sábado, 16 de março de 2019

Cidade gaúcha será uma das primeiras do Brasil a terem currículo para a língua de sinais

Disciplinas tradicionais já são ensinadas em libras e português

A cidade de Canoas, na região metropolitana, será a primeira do Rio Grande do Sul a possuir um currículo específico para a Língua Brasileira de Sinais

nas escolas.

A implementação da nova base curricular deve ocorrer a partir de 2020 na Escola Municipal de Ensino Fundamental Bilíngue Vitória no bairro Mathias Velho.


No local, que atende a uma média de 40 alunos, as disciplinas tradicionais já são ensinadas em duas línguas: libras e português. As duas disciplinas, inclusive,

têm a mesma carga-horária de ensino – são três períodos semanais para cada conteúdo.

Agora as competências e habilidades desenvolvidas estarão descritas no Referencial Curricular do município. O documento já foi aprovado pelo Conselho Municipal

de Educação.

A escola Vitória é uma das poucas instituições de ensino bilíngue no Estado, ao lado da Salomão Watnick, de Porto Alegre, e da Carmem Regina Teixeira Baldino,

de Pelotas.

Nas séries iniciais (de 1ª a 4ª), o objetivo do currículo é tornar as crianças fluentes em libras. Considerada uma fase de transição, a 5ª série recebeu

uma descrição à parte dentro do documento. Os alunos iniciam um novo processo de aprendizado também voltado para a prática de produção textual e interpretação

de textos sinalizados.

Na fase final do Ensino Fundamental, os estudantes aprofundam o conhecimento e aprendem a empregar os pronomes, os adjetivos e as expressões interrogativas,

tanto na sinalização como na escrita.

Fonte:
https://gauchazh.clicrbs.com.br/

Filme infantojuvenil “Sobre Rodas” estreia em 18 cidades do Brasil

Primeiro longa-metragem do diretor Mauro D’Addio, “Sobre Rodas” já foi selecionado para mais de 20 festivais ao redor do mundo e lançado na Romênia e na

Bélgica
O filme “Sobre Rodas”, primeiro longa-metragem do diretor Mauro D’Addio, estreia nesta quinta-feira, 14, em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Salvador,

Curitiba, Porto Alegre, Belo Horizonte, Goiânia, Londrina e Santos.

Já em João Pessoa, Natal, Teresina, Fortaleza, Ribeirão Preto, Jundiaí, São José do Rio Preto, e Campinas, reebem uma sessão especial do filme neste sábado,

16, às 10h, resultado da uma ação em parceria com Cinépolis,

“Sobre Rodas” – conta a história de Lucas (Cauã Martins), de 13 anos, que volta a escola depois de um acidente que o deixou sem movimento nas pernas.

Lá, ele conhece Laís (Lara Boldorini), também com 13 anos, e juntos partem por estradas de terra interioranas – em busca do pai que a menina nunca conheceu.

Nesta aventura eles acabam conhecendo um ao outro.

“O filme nasceu de um desejo de movimento, de viagem, de navegar a vida e descobrir o mundo. Queria contar a história desse momento de passagem da infância

para a adolescência, esse momento belo e tumultuado de nossas vidas, quando saímos da ‘concha’, fazemos amigos, nos apaixonamos”, conta Mauro, que também

assina o roteiro.

Produzido pela Klaxon Cultura Audiovisual e Hora Mágica Filmes, e distribuído nos cinemas pela Klaxon Cultura Audiovisual, “Sobre Rodas” já foi selecionado

para mais de 20 festivais ao redor do mundo e lançado na Romênia e na Bélgica. No Brasil, o filme foi exibido nas mostras infantojuvenis dos festivais

de Gramado, Rio, Brasília, CineBH, Tiradentes, Panorama Coisa de Cinema e FICI.

O longa foi eleito o melhor filme no TIFF Kids – Festival de Toronto (Canadá), no Chicago International Children’s Film Festival (EUA) e na Mostra Geração,

no Festival do Rio.

