domingo, 13 de abril de 2014

Tecttum e Tagarellas abrem inscrições para a primeira oficina do projeto Descobrindo a audiodescrição

Aulas do módulo Introdução à audiodescrição serão em cinco encontros em abril, na Casa Duplan, em Porto Alegre/RS da Redação Estão abertas as inscrições para a oficina Introdução à audiodescrição, que ocorre em abril, em Porto Alegre/RS. A atividade é promovida pela Tecttum Design e será ministrada pela equipe da Tagarellas Audiodescrição ao longo de cinco encontros, nos dias 15, 16, 22, 24 e 29, sempre das 19h às 22h, na sede da Tecttum, a Casa Duplan (Rua Professor Duplan, 146 – Rio Branco – Porto Alegre). O investimento é de R$ 150 e as vagas são limitadas. As inscrições podem ser feitas pelo e-mail info@tecttumdesign.com.br ou fone (51) 9981.3717. A atividade corresponde ao primeiro módulo do projeto Descobrindo a audiodescrição, composto por oficinas que deverão ministradas durante 2014. Os próximos módulos serão focados em alguns dos incontáveis produtos e eventos que podem ser audiodescritos, como publicações impressas; eventos sociais, acadêmicos e profissionais; espetáculos de teatro e dança; shows e clipes musicais; filmes e exposições de artes visuais. A oficina Introdução à audiodescrição será uma oportunidade para quem ainda não teve contato com o recurso entender, na prática, como é possível tornar qualquer produto cultural, evento ou serviço acessível a pessoas cegas ou com baixa visão. Serão apresentadas noções básicas sobre roteiro, narração e consultoria em audiodescrição, além de exemplos da aplicação do recurso a produtos culturais. O público-alvo é composto por estudantes, professores, artistas, cineastas, produtores culturais, comunicadores, gestores, profissionais que atuam ou pretendem atuar com acessibilidade e demais interessados. Os ministrantes são Kemi Oshiro (jornalista, mestranda em Cinema pela Universidade Pompeu Fabra, audiodescritora roteirista e narradora), Marcia Caspary (locutora, atriz, audiodescritora roteirista e narradora), Mariana Baierle (jornalista, mestre em Letras pela UFRGS e audiodescritora consultora) e Mimi Aragón (publicitária, audiodescritora roteirista e produtora). SERVIÇO: O quê: Oficina Introdução à audiodescrição, primeiro módulo do projeto Descobrindo a audiodescrição. Carga horária: 15 horas/aula, divididas em cinco encontros. Datas: 15 (3ªf), 16 (4ªf), 22 (3ªf), 24 (5ªf) e 29 (3ªf) de abril, das 19h às 22h. Local: Casa Duplan (Rua Professor Duplan, 146 – Bairro Rio Branco – Porto Alegre/RS). Inscrições: info@tecttumdesign.com.br ou fone (51) 9981.3717. Investimento: R$ 150,00. Pagamento via depósito bancário (dados fornecidos no momento da inscrição). fonte:Tagarellas Comunicação

sábado, 12 de abril de 2014

Paixão de Cristo com acesso para pessoas com deficiência

O Governo do Estado, por meio das secretarias de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos, e a de Turismo, desenvolve durante a Semana Santa o projeto “Paixão com Direitos Humanos”. O objetivo é promover acessibilidade no espetáculo da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém. Além disso, técnicos de assistência social da Gerência de Proteção Social Especial de Média Complexidade vão atuar no combate ao abuso sexual e exploração de crianças e adolescentes e ao trabalho infantil. Pela quarta vez a encenação no maior teatro ao ar livre do mundo garante a acessibilidade para as pessoas com deficiência. Durante os espetáculos dos próximos dias 13, 14 e 15, intérpretes de Libras e áudio descritores estarão possibilitando o entendimento da encenação a surdos e pessoas com deficiência visual. O secretário Estadual de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos, Bernardo D’Almeida, também, informou que uma equipe que vai se deslocar até Nova Jerusalém está recebendo capacitação para trabalhar na locomoção das pessoas com deficiência ou de idosos que tenham dificuldade de acompanhar as cenas do espetáculo. Toda a ação é coordenada pela Secretaria Executiva de Justiça e Direitos Humanos, por meio da Superintendência Estadual de Apoio à Pessoa com Deficiência – SEAD. Vale ressaltar que serão disponibilizados 10 ingressos para pessoas surdas, 10 para pessoas com deficiência física, a mesma quantidade para pessoas com deficiência intelectual e 20 para pessoas cegas. A Sociedade Teatral Fazenda Nova, por sua vez, disponibilizou 150 convites que serão distribuídos entre pessoas com deficiência. As inscrições para conseguir os ingressos podem ser feitas por meio da Ouvidoria de Direitos Humanos, pelo telefone 0800.081.4421. Já as pessoas com deficiência auditiva podem se inscrever pelo e-mail ouvidoria@sedsdh.pe.gov.br. fontehttp://www.cepe.com.br/

