Dorinateca, Biblioteca Louis Braille e Biblioteca de São Paulo são algumas das bibliotecas acessíveis com maior acervo para pessoas com deficiência visual
Descrição da imagem: foto de duas mãos tateando um livro em tinta e braile infantil. A página do livro é amarela e tem desenhos de um senhor e uma garotinha.
Fim da descrição.
A leitura é uma das principais ferramentas para a inclusão das pessoas cegas ou com baixa visão na sociedade.
Atualmente, além do braile, temos outros formatos acessíveis, como os livros em áudio ou digital acessível, que permitem às pessoas com deficiência visual
o acesso à informação.
A seguir você confere três bibliotecas acessíveis maravilhosas não só para os leitores cegos ou com baixa visão, mas para todos os amantes dos livros,
sejam eles em papel, digital ou falado!
Dorinