O projeto do senador Antonio Carlos Valadares acompanha a Classificação
Internacional de Deficiências, Incapacidades e Desvantagens da
Organização Mundial
da Saúde
Um projeto de lei do Senado (
PLS 311/2018 Site externo)
prevê que mudos e gagos podem ser considerados pessoas com deficiência.
O texto inclui as dificuldades de comunicação e expressão no rol de
impedimentos
que podem obstruir a participação plena e efetiva do cidadão na
sociedade em igualdade de condições.
O PLS muda o Estatuto da Pessoa com Deficiência (
Lei 13.146/2015 Site externo).
A lei em vigor considera com deficiência a pessoa com impedimento de
longo prazo de natureza física, mental, intelectual ou sensorial. O
projeto do senador
Antonio Carlos Valadares (PSB-SE) acompanha a Classificação
Internacional de Deficiências, Incapacidades e Desvantagens (CIF),
aprovada pela Organização
Mundial da Saúde (OMS). Desde 2001, o documento considera a gagueira
como uma deficiência.
“A pessoa com mudez ou gagueira passa por sérios obstáculos na vida
cotidiana. Ela tem prejuízos especialmente pela dificuldade de interagir
durante situações
como entrevistas de emprego, quando a empresa não está preparada para
lidar com a questão. As dificuldades se tornam maiores quanto mais
profunda for a
disfluência da fala”, argumenta Valadares.
O PLS 311/2018 aguarda a publicação de relatório na Comissão de Assuntos
Sociais (CAS). De lá, a matéria segue para a Comissão de Direitos
Humanos e Legislação
Participativa (CDH).
Fonte:
Agência Senado Site externo
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2019
quinta-feira, 7 de fevereiro de 2019
Aluno do UniSALESIANO cria “Interpretador” de livros para pessoas com deficiência visual
Por meio da tecnologia, dispositivo dá acesso a qualquer tipo de
material impresso e pode ser utilizado tanto em português como em inglês
Facilitar o acesso à informação para pessoas com deficiência ou baixa
visão, foi um dos objetivos do projeto desenvolvido pelo aluno, Lucas da
Silva, do
9º termo de Engenharia da Computação do UniSALESIANO.
O acadêmico criou um dispositivo denominado “Interpretador de livros
para pessoas com deficiência visual ou baixa visão”, que faz a captação
do texto em
livros ou revistas através de uma imagem digitalizada por um sistema, e
após esse processo, é realizada uma conversão da imagem do texto para
áudio.
“A tecnologia pode ajudar a melhorar a qualidade de vida das pessoas com
deficiência visual, agora eles podem ter acesso a qualquer tipo de
material impresso,
não somente o braile”, salientou Silva.
Segundo o acadêmico, o sistema pode ser operado por qualquer pessoa, até
mesmo pelos deficientes visuais. Os botões possuem alto relevo e
comandos por
voz para a operação do sistema.
“O usuário pode utilizá-lo tanto em português como em inglês, seja na
operação ou nos textos a serem convertidos em áudio falado”, destacou Silva.
O projeto foi desenvolvido para um Trabalho de Conclusão de Curso, sob a
orientação do Mestre, James Clauton, docente do curso de Engenharia da
Computação.
Para ele, o equipamento vai dar a oportunidade as pessoas com
deficiência visual.
“Sabemos o quão difícil é para pessoas com esse tipo de deficiência
terem acesso a qualquer tipo de informação escrita, com o
‘Interpretador’ essa realidade
vai mudar”, afirma.
Foram realizados testes do projeto em pessoas que possuem dificuldade em
realizar leitura de textos devido à idade avançada, e o resultado foi
satisfatório,
principalmente pelo uso autônomo do projeto.
“É necessário apenas um treinamento rápido no início da utilização do
dispositivo”, enfatiza Silva.
Após treinamento básico, os usuários são capazes de utilizar o
dispositivo por conta própria e fazerem leituras de documentos de sua
escolha, sem a necessidade
de auxílio de alguém para a manipulação do equipamento.
fonte
unisalesiano@unisalesiano.com.br
material impresso e pode ser utilizado tanto em português como em inglês
Facilitar o acesso à informação para pessoas com deficiência ou baixa
visão, foi um dos objetivos do projeto desenvolvido pelo aluno, Lucas da
Silva, do
9º termo de Engenharia da Computação do UniSALESIANO.
O acadêmico criou um dispositivo denominado “Interpretador de livros
para pessoas com deficiência visual ou baixa visão”, que faz a captação
do texto em
livros ou revistas através de uma imagem digitalizada por um sistema, e
após esse processo, é realizada uma conversão da imagem do texto para
áudio.
“A tecnologia pode ajudar a melhorar a qualidade de vida das pessoas com
deficiência visual, agora eles podem ter acesso a qualquer tipo de
material impresso,
não somente o braile”, salientou Silva.
Segundo o acadêmico, o sistema pode ser operado por qualquer pessoa, até
mesmo pelos deficientes visuais. Os botões possuem alto relevo e
comandos por
voz para a operação do sistema.
“O usuário pode utilizá-lo tanto em português como em inglês, seja na
operação ou nos textos a serem convertidos em áudio falado”, destacou Silva.
O projeto foi desenvolvido para um Trabalho de Conclusão de Curso, sob a
orientação do Mestre, James Clauton, docente do curso de Engenharia da
Computação.
Para ele, o equipamento vai dar a oportunidade as pessoas com
deficiência visual.
“Sabemos o quão difícil é para pessoas com esse tipo de deficiência
terem acesso a qualquer tipo de informação escrita, com o
‘Interpretador’ essa realidade
vai mudar”, afirma.
Foram realizados testes do projeto em pessoas que possuem dificuldade em
realizar leitura de textos devido à idade avançada, e o resultado foi
satisfatório,
principalmente pelo uso autônomo do projeto.
“É necessário apenas um treinamento rápido no início da utilização do
dispositivo”, enfatiza Silva.
Após treinamento básico, os usuários são capazes de utilizar o
dispositivo por conta própria e fazerem leituras de documentos de sua
escolha, sem a necessidade
de auxílio de alguém para a manipulação do equipamento.
fonte
unisalesiano@unisalesiano.com.br
Exposição Direitos Humanos Para Quê volta ao Memorial da Inclusão
Imagem: uma das obras táteis expostas, uma rua com carros e pessoas caminhando pelas calçadas, algumas tem deficiência, uma delas utiliza cão-guia
De 06 a 28 de fevereiro, o Memorial da Inclusão, ação da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo recebe a mostra “Direitos
Humanos Para Quê?”. A exposição fez parte da Virada Inclusiva, evento que reúne em um fim de semana ações culturais e artísticas em todo o Estado de São
Paulo, cujo tema é a Convenção sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência.
A exposição convida os visitantes a refletir sobre as conquistas e mudanças que ainda precisam ser realizadas para uma inclusão plena. A mostra traz painéis
interativos com jogos infantis e conteúdo acessível com temas sobre direitos básicos como: moradias, justiça, trabalho, participação, saúde, equidade,
educação, saúde e segurança.
As visitas podem ser feitas de segunda a sexta, das 10h às 18h e aos sábados, das 13h às 17h. O Memorial da Inclusão está localizado na sede da Secretaria,
na Avenida Auro Soares de Moura Andrade, 564 - Portão 10, na Barra Funda.
Inaugurado no dia 3 de dezembro de 2009, o Memorial da Inclusão: os Caminhos da Pessoa com Deficiência tem o propósito de reunir em um só espaço fotografias,
documentos, manuscritos, áudios, vídeos e referências aos principais personagens, às lutas e às várias iniciativas que incentivaram as conquistas e melhores
oportunidades às pessoas com deficiências.
SERVIÇO
Exposição: “Virada Inclusiva: Direitos Humanos Para Quê?”
Data: 06 a 28 de fevereiro
Horário: de segunda a sexta-feira, das 10h às 18h e aos sábados, das 13h às 17h
Local: Memorial da Inclusão – Sede da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo
Endereço: Av. Auro Soares de Moura Andrade, 564 - Portão 10 – Barra Funda – São Paulo/SP
Entrada gratuita
fonte secretaria dos direitos da pessoa com deficiencia
De 06 a 28 de fevereiro, o Memorial da Inclusão, ação da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo recebe a mostra “Direitos
Humanos Para Quê?”. A exposição fez parte da Virada Inclusiva, evento que reúne em um fim de semana ações culturais e artísticas em todo o Estado de São
Paulo, cujo tema é a Convenção sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência.
