Podemos dizer que a vida é feita basicamente de desafios. Na verdade isso até soa meio clichê, não é mesmo? Mas, convenhamos, nascer, crescer, estudar,
viver em sociedade, trabalhar, envelhecer…tudo isso por si só já é desafiador o bastante para qualquer um de nós! Mas o que importa é cada um superar seus
obstáculos, dar sempre o seu jeitinho de resolver as coisas. Ao menos para a maioria das pessoas é assim que funciona. Só tem um porém: tem pessoas que
não podem simplesmente “dar um jeito em tudo” sozinhas, pois infelizmente, não possuem tanta autonomia quanto os demais. Elas necessitam de acessibilidade.
Estou me referindo às pessoas com deficiência. Calma, não vamos falar de um modo pejorativo, tratando-as como coitadinhas ou vítimas da sociedade. Até
porque, no fundo, as pessoas com deficiência detestam ser tratadas dessa forma, que consideram totalmente desnecessária. Ninguém gosta de ser visto como
uma pobre alma!
As pessoas com deficiência física enfrentam dificuldades muito maiores do que a maioria de nós, isso eu posso garantir! E é justamente disso que vamos
tratar aqui, de uma forma mais simples, direta, para que todos possam entender e tomar consciência do quanto a sociedade, as autoridades e as empresas
não dão tanta importância à questão da acessibilidade, que é justamente o conjunto dos recursos que possibilitam a inclusão (o acesso, neste caso) dessas
pessoas nos diversos locais públicos e privados por aí afora. Pensando bem, esse assunto é de grande utilidade pública, por conta do seu teor informativo
e esclarecedor. Até porque, sabemos muito bem, a gente só se preocupa com as necessidades dos outros quando entendemos de fato o que exatamente eles passam
no dia a dia ou quando estamos na pele deles, enfrentando os mesmos desafios. Então, é melhor que tenhamos mais empatia aprendendo como é a vida dessas
pessoas, ao menos na teoria, ou seja, voluntariamente, por amor, e não pela dor, ao passar por situações parecidas. Deu para entender aonde quero chegar,
certo?
Então vamos lá. Para facilitar o nosso entendimento acerca do tema da acessibilidade e não precisar usar tantos termos técnicos e deixar o assunto chato,
vou simplificar mostrando exemplos de pessoas com deficiência física, concentrando grande parte da atenção nos cadeirantes, já que eles geralmente estão
mais visíveis na sociedade, quando comparados com pessoas que possuem outras necessidades especiais. Não há como negar que onde chega uma cadeira de rodas,
inevitavelmente ela chama a atenção de muitos; não que seja proposital, é só uma questão de curiosidade humana mesmo. Então vamos aos exemplos da vida
real.
Luciano Oliveira (São Paulo): o cadeirante de 44 anos, que mora em São Mateus (SP), ficou paraplégico em 2018 após complicações da poliomielite, contraída
aos 9 meses de idade, mas ainda assim sempre praticou esportes como paratleta em várias modalidades. Luciano é entregador de aplicativo, trabalha na Avenida
Paulista com sua própria cadeira (não motorizada, diga-se de passagem) e mesmo assim consegue fazer de 4 a 6 entregas por dia. O entregador enfrenta, para
ir ao trabalho, ladeiras, ruas movimentadas, percorrendo 14 estações (entre monotrilho e metrô) de casa até a Avenida Paulista. Algumas entregas podem
ter uma distância de 5 a 10km, totalizando um média diária de 40km percorridos pelo entregador cadeirante. Isso mostra que sua deficiência física não o
impede de correr atrás dos seus objetivos (que sirva de lição para muitos, certo?). Luciano, que sempre é elogiado pela população, admirado pelos colegas
de trabalho e até recebe pedidos de selfie, comentou sobre as principais dificuldades de acessibilidade que enfrenta nas ruas da capital. Vejamos quais
são:
Lista de 5 itens
◾ Estabelecimentos sem rampas para cadeirantes;
◾ Calçadas cheias de buracos, falhas, sem rampas também;
◾ Discriminação (pasmem!) por muitos que cancelam o pedido ao saber que ele é cadeirante;
◾ Passar por ruas movimentadas, calçadas sem rampas e obstruídas, faixas mal conservadas, pegar metrô, descer por escada rolante, quando os elevadores
para cadeirantes estão quebrados;
◾ Falhas e sulcos no asfalto, buracos, desníveis, entre outros obstáculos.
fim da lista
Mesmo com todo esse esforço, diante das limitações causadas por sua deficiência física, Luciano faturou em Dezembro de 2019, apenas R$ 500,00. Considere
que o salário mínimo, em Janeiro de 2020 passou a ser R$ 1.045,00. Enquanto isso, nós de cá, só reclamamos de trem e ônibus cheios…
Luciano Oliveira, que todos os dias enfrenta o caos do trânsito e as calçadas esburacadas na região da avenida Paulista, em São Paulo.
A verdade é que nenhuma capital brasileira possui totalmente as condições adequadas para cadeirantes no que se refere: à acessibilidade, sinalização, conforto
e segurança. Inclusive esse problema se estende aos órgãos públicos, que na verdade deveriam ser um modelo padrão nesse sentido. Ah, em tempo, antes que
alguém pergunte: o nosso amigo Luciano, cadeirante lá da Paulista, está sendo beneficiado com uma vaquinha online para compra de uma cadeira adaptada,
motorizada, e com o saldo restante do valor ele pretende fazer um curso de manicure (sim, é isso mesmo, passou no Domingo Espetacular dia 01 de Março de
2020) para ter uma renda extra.
Outro exemplo motivador é o do Cléber Vaz, lá de Manaus/AM. Cadeirante entregador através de aplicativos, ele faz entregas numa cadeira de rodas com sistema
adaptado que usa baterias, a mesma parecida com uma motocicleta. O legal é que o Cléber (assim como o Luciano) não se vitimiza e procurou uma solução para
ganhar o próprio dinheiro. Simples assim.
Cléber Vaz (Foto: Reprodução/Arquivo Pessoal)
Segundo essas mesmas pessoas relatam, os maiores desafios das pessoas com deficiência física são o preconceito e a falta de acessibilidade, que dificultam
muito a sua inclusão na sociedade. Volto a dizer: as cidades simplesmente não são preparadas para cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. São ônibus
com plataformas quebradas, motoristas sem preparo ou com má vontade, falta um investimento adequado nessa área por parte do governo municipal e estadual.
Aliás, quando resolvem fazer algo neste sentido, é só mesmo um “quebra-galho”; sabe aquela famosa frase “para inglês ver”? Pois é, cai como uma luva nessa
situação. É o tipo de coisa que só se faz para cumprir a obrigatoriedade imposta pelas leis. A propósito, por falar em Lei, vamos ver um pouco sobre essa
questão em relação às pessoas com deficiência a partir de agora.
Aspectos legais da Acessibilidade
O Decreto 5.296/04, que regulamenta a Lei de Acessibilidade (10.098/00), simplesmente não é respeitado, isso é fato. A Lei nº 13.146 estabelece o seguinte:
Artigo 1º: É instituída a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência), destinada a assegurar e a promover,
em condições de igualdade, o exercício dos direitos e das liberdades fundamentais por pessoa com deficiência, visando à sua inclusão social e cidadania.
Artigo 46: O direito ao transporte e à mobilidade da pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida será assegurado em igualdade de oportunidades com
as demais pessoas, por meio de identificação e de eliminação de todos os obstáculos e barreiras ao seu acesso.
Artigo 48: Os veículos de transporte coletivo terrestre, aquaviário e aéreo, as instalações, as estações, os portos e os terminais em operação no país,
devem ser acessíveis, de forma a garantir o seu uso por todas as pessoas.
Por Lei, as pessoas com deficiência têm direito a: igualdade, educação, saúde, formação profissional, trabalho, recursos humanos, acessibilidade, sinalização
e punição contra agressores em casos de preconceito.
Dificuldades do cadeirante em locais públicos. Vejamos algumas mais comuns:
Lista de 5 itens
◾ Calçadas não apropriadas para pessoas com deficiência física. Estas geralmente estão em péssimas condições, com buracos, desnível, íngremes, inclinadas
ou com degraus, além de ter poucas rampas (ou nenhuma), e obstáculos pelo percurso.
◾ Encontrar rampa acompanhada de faixa de pedestre.
◾ Elevador de cadeirante, no ônibus, em condições inadequadas, precárias, sem manutenção correta e periódica.
◾ Falta de iluminação em locais de passagem mal estruturados, fato que pode provocar quedas e acidentes.
◾ Ao que parece, os equipamentos de plataformas de ônibus para cadeirantes não recebem a devida manutenção preventiva (ou corretiva), pois frequentemente
estão quebrados.
fim da lista
Que tal fazer um passeio agora? Chega de Brasil, por enquanto! Vamos dar uma olhada no que acontece com as pessoas com deficiência física em outros países.
Preparados? Certo, então apertem os cintos, pois voaremos para o outro lado do mundo agora. Vai ser emocionante!
acessibilidade
Acessibilidade no Japão
Como muitos sabem, este país tem um alto número de idosos. No geral a população japonesa está envelhecendo rapidamente, realidade que, de certa forma,
facilita o lado dos deficientes físicos, já que a acessibilidade para idosos também serve para cadeirantes, na maioria das vezes. Neste país, é muito comum
o uso de carrinhos elétricos (quadriciclos) para se andar em calçadas e estabelecimentos. E por falar em calçadas, bem ao lado delas sempre têm as rampas.
A maioria dos prédios possui elevador e os novos já têm total acessibilidade para cadeirantes e pessoas com necessidades especiais. Toda travessia de rua
tem calçada rebaixada, permitindo a um cadeirante passar facilmente.
Os estabelecimentos são adaptados para acesso de pessoas com deficiência física, os pontos comerciais possuem escadas e rampas ao lado e atrás, além do
interior também. Ah, tem uma coisa importante: por lá, no Japão, as pessoas realmente respeitam as vagas exclusivas para deficientes (um exemplo que deveria
ser seguido pelos brasileiros). As máquinas de bebidas, por exemplo, têm instruções em braile. Os semáforos, (olha que legal!) ao liberar passagem para
pedestres, emitem sinal sonoro, isto é, apitam, destinado as pessoas com deficiência visual. Inclusive todos possuem aquele mecanismo com botão para acionar
a passagem.
Os banheiros são muito amplos e sempre têm aqueles apoiadores, barras para segurar, além de câmera de segurança e botão de emergência. Por lá, todas as
estações possuem elevadores para cadeirantes. O corrimão informa onde está o ponto de ônibus e táxi mais perto do local. Aliás, lá tem rampa para todos
os lados das estações de trens que, por sinal, possuem um botão para chamar o funcionário com uma plataforma para entrar no trem com cadeira de rodas.
É uma peça que se usa naquele vão existente entre o trem e a plataforma, lembra? Ônibus, por sinal, todos têm plataforma e banco dobrável, obviamente.
Vamos para outro país agora? Um rápido pulo no Canadá.
Canadá – Transporte Público 100% acessível
O governo canadense tem consciência e sabe da importância da inclusão. Os prédios públicos são acessíveis (pasme, Brasil!), com rampas, corredores mais
largos, e a poucos metros de intervalo existem banheiros para deficientes. Por lá eles possuem departamentos em Instituições de Ensino para cuidar dessa
parte de acessibilidade (aprende, Brasil) para pessoas com deficiência, ajustando as atividades da escola ou faculdade conforme as necessidades do aluno.
No transporte público, 100% da frota tem adaptação para cadeirantes, os ônibus, acreditem, se abaixam para a cadeira subir! Existe um serviço no transporte
público no qual a pessoa liga e eles vêm em casa buscar o cadeirante e depois levar o mesmo de volta para casa. Mercados e estabelecimentos têm cadeiras
motorizadas. Os estacionamentos para pessoas com deficiência física são totalmente respeitados (interessante, não acham?). Sinais de trânsito, a grande
maioria possui aquele sinal sonoro. As calçadas novas – por sinal sempre rebaixadas – têm piso tátil, especialmente nos cruzamentos.
Parques no Canadá têm até brinquedos para
crianças com necessidades especiais.
Bairros possuem placas indicando “Área com crianças surdas, dirija mais devagar” ou “Área com crianças cegas, vá mais devagar”. Vamos dar um passeio na
terra dos americanos agora?
Estados Unidos – calçadas com amplos espaços
Nos EUA os apartamentos de bairro já são adaptados para deficientes. Os locais públicos e comércio possuem total acessibilidade e as casas, em sua maioria,
já são planejadas para quem tem deficiência física, inclusive na largura das portas. As regras para estabelecer a construção dos lugares já exigem acessibilidade.
Gente, por sinal, no que diz respeito aos acessórios de cadeira de rodas, o acesso é maior, muito mais fácil de se achar as peças de manutenção. Todas
as calçadas possuem amplo espaço, suficiente para o cadeirante se locomover, além de ter o sistema de sinalização adequado. Agora vamos dar uma olhada
nas Leis e Benefícios para pessoas com deficiência nos Estados Unidos:
Lista de 4 itens
◾ Empresas com 15 ou mais funcionários são obrigadas a abrir uma vaga para pessoa com deficiência. Walmart é um pioneiro nesse aspecto. O governo local
e estadual é obrigado, por Lei, a dar os mesmos direitos aos deficientes. Isso abrange escolas (mais de 90% são públicas) que precisam aceitar alunos com
deficiência sem nenhum impedimento.
◾ O deficiente físico também tem o direito de comprar ou alugar uma casa sem ser discriminado pelo fato de ser deficiente, bem como pode comprar passagens
aéreas sem impedimento por ter qualquer deficiência.
◾ Existem programas para reinserir a pessoa com deficiência física no mercado de trabalho.
◾ Há um programa de assistência à nutrição suplementar, que é um tipo de ajuda de custo. Existem outros benefícios, mas paremos por aqui, ainda tem outro
lugar pra gente explorar. Que tal dar uma volta agora pela Europa?
fim da lista
acessibilidade
Alemanha
Neste país, foram reconstruídas algumas áreas justamente para permitir o acesso de pessoas com deficiência. A maioria dos lugares é reta, sem tantas ladeiras
como em outros países. No metrô, 90% das paradas são acessíveis para cadeira de rodas, com rampas e elevadores. As passagens de trem e metrô são de graça
para pessoas com deficiência física. Existem, por sinal, websites onde é possível descobrir se, em certas áreas, tem elevador, acesso de escadas, etc.
Muito conveniente, por sinal.
Os museus e shows são de graça para os cadeirantes na Alemanha. E por lá existe um cartão que permite receber descontos e ter acesso a tudo, para ir aos
lugares, entrar de graça, inclusive com acompanhante, pois os alemães entendem que algumas pessoas com deficiência não conseguem se locomover sozinhas.
Agora vamos falar de outra coisa muito importante, que envolve o acesso livre e total em todos os lugares.
Desenho Universal
Conceito
Para que a gente entenda, na prática, o que é o chamado desenho universal e sua relação com a acessibilidade, vamos tomar por base o curso de Arquitetura
e Urbanismo. Neste curso, o conceito de desenho universal funciona assim: quando profissionais das áreas de arquitetura e urbanismo estão projetando espaços
urbanos, arquitetônicos, mobiliários e objetos de uso cotidiano, eles incorporam este conceito no projeto e esse resultado, ou produto final, poderá ser
usado por qualquer pessoa, independentemente de ela ter ou não alguma deficiência, não importando estatura, peso, etc. Neste caso é uma ideia de um produto
que funciona para todo mundo. Isso explica o termo desenho (quando se projetam as coisas ainda no papel ou computador) universal (para todo mundo ter acesso;
de todos). Um exemplo prático de desenho universal é a torneira com sensor, pois ela aciona o jato de água quando aproximamos as mãos, assim como o secador
de mãos com jato de ar quente. Também tem aquelas torneiras com alavanca, que facilitam o manuseio. Agora veremos um pequeno resumo de pontos importantes
desse conceito tão difundido hoje em dia.
