sábado, 3 de maio de 2014
A menina de todas as cotas
Por Tania Menai: jornalista, mora em Manhattan há 17 anos e é autora do livro Nova York do Oiapoque ao Chuí, e da coluna Só em Nova York, na revista Tpm
Tania Menai
“Pertenço a todas as cotas: sou negra, mulher, pobre e cega”, diz a bela e carismática carioca Nathalia Rodrigues, 21 anos. Conhecida do público do programa
de televisão Esquenta, ela conta com um iPhone que lê textos, tem perfis no Facebook e no Twitter e, mais importante: está se tornando jornalista. No entanto,
a vida de Nathalia não tem nenhum glamour fora da tela. Residente de uma comunidade nos subúrbios do Rio, ela conta que cegos no Rio de Janeiro não têm
chance de comprar nem uma bengala especial ou um relógio: tudo vem de São Paulo. Cão-guia, nem pensar: eles teriam de ser trazidos do exterior. Depender
de estranhos para pegar ônibus também é um enorme risco: ela já foi colocada em várias rotas erradas. Mas nada disso a traumatizou tanto quanto ter que
deixar sua suada (e merecida) vaga como bolsista na faculdade de jornalismo da PUC-Rio por uma simples questão: ter sofrido racismo e agressividade dos
próprios alunos.
Em entrevista exclusiva à Tpm, Nathalia contou com detalhes como foi a noite de uma quinta-feira, em novembro passado, quando um grupo de cinco estudantes,
três homens e duas mulheres a agarram pelo braço e a levaram para uma parte deserta, no bosque da faculdade, arrancando a bengala e torcendo seu antebraço
para trás. “Um deles falava que tornaria a minha vida num inferno, que eu não agüentaria quatro anos ali, que eu não pertencia à PUC – e para eu tomar
cuidado com as escadas”, lembra ela, que levou mais de um ano para conseguir a vaga, pois dependeu de “ledores” ineficientes no vestibular. Enquanto o
estudante falava, duas meninas riam. Depois de meia hora de agressões verbais, este estudante a deixou em algum lugar da faculdade, jogou sua bengala no
chão e disse: “ninguém vai descobrir quem eu sou”. De fato, nenhuma daquelas vozes era familiar, o que indica que os alunos não necessariamente são de
sua turma ou cursam Jornalismo. As câmeras disponíveis tampouco captaram imagens relevantes.
Mantendo o ocorrido para si, Nathalia só teve coragem de revelar o que sofreu uma semana depois, quando desabou em prantos na frente de uma produtora do
Esquenta. Uma notinha na coluna do Ancelmo Góis no jornal O Globo, intitulado “Filhos da PUC” divulgou que ela passaria a contar com seguranças na faculdade,
por causa “de estudantes malvados”. Nenhum repórter carioca se interessou em investigar o porquê e ir além da breve nota. Mesmo com seguranças, – cedidos
gentilmente pelo vice-reitor Augusto Sampaio, a quem ela deve toda atenção e carinho que recebeu desde o vestibular -, a vida de Nathalia continuou ameaçada.
Mas as investigações não deram em nada. Nem sempre os seguranças estavam disponíveis; quando isso acontecia, pessoas “esbarravam” nela propositalmente,
e quando ela chamava os seguranças, os agressores fugiam. Até que em janeiro passado, um segurança disse a ela: “você está vendo coisas!”. Ela respondeu:
“se eu estivesse vendo, eu não dependeria de você”. Esta foi a gota d’água. Nathalia abandonou seu sonho, transferindo sua matrícula para a ESPM. Ela ainda
tem aulas de inglês na PUC, uma manhã por semana, mas anda sempre anda acompanhada por alguém, apesar de saber chegar sozinha na sala de aula. “Ainda tremo
quando chego lá”, confessa.