Classificação Indicativa: Livre
“Sobre Rodas” nas redes sociais:
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Fonte: Assessoria
via vida mais livre

sexta-feira, 15 de março de 2019

Aparelho de pesquisadores da USP consegue zerar dor da fibromialgia

Criado pelo Instituto de Física da USP de São Carlos, conjuga laser e ultrassom, sendo aplicado na palma das mãos; dor cessou em 90% dos casos

Um tratamento inovador contra a fibromialgia criado e aplicado por pesquisadores do Grupo de Óptica do Instituto de Física de São Carlos (IFSC/USP), conseguiu

zerar a dor da fibromialgia em 90% dos pacientes, segundo o pesquisador Antonio Eduardo de Aquino Junior, que liderou a pesquisa.

Ele ressalta que não se trata da cura da doença, considerada crônica, mas de um tratamento que pode melhorar a qualidade de vida dos pacientes.

“Com o tratamento, há pessoas que ficaram períodos de 30 dias sem nenhuma dor e outras, até 3 meses”, afirma.

“O tratamento evita o uso de uma gama de medicamentos, como analgésicos, anti-inflamatórios e antidepressivos, comumente utilizada para esse problema”,

completa.

A fibromialgia é caracterizada por dores em 18 pontos no corpo, de forma simétrica. Entre os outros sintomas estão fadiga crônica e sono não-reparador.

É uma doença de causa desconhecida, associada ao sistema nervoso central e ao mecanismo que controla a dor.

Tratamento Foto Sônico une ultrassom e laser

O tratamento da USP é chamado de Foto Sônico e coordenado pelo professor Vanderlei Bagnato. É realizado a partir de um equipamento, considerado pioneiro

no mundo, desenvolvido pela equipe do Instituto de Física, que realiza a aplicação conjugada de ultrassom e laser terapêutico, de baixa intensidade. Tanto

o protocolo do tratamento como o aparelho utilizado são considerados inéditos, de acordo com o pesquisador.

O tratamento tradicional, que é a fisioterapia, é realizada nos locais da dor, chamados de pontos gatilho ou tender point. Já o tratamento Foto Sônico

é aplicado em toda a palma da mão, sendo apenas 3 minutos em cada uma, duas vezes por semana. São necessárias dez sessões.

“Os pacientes com fibromialgia contêm um número maior de células sensoriais nas mãos do que as pessoas que não têm a doença. Então, utilizamos as palmas

das mãos como porta de entrada para o tratamento. A ação luminosa em contato com o tecido celular produz ATP, que é energia. Como consequência, diminui

a fadiga do paciente. Apesar da aplicação ser somente nas palmas das mãos, o efeito do tratamento é sistêmico, ou seja, atinge todo o corpo”, explica.


Ele ressalta que a aplicação do ultrassom e do laser conjugados potencializa a ação anti-inflamatória de ambos os recursos, promovendo o equilíbrio no

organismo e, por consequência, controlando a dor.

A previsão é que o equipamento chegue às clínicas médicas até o meio do ano, de acordo com o pesquisador.

No momento, há dois pontos de atendimento em São Carlos, a cerca de 230 km de São Paulo, onde está localizada a universidade. Um deles é a Unidade de Terapia

Fotodinâmica, na Santa Casa da Misericórdia de São Carlos. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (16) 3509-1351. As sessões são gratuitas. O

outro local é a clínica Multifisio, onde é cobrada uma taxa simbólica de cerca de R$ 40. O telefone de contato é (16) 99762-7273.

Fonte:
https://noticias.r7.com

App desenvolvido na USP ajuda a treinar fala de crianças com Down

A novidade é uma tecnologia assistiva que pretende melhorar a qualidade de vida de pessoas com dificuldades de fala
Um aplicativo saído dos laboratórios do Departamento de Computação e Matemática, da Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras de Ribeirão Preto (FFCLRP)

da Universidade de São Paulo (USP,) treina fala de pessoas com síndrome de Down. Trata-se do SofiaFala, sistema inteligente, interativo e gratuito que

roda em celulares e tablets com Android (por enquanto). O objetivo é aproximar pais, fonoaudiólogos e pacientes por meio de aprendizado de máquina e da

inteligência artificial.