Princípios do desenho universal
Lista de 7 itens
◾ Igualitário: uso equiparável, tornando igual, colocar em paralelo espaços e equipamentos que possam ser utilizados por todos. Exemplo são as portas automáticas
com sensor.
◾ Adaptável: uso flexível, algo que se possa dobrar, maleável, adaptável.
◾ Óbvio: de uso simples e intuitivo, que se possa conhecer facilmente.
◾ Conhecido: informação de fácil percepção.
◾ Seguro: tolerante ao erro, passível de contornar o erro humano.
◾ Sem esforço: baixo esforço físico, ou se possível nenhum.
◾ Abrangente: que possui dimensão e espaço para aproximação e uso. As medidas e tamanhos dos locais devem ser suficientes para acessibilidade dos deficientes
físicos.
fim da lista
Por conta do respeito (e exigências legais) às necessidades especiais de deficientes físicos, o desenho universal ganha cada vez mais espaço nos ambientes
públicos e privados devido à sua conveniência e praticidade. No fim das contas, seu uso acaba por evitar uma série de transtornos e constrangimentos que
seriam causados pela sua ausência.
Reflexão
Depois de descobrir tantas barreiras pelas quais as pessoas brasileiras com deficiência passam e, mesmo assim, conseguem superar, no mínimo daria para
tirar uma lição de tudo isso, não acham? Pois mesmo com a garra, o anseio pela liberdade, a determinação, o desejo de viver, a importância da autonomia
e o amor pela vida, o mínimo que essas pessoas merecem é o respeito pela dignidade humana.
O Brasil, infelizmente, ainda está longe da realidade de alguns países citados aqui nesses artigo como o Japão, Estados Unidos, Canadá e Alemanha.
A nossa Constituição prevê a igualdade material entre todos, dessa forma, os governos (federal, estadual e municipal) precisam criar condições capazes
de fazer com que as pessoas que enfrentam situações desiguais consigam atingir os mesmos objetivos e tenham as mesmas oportunidades. Está na constituição,
na Lei da Acessibilidade… Só falta o cumprimento de todas elas.
Vamos finalizar esse artigo exigindo mais políticas públicas de inclusão das pessoas com deficiência para que elas possam ter autonomia e independência
sem depender constantemente de terceiros. Porque enquanto isso não acontece, essas pessoas precisam fazer malabarismos, passar diariamente por constrangimentos
e muitas vezes humilhações, tendo seus direitos cerceados.
Por Vera Garcia (Administradora do Blog Deficiente Ciente) e André Luiz dos S. Matos
fonte deficiente ciente
terça-feira, 24 de março de 2020
RECOMENDAÇÕES DE MEDIDAS TEMPORÁRIAS E EMERGENCIAIS DE PREVENÇÃO DE CONTÁGIO PELO CORONAVÍRUS PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA
Ser uma pessoa com deficiência, não significa por si só, que ela apresente maior vulnerabilidade à COVID-19.
Há entre essas pessoas um grupo de risco que compreende as que apresentam sequelas graves, principalmente com restrições respiratórias, dificuldades na
comunicação e cuidados pessoais, aquelas com condições autoimunes, as pessoas idosas (acima de 60 anos), as que apresentam doenças associadas como diabetes,
hipertensão arterial, doenças do coração, pulmão e rim, doenças neurológicas e aquelas em tratamento de câncer.
Para o grupo de risco, algumas medidas como o distanciamento social e isolamento pessoal podem ser impossíveis para quem requer apoio para comer, vestir-se
e tomar banho. Neste grupo alguns cuidados e medidas devem ser reforçados, tais como:
Lista de 2 itens
Higienização frequente das mãos com água e sabonete (durante 30s) ou álcool gel a 70%;
Seguir a “Etiqueta respiratória” quando possível;
fim da lista
Cobrir a boca e nariz com um lenço de papel quando tossir ou espirrar e descartar o lenço usado no lixo;
Caso não tenha disponível lenço descartável, tossir ou espirrar no antebraço e não em suas mãos, que são importantes veículos de contaminação;
Higienizar as mãos com frequência e sempre após tossir ou espirrar;
Evitar tocar nos olhos, nariz e boca sem ter higienizado as mãos;
Usar máscara cirúrgica se estiver com coriza ou tosse.
Lista de 5 itens
Restrição de contato social (exceto cuidadores e profissionais de saúde, quando necessário);
Evitar aglomerações e viagens;
Evitar atividades em grupo;
Atenção redobrada aos cuidados com a higiene pessoal (em especial às pessoas com deficiência intelectual e motora com alto grau de dependência)
Com relação à higienização de cadeiras de rodas, bengalas, andadores e outros meios de locomoção, promover a limpeza com água e sabão ou álcool líquido
a 70% uma vez ao dia e sempre após deslocamento externo;
fim da lista
Cuidados especiais
Lista de 3 itens
Pessoas com deficiência com quadro neurológico e idosos podem apresentar sintomas específicos associados à infecção pelo coronavírus tais como: piora brusca
no quadro geral de saúde, perda de memória e/ou confusão mental, perda de mobilidade e força, fadiga repentina. Nestes casos procurar serviço de saúde
mais próximo do local de residência.
Nas pessoas com deficiência do grupo de risco em uso de medicamentos, não interromper o uso regular dos remédios a não ser por ordem médica.
O uso de medicamentos imunossupressores pode elevar o risco da pessoa com deficiência contrair a infecção. Nestes indivíduos, as medidas de prevenção
devem ser redobradas.
fim da lista
Com relação aos Cuidadores e Profissionais de Saúde
Lista de 2 itens
Se apresentarem sintomas de gripe, evitar contato com a pessoa com deficiência.
Utilizar EPI (equipamento de proteção individual) para proteção de gotículas e contato durante o atendimento a pacientes com sintomas respiratórios.
fim da lista
Secretaria de Estado da Saúde
Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiencia.
São Paulo, 17 de março de 2020
Acesse Nota Técnica:
http://www.pessoacomdeficiencia.sp.gov.br/Content/uploads/2020317182354_NOTA
TECNICA COVID19.pdf
Há entre essas pessoas um grupo de risco que compreende as que apresentam sequelas graves, principalmente com restrições respiratórias, dificuldades na
comunicação e cuidados pessoais, aquelas com condições autoimunes, as pessoas idosas (acima de 60 anos), as que apresentam doenças associadas como diabetes,
hipertensão arterial, doenças do coração, pulmão e rim, doenças neurológicas e aquelas em tratamento de câncer.
Para o grupo de risco, algumas medidas como o distanciamento social e isolamento pessoal podem ser impossíveis para quem requer apoio para comer, vestir-se
e tomar banho. Neste grupo alguns cuidados e medidas devem ser reforçados, tais como:
Lista de 2 itens
Higienização frequente das mãos com água e sabonete (durante 30s) ou álcool gel a 70%;
Seguir a “Etiqueta respiratória” quando possível;
fim da lista
Cobrir a boca e nariz com um lenço de papel quando tossir ou espirrar e descartar o lenço usado no lixo;
Caso não tenha disponível lenço descartável, tossir ou espirrar no antebraço e não em suas mãos, que são importantes veículos de contaminação;
Higienizar as mãos com frequência e sempre após tossir ou espirrar;
Evitar tocar nos olhos, nariz e boca sem ter higienizado as mãos;
Usar máscara cirúrgica se estiver com coriza ou tosse.
Lista de 5 itens
Restrição de contato social (exceto cuidadores e profissionais de saúde, quando necessário);
Evitar aglomerações e viagens;
Evitar atividades em grupo;
Atenção redobrada aos cuidados com a higiene pessoal (em especial às pessoas com deficiência intelectual e motora com alto grau de dependência)
Com relação à higienização de cadeiras de rodas, bengalas, andadores e outros meios de locomoção, promover a limpeza com água e sabão ou álcool líquido
a 70% uma vez ao dia e sempre após deslocamento externo;
fim da lista
Cuidados especiais
Lista de 3 itens
Pessoas com deficiência com quadro neurológico e idosos podem apresentar sintomas específicos associados à infecção pelo coronavírus tais como: piora brusca
no quadro geral de saúde, perda de memória e/ou confusão mental, perda de mobilidade e força, fadiga repentina. Nestes casos procurar serviço de saúde
mais próximo do local de residência.
Nas pessoas com deficiência do grupo de risco em uso de medicamentos, não interromper o uso regular dos remédios a não ser por ordem médica.
O uso de medicamentos imunossupressores pode elevar o risco da pessoa com deficiência contrair a infecção. Nestes indivíduos, as medidas de prevenção
devem ser redobradas.
fim da lista
Com relação aos Cuidadores e Profissionais de Saúde
Lista de 2 itens
Se apresentarem sintomas de gripe, evitar contato com a pessoa com deficiência.
Utilizar EPI (equipamento de proteção individual) para proteção de gotículas e contato durante o atendimento a pacientes com sintomas respiratórios.
fim da lista
Secretaria de Estado da Saúde
Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiencia.
São Paulo, 17 de março de 2020
Acesse Nota Técnica:
http://www.pessoacomdeficiencia.sp.gov.br/Content/uploads/2020317182354_NOTA
TECNICA COVID19.pdf
sábado, 21 de março de 2020
Agora é Lei! Motoristas de táxis e aplicativos que recusarem transportar passageiros com cão-guia serão multados
O Prefeito Bruno Covas, assinou nesta quarta-feira, 18, Lei 17.323 que regulamenta, na cidade de São Paulo, o direito de pessoas com deficiência visual
ingressarem com cão-guia nos táxis e também em veículos que prestam serviços em atividade econômica privada de transporte individual, os aplicativos credenciados
no OTTC – Operadoras de Tecnologia de Transporte Credenciadas.
Em tempo de evitar transporte público, por conta do coronavírus, muitas pessoas com deficiência visual, que precisam sair de casa com seu cão-guia e utilizam
táxi ou aplicativo, ainda sofrem e tem seu direito negado.
“A Lei é uma conquista, já que recebemos diariamente várias reclamações de pessoas cegas, que tiveram a corrida recusada por estarem com o cão-guia ou
receberam cobranças de taxas indevidas”, declara Cid Torquato, Secretário Municipal da Pessoa com Deficiência.
A Lei diz que é vedada a exigência de focinheira nos cães-guia bem como a cobrança de valores, tarifas ou acréscimos vinculados, direta ou indiretamente,
ao ingresso ou à presença do cão-guia nos táxis e veículos de transporte por aplicativos.
Quem descumprir a Lei será considerado infrator e ficará sujeito ao pagamento de multa a Operadora de Tecnologia de Transporte Credenciada – OTTC responsável
pela intermediação entre o motorista que descumpriu a presente Lei e a pessoa com deficiência visual que teve o seu direito ofendido, garantido o contraditório
e a ampla defesa.
Recentemente a empresa Uber foi ouvida pelo MP – Ministério Público e esclareceu que foram criados dois canais de reclamação às pessoas com deficiência
visual que forem discriminadas pelo uso do cão-guia, seja pela cobrança de taxas ou pela recusa da viagem.
A reclamação pode ser enviada pelo link “quero reportar um problema com cão-guia”, através do endereço: t.uber.com/caoguia. Ou, se preferir, o usuário
ainda poderá reclamar pelo próprio aplicativo dos usuários: menu – ajuda – acessibilidade – quero relatar um problema com cão-guia.
A presença do cão-guia deve ser aceita em qualquer lugar público, inclusive nos meios de transporte. Cão-guia é um tipo de cão de assistência treinado
para guiar pessoas com deficiência visual. Sua presença é aceita em qualquer lugar público conforme a Lei Federal n°11.126/2005 regulamentada pelo Decreto
Federal n° 5.904/2006.
Além do transporte por aplicativos, táxis e ônibus também devem transportar os cegos e seus cães-guias sem nenhum tipo de preconceito ou discriminação.
Reclamações podem ser feitas pelo telefone 156 ou pelo Portal156.
Por Ciça Cordeiro
ingressarem com cão-guia nos táxis e também em veículos que prestam serviços em atividade econômica privada de transporte individual, os aplicativos credenciados
no OTTC – Operadoras de Tecnologia de Transporte Credenciadas.
Em tempo de evitar transporte público, por conta do coronavírus, muitas pessoas com deficiência visual, que precisam sair de casa com seu cão-guia e utilizam
táxi ou aplicativo, ainda sofrem e tem seu direito negado.
“A Lei é uma conquista, já que recebemos diariamente várias reclamações de pessoas cegas, que tiveram a corrida recusada por estarem com o cão-guia ou
receberam cobranças de taxas indevidas”, declara Cid Torquato, Secretário Municipal da Pessoa com Deficiência.
A Lei diz que é vedada a exigência de focinheira nos cães-guia bem como a cobrança de valores, tarifas ou acréscimos vinculados, direta ou indiretamente,
ao ingresso ou à presença do cão-guia nos táxis e veículos de transporte por aplicativos.
Quem descumprir a Lei será considerado infrator e ficará sujeito ao pagamento de multa a Operadora de Tecnologia de Transporte Credenciada – OTTC responsável
pela intermediação entre o motorista que descumpriu a presente Lei e a pessoa com deficiência visual que teve o seu direito ofendido, garantido o contraditório
e a ampla defesa.
Recentemente a empresa Uber foi ouvida pelo MP – Ministério Público e esclareceu que foram criados dois canais de reclamação às pessoas com deficiência
visual que forem discriminadas pelo uso do cão-guia, seja pela cobrança de taxas ou pela recusa da viagem.
A reclamação pode ser enviada pelo link “quero reportar um problema com cão-guia”, através do endereço: t.uber.com/caoguia. Ou, se preferir, o usuário
ainda poderá reclamar pelo próprio aplicativo dos usuários: menu – ajuda – acessibilidade – quero relatar um problema com cão-guia.
A presença do cão-guia deve ser aceita em qualquer lugar público, inclusive nos meios de transporte. Cão-guia é um tipo de cão de assistência treinado
para guiar pessoas com deficiência visual. Sua presença é aceita em qualquer lugar público conforme a Lei Federal n°11.126/2005 regulamentada pelo Decreto
Federal n° 5.904/2006.
Além do transporte por aplicativos, táxis e ônibus também devem transportar os cegos e seus cães-guias sem nenhum tipo de preconceito ou discriminação.
Reclamações podem ser feitas pelo telefone 156 ou pelo Portal156.
Por Ciça Cordeiro
Pessoas com Deficiência e o novo Coronavírus
Pessoas com Deficiência e o novo Coronavírus
Pensando nas pessoas com deficiência, a deputada federal e também segunda vice-presidente da Comissão de Defesa da Pessoa com Deficiência, Maria Rosas
(Republicanos-SP), alerta para atenção redobrada diante do novo coronavírus (Covid-19).
De acordo com as Secretarias de Estado da Saúde e dos Direitos da Pessoa com Deficiência (SED-PcD/SP), é importante esclarecer que ser uma pessoa com deficiência
não significa, por si só, que ela apresente maior vulnerabilidade ao Coronavírus, Covid -19. Há entre essas pessoas àquelas que apresentam dificuldade
para se comunicar, restrições respiratórias e fazem uso de medicamentos específicos. Portanto, estes são alguns dos fatores que exigem maior cuidado.
“As pessoas com deficiência intelectual não conseguem explicar o que estão sentindo. Por isso, é necessário observar as mudanças de comportamento e reforçar
as medidas de prevenção”, aponta a deputada.
A republicana reforça que, para enfrentar a pandemia é essencial que as informações sobre como prevenir e conter o coronavírus sejam acessíveis para todos.