Nathalia vive com sete familiares em casa e tem um namorado. Seu olhar positivo para a vida supera os de muitos que enxergam. Ela anda impecavelmente bem
vestida e impressiona por olhar nos olhos do interlocutor: quem não a conhece não percebe que ela é cega. “Minha retina é morta, mas o resto do meu olho
funciona – fiz uma terapia para aprender a olhar para as pessoas, calculando um palmo do som que vem da boca”, explica. Recentemente ela foi escolhida
para uma programa de jovens da Globo News, não por fazer parte de nenhuma cota: apenas por seu talento.
fonte:iclusive
Rio de Janeiro vai capacitar donos de restaurantes em projetos de acessibilidade
“O segmento da pessoa com deficiência cada vez mais utiliza os espaços da cidade e cada vez mais precisa que eles estejam adaptados. A cidade do Rio tem
uma dívida muito grande com essa população.”
04/29
Rio de Janeiro - A prefeitura do Rio espera capacitar entre 100 e 150 proprietários de restaurantes em um projeto de acessibilidade que foi lançado quarta-feira
(16) pelas secretarias Especial de Desenvolvimento Econômico e Social e da Pessoa com Deficiência.
A iniciativa, chamada de Polos Gastronômicos Inclusivos, aproveita os agrupamentos feitos pelo Programa Polos do Rio para oferecer formação para os associados.
“O segmento da pessoa com deficiência cada vez mais utiliza os espaços da cidade e cada vez mais precisa que eles estejam adaptados. A cidade do Rio tem
uma dívida muito grande com essa população. Estamos muito atrasados na acessibilidade urbana”, reconheceu o subsecretário Carlos Alberto Rocha, da Secretaria
Municipal da Pessoa com Deficiência. “Quando se fala em acessibilidade, por consequência se fala em pessoas obesas, da mãe com carrinho ou criança de colo,
da gestante, do idoso…”
O projeto teve a adesão de 13 dos 24 polos da cidade em seu lançamento. Dos 24, 17 podem ser considerados preponderantemente gastronômicos. De acordo com
o diretor de polos, José Augusto Costa, esse número supera a meta inicial de dez. As 13 localidades tem entre 600 e 700 estabelecimentos desse tipo, número
ao menos quatro vezes maior que a meta inicial do programa. “Será um trabalho gradual”, explica Costa. “A capacitação vai acontecer em três encontros a
partir do início de maio e deve ser concluída em até seis meses”.
A ideia da prefeitura é fazer três encontros com cada um dos polos, direcionando os conteúdos a públicos diferentes. O primeiro encontro focará nos metres,
gerentes e donos de restaurantes, para esclarecer os benefícios que o programa trará para os estabelecimentos, com conceitos como acessibilidade física,
materiais de comunicação visual, cardápios adaptados e outras questões. Outros encontros tratarão de temas do dia a dia, como atendimento e abordagem aos
deficientes e a desmistificação do tema da acessibilidade.
Além da adaptação interna dos estabelecimentos, o programa também prevê que os donos peçam à Secretaria de Conservação a implantação de infraestrutura
no entorno dos polos, como rampas de acesso e sinalização especial. O coordenador do escritório de gerenciamento de projetos da secretaria, Bruno Agnes,
lembrou que manter a conservação das calçadas faz parte da obrigação dos próprios restaurantes, mas que adaptações como as rampas serão implantadas no
decorrer do projeto conforme os pedidos forem sendo feitos.
Representante do polo de Pedra de Guaratiba, bairro da zona oeste do Rio, famoso na cidade por sua produção de pescados e também por sua distância do centro,
o dono de restaurante Carlos Bacha considera fundamental que o entorno também seja adaptado. “Temos que incluir essas pessoas em todos os processos da
sociedade. E, em um local como o nosso, Pedra de Guaratiba, não temos muitas calçadas com acessibilidade. Que isso se propague na região como um todo.