A exposição convida os visitantes a refletir sobre as conquistas e mudanças que ainda precisam ser realizadas para uma inclusão plena. A mostra traz painéis
interativos com jogos infantis e conteúdo acessível com temas sobre direitos básicos como: moradias, justiça, trabalho, participação, saúde, equidade,
educação, saúde e segurança.
As visitas podem ser feitas de segunda a sexta, das 10h às 18h e aos sábados, das 13h às 17h. O Memorial da Inclusão está localizado na sede da Secretaria,
na Avenida Auro Soares de Moura Andrade, 564 - Portão 10, na Barra Funda.
Inaugurado no dia 3 de dezembro de 2009, o Memorial da Inclusão: os Caminhos da Pessoa com Deficiência tem o propósito de reunir em um só espaço fotografias,
documentos, manuscritos, áudios, vídeos e referências aos principais personagens, às lutas e às várias iniciativas que incentivaram as conquistas e melhores
oportunidades às pessoas com deficiências.
SERVIÇO
Exposição: “Virada Inclusiva: Direitos Humanos Para Quê?”
Data: 06 a 28 de fevereiro
Horário: de segunda a sexta-feira, das 10h às 18h e aos sábados, das 13h às 17h
Local: Memorial da Inclusão – Sede da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo
Endereço: Av. Auro Soares de Moura Andrade, 564 - Portão 10 – Barra Funda – São Paulo/SP
Entrada gratuita
fonte secretaria dos direitos da pessoa com deficiencia
Com nova Previdência, idosos de baixa renda vão receber menos que um salário mínimo
A matéria abaixo foi extraída do site
Estadão.
Texto preliminar da reforma, obtido pelo ‘Estadão’, assegura renda mínima de R$ 500 para pessoas em condição de ‘miserabilidade’ com 55 anos ou mais
O governo Jair Bolsonaro pretende criar regras diferenciadas para o público que hoje recebe o
Benefício da Prestação Continuada (BPC),
concedido a idosos e pessoas com deficiência de baixa renda. A principal mudança é que o valor do pagamento não ficará atrelado ao salário mínimo como
é hoje.
Essa medida foi a que teve pior repercussão entre os parlamentares no Congresso Nacional, após a divulgação da minuta da reforma da Previdência com exclusividade
pelo Broadcast. Deputados e senadores já avisam que uma medida como essa não passa no plenário das duas Casas. A avaliação é de que a ideia penaliza a
população que hoje já sofre para conseguir se sustentar.
O ex-presidente Michel Temer também tentou propor a possibilidade de pagar benefícios assistenciais abaixo do salário mínimo, mas foi um dos primeiros
pontos a cair em meio às negociações com os parlamentares. No governo, a percepção é de que não se pode atrelar o salário mínimo, que estabelece a remuneração
básica do trabalhador, à assistência, cujo pagamento não requer nenhuma contribuição.
Para tentar vencer as resistências, a equipe econômica propõe uma idade menor que a atual, de 65 anos, para que os mais pobres comecem a receber o benefício
assistencial. Pessoas “em condição de miserabilidade” e que não tenham conseguido contribuir à Previdência pelo tempo mínimo exigido para a aposentadoria
receberão R$ 500,00 a partir dos 55 anos. O valor aumenta para R$ 750,00 a partir dos 65 anos.
Haverá ainda um benefício extra para pessoas acima de 70 anos e que tenham contribuído por ao menos dez anos ao INSS. Esse período é insuficiente para
pedir aposentadoria, mas vai garantir um adicional de R$ 150,00.
Para pessoas com deficiência e sem condição de sustento, esse pagamento será maior, de R$ 1 mil. Posteriormente, uma lei complementar poderá estabelecer
outros critérios para a concessão de todos esses benefícios.
Em todos os casos, será preciso comprovar renda mensal per capita familiar do requerente, que deverá ser inferior a um quarto de salário mínimo. Não será
possível acumular esse benefício com outro pagamento assistencial.