Deficientes visuais denunciam maus tratos

Dificuldades para conseguir laudos médicos e até mesmo para andar de coletivo urbano sem pagar passagem são problemas que têm tirado o sossego e mexido com a dignidade de deficientes visuais em Marabá, sudeste do Estado. da Redação Quem denuncia é Nacélio Souza, presidente da Associação dos Deficientes Visuais de Marabá (Adevismar), que tem 35 associados. Ele conta que as pessoas cegas não conseguem passe livre, nem VT Card para transporte coletivo, ou laudo médico para ter direito a cota em concursos públicos. Nesse caso isso ocorre porque o município, segundo ele, cancelou convênio que existia desde 2010 com uma clínica particular que fornecia os laudos, mas hoje não atende mais. Para conseguir o documento, os interessados precisam pagar consultas que variam entre R$ 200e R$ 300, valor considerado alto, até porque a maioria dos deficientes visuais (pra não dizer quase todos) não tem emprego. Porém, esse não é o maior problema dessa parcela da sociedade. Paulo Souza Madeiro, que também é cego, relatou que tem passado por constrangimento no transporte coletivo e, por duas vezes, teve de ouvir palavras de baixo calão proferidas por um motorista de ônibus, que o chamou de “palhaço” e de “safado”, simplesmente porque ele fez valer o direito de não pagar passagem. RESPOSTAS No caso dos exames de vista para emissão de laudo médico, o próprio secretário municipal de Saúde, Nagib Mutran Neto, disse que o município teve problemas porque o último profissional credenciado para fazer o trabalho não deu continuidade ao acordo com a Prefeitura. Nagibinho afirma que já conseguiu resolver o impasse, com ajuda do Ministério Público, e garantiu que os deficientes visuais podem procurar a Secretaria de Saúde para dar entrada nos laudos. Com relação ao transporte coletivo urbano, a situação é um pouco mais complicada. As empresas ainda não se posicionaram sobre as denúncias. A Adevismar já identificou os veículos em que isso ocorreu (por meio de placa e de numeração) e afirma que vai procurar o Ministério Público para denunciar o caso. fonte:diario on line

Aplicativo de celular pode salvar milhões de pessoas pobres da cegueira

O “oculista de bolso” permite que exames oftalmológicos sejam realizados em qualquer lugar na Terra. Frame c52803fa icon/criteo_policy_15x15 Fim do frame c52803fa Pessoas com praticamente nenhum treinamento para realizar exames oftalmológicos conseguem fazer isso por meio deste aplicativo. Milhões de pessoas pobres em todo o mundo podem agora ser salvas da cegueira graças a um novo aplicativo de celular. Os cientistas criaram o Portable Eye Exame Kit (PEEK), que são dados que podem ser transferidos para um smartphone e usados para executar testes básicos de vista. Os resultados podem ser salvos no telefone e enviados por e-mail para os médicos, que podem analisá-los corretamente. O aplicativo inovador está sendo testado em 5.000 pessoas no Quênia, e os desenvolvedores esperam que isso possa ajudar a tratar as milhões de pessoas em risco de se tornarem parcialmente cegas ou deficientes visuais. O sistema ainda está sendo usado por equipes na Antártida. A Organização Mundial de Saúde diz que 285 milhões de pessoas são cegas ou tem alguma deficiência visual, e que 90% dos doentes vivem em países de baixa renda. No entanto, o que eles também acreditam que quatro em cada cinco casos poderiam ser evitados ou curados. Cientistas da London School of Hygiene and Tropical Medicine, que desenvolveu o aplicativo, têm trabalhado pesquisas em 10 escolas quenianas e em uma série de aldeias. Um porta-voz do projeto disse: "Nós pensamos sobre a redefinição da simplicidade desse aplicativo com a nossa gama de testes de acuidade visual para telefone. Estamos produzindo alguns novos testes inovadores para trazer inovações sobre a distinção de cores e contrastes. Muitas crianças não vão muito bem na escola devido a problemas de visão não diagnosticados, que, quando corrigido, lhes dá uma maior oportunidade de desenvolver seu potencial”. A pesquisa traz informações de que o sistema PEEK é acessível, fácil de usar, em detrimento do equipamento hospitalar, que custa mais de R$ 400 mil e requer uma equipe de 15 pessoas treinadas para operar. O uso do aplicativo em adultos ainda está em análise, mas os primeiros resultados sugerem que ele é eficaz em coletar problemas de visão. O aplicativo de smartphone usa uma sequência de letras decrescente com um teste básico de visão e usa a lanterna da câmera para iluminar o fundo do olho e a retina, verificando se há alguma doença. Richard Meddings, o presidente do “Seeing is believing” do Standard Chartered, disse: "O desenvolvimento de métodos eficazes para a triagem de crianças na escola é um desafio chave para eliminar a cegueira evitável”. As imagens são classificadas e os pacientes diagnosticados, seja por meio de um processo automatizado ou através do envio de imagens digitais para uma rede de especialistas em todo o mundo. O PEEK pode diagnosticar cegueira, deficiência visual, catarata, glaucoma, degeneração macular, retinopatia diabética e outras doenças nervosas. Ele também pode identificar indicadores cruciais de tumores e hemorragias cerebrais. O sistema armazena as informações de contato, dados de GPS para cada paciente e usa o Google Maps para o acompanhamento e tratamento de pacientes. >>>Espalhe esta matéria para seus amigos no facebook, twitter ou orkut! fonte:jornal ciencias

sexta-feira, 11 de abril de 2014

IBM apresenta na Reatech 2014 aplicativo que mapeia a acessibilidade urbana no Brasil

Desenvolvido em parceria com a AACD, app permite que cidadãos registrem problemas nas ruas que limitem o trânsito de pessoas com deficiência da Redação apresentará tecnologia especialmente desenvolvida para realizar um levantamento da acessibilidade das ruas brasileiras durante Reatech 2014 (XIII Feira Internacional de Tecnologias em Reabilitação, Inclusão e Acessibilidade), de 10 a 13 de abril, no Centro de Exposições Imigrantes, em São Paulo. Feito em parceria com a AACD - Associação de Assistência à Criança Deficiente, o aplicativo Rota Acessível pode ser baixado gratuitamente na App Store e Play Store. A solução desenvolvida pelo Laboratório de Pesquisas da IBM Brasil possui georeferenciamento, que permite a localização automática do usuário no momento em que ele usa o aplicativo. De maneira rápida, o cidadão seleciona a área na qual ele pretende cadastrar seu relato: localização, disponibilidade e conservação de vagas especiais, além de condições das calçadas, faixas de pedestres, guia rebaixada, iluminação pública, semáforo de pedestres e presença de sinalizações tátil e visual. Após selecionar o tópico, basta adicionar uma foto para possibilitar a visualização da informação, comprovando os dados incluídos no aplicativo. Todos os usuários terão acesso aos dados inseridos no aplicativo Rota Acessível, podendo acompanhar a evolução e os gráficos gerados pela ferramenta. Foram utilizadas tecnologias de mobilidade, análise de dados e colaboração para disponibilizar mais inteligência e informação às cidades e à sociedade. Todas estas soluções associadas permitirão um levantamento assertivo e confiável, que estará disponível para a consulta de todos. A iniciativa faz parte do conceito de Cidades Conscientes, que conta com a colaboração da população para tornar as cidades mais inteligentes. “Desenvolvemos esta tecnologia em parceria com a AACD para viabilizar um levantamento amplo de mapeamento das ruas, para que os brasileiros possam ter acesso a informações assertivas com relação à acessibilidade e sinalização. Com isso pretendemos engajar a população no exercício da cidadania, assim como prover informação às pessoas que necessitam de soluções de acessibilidade, ajudando-as a escolherem os melhores caminhos”, explica Sergio Borger, gerente de Sistemas de Engajamento do Laboratório de Pesquisas da IBM Brasil. A iniciativa já está disponível para todas as cidades do Brasil, para que todo cidadão possa participar do estudo, colaborando com o mapeamento de todo o território nacional. fonte:TiBahia

 ACSC promove inclusão de pessoas com deficiência

Associação Congregação de Santa Catarina apresenta seu programa institucional de inclusão durante a XIII Reatech. Interessados em trabalhar na instituição também poderão se candidatar durante a feira Mariana Cremonini Há três anos e meio, Victor Fernandes, 22 anos, trabalha como auxiliar operacional na Unidade Básica de Saúde (UBS) São Jorge, na zona Sul de São Paulo. A história dele poderia ser igual a de qualquer outro jovem no Brasil, não fosse uma particularidade. Ele tem deficiência visual desde o nascimento. Victor é parte de um grupo de aproximadamente 500 profissionais com deficiência, que atua nas Casas administradas pela Associação Congregação de Santa Catarina (ACSC), entidade filantrópica presente em sete estados brasileiros, que atua nas áreas da saúde, educação e assistência social. A UBS em que ele trabalha, tem a administração centralizada na OS-Santa Catarina, organização social de saúde gerida pela ACSC, que gerencia sete tipos de serviços municipais na região sul de São Paulo, em parceria com a Prefeitura. Pelo segundo ano consecutivo, a ACSC participa da XIII Feira Internacional de Reabilitação, Inclusão, Acessibilidade e Paradesporto (Reatech) com o objetivo de apresentar o seu programa institucional de inclusão. Além disso, durante os quatro dias de evento, a instituição fará o cadastro de pessoas com deficiência interessadas em trabalhar na entidade. Considerado o maior evento do país no segmento de reabilitação, inclusão e acessibilidade, a Reatech acontece entre 10 e 13 de abril, no Centro de Exposição Imigrantes. "A identificação de talentos entre profissionais com deficiência é parte constante do nosso trabalho e está diretamente relacionado aos valores da instituição", revela Elizabeth Leonetti, Gerente Corporativa de Gestão de Pessoas da ACSC. Esses valores fazem parte da rotina de Victor Fernandes. "Aqui não me tratam como uma pessoa com deficiência. Sou um profissional como qualquer outro", afirma. Além disso, ele destaca o fato de sempre ser incentivado a desenvolver seu potencial. A experiência também é vivenciada por Gabriela Prado, 32 anos, auxiliar operacional na OS-Santa Catarina. Ela tem deficiência auditiva e entrou na Casa há seis anos, através de processo seletivo. Gabriela garante que as dificuldades são superadas cotidianamente com apoio da família e dos colegas e deixa um recado para pessoas com deficiência que ainda estão fora do mercado de trabalho: "Temos que acreditar no nosso potencial", diz. fonte:trama conunicaçao

ReaTech acontece de 10 a 13 de abril com a participação do CNRTA

Como nos anos anteriores, o CNRTA estará presente junto ao espaço destinado ao Governo Federal com participação na mesa da SECIS/MCTI e SECADI/MEC. da Redação De 10 a 13 de abril acontece em São Paulo/SP a Feira ReaTech, a maior feira de Tecnologia Assistiva da América Latina. O CNRTA irá oferecer aos participantes a oportunidade de conhecer os diversos recursos de interface homem-computador disponíveis livremente pela Internet, que possibilitam a pessoa com deficiência interagir no computador de modo a ampliar suas opções de comunicação e aprendizagem. Durante a feira, o CNTRA irá participar de dois eventos paralelos. Na quinta-feira, dia 10, acontece das 14h às 19h a mesa-redonda “Acesso Imediato ao Conteúdo Didático em Braile”, na sala 5. No dia 11, acontece no auditório externo, das 8h às 17h30, a “Reunião Preparatória da Criação da ALACTA – Associação Latino-Americana e do Caribe de Tecnologia Assistiva”, na qual serão discutidos os panoramas da TA no Brasil e América Latina, as ações do CNRTA e as políticas públicas na área, de forma a se consolidar com todos os interessados qual será o perfil da ALACTA. fonte:Centro de Tecnologia da Informação Renato Archer