Só conheço uma rampa lá, que foi de um comércio novo que inaugurou e ele deve ter feito”, diz Bacha, que lembra também a importância do transporte público
para chegar ao bairro, que fica a cerca 60 quilômetros de distância do centro. “Se não, a acessibilidade fica só para quem anda de carro”. Agência Brasil
sexta-feira, 2 de maio de 2014
Meu Amigãozão: com audiodescrição e Libras no Teatro Net Rio
Ministério da Cultura apresenta todo o carisma dos personagens animados da série de TV em um show com doze músicas inéditas e contagiantes, costurado por
uma história de superação e amizade. Yuri, Lili, Matt e seus amigos Golias, Bongo e Nessa fazem uma viagem lúdica e divertida em oito apresentações da
peça "Meu Amigãozão" no THEATRO NET RIO.
meu_amigaozao
Yuri, Lili e Matt não querem mais saber de serem tratados como bebês pelos seus pais. Eles precisam contar com a ajuda de Golias, Nessa e Bongo, seus inseparáveis
amigos, para encontrar a Fada do Tamanho. Dizem que ela pode fazer eles crescerem de uma vez, e assim todo mundo vai perceber que eles já são gente grande.
Mas grandes são as surpresas que esperam pelos nossos heróis nessa aventura musical.
Trazendo cenários coloridos como os ambientes do desenho, coreografias, efeitos especiais, projeções animadas, iluminação e sonorização com padrão de qualidade
Broadway, o espetáculo conta com todos os elementos para levar as crianças e seus pais ao universo dos personagens. Os bonecos são confeccionados artesanalmente
em escala gigante para transmitirem ao público uma sensação real de encontrarem seus ídolos ao vivo pela primeira vez.
citação
LIBRAS
O espetáculo contará com interpretação em LIBRAS – Língua Brasileira de Sinais. Por meio de dois telões, o público com deficiência auditiva acompanhará
as intérpretes que reproduzem as cenas no palco. Todos poderão se divertir e se emocionar com a história, compreendendo tudo com qualidade técnica e visual.
AUDIODESCRIÇÃO
O espetáculo também contará com transmissão em Audiodescrição dirigida aos deficientes visuais presentes na plateia. Contaremos com uma cabine de tradução
simultânea com duas profissionais reproduzindo com riqueza de detalhes as cenas, movimentos, cenários, figurinos e todos os elementos visuais interpretados
pelos atores/dançarinos no palco, por meio de receptores de áudio.
fim da citação
Data: Todos os sábados e domingos de maio.
Horário: Sábados, ás 15h e 16h30 e domingos as 16h.
Local: Teatro NET Rio.
Endereço: Rua Siqueira Campos, nº143 – 2º Piso
Venda de ingressos: De 2ª a domingo, das 10 às 22h, inclusive feriados.
Pagamentos: Aceitamos todos os cartões de crédito e débito; e dinheiro. Não aceitamos cheques.
Vendas pela internet: Através dos sites
www.theatronetrio.com.br
e
www.ingressorapido.com.br.
Vendas pelo telefone: 4003 1212
Reservas para grupos e para eventos corporativos: (21) 8036-6304
Ingressos a partir de R$ 25,00 (vinte reais).
Direito à meia entrada: Menor ou igual à 21 anos; Idosos com 60 anos ou mais; Aposentados; Professor da rede pública municipal; Estudantes; Cliente Net
(até 4 ingressos por sessão); Cliente O Globo (até 2 ingressos por sessão); Portador de Necessidades Especiais; Classe artística com DRT (até 1 ingresso
por sessão).
Como chegar:
De Carro: pela Rua Barata Ribeiro, dobrar na Rua Figueiredo de Magalhães em direção ao Túnel Velho, estacionar no Shopping Cidade Copacabana (Shopping
dos Antiquários).
De Metrô: desembarcar na estação Siqueira Campos, o Theatro Net fica ao lado da estação;
De Ônibus: linhas que passem na Nossa Senhora de Copacabana ou Barata Ribeiro. Saltar na altura da Rua Siqueira Campos, caminhar em direção a Rua Tonereiros.