“As campanhas de informação pública devem estar disponíveis em língua de sinais e em modos, meios e formatos acessíveis, incluída a tecnologia digital,
as legendas, os serviços de retransmissão, as mensagens de texto, a leitura fácil e a linguagem simples”, observa.
Segundo ainda as Secretarias o tratamento deve ser redobrado com as pessoas com deficiência em quadro neurológico e idosos, pois, estes podem apresentam
sintomas específicos com a infecção do covid-19, como perda de mobilidade, força e memória, fadiga e piora brusca no quadro geral de saúde. A orientação
é não interromper o uso dos medicamentos regulares, exceto por ordem médica, e alertam para o uso de medicação imunossupressores, que podem elevar o risco
à pessoa com deficiência a contrair a infecção. A recomendação é maior atenção quanto a higienização de cadeiras de rodas, bengalas, andadores e outros
meios de locomoção. É ressaltada também a importância dos cuidados com o grupo de risco, como pessoas acima de 60 anos de idade, em condições autoimune,
diabéticos ou hipertensos.
Proteja-se
As ações de prevenção para evitar o Coronavírus devem ser para todos: lavar frequentemente as mãos com água e sabão; cobrir o nariz e a boca ao tossir
e espirrar; evitar aglomerações; manter os ambientes bem ventilados; não compartilhar objetos pessoais e evitar contato próximo com toque ou aperto de
mãos.
Texto: Ascom – deputada federal Maria Rosas
Edição: Agência Republicana de Comunicação (Arco)
Fonte:
https://republicanos10.org.br/
Pensando nas pessoas com deficiência, a deputada federal e também segunda vice-presidente da Comissão de Defesa da Pessoa com Deficiência, Maria Rosas
(Republicanos-SP), alerta para atenção redobrada diante do novo coronavírus (Covid-19).
De acordo com as Secretarias de Estado da Saúde e dos Direitos da Pessoa com Deficiência (SED-PcD/SP), é importante esclarecer que ser uma pessoa com deficiência
não significa, por si só, que ela apresente maior vulnerabilidade ao Coronavírus, Covid -19. Há entre essas pessoas àquelas que apresentam dificuldade
para se comunicar, restrições respiratórias e fazem uso de medicamentos específicos. Portanto, estes são alguns dos fatores que exigem maior cuidado.
“As pessoas com deficiência intelectual não conseguem explicar o que estão sentindo. Por isso, é necessário observar as mudanças de comportamento e reforçar
as medidas de prevenção”, aponta a deputada.
A republicana reforça que, para enfrentar a pandemia é essencial que as informações sobre como prevenir e conter o coronavírus sejam acessíveis para todos.
“As campanhas de informação pública devem estar disponíveis em língua de sinais e em modos, meios e formatos acessíveis, incluída a tecnologia digital,
as legendas, os serviços de retransmissão, as mensagens de texto, a leitura fácil e a linguagem simples”, observa.
Segundo ainda as Secretarias o tratamento deve ser redobrado com as pessoas com deficiência em quadro neurológico e idosos, pois, estes podem apresentam
sintomas específicos com a infecção do covid-19, como perda de mobilidade, força e memória, fadiga e piora brusca no quadro geral de saúde. A orientação
é não interromper o uso dos medicamentos regulares, exceto por ordem médica, e alertam para o uso de medicação imunossupressores, que podem elevar o risco
à pessoa com deficiência a contrair a infecção. A recomendação é maior atenção quanto a higienização de cadeiras de rodas, bengalas, andadores e outros
meios de locomoção. É ressaltada também a importância dos cuidados com o grupo de risco, como pessoas acima de 60 anos de idade, em condições autoimune,
diabéticos ou hipertensos.
Proteja-se
As ações de prevenção para evitar o Coronavírus devem ser para todos: lavar frequentemente as mãos com água e sabão; cobrir o nariz e a boca ao tossir
e espirrar; evitar aglomerações; manter os ambientes bem ventilados; não compartilhar objetos pessoais e evitar contato próximo com toque ou aperto de
mãos.
Texto: Ascom – deputada federal Maria Rosas
Edição: Agência Republicana de Comunicação (Arco)
Fonte:
https://republicanos10.org.br/
quarta-feira, 22 de janeiro de 2020
ScripTalk descreve rótulos em áudio. Equipamento auxilia cegos em farmácias.
walmart
Walmart e Sam’s Club estão vendendo equipamentos que auxiliam deficientes visuais em suas farmácias nos Estados Unidos. As empresas equiparam 1.200 lojas
para que os
consumidores
possam usar o ScripTalk, um equipamento que lê os rótulos dos medicamentos.
Os clientes colocam os medicamentos em cima do equipamento e o
ScripTalk Station
lê as informações do medicamento em voz alta para o paciente, incluindo nome, número da receita, nome do
medicamento,
dosagem, instruções de uso, avisos e informações sobre farmácias.
A farmácia coloca uma etiqueta RFID (identificação por radiofrequência) na parte interior do frasco para permitir a leitura. Basta que um consumidor solicite
e Walmart e Sam’s Club equipam uma farmácia para receber o sistema. O processo de adaptação demora até 10 dias. As farmácias fornecem gratuitamente as
etiquetas RFID.
O Walmart e o Sam’s Club equipam uma farmácia para fornecer o ScripTalk mediante solicitação de um único paciente para
rótulos
de prescrição audíveis. Uma vez que a farmácia esteja equipada – geralmente dentro de 7 a 10 dias – ela fornece etiquetas ScripTalk a pacientes que as
solicitam gratuitamente e sem atrasos demorados.
“Esperamos adicionar mais locais à medida que os pacientes solicitarem este serviço gratuito em sua farmácia local, Walmart ou Sam’s Club. Este serviço
é gratuito e está disponível em todos os locais dos EUA, mediante solicitação”, explica JoAnn Stevens, diretora sênior de saúde e conformidade de bem-estar
do Walmart.
O Conselho Americano de Cegos está animado com a solução. “Walmart e Sam’s Club estão mostrando sua dedicação à segurança, estabelecendo um padrão importante
em acessibilidade na área da saúde”, disse Eric Bridges, diretor executivo do Conselho.
Fonte:
portalnovarejo
Walmart e Sam’s Club estão vendendo equipamentos que auxiliam deficientes visuais em suas farmácias nos Estados Unidos. As empresas equiparam 1.200 lojas
para que os
consumidores
possam usar o ScripTalk, um equipamento que lê os rótulos dos medicamentos.
Os clientes colocam os medicamentos em cima do equipamento e o
ScripTalk Station
lê as informações do medicamento em voz alta para o paciente, incluindo nome, número da receita, nome do
medicamento,
dosagem, instruções de uso, avisos e informações sobre farmácias.
A farmácia coloca uma etiqueta RFID (identificação por radiofrequência) na parte interior do frasco para permitir a leitura. Basta que um consumidor solicite
e Walmart e Sam’s Club equipam uma farmácia para receber o sistema. O processo de adaptação demora até 10 dias. As farmácias fornecem gratuitamente as
etiquetas RFID.
O Walmart e o Sam’s Club equipam uma farmácia para fornecer o ScripTalk mediante solicitação de um único paciente para
rótulos
de prescrição audíveis. Uma vez que a farmácia esteja equipada – geralmente dentro de 7 a 10 dias – ela fornece etiquetas ScripTalk a pacientes que as
solicitam gratuitamente e sem atrasos demorados.
“Esperamos adicionar mais locais à medida que os pacientes solicitarem este serviço gratuito em sua farmácia local, Walmart ou Sam’s Club. Este serviço
é gratuito e está disponível em todos os locais dos EUA, mediante solicitação”, explica JoAnn Stevens, diretora sênior de saúde e conformidade de bem-estar
do Walmart.
O Conselho Americano de Cegos está animado com a solução. “Walmart e Sam’s Club estão mostrando sua dedicação à segurança, estabelecendo um padrão importante
em acessibilidade na área da saúde”, disse Eric Bridges, diretor executivo do Conselho.
Fonte:
portalnovarejo
Escola oferece atendimento especializado para estudantes surdos no ensino médio
A Escola Municipal Ensino Fundamental e Médio (EMEFM) Vereador Antônio Sampaio, localizada no bairro de Santana, na Zona Norte de São Paulo, oferece atendimento
educacional especializado para estudantes surdos.
em uma sala de aula, mais de vinte pessoas na foto, alunos e professores.
A Escola Municipal Ensino Fundamental e Médio (EMEFM) Vereador Antônio Sampaio, localizada no bairro de Santana, zona norte de São Paulo, oferece atendimento
educacional especializado para estudantes surdos.
Em 2019, a escola atende 32 estudantes surdos em turmas dos três anos do Ensino Médio. Para o apoio ao atendimento pedagógico, a unidade conta com a Professora
de Atendimento Educacional Especializado em Deficiência Auditiva e Surdez, Letícia Paloma Silva, e tradutores intérpretes de língua de sinais Hieda Cabral,
Roseli Pereira e Douglas Santos e com instrutora surda Karolina Conceição.
As aulas são ministradas na Sala de Recursos Multifuncionais, no período de extensão de jornada escolar. Os estudantes surdos aprendem a língua portuguesa
em sua modalidade escrita.
Há, também, aulas gratuitas de Libras disponibilizadas para alunos e alunas, professores e para a comunidade, oferecidas pela instrutora Karolina Conceição.
Para a comunidade, as aulas são às sextas-feiras, às 12h.
Em setembro, a escola foi convidada a participar do Seminário de Educação Especial promovido pela Diretoria Regional de Educação (DRE) Jaçanã/Tremembé,
obtendo destaque no evento. Os estudantes surdos do Ensino Médio apresentaram teatro, poesia em Libras e dança despertando a atenção dos profissionais
de educação presentes no evento.
A EMEFM Vereador Antônio Sampaio está localizada em Santana, zona norte de São Paulo, na Rua Voluntários da Pátria n° 733, a 100 metros da estação Portuguesa-Tietê
(linha azul do metrô).
Para saber mais informações sobre as aulas, ligue para unidade educacional no telefone: (11) 2221-4615.
Por Secretaria Municipal de Educação
educacional especializado para estudantes surdos.
em uma sala de aula, mais de vinte pessoas na foto, alunos e professores.
A Escola Municipal Ensino Fundamental e Médio (EMEFM) Vereador Antônio Sampaio, localizada no bairro de Santana, zona norte de São Paulo, oferece atendimento
educacional especializado para estudantes surdos.
Em 2019, a escola atende 32 estudantes surdos em turmas dos três anos do Ensino Médio. Para o apoio ao atendimento pedagógico, a unidade conta com a Professora
de Atendimento Educacional Especializado em Deficiência Auditiva e Surdez, Letícia Paloma Silva, e tradutores intérpretes de língua de sinais Hieda Cabral,
Roseli Pereira e Douglas Santos e com instrutora surda Karolina Conceição.
As aulas são ministradas na Sala de Recursos Multifuncionais, no período de extensão de jornada escolar. Os estudantes surdos aprendem a língua portuguesa
em sua modalidade escrita.
Há, também, aulas gratuitas de Libras disponibilizadas para alunos e alunas, professores e para a comunidade, oferecidas pela instrutora Karolina Conceição.
Para a comunidade, as aulas são às sextas-feiras, às 12h.
Em setembro, a escola foi convidada a participar do Seminário de Educação Especial promovido pela Diretoria Regional de Educação (DRE) Jaçanã/Tremembé,
obtendo destaque no evento. Os estudantes surdos do Ensino Médio apresentaram teatro, poesia em Libras e dança despertando a atenção dos profissionais
de educação presentes no evento.
A EMEFM Vereador Antônio Sampaio está localizada em Santana, zona norte de São Paulo, na Rua Voluntários da Pátria n° 733, a 100 metros da estação Portuguesa-Tietê
(linha azul do metrô).
Para saber mais informações sobre as aulas, ligue para unidade educacional no telefone: (11) 2221-4615.
Por Secretaria Municipal de Educação
quarta-feira, 11 de dezembro de 2019
Aplicativo reúne programações culturais com acessibilidade em cidades brasileiras
Vem CA permite que produções culturais divulguem atividades com até 12 recursos de acessibilidade, como Libras e audiodescrição
Arte com foto do rosto de três pessoas, sendo que em cada uma delas há um celular com a capa do aplicativo Vem CA. Na primeira, o aparelho está cobrindo
a orelha, na segunda o olho e na terceira a testa. para representar a surdez, cegueira e a deficiência intelectual.
Com o objetivo de reunir em um único aplicativo eventos culturais com recursos de acessibilidade nas cidades brasileiras, a
ONG Escola de Gente Site externo
desenvolveu o aplicativo Vem CA. A ferramenta é gratuita e já está disponível para download.
Além de consultar essas informações, os usuários também poderão cadastrar eventos.
A plataforma oferece 12 tipos de atividades culturais que poderão conter assento acessível, audiodescrição/guia acessível, banheiro acessível, elevador/rampa,
gratuidade, legenda, Libras, Libras tátil, linguagem simples, piso tátil, publicações acessíveis e visita tátil.
O Vem CA foi desenvolvido para que a sua navegação fosse acessível para todos os públicos. O app tem, por exemplo, conteúdo em Libras, definição de cores
de contraste para não confundir quem tem daltonismo ou baixa visão e pode ser manuseado com uma mão só.
Fonte:
Arte com foto do rosto de três pessoas, sendo que em cada uma delas há um celular com a capa do aplicativo Vem CA. Na primeira, o aparelho está cobrindo
a orelha, na segunda o olho e na terceira a testa. para representar a surdez, cegueira e a deficiência intelectual.
Com o objetivo de reunir em um único aplicativo eventos culturais com recursos de acessibilidade nas cidades brasileiras, a
ONG Escola de Gente Site externo
desenvolveu o aplicativo Vem CA. A ferramenta é gratuita e já está disponível para download.
Além de consultar essas informações, os usuários também poderão cadastrar eventos.
A plataforma oferece 12 tipos de atividades culturais que poderão conter assento acessível, audiodescrição/guia acessível, banheiro acessível, elevador/rampa,
gratuidade, legenda, Libras, Libras tátil, linguagem simples, piso tátil, publicações acessíveis e visita tátil.
O Vem CA foi desenvolvido para que a sua navegação fosse acessível para todos os públicos. O app tem, por exemplo, conteúdo em Libras, definição de cores
de contraste para não confundir quem tem daltonismo ou baixa visão e pode ser manuseado com uma mão só.
Fonte:
Maconha como tratamento medicinal. General Villas Bôas defende seu uso.
O general Eduardo Villas Bôas, ex-comandante do Exército e atual assessor do Gabinete de Segurança Institucional (GSI) do Palácio do Planalto, defendeu
a legalização de
medicamentos
à base de maconha.
Portador de ELA (
Esclerose Lateral Amiotrófica)
— doença neuromotora degenerativa, Villas Bôas também disse ver como uma “hipocrisia social” a dificuldade para obter o medicamento no Brasil.
O general da reserva foi diagnosticado com a doença em dezembro de 2016 e, com
perda dos movimentos
de forma acelerada, está sob o risco de perder a fala
“Eu não entendo por que ao mesmo tempo que tem gente lutando aí, defendendo a legalização da maconha, está tão difícil se obter esses medicamentos para
efeito medicinal.”, comentou Villas Bôas.
A história da maconha medicinal é feita de reveses – reflexo da política antidrogas encabeçada pelos EUA na década de 1970, que dificultou durante anos
os estudos com canabinoides. Esse cenário, no entanto, vem se alterando com o passar do tempo. Tanto que a própria Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda
agora não tratar o canabidiol, um derivado da erva, como uma droga.
