sábado, 28 de setembro de 2019

A VIDA SECRETA DAS FRALDAS COM AUDIODESCRIÇÃO NO SESC SANTANA

Fotografia colorida sobre fundo preto da personagem Nana, interpretada por Andi Rubinstein abraçada com um grande boneco branco, sentada no chão. Andi

é uma mulher de pele clara, cabelos louros ondulados presos em  uma trança e olhos verdes. Veste blusa de mangas longas e calça pretas e botas vermelhas.

Ao fundo, à esquerda, uma máquina de lavar roupas com a porta aberta e uma tábua de passar roupas com um pano vermelho em cima.
SESC SANTANA convida para o espetáculo infantil A VIDA SECRETA DAS FRALDAS, com Andi Rubinstein e direção de Urga Maira Cardoso, com audiodescrição.

Data: 29 de setembro (domingo).
Horário: 14 horas.
Local: SESC Santana.
Endereço: Av. Luiz Dumont Villares, 579. Jd. São Paulo.
Duração: 60 minutos.
Classificação: Livre.
Ingressos cortesia para pessoas com deficiência visual e acompanhantes.
Favor confirmar presença por email:
marina@vercompalavras.com.br
ou pelo Whatsapp (11)9 9848-1264
Será disponibilizado transporte da estação de metrô Parada Inglesa, com saída às 12:45 horas, até o Sesc Santana e ao término do espetáculo, retorno para

a mesma estação.

Audiodescrição: VER COM PALAVRAS.
Roteiro e narração: Rosangela Fávaro.
Revisão: Lívia Motta.
Consultoria: Roseli Garcia.

Sobre o espetáculo: Sozinha no palco, a atriz representa as diferentes mães espalhadas pelo mundo que tornam as tarefas mais cotidianas possíveis em magia.

A peça tem como objetivo surpreender o público por meio da utilização de objetos cotidianos e pela criação de histórias que apresenta para reflexão. Toda

a ação se passa dentro de uma lavanderia e transporta a plateia para o universo mágico da possibilidade da transformação.

POR:
VERCOMPALAVRAS

QUANDO O CIRCO VIROU CINEMA COM AUDIODESCRIÇÃO NA GALERIA OLIDO

O convite, com fundo branco, é ilustrado pela fotografia colorida de 5 palhaços, três homens e duas mulheres, com os rostos pintados de branco, bochechas

vermelhas e nariz vermelho. Uma palhaça segura um estandarte branco com o nome Catraca do Riso, em letras maiúsculas. No topo do convite o nome da companhia,

abaixo da foto, o nome do espetáculo: Quando o Circo Virou Cinema, e no rodapé, as logomarcas dos patrocinadores, apoiadores e parceiros. O convite é contornado

por bolinhas coloridas, no lado direito está o desenho de um rolo de filme.

Cia Catraca do Riso e Secretaria da Cultura convidam para o espetáculo QUANDO O CIRCO VIROU CINEMA, com direção e dramaturgia de Gustavo Guimarães Gonçalves,

com audiodescrição VER COM PALAVRAS e interpretação em LIBRAS.

Data: 30 de setembro (segunda-feira).
Hora: 10:00 horas.
Local: Centro de Memória do Circo – Galeria Olido.
Endereço: Av. São João, 473 – Centro/SP. (próximo à estação metrô São Bento)
Duração: 60 minutos.
Censura Livre.
Distribuição de convites uma hora antes do espetáculo.
Favor confirmar presença pelo email:
marina@vercompalavras.com.br
ou pelo whatsapp 99848-1264
Audiodescrição: VER COM PALAVRAS.
Roteiro e narração: Fátima Angelo.
Consultoria: Cristiana Cerchiari.
Revisão: Lívia Motta.

Sobre o espetáculo: QUANDO O CIRCO VIROU CINEMA narra a trajetória de uma trupe itinerante em busca de um lugar para ficar que se depara com o famoso
Circo Cinema da Lua, em ruínas e prestes a ser demolido. Do glamour do circo, restou apenas um velho apresentador e as histórias a serem lembradas. O espetáculo

une as linguagens do circo e do teatro para contar como a arte das lonas acabou na tela grande.