Descrição do flyer: Sobre fundo azulado há um desenho dos personagens de Meu Amigãozão, o Musical. A esquerda do desenho, Lili está montada em Nessa, a
girafa rosa. Bem no centro, Yuri está sorrindo de braços abertos em frente a Golias, o elefante azul. A direita, estão Mat e Bongo, o canguru azul. Todos
estão felizes. Em volta dos personagens há desenhos de notas musicais. Logo abaixo está escrito o título da peça, Meu Amigãozão, O Musical. E acima do
desenho está escrito: Venha fazer a festa com a turma! Na parte inferior, uma faixa branca com as logomarcas dos patrocinadores, apoiadores e realizadores
e outras informações como preço dos ingressos e descontos.
fonte:blog da audio descriçao
Escola de Gente dá continuidade ao projeto 'Agentes de promoção da acessibilidade' em comunidade do Rio
Projeto em parceria com o Oi Futuro promove nova oficina de mídias acessíveis com aulas de Libras para a formação de jovens com e sem deficiência
Pricilla Basílio
A Escola de Gente – Comunicação em Inclusão está abrindo nova turma do projeto “Agentes de Promoção da Acessibilidade”, desta vez, com jovens da Vila Kennedy,
Bangu. Com apoio do Oi Futuro, instituto de responsabilidade social da Oi, por meio do programa Oi Novos Brasis, o projeto é uma parceria com o Instituto
Pereira Passos (IPP) e com a Associação Nacional de Procuradores da República (ANPR).
Com este projeto, a Escola de Gente atuará novamente em favelas do Rio de Janeiro, realizando oficinas de mídias acessíveis para a formação de jovens,
com e sem deficiência, com idades entre 14 e 29 anos. Esta será a terceira turma do projeto, que já passou pelo Alemão e pela Cidade de Deus. Trinta adolescentes
foram mobilizados pela organização Fênix, sediada na comunidade, e terão aulas de Libras (Língua brasileira de sinais), no auditório do Posto de Saúde
Dr. Henrique Monat – Rua I nº 07, Conjunto do Quafá, Vila Kennedy, Bangu. As aulas começam no dia 8 de maio e acontecem às quintas-feiras, das 14h às 17h.
Serão três meses de aulas, com três horas de duração por semana.
Fundadora da Escola de Gente e pioneira na disseminação do conceito de sociedade inclusiva, Claudia Werneck explica que, através dessa iniciativa, estes
grupos terão acesso a conteúdos e práticas que os colocarão em contato com as diversas formas de comunicação acessível. Segundo ela, as oficinas são lideradas
por especialistas em acessibilidade no Brasil, incluindo integrantes da equipe técnica da Escola de Gente, e apresentam conteúdos inéditos para a maioria
destes jovens, como audiodescrição, língua de sinais brasileira, braile, legendas eletrônicas, entre outros.
“Nosso objetivo é que eles possam disseminar esses conteúdos em todas as suas ações da vida cotidiana”, conta a fundadora. “E que possam produzir, com
acessibilidade, produtos como livros, vídeos, espetáculos teatrais e até mesmo programas de rádio, descobrindo como não discriminar determinadas condições
humanas, o que naturalmente fortalece as redes de juventude das comunidades, fomentando uma mentalidade inclusiva e cidadã”, explica.
“Com o cruzamento de raça/etnia, pobreza e deficiência, percebemos que esta população é ainda mais discriminada porque é a soma de vários estereótipos.
Para reverter este quadro é preciso investimento em formação em acessibilidade na comunicação, pois é onde ocorre a maioria dos processos de discriminação”,
ressalta Claudia Werneck.