Segundo a entidade, essa substância não provoca dependência e, assim, não merece um tratamento tão rigoroso. No entanto, a OMS reconhece que ainda não
há consenso sobre a eficácia desse agente terapêutico contra diversas doenças.
De acordo com dados de um levantamento feito pela agência de pesquisa de mercado e inteligência Hello Research, 59% dos brasileiros entrevistados são simpáticos
até mesmo quanto à liberação do THC – substância psicoativa presente na planta – para fins medicinais.
Talvez até como reflexo dessa maioria, em 2015 dois compostos da maconha foram liberados com esse intuito no Brasil. Em janeiro, o canabidiol (CBD) saiu
da lista da
Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)
de substâncias proibidas no país e, em novembro, o THC também foi retirado por determinação da Justiça Federal do Distrito Federal.
Agora, quando o assunto é o uso recreativo da planta, 43% dos 1 200 entrevistados da pesquisa são totalmente contrários à descriminalização. O fato é que,
do ponto de vista da saúde, é diferente debater o uso medicinal da maconha em relação ao uso recreativo. Ao menos no primeiro caso, a ciência já dá amostras
de seu potencial terapêutico contra certas encrencas.
Doenças em que a maconha medicinal pode atuar
EPILEPSIA
O CBD aumenta a carga de anandamida em áreas da massa cinzenta. Ao se ligarem a receptores celulares, essas moléculas reduzem a superativação de circuitos
nervosos, que acarreta as convulsões.
ANSIEDADE
Combinados, CBD e THC agem em duas frentes. O primeiro eleva a concentração de anandamida no hipotálamo, no hipocampo e na amígdala. O segundo ativa os
receptores no córtex pré-frontal e (de novo!) na amígdala e no hipocampo.
ESCLEROSE MÚLTIPLA
Tanto o THC como o CBD participam aqui. Ao interferir em regiões que controlam a dor, bem como os movimentos (caso do cerebelo), inibem a passagem dos
impulsos por trás de desconfortos, espasmos e rigidez muscular.
DOR CRÔNICA
O corpo tem receptores para os canabinoides tanto no cérebro como nos nervos periféricos. Ao se ligarem a eles em áreas específicas, as moléculas da maconha
diminuem a transmissão dos sinais dolorosos.
Fonte:
Saúde Abril
a legalização de
medicamentos
à base de maconha.
Portador de ELA (
Esclerose Lateral Amiotrófica)
— doença neuromotora degenerativa, Villas Bôas também disse ver como uma “hipocrisia social” a dificuldade para obter o medicamento no Brasil.
O general da reserva foi diagnosticado com a doença em dezembro de 2016 e, com
perda dos movimentos
de forma acelerada, está sob o risco de perder a fala
“Eu não entendo por que ao mesmo tempo que tem gente lutando aí, defendendo a legalização da maconha, está tão difícil se obter esses medicamentos para
efeito medicinal.”, comentou Villas Bôas.
A história da maconha medicinal é feita de reveses – reflexo da política antidrogas encabeçada pelos EUA na década de 1970, que dificultou durante anos
os estudos com canabinoides. Esse cenário, no entanto, vem se alterando com o passar do tempo. Tanto que a própria Organização Mundial da Saúde (OMS) recomenda
agora não tratar o canabidiol, um derivado da erva, como uma droga.
Segundo a entidade, essa substância não provoca dependência e, assim, não merece um tratamento tão rigoroso. No entanto, a OMS reconhece que ainda não
há consenso sobre a eficácia desse agente terapêutico contra diversas doenças.
De acordo com dados de um levantamento feito pela agência de pesquisa de mercado e inteligência Hello Research, 59% dos brasileiros entrevistados são simpáticos
até mesmo quanto à liberação do THC – substância psicoativa presente na planta – para fins medicinais.
Talvez até como reflexo dessa maioria, em 2015 dois compostos da maconha foram liberados com esse intuito no Brasil. Em janeiro, o canabidiol (CBD) saiu
da lista da
Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa)
de substâncias proibidas no país e, em novembro, o THC também foi retirado por determinação da Justiça Federal do Distrito Federal.
Agora, quando o assunto é o uso recreativo da planta, 43% dos 1 200 entrevistados da pesquisa são totalmente contrários à descriminalização. O fato é que,
do ponto de vista da saúde, é diferente debater o uso medicinal da maconha em relação ao uso recreativo. Ao menos no primeiro caso, a ciência já dá amostras
de seu potencial terapêutico contra certas encrencas.
Doenças em que a maconha medicinal pode atuar
EPILEPSIA
O CBD aumenta a carga de anandamida em áreas da massa cinzenta. Ao se ligarem a receptores celulares, essas moléculas reduzem a superativação de circuitos
nervosos, que acarreta as convulsões.
ANSIEDADE
Combinados, CBD e THC agem em duas frentes. O primeiro eleva a concentração de anandamida no hipotálamo, no hipocampo e na amígdala. O segundo ativa os
receptores no córtex pré-frontal e (de novo!) na amígdala e no hipocampo.
ESCLEROSE MÚLTIPLA
Tanto o THC como o CBD participam aqui. Ao interferir em regiões que controlam a dor, bem como os movimentos (caso do cerebelo), inibem a passagem dos
impulsos por trás de desconfortos, espasmos e rigidez muscular.
DOR CRÔNICA
O corpo tem receptores para os canabinoides tanto no cérebro como nos nervos periféricos. Ao se ligarem a eles em áreas específicas, as moléculas da maconha
diminuem a transmissão dos sinais dolorosos.
Fonte:
Saúde Abril
Detectando objetos através de ecos. Americano ensina a “ver” através de sons feito pela boca.
Num domingo frio de céu azul em Austin, um grupo de 20 pessoas saiu pelas ruas da capital do Texas com os olhos vendados e com uma bengala de bambu em
mãos. Elas eram lideradas pelo educador
Brian Bushway,
um californiano bonachão de 36 anos e o único cego na turma.
Voluntários sem vendas ajudavam Bushway a controlar o grupo, evitando que alguém fosse parar no meio do trânsito. Mas era ele quem organizava a bagunça
e parava em lugares estratégicos, como se fosse um passeio turístico.
“Se vocês baterem palma ou estalarem a língua no céu da boca aqui, o que acham que há na frente de vocês?”, ele perguntou, após enfileirar todos na calçada,
de frente para um arranha-céu do outro lado da rua. Um quarteirão e uma escadaria depois, fez o mesmo num ambiente fechado de vidro.
Bushway queria mostrar as maravilhas da “
ecolocalização
”, uma técnica aparentemente simples (estalando a língua no céu da boca, estalando os dedos ou batendo palmas) que permite detectar imagens através de
ecos, uma habilidade conhecida entre golfinhos e morcegos.
Foi desenvolvendo essa técnica que Bushway virou o melhor ciclista de montanha cego do mundo, título dado por uma revista especializada no esporte, embora
ele seja rápido em lembrar que a concorrência é bem pequena. Ele também anda de skate e de patins, de preferência em locais que conhece, com outras pessoas
e com sua bengala longa.
Em trilhas, consegue diferenciar um arbusto de uma árvore. E numa exposição de arte, entende tamanhos de esculturas e até a diferença de suas superfícies.
“Todo ser humano tem capacidade de ver acusticamente, mas os cegos não são encorajados a usar isso, não faz parte do treinamento”, disse o californiano,
que ficou cego aos 14 anos e foi um dos primeiros estudantes de Daniel Kish, fundador da ONG World Access for the Blind, que desde 2000 divulga a técnica
pelo mundo para “liberar os cegos da tradicional dependência e isolamento”.
Nos últimos 20 anos, diversos estudos neurológicos demonstraram a capacidade do cérebro humano de decifrar sons em imagens. “Antes dos estudos, diziam
que algumas pessoas eram exceção à regra, eram melhores que outras [com a técnica], que não era para todo mundo. Hoje sabemos que é de fato uma percepção
natural do ser humano”, disse. “Acredito que temos mais sentidos do que os cinco sentidos.”
No grupo de não cegos a vagar por Austin, os estalos criavam uma estranha sinfonia, em conjunto com as varas de bambu que batiam nos pés alheios sem a
menor cerimônia. Para a canadense Tamara Banbury, 45, a experiência trouxe um profundo respeito pelos
deficientes visuais
que criam novas maneiras de sentir seus ambientes, além de uma nova apreciação de seus outros sentidos.
“Fiquei chocada de como o trânsito é barulhento quando estava de olhos vendados e depois, quando tirei a venda, o barulho meio que sumiu”, disse. “Não
acreditei que com tão pouco treinamento eu pude ouvir os ecos e ouvir as diferenças entre os prédios. Foi fascinante.”
Bushway explica que o barulho do estalo (seja língua ou dedos) não importa tanto quanto o eco que produz. “A informação de verdade está lá fora, seu foco
tem que estar no ambiente. Com o tempo, seu cérebro começa a entender e você desenvolve um vocabulário acústico”, explicou.
Bushway era um garoto bastante ativo quando perdeu a visão após sofrer atrofia do nervo óptico. Antes de subir numa
bicicleta
novamente, dois ou três anos depois, ele conta que o maior desafio não foi apenas acessar o mundo físico, mas também o mundo social.
“Assim que você pega na bengala tudo muda. As pessoas te prendem na caixa das baixas expectativas. Ninguém espera mais nada de você, e isso vira a desculpa
perfeita para não fazer mais nada”, disse. “Claro que não aprendi isso tudo do dia para a noite. Fui melhorando um por cento por dia. Acordava e tentava.
Em dois anos, você acumula muito.”
Bushway e Banbury estavam em Austin para o Body Hacking Con, um evento sobre novas tecnologias para aumentar o potencial humano. Bushway contou que é muito
procurado para dar consultorias e testar novos aparelhos para cegos, mas ainda não encontrou nada melhor “que meu cérebro e minha bengala longa para viajar
pelas florestas de Belize ou pelos templos budistas da Tailândia”.
“O futuro é promissor. Mas as tecnologias de hoje costumam fazer bem uma coisa só, numa situação em particular, e a vida é muito mais fluida e dinâmica”,
disse. “Além disso, é preciso aprender e decodificar essas ferramentas novas, enquanto a ecolocalização é uma conexão humana natural.”
Frame The World’s Best Blind Mountain Biker
Foto do canal Foto do canal
Great Big Story
4,5 mi inscritos
The World’s Best Blind Mountain Biker
Mais
Reproduzir
fim do frame The World’s Best Blind Mountain Biker
Fonte:
Folha de São Paulo
mãos. Elas eram lideradas pelo educador
Brian Bushway,
um californiano bonachão de 36 anos e o único cego na turma.
Voluntários sem vendas ajudavam Bushway a controlar o grupo, evitando que alguém fosse parar no meio do trânsito. Mas era ele quem organizava a bagunça
e parava em lugares estratégicos, como se fosse um passeio turístico.
“Se vocês baterem palma ou estalarem a língua no céu da boca aqui, o que acham que há na frente de vocês?”, ele perguntou, após enfileirar todos na calçada,
de frente para um arranha-céu do outro lado da rua. Um quarteirão e uma escadaria depois, fez o mesmo num ambiente fechado de vidro.
Bushway queria mostrar as maravilhas da “
ecolocalização
”, uma técnica aparentemente simples (estalando a língua no céu da boca, estalando os dedos ou batendo palmas) que permite detectar imagens através de
ecos, uma habilidade conhecida entre golfinhos e morcegos.
Foi desenvolvendo essa técnica que Bushway virou o melhor ciclista de montanha cego do mundo, título dado por uma revista especializada no esporte, embora
ele seja rápido em lembrar que a concorrência é bem pequena. Ele também anda de skate e de patins, de preferência em locais que conhece, com outras pessoas
e com sua bengala longa.
Em trilhas, consegue diferenciar um arbusto de uma árvore. E numa exposição de arte, entende tamanhos de esculturas e até a diferença de suas superfícies.
“Todo ser humano tem capacidade de ver acusticamente, mas os cegos não são encorajados a usar isso, não faz parte do treinamento”, disse o californiano,
que ficou cego aos 14 anos e foi um dos primeiros estudantes de Daniel Kish, fundador da ONG World Access for the Blind, que desde 2000 divulga a técnica
pelo mundo para “liberar os cegos da tradicional dependência e isolamento”.
Nos últimos 20 anos, diversos estudos neurológicos demonstraram a capacidade do cérebro humano de decifrar sons em imagens. “Antes dos estudos, diziam
que algumas pessoas eram exceção à regra, eram melhores que outras [com a técnica], que não era para todo mundo. Hoje sabemos que é de fato uma percepção
natural do ser humano”, disse. “Acredito que temos mais sentidos do que os cinco sentidos.”
No grupo de não cegos a vagar por Austin, os estalos criavam uma estranha sinfonia, em conjunto com as varas de bambu que batiam nos pés alheios sem a
menor cerimônia. Para a canadense Tamara Banbury, 45, a experiência trouxe um profundo respeito pelos
deficientes visuais
que criam novas maneiras de sentir seus ambientes, além de uma nova apreciação de seus outros sentidos.
“Fiquei chocada de como o trânsito é barulhento quando estava de olhos vendados e depois, quando tirei a venda, o barulho meio que sumiu”, disse. “Não
acreditei que com tão pouco treinamento eu pude ouvir os ecos e ouvir as diferenças entre os prédios. Foi fascinante.”
Bushway explica que o barulho do estalo (seja língua ou dedos) não importa tanto quanto o eco que produz. “A informação de verdade está lá fora, seu foco
tem que estar no ambiente. Com o tempo, seu cérebro começa a entender e você desenvolve um vocabulário acústico”, explicou.
Bushway era um garoto bastante ativo quando perdeu a visão após sofrer atrofia do nervo óptico. Antes de subir numa
bicicleta
novamente, dois ou três anos depois, ele conta que o maior desafio não foi apenas acessar o mundo físico, mas também o mundo social.
“Assim que você pega na bengala tudo muda. As pessoas te prendem na caixa das baixas expectativas. Ninguém espera mais nada de você, e isso vira a desculpa
perfeita para não fazer mais nada”, disse. “Claro que não aprendi isso tudo do dia para a noite. Fui melhorando um por cento por dia. Acordava e tentava.
Em dois anos, você acumula muito.”
Bushway e Banbury estavam em Austin para o Body Hacking Con, um evento sobre novas tecnologias para aumentar o potencial humano. Bushway contou que é muito
procurado para dar consultorias e testar novos aparelhos para cegos, mas ainda não encontrou nada melhor “que meu cérebro e minha bengala longa para viajar
pelas florestas de Belize ou pelos templos budistas da Tailândia”.
“O futuro é promissor. Mas as tecnologias de hoje costumam fazer bem uma coisa só, numa situação em particular, e a vida é muito mais fluida e dinâmica”,
disse. “Além disso, é preciso aprender e decodificar essas ferramentas novas, enquanto a ecolocalização é uma conexão humana natural.”
Frame The World’s Best Blind Mountain Biker
Foto do canal Foto do canal
Great Big Story
4,5 mi inscritos
The World’s Best Blind Mountain Biker
Mais
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fim do frame The World’s Best Blind Mountain Biker
Fonte:
Folha de São Paulo
terça-feira, 10 de dezembro de 2019
Comissão de Assuntos Sociais aprova mudança que favorece beneficiários do BPC
Mara na comissão. Ela sorri atrás de um microfone enquanto há folhas de papel erguidas na sua frente.
A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) aprovou mudanças nas regras de concessão do Benefício de Prestação Continuada (BPC). O
PLS 55/1996,
do ex-senador Casildo Maldaner, eleva de um quarto para meio salário mínimo a renda per capta familiar para se ter direito ao auxílio.