A novidade é uma tecnologia assistiva que pretende melhorar a qualidade de vida de pessoas com dificuldades de fala. O sistema capta sons e imagens produzidos

durante a execução do exercício fonoaudiológico. Na sequêncuam os analisa e oferece dois tipos de respostas sobre a performance da criança: uma lúdico-educacional,

com orientações para o paciente e para o responsável pelo treino; outra, com dados métricos e estatísticos para o fonoaudiólogo avaliar, acompanhar e orientar

a evolução clínica da criança.

Especialista em sistemas de computação e uma das coordenadoras do projeto SofiaFala, Alessandra Alaniz Macedo, professora da FFCLRP, adianta que um protótipo

do aplicativo já está em fase de testes por usuários da ONG RibDown-RP, do Centro Integrado de Reabilitação do Hospital Estadual de Ribeirão Preto (CIR-HE)

e de clínicas particulares.

A professora comenta que, por ser de fácil operação, o SofiaFala pode ser utilizado pelas pessoas em suas próprias residências, seja com supervisão dos

pais ou até mesmo sozinhas.

À medida que ela repete movimentos e sons – um beijo, um estalo de língua ou um sopro – e até mesmo quando articula uma palavra ou uma frase, o aplicativo

manipula a informação e compara com um modelo adequado de produção desses sons. Em caso de dúvidas, a criança ou o tutor pode acessar imagens, vídeos e

sons de orientação com um simples toque.”

Enquanto os algoritmos inteligentes do SofiaFala respondem – reconhecendo e analisando os sons e imagens – sobre performance e adequação dessa criança

ao desempenho do exercício, o profissional que a acompanha também é abastecido pelas informações do aplicativo. Sobre a interface de máquina (smartphone),

“o sistema é flexível e permite a criação de treinos que se adaptem às características do usuário (paciente), conforme o tratamento evolui”, diz a especialista.


A taxa mundial de incidência da Síndrome de Down é de um para cada 700 bebês. No Brasil, nascem por ano 4 mil bebês com SD e existem aproximadamente 300

mil brasileiros com a síndrome, incluindo todas as faixas etárias.

A SD é uma alteração genética no par do cromossomo 21 que, dentre outros fatores, compromete o intelecto e a fala de quase cem por cento das pessoas diagnosticadas.

Porém, sabe-se que estímulos e terapias integradas com uma equipe multiprofissional favorecem o desenvolvimento da fala e da comunicação e, consequentemente,

a qualidade de vida.

As tecnologias assistivas, cada vez mais presentes na vida de pessoas com deficiência intelectual, motoras e psíquicas, podem melhorar habilidades de comunicação

e de fala, mas ainda não estão adaptadas à realidade brasileira. Os sistemas que lhes dão vida rodam, principalmente, no idioma inglês, o que requer alto

custo econômico de famílias, cuidadores e equipe de cuidado.

É nesse contexto que surge o grupo de pesquisa SofiaFala, criando e distribuindo “um software para auxiliar no trabalho de desenvolvimento da fala e sua

inteligibilidade”, garante a coordenadora do grupo.

Um aplicativo para dispositivo móvel, inteligente, gratuito e que apoie a criança com SD e seus cuidadores na execução dos treinos fonoaudiológicos em

casa. E, também, que ofereça ao fonoaudiólogo mecanismos para realizar a prescrição de treinamentos e um acompanhamento mais eficiente da evolução da fala

das crianças com SD. Com informações da USP.