O projeto “Agentes de Promoção da Acessibilidade” integra o Programa Juventude pela Inclusão – JUV.IN – da Escola de Gente. Dedicada a criar e monitorar
políticas públicas inclusivas para pessoas com deficiência, a organização vem trabalhando com ações de impacto nas áreas de cultura, comunicação, políticas
públicas para a juventude e criação de indicadores de acessibilidade para sustentabilidade.
Escola de Gente - Comunicação em Inclusão
Na última década, a Escola de Gente trabalha para que as políticas públicas se tornem inclusivas, ou seja, que garantam direitos humanos também para quem
tem deficiência e vive na pobreza, especialmente crianças, adolescentes e jovens. A participação em conselhos, produção e disseminação de marcos teóricos
e metodologias próprias, formação de juventudes em mídias acessíveis em universidades, comunidades e favelas, criação de indicadores, consultorias e distintas
ações na área da cultura são papéis desempenhados pela Escola de Gente. Desde 2002, a organização já sensibilizou diretamente para a causa da inclusão
mais de 410 mil pessoas em todas as regiões do Brasil e em 16 países das Américas, Europa, Oceania e África para a causa da inclusão. Integrante do Conselho
Nacional de Juventude, do Conselho Estadual de Juventude e da Campanha Nacional pelo Direito à Educação, entre outras redes. No ano de 2011, recebeu o
Prêmio Direitos Humanos na categoria: “Direitos de Pessoas com Deficiência” da presidente Dilma Roussef, a mais alta condecoração que o Estado brasileiro
pode oferecer a uma organização da sociedade civil na área dos Direitos Humanos.
Sobre o Oi Futuro
O Oi Futuro é o instituto de responsabilidade social da Oi, que emprega novas tecnologias de comunicação e informação no desenvolvimento de projetos de
educação, cultura, esporte, meio ambiente e desenvolvimento social. Desde 2001, suas ações visam democratizar o acesso ao conhecimento e reduzir distâncias
geográficas e sociais, com especial atenção à população jovem.
Na educação, os programas NAVE e Oi Kabum! usam as tecnologias da informação e da comunicação, capacitando jovens para profissões na área digital, fornecendo
conteúdo pedagógico para a formação de educadores da rede pública, e fomentando o desenvolvimento de modelos inovadores. Já na área cultural, o Oi Futuro
mantém dois espaços culturais no Rio de Janeiro (RJ) e um em Belo Horizonte (MG), com programação nacional e internacional de qualidade reconhecida e apreços
acessíveis, além do Museu das Telecomunicações nas duas cidades.
O esporte é apoiado através de projetos aprovados pelas Leis de Incentivo ao Esporte, tendo sido a Oi a primeira companhia de telecomunicações a apostar
nos projetos socioeducativos inseridos na Lei Federal. O programa Oi Novos Brasis completa seu escopo de atuação, reafirmando o compromisso do Instituto
no campo da sustentabilidade, com o apoio e o desenvolvimento de parcerias com organizações sem fins lucrativos para a viabilização de ideias inovadoras
que utilizem a tecnologia da informação e comunicação para acelerar o desenvolvimento humano.
fonte:Trevo Efervescência Comunicativa
quinta-feira, 1 de maio de 2014
Teatro Cego "Acorda Amor!"
Peça será exibida nos dias 30 de abril e 1, 2, 3 e 4 de maio, no Itaú Cultural
da Redação
Após o grande sucesso do espetáculo 'O Grande Viúvo', no formato Teatro Cego, a Caleidoscópio Comunicação & Cultura apresenta sua segunda peça, 'Acorda
Amor!', um espetáculo que une a trilha sonora composta por músicas de Chico Buarque ao Teatro Cego para mais uma vez inovar como forma de expressão teatral.
O espetáculo foi concebido a partir de uma seleção de músicas .
Não tem Audiodescrição - a proposta é usar todos os nossos sentidos e desmistificar o que talvez seja o maior mito sobre deficiência visual: o da escuridão
eterna, tristeza, isolamento... que faz com que um dos grandes medos da Humanidade seja ficar cego.