POR:
VERCOMPALAVRAS

Tudo sobre Equoterapia. Saúde e qualidade de vida com a ajuda de cavalos.

pessoa saindo da cadeira de rodas direto para o lombo de um cavalo e andando livremente por um campo. O que ela deve estar sentindo? Liberdade e independência!

Pois saiba que, com a equoterapia, é possível ir além!

A terapia com o uso dos cavalos tem um papel importantíssimo no processo de
reabilitação de diversas doenças, complicações e deficiências.
Descubra como funciona, quem pode fazer e quais são os benefícios que essa técnica pode proporcionar aos pacientes.

Afinal, o que é a equoterapia?

Como o nome já diz, a equoterapia é uma técnica que complementa outros tipos de tratamentos, como a terapia ocupacional. Ou seja, é método terapêutico

que se utiliza de cavalos para ajudar na reabilitação de pessoas com algum tipo de deficiência, seja física, seja psicológica ou cognitiva.

Na prática, ela
estimula a mente e o corpo por meio do andar do cavalo,
que faz movimentos tridimensionais ou em três eixos: para cima e para baixo, para um lado e para o outro, para frente e para trás. Esses estímulos ritmados

provocam uma série de reações no corpo do cavaleiro. O paciente é levado a contrair e relaxar as pernas e o tronco, melhorando suas percepções, funções

motoras e, principalmente, o equilíbrio.

Como e onde surgiu

A técnica foi reconhecida em 1997 pelo Conselho Federal de Medicina, mas existe há muito mais tempo. Há registros de que os cavalos eram usados em tratamentos

terapêuticos há mais de dois mil anos na Grécia Antiga. Tanto que Hipócrates — considerado o pai da medicina — refere-se à prática em seu livro “Das Dietas”

como um fator regenerador da saúde.

Na era moderna, a equoterapia se tornou mais popular após a Primeira Guerra Mundial. Os soldados que voltavam da guerra com sequelas físicas e mentais

eram colocados para cavalgar, devido ao grande número de animais disponível. A partir de então, eles passaram a apresentar melhoras em todos os aspectos.


Porém, a equoterapia só começou a fazer parte de estudos acadêmicos mais tarde. Foi só então que surgiu o primeiro centro de equitação para pessoas com

deficiência, em 1967, nos Estados Unidos. No Brasil, o método passou a ser valorizado a partir de 1989, em Brasília. Atualmente, a técnica terapêutica

é praticada em mais de 30 países.

Para quem a terapia é indicada?

A equoterapia pode ser praticada por qualquer pessoa, de qualquer idade. Ou seja, crianças, jovens, adultos e
idosos
podem ser praticantes da equoterapia. Sobretudo, ela pode ser uma terapia complementar muito importante em casos como: Síndrome de Down; Paralisia cerebral;

Esclerose múltipla; Sequelas de acidentes e cirurgias; Doenças genéticas, ortopédicas e musculares; Acidente vascular cerebral (AVC); Trauma crâneo-encefálico;

Atraso maturativo; Autismo; Falta de coordenação motora; Deficiência visual; Deficiência auditiva; Etc.

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Importância da equoterapia para pessoas com deficiência

Subir no animal, segurar e guiar as rédeas, e manter o equilíbrio são atividades capazes de surtir efeitos muito positivos para o cotidiano de qualquer

pessoa. E quando se trata de alguma deficiência, esses benefícios são ainda mais perceptíveis.

A equoterapia é um dos principais tratamentos de reabilitação para pessoas com limitações físicas ou mentais. Isso porque ela consegue alcançar excelentes

resultados com problemas relacionados aos movimentos dos quadris e coluna vertebral, assim como no desenvolvimento da fala, socialização e até mesmo autoconfiança.


Quer um exemplo? Quando submetidas ao tratamento, pessoas com autismo podem aprender a conviver melhor com outros indivíduos, melhorar a comunicação, diminuir

a agressividade e até se tornarem mais independentes.

Já pacientes com alguma deficiência física conseguem ter mais firmeza e equilíbrio nos movimentos, melhor a postura, tonificar a musculatura e quem sabe

até deixar de lado muletas e
andadores.
Isso sem falar nos sentimentos de liberdade e bem-estar proporcionados pela montaria.

Quais são os benefícios da equoterapia para a pessoa com deficiência?