Fonte:
Portal Notícias ao Minuto Site externo

Grand Prix de Judô abre a temporada de eventos internacionais 2019, em SP

Por CPB
Guto Marcondes/CPB/MPIX
Imagem

O Grand Prix de Judô Paralímpico vai abrir a temporada de eventos da CBDV em 2019. São esperados 152 atletas de 18 Estados, do Distrito Federal e da Ângola,

no Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, neste sábado, 16 de março, às 8h30.

Serão realizadas disputas nas categorias Adulto e Iniciante, esta última denominada Copa Antônio Tenório de Judô Paralímpico, em homenagem ao tetracampeão

das Paralimpíadas e detentor de outras duas medalhas, prata e bronze.

A campeã mundial Alana Maldonado e a medalhista de bronze Meg Emmerich estão confirmadas no evento. Elas e outras feras da Seleção Brasileira abrilhantam

ainda mais as disputas pelo pódio. Os selecionados se apresentaram no CT na última quinta, 7, e ficam até a disputa do GP.

A aproximadamente um ano e meio dos Jogos Paralímpicos de Tóquio, a competição é uma ótima oportunidade para a comissão técnica observar os atletas e,

quem sabe, descobrir novos talentos. Nos últimos anos, muitos judocas que fazem parte da Seleção surgiram em uma etapa do GP, como Alana Maldonado, que

apareceu na competição de 2014 e foi medalhista de prata dois anos depois nos Jogos do Rio.

Serviço
Grand Prix de Judô Paralímpico e Copa Antônio Tenório

Data: 16 de março de 2019

Horários:
- Abertura da Copa Antônio Tenório: 8h30
- Competição: 9h
- Premiação: 12h
- Abertura do Grand Prix de Judô Paralímpico: 13h
- Competição: 13h30
- Premiação: 17h

Local: Centro de Treinamento Paralímpico
Endereço: Rodovia dos Imigrantes, Km 11,5 – Vila Guarani/SP
Entrada franca

*Com informações da Confederação Brasileira de Desportos de Deficientes Visuais

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (
imp@cpb.org.br)

quinta-feira, 14 de março de 2019

Bonito integra lista de cidades com passeios de aventura inclusivos para cadeirantes

Portaria torna regras mais claras para o cadastro e assegura benefício para quem transporta pessoas com deficiência mental, intelectual e visual
A Prefeitura de São Paulo, por meio do Departamento de Operação do Sistema (DSV) Viário, publica nesta quarta-feira (13) uma portaria que torna mais claras

as regras para o cadastro de isenção de rodízio municipal para pessoas com deficiência, assegurando o direito ao benefício para quem transporta pessoas

com deficiência mental, intelectual e visual.

O texto segue as definições estabelecidas no artigo 2º da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146, de 06 de julho de 2015).


A nova portaria especifica claramente, entre os casos com direito à isenção, os veículos conduzidos por quem transporte pessoa com deficiência mental,

intelectual e visual (veja abaixo quais os demais casos que também têm direito ao benefício).

É importante destacar ainda que o direito das pessoas com autismo é assegurado pela Lei nº 12.764 de 27 de dezembro de 2012, que institui a Política Nacional

de Proteção dos Direitos da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista.

A Prefeitura regularizou os processos de isenção com o objetivo de garantir a obtenção do benefício por quem tem direito e circula com frequência na capital

paulista. Também foram criadas regras para o cadastro de veículos de entidades sem fins lucrativos que abriguem pessoas que tenham direito à isenção.

Os critérios para isenção foram definidos em conjunto pelas secretarias municipais de Mobilidade e Transportes (SMT) e da Pessoa com Deficiência (SMPED),

seguindo as disposições da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência

O cadastro, que é facultativo, evita a emissão de multas por descumprimento de rodízio a quem tem direito ao benefício. O munícipe que se enquadre nas

regras de isenção, mas não estiver cadastrado, tem a opção de recorrer à autuação junto ao DSV, apresentando a documentação necessária para solicitar o

cancelamento.

