poderão ser deduzidas da base de cálculo do Imposto
de Renda da Pessoa Física (IRPF). É o que determina um projeto (
PL 1.254/2019)
aprovado nesta quinta-feira (23) na Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH). Da senadora Mara Gabrilli (PSDB-SP), o projeto também
prevê a exigência da comprovação da despesa com receituário médico e nota fiscal em nome do beneficiário.
O projeto será analisado pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) em decisão terminativa.
Mara Gabrilli lembra que a Constituição determina que os impostos, sempre que possível, tenham caráter pessoal e sejam graduados segundo a capacidade econômica
do contribuinte. Segundo ela, a legislação do Imposto de Renda estabelece critérios de distinção entre contribuintes, buscando aproximar-se tanto quanto
possível, em um universo composto de milhões de indivíduos, da realidade de cada um.
A parlamentar argumenta que a legislação dos impostos (
Lei 9.250 de 1995)
está desatualizada no que tange à possibilidade de dedução de despesas com próteses e tecnologias assistivas voltadas para pessoas com deficiência.
Hoje, o texto cita apenas “aparelhos ortopédicos e próteses ortopédicas”, sem citar expressamente os recursos das tecnologias assistivas. Para a senadora,
as tecnologias assistivas podem ser definidas como “o arsenal de recursos e serviços que contribuem para proporcionar ou ampliar habilidades funcionais
de pessoas com deficiência e consequentemente promover vida independente e inclusão”.
Mara Gabrilli, que é tetraplégica, reconhece que alguns decretos já buscam facilitar a aquisição de equipamentos para pessoas com deficiência. Ela argumenta,
porém, que seu projeto pode “dar força e eficácia concreta a esse aparato normativo”.
— O projeto é uma medida simples e de reduzido impacto orçamentário, mas que pode permitir à pessoa com deficiência um passo importante na direção da cidadania.
Para o relator da matéria, senador Lasier Martins (Pode-RS), que é favorável ao texto, a inclusão das tecnologias assistivas é um requisito de lógica e
coerência por acompanhar a evolução constante dos aparelhos de alta tecnologia e que permitem que as pessoas com deficiência superem muitas barreiras.
“Não é difícil cogitar que uma pessoa com deficiência consiga na Justiça amparo à pretensão de deduzir de seu Imposto de Renda as despesas com ajudas técnicas,
por isonomia. Por economia processual, por reconhecer a razoabilidade incontestável da proposta e em prol da justiça tributária, não há como não dar seguimento
à proposição”, argumentou.
Fonte:
Agência Senado
segunda-feira, 27 de maio de 2019
Objetivos de Desenvolvimento Sustentável são tema de exposição no Memorial da América Latina
Imagem: Secretária Célia Leão ao lado de autoridades e artistas na inauguração da exposição
Na manhã desta quarta-feira, 22 de maio, o Memorial da América Latina inaugurou a exposição “17 ODS para um Mundo Melhor”, que fica no espaço até 21 de
junho. Com entrada gratuita, a mostra tem o objetivo de gerar interesse e reflexão na população em prol de um mundo mais sustentável, levando em conta
os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável estabelecidos pela ONU.
A Secretária de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, Célia Leão, esteve presente no lançamento da exposição e salientou, “essa exposição
vem para mostrar uma realidade do mundo que deve ser visto, os muros não podem existir, esse é um mundo melhor, esse é o mundo que queremos”.
A exposição traz 17 Globos Terrestres, com 1,80 metros de altura, utilizados como uma tela por artistas renomados das mais diversas vertentes. O público
poderá interagir com a arte, além de refletir sobre questões sociais, ambientais e econômicas.
Catherine Duvignau, organizadora da mostra, acredita que “por meio de uma exposição artística vamos levar a população a conhecer melhor os 17 ODS, essas
metas tão importantes estipuladas pela ONU”.
Artistas como Mundano, Beatriz de Carvalho, Fabiano Al Makul, Priscila Barbosa, MARAMGONÍ , Fernanda Eva, Pomb, os arquitetos Marcelo Stefanovicz e Consuelo
Cornelsen, Giovanna Nucci, Binho Ribeiro e o coletivo SHN estão entre os que assinam as criações.
OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
Imagem: peças expostas na Praça da Sombra, no Memorial da América Latina - ao fundo, prédio da Secretaria
Em 2015, líderes mundiais dos Estados-membros da ONU reconheceram que a erradicação da pobreza em todas as suas formas e dimensões, incluindo a pobreza
extrema, é o maior desafio global, além de ser requisito indispensável para o desenvolvimento sustentável e, a partir daí lançaram um plano de ação: a
Agenda 2030, que contém um conjunto de 17 objetivos, entre eles, Educação de Qualidade, Redução das Desigualdades, Fome Zero e Agricultura Sustentável,
Vida na Água e Igualdade de Gênero.
A Agenda 2030 compreende que a cultura possui um papel fundamental para promover essas mudanças sociais para construção de um futuro melhor para as pessoas
e para o planeta.
Na manhã desta quarta-feira, 22 de maio, o Memorial da América Latina inaugurou a exposição “17 ODS para um Mundo Melhor”, que fica no espaço até 21 de
junho. Com entrada gratuita, a mostra tem o objetivo de gerar interesse e reflexão na população em prol de um mundo mais sustentável, levando em conta
os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável estabelecidos pela ONU.
A Secretária de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, Célia Leão, esteve presente no lançamento da exposição e salientou, “essa exposição
vem para mostrar uma realidade do mundo que deve ser visto, os muros não podem existir, esse é um mundo melhor, esse é o mundo que queremos”.
A exposição traz 17 Globos Terrestres, com 1,80 metros de altura, utilizados como uma tela por artistas renomados das mais diversas vertentes. O público
poderá interagir com a arte, além de refletir sobre questões sociais, ambientais e econômicas.
Catherine Duvignau, organizadora da mostra, acredita que “por meio de uma exposição artística vamos levar a população a conhecer melhor os 17 ODS, essas
metas tão importantes estipuladas pela ONU”.
Artistas como Mundano, Beatriz de Carvalho, Fabiano Al Makul, Priscila Barbosa, MARAMGONÍ , Fernanda Eva, Pomb, os arquitetos Marcelo Stefanovicz e Consuelo
Cornelsen, Giovanna Nucci, Binho Ribeiro e o coletivo SHN estão entre os que assinam as criações.
OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
Imagem: peças expostas na Praça da Sombra, no Memorial da América Latina - ao fundo, prédio da Secretaria
Em 2015, líderes mundiais dos Estados-membros da ONU reconheceram que a erradicação da pobreza em todas as suas formas e dimensões, incluindo a pobreza
extrema, é o maior desafio global, além de ser requisito indispensável para o desenvolvimento sustentável e, a partir daí lançaram um plano de ação: a
Agenda 2030, que contém um conjunto de 17 objetivos, entre eles, Educação de Qualidade, Redução das Desigualdades, Fome Zero e Agricultura Sustentável,
Vida na Água e Igualdade de Gênero.
A Agenda 2030 compreende que a cultura possui um papel fundamental para promover essas mudanças sociais para construção de um futuro melhor para as pessoas
e para o planeta.
Parceria permite que jovens com deficiência intelectual trabalhem no TRT da 2ª Região
Tribunal Regional do Trabalho e a APAE de São Paulo promovem inclusão profissional de seis jovens com deficiência intelectual
Os seis jovens com deficiência intelectual que ingressaram em fevereiro no Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, em São Paulo, já estão ocupando
cargos em unidades administrativas do órgão. A contratação foi fruto de uma parceria com o Serviço de Inclusão Profissional da APAE de São Paulo, que insere
jovens com deficiência intelectual no mercado de trabalho por meio da Metodologia do Emprego Apoiado. Somente em 2018, a Organização incluiu 417 pessoas
em cerca de 50 empresas.
A parceria teve início em 4 de fevereiro e os seis jovens formam a primeira turma contratada. O contrato de trabalho tem duração de um ano, podendo ser
prorrogado pelo mesmo período. Para Flavio Gonzalez, supervisor do Serviço de Inclusão Profissional da APAE, a ação do TRT da 2ª Região é um exemplo a
ser seguido. “Temos parcerias com diversas empresas para promover a inclusão das pessoas com deficiência intelectual, mas é importante que os órgãos públicos
também participem desse projeto e auxiliem na criação de oportunidades a essas pessoas”, diz. “As pessoas com deficiência intelectual podem desempenhar
qualquer tipo de atividade, precisando apenas ter o perfil correto para a vaga e receber os apoios necessários para seu desenvolvimento”, completa.
