O Memorial da Inclusão, espaço de documentos, audio-visuais e registro fotográfico sobre o movimento das pessoas com deficiência, localizado na sede da
Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, agora ganha nova nomenclatura: Museu Estadual Memorial da Inclusão: Os Caminhos
da Pessoa com Deficiência, formalizado pelo Decreto nº 63.892, publicado pelo governador Márcio França, em 05 de dezembro de 2018.
O Memorial faz parte da Secretaria desde 2010. Além de exposições, organiza ações como a Virada Inclusiva e o Prêmio de Jornalismo Rui Bianchi. É responsável
pela preservação de documentos e imagens que contam a história de pessoas com deficiência.
Atividades que já são realizadas continuarão, como exposições itinerantes, virtuais e temporárias que contam com recursos de acessibilidade e promovem
o conhecimento de obras e acervo presentes na área.
Recebendo diariamente visitas de alunos, instituições e demais pessoas interessadas, o local agrega conhecimento e diversidade. Contudo visa mostrar a
história de militância da pessoa com deficiência ao longo dos anos, contando os avanços, reflexões do que mudou e o que pode mudar, com o intuito de uma
sociedade inclusiva de pessoas com e sem deficiência e um ambiente de respeito mútuo.
Para mais informações sobre o Memorial, acesse:
http://www.memorialdainclusao.org.br
SERVIÇO
Museu Estadual do Memorial da Inclusão: Os Caminhos da Pessoa com Deficiência
Local: Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência
Endereço: Av. Auro Soares de Moura Andrade, 564 – Portão 10 – Barra Funda – Próximo da Estação Palmeiras - Barra Funda do Metrô e CPTM – São Paulo Paulo
– SP
Horário: De segunda a sexta-feira, das 10h às 18h e aos sábados das 13h às 17h (exceto feriados e pontos facultativos)
Entrada Franca
fonte secretaria dos direitos da pessoa com deficiencia
terça-feira, 18 de dezembro de 2018
segunda-feira, 17 de dezembro de 2018
Prefeitura de São Paulo oferece programação Especial de Natal com Libras no Centro Histórico da cidade
Shows e muita música são destaques do programa Cultura Inclusiva de dezembro
No mês de Dezembro a programação está imperdível com o Especial de Natal! Nesta data tão significativa, o programa Cultura Inclusiva, iniciativa das Secretarias
Municipais de Cultura (SMC) e da Pessoa com Deficiência (SMPED), estará presente no Centro Histórico da cidade de São Paulo, trazendo grandes atrações
musicais, shows e espetáculo circense. Todas as apresentações são gratuitas e terão tradução em Libras.
No dia 15/12, às 16h, no Centro Histórico - Largo São Francisco apresenta o Gran Circo Bla, blá bla, com seis personagens do circo clássico, o mágico,
o homem forte, a mulher barbada, o palhaço, o malabarista e a bailarina realizam um cortejo musical na rua, convidando crianças e adultos a cantar e a
ouvir histórias do Natal!Tudo vai acontecer com tradução para Libras.
Ainda no dia 15/12 só que às 19h, o palco será a Praça do Patriarca com a Imperdível Zezé Mota, grande ícone da cultura brasileira, que apresenta o show
acústico “No Coração do Brasil”, acompanhada pelo violonista Joan Barros. A atividade terá tradução para Libras, e o show também é gratuito.
Dia 19/12, às 18h, o Pátio do Colégio (Centro Histórico), vai receber os cantores Ayrton Montarroyos e Luiza Possi. Ayrton Montarroyos é um dos grandes
cantores da nova geração. Finalista do The Voice (TV Globo) de 2016, gravou seu primeiro disco ano passado e obteve elogios de toda crítica especializada.
No momento em que se prepara para lançar seu segundo álbum, “Um Mergulho no Nada”, sobe ao palco pela primeira vez com sua amiga, a carismática e não menos
talentosa Luiza Possi, um dos principais ícones da música pop romântica moderna. O show também terá tradução em Libras.
Toda a programação é gratuita. Confira a agenda completa, e acompanhe a programação do Cultura Inclusiva em nosso
site.
CULTURA INCLUSIVA - DEZEMBRO (ESPECIAL DE NATAL)
Festival de Natal em parceria com as Secretarias Municipais de Cultura e Turismo
Programação sujeita a alterações
Símbolo da Libras
Gran Circo Bla Bla Bla (Festival de Natal)
Dia: 15/12 às 16h
Local: Largo São Francisco (Centro Histórico)
Sobre: Seis personagens do circo clássico, o mágico, o homem forte, a mulher barbada, o palhaço, o malabarista e a bailarina realizam um cortejo musical
na rua, convidando crianças e adultos a cantar e a ouvir histórias do Natal!
Eles contam para o público que o Circo Bla-bla-blá chegou na cidade vizinha e vai armar a lona para realizar o grande espetáculo. Enquanto isso, as formidáveis
personagens vêm até a “São São Paulo, meu amor” para comprar aviamentos, balões e outros balangandãs que serão usados na maravilhosa apresentação. “Onde
fica a 25 de Março? Vocês conhecem o caminho?” Os artistas provocam os espectadores e realizam pequenas demonstrações de seus números. Contam histórias
dos Três Reis Magos, O Nascimento do Menino de Luz, entre outras dos bastidores do circo, e divertem todos com suas peripécias mirabolantes.
Serviços: Tradução para Libras
Observações: Gratuito. Livre.
Símbolo da Libras
Símbolo Audiodescrição
Jornada de um Imbecil até o Entendimento
Dia: 15/12 às 17h
Local: Centro Cultural São Paulo
Sobre: A comédia circense narra as articulações e malandragens de seis vagabundos – Mandrião, Teco, Manduca, Popô, Pilico e Totoca – que sobrevivem pedindo
dinheiro nas ruas e becos de uma cidade grande. Apenas Mandrião e Pilico têm chapéus para pedir esmolas. O primeiro, com a ajuda de Teco, praticamente
escraviza os demais, respaldando-se em uma falsa crença criada por um deles. Montagem selecionada pelo Prêmio Zé Renato da Secretaria Municipal de Cultura
de São Paulo.
Serviços: Tradução para Libras e Audiodescrição
Observações: Gratuito. 100min. livre.
Símbolo da Libras
Zezé Motta (Festival de Natal)
Dia: 15/12 às 19h
Local: Praça do Patriarca (Centro Histórico)
Sobre: Zezé Motta, grande ícone da cultural brasileira, seja no cinema, no teatro, na música ou na televisão, apresenta o show acústico “No Coração do
Brasil”, acompanhada pelo violonista Joan Barros. No repertório, clássicos da música Brasileira, inclusive do compositor Luiz Melodia (de quem Zezé sempre
foi a principal intérprete), como Magrelinha, Pérola Negra, Dores de Amores e Estácio Holly Estácio.