O evento tem entrada gratuita e acontece no Espaço Itaú Cultural, na Av. Paulista.
fonte:Caleidoscópio Comunicação & Cultura
Óculos que ajuda cegos "ver" ganha prêmio
Os óculos inteligentes usam pequenas câmeras e softwares para reconhecer objetos próximos e projetá-los de uma forma simples e intuitiva nas lentes
Todas as pessoas que possuem perda ou redução da capacidade visual em ambos os olhos em caráter definitivo e que não possa ser melhorada ou corrigida através
de tratamento cirúrgico ou clínico e/ou lentes são consideradas pessoas com
deficiência visual.
Por isso, algumas pessoas catalogadas como cegas na verdade podem perceber um pouco de luz e movimento, a chamada “visão residual”.
O dr. Stephen Hicks, da Universidade de Oxford, desenvolveu um tipo de óculos high-tech que procura tornar essa visão residual tão útil quanto possível,
ao traduzir informações visuais em imagens que as pessoas cegas podem "ver".
Os óculos inteligentes usam pequenas câmeras e softwares para reconhecer objetos próximos e projetá-los de uma forma simples e intuitiva nas lentes dos
óculos, que funcionam como telas de cinema pessoais para os
amblíopes,
pessoas que apresentam redução ou perda da visão num dos olhos, ou mais raramente em ambos, sem que o olho afetado mostre qualquer anomalia estrutural.
As imagens são geradas dependendo da capacidade de cada pessoa capturar ou interpretar tons de
cinza.
Por exemplo, os objetos podem ser tornados mais claros contra o fundo, ou a distância de um obstáculo pode ser indicada variando o brilho da imagem.
O óculos, por enquanto, é apenas um protótipo, mas já ganhou um importante prêmio científico – o Brian Mercer Inovation, organizado pela Royal Society
- e seu criador disse que os £ 50 mil ( aproximadamente R$ 175 mil) serão usados para aprimorar o invento para que se torne uma forma barata e eficaz para
as pessoas com extrema dificuldade de visão poderem se movimentar por locais públicos.
Para tanto, Hicks planeja adicionar a eles a capacidade de reconhecimento de texto e de objetos. A ideia é que, assim, os óculos ajudariam os usuários
a reconhecer objetos do cotidiano, como um ponto de ônibus ou algum item pessoal, e identificado como tal, avisaria ao usuário se é um obstáculo ou não.
"Meu objetivo é a pesquisa para melhorar a visão funcional para pessoas com visão severamente prejudicada” disse o dr. Hicks ao The Independent.
(Fonte: Terra)
CAT anuncia 675 vagas para profissionais com deficiência ou mobilidade reduzida
Os interessados podem comparecer a uma unidade do CAT mais próxima à sua residência
O Centro de Apoio ao Trabalho (CAT), da Secretaria Municipal do Desenvolvimento, Trabalho e Empreendedorismo (SDTE), está com 675 vagas para profissionais
com deficiência ou mobilidade reduzida com salários que chegam a R$ 1.390,00.
Há 341 vagas para recepcionista atendente temporária com salário de R$250,00. Para operador de telemarketing receptivo são 20 vagas com salário de R$1.390,00.
Os interessados podem comparecer a uma unidade do CAT (
veja os endereços aqui),
munidos de RG, CPF, carteira de trabalho e número do PIS. É necessária a apresentação de laudo médico.
Outras informações estão disponíveis no site
www.prefeitura.sp.gov.br/trabalho
ou na Central de Atendimento ao Munícipe, pelo telefone 156. O CAT possui equipes especializadas no atendimento aos profissionais com deficiência, que
podem também optar pelo envio do currículo pelo email:
eficientes@prefeitura.sp.gov.br.
fonte:CAT anuncia 675 vagas para profissionais com deficiência ou mobilidade reduzida
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