O tema foi analisado na última reunião do colegiado, quarta-feira (20), quando a relatora, senadora Mara Gabrilli (PSDB-SP), rejeitou o
Substitutivo (SCD) 6/2018,
fruto das mudanças feitas pela Câmara dos Deputados no texto.
Mara defendeu a rejeição do substitutivo por entender que as modificações feitas acabaram prejudicando beneficiários do BPC: idosos e pessoas com deficiência
em situação de vulnerabilidade financeira.
O problema, segundo ela, é que os deputados deslocaram o valor de referência do BPC do salário mínimo para o menor benefício pago pela Previdência Social
e ainda eliminaram a menção de que o valor é devido àqueles beneficiários incapazes de prover sua subsistência.
“Embora, com boa intenção, o SCD inclua as pessoas com doença crônica grave entre os beneficiários, ao fazê-lo, muda a referência para pagamento, deixando
de ser o salário-mínimo e passando a ser o piso do salário de benefício da Previdência. Ora, esse piso é estabelecido por decreto presidencial, que atualmente
o definiu no mesmo valor do salário-mínimo. Não há, contudo, garantia de que tal equiparação continue no futuro”, explicou.
Tramitação
Com a rejeição do substitutivo, a relatora explicou que o PLS 55/1996 deveria ser enviado à sanção presidencial. Entretanto, por se tratar de um projeto
antigo, que ficou com parte da redação desatualizada, será enviado à Mesa do Senado para correções. A expressão “pessoa portadora de deficiência” será
substituída, por exemplo, por “pessoa com deficiência”.
Já o substitutivo que foi rejeitado aguarda agora a interposição de recurso. Conforme o artigo 254 do
Regimento Interno
do Senado, se houver apoio de 1/10 dos senadores, a proposta segue tramitando em vez de ser arquivada.
Fonte:
Agência Senado
logotipo Mara Gabrilli
A Comissão de Assuntos Sociais (CAS) aprovou mudanças nas regras de concessão do Benefício de Prestação Continuada (BPC). O
PLS 55/1996,
do ex-senador Casildo Maldaner, eleva de um quarto para meio salário mínimo a renda per capta familiar para se ter direito ao auxílio.
O tema foi analisado na última reunião do colegiado, quarta-feira (20), quando a relatora, senadora Mara Gabrilli (PSDB-SP), rejeitou o
Substitutivo (SCD) 6/2018,
fruto das mudanças feitas pela Câmara dos Deputados no texto.
Mara defendeu a rejeição do substitutivo por entender que as modificações feitas acabaram prejudicando beneficiários do BPC: idosos e pessoas com deficiência
em situação de vulnerabilidade financeira.
O problema, segundo ela, é que os deputados deslocaram o valor de referência do BPC do salário mínimo para o menor benefício pago pela Previdência Social
e ainda eliminaram a menção de que o valor é devido àqueles beneficiários incapazes de prover sua subsistência.
“Embora, com boa intenção, o SCD inclua as pessoas com doença crônica grave entre os beneficiários, ao fazê-lo, muda a referência para pagamento, deixando
de ser o salário-mínimo e passando a ser o piso do salário de benefício da Previdência. Ora, esse piso é estabelecido por decreto presidencial, que atualmente
o definiu no mesmo valor do salário-mínimo. Não há, contudo, garantia de que tal equiparação continue no futuro”, explicou.
Tramitação
Com a rejeição do substitutivo, a relatora explicou que o PLS 55/1996 deveria ser enviado à sanção presidencial. Entretanto, por se tratar de um projeto
antigo, que ficou com parte da redação desatualizada, será enviado à Mesa do Senado para correções. A expressão “pessoa portadora de deficiência” será
substituída, por exemplo, por “pessoa com deficiência”.
Já o substitutivo que foi rejeitado aguarda agora a interposição de recurso. Conforme o artigo 254 do
Regimento Interno
do Senado, se houver apoio de 1/10 dos senadores, a proposta segue tramitando em vez de ser arquivada.
Fonte:
Agência Senado
logotipo Mara Gabrilli
Prefeito que fizer plano diretor sem acessibilidade cometerá improbidade
Projeto de lei no Senado prevê penalidades ao gestor que não incluir programa de rotas acessíveis no Plano Diretor de seu município, esclarece Mara Gabrilli
neste artigo
O Brasil tem 5.570 municípios que abrigam perto de 46 milhões de pessoas com deficiência. Todas essas cidades têm incalculáveis calçadas por onde esse
público e toda a população precisa circular quando vai ao trabalho, às compras, à escola, ao lazer, enfim, quando sai de casa. Esses espaços, que chamamos
formalmente de passeio público, tem uma única função: possibilitar que os cidadãos possam ir e vir com liberdade e segurança.
Aliás, uma cidade que privilegie seus pedestres garante o direito de ir e vir de todo cidadão. Esse direito, que está previsto na Constituição Federal,
hoje é reforçado e delineado pela Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015), da qual fui relatora na Câmara dos Deputados
e que contou com uma grande participação da sociedade civil.
Como já mencionado aqui no Mobilize, a LBI alterou o Estatuto da Cidade (Lei nº 10.257/2001) para exigir da União, por iniciativa própria e em conjunto
com os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, a promoção da melhoria das condições das calçadas.
De acordo com essa mudança, todo Plano Diretor de cidades com mais de 20 mil habitantes deve conter um plano de rotas acessíveis “que disponha sobre os
passeios públicos a serem implantados ou reformados pelo poder público, com vistas a garantir acessibilidade da pessoa com deficiência ou com mobilidade
reduzida a todas as rotas e vias existentes, inclusive as que concentrem os focos geradores de maior circulação de pedestres, como os órgãos públicos e
os locais de prestação de serviços públicos e privados de saúde, educação, assistência social, esporte, cultura, correios e telégrafos, bancos, entre outros,
sempre que possível de maneira integrada com os sistemas de transporte coletivo de passageiros.”
O Plano Diretor Estratégico orienta o desenvolvimento da cidade na direção do equilíbrio social, ambiental e econômico, aumentando a qualidade de vida
da população. Esse Plano e/ou Código é elaborado pelo Executivo e aprovado pelo Legislativo, nas Câmaras Municipais.
Responsabilidade
Para reforçar a inclusão da acessibilidade nesse documento, protocolei recentemente no Senado o Projeto de Lei nº 5.554/2019, que estabelece uma penalidade
ao gestor municipal que não incluir o plano de rotas acessíveis no Plano Diretor do município. Nesse caso, o prefeito incorrerá em improbidade administrativa.
A responsabilidade pelas calçadas deve seguir a mesma lógica da obrigação dos municípios quanto aos postes de iluminação: a “entrega” do serviço no domicílio
não gera para o morador a responsabilidade pela sua conservação. Qualquer dano neste ou outro mobiliário urbano, bem como a pavimentação ou a calçada,
é exclusivamente de responsabilidade da Prefeitura.
Ter o Poder Público à frente da construção e reforma de calçadas vai de acordo com diretrizes já adotadas há décadas por metrópoles como Londres e Tóquio,
onde o passeio público é 100% acessível a todos os pedestres.
Já passou da hora de as prefeituras do Brasil assumirem o compromisso com a LBI e o direito de ir e vir de todos os cidadãos. Afinal, cabe à população
zelar pela mobilidade e pelo mobiliário urbano, mas a competência e a obrigação de garantir o bom funcionamento e a manutenção devem ser dos gestores municipais,
que a partir de agora não terão mais desculpas para não fazê-lo.
A calçada é uma política pública transversal. Ela passeia por várias outras áreas, como a saúde, o transporte, a segurança, o turismo.. . E o prefeito
que gere pensando no bem estar da população precisa ter isso no radar. Espaços bem cuidados refletem diretamente na saúde da população, no orçamento público
em geral e no cartão postal do nosso País.
Fonte:
http://www.mobilize.org.br/
neste artigo
O Brasil tem 5.570 municípios que abrigam perto de 46 milhões de pessoas com deficiência. Todas essas cidades têm incalculáveis calçadas por onde esse
público e toda a população precisa circular quando vai ao trabalho, às compras, à escola, ao lazer, enfim, quando sai de casa. Esses espaços, que chamamos
formalmente de passeio público, tem uma única função: possibilitar que os cidadãos possam ir e vir com liberdade e segurança.
Aliás, uma cidade que privilegie seus pedestres garante o direito de ir e vir de todo cidadão. Esse direito, que está previsto na Constituição Federal,
hoje é reforçado e delineado pela Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015), da qual fui relatora na Câmara dos Deputados
e que contou com uma grande participação da sociedade civil.
Como já mencionado aqui no Mobilize, a LBI alterou o Estatuto da Cidade (Lei nº 10.257/2001) para exigir da União, por iniciativa própria e em conjunto
com os Estados, o Distrito Federal e os Municípios, a promoção da melhoria das condições das calçadas.
De acordo com essa mudança, todo Plano Diretor de cidades com mais de 20 mil habitantes deve conter um plano de rotas acessíveis “que disponha sobre os
passeios públicos a serem implantados ou reformados pelo poder público, com vistas a garantir acessibilidade da pessoa com deficiência ou com mobilidade
reduzida a todas as rotas e vias existentes, inclusive as que concentrem os focos geradores de maior circulação de pedestres, como os órgãos públicos e
os locais de prestação de serviços públicos e privados de saúde, educação, assistência social, esporte, cultura, correios e telégrafos, bancos, entre outros,
sempre que possível de maneira integrada com os sistemas de transporte coletivo de passageiros.”
O Plano Diretor Estratégico orienta o desenvolvimento da cidade na direção do equilíbrio social, ambiental e econômico, aumentando a qualidade de vida
da população. Esse Plano e/ou Código é elaborado pelo Executivo e aprovado pelo Legislativo, nas Câmaras Municipais.
Responsabilidade
Para reforçar a inclusão da acessibilidade nesse documento, protocolei recentemente no Senado o Projeto de Lei nº 5.554/2019, que estabelece uma penalidade
ao gestor municipal que não incluir o plano de rotas acessíveis no Plano Diretor do município. Nesse caso, o prefeito incorrerá em improbidade administrativa.
A responsabilidade pelas calçadas deve seguir a mesma lógica da obrigação dos municípios quanto aos postes de iluminação: a “entrega” do serviço no domicílio
não gera para o morador a responsabilidade pela sua conservação. Qualquer dano neste ou outro mobiliário urbano, bem como a pavimentação ou a calçada,
é exclusivamente de responsabilidade da Prefeitura.
Ter o Poder Público à frente da construção e reforma de calçadas vai de acordo com diretrizes já adotadas há décadas por metrópoles como Londres e Tóquio,
onde o passeio público é 100% acessível a todos os pedestres.
Já passou da hora de as prefeituras do Brasil assumirem o compromisso com a LBI e o direito de ir e vir de todos os cidadãos. Afinal, cabe à população
zelar pela mobilidade e pelo mobiliário urbano, mas a competência e a obrigação de garantir o bom funcionamento e a manutenção devem ser dos gestores municipais,
que a partir de agora não terão mais desculpas para não fazê-lo.
A calçada é uma política pública transversal. Ela passeia por várias outras áreas, como a saúde, o transporte, a segurança, o turismo.. . E o prefeito
que gere pensando no bem estar da população precisa ter isso no radar. Espaços bem cuidados refletem diretamente na saúde da população, no orçamento público
em geral e no cartão postal do nosso País.
Fonte:
http://www.mobilize.org.br/
Grupo Tradicional De Inclusão Ao Teatro Monta Novo Espetáculo Sem Nenhum Apoio Financeiro
Em quase duas décadas formando mais de 600 pessoas com algum tipo de deficiência e sem nenhum apoio monetário, a Cia Teatral Olhos de Dentro continua sendo
um gesto de resistência de Inclusão pela arte
A cena é comum a todos nós. Uma vovó que compartilha com sua família lindas e interessantes histórias intercaladas com sábios conselhos, embalados pela
paciência, sabedoria, tolerância e amor. Inspirado em fábulas, esse é o enredo de “Matriarca”, novo espetáculo infantojuvenil da Cia Teatral Olhos de Dentro
– Um Exercício de Inclusão que estreia no próximo dia 24, às 14 horas no Teatro Ruth Escobar, em São Paulo.
“Desenvolvemos um trabalho voluntário, promovendo a inclusão de pessoas com deficiência às arte, pessoas com diferentes tipos de deficiências, como deficiências
múltiplas, síndrome de down, deficiente físico, visual, auditivo, entre outras, além de pessoas sem deficiência, porém com baixo poder aquisitivo“. Conta
Nina Mancin, diretora teatral e coordenadora do projeto.
Anualmente a Cia Teatral Olhos de Dentro monta um espetáculo com todos os alunos envolvidos, respeitando os limites de cada um de seus participantes, tendo
o Teatro Ruth Escobar como seu único apoiador, concedendo o espaço físico para as aulas e ensaios.
“Infelizmente, o projeto nunca contou com apoio financeiro para nossas montagens e nem para manutenção da Cia, o que é muito difícil, esse ano por exemplo
com um grupo de quase 30 pessoas e a maioria com deficiência” relada Nina que também assina a adaptação do texto.
“Matriarca” é mais uma dessa prova de amor pela arte e inclusão. E, sobretudo, da união. O espetáculo nasce da venda de rifas e chaveiros o que ajuda pouco
diante de tantos gastos que uma produção mínima requer. “São mais de 40 figurinos sem contar o cenário, a iluminação, os adereços, impressão de ingressos,
enfim o que estamos fazendo esse ano para montar o espetáculo é quase o impossível”.
Sobre a Cia
Há 17 anos a Cia Teatral Olhos De Dentro promove a formação e inclusão teatral de pessoas com deficiência, juntamente com pessoas sem deficiência, idosos
e crianças. E, por colocar todos juntos atuando no mesmo palco, posso afirmar com segurança que essa é a primeira Cia realmente inclusiva no sentido mais
puro da palavra!
Pessoas que não encontram espaço, aceitação e compreensão nos cursos tradicionais de teatro. E com mais de 650 pessoas que já passaram pela Cia, há muitos
relatos de casos que melhoraram sua autoestima e, consequentemente, a sua convivência e comunicação na escola e na vida como um todo pelos benefícios do
fazer artístico.
O ponto central que caracteriza este Projeto como uma Inclusão Social, é mesclar junto a elas pessoas sem nenhuma dessas deficiências, parceiros de aulas
e de palco. Através do Curso Livre de Teatro, são atendidas crianças, adolescentes e adultos com objetivo de integrá-los na área de artes cênicas, promovendo
e estimulando a convivência no meio teatral e na vida.
Serviço:
MATRIARCA – ESPETÁCULO INFANTOJUVENIL
Realização: Cia Teatral Olhos de Dentro – um exercício de inclusão
Adaptação e direção: Nina Mancin
Apresentações aos domingos
Teatro Ruth Escobar – sala Gil Vicente
Rua dos Ingleses, 209 – Bela Vista –SP
Tel: (11) 3289-2358
Dias: 24/11 – 01/12 – 08/12 – 15/12
Horário: 14:00 hs
Ingressos: 10,00 (pagamento só em dinheiro)
Vera Garcia
fonte deficiente ciente
um gesto de resistência de Inclusão pela arte
A cena é comum a todos nós. Uma vovó que compartilha com sua família lindas e interessantes histórias intercaladas com sábios conselhos, embalados pela
paciência, sabedoria, tolerância e amor. Inspirado em fábulas, esse é o enredo de “Matriarca”, novo espetáculo infantojuvenil da Cia Teatral Olhos de Dentro
– Um Exercício de Inclusão que estreia no próximo dia 24, às 14 horas no Teatro Ruth Escobar, em São Paulo.
“Desenvolvemos um trabalho voluntário, promovendo a inclusão de pessoas com deficiência às arte, pessoas com diferentes tipos de deficiências, como deficiências
múltiplas, síndrome de down, deficiente físico, visual, auditivo, entre outras, além de pessoas sem deficiência, porém com baixo poder aquisitivo“. Conta
Nina Mancin, diretora teatral e coordenadora do projeto.
Anualmente a Cia Teatral Olhos de Dentro monta um espetáculo com todos os alunos envolvidos, respeitando os limites de cada um de seus participantes, tendo
o Teatro Ruth Escobar como seu único apoiador, concedendo o espaço físico para as aulas e ensaios.
“Infelizmente, o projeto nunca contou com apoio financeiro para nossas montagens e nem para manutenção da Cia, o que é muito difícil, esse ano por exemplo
com um grupo de quase 30 pessoas e a maioria com deficiência” relada Nina que também assina a adaptação do texto.
“Matriarca” é mais uma dessa prova de amor pela arte e inclusão. E, sobretudo, da união. O espetáculo nasce da venda de rifas e chaveiros o que ajuda pouco
diante de tantos gastos que uma produção mínima requer. “São mais de 40 figurinos sem contar o cenário, a iluminação, os adereços, impressão de ingressos,
enfim o que estamos fazendo esse ano para montar o espetáculo é quase o impossível”.
Sobre a Cia
Há 17 anos a Cia Teatral Olhos De Dentro promove a formação e inclusão teatral de pessoas com deficiência, juntamente com pessoas sem deficiência, idosos
e crianças. E, por colocar todos juntos atuando no mesmo palco, posso afirmar com segurança que essa é a primeira Cia realmente inclusiva no sentido mais
puro da palavra!
Pessoas que não encontram espaço, aceitação e compreensão nos cursos tradicionais de teatro. E com mais de 650 pessoas que já passaram pela Cia, há muitos
relatos de casos que melhoraram sua autoestima e, consequentemente, a sua convivência e comunicação na escola e na vida como um todo pelos benefícios do
fazer artístico.
O ponto central que caracteriza este Projeto como uma Inclusão Social, é mesclar junto a elas pessoas sem nenhuma dessas deficiências, parceiros de aulas
e de palco. Através do Curso Livre de Teatro, são atendidas crianças, adolescentes e adultos com objetivo de integrá-los na área de artes cênicas, promovendo
e estimulando a convivência no meio teatral e na vida.
Serviço:
MATRIARCA – ESPETÁCULO INFANTOJUVENIL
Realização: Cia Teatral Olhos de Dentro – um exercício de inclusão
Adaptação e direção: Nina Mancin
Apresentações aos domingos
Teatro Ruth Escobar – sala Gil Vicente
Rua dos Ingleses, 209 – Bela Vista –SP
Tel: (11) 3289-2358
Dias: 24/11 – 01/12 – 08/12 – 15/12
Horário: 14:00 hs
Ingressos: 10,00 (pagamento só em dinheiro)
Vera Garcia
fonte deficiente ciente
segunda-feira, 9 de dezembro de 2019
Empreendedorismo se torna alternativa para pessoas com deficiência se inserirem no mercado de trabalho
Segundo Ministério do Trabalho, apenas 357 mil PCDs estão formalmente empregadas
De acordo com o censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil possui mais de 45 milhões de pessoas com deficiência. Porém,
dados do Ministério do Trabalho apontam que apenas 357 mil estão formalmente empregadas.
Diante dessa realidade – somada à praticidade trazida com as novas ferramentas de comunicação e o avanço do trabalho remoto –, parte dessa população tem
buscado o empreendedorismo como forma de ingressar no mercado de trabalho.
Segundo Fernando Dolabela e Cid Torquato, autores do livro “Empreendedorismo sem Fronteiras” (Alta Books), a vantagem de empreender está na possibilidade
de definir, com autonomia, o próprio ambiente de trabalho, incluindo rotina e tarefas, o que nem sempre é possível em um emprego formal. “O empreendedor
não é alguém especial e sim alguém que desenvolveu esse potencial, tal qual outros potenciais como falar, calcular, imaginar e correr. Empreendedor é aquele
que transforma inovando e gerando valor positivo para o coletivo, não somente para si”, defendem os autores.
Uma pesquisa realizada pelo Sebrae-SP aponta que o estado conta com cerca de 27% de empreendedores com alguma deficiência e, desse grupo, 94% realizam
suas atividades por conta própria e sem sócios. Entre os que buscaram esse caminho, estão Rafaela Ungaretti e Bill Balderaz, que, fazendo uso de tecnologias
assistivas, colocaram em prática seus projetos e empresas.
Para saber mais de suas histórias, acesse a
matéria completa no Dino Site externo.
FONTE: Dino / Terra
De acordo com o censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil possui mais de 45 milhões de pessoas com deficiência. Porém,
dados do Ministério do Trabalho apontam que apenas 357 mil estão formalmente empregadas.
Diante dessa realidade – somada à praticidade trazida com as novas ferramentas de comunicação e o avanço do trabalho remoto –, parte dessa população tem
buscado o empreendedorismo como forma de ingressar no mercado de trabalho.
Segundo Fernando Dolabela e Cid Torquato, autores do livro “Empreendedorismo sem Fronteiras” (Alta Books), a vantagem de empreender está na possibilidade
de definir, com autonomia, o próprio ambiente de trabalho, incluindo rotina e tarefas, o que nem sempre é possível em um emprego formal. “O empreendedor
não é alguém especial e sim alguém que desenvolveu esse potencial, tal qual outros potenciais como falar, calcular, imaginar e correr. Empreendedor é aquele
que transforma inovando e gerando valor positivo para o coletivo, não somente para si”, defendem os autores.
Uma pesquisa realizada pelo Sebrae-SP aponta que o estado conta com cerca de 27% de empreendedores com alguma deficiência e, desse grupo, 94% realizam
suas atividades por conta própria e sem sócios. Entre os que buscaram esse caminho, estão Rafaela Ungaretti e Bill Balderaz, que, fazendo uso de tecnologias
assistivas, colocaram em prática seus projetos e empresas.
Para saber mais de suas histórias, acesse a
matéria completa no Dino Site externo.
FONTE: Dino / Terra
Serviços da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania (SMDHC) contam com Postos de Atendimento da Central de Intermediação em Libras (CIL)
Saiba quais unidades já possuem a tecnologia que faz a intermediação entre munícipes surdos e serviços públicos
A Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania (SMDHC) recebeu Postos de Atendimento da Central de Intermediação em Libras (CIL) em vários serviços
da pasta, entre eles, os Centros de Cidadania LGBTI, de referência à Mulher, Ouvidoria e no Pólo Cultural para a Terceira Idade.
A CIL, administrada pela Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência (SMPED), é um serviço de intermediação Português/Libras, por meio de vídeo chamada,
que permite a comunicação entre pessoas com deficiência auditiva e servidores públicos. Com a instalação do sistema, os equipamentos municipais poderão
atender o público surdo e com deficiência auditiva com interpretação em tempo real.
“O objetivo da CIL é promover a autonomia das pessoas com deficiência auditiva”, explica o secretário municipal da Pessoa com Deficiência, Cid Torquato.
Ouvidoria de Direitos Humanos
O munícipe pode recorrer à Ouvidoria de Direitos Humanos para denunciar violações de direitos humanos fundamentais que decorra da ação ou omissão de agente
público da administração direta ou indireta, seja ela municipal, estadual ou federal, ou ainda da ação ou omissão de funcionário de organização da sociedade
civil parceira da Prefeitura de São Paulo.
Centros de Referência a Mulher (CRM)
Os Centros de Referência a Mulheres em Situação de Violência (CRMs) são unidades que oferecem às mulheres em situação de violência, atendimento psicológico,
social e jurídico. O atendimento inclui orientação por telefone para mulheres que precisem de apoio e agendamento de atendimento, prestação de serviço-referência
para o acompanhamento da questão da violência de gênero e para a realização dos encaminhamentos necessários a cada problema, orientação, capacitação e
formação de grupos de mulheres para o enfrentamento da violência sexual e doméstica e encaminhamento para hospitais da rede municipal para atendimento
de violência sexual e doméstica, inclusive nos casos de necessidade de cirurgia plástica reparadora.
Centros de Cidadania da Mulher (CCM)
Os Centros de Cidadania da Mulher são espaços de qualificação e formação em cidadania, nos quais mulheres de diferentes idades, raças e crenças podem se
organizar e defender seus direitos sociais, econômicos e culturais. Nestes espaços as mulheres também podem propor e participar de ações e projetos que
estimulem a implementação de políticas de igualdade com o objetivo de potencializar, por meio do controle social, os serviços públicos existentes para
atender às suas necessidades e de sua comunidade.
Centros de Cidadania LGBTI
Os Centros de Cidadania LGBTI (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Mulher Transexual, Homem Trans e Intersexual) desenvolvem ações permanentes de combate
à homofobia e respeito à diversidade sexual. Os Centros são uma iniciativa da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania, por meio da Coordenação
de Políticas para LGBTI, realizada em parceria com a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República. Os centros atuam a partir de dois eixos:
Defesa dos Direitos Humanos: atendimento a vítimas de violência, preconceito e discriminação. Prestação de apoio jurídico, psicológico e de serviço social,
com acompanhamento para realização de boletins de ocorrência e demais orientações. Promoção da Cidadania LGBTI: suporte e apoio aos serviços públicos municipais
da região central, por meio de mediação de conflitos, palestras e sensibilização de servidores. Realização de debates, palestras e seminários.
Pólo Cultural para a Terceira Idade
O Polo Cultural da Terceira Idade é um espaço de convivência, destinado a oferecer oficinas socioculturais, nos campos da cultura, lazer, esporte, educação
e saúde, para o estímulo, motivação e sensibilização da pessoa idosa no fortalecimento e integração social.
Confira os locais com as instalações da Central de Intermediação em Libras (CIL)
• SMDHC - Centro de Cid. LGBTI - Rua Visconde de Ouro Preto, 118
• SMDHC - Centro Casa Eliane de Grammont - Rua Dr. Bacelar, 20
• SMDHC - CCM 25 de Março - Rua Líbero Badaró, 137 - 4º andar
• SMDHC - Ouvidoria - Rua Dr. Falcão Filho, 99
• SMDHC - Centro Público Dir. Hum. - Rua Otto de Alencar, 270
• SMDHC - Pólo Cult. Do Idoso - Rua Teixeira Mendes, 262
• SMDHC - CCM Santo Amaro - Praça Salim Farah Maluf, s/nº
• SMDHC - CRM Maria de Lourdes Rodrigues - Rua Dr. Luís da Fonseca Galvão, 145
• SMDHC - Espaço Ouvidoria - Rua Dr. Falcão, 69
• SMDHC - Centro de Cidadania LGBTI – Laura Vermont - Av. Nordestina, 496
• SMDHC - Centro de Cidadania LGBTI – Luana Barbosa dos Reis - Rua Plínio Pasqui, 186
• SMDHC - Centro de Cidadania LGBTI – Edson Neris - Rua São Benedito, 408
• SMDHC - CRM - Centro de Referência da Mulher - Rua Sílvio Bueno Peruche, 538
Por Letícia Galatro
A Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania (SMDHC) recebeu Postos de Atendimento da Central de Intermediação em Libras (CIL) em vários serviços
da pasta, entre eles, os Centros de Cidadania LGBTI, de referência à Mulher, Ouvidoria e no Pólo Cultural para a Terceira Idade.
A CIL, administrada pela Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência (SMPED), é um serviço de intermediação Português/Libras, por meio de vídeo chamada,
que permite a comunicação entre pessoas com deficiência auditiva e servidores públicos. Com a instalação do sistema, os equipamentos municipais poderão
atender o público surdo e com deficiência auditiva com interpretação em tempo real.
“O objetivo da CIL é promover a autonomia das pessoas com deficiência auditiva”, explica o secretário municipal da Pessoa com Deficiência, Cid Torquato.
Ouvidoria de Direitos Humanos
O munícipe pode recorrer à Ouvidoria de Direitos Humanos para denunciar violações de direitos humanos fundamentais que decorra da ação ou omissão de agente
público da administração direta ou indireta, seja ela municipal, estadual ou federal, ou ainda da ação ou omissão de funcionário de organização da sociedade
civil parceira da Prefeitura de São Paulo.
Centros de Referência a Mulher (CRM)
Os Centros de Referência a Mulheres em Situação de Violência (CRMs) são unidades que oferecem às mulheres em situação de violência, atendimento psicológico,
social e jurídico. O atendimento inclui orientação por telefone para mulheres que precisem de apoio e agendamento de atendimento, prestação de serviço-referência
para o acompanhamento da questão da violência de gênero e para a realização dos encaminhamentos necessários a cada problema, orientação, capacitação e
formação de grupos de mulheres para o enfrentamento da violência sexual e doméstica e encaminhamento para hospitais da rede municipal para atendimento
de violência sexual e doméstica, inclusive nos casos de necessidade de cirurgia plástica reparadora.
Centros de Cidadania da Mulher (CCM)
Os Centros de Cidadania da Mulher são espaços de qualificação e formação em cidadania, nos quais mulheres de diferentes idades, raças e crenças podem se
organizar e defender seus direitos sociais, econômicos e culturais. Nestes espaços as mulheres também podem propor e participar de ações e projetos que
estimulem a implementação de políticas de igualdade com o objetivo de potencializar, por meio do controle social, os serviços públicos existentes para
atender às suas necessidades e de sua comunidade.
Centros de Cidadania LGBTI
Os Centros de Cidadania LGBTI (Lésbicas, Gays, Bissexuais, Travestis, Mulher Transexual, Homem Trans e Intersexual) desenvolvem ações permanentes de combate
à homofobia e respeito à diversidade sexual. Os Centros são uma iniciativa da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania, por meio da Coordenação
de Políticas para LGBTI, realizada em parceria com a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República. Os centros atuam a partir de dois eixos:
Defesa dos Direitos Humanos: atendimento a vítimas de violência, preconceito e discriminação. Prestação de apoio jurídico, psicológico e de serviço social,
com acompanhamento para realização de boletins de ocorrência e demais orientações. Promoção da Cidadania LGBTI: suporte e apoio aos serviços públicos municipais
da região central, por meio de mediação de conflitos, palestras e sensibilização de servidores. Realização de debates, palestras e seminários.
Pólo Cultural para a Terceira Idade
O Polo Cultural da Terceira Idade é um espaço de convivência, destinado a oferecer oficinas socioculturais, nos campos da cultura, lazer, esporte, educação
e saúde, para o estímulo, motivação e sensibilização da pessoa idosa no fortalecimento e integração social.
Confira os locais com as instalações da Central de Intermediação em Libras (CIL)
• SMDHC - Centro de Cid. LGBTI - Rua Visconde de Ouro Preto, 118
• SMDHC - Centro Casa Eliane de Grammont - Rua Dr. Bacelar, 20
• SMDHC - CCM 25 de Março - Rua Líbero Badaró, 137 - 4º andar
• SMDHC - Ouvidoria - Rua Dr. Falcão Filho, 99
• SMDHC - Centro Público Dir. Hum. - Rua Otto de Alencar, 270
• SMDHC - Pólo Cult. Do Idoso - Rua Teixeira Mendes, 262
• SMDHC - CCM Santo Amaro - Praça Salim Farah Maluf, s/nº
• SMDHC - CRM Maria de Lourdes Rodrigues - Rua Dr. Luís da Fonseca Galvão, 145
• SMDHC - Espaço Ouvidoria - Rua Dr. Falcão, 69
• SMDHC - Centro de Cidadania LGBTI – Laura Vermont - Av. Nordestina, 496
• SMDHC - Centro de Cidadania LGBTI – Luana Barbosa dos Reis - Rua Plínio Pasqui, 186
• SMDHC - Centro de Cidadania LGBTI – Edson Neris - Rua São Benedito, 408
• SMDHC - CRM - Centro de Referência da Mulher - Rua Sílvio Bueno Peruche, 538
Por Letícia Galatro
Apple patenteia óculos que pode ajudar pessoas com deficiência visual
Dispositivo que permitirá enxergar elementos obstruídos no campo de visão pode ser lançado em 2020
Tela preta com o logotipo da Apple, uma maçã mordida, em branco. Há uma barra de carregamento, indicando atualização
Uma nova patente registrada pela
Apple Site externo
no Escritório de Registros e Patentes dos Estados Unidos pode se tornar uma alternativa para pessoas com deficiência visual e outros problemas de visão.