Serviços: Tradução para Libras
Observações: Gratuito. Livre.
Símbolo da Libras
Cora da Vila (Festival de Natal)
Dia: 18/12 às 18h
Local: Pátio do Colégio (Centro Histórico)
Sobre: O Coro da Vila é um grupo independente com 25 anos de atividade que reúne cerca de 60 coralistas, sob a regência de César Cerasomma, realizam espetáculos
que homenageiam o Clube da Esquina, movimento que reuniu nomes como Milton Nascimento, Lô Borges, Fernando Brant e Beto Guedes. Após extensa pesquisa musical,
o coro chegou a um repertório com vários arranjos inéditos, escritos especialmente para esse espetáculo, que tenta mesclar um pouco as composições mais
consagradas do Milton e do pessoal do Clube e outras menos conhecidas, menos cantadas, mas que fazem parte desse universo musical.
Serviços: Tradução para Libras
Observações: Gratuito. Livre.
Símbolo da Libras
Ayrton Montarroyos e Luiza Possi (Festival de Natal)
Dia: 19/12 às 18h
Local: Pátio do Colégio (Centro Histórico)
Sobre: Ayrton Montarroyos é um dos grandes cantores da nova geração. Finalista do The Voice (TV Globo) de 2016, gravou seu primeiro disco ano passado e
obteve elogios de toda crítica especializada. No momento em que se prepara para lançar seu segundo álbum, “Um Mergulho no Nada”, sobe ao palco pela primeira
vez com sua amiga, a carismática e não menos talentosa Luiza Possi, um dos principais ícones da música pop romântica moderna. Entre números solos e duetos,
os artistas vão apresentar alguns temas natalinos em versões novas e bem humoradas.
Serviços: Tradução para Libras
Observações: Gratuito. Livre.
Símbolo da Libras
Samba de Natal – Samba Sinhá – Show de música e dança (Festival de Natal)
Dia: 20/12 às 18h
Local: Largo da Misericórdia (Centro Histórico)
Sobre: Grupo Samba Sinhá, transforma e inspira o momento de Natal com sua música em base de samba. Produzido por Renne Campos, o show Samba de Natal com
o Grupo Samba Sinhá traz inéditas músicas Natalinas tocadas em ritmo de samba acompanhadas de dança. Além do repertório Natalino o Samba Sinhá já trará
para o público uma pitada de novidade de seu CD e DVD que deve ser masterizado no mês de janeiro de 2019.
Serviços: Tradução para Libras
Observações: Gratuito. Livre.
Símbolo da Libras
Vilancicos e Cantigas de Natal (Festival de Natal)
Dia: 22/12 às 17h
Local: Largo São Bento (Centro Histórico)
Sobre: O espetáculo Vilancicos e Cantigas de Natal reuniu canções de toda Sul América que tem em comum a celebração do nascimento do menino Jesus. Interpretadas
com instrumentos de época, por vezes é a música alegre, para bailar e festejar, por outras a reflexão e a paz da cantiga de ninar cantada para o repouso
da Mãe, após parir o menino abençoado.
Um convite para a paz e reflexão, para vivenciar e expandir a amor que há em cada um de nós.
Serviços: Tradução para Libras
Observações: Gratuito. Livre.
Símbolo da Libras
Maria Alcina (Festival de Natal)
Dia: 23/12 às 19h
Local: Praça do Patriarca (Centro Histórico)
Sobre: Composto apenas por canções brasileiras de Natal, de autores que vão de Adoniran Barbosa a Chico Buarque, passando por Martinho da Vila, Vinicius
de Moraes e Luiz Gonzaga, “NATAL BEM BRASILEIRO” ganha no palco uma versão dinâmica em um show com irreverência, bom humor e muita emoção. O show “ Natal
Bem Brasileiro " é protagonizado por Maria Alcina que será acompanhada pelos músicos: Rovilson Pascoal, Gustavo Souza e Ricardo Prado. Natal bem brasileiro
é um projeto inclusivo de afirmação da nossa brasilidade é um Natal Tropical.
Serviços: Tradução para Libras
Observações: Gratuito. Livre.
fonte s m p e d
No mês de Dezembro a programação está imperdível com o Especial de Natal! Nesta data tão significativa, o programa Cultura Inclusiva, iniciativa das Secretarias
Municipais de Cultura (SMC) e da Pessoa com Deficiência (SMPED), estará presente no Centro Histórico da cidade de São Paulo, trazendo grandes atrações
musicais, shows e espetáculo circense. Todas as apresentações são gratuitas e terão tradução em Libras.
No dia 15/12, às 16h, no Centro Histórico - Largo São Francisco apresenta o Gran Circo Bla, blá bla, com seis personagens do circo clássico, o mágico,
o homem forte, a mulher barbada, o palhaço, o malabarista e a bailarina realizam um cortejo musical na rua, convidando crianças e adultos a cantar e a
ouvir histórias do Natal!Tudo vai acontecer com tradução para Libras.
Ainda no dia 15/12 só que às 19h, o palco será a Praça do Patriarca com a Imperdível Zezé Mota, grande ícone da cultura brasileira, que apresenta o show
acústico “No Coração do Brasil”, acompanhada pelo violonista Joan Barros. A atividade terá tradução para Libras, e o show também é gratuito.
Dia 19/12, às 18h, o Pátio do Colégio (Centro Histórico), vai receber os cantores Ayrton Montarroyos e Luiza Possi. Ayrton Montarroyos é um dos grandes
cantores da nova geração. Finalista do The Voice (TV Globo) de 2016, gravou seu primeiro disco ano passado e obteve elogios de toda crítica especializada.
No momento em que se prepara para lançar seu segundo álbum, “Um Mergulho no Nada”, sobe ao palco pela primeira vez com sua amiga, a carismática e não menos
talentosa Luiza Possi, um dos principais ícones da música pop romântica moderna. O show também terá tradução em Libras.
Toda a programação é gratuita. Confira a agenda completa, e acompanhe a programação do Cultura Inclusiva em nosso
site.
CULTURA INCLUSIVA - DEZEMBRO (ESPECIAL DE NATAL)
Festival de Natal em parceria com as Secretarias Municipais de Cultura e Turismo
Programação sujeita a alterações
Símbolo da Libras
Gran Circo Bla Bla Bla (Festival de Natal)
Dia: 15/12 às 16h
Local: Largo São Francisco (Centro Histórico)
Sobre: Seis personagens do circo clássico, o mágico, o homem forte, a mulher barbada, o palhaço, o malabarista e a bailarina realizam um cortejo musical
na rua, convidando crianças e adultos a cantar e a ouvir histórias do Natal!