Os benefícios são inúmeros. É possível notar avanços físicos, psicológicos e cognitivos. Entenda melhor cada um deles!

Benefícios físicos

Enquanto o paciente monta, precisa adaptar constantemente seu equilíbrio, fortalecendo assim a musculatura e a coordenação. Além disso, seu metabolismo

é estimulado, melhorando o sistema cardiovascular. Nesse momento, até mesmo a respiração é trabalhada, influenciando a fala e a pronúncia das palavras.


Outro fator interessante é que a marcha do cavalo simula o andar de uma pessoa. Esses movimentos tridimensionais do dorso do animal transmitem impulsos

e imagens cerebrais capazes de auxiliar o aprendizado do paciente.

Imagine uma pessoa que ficou muito tempo sem andar e agora precisa reaprender como se faz. Ela perdeu estímulos importantes e, nesse caso, o cavalo é como

se fosse uma máquina capaz de ensinar a forma correta de fazer os movimentos. É como se o animal emprestasse suas pernas ao paciente e o ensinasse a reordenar

seus impulsos.

Benefícios mentais

Ao subir em um cavalo, uma pessoa com deficiência percebe que é capaz de superar seus medos. Ela passa a enxergar a vida de outro ângulo. É possível, então,

notar melhoras na
autoestima,
autoconfiança e uma maior independência. Durante as sessões, o terapeuta também consegue trabalhar o tato, a orientação espacial, memória, raciocínio,

percepção visual e auditiva.

O contato com a natureza ainda estimula a concentração, a socialização, contribui para a diminuição da agressividade e promove uma sensação de bem-estar.

O paciente consegue compreender melhor os padrões de comportamento, aceitar regras e limitações. Nesse ambiente, o envolvimento com a atividade se torna

maior, facilitando os exercícios e potencializando os resultados.

Veja, portanto, alguns dos demais benefícios da equoterapia:

Lista de 9 itens
• melhorias nas habilidades motoras;
• maior tonicidade e força muscular;
• melhora na postura;
• maior equilíbrio;
• noção de espaço;
• desenvolvimento da psicomotricidade;
• melhorias na voz e na pronúncia das palavras;
• controle da ansiedade;
• melhora no desempenho em sala de aula.
fim da lista
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Qual o preparo necessário para fazer a equoterapia?

Antes de iniciar o tratamento, o paciente deve passar por diversos profissionais, como pedagogos, fisioterapeutas, fonoaudiólogos, médicos e profissionais

de equitação. Somente após uma avaliação criteriosa, é elaborado um programa personalizado de reabilitação. Como cada pessoa tem necessidades específicas,

a Associação Nacional de Equoterapia criou quatro programas diferentes — um para cada tipo de praticante.

1. Hipoterapia

A modalidade é indicada para o paciente que não tem condições físicas ou mentais para se manter sozinho no cavalo. Nesse caso, dependendo da necessidade,

pode-se ter um auxiliar para montar junto com o praticante e guiar o animal, assim como um auxiliar lateral, para ajudar a mantê-lo montado. Normalmente,

os exercícios são selecionados e orientados de perto pelo terapeuta.

2. Educação/Reeducação

Foi desenvolvida para pacientes que têm um pouco mais de independência, porém, ainda necessitam de auxílio, seja de um guia lateral, seja de um guia-auxiliar.

Outra diferença é que, apesar de os exercícios serem estruturados por uma equipe de profissionais, os professores de equitação atuam com mais intensidade.

Porém, o cavalo continua sendo um instrumento pedagógico e não de hipismo.

3.Pré-esportivo

Neste programa, o praticante tem maior autonomia sobre o animal. Ele é capaz de guiá-lo sozinho, porém, não tem experiência com equitação. Aqui, o paciente

já pode, inclusive, participar de alguns exercícios específicos de hipismo, com orientação de profissionais da saúde e educação. O cavalo passa a ser usado

também como um instrumento de inserção social.

4. Prática Esportiva Paraequestre

Nessa modalidade, os praticantes já são experientes e podem ser preparados para algumas provas, levando sempre em conta o prazer do esporte, os benefícios

enquanto uma técnica terapêutica, a melhora da qualidade de vida e inserção social. A partir dessa etapa, os pacientes participam de competições paraequestres

como o
hipismo adaptado,
paraolimpíada, e olimpíadas especiais.