De acordo com o Decreto nº 58.584/18, alterado pelo Decreto nº 58.604/19, e o texto da nova portaria, são isentos os veículos que se enquadrem em um dos

casos a seguir:

- conduzidos por pessoa com deficiência física da qual decorra comprometimento de mobilidade, ou por quem as transporte;

- conduzidos por quem transporte pessoa com deficiência mental, intelectual e visual;

- conduzidos por pessoa portadora de doença crônica, que comprometa a sua mobilidade, ou por quem a transporte;

- conduzidos por pessoa que realiza tratamento médico continuado debilitante de doença grave, ou por quem a transporte.

Nos três primeiros casos, os veículos devem ser licenciados na Região Metropolitana de São Paulo. No quarto caso, é necessário que o médico indique a necessidade

do tratamento no município de São Paulo.

Como fazer o cadastro

Para veículos de pessoas físicas:

Enviar requerimento endereçado ao DSV, seguindo o modelo disponível no site
www.prefeitura.sp.gov.br/transportes,

na página de Autorizações Especiais. O pedido, assinado pelo beneficiário ou seu representante legal, deve ser encaminhado por meio da Caixa Postal nº

11.400,CEP 05422-970 ou entregue pessoalmente na Divisão de Autorização do DSV (Rua Sumidouro 740, Pinheiros – Térreo), mediante agendamento, com os seguintes

documentos:

• atestado médico legível, emitido há no máximo três meses, comprovando a deficiência, doença crônica ou a necessidade de tratamento médico continuado

debilitante de doença grave, contendo as seguintes informações:

a) descrição da deficiência ou da doença crônica, indicando, expressamente, que implicam no comprometimento de mobilidade temporária ou permanente;

b) carimbo com nome, CRM e assinatura do médico responsável;

c) nos casos de tratamento médico continuado debilitante de doença grave ou crônica que comprometa a mobilidade de forma temporária, indicar o período

e local previstos para a necessidade de isenção.

O DSV disponibiliza em seu site um modelo de atestado médico sinalizando ao profissional da saúde os dados necessários para análise do Departamento:
https://www.prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/upload/chamadas/atestado_mdico_verso_2_1548936657.pdf

• cópia simples do Certificado de Registro de Licenciamento do Veículo-CRLV, atualizado, em nome de pessoa física;

• cópia simples da Carteira Nacional de Habilitação-CNH do beneficiário, quando habilitado;

• cópia simples do CPF do beneficiário e, quando for o caso, de seu Representante Legal

• cópia simples de documento de identidade oficial com foto e assinatura do beneficiário e, quando for o caso, de seu Representante Legal;

• cópia simples do instrumento comprobatório da representação, quando for o caso, em nome do Representante Legal, que podem ser os pais, tutores, curadores

e procuradores da pessoa solicitante, devidamente constituídos.

Os cadastros para isenção de rodízio terão validade pelo prazo máximo de dois anos, como determina a legislação municipal. Para o paciente em tratamento

médico continuado debilitante de doença grave, a validade será o período informado no atestado, que não pode ser inferior a seis meses nem superior a um

ano.

Após os períodos de vigência, os cadastros poderão ser renovados junto ao DSV, com reapresentação da documentação necessária. No caso de deficiência permanente,

não será necessário enviar novo laudo médico.
fonte s m p e d

Prefeitura de São Paulo concede Selo de Acessibilidade Arquitetônica à GOL pela inovadora rampa de acesso às aeronaves por hj

O Selo certifica que o equipamento respeita as normas de acessibilidade para pessoas com deficiência e mobilidade reduzida na cidade de São Paulo
Nesta sexta-feira (15), às 9h, a Comissão Permanente de Acessibilidade (CPA), órgão vinculado à Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência (SMPED),

da Prefeitura de São Paulo, fará a entrega do Selo de Acessibilidade Arquitetônica à GOL pela inovadora rampa de acesso às aeronaves, no Aeroporto de Congonhas,

Praça Comandante Linneu Gomes, s/nº - Portão 3.
O Selo, regulamentado pelo Decreto nº 45.552/2004, é concedido para equipamentos públicos ou privados, que garantam acessibilidade para pessoas com deficiência

e mobilidade reduzida. Desde 2011, vários locais como escolas, templos religiosos, restaurantes, bancos e centros culturais já foram contemplados.