Eles contam para o público que o Circo Bla-bla-blá chegou na cidade vizinha e vai armar a lona para realizar o grande espetáculo. Enquanto isso, as formidáveis
personagens vêm até a “São São Paulo, meu amor” para comprar aviamentos, balões e outros balangandãs que serão usados na maravilhosa apresentação. “Onde
fica a 25 de Março? Vocês conhecem o caminho?” Os artistas provocam os espectadores e realizam pequenas demonstrações de seus números. Contam histórias
dos Três Reis Magos, O Nascimento do Menino de Luz, entre outras dos bastidores do circo, e divertem todos com suas peripécias mirabolantes.
Serviços: Tradução para Libras
Observações: Gratuito. Livre.
Símbolo da Libras
Símbolo Audiodescrição
Jornada de um Imbecil até o Entendimento
Dia: 15/12 às 17h
Local: Centro Cultural São Paulo
Sobre: A comédia circense narra as articulações e malandragens de seis vagabundos – Mandrião, Teco, Manduca, Popô, Pilico e Totoca – que sobrevivem pedindo
dinheiro nas ruas e becos de uma cidade grande. Apenas Mandrião e Pilico têm chapéus para pedir esmolas. O primeiro, com a ajuda de Teco, praticamente
escraviza os demais, respaldando-se em uma falsa crença criada por um deles. Montagem selecionada pelo Prêmio Zé Renato da Secretaria Municipal de Cultura
de São Paulo.
Serviços: Tradução para Libras e Audiodescrição
Observações: Gratuito. 100min. livre.
Símbolo da Libras
Zezé Motta (Festival de Natal)
Dia: 15/12 às 19h
Local: Praça do Patriarca (Centro Histórico)
Sobre: Zezé Motta, grande ícone da cultural brasileira, seja no cinema, no teatro, na música ou na televisão, apresenta o show acústico “No Coração do
Brasil”, acompanhada pelo violonista Joan Barros. No repertório, clássicos da música Brasileira, inclusive do compositor Luiz Melodia (de quem Zezé sempre
foi a principal intérprete), como Magrelinha, Pérola Negra, Dores de Amores e Estácio Holly Estácio.
Serviços: Tradução para Libras
Observações: Gratuito. Livre.
Símbolo da Libras
Cora da Vila (Festival de Natal)
Dia: 18/12 às 18h
Local: Pátio do Colégio (Centro Histórico)
Sobre: O Coro da Vila é um grupo independente com 25 anos de atividade que reúne cerca de 60 coralistas, sob a regência de César Cerasomma, realizam espetáculos
que homenageiam o Clube da Esquina, movimento que reuniu nomes como Milton Nascimento, Lô Borges, Fernando Brant e Beto Guedes. Após extensa pesquisa musical,
o coro chegou a um repertório com vários arranjos inéditos, escritos especialmente para esse espetáculo, que tenta mesclar um pouco as composições mais
consagradas do Milton e do pessoal do Clube e outras menos conhecidas, menos cantadas, mas que fazem parte desse universo musical.
Serviços: Tradução para Libras
Observações: Gratuito. Livre.
Símbolo da Libras
Ayrton Montarroyos e Luiza Possi (Festival de Natal)
Dia: 19/12 às 18h
Local: Pátio do Colégio (Centro Histórico)
Sobre: Ayrton Montarroyos é um dos grandes cantores da nova geração. Finalista do The Voice (TV Globo) de 2016, gravou seu primeiro disco ano passado e
obteve elogios de toda crítica especializada. No momento em que se prepara para lançar seu segundo álbum, “Um Mergulho no Nada”, sobe ao palco pela primeira
vez com sua amiga, a carismática e não menos talentosa Luiza Possi, um dos principais ícones da música pop romântica moderna. Entre números solos e duetos,
os artistas vão apresentar alguns temas natalinos em versões novas e bem humoradas.
Serviços: Tradução para Libras
Observações: Gratuito. Livre.
Símbolo da Libras
Samba de Natal – Samba Sinhá – Show de música e dança (Festival de Natal)
Dia: 20/12 às 18h
Local: Largo da Misericórdia (Centro Histórico)
Sobre: Grupo Samba Sinhá, transforma e inspira o momento de Natal com sua música em base de samba. Produzido por Renne Campos, o show Samba de Natal com
o Grupo Samba Sinhá traz inéditas músicas Natalinas tocadas em ritmo de samba acompanhadas de dança. Além do repertório Natalino o Samba Sinhá já trará
para o público uma pitada de novidade de seu CD e DVD que deve ser masterizado no mês de janeiro de 2019.
Serviços: Tradução para Libras
Observações: Gratuito. Livre.
Símbolo da Libras
Vilancicos e Cantigas de Natal (Festival de Natal)
Dia: 22/12 às 17h
Local: Largo São Bento (Centro Histórico)
Sobre: O espetáculo Vilancicos e Cantigas de Natal reuniu canções de toda Sul América que tem em comum a celebração do nascimento do menino Jesus. Interpretadas
com instrumentos de época, por vezes é a música alegre, para bailar e festejar, por outras a reflexão e a paz da cantiga de ninar cantada para o repouso
da Mãe, após parir o menino abençoado.
Um convite para a paz e reflexão, para vivenciar e expandir a amor que há em cada um de nós.
Serviços: Tradução para Libras
Observações: Gratuito. Livre.
Símbolo da Libras
Maria Alcina (Festival de Natal)
Dia: 23/12 às 19h
Local: Praça do Patriarca (Centro Histórico)
Sobre: Composto apenas por canções brasileiras de Natal, de autores que vão de Adoniran Barbosa a Chico Buarque, passando por Martinho da Vila, Vinicius
de Moraes e Luiz Gonzaga, “NATAL BEM BRASILEIRO” ganha no palco uma versão dinâmica em um show com irreverência, bom humor e muita emoção. O show “ Natal
Bem Brasileiro " é protagonizado por Maria Alcina que será acompanhada pelos músicos: Rovilson Pascoal, Gustavo Souza e Ricardo Prado. Natal bem brasileiro
é um projeto inclusivo de afirmação da nossa brasilidade é um Natal Tropical.
Serviços: Tradução para Libras
Observações: Gratuito. Livre.
fonte s m p e d
Mãe transforma cadeira de rodas da filha em carruagem da Cinderela
por: Redacao_Hypeness
A pequena Roslyn Breen, de 3 anos, nasceu com uma condição muscular ainda não diagnosticada que limita seus movimentos e a obriga a usar uma cadeira de
rodas para se locomover. A situação incomoda a menina, porque muita gente fica olhando para ela quando sai de casa.
Tiffany, mãe da garota, explica que ela não pode andar nem se sentar direito por causa da condição, mas que ela precisava ter uma experiência boa no último
Halloween. Ela encarnou a fada madrinha e transformou a cadeira de rodas da filha em carruagem, como a da Cinderela!