Qual o passo a passo de uma sessão de equoterapia?

As sessões podem variar de acordo com cada centro de equoterapia, porém, em geral, elas acontecem uma vez por semana e duram cerca de meia hora.

Lista de 3 itens
1. Ao chegar no centro, o paciente participa do manejo, ou seja, dos cuidados com o animal, como alimentação e higiene. Isso é importante para criar uma

maior aproximação, empatia e confiança entre o cavalo e o praticante. Além disso, já nos primeiros minutos de contato com o animal, o corpo humano libera

substâncias responsáveis por sensações de bem-estar e prazer;
2. O próximo passo é preparar o cavalo para a montaria. Aqui, o paciente aprende a encilhá-lo e a montar. Quem não tem condições físicas de subir no animal

sozinho, recebe o auxílio dos guias;
3. A terceira etapa é um dos momentos mais importantes. É quando o paciente já está montado e começa a cavalgar. Nesse instante, o corpo humano recebe

estímulos sensoriais do animal e começa a reorganizar seus movimentos por meio de um comportamento adaptativo.
fim da lista

Existe alguma contraindicação?

A maioria das pessoas pode realizar equoterapia, mas assim como em qualquer outro tratamento, cada caso deve ser analisado cuidadosamente. Existem alguns

pacientes que devem ter mais cuidado com a técnica. Os principais são aqueles que têm:

Lista de 6 itens
• escoliose estrutural acima de 30 graus;
• cardiopatia aguda;
• hérnia de disco;
• hidrocefalia com válvula;
• alergia ao pelo do cavalo;
• subluxação e luxação de ombro ou dos quadris.
fim da lista

Por isso, é de extrema importância que a terapia seja realizada apenas com pacientes que foram submetidos e aprovados em uma avaliação médica.

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Qualquer cavalo pode ser usado na equoterapia?

Assim como existem limitações com pacientes, não é qualquer animal que pode ser usado para essa técnica. Não há uma raça definida, porém, o animal deve

atender a alguns pré-requisitos. Essas características são importantes para garantir a segurança do paciente e para que o tratamento não seja prejudicado.


Docilidade

Esse é um dos adjetivos mais importantes. O animal não pode se assustar com movimentos bruscos ou um toque mais forte, assim como gritos. Eles devem ser

extremamente mansos. Até porque, além de um método terapêutico, a equoterapia também é uma atividade lúdica, principalmente para crianças. Elas participam

de diversas atividades cotidianas do animal, como a alimentação, escovação e banho. A docilidade do cavalo também é uma importante ferramenta para acalmar

o paciente.

Treinamento

Não basta apenas ser dócil. O animal precisa ser treinado e adestrado. Para contribuir de uma forma realmente eficaz com o tratamento, é indispensável

que o cavalo consiga realizar movimentos como paradas e partidas precisas, passos pequenos ou grandes, sendo necessário ainda ter uma diversidade de trotes,

impulsão e engajamento maior ou menor etc.

Estatura mediana

Como a maioria dos praticantes são crianças ou têm limitações físicas, é necessário que o animal não seja muito alto para não dificultar a montaria e garantir

uma maior segurança contra quedas. O ideal é que a altura não ultrapasse 1,60 cm.

Estrutura do dorso

Cada cavalo tem uma estrutura diferente. Alguns tem o dorso mais largo, outros mais estreitos. São aspectos que influenciam diretamente o ângulo da abertura

das pernas, o relaxamento e o conforto do praticante.

Regularidade na movimentação

O animal precisa ter um movimento tridimensional coerente e regular, assim como é importante estar atento ao tamanho das passadas e trotes. Animais mais

velhos, mancos ou com movimentos desiguais podem prejudicar o tratamento.

Saúde em dia

Vacinas, vermífugos, limpezas, banhos e alimentação devem estar sempre em dia. As condições de higiene em que são mantidos também devem ser impecáveis.

O objetivo é prevenir doenças nos animais e proteger os pacientes para que possam praticar a técnica terapêutica com o máximo de segurança.

Como lidar com o medo de cavalos?

Apesar de ser uma técnica extremamente benéfica, o medo ou receio de cair de um cavalo é bastante comum. Afinal, trata-se de um animal grande e forte,

capaz de intimidar qualquer pessoa. Porém, na maioria dos casos, esse medo é superado já nas primeiras aulas. Mas, se o pavor é tão grande, a ponto de

impedi-lo de fazer uma sessão, é bom descobrir se você sofre de algum tipo de fobia.

É importante estar atento, principalmente em relação às crianças. É fundamental não forçar o contato com o animal e buscar tratamento. Uma das soluções

é a psicoterapia. Em geral, o profissional ajuda o paciente a encontrar a causa do medo e, em seguida, trabalha a superação desse trauma.

Dicas para superar o medo

Existem algumas dicas simples que podem ajudar a superar o medo de cavalos e aproveitar todos os benefícios que a equoterapia pode oferecer. Veja quais

são elas:

Lista de 5 itens
• Leia e aprenda sobre o animal. Descubra a melhor forma de lidar com ele e como funciona a montaria. Você ficará mais seguro e preparado para o próximo

encontro;
• Veja fotos, assista a filmes e documentários relacionados a cavalos. As imagens são uma excelente forma de começar a lidar com o medo do animal. Quando

o ver novamente, não sentirá tanto pavor;
• Antes de montar, visite um centro de equoterapia e peça para observar os animais de longe;
• Agende a próxima visita para poucos dias depois e aproveite para chegar mais perto. Se você se sentir confortável, tente fazer um carinho no animal;

• À medida que você se sentir mais à vontade, tente dar uma volta com ele. Caminhe lado a lado, apenas o guiando pelas rédeas. Aproveite o momento para

conhecê-lo melhor. Observe seus movimentos e como ele reage a cada situação;
fim da lista

O próximo passo, é tentar montá-lo. Nas primeiras vezes, faça isso no picadeiro e peça auxílio a um profissional. Você se sentirá muito mais seguro e confiante.

Boa sorte!

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Quais os principais centros de equoterapia no Brasil?

Depois de toda essa leitura, aumentou a vontade de praticar a montaria? Pois ainda temos algumas dicas. O sucesso de um tratamento depende muito do paciente,

dos familiares e, em especial, do centro de equoterapia. Atualmente, existem mais de 200 centros espalhados pelo Brasil e, para não errar na escolha, é

necessário conhecimento e informação. Então, preste atenção!

Como escolher o local ideal

Uma maneira de encontrar bons centros é buscando referências com os profissionais que atuam na reabilitação de pacientes, como médicos, fisioterapeutas

e psicólogos. Outra dica é fazer uma busca por meio do
site da Associação Nacional de Equoterapia.
É possível pesquisar por regiões e ter acesso a diversas informações sobre centros agregados, afiliados, ou mesmo sem vínculo com a entidade.

Depois de selecionar alguns, não deixe de visitar pessoalmente, bater um papo com os profissionais, observar as condições do local e, o mais importante,

conversar com outros praticantes. É a melhor forma de descobrir se os serviços são realmente satisfatórios e minimizar as chances de arrependimento.

É indispensável também ter conhecimento em relação às exigências da Associação Nacional de Equoterapia, e observar se o centro atende a todas as normas.

Por exemplo:

Lista de 5 itens
• Dispor de instalações físicas e equipamentos adequados aos pacientes;
• Contar com uma equipe multidisciplinar de profissionais como psicólogo, fisioterapeuta para pessoas com deficiência e profissionais de equitação;
• Todos os profissionais devem ser devidamente habilitados nos cursos da ANDE-BRASIL;
• Manter os animais saudáveis e treinados, especialmente para equoterapia;
• Oferecer acessibilidade, ou seja, ser adaptado para usuários de cadeiras de rodas, com rampas, barras de segurança e elevadores. Em caso de dúvida, acesse

o estatuto da pessoa com deficiência.
fim da lista

Além disso, você mesmo pode observar se o local tem um picadeiro extenso e coberto, se o piso é de areia, grama ou um material apropriado, a quantidade

de animais, além da higiene e limpeza.

Peça também para assistir a algumas sessões. Fique atento, pois a presença do terapeuta não é a única exigência. De acordo com Associação Nacional de Equoterapia,

é indispensável o acompanhamento do treinador do animal. Ele deve estar sempre por perto — pode ser apenas acompanhando, segurando as rédeas enquanto o

paciente estiver sob o cavalo, ou montado junto com o praticante.

Equoterapia significa uma melhor qualidade de vida?

Como deu para perceber até aqui, a equoterapia proporciona diversos benefícios a pessoas com algum tipo de deficiência, mas é importante lembrar que nenhuma

terapia ou tipo de tratamento é capaz de realizar milagres de forma isolada. É indispensável manter um equilíbrio em todos os aspectos para se chegar ao

sucesso, ou seja, alcançar uma melhor qualidade de vida.

Seja qual for a sua limitação, a dica é jamais deixar de lado objetivos e metas. É possível viajar, buscar conhecimento por meio dos estudos e manter uma

rotina saudável com uma
alimentação balanceada
e a prática de esportes.

A equoterapia é um complemento, uma maneira de reabilitação prazerosa e mais uma forma de se manter ativo socialmente e fisicamente. Concorda? Se você

gostou do nosso texto, não deixe de compartilhá-lo nas redes sociais. Ajude outras pessoas a conhecerem os benefícios dessa técnica terapêutica. Até a

próxima!

Fonte:
Freedom


quinta-feira, 26 de setembro de 2019

39% das pessoas com deficiência visual costumam ler todos os dias

Pesquisa feita pela Fundação Dorina Nowill para Cegos e o Datafolha apresenta um diagnóstico sobre as práticas de leitura de pessoas com deficiência visual

no País
Fundação Dorina Nowill para Cegos Site externo
apresenta resultados de pesquisa Cenários da Leitura Acessível, realizada pelo Datafolha, sobre acessibilidade e leitura. Das 261 pessoas de todo país

que participaram do estudo, 39% dos entrevistados costumam ler todos os dias, 57% têm interesse em livros e 71% deles sentem prazer na atividade.

Quem possui esses hábitos, em geral, são mulheres de escolaridade elevada. Com relação ao formato dos livros mais utilizados são destaques as versões faladas

com audiolivros e PDFs com leitor de tela acessível.

Entre os motivos apontados para o gosto pela leitura, estão: uma possibilidade de ampliar conhecimento, assim como conhecer muitas coisas que suprem a

falta de visão (descrições, contextualizações, entender sentimentos causados pela observação visual); fonte de lazer – sonhar, experimentar sensações,

‘viajar na história’, imaginar; e o fato da leitura permitir que as pessoas ampliem visões e experiências através dessa prática, mesmo as que nunca saíram

de suas cidades e Estados.

O grande desafio dos leitores com deficiência é encontrar materiais acessíveis.

“Infelizmente, os livros não nascem acessíveis, o que dificulta muito o acesso a eles. É necessário que a pessoa com deficiência visual solicite o livro

acessível e apenas após a solicitação – que geralmente demora 30 dias – é que acontece a entrega do livro”, pontua o superintendente da Fundação Dorina

Nowill para Cegos, Alexandre Munck.

No ano de 2018, a Fundação produziu e distribuiu 21.722 livros em formatos áudio, digital acessível e braile. Foram 164 novos títulos produzidos.

Fonte:
Senac Setor 3 Site externo

Festival Paralímpico 2019 bate recorde de participações em todo o país

Daniel Zappe / Exemplus / CPB

Este sábado, 21 de setembro, o Festival Paralímpico reuniu cerca de 11 mil jovens em 70 cidades dos 26 estados e do Distrito Federal, em uma manhã de experimentação

da prática desportiva. Esta foi a segunda edição do evento, promovido pelo Comitê Paralímpico Brasileiro.

“O Festival Paralímpico é muito importante, porque não só oferece oportunidade para as 11 mil crianças iniciarem no esporte, ou seja, proporcionar a inclusão,

mas também para conhecer os campeões do futuro. O Festival Paralímpico é fundamental dentro do planejamento estratégico do Comitê Paralímpico Brasileiro.

Aqui está a realidade do movimento paralímpico nacional”, celebrou Mizael Conrado, presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro, bicampeão paralímpico de

futebol de cinco (para cegos), em Atenas 2004 e Pequim 2008, e eleito o melhor do mundo na modalidade em 1998.