Ao longo do primeiro ano de contrato, a APAE acompanhará semanalmente os jovens para treiná-los em diversas funções. Além disso, a Organização deve orientar
os profissionais do Tribunal para que saibam lidar com diferentes tipos de deficiência.
Fonte: Grupo CDI
Os seis jovens com deficiência intelectual que ingressaram em fevereiro no Tribunal Regional do Trabalho da 2ª Região, em São Paulo, já estão ocupando
cargos em unidades administrativas do órgão. A contratação foi fruto de uma parceria com o Serviço de Inclusão Profissional da APAE de São Paulo, que insere
jovens com deficiência intelectual no mercado de trabalho por meio da Metodologia do Emprego Apoiado. Somente em 2018, a Organização incluiu 417 pessoas
em cerca de 50 empresas.
A parceria teve início em 4 de fevereiro e os seis jovens formam a primeira turma contratada. O contrato de trabalho tem duração de um ano, podendo ser
prorrogado pelo mesmo período. Para Flavio Gonzalez, supervisor do Serviço de Inclusão Profissional da APAE, a ação do TRT da 2ª Região é um exemplo a
ser seguido. “Temos parcerias com diversas empresas para promover a inclusão das pessoas com deficiência intelectual, mas é importante que os órgãos públicos
também participem desse projeto e auxiliem na criação de oportunidades a essas pessoas”, diz. “As pessoas com deficiência intelectual podem desempenhar
qualquer tipo de atividade, precisando apenas ter o perfil correto para a vaga e receber os apoios necessários para seu desenvolvimento”, completa.
Ao longo do primeiro ano de contrato, a APAE acompanhará semanalmente os jovens para treiná-los em diversas funções. Além disso, a Organização deve orientar
os profissionais do Tribunal para que saibam lidar com diferentes tipos de deficiência.
Fonte: Grupo CDI
Cientista brasileiro faz dois paraplégicos caminharem
Pesquisa de Miguel Nicolelis foi publicada na revista ‘Scientific Reports’; ao longo de diversas sessões, pacientes deram mais de 4.500 passos
O neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis publicou na última sexta-feira na revista “Scientific Reports” uma pesquisa liderada por ele e que levou dois
paraplégicos a caminharem. A partir de várias abordagens combinadas, em especial o desenvolvimento de um novo dispositivo de estimulação muscular e de
uma interface cérebro-máquina , dois pacientes com paraplegia crônica “foram capazes de caminhar com segurança apoiados em 70% do peso do próprio corpo,
acumulando ao todo 4.580 passos”, como explicam os cientistas no estudo.
A pesquisa é parte do Walk Again Project (projeto Andar de Novo, em português), um consórcio internacional sem fins lucrativos que reúne pesquisadores
em torno da recuperação de pacientes com lesões medulares. No vídeo publicado por Nicolelis, é possível assistir à lenta caminhada dos pacientes. Ele imagina
a perna esquerda se movendo, o que aciona a contração de oito músculos naquele membro.
Os resultados são fruto de muitos anos de pesquisas — os passos das caminhadas se dão ao longo de diversas sessões, com grandes intervalos de tempo entre
uma e outra. O vídeo mostra a evolução dos dois pacientes com a interface cérebro-máquina que é considerada não-invasiva. Um deles tem 40 anos, e o outro,
32, que sofreram a lesão há 4 anos e meio e dez anos, respectivamente.
O trabalho do neurocientista Miguel Nicolelis ganhou notoriedade fora do meio acadêmico sobretudo quando fez um jovem paraplégico caminhar e dar um chute
simbólico numa bola na abertura da Copa no Brasil, em 2014.
Fonte: O Globo
O neurocientista brasileiro Miguel Nicolelis publicou na última sexta-feira na revista “Scientific Reports” uma pesquisa liderada por ele e que levou dois
paraplégicos a caminharem. A partir de várias abordagens combinadas, em especial o desenvolvimento de um novo dispositivo de estimulação muscular e de
uma interface cérebro-máquina , dois pacientes com paraplegia crônica “foram capazes de caminhar com segurança apoiados em 70% do peso do próprio corpo,
acumulando ao todo 4.580 passos”, como explicam os cientistas no estudo.
A pesquisa é parte do Walk Again Project (projeto Andar de Novo, em português), um consórcio internacional sem fins lucrativos que reúne pesquisadores
em torno da recuperação de pacientes com lesões medulares. No vídeo publicado por Nicolelis, é possível assistir à lenta caminhada dos pacientes. Ele imagina
a perna esquerda se movendo, o que aciona a contração de oito músculos naquele membro.
Os resultados são fruto de muitos anos de pesquisas — os passos das caminhadas se dão ao longo de diversas sessões, com grandes intervalos de tempo entre
uma e outra. O vídeo mostra a evolução dos dois pacientes com a interface cérebro-máquina que é considerada não-invasiva. Um deles tem 40 anos, e o outro,
32, que sofreram a lesão há 4 anos e meio e dez anos, respectivamente.
O trabalho do neurocientista Miguel Nicolelis ganhou notoriedade fora do meio acadêmico sobretudo quando fez um jovem paraplégico caminhar e dar um chute
simbólico numa bola na abertura da Copa no Brasil, em 2014.
Fonte: O Globo
sexta-feira, 24 de maio de 2019
Sinais sonoros para travessia de pessoas com deficiência visual começam a ser instalados em Florianópolis
Equipamentos ficam junto a faixas de pedestres e permitem que passagem seja feita em segurança
Por Redação Hora
Início do grupo Sinais são acionados por botão e permitem travessia mais segura para deficientes visuais
Sinais são acionados por botão e permitem travessia mais segura para deficientes visuais
Sinais são acionados por botão e permitem travessia mais segura para deficientes visuais
Informações de conteúdo
(Foto: Thomas Braga/NSC TV)
fim de Informações de conteúdo
Fim do grupo
Os primeiros sinais sonoros para travessia de pedestres com deficiência visual foram instalados nesta quinta-feira em ruas do Centro de Florianópolis.
Segundo informações da prefeitura repassadas à NSC TV, 100 novos equipamentos serão instalados em 25 pontos da cidade.
Os primeiros locais que já passaram a contar com o equipamento ficam próximos ao Terminal Integrado do Centro (Ticen), ao Terminal Rodoviário Rita Maria
e também nos cruzamentos da Praça XV com a Rua Felipe Schmidt e da Avenida Rio Branco com a rua Esteves Júnior.
O sinal sonoro é acionado por um botão e emite um bipe para informar o cego ou pessoa com baixa visão de quando o sinal está aberto para travessia de pedestres.
Dessa forma, a pessoa pode atravessar a rua em segurança.
O equipamento é para uso exclusivo de deficientes visuais e pessoas de baixa visão. A previsão da prefeitura é de que a instalação de todos os equipamentos
seja concluída em até quatro meses.
fonte HORA
Por Redação Hora
Início do grupo Sinais são acionados por botão e permitem travessia mais segura para deficientes visuais
Sinais são acionados por botão e permitem travessia mais segura para deficientes visuais
Sinais são acionados por botão e permitem travessia mais segura para deficientes visuais
Informações de conteúdo
(Foto: Thomas Braga/NSC TV)
fim de Informações de conteúdo
Fim do grupo
Os primeiros sinais sonoros para travessia de pedestres com deficiência visual foram instalados nesta quinta-feira em ruas do Centro de Florianópolis.
Segundo informações da prefeitura repassadas à NSC TV, 100 novos equipamentos serão instalados em 25 pontos da cidade.
Os primeiros locais que já passaram a contar com o equipamento ficam próximos ao Terminal Integrado do Centro (Ticen), ao Terminal Rodoviário Rita Maria
e também nos cruzamentos da Praça XV com a Rua Felipe Schmidt e da Avenida Rio Branco com a rua Esteves Júnior.
O sinal sonoro é acionado por um botão e emite um bipe para informar o cego ou pessoa com baixa visão de quando o sinal está aberto para travessia de pedestres.
Dessa forma, a pessoa pode atravessar a rua em segurança.
O equipamento é para uso exclusivo de deficientes visuais e pessoas de baixa visão. A previsão da prefeitura é de que a instalação de todos os equipamentos
seja concluída em até quatro meses.
fonte HORA
Objetivos de Desenvolvimento Sustentável são tema de exposição no Memorial da América Latina
Imagem: Secretária Célia Leão ao lado de autoridades e artistas na inauguração da exposição
Na manhã desta quarta-feira, 22 de maio, o Memorial da América Latina inaugurou a exposição “17 ODS para um Mundo Melhor”, que fica no espaço até 21 de
junho. Com entrada gratuita, a mostra tem o objetivo de gerar interesse e reflexão na população em prol de um mundo mais sustentável, levando em conta
os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável estabelecidos pela ONU.