A fantasia fez sucesso, é claro. “Eu sabia que chamaria atenção, mas não estava preparada para tanto. As pessoas nos pararam e pediram para tirar fotos…
Roslyn traz essa alegria todos os dias. Que sorte nós temos!”,
disse a mãe.
Tiffany aproveitou enfeites e luzinhas de natal para criar a fantasia, além de bambolês. Já a roupa de Roslyn é um vestido tradicional da Cinderela.
Fotos: Tiffany Breen
fonte Hypeness
A pequena Roslyn Breen, de 3 anos, nasceu com uma condição muscular ainda não diagnosticada que limita seus movimentos e a obriga a usar uma cadeira de
rodas para se locomover. A situação incomoda a menina, porque muita gente fica olhando para ela quando sai de casa.
Tiffany, mãe da garota, explica que ela não pode andar nem se sentar direito por causa da condição, mas que ela precisava ter uma experiência boa no último
Halloween. Ela encarnou a fada madrinha e transformou a cadeira de rodas da filha em carruagem, como a da Cinderela!
A fantasia fez sucesso, é claro. “Eu sabia que chamaria atenção, mas não estava preparada para tanto. As pessoas nos pararam e pediram para tirar fotos…
Roslyn traz essa alegria todos os dias. Que sorte nós temos!”,
disse a mãe.
Tiffany aproveitou enfeites e luzinhas de natal para criar a fantasia, além de bambolês. Já a roupa de Roslyn é um vestido tradicional da Cinderela.
Fotos: Tiffany Breen
fonte Hypeness
Prefeitura de São Paulo promove workshop sobre acessibilidade digital
Evento gratuito na Estação Hack vai apresentar iniciativas pela inclusão na web e discutir os desafios na área
A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência promoveu nesta segunda-feira (10/12), o Workshop Acessibilidade para
Todos, na Estação Hack, espaço colaborativo do Facebook que incentiva novos projetos tecnológicos.
O evento contou com a participação de entidades e startups, discutindo e apresentando cases inovadores na área de inclusão digital. Entre eles está o Selo
de Acessibilidade Digital, certificação concedida pela Prefeitura de São Paulo para sites que cumpram critérios nacionais e internacionais de acessibilidade.
Também participaram do workshop Eduardo Lopes da Estação Hack, Bernardo Barlach, um dos líderes do comitê interno de diversidade do Facebook, João Barguil
do IME, Bruno Mahfuz, idealizador do Guiaderodas, um aplicativo que mapeia locais acessíveis pelas cidades, Pyr Marcondes do M&M Consulting, Cid Torquato,
Secretário Municipal da Pessoa com Deficiência, Secretário Municipal de Tecnologia e Inovação Daniel Annenberg, além de Reinaldo Ferraz, do W3C Brasil,
falando sobre a Cartilha de Acessibilidade na Web, Simone Freire, do movimento WebParaTodos.
Para o Secretário Municipal da Pessoa com Deficiência, Cid Torquato, a acessibilidade digital está diretamente ligada ao conceito de cidade inclusiva:
“São Paulo tem sido pioneira em iniciativas para pessoas com deficiência. Com o Selo de Acessibilidade Digital, estamos trabalhando para que os munícipes
também possam participar ativamente do mundo virtual”.
O evento foi gratuito e teve tradução para Libras e audiodescrição.
Eduardo Lopes da Estação Hack fala ao microfone.
O ativista surdo Paullo Vieira conversa com Bernardo Barlach (Facebook).
Pyr Marcondes (M&M Consulting) fala ao microfone, no palco.
Bruno Mahfuz (Guiaderodas) e João Barguil (IME) no palco.
Secretário Municipal de Tecnologia e Inovação Daniel Annenberg fala ao microfone.
Fabíola Calixto (SMPED) fala ao microfone, no palco.
Simone Freire (WebParaTodos) fala ao microfone, no palco.
Reinaldo Ferraz (W3C) fala ao microfone, no palco.
Secretário Cid Torquato fala ao microfone, no palco.
Convidados e palestrantes reunidos no palco.
Créditos: Fábio Nunes - Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência
Mais fotos:
https://photos.app.goo.gl/WEVmuiY2a3W3woiBA
A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência promoveu nesta segunda-feira (10/12), o Workshop Acessibilidade para
Todos, na Estação Hack, espaço colaborativo do Facebook que incentiva novos projetos tecnológicos.
O evento contou com a participação de entidades e startups, discutindo e apresentando cases inovadores na área de inclusão digital. Entre eles está o Selo
de Acessibilidade Digital, certificação concedida pela Prefeitura de São Paulo para sites que cumpram critérios nacionais e internacionais de acessibilidade.
Também participaram do workshop Eduardo Lopes da Estação Hack, Bernardo Barlach, um dos líderes do comitê interno de diversidade do Facebook, João Barguil
do IME, Bruno Mahfuz, idealizador do Guiaderodas, um aplicativo que mapeia locais acessíveis pelas cidades, Pyr Marcondes do M&M Consulting, Cid Torquato,
Secretário Municipal da Pessoa com Deficiência, Secretário Municipal de Tecnologia e Inovação Daniel Annenberg, além de Reinaldo Ferraz, do W3C Brasil,
falando sobre a Cartilha de Acessibilidade na Web, Simone Freire, do movimento WebParaTodos.
Para o Secretário Municipal da Pessoa com Deficiência, Cid Torquato, a acessibilidade digital está diretamente ligada ao conceito de cidade inclusiva:
“São Paulo tem sido pioneira em iniciativas para pessoas com deficiência. Com o Selo de Acessibilidade Digital, estamos trabalhando para que os munícipes
também possam participar ativamente do mundo virtual”.
O evento foi gratuito e teve tradução para Libras e audiodescrição.
Eduardo Lopes da Estação Hack fala ao microfone.
O ativista surdo Paullo Vieira conversa com Bernardo Barlach (Facebook).
Pyr Marcondes (M&M Consulting) fala ao microfone, no palco.
Bruno Mahfuz (Guiaderodas) e João Barguil (IME) no palco.
Secretário Municipal de Tecnologia e Inovação Daniel Annenberg fala ao microfone.
Fabíola Calixto (SMPED) fala ao microfone, no palco.
Simone Freire (WebParaTodos) fala ao microfone, no palco.
Reinaldo Ferraz (W3C) fala ao microfone, no palco.
Secretário Cid Torquato fala ao microfone, no palco.
Convidados e palestrantes reunidos no palco.
Créditos: Fábio Nunes - Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência
Mais fotos:
https://photos.app.goo.gl/WEVmuiY2a3W3woiBA
sexta-feira, 14 de dezembro de 2018
CONCERTO MATINAL COM AUDIODESCRIÇÃO E INTERPRETAÇÃO EM LIBRAS NA SALA SÃO PAULO
camisas de mangas longas pretas; as meninas, vestidos pretos. O regente é um senhor japonês de cabelos grisalhos. Usa terno cinza claro e camisa branca.