A programação ofereceu três modalidades por sede, com duração de três horas, para jovens dos 10 a 17 anos, com e sem deficiência. Os núcleos ofertaram

experimentações em atletismo, basquete em cadeira de rodas, bocha, natação, futebol de 5 (cegos), futebol de 7 (paralisados cerebrais), goalball, judô,

parabadminton, parataekwondo, tênis de mesa, tênis em cadeira de rodas e vôlei sentado.

A prática de cada atividade foi adaptada, dado que o objetivo é promover a iniciação e, em muitos casos, o primeiro contato do jovem com deficiência no

esporte. “O esporte é isto, começa com uma brincadeira, uma corrida, porque muitas crianças não têm a oportunidade de sair de casa para praticar exercícios,

e o Festival proporciona este contato”, disse o velocista paranaense Vinícius Rodrigues, do atletismo.

Atletas já consagrados e medalhistas nos Jogos Parapan-Americanos de Lima, encerrado há três semanas na capital peruana, participaram do festival nas mais

diversas localidades. Em Sâo Paulo, o Centro de Treinamento Paralímpico foi palco para mais de 600 crianças experimentarem atletismo, vôlei sentado e tênis

de mesa. Além de Vinícius Rodrigues, Verônica Hipólito, a lançadora Raíssa Machado, e o atleta de goalball Parazinho, prestigiaram o evento no CT Paralímpico.


“É muito divertido e gratificante para nós participar do Festival, porque não se trata de uma disputa, mas de servir de inspiração para as crianças, porque

o esporte é democrático, não importa religião, cor da pele, limitação física ou visual, o esporte é democrático, é para todos”, comentou Verônica Hipólito,

dona de duas medalhas no Parapan de Lima.

“Quando eu comecei no esporte, não tive o incentivo que estas crianças estão tendo com o Festival Paralímpico”, comentou Raíssa Machado, medalhista de

ouro no dardo nos Jogos Parapan-Americanos de Lima 2019.

Em Salvador, por exemplo, os jogadores de futebol de 5 Jefinho e Cássio compareceram ao campus da Universidade Federal da Bahia (UFBA) para prestigiar

seus conterrâneos. Mais de um terço dos 70 núcleos do Festival Paralímpico 2019 está nas regiões Norte, Nordeste (19 núcleos somadas as duas) e Centro-Oeste

(7).

"É um evento maravilhoso, que mostra a importância que o esporte paralímpico atingiu no Brasil. Somos uma potência que é fruto de trabalhos como este,

feito pelo Comitê Paralímpico Brasileiro e pelas confederações que estão sempre conosco. O resultado esportivo é fruto destas ações", disse Jefinho, com

a medalha de ouro conquistada no Parapan de Lima 2019 no peito.

Boa Vista, capital de Roraima, também teve o seu núcleo no Festival Paralímpico 2019. A Universidade Estadual de Roraima recebeu diversas atividades de

bocha, goalball e vôlei sentado. Entre os praticantes, houve a presença de jovens refugiadas venezuelanos, que deixaram recentemente o país em meio à crise

política e econômica que assola o vizinho sul-americano nos últimos anos.

Em Brasília, o principal centro de atividades do Centro-Oeste brasileiro, o Centro Integrado de Educação Física foi a casa para cerca de 100 crianças,

que experimentaram futebol de 7, parabadminton e goalball. Esta última modalidade, por sinal, teve um professor especial: o melhor jogador do mundo, Leomon

Moreno, esteve ao lado dos jovens - muitos deles em seu primeiro contato com o esporte adaptado.

"É muito bacana ver as crianças conhecendo as modalidades paralímpicas. É isso que faz o esporte paralímpico se difundir. Vamos fortalecer ainda mais o

Movimento Paralímpico no país", disse o atleta de 26 anos, que venceu há pouco o ouro no Parapan de Lima 2019.

Já em Florianópolis, o Festival foi realizado na Universidade Federal de Santa Catarina (UFSC) e ofereceu experimentação em atletismo, basquete em cadeira

de rodas e vôlei sentado a 82 crianças. “Eu me diverti muito. O que mais gostei foi do vôlei sentado. Eu gostaria de ser atleta, mas nunca tinha procurado

e não sabia como fazer e agora eu já sei”, disse Amanda Silva, 14 anos, que nasceu com má-formação na perna esquerda acima do joelho.