A Secretária de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, Célia Leão, esteve presente no lançamento da exposição e salientou, “essa exposição
vem para mostrar uma realidade do mundo que deve ser visto, os muros não podem existir, esse é um mundo melhor, esse é o mundo que queremos”.
A exposição traz 17 Globos Terrestres, com 1,80 metros de altura, utilizados como uma tela por artistas renomados das mais diversas vertentes. O público
poderá interagir com a arte, além de refletir sobre questões sociais, ambientais e econômicas.
Catherine Duvignau, organizadora da mostra, acredita que “por meio de uma exposição artística vamos levar a população a conhecer melhor os 17 ODS, essas
metas tão importantes estipuladas pela ONU”.
Artistas como Mundano, Beatriz de Carvalho, Fabiano Al Makul, Priscila Barbosa, MARAMGONÍ , Fernanda Eva, Pomb, os arquitetos Marcelo Stefanovicz e Consuelo
Cornelsen, Giovanna Nucci, Binho Ribeiro e o coletivo SHN estão entre os que assinam as criações.
OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
Imagem: peças expostas na Praça da Sombra, no Memorial da América Latina - ao fundo, prédio da Secretaria
Em 2015, líderes mundiais dos Estados-membros da ONU reconheceram que a erradicação da pobreza em todas as suas formas e dimensões, incluindo a pobreza
extrema, é o maior desafio global, além de ser requisito indispensável para o desenvolvimento sustentável e, a partir daí lançaram um plano de ação: a
Agenda 2030, que contém um conjunto de 17 objetivos, entre eles, Educação de Qualidade, Redução das Desigualdades, Fome Zero e Agricultura Sustentável,
Vida na Água e Igualdade de Gênero.
A Agenda 2030 compreende que a cultura possui um papel fundamental para promover essas mudanças sociais para construção de um futuro melhor para as pessoas
e para o planeta.
fonte secretaria dos direitos da pessoa com deficiencia sp
Na manhã desta quarta-feira, 22 de maio, o Memorial da América Latina inaugurou a exposição “17 ODS para um Mundo Melhor”, que fica no espaço até 21 de
junho. Com entrada gratuita, a mostra tem o objetivo de gerar interesse e reflexão na população em prol de um mundo mais sustentável, levando em conta
os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável estabelecidos pela ONU.
A Secretária de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, Célia Leão, esteve presente no lançamento da exposição e salientou, “essa exposição
vem para mostrar uma realidade do mundo que deve ser visto, os muros não podem existir, esse é um mundo melhor, esse é o mundo que queremos”.
A exposição traz 17 Globos Terrestres, com 1,80 metros de altura, utilizados como uma tela por artistas renomados das mais diversas vertentes. O público
poderá interagir com a arte, além de refletir sobre questões sociais, ambientais e econômicas.
Catherine Duvignau, organizadora da mostra, acredita que “por meio de uma exposição artística vamos levar a população a conhecer melhor os 17 ODS, essas
metas tão importantes estipuladas pela ONU”.
Artistas como Mundano, Beatriz de Carvalho, Fabiano Al Makul, Priscila Barbosa, MARAMGONÍ , Fernanda Eva, Pomb, os arquitetos Marcelo Stefanovicz e Consuelo
Cornelsen, Giovanna Nucci, Binho Ribeiro e o coletivo SHN estão entre os que assinam as criações.
OBJETIVOS DE DESENVOLVIMENTO SUSTENTÁVEL
Imagem: peças expostas na Praça da Sombra, no Memorial da América Latina - ao fundo, prédio da Secretaria
Em 2015, líderes mundiais dos Estados-membros da ONU reconheceram que a erradicação da pobreza em todas as suas formas e dimensões, incluindo a pobreza
extrema, é o maior desafio global, além de ser requisito indispensável para o desenvolvimento sustentável e, a partir daí lançaram um plano de ação: a
Agenda 2030, que contém um conjunto de 17 objetivos, entre eles, Educação de Qualidade, Redução das Desigualdades, Fome Zero e Agricultura Sustentável,
Vida na Água e Igualdade de Gênero.
A Agenda 2030 compreende que a cultura possui um papel fundamental para promover essas mudanças sociais para construção de um futuro melhor para as pessoas
e para o planeta.
fonte secretaria dos direitos da pessoa com deficiencia sp
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