(Foto: Diego de Andrade)
Ministério da Cultura, Governo do Estado de São Paulo, Secretaria da Cultura e Fundação OSESP convidam para o Concerto Acessível com a apresentação de
câmara dos alunos da Academia de Música da OSESP e do Coro Infantil regido por Teruo Yoshida e com Ariã Ai Yamanaka ao piano. A apresentação conta com
os recursos de audiodescrição e interpretação em LIBRAS.
Local: Sala São Paulo.
Endereço: Praça Júlio Prestes, Nº 16 (próxima à Estação Júlio Prestes).
Data: 16 de dezembro.
Horário: 11:00 horas.
Entrada gratuita.
Favor confirmar presença por email:
marina@vercompalavras.com.br
ou pelo Whatsapp (11)9 9848-1264
Audiodescrição: VER COM PALAVRAS.
Roteiro e narração: Lívia Motta.
Consultoria: Felipe Monteiro.
Interpretação em LIBRAS: Fabiano Campos.
Sobre o Coro Infantil OSESP: O Coro Infantil estreou em novembro de 2000, em concerto regido por Roberto Minczuk, interpretando a Sinfonia nº 3 de Gustav
Mahler. O grupo reúne meninos e meninas de 8 a 13 anos, em sua maioria sem formação musical anterior, para aulas de solfejo, percepção musical, técnica
vocal, contato com outros idiomas, além da oportunidade de se apresentar ao lado da Osesp na Sala São Paulo, em grandes obras do repertório coral-sinfônico.
Sobre Teruo Yoshida: Regente do Coro Infantil da Osesp, do Coral Eco e do coro da Sociedade Brasileira de Cultura Japonesa, Teruo Yoshida é reconhecido
como referência em canto coral no Brasil. Nascido em Tóquio, no Japão, Teruo iniciou os estudos de piano aos cinco anos e, aos oito, entrou para a primeira
formação do coral infantil de sua cidade, onde recebeu educação musical básica. Formado, transferiu-se, em 1965, para o Brasil, onde diplomou-se em piano
pela Academia Dramática e Musical Mozarteum de São Paulo.
Sobre a Academia de Música da Osesp: é um programa de treinamento profissional altamente especializado para jovens instrumentistas de orquestra, selecionados
em todo o país. Todos os ex-alunos estão colocados no mercado profissional, em orquestras brasileiras ou nas melhores escolas do mundo. Com dois anos de
duração, são oferecidas aulas individuais de instrumento, música de câmara e aulas teóricas, bem como a prática orquestral diretamente na Osesp, acompanhados
por seus principais músicos ao longo da Temporada de Concertos.
Sobre o programa: A Academia de Música da Osesp apresenta o quinteto para piano e cordas do compositor Antonín Dvorák e duas peças para quarteto de metais,
dos compositores Giovanni Gabrieli e Frigyes Hidas. O Coro Infantil e os alunos da academia da OSESP apresentam melodias folclóricas de diversos países
e algumas tradicionais canções natalinas com arranjos do maestro Teruo Yoshida com a participação da pianista Ariã Ai Yamanaka.
Descrição da foto: Fotografia colorida do coro infantil composto por meninos e meninas, regido por Teruo Yoshida, no palco da Sala São Paulo. Os meninos
usam camisetas ou camisas de mangas longas pretas; as meninas, vestidos pretos. O regente é um senhor japonês de cabelos grisalhos. Usa terno cinza claro
e camisa branca. (Foto: Diego de Andrade)
POR:
VERCOMPALAVRAS
Deficientes visuais ainda enfrentam desafios diários -
Por
Pedro Barbosa
Em comemoração à data, o grupo se reuniu na casa da presidente da Advir, Vera Sábio, e contou para a equipe de reportagem um pouco dos desafios e conquistas
da categoria (Foto: Priscilla Torres/Folha BV)
Hoje, dia 13 de dezembro, é Dia Nacional da Pessoa Deficiente Visual ou do cego. A data foi criada pelo então Presidente da República Jânio Quadros, em
1961, como uma forma de sensibilizar a população quanto às necessidades e desafios de quem está sem visão.
Em Roraima, a Associação dos Deficientes Visuais de Roraima (Advir), que existe há 18 anos, foi criada como uma forma de ajudar deficientes a manterem
uma vida ativa, com atividades voltadas para informática, linguagem braille, artesanato, coral e cozinha.
rame
creative-6753877076486951/scroller_landscape_overlay-1544645038454
fim do frame
A advogada Tainá Guerra, de 23 anos, ficou cega este ano por causa de uma trombose. Ela contou que a associação foi fundamental para sua adaptação sensorial
e descobriu que cegos são capazes de fazer coisas que para muitos podem parecer improváveis.
“Eu tive uma trombose, que me fez ficar sem os movimentos, a sustentação do tronco e, cega. Fiz fisioterapia e já consigo me mexer normalmente, mas minha
visão não voltou. Por isso, estou me adaptando e me sinto privilegiada em ter sido acolhida pela Advir. O que mais me surpreendeu é ter aprendido a cozinhar,
algo que imaginava que deficientes visuais não poderiam fazer. Eu também consigo mexer no celular, com a função de voice over. Só do computador que ainda
estou apanhando um pouco”, relatou.
A presidente e fundadora da Advir, a servidora pública Vera Sábio, explicou que, apesar da associação sempre buscar formas de cada um poder manter uma
boa qualidade de vida de forma independente, ainda há desafios estruturais em Boa Vista. “Em muitos prédios públicos, a imagem que passa é que cego só
vai para o banheiro ou beber água. Não há um piso que nos guie até a vara, sala ou seção que queremos. Muitos de nós acabamos preferindo usar a parede,
pois ajuda muito mais”, comentou.
Vera também destacou que, às vezes por mais bem intencionadas que certas estruturas possam parecer, elas possuem erros que são fruto do próprio fluxo de
objetos e mercadorias ou uma falta de linearidade em obras.
“O Caxambú é um exemplo clássico disso. Por lá existem pessoas vendendo tudo quanto é tipo de coisa de todas as formas. Como resultado, certos trechos
do piso são intransitáveis. Em vários pontos da cidade, há uma rampa que leva para a rua, só que sem ter uma faixa de pedestre e, o que é pior, não ter
uma rampa logo a frente do outro lado, pois cego só anda para frente, e nós precisamos ficar tateando o desnivelamento e correr risco de ser atropelado
por não estarmos em uma faixa que deduzimos estar lá já que havia uma rampa de acesso a rua”, afirmou.
O massagista e acupunturista Valdecir Rodrigues de Andrade, de 60 anos, reforçou as críticas levantadas por Vera e destacou que a falta de sensibilização
mais grave não vem da população, mas sim daqueles que estão no poder.
“Um piso tátil que leva para uma árvore é inútil. Um piso que tem desnivelamento ou que acaba em um buraco também. Na Praça Ayrton Senna, tem um piso desses
que para em uma quadra de tênis, pois cego com certeza deve adorar jogar tênis ou levar uma bolada na cara. Essas coisas são pura falta de cuidado, de
pessoas que querem parecer sensíveis na visão pública, mas quem usa sabe que não se importam. É preciso ouvir o cego para entender como planejar essas
obras, ou pelo menos ter maior sensibilidade para evitar gafes como essa, que existem em toda a cidade”, pontuou.
Governo oferece atendimento educacional especializado
O Governo do Estado informou, por nota, que atende pessoas portadoras de deficiência visual por meio do Centro de Apoio Pedagógico para Atendimento às
Pessoas com Deficiência Visual (CAP-DV), onde são oferecidos serviços de apoio pedagógico com atendimento educacional especializado.
“O Centro possui um Conjunto de equipamentos e tecnologias para produção de materiais didáticos pedagógicos como livros e textos em braille, ferramentas
fundamentais para o desenvolvimento educacional de pessoas com deficiência visual. Também promove a formação continuada de professores e atende pessoas
da comunidade para promover mais qualidade de vida a elas”, apontou a nota.
Com relação à acessibilidade nos prédios públicos, o governo informou que, com a nova gestão, pretende realizar um levantamento para identificar quais
necessitam de adaptação.
A Folha também entrou em contato com a Prefeitura de Boa Vista, para saber quanto a ações e estruturas oferecidas para deficientes físicos, mas não obteve
retorno. (P.B)
fonte / folhabv
Pedro Barbosa
Em comemoração à data, o grupo se reuniu na casa da presidente da Advir, Vera Sábio, e contou para a equipe de reportagem um pouco dos desafios e conquistas
da categoria (Foto: Priscilla Torres/Folha BV)
Hoje, dia 13 de dezembro, é Dia Nacional da Pessoa Deficiente Visual ou do cego. A data foi criada pelo então Presidente da República Jânio Quadros, em
1961, como uma forma de sensibilizar a população quanto às necessidades e desafios de quem está sem visão.
Em Roraima, a Associação dos Deficientes Visuais de Roraima (Advir), que existe há 18 anos, foi criada como uma forma de ajudar deficientes a manterem
uma vida ativa, com atividades voltadas para informática, linguagem braille, artesanato, coral e cozinha.
rame
creative-6753877076486951/scroller_landscape_overlay-1544645038454
fim do frame
A advogada Tainá Guerra, de 23 anos, ficou cega este ano por causa de uma trombose. Ela contou que a associação foi fundamental para sua adaptação sensorial
e descobriu que cegos são capazes de fazer coisas que para muitos podem parecer improváveis.
“Eu tive uma trombose, que me fez ficar sem os movimentos, a sustentação do tronco e, cega. Fiz fisioterapia e já consigo me mexer normalmente, mas minha
visão não voltou. Por isso, estou me adaptando e me sinto privilegiada em ter sido acolhida pela Advir. O que mais me surpreendeu é ter aprendido a cozinhar,
algo que imaginava que deficientes visuais não poderiam fazer. Eu também consigo mexer no celular, com a função de voice over. Só do computador que ainda
estou apanhando um pouco”, relatou.
A presidente e fundadora da Advir, a servidora pública Vera Sábio, explicou que, apesar da associação sempre buscar formas de cada um poder manter uma
boa qualidade de vida de forma independente, ainda há desafios estruturais em Boa Vista. “Em muitos prédios públicos, a imagem que passa é que cego só
vai para o banheiro ou beber água. Não há um piso que nos guie até a vara, sala ou seção que queremos. Muitos de nós acabamos preferindo usar a parede,
pois ajuda muito mais”, comentou.
Vera também destacou que, às vezes por mais bem intencionadas que certas estruturas possam parecer, elas possuem erros que são fruto do próprio fluxo de
objetos e mercadorias ou uma falta de linearidade em obras.
“O Caxambú é um exemplo clássico disso. Por lá existem pessoas vendendo tudo quanto é tipo de coisa de todas as formas. Como resultado, certos trechos
do piso são intransitáveis. Em vários pontos da cidade, há uma rampa que leva para a rua, só que sem ter uma faixa de pedestre e, o que é pior, não ter
uma rampa logo a frente do outro lado, pois cego só anda para frente, e nós precisamos ficar tateando o desnivelamento e correr risco de ser atropelado
por não estarmos em uma faixa que deduzimos estar lá já que havia uma rampa de acesso a rua”, afirmou.
O massagista e acupunturista Valdecir Rodrigues de Andrade, de 60 anos, reforçou as críticas levantadas por Vera e destacou que a falta de sensibilização
mais grave não vem da população, mas sim daqueles que estão no poder.
“Um piso tátil que leva para uma árvore é inútil. Um piso que tem desnivelamento ou que acaba em um buraco também. Na Praça Ayrton Senna, tem um piso desses
que para em uma quadra de tênis, pois cego com certeza deve adorar jogar tênis ou levar uma bolada na cara. Essas coisas são pura falta de cuidado, de
pessoas que querem parecer sensíveis na visão pública, mas quem usa sabe que não se importam. É preciso ouvir o cego para entender como planejar essas
obras, ou pelo menos ter maior sensibilidade para evitar gafes como essa, que existem em toda a cidade”, pontuou.
Governo oferece atendimento educacional especializado
O Governo do Estado informou, por nota, que atende pessoas portadoras de deficiência visual por meio do Centro de Apoio Pedagógico para Atendimento às
Pessoas com Deficiência Visual (CAP-DV), onde são oferecidos serviços de apoio pedagógico com atendimento educacional especializado.
“O Centro possui um Conjunto de equipamentos e tecnologias para produção de materiais didáticos pedagógicos como livros e textos em braille, ferramentas
fundamentais para o desenvolvimento educacional de pessoas com deficiência visual. Também promove a formação continuada de professores e atende pessoas
da comunidade para promover mais qualidade de vida a elas”, apontou a nota.
Com relação à acessibilidade nos prédios públicos, o governo informou que, com a nova gestão, pretende realizar um levantamento para identificar quais
necessitam de adaptação.
A Folha também entrou em contato com a Prefeitura de Boa Vista, para saber quanto a ações e estruturas oferecidas para deficientes físicos, mas não obteve
retorno. (P.B)
fonte / folhabv
Dia Nacional da Pessoa com Deficiência Visual: Friburgo longe da acessibilidade
Agências bancárias e prédios públicos ainda não estão suficientemente adaptados
POR PAULA VALVIESSE (
PAULA@AVOZDASERRA.COM.BR)
No meio da calçada, uma escada: um dos vários exemplos de obstáculos para os deficientes visuais em Friburgo (Arquivo AVS)
Em um bate-papo descontraído, os frequentadores da Associação Friburguense de Integração ao Deficiente Visual (Afridev) comentam sobre o Dia Nacional da
Pessoa com Deficiência Visual, celebrado nesta quinta-feira, 13. A presidente da instituição, Wanda Maduro, e os membros Yvone Marques Moreira, Célio Reis,
Heraldo César Schettini e Gláucia Marques, todos deficientes visuais, são enfáticos em dizer que Nova Friburgo ainda precisa melhorar muito no quesito
acessibilidade e se colocam à disposição para quem quiser saber mais sobre os desafios diários enfrentados por eles no município.
Apesar de muitos dos problemas destacados terem legislação específica para garantir a mobilidade e a acessibilidade não só dos deficientes visuais, mas
de todas as pessoas com necessidades especiais, muito do que está escrito não é cumprido. Uma forma de compreender isso e acompanhando um deficiente visual
em uma volta pela cidade para executar ações simples, como ir ao banco ou se deslocar pelas ruas do centro para chegar à sede da associação, que fica na
Rua Augusto Spinelli, 114, sala 107.
Auxílio de voz e inscrições em Braille
Começando o passeio, o primeiro exemplo é a garantia de sinalização em Braille e por uso de voz, em elevadores. Esse recurso é obrigatório para os prédios
públicos e os construídos após vigência da lei, assim como existe a necessidade de adaptação para os prédios antigos, mas não é algo tão comum como se
imagina:
“No meu prédio os elevadores são divididos em acesso aos andares pares e ímpares. No ímpar já existe identificação por voz e numeração em braille, mas
no par é só a numeração. Mas isso não é visto. Até mesmo agências bancárias e prédios públicos não estão adaptados a esse modelo de acessibilidade”, conta
Yvone.
E não é só o elevador, as escadas também precisam atender a essas pessoas: “Um corrimão faz toda a diferença pra gente”, completa Yvone.
Usar sistemas que exigem retirada de senhas é outra missão enfrentada pelos deficientes visuais. O problema, usando como exemplo locais de prestação de
serviço, como bancos e agências dos correios, é que existe um sinal sonoro que informa que uma nova senha está sendo chamada, mas nem em todos os locais
esse número é anunciado:
“Você entra no banco, retira a senha, pede alguém para ler o número, mas enquanto aguarda, não tem como saber se é o seu número que está sendo chamado,
pois não diz isso e nem qual caixa buscar”, afirma Wanda.
Mas existem também os locais adaptados: “Esses dias estive na Agência dos Correios, na praça Getúlio Vargas, e fiquei surpresa ao ouvir que o identificador
de senhas deles diz o número do caixa. Como de costume, estava em pé aguardando a minha vez, mas ao ouvir chamar e perceber que existe essa acessibilidade,
pude sentar e aguardar tranquilamente”, conta Jaqueline Dutra.
E as senhas assombram também quem deseja fazer um lanche na rua. Nos shoppings, por exemplo, quando não há serviço de garçom, o próprio consumidor deve
aguardar a sua vez para retirar o pedido, mas como saber isso se a senha não é chamada, só apita? Uma forma encontrada por alguns estabelecimentos é o
uso de fichas que vibram quando o pedido está pronto: “Ainda são poucos os locais que possuem, mas é uma maneira simples de garantir a inclusão do deficiente
visual”, afirma Célio.
Piso tátil e guia de bengala
Não basta saber onde deseja ir, tem que conseguir chegar ao local. E uma forma de garantir esse deslocamento autônomo para os deficientes visuais é com
uso da sinalização devida. No município, as calçadas são um grande risco para quem não enxerga e possui pouquíssimos trechos adaptados, como contam os
membros da Afridev:
“As calçadas são um perigo até para quem enxerga, imagina para o deficiente visual”, diz rindo, Heraldo, que apesar da graça, considera o assunto de extrema
importância para todos. E complementa: “Não somos só nós, cadeirantes e até pessoas com carrinho de bebê também são prejudicadas com esse descaso. O ideal
seria que todos fizessem a sua parte, como manda a lei”.
E os obstáculos vão além da ausência do piso especial e dos buracos: “Temos problemas com carros estacionados com as quatro rodas em cima das calçadas
ou quando não são os veículos, são os vasos de plantas colocados para impedir que isso aconteça. Alguns vasos são enormes e as plantas usadas espetam a
gente, machucam. E tem ainda mostruários de lojas, mesas e cadeiras dos comércios. Nisso, o que falta mesmo é uma fiscalização rigorosa dos órgãos competentes”,
afirma Wanda.
E o piso especial não é a única solução: “As calçadas deveriam ter uma guia de bengala, que é uma espécie de ‘vala’ para auxiliar”, explica a presidente.
Mas desviar dos obstáculos é apenas uma parcela do percurso, tem ainda as pessoas que não prestam atenção e acabam esbarrando no deficiente visual: “Esses
dias estava chovendo e uma mulher bateu com a sombrinha no meu rosto. Ela então se virou e exclamou: ‘Não enxerga, não?!’, no que meu marido respondeu
que não, que eu era deficiente visual. As pessoas se distraem, especialmente no celular e desrespeitam o espaço do outro”, diz Gláucia.
Sinal sonoro de trânsito
Para o deficiente visual que caminha sozinho pela cidade, o trânsito é outro grande desafio. O ideal seria que todos os semáforos (e isso inclui o país
inteiro, já que depende de legislação federal) tivessem orientação sonora para travessia. Mas, enquanto isso não acontece, o jeito é solicitar a ajuda
do próximo para atravessar a rua sem correr riscos:
“Há 14 anos conseguimos, por meio de um conselho de pessoas com deficiência que existia na época, um sinal sonoro que foi instalado na esquina da Alberto
Braune com a Rua Sete. Mas colocaram no local um sinal 110V, que queimou tão logo foi ligado e nunca substituíram”, relatou Wanda.
Os caminhos levam à Afridev
Mesmo em face de tantos obstáculos, a vontade de contribuir com ideias para melhorar a acessibilidade é imensa. Complementando o lema da instituição, que
diz “Se você conhece um deficiente visual, ensine a ele o caminho da Afridev”, eles reforçam:
“Estamos abertos a todos que queiram saber mais sobre as nossas dificuldades diárias e temos muitas ideias a respeito de acessibilidade, que exigem pouco,
mas que fazem uma grande diferença. Nossa cidade tem muitas coisas boas, a maior parte das pessoas está disposta a ajudar. Então, nessa data, destacamos
a importância da parceria para um futuro melhor”, conclui Wanda.
fonte Logotipo Jornal A Voz da Serra
POR PAULA VALVIESSE (
PAULA@AVOZDASERRA.COM.BR)
No meio da calçada, uma escada: um dos vários exemplos de obstáculos para os deficientes visuais em Friburgo (Arquivo AVS)
Em um bate-papo descontraído, os frequentadores da Associação Friburguense de Integração ao Deficiente Visual (Afridev) comentam sobre o Dia Nacional da
Pessoa com Deficiência Visual, celebrado nesta quinta-feira, 13. A presidente da instituição, Wanda Maduro, e os membros Yvone Marques Moreira, Célio Reis,
Heraldo César Schettini e Gláucia Marques, todos deficientes visuais, são enfáticos em dizer que Nova Friburgo ainda precisa melhorar muito no quesito
acessibilidade e se colocam à disposição para quem quiser saber mais sobre os desafios diários enfrentados por eles no município.