O Secretário Municipal da Pessoa com Deficiência, Cid Torquato, destaca o significado desta certificação: “Cada Selo concedido é uma conquista em termos

de respeito aos direitos das pessoas com deficiência. No caso específico, inovador, a GOL conseguiu resolver uma questão chave, o embarque de pessoas com

deficiência, principalmente cadeirantes, motivo de muitos problemas e reclamações”.
Os critérios e parâmetros que são avaliados nas instalações para a concessão do Selo de Acessibilidade seguem a Norma Brasileira de Acessibilidade a Edificações,

Mobiliário, Espaços e Equipamentos Urbanos (ABNT NBR 9050 - disponível em
http://bit.ly/1WhF7wr),

que estabelece todos os itens de acessibilidade arquitetônica.
A presidente da Comissão Permanente de Acessibilidade, Silvana Cambiaghi, explica o que é avaliado pelo órgão: “Para que um equipamento receba o Selo de

Acessibilidade Arquitetônica, é preciso ter todos os itens corretos, desde corrimãos, rampas, pisos, corredores, acessos, entre outros critérios estabelecidos

na ABNT NBR 9050”.

Mais informações sobre o Selo de Acessibilidade Arquitetônica acesse nosso
site.

Sobre a Rampa de Acesso da GOL
A rampa exclusiva para embarque e desembarque remoto é uma iniciativa que faz parte dos investimentos da companhia em acessibilidade e inclusão e tem como

objetivo facilitar o acesso às aeronaves, que não possui pontes de embarque - os chamados fingers.
O sistema da rampa é manual e funciona de forma quase idêntica ao das escadas já utilizadas, sendo conectado à aeronave no momento do embarque e do desembarque.

O equipamento possui ainda abastecimento solar, capaz de tornar autossuficiente a sua iluminação.

A rampa de acesso foi lançada com exclusividade em 2016 nos aeroportos de Congonhas (SP) e Santos Dumont (RJ). Hoje já está presente também nas bases de

Petrolina (PE), Juazeiro do Norte (CE), Teresina (PI), além de Rio Branco (AC) e Cruzeiro do Sul (AC).

Características técnicas :
Não motorizada, é de fácil operação;
•Atende a todos os tipos de passageiros, especialmente pessoas com deficiência, seguindo a norma NBR 9050;
•Possui três lances de rampa;
•Composta de quatro sapatas que suportam 25 toneladas por unidade;
•Possui cobertura;
•Atende toda a família B737 nas portas dianteira e traseira;
•Possui piso antiderrapante;
•Iluminação com LED alimentada por painel solar;
•Baixa manutenção;
•Capacidade para 66 pessoas;
•Facilidade de pré-embarque;
•Operação por duas pessoas;
•Design com 7,11º de inclinação (Conforme NBR 9050);
•Altura de atendimento de 2,50 a 3,07 metros de altura;
•Carga de trabalho igual a 320Kg por metro quadrado;
•Sapatas de acionamento interligadas proporcionando rapidez e segurança.

Mais informações:
www.voegol.com.br
GOL Linhas Aéreas Inteligentes
In Press Porter Novelli (Produtos, Serviços, Malha, Frota, Tecnologia, Alianças, Assuntos Corporativos, Operações e Financeiro)
gol@inpresspni.com.br
Contato: +55 (11) 3330-3842/ 3330-3825/ 5098-2009
Evento: Cerimônia de Entrega de Selo de Acessibilidade Arquitetônica
Local do Evento: Aeroporto de Congonhas
Endereço: Aeroporto de Congonhas, Praça Comandante Linneu Gomes, s/nº - Portão 3 – em frente ao Prédio 13
Data: 15 de março
Horário: 9h
fonte s m p e d