Isso porque a empresa parece estar desenvolvendo uma tecnologia que permitiria uma pessoa enxergar elementos obstruídos no campo de visão.
A patente fala de uma tecnologia de “distorção de imagem”, que levaria em conta qualquer tipo de obstrução de visão que o usuário possa ter (como catarata,
por exemplo). Ao fazer uma análise do ambiente no campo de visão da câmera, processa a imagem captada pelos sensores contra a imagem vista pelo campo de
visão do olho obstruído. Aplicando assim uma “distorção” na região da obstrução que permite ao usuário enxergar todos os elementos do ambientes que estavam
sendo escondidos por essa obstrução. Ela também permitiria aplicar efeitos de zoom na imagem, o que a tornaria interessante até para quem possui a visão
perfeita.
Apesar de o registro da patente mostrar essa tecnologia sendo usado no que parece ser um smartphone ou tablet, o mais provável é que ela seja usada em
um futuro óculos de realidade aumentada (RA). O que de acordo com diversos analistas deverá ser lançado no mercado ainda no primeiro semestre de 2020.
Caso o futuro Apple Glass tenha mesmo essa tecnologia, ela pode se mostrar algo extremamente importante para pessoas com problemas visuais diversos que
não causam cegueira completa, mas influenciam na capacidade de ver o mundo.
Fonte:
Canaltech Site externo
Tela preta com o logotipo da Apple, uma maçã mordida, em branco. Há uma barra de carregamento, indicando atualização
Uma nova patente registrada pela
Apple Site externo
no Escritório de Registros e Patentes dos Estados Unidos pode se tornar uma alternativa para pessoas com deficiência visual e outros problemas de visão.
Isso porque a empresa parece estar desenvolvendo uma tecnologia que permitiria uma pessoa enxergar elementos obstruídos no campo de visão.
A patente fala de uma tecnologia de “distorção de imagem”, que levaria em conta qualquer tipo de obstrução de visão que o usuário possa ter (como catarata,
por exemplo). Ao fazer uma análise do ambiente no campo de visão da câmera, processa a imagem captada pelos sensores contra a imagem vista pelo campo de
visão do olho obstruído. Aplicando assim uma “distorção” na região da obstrução que permite ao usuário enxergar todos os elementos do ambientes que estavam
sendo escondidos por essa obstrução. Ela também permitiria aplicar efeitos de zoom na imagem, o que a tornaria interessante até para quem possui a visão
perfeita.
Apesar de o registro da patente mostrar essa tecnologia sendo usado no que parece ser um smartphone ou tablet, o mais provável é que ela seja usada em
um futuro óculos de realidade aumentada (RA). O que de acordo com diversos analistas deverá ser lançado no mercado ainda no primeiro semestre de 2020.
Caso o futuro Apple Glass tenha mesmo essa tecnologia, ela pode se mostrar algo extremamente importante para pessoas com problemas visuais diversos que
não causam cegueira completa, mas influenciam na capacidade de ver o mundo.
Fonte:
Canaltech Site externo
quarta-feira, 13 de novembro de 2019
Prefeitura de São Paulo lança Programa de Saúde para Mulheres com Deficiência e Cuidadoras
Os exames serão realizados via Programa ALÔ Mãe Paulistana através de ações regionalizadas em UBSs Acessíveis
Em comemoração ao mês do Outubro Rosa, a Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência (SMPED), em parceria com a
Secretaria Municipal da Saúde (SMS), lança programa que disponibilizará vagas, durante todos os meses, para atendimentos ginecológicos e de mamografia
para mulheres com deficiência e suas cuidadoras. Exames serão realizados via ALÔ Mãe Paulistana.
O objetivo é que ao menos duas UBSs de cada regional, ofereçam recursos de acessibilidade como mamógrafos e camas ginecológicas acessíveis para receber
essas pacientes, proporcionando um atendimento mais acolhedor e de qualidade. O agendamento dos exames será feito via ALÔ Mãe Paulistana pelo telefone
0800 200 0202. Ligando a paciente terá as informações dos locais acessíveis e poderá fazer seu agendamento na unidade indicada.
A equipe técnica da Comissão de Acessibilidade Permanente e Desenho Universal (CADU), da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência, tem acompanhado
a acessibilidade das UBSs, desde a entrada até as salas de atendimento.
Algumas UBSs já contam com outro serviço da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência, a CIL – Central de Intermediação em Libras, um serviço que
ajuda no atendimento ao munícipe surdo, que por meio de videochamada, tem a ajuda de um intérprete de Libras, que faz a mediação entre o munícipe e o servidor.
O serviço também pode ser baixado pelo aplicativo “CIL-SMPED” de forma gratuita e sem gastar o plano de dados do celular, independente de sua operadora.
Todos esses serviços servem para ampliar e melhorar o atendimento ao munícipe nos serviços de saúde municipais.
Sobre o Programa Alô Mãe
A Prefeitura de São Paulo, investe em bem estar para Gestantes e Crianças através da Central de Tele Atendimento na área de saúde, que conecta as mães
e suas famílias a um equipe de enfermeiros especializados em obstetrícia, prontos para oferecer orientações, atendimento de partos ou emergências.
O programa tem como foco o acompanhamento de gestantes e crianças até um ano de vida – em especial para aqueles com potenciais fatores de risco – que são
atendidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). No ato da inscrição, o programa identifica os casos que necessitam de monitoramento individualizado e define
um plano de acompanhamento conforme sua complexidade, com contatos semanais, mensais ou mais frequentes.
Mais Informações acesse:
https://alomae.prefeitura.sp.gov.br/
Unidades Básicas de Saúde Acessíveis:
CRS NORTE
• UBS Professora Maria Cecilia Donangelo (Ginecologia e Papanicolau)
Rua Rui Moraes do Apocalípse, nº 2 Jd. do Tiro
• UBS Pereira Barreto (Ginecologia e Papanicolau)
Rua Dom Manuel D'Elboux 76 Jardim São José – Pirituba
• Hospital Municipal Maternidade Escola de Vila Nova Cachoeirinha (referência para mamografia, ultrassonografia e colposcopia)
Av. Dep. Emílio Carlos, 3100 - Vila Nova Cachoeirinha
CRS OESTE
• UBS Jd. Edite (Avaliação ginecológica e papanicolau)
R. Charles Coulomb, 80 - Cidade Monções
• UBS Alto de Pinheiros (Referência para mamografia na CRS Oeste)
Av. Queiroz Filho, 313 - Centro
CRS SUDESTE
• UBS V Carrão Dr. Adhemar Monteiro Pacheco-SPDM
R. Dr. Jaci Barbosa, 280 - Vila Carrão.
• Hospital Dia Rede Hora Certa – Penha (Mamografia)
Praça Nossa Sra. da Penha, 55 - Penha de França
CRS LESTE:
• UBS Inácio Monteiro
Rua Inácio Monteiro, 3.002, Cidade Tiradentes na STS de Cidade Tiradentes.
• UBS Jardim Etelvina (Avaliação ginecológica e papanicolau)
Rua Manoel Teodoro Xavier, 138, Guaianazes na STS de Guaianazes.
Referência para mamografia na CRS Leste:
• Hospital Dia São Mateus: Rua Augusto Ferreira Ramos, 9, Jardim Tiete na STS de São Mateus.
• Hospital Dia São Miguel: Rua João Augusto de Moraes, 348, São Miguel Paulista na STS de São Miguel.
CRS CENTRO:
• Referência para mamografia: UNIDADE DE DIAGNÓSTICO POR IMAGEM SÉ: rua Frederico Alvarenga 259.
• Ambulatório PAISM - CEJAM
Rua Dr. Lund 41- Liberdade
Por Priscila Fonseca e Ciça Cordeiro
Em comemoração ao mês do Outubro Rosa, a Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência (SMPED), em parceria com a
Secretaria Municipal da Saúde (SMS), lança programa que disponibilizará vagas, durante todos os meses, para atendimentos ginecológicos e de mamografia
para mulheres com deficiência e suas cuidadoras. Exames serão realizados via ALÔ Mãe Paulistana.
O objetivo é que ao menos duas UBSs de cada regional, ofereçam recursos de acessibilidade como mamógrafos e camas ginecológicas acessíveis para receber
essas pacientes, proporcionando um atendimento mais acolhedor e de qualidade. O agendamento dos exames será feito via ALÔ Mãe Paulistana pelo telefone
0800 200 0202. Ligando a paciente terá as informações dos locais acessíveis e poderá fazer seu agendamento na unidade indicada.
A equipe técnica da Comissão de Acessibilidade Permanente e Desenho Universal (CADU), da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência, tem acompanhado
a acessibilidade das UBSs, desde a entrada até as salas de atendimento.
Algumas UBSs já contam com outro serviço da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência, a CIL – Central de Intermediação em Libras, um serviço que
ajuda no atendimento ao munícipe surdo, que por meio de videochamada, tem a ajuda de um intérprete de Libras, que faz a mediação entre o munícipe e o servidor.
O serviço também pode ser baixado pelo aplicativo “CIL-SMPED” de forma gratuita e sem gastar o plano de dados do celular, independente de sua operadora.
Todos esses serviços servem para ampliar e melhorar o atendimento ao munícipe nos serviços de saúde municipais.
Sobre o Programa Alô Mãe
A Prefeitura de São Paulo, investe em bem estar para Gestantes e Crianças através da Central de Tele Atendimento na área de saúde, que conecta as mães
e suas famílias a um equipe de enfermeiros especializados em obstetrícia, prontos para oferecer orientações, atendimento de partos ou emergências.
O programa tem como foco o acompanhamento de gestantes e crianças até um ano de vida – em especial para aqueles com potenciais fatores de risco – que são
atendidos pelo Sistema Único de Saúde (SUS). No ato da inscrição, o programa identifica os casos que necessitam de monitoramento individualizado e define
um plano de acompanhamento conforme sua complexidade, com contatos semanais, mensais ou mais frequentes.
Mais Informações acesse:
https://alomae.prefeitura.sp.gov.br/
Unidades Básicas de Saúde Acessíveis:
CRS NORTE
• UBS Professora Maria Cecilia Donangelo (Ginecologia e Papanicolau)
Rua Rui Moraes do Apocalípse, nº 2 Jd. do Tiro
• UBS Pereira Barreto (Ginecologia e Papanicolau)
Rua Dom Manuel D'Elboux 76 Jardim São José – Pirituba
• Hospital Municipal Maternidade Escola de Vila Nova Cachoeirinha (referência para mamografia, ultrassonografia e colposcopia)
Av. Dep. Emílio Carlos, 3100 - Vila Nova Cachoeirinha
CRS OESTE
• UBS Jd. Edite (Avaliação ginecológica e papanicolau)
R. Charles Coulomb, 80 - Cidade Monções
• UBS Alto de Pinheiros (Referência para mamografia na CRS Oeste)
Av. Queiroz Filho, 313 - Centro
CRS SUDESTE
• UBS V Carrão Dr. Adhemar Monteiro Pacheco-SPDM
R. Dr. Jaci Barbosa, 280 - Vila Carrão.
• Hospital Dia Rede Hora Certa – Penha (Mamografia)
Praça Nossa Sra. da Penha, 55 - Penha de França
CRS LESTE:
• UBS Inácio Monteiro
Rua Inácio Monteiro, 3.002, Cidade Tiradentes na STS de Cidade Tiradentes.
• UBS Jardim Etelvina (Avaliação ginecológica e papanicolau)
Rua Manoel Teodoro Xavier, 138, Guaianazes na STS de Guaianazes.
Referência para mamografia na CRS Leste:
• Hospital Dia São Mateus: Rua Augusto Ferreira Ramos, 9, Jardim Tiete na STS de São Mateus.
• Hospital Dia São Miguel: Rua João Augusto de Moraes, 348, São Miguel Paulista na STS de São Miguel.
CRS CENTRO:
• Referência para mamografia: UNIDADE DE DIAGNÓSTICO POR IMAGEM SÉ: rua Frederico Alvarenga 259.
• Ambulatório PAISM - CEJAM
Rua Dr. Lund 41- Liberdade
Por Priscila Fonseca e Ciça Cordeiro
MEC assina protocolo por mais salas de cinema acessíveis a surdos, cegos e autistas em todas as regiões do país
As sessões serão gratuitas e contarão com recursos como audiodescrição, Libras e legendas para surdos e ensurdecidos
O Ministério da Educação (MEC) assinou no dia 29 de outubro um protocolo de intenções para ampliar o número de salas de cinema acessíveis a pessoas com
deficiência no país. Para isso, a intenção é estabelecer parcerias com os estados. O protocolo foi assinado também pela Fundação Joaquim Nabuco, ligada
ao MEC.
O Distrito Federal será o primeiro a oferecer as sessões e, de acordo como MEC, servirá de modelo para os demais entes federados. As sessões serão gratuitas.
“Se a gente não tiver pessoas que se empenhem de corpo e alma pela causa, as pessoas com deficiência não vão conseguir se defender sozinhas. Elas não conseguem
se defender, precisa ter mão amiga, precisa ter sim uma parte da sociedade sensibilizada pela causa”, disse o ministro da Educação, Abraham Weintraub.
De acordo com a coordenadora do Cinema da Fundação Joaquim Nabuco, Ana Farache, o protocolo é baseado em projetos da Fundação já em andamento, o Alumiar
e o Índigo. O Alumiar é voltado para pessoas com deficiências sensoriais e exibe na sua programação regular filmes nacionais com três modalidades de acessibilidade
comunicacional: Audiodescrição para pessoas cegas ou com baixa visão; Língua Brasileira de Sinais (Libras) para pessoas surdas, e Legenda para Surdos e
Ensurdecidos.
Já o Índigo é voltado para crianças, jovens e adultos com necessidades específicas, tais como transtorno do espectro autista e síndrome de Down, e seus
familiares. A sala de cinema fica mais iluminada durante a sessão e o volume do som é reduzido.
“O Brasil tem mais de 40 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência, ou sensorial, ou física, e a cultura é direito de todos”, diz Ana. “O cinema
é muito representativo disso, mostra nossa cultura, nossa época. A experiência do cinema tem que ser compartilhada e vivenciada por um maior número de
pessoas”.
Segundo Ana, um dos maiores desafios é a formação de público. A intenção agora é oferecer sessões gratuitas para atrair mais pessoas para as salas de todo
o país.
A partir do ano que vem, a acessibilidade se torna obrigatória no cinema, como está previsto na Instrução Normativa 128/2016, da Agência Nacional do Cinema
(Ancine). A partir do dia 1º de janeiro de 2020, todas as salas de cinema do país serão obrigadas, sob pena de multa, a oferecer aparelhos de acessibilidade
para pessoas com deficiência visual e auditiva.
Fonte:
Agência Brasil Site externo
O Ministério da Educação (MEC) assinou no dia 29 de outubro um protocolo de intenções para ampliar o número de salas de cinema acessíveis a pessoas com
deficiência no país. Para isso, a intenção é estabelecer parcerias com os estados. O protocolo foi assinado também pela Fundação Joaquim Nabuco, ligada
ao MEC.