Abono
A proposta também pretende restringir o pagamento do abono salarial aos trabalhadores que recebem um salário mínimo por mês. Atualmente, o abono é pago
a todos que recebem até dois salários mínimos. O benefício é equivalente a um salário mínimo e seu custo está estimado em R$ 19,2 bilhões no Orçamento
de 2019.
Essa era uma medida que já estava nos planos da equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes, como mostrou o Estadão/Broadcast. O governo do ex-presidente
Michel Temer também tentou reduzir a abrangência do abono salarial, mas a proposta sofreu resistência e não avançou.
Regras especiais
A minuta também prevê que poderão ter idade mínima diferenciada trabalhadores que exerçam atividades em condições especiais que prejudiquem a saúde. O
benefício também poderá ser concedido a professores que comprovem exclusivamente tempo de efetivo exercício das funções de magistério na educação infantil,
ensino fundamental e ensino médio. Leis complementares também poderão estabelecer idade mínima diferenciada para trabalhadores rurais.
Empregados de empresas públicas, sociedades de economia mista e subsidiárias serão aposentados compulsoriamente ao atingirem uma idade máxima, observado
o cumprimento do tempo mínimo de contribuição.
Fonte:
https://economia.estadao.com.br/
Estadão.
Texto preliminar da reforma, obtido pelo ‘Estadão’, assegura renda mínima de R$ 500 para pessoas em condição de ‘miserabilidade’ com 55 anos ou mais
O governo Jair Bolsonaro pretende criar regras diferenciadas para o público que hoje recebe o
Benefício da Prestação Continuada (BPC),
concedido a idosos e pessoas com deficiência de baixa renda. A principal mudança é que o valor do pagamento não ficará atrelado ao salário mínimo como
é hoje.
Essa medida foi a que teve pior repercussão entre os parlamentares no Congresso Nacional, após a divulgação da minuta da reforma da Previdência com exclusividade
pelo Broadcast. Deputados e senadores já avisam que uma medida como essa não passa no plenário das duas Casas. A avaliação é de que a ideia penaliza a
população que hoje já sofre para conseguir se sustentar.
O ex-presidente Michel Temer também tentou propor a possibilidade de pagar benefícios assistenciais abaixo do salário mínimo, mas foi um dos primeiros
pontos a cair em meio às negociações com os parlamentares. No governo, a percepção é de que não se pode atrelar o salário mínimo, que estabelece a remuneração
básica do trabalhador, à assistência, cujo pagamento não requer nenhuma contribuição.
Para tentar vencer as resistências, a equipe econômica propõe uma idade menor que a atual, de 65 anos, para que os mais pobres comecem a receber o benefício
assistencial. Pessoas “em condição de miserabilidade” e que não tenham conseguido contribuir à Previdência pelo tempo mínimo exigido para a aposentadoria
receberão R$ 500,00 a partir dos 55 anos. O valor aumenta para R$ 750,00 a partir dos 65 anos.
Haverá ainda um benefício extra para pessoas acima de 70 anos e que tenham contribuído por ao menos dez anos ao INSS. Esse período é insuficiente para
pedir aposentadoria, mas vai garantir um adicional de R$ 150,00.
Para pessoas com deficiência e sem condição de sustento, esse pagamento será maior, de R$ 1 mil. Posteriormente, uma lei complementar poderá estabelecer
outros critérios para a concessão de todos esses benefícios.
Em todos os casos, será preciso comprovar renda mensal per capita familiar do requerente, que deverá ser inferior a um quarto de salário mínimo. Não será
possível acumular esse benefício com outro pagamento assistencial.
Abono
A proposta também pretende restringir o pagamento do abono salarial aos trabalhadores que recebem um salário mínimo por mês. Atualmente, o abono é pago
a todos que recebem até dois salários mínimos. O benefício é equivalente a um salário mínimo e seu custo está estimado em R$ 19,2 bilhões no Orçamento
de 2019.
Essa era uma medida que já estava nos planos da equipe do ministro da Economia, Paulo Guedes, como mostrou o Estadão/Broadcast. O governo do ex-presidente
Michel Temer também tentou reduzir a abrangência do abono salarial, mas a proposta sofreu resistência e não avançou.