Além de Florianópolis, outras 12 cidades da Região Sul receberam o Festival Paralímpico. Em Curitiba, capital paranaense, o jogador de badminton Vitor

Tavares, que nos últimos 30 dias faturou três bronzes no Mundial da modalidade e um ouro no Parapan de Lima, participou do evento. Em Maringá, também no

Paraná, quem marcou presença foram as nadadoras gêmeas Beatriz e Débora Carneiro, que retornaram esta semana após disputarem o Mundial de Natação em Londres.

Já em Itajaí, Santa Catarina, o saltador em altura Flávio Reitz atuou como coordenador logístico do núcleo.

No Rio de Janeiro o Festival Paralímpico aconteceu na sede do Vasco, no Estádio São Januário, e contou com a participação de 158 crianças. Ao todo, foram

oferecidas quatro modalidades: bocha, futebol de 7, parataekwondo e vôlei sentado.

Os medalhistas parapan-americanos Diogo Rebouças (vôlei sentado), Tuany Barbosa (atletismo), Douglas Matera e Thomaz Matera (natação) compareceram ao evento.


“Esse tipo de evento é bem legal porque a gente pode interagir com as crianças. Elas quiseram ver minhas medalhas, disseram que queriam ser atletas também.

Isso é muito legal!", Douglas Matera, que ganhou três ouros e três pratas no Parapan de Lima.

Os números desta segunda edição do Festival Paralímpico superam o da estreia do evento, em setembro de 2018. Na ocasião foram sete mil crianças em 48 cidades.

Por isso, o acontecimento deste sábado nas 70 localidades do território nacional configura-se no maior evento paralímpico já realizado no Brasil pelo Comitê

Paralímpico Brasileiro

A data do festival não é por acaso. Neste final de semana são celebrados duas importantes efemérides: neste sábado, 21, Dia Nacional de Luta da Pessoa

com Deficiência, e o Dia Nacional do Atleta Paralímpico, no domingo, 22.

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (
imp@cpb.org.br)

fonte cpb.org

quarta-feira, 18 de setembro de 2019

Programa Pulsar capacita profissionais para atuação inclusiva nas áreas de educação, esporte e saúde

Aula sobre acessibilidade em espaços culturais e recurso de tradução em Libras são algumas das novidades da quarta edição do curso
Foto de alunos do Programa Pulsar em uma sala de aula
As aulas do Programa Pulsar já começaram no
Museu de Arte do Rio (MAR) Site externo,
na cidade do Rio de Janeiro. Em sua quarta edição, o curso traz novidades como recurso de tradução das aulas em Libras (Língua Brasileira de Sinais) e

conteúdo sobre acessibilidade em espaços culturais. A duração é de aproximadamente dois meses.

O projeto atende profissionais das áreas de educação, educação física, educação do campo e afins como psicologia, fisioterapia, pedagogia, nutrição e enfermagem.

Durante o curso, os participantes discutem os conceitos da educação inclusiva, acessibilidade, paradesporto, inclusão, diversidade, legislação para PcDs,

saúde e bem-estar.

“É importantíssimo para a nossa sociedade ter informação do que é, e o que pode vir a ser um corpo social mais inclusivo, que respeita a diversidade humana.

Ouço sempre relatos de alunos que encontraram no Pulsar uma complementação da graduação fundamental para lidarem com pessoas com deficiência, graças às

nossas oficinas práticas, que são um dos grandes destaques do programa,” afirma Carina Alves, Diretora Executiva e Diretora Presidente do
Instituto Superar Site externo.

O Pulsar surgiu como um legado educacional dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos de 2016 idealizado pela
Câmara de Comércio e Indústria Brasil-Alemanha do Rio de Janeiro (AHK Rio) Site externo.
Acontece por meio da parceria do Instituto Superar, da
Universidade Alemã de Esportes de Colônia (Deutsche Sporthochschule Köln) Site externo
e do Museu de Arte do Rio (MAR). Em dois anos de atuação já foram formados aproximadamente 100 profissionais.

Com informações de assessoria de imprensa

fonte vida mais livre