O Distrito Federal será o primeiro a oferecer as sessões e, de acordo como MEC, servirá de modelo para os demais entes federados. As sessões serão gratuitas.
“Se a gente não tiver pessoas que se empenhem de corpo e alma pela causa, as pessoas com deficiência não vão conseguir se defender sozinhas. Elas não conseguem
se defender, precisa ter mão amiga, precisa ter sim uma parte da sociedade sensibilizada pela causa”, disse o ministro da Educação, Abraham Weintraub.
De acordo com a coordenadora do Cinema da Fundação Joaquim Nabuco, Ana Farache, o protocolo é baseado em projetos da Fundação já em andamento, o Alumiar
e o Índigo. O Alumiar é voltado para pessoas com deficiências sensoriais e exibe na sua programação regular filmes nacionais com três modalidades de acessibilidade
comunicacional: Audiodescrição para pessoas cegas ou com baixa visão; Língua Brasileira de Sinais (Libras) para pessoas surdas, e Legenda para Surdos e
Ensurdecidos.
Já o Índigo é voltado para crianças, jovens e adultos com necessidades específicas, tais como transtorno do espectro autista e síndrome de Down, e seus
familiares. A sala de cinema fica mais iluminada durante a sessão e o volume do som é reduzido.
“O Brasil tem mais de 40 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência, ou sensorial, ou física, e a cultura é direito de todos”, diz Ana. “O cinema
é muito representativo disso, mostra nossa cultura, nossa época. A experiência do cinema tem que ser compartilhada e vivenciada por um maior número de
pessoas”.
Segundo Ana, um dos maiores desafios é a formação de público. A intenção agora é oferecer sessões gratuitas para atrair mais pessoas para as salas de todo
o país.
A partir do ano que vem, a acessibilidade se torna obrigatória no cinema, como está previsto na Instrução Normativa 128/2016, da Agência Nacional do Cinema
(Ancine). A partir do dia 1º de janeiro de 2020, todas as salas de cinema do país serão obrigadas, sob pena de multa, a oferecer aparelhos de acessibilidade
para pessoas com deficiência visual e auditiva.
Fonte:
Agência Brasil Site externo
Paraoficina Móvel faz manutenção gratuita em cadeiras de rodas, órteses e próteses
órteses e próteses ficam encostadas por conta de procedimentos simples, como a colocação de um velcro. Nesse sentido isso vai nos ajudar muito”, disse
a conselheira do Conselho da Pessoa com Deficiência, Maria de Fátima.
A van estará presente nos Mutirões nos Bairros, já a partir do próximo sábado (9), prestando atendimentos, além de levar orientações, informações e encaminhamentos
aos Centros Especializados de Reabilitação (CERs).
A Paraoficina Móvel conta com equipamentos, máquinas, ferramentas, peças de reposição e material para os reparos, com toda a operação feita pela AACD,
organização referência na reabilitação e habilitação de pessoas com deficiências físicas e necessidades neuro-ortopédicas. Atualmente, a associação conta
com cinco oficinas ortopédicas no Brasil, todas consagradas pela qualidade na fabricação de produtos ortopédicos.
“Esse projeto nos ajudará a ampliar os atendimentos que realizamos em São Paulo, beneficiando mais pessoas com deficiência física na cidade que necessitam
manter em bom estado os seus produtos ortopédicos”, diz Emanuel Toscano, Superintendente de Operações da AACD.
Segundo dados do IBGE, no município de São Paulo há 217 mil pessoas com deficiência física, destas 170.445 possuem grande dificuldade motora e 45.948 só
conseguem se locomover com algum tipo de tecnologia assistiva.
Para o Secretário Municipal da Pessoa com Deficiência, Cid Torquato, a iniciativa reforça o compromisso da Prefeitura de São Paulo de tornar a cidade um
modelo mundial em acessibilidade e inclusão: “É um modelo inovador. A cidade de São Paulo é referência mais uma vez. O projeto vai atender, principalmente,
pessoas de baixa renda, que contam com o poder público para garantir seus direitos, visando sempre melhora na qualidade de vida e autonomia”.
Como funcionará?
Os serviços contam com dois técnicos especializados em OPMs, em um veículo adaptado com mobiliário e equipamentos específicos. Os atendimentos serão realizados
prioritariamente nos Centros Especializados em Reabilitação (CERs), equipamentos de reabilitação da rede municipal de saúde.
A partir de 16 de novembro os Centros Especializados em Reabilitação (CERs) farão o agendamento das pessoas que precisam dos serviços nos dias previstos
do cronograma de visitas. No dia marcado, o munícipe deverá apresentar o cartão do SUS e documento RG ou outro documento com foto. As visitas serão realizadas
durante a semana, somente em dias úteis, quando poderão ser atendidas até 16 pessoas por dia, dependendo da complexidade do reparo.
O horário de atendimento será das 9h às 17h. Os serviços que não forem possíveis de realização na Paraoficina Móvel serão encaminhados para a Oficina Ortopédica
da AACD Ibirapuera.
As unidades de Saúde que realizarão os primeiros agendamentos serão:
Lista de 7 itens
• Campo Limpo – R. Gastão Raul Fourton Bousquet, 377;
• Parelheiros – Av. Senador Teotonio Vilela, 8.895;
• Tucuruvi – Av. Zaki Narchi, 357;
• São Miguel – Rua Professor Antonio Gama de Cerqueira, 347;
• Lapa – R. Catão, 420;
• Flavio Gianotti – R. Padre Marchetti, 557;
• CER Sé – Rua Frederico Alvarenga, 259 – 3º andar
fim da lista
Sobre a AACD
Fundada em 1950, a AACD possui uma infraestrutura completa dedicada à reabilitação e habilitação de pessoas com deficiências físicas e necessidades neuro-ortopédicas
– composta por um hospital ortopédico, nove unidades de reabilitação e cinco oficinas para fabricação de produtos ortopédicos. Anualmente, realiza cerca
de 800 mil atendimentos especializados para pacientes de todas as idades, via SUS, particular e convênios. Conta ainda com as áreas de Ensino e Pesquisa,
que dissemina os conhecimentos adquiridos ao longo de sua história aos profissionais de todo o País, e com a inclusão escolar e esportiva, que contribuem
para a inclusão da pessoa com deficiência. Acesse:
aacd.org.br
Serviço: Atendimento no Mutirão no Bairro do Itaim Paulista
Data: 9 de novembro - Sábado
Horário: 9h às 15h
Local: Mutirão Itaim Paulista
van estacionada na entrada da Prefeitura de São Paulo.
interior da van com mesas, armários e equipamentos, ferramentas para manutenção das próteses, órteses e cadeiras de rodas.
interior da van com mesas, armários e equipamentos, ferramentas para manutenção das próteses, órteses e cadeiras de rodas.
Carol Santos e técnico da AACD. Ele coloca a prótese arrumada na perna esquerda da Carol, que está sentada em uma cadeira.
técnico concerta uma das próteses da perna da Carol.
Secretário Cid Torquato, Carol Santos e técnico da AACD.
técnico da AACD arruma uma cadeira de rodas.
mais de dez pessoas na foto. Entre elas, em frente da van, o secretário municipal da SMPED, Cid Torquato e o presidente da AACD.
mais de dez pessoas foto. Entre elas, em frente da van, o secretário municipal da SMPED, Cid Torquato e o presidente da AACD.
Créditos: Fábio Nunes - Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência
fonte s m p e d
a conselheira do Conselho da Pessoa com Deficiência, Maria de Fátima.
A van estará presente nos Mutirões nos Bairros, já a partir do próximo sábado (9), prestando atendimentos, além de levar orientações, informações e encaminhamentos
aos Centros Especializados de Reabilitação (CERs).
A Paraoficina Móvel conta com equipamentos, máquinas, ferramentas, peças de reposição e material para os reparos, com toda a operação feita pela AACD,
organização referência na reabilitação e habilitação de pessoas com deficiências físicas e necessidades neuro-ortopédicas. Atualmente, a associação conta
com cinco oficinas ortopédicas no Brasil, todas consagradas pela qualidade na fabricação de produtos ortopédicos.
“Esse projeto nos ajudará a ampliar os atendimentos que realizamos em São Paulo, beneficiando mais pessoas com deficiência física na cidade que necessitam
manter em bom estado os seus produtos ortopédicos”, diz Emanuel Toscano, Superintendente de Operações da AACD.
Segundo dados do IBGE, no município de São Paulo há 217 mil pessoas com deficiência física, destas 170.445 possuem grande dificuldade motora e 45.948 só
conseguem se locomover com algum tipo de tecnologia assistiva.
Para o Secretário Municipal da Pessoa com Deficiência, Cid Torquato, a iniciativa reforça o compromisso da Prefeitura de São Paulo de tornar a cidade um
modelo mundial em acessibilidade e inclusão: “É um modelo inovador. A cidade de São Paulo é referência mais uma vez. O projeto vai atender, principalmente,
pessoas de baixa renda, que contam com o poder público para garantir seus direitos, visando sempre melhora na qualidade de vida e autonomia”.
Como funcionará?
Os serviços contam com dois técnicos especializados em OPMs, em um veículo adaptado com mobiliário e equipamentos específicos. Os atendimentos serão realizados
prioritariamente nos Centros Especializados em Reabilitação (CERs), equipamentos de reabilitação da rede municipal de saúde.
A partir de 16 de novembro os Centros Especializados em Reabilitação (CERs) farão o agendamento das pessoas que precisam dos serviços nos dias previstos
do cronograma de visitas. No dia marcado, o munícipe deverá apresentar o cartão do SUS e documento RG ou outro documento com foto. As visitas serão realizadas
durante a semana, somente em dias úteis, quando poderão ser atendidas até 16 pessoas por dia, dependendo da complexidade do reparo.
O horário de atendimento será das 9h às 17h. Os serviços que não forem possíveis de realização na Paraoficina Móvel serão encaminhados para a Oficina Ortopédica
da AACD Ibirapuera.
As unidades de Saúde que realizarão os primeiros agendamentos serão:
Lista de 7 itens
• Campo Limpo – R. Gastão Raul Fourton Bousquet, 377;
• Parelheiros – Av. Senador Teotonio Vilela, 8.895;
• Tucuruvi – Av. Zaki Narchi, 357;
• São Miguel – Rua Professor Antonio Gama de Cerqueira, 347;
• Lapa – R. Catão, 420;
• Flavio Gianotti – R. Padre Marchetti, 557;
• CER Sé – Rua Frederico Alvarenga, 259 – 3º andar
fim da lista
Sobre a AACD
Fundada em 1950, a AACD possui uma infraestrutura completa dedicada à reabilitação e habilitação de pessoas com deficiências físicas e necessidades neuro-ortopédicas
– composta por um hospital ortopédico, nove unidades de reabilitação e cinco oficinas para fabricação de produtos ortopédicos. Anualmente, realiza cerca
de 800 mil atendimentos especializados para pacientes de todas as idades, via SUS, particular e convênios. Conta ainda com as áreas de Ensino e Pesquisa,
que dissemina os conhecimentos adquiridos ao longo de sua história aos profissionais de todo o País, e com a inclusão escolar e esportiva, que contribuem
para a inclusão da pessoa com deficiência. Acesse:
aacd.org.br
Serviço: Atendimento no Mutirão no Bairro do Itaim Paulista
Data: 9 de novembro - Sábado
Horário: 9h às 15h
Local: Mutirão Itaim Paulista
van estacionada na entrada da Prefeitura de São Paulo.
interior da van com mesas, armários e equipamentos, ferramentas para manutenção das próteses, órteses e cadeiras de rodas.
interior da van com mesas, armários e equipamentos, ferramentas para manutenção das próteses, órteses e cadeiras de rodas.
Carol Santos e técnico da AACD. Ele coloca a prótese arrumada na perna esquerda da Carol, que está sentada em uma cadeira.
técnico concerta uma das próteses da perna da Carol.
Secretário Cid Torquato, Carol Santos e técnico da AACD.
técnico da AACD arruma uma cadeira de rodas.
mais de dez pessoas na foto. Entre elas, em frente da van, o secretário municipal da SMPED, Cid Torquato e o presidente da AACD.
mais de dez pessoas foto. Entre elas, em frente da van, o secretário municipal da SMPED, Cid Torquato e o presidente da AACD.
Créditos: Fábio Nunes - Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência
fonte s m p e d
sábado, 2 de novembro de 2019
Aplicativo de transporte particular gera inclusão e renda para deficientes auditivos
Início do grupo A 99 tem em seus valores viver e respeitar a diversidade (Foto: Divulgação/99)
A 99 tem em seus valores viver e respeitar a diversidade (Foto: Divulgação/99)
Fim do grupo
A 99 criou identificações personalizadas que estão dentro e fora dos carros destes motoristas
Para promover a inclusão, a 99 criou identificações personalizadas que estão dentro e fora dos carros destes motoristas. Eles recebem adesivos internos,
cabide de retrovisor e encosto de cabeça com as frases ‘Motorista Deficiente Auditivo. Sinalize para conversar comigo’ e ‘Converse comigo por mensagem’.
O objetivo desta ação é facilitar a comunicação entre o passageiro e o condutor e surgiu após a empresa identificar o comportamento de alguns passageiros
que não sabiam que o condutor era uma pessoa surda. O IBGE estima que existam mais de 10 milhões de pessoas surdas no País.
“Começamos a perceber que as pessoas falavam, tentavam interagir com o motorista e, por não obter resposta, faziam uma avaliação negativa da corrida ou
mesmo se sentiam pouco acolhidas. E, claramente, não queremos proporcionar uma experiência ruim para o passageiro e muito menos para o motorista. A 99
tem em seus valores viver e respeitar a diversidade, por isso adotamos esta nova política”, explica Pedro Gomes, gerente regional da 99 para o Rio de Janeiro,
Norte e Nordeste.
Início do grupo O IBGE estima que existam mais de 10 milhões de pessoas surdas no País (Foto: Divulgação/99)
O IBGE estima que existam mais de 10 milhões de pessoas surdas no País (Foto: Divulgação/99)
Fim do grupo
Fonte:
https://d24am.com
A 99 tem em seus valores viver e respeitar a diversidade (Foto: Divulgação/99)
Fim do grupo
A 99 criou identificações personalizadas que estão dentro e fora dos carros destes motoristas
Para promover a inclusão, a 99 criou identificações personalizadas que estão dentro e fora dos carros destes motoristas. Eles recebem adesivos internos,
cabide de retrovisor e encosto de cabeça com as frases ‘Motorista Deficiente Auditivo. Sinalize para conversar comigo’ e ‘Converse comigo por mensagem’.
O objetivo desta ação é facilitar a comunicação entre o passageiro e o condutor e surgiu após a empresa identificar o comportamento de alguns passageiros
que não sabiam que o condutor era uma pessoa surda. O IBGE estima que existam mais de 10 milhões de pessoas surdas no País.
“Começamos a perceber que as pessoas falavam, tentavam interagir com o motorista e, por não obter resposta, faziam uma avaliação negativa da corrida ou
mesmo se sentiam pouco acolhidas. E, claramente, não queremos proporcionar uma experiência ruim para o passageiro e muito menos para o motorista. A 99
tem em seus valores viver e respeitar a diversidade, por isso adotamos esta nova política”, explica Pedro Gomes, gerente regional da 99 para o Rio de Janeiro,
Norte e Nordeste.
Início do grupo O IBGE estima que existam mais de 10 milhões de pessoas surdas no País (Foto: Divulgação/99)
O IBGE estima que existam mais de 10 milhões de pessoas surdas no País (Foto: Divulgação/99)
Fim do grupo
Fonte:
https://d24am.com
IAMSPE de São Paulo recebe exposição do Memorial da Inclusão sobre luta das pessoas com deficiência
Casal com deficiência visual reaprende a viver e se adapta a nova realidade
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