Regras especiais
A minuta também prevê que poderão ter idade mínima diferenciada trabalhadores que exerçam atividades em condições especiais que prejudiquem a saúde. O
benefício também poderá ser concedido a professores que comprovem exclusivamente tempo de efetivo exercício das funções de magistério na educação infantil,
ensino fundamental e ensino médio. Leis complementares também poderão estabelecer idade mínima diferenciada para trabalhadores rurais.
Empregados de empresas públicas, sociedades de economia mista e subsidiárias serão aposentados compulsoriamente ao atingirem uma idade máxima, observado
o cumprimento do tempo mínimo de contribuição.
Fonte:
https://economia.estadao.com.br/
quarta-feira, 6 de fevereiro de 2019
Prefeitura constrói calçadas para deficientes visuais e deixa postes no meio do caminho
O problema está em vários pontos da avenida B, que dá acesso a pelo
menos quatro bairros da cidade. Calçada foi construída recentemente, em
novembro do
ano passado.
Postes no meio da calçada têm dificultado a locomoção em Gurupi. O
problema está em vários pontos da avenida B, que dá acesso a pelo menos
quatro bairros
da cidade e que foi concluída em novembro do ano passado. As estruturas
ficam no meio do piso tátil e atrapalham a caminhada de deficientes visuais.
A comerciante Luzineide Feitosa reclama que as estruturas podem ser um
risco para os deficientes. “Ele vai vir e tem que desviar do poste. Se
caso ele
bate no poste, quem vai assumir a responsabilidade?”, questiona.
A avenida faz parte de uma obra que custou quase R$ 3 milhões. As
calçadas foram construídas recentemente e segundo os moradores, os
postes já estavam
no local. “Alguém tem que resolver, os responsáveis pelo projeto e
regularizar. Deve ter alguém ou algum órgão que seja responsável por
isso”, diz a dona
de casa Clézia Pires.
Em nota, a Prefeitura de Gurupi informou que o Departamento de Posturas
notificou a Energisa para realinhar os postes, mas que a empresa não
conseguiu
realinhá-los no período contratual da obra. Disse ainda que é
responsabilidade da Energisa retirar as estruturas do local.
A empresa responsável pelo serviço já havia colocado o piso tátil
próximo aos postes, que alerta ao deficiente visual que ali há um
obstáculo e que precisa
ser contornado. Disse que assim que os postes foram retirados, o piso
tátil será instalado de forma adequada.
O gerente de construção e manutenção da Energisa, Alberto Cunha,
informou que essa semana fornecerá o orçamento para a prefeitura visando
o deslocamento
dos postes. Disse ainda que este orçamento foi solicitado pela
prefeitura na última quarta-feira (16).
“Agora, é importante entender porque os postes estão ali. Toda vez que a
Energisa vai fazer um projeto, a gente pede para os municípios o
alinhamento de
guia para que a gente saiba aonde deve colocar os postes. E ali não foi
diferente. Os postes foram colocados exatamente onde nos foi dado o
alinhamento
de guia. Ocorre que muitas vezes a energia elétrica chega primeiro que o
restante das outras infraestruturas. Nesse caso de Gurupi, essa semana a
gente
fornece o orçamento para a prefeitura e assim que ela aprovar o
orçamento, a gente inicia as obras de deslocamento de postes”, explicou.
Fonte: G1
menos quatro bairros da cidade. Calçada foi construída recentemente, em
novembro do
ano passado.
Postes no meio da calçada têm dificultado a locomoção em Gurupi. O
problema está em vários pontos da avenida B, que dá acesso a pelo menos
quatro bairros
da cidade e que foi concluída em novembro do ano passado. As estruturas
ficam no meio do piso tátil e atrapalham a caminhada de deficientes visuais.
A comerciante Luzineide Feitosa reclama que as estruturas podem ser um
risco para os deficientes. “Ele vai vir e tem que desviar do poste. Se
caso ele
bate no poste, quem vai assumir a responsabilidade?”, questiona.
A avenida faz parte de uma obra que custou quase R$ 3 milhões. As
calçadas foram construídas recentemente e segundo os moradores, os
postes já estavam
no local. “Alguém tem que resolver, os responsáveis pelo projeto e
regularizar. Deve ter alguém ou algum órgão que seja responsável por
isso”, diz a dona
de casa Clézia Pires.