Apesar de muitos dos problemas destacados terem legislação específica para garantir a mobilidade e a acessibilidade não só dos deficientes visuais, mas
de todas as pessoas com necessidades especiais, muito do que está escrito não é cumprido. Uma forma de compreender isso e acompanhando um deficiente visual
em uma volta pela cidade para executar ações simples, como ir ao banco ou se deslocar pelas ruas do centro para chegar à sede da associação, que fica na
Rua Augusto Spinelli, 114, sala 107.
Auxílio de voz e inscrições em Braille
Começando o passeio, o primeiro exemplo é a garantia de sinalização em Braille e por uso de voz, em elevadores. Esse recurso é obrigatório para os prédios
públicos e os construídos após vigência da lei, assim como existe a necessidade de adaptação para os prédios antigos, mas não é algo tão comum como se
imagina:
“No meu prédio os elevadores são divididos em acesso aos andares pares e ímpares. No ímpar já existe identificação por voz e numeração em braille, mas
no par é só a numeração. Mas isso não é visto. Até mesmo agências bancárias e prédios públicos não estão adaptados a esse modelo de acessibilidade”, conta
Yvone.
E não é só o elevador, as escadas também precisam atender a essas pessoas: “Um corrimão faz toda a diferença pra gente”, completa Yvone.
Usar sistemas que exigem retirada de senhas é outra missão enfrentada pelos deficientes visuais. O problema, usando como exemplo locais de prestação de
serviço, como bancos e agências dos correios, é que existe um sinal sonoro que informa que uma nova senha está sendo chamada, mas nem em todos os locais
esse número é anunciado:
“Você entra no banco, retira a senha, pede alguém para ler o número, mas enquanto aguarda, não tem como saber se é o seu número que está sendo chamado,
pois não diz isso e nem qual caixa buscar”, afirma Wanda.
Mas existem também os locais adaptados: “Esses dias estive na Agência dos Correios, na praça Getúlio Vargas, e fiquei surpresa ao ouvir que o identificador
de senhas deles diz o número do caixa. Como de costume, estava em pé aguardando a minha vez, mas ao ouvir chamar e perceber que existe essa acessibilidade,
pude sentar e aguardar tranquilamente”, conta Jaqueline Dutra.
E as senhas assombram também quem deseja fazer um lanche na rua. Nos shoppings, por exemplo, quando não há serviço de garçom, o próprio consumidor deve
aguardar a sua vez para retirar o pedido, mas como saber isso se a senha não é chamada, só apita? Uma forma encontrada por alguns estabelecimentos é o
uso de fichas que vibram quando o pedido está pronto: “Ainda são poucos os locais que possuem, mas é uma maneira simples de garantir a inclusão do deficiente
visual”, afirma Célio.
Piso tátil e guia de bengala
Não basta saber onde deseja ir, tem que conseguir chegar ao local. E uma forma de garantir esse deslocamento autônomo para os deficientes visuais é com
uso da sinalização devida. No município, as calçadas são um grande risco para quem não enxerga e possui pouquíssimos trechos adaptados, como contam os
membros da Afridev:
“As calçadas são um perigo até para quem enxerga, imagina para o deficiente visual”, diz rindo, Heraldo, que apesar da graça, considera o assunto de extrema
importância para todos. E complementa: “Não somos só nós, cadeirantes e até pessoas com carrinho de bebê também são prejudicadas com esse descaso. O ideal
seria que todos fizessem a sua parte, como manda a lei”.
E os obstáculos vão além da ausência do piso especial e dos buracos: “Temos problemas com carros estacionados com as quatro rodas em cima das calçadas
ou quando não são os veículos, são os vasos de plantas colocados para impedir que isso aconteça. Alguns vasos são enormes e as plantas usadas espetam a
gente, machucam. E tem ainda mostruários de lojas, mesas e cadeiras dos comércios. Nisso, o que falta mesmo é uma fiscalização rigorosa dos órgãos competentes”,
afirma Wanda.
E o piso especial não é a única solução: “As calçadas deveriam ter uma guia de bengala, que é uma espécie de ‘vala’ para auxiliar”, explica a presidente.
Mas desviar dos obstáculos é apenas uma parcela do percurso, tem ainda as pessoas que não prestam atenção e acabam esbarrando no deficiente visual: “Esses
dias estava chovendo e uma mulher bateu com a sombrinha no meu rosto. Ela então se virou e exclamou: ‘Não enxerga, não?!’, no que meu marido respondeu
que não, que eu era deficiente visual. As pessoas se distraem, especialmente no celular e desrespeitam o espaço do outro”, diz Gláucia.
Sinal sonoro de trânsito
Para o deficiente visual que caminha sozinho pela cidade, o trânsito é outro grande desafio. O ideal seria que todos os semáforos (e isso inclui o país
inteiro, já que depende de legislação federal) tivessem orientação sonora para travessia. Mas, enquanto isso não acontece, o jeito é solicitar a ajuda
do próximo para atravessar a rua sem correr riscos:
“Há 14 anos conseguimos, por meio de um conselho de pessoas com deficiência que existia na época, um sinal sonoro que foi instalado na esquina da Alberto
Braune com a Rua Sete. Mas colocaram no local um sinal 110V, que queimou tão logo foi ligado e nunca substituíram”, relatou Wanda.
Os caminhos levam à Afridev
Mesmo em face de tantos obstáculos, a vontade de contribuir com ideias para melhorar a acessibilidade é imensa. Complementando o lema da instituição, que
diz “Se você conhece um deficiente visual, ensine a ele o caminho da Afridev”, eles reforçam:
“Estamos abertos a todos que queiram saber mais sobre as nossas dificuldades diárias e temos muitas ideias a respeito de acessibilidade, que exigem pouco,
mas que fazem uma grande diferença. Nossa cidade tem muitas coisas boas, a maior parte das pessoas está disposta a ajudar. Então, nessa data, destacamos
a importância da parceria para um futuro melhor”, conclui Wanda.
fonte Logotipo Jornal A Voz da Serra
Assinar:
Postagens (Atom)