Em nota, a Prefeitura de Gurupi informou que o Departamento de Posturas
notificou a Energisa para realinhar os postes, mas que a empresa não
conseguiu
realinhá-los no período contratual da obra. Disse ainda que é
responsabilidade da Energisa retirar as estruturas do local.
A empresa responsável pelo serviço já havia colocado o piso tátil
próximo aos postes, que alerta ao deficiente visual que ali há um
obstáculo e que precisa
ser contornado. Disse que assim que os postes foram retirados, o piso
tátil será instalado de forma adequada.
O gerente de construção e manutenção da Energisa, Alberto Cunha,
informou que essa semana fornecerá o orçamento para a prefeitura visando
o deslocamento
dos postes. Disse ainda que este orçamento foi solicitado pela
prefeitura na última quarta-feira (16).
“Agora, é importante entender porque os postes estão ali. Toda vez que a
Energisa vai fazer um projeto, a gente pede para os municípios o
alinhamento de
guia para que a gente saiba aonde deve colocar os postes. E ali não foi
diferente. Os postes foram colocados exatamente onde nos foi dado o
alinhamento
de guia. Ocorre que muitas vezes a energia elétrica chega primeiro que o
restante das outras infraestruturas. Nesse caso de Gurupi, essa semana a
gente
fornece o orçamento para a prefeitura e assim que ela aprovar o
orçamento, a gente inicia as obras de deslocamento de postes”, explicou.
Fonte: G1
CPTM conclui intervenções na estação Mogi das Cruzes
Todas as estações da Linha 11-Coral, no Alto Tietê, passam a ter itens de acessibilidade, como rampas com corrimãos e piso tátil direcional
Nesta quinta-feira (31), serão entregues as obras de acessibilidade na Estação Mogi das Cruzes, na Linha 11-Coral (Luz – Estudantes). Com isso, todas as
estações da Linha 11-Coral, no Alto Tietê, passam a ter itens de acessibilidade.
O investimento foi de cerca de R$ 628 mil e contemplou a ampliação do saguão da estação Mogi das Cruzes, que ganhou sanitário acessível unissex, além da
instalação de rampas com corrimãos para acesso à estação e às plataformas 1, 2 e 3, piso tátil direcional e de alerta nas plataformas, e ajustes nas bilheterias
com a ampliação do balcão e a instalação de intercomunicadores.
Também foi instalada nova comunicação visual e tátil no saguão, nos acessos e plataformas. Na área externa, foi feito o rebaixamento da calçada.
Com isso, a estação ganhou, ainda, uma vaga para embarque e desembarque de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Outra intervenção foi a implantação
de uma lombo-faixa na rodovia Henrique Eroles, na área lateral da estação.
A passagem assistida para travessia dos passageiros entre as plataformas foi reformada e recebeu a aplicação de material antiderrapante e piso de alerta
lateral.
fonte saopaulo.sp.gov.br
Nesta quinta-feira (31), serão entregues as obras de acessibilidade na Estação Mogi das Cruzes, na Linha 11-Coral (Luz – Estudantes). Com isso, todas as
estações da Linha 11-Coral, no Alto Tietê, passam a ter itens de acessibilidade.
O investimento foi de cerca de R$ 628 mil e contemplou a ampliação do saguão da estação Mogi das Cruzes, que ganhou sanitário acessível unissex, além da
instalação de rampas com corrimãos para acesso à estação e às plataformas 1, 2 e 3, piso tátil direcional e de alerta nas plataformas, e ajustes nas bilheterias
com a ampliação do balcão e a instalação de intercomunicadores.
Também foi instalada nova comunicação visual e tátil no saguão, nos acessos e plataformas. Na área externa, foi feito o rebaixamento da calçada.
Com isso, a estação ganhou, ainda, uma vaga para embarque e desembarque de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida. Outra intervenção foi a implantação
de uma lombo-faixa na rodovia Henrique Eroles, na área lateral da estação.
A passagem assistida para travessia dos passageiros entre as plataformas foi reformada e recebeu a aplicação de material antiderrapante e piso de alerta
lateral.
fonte saopaulo.sp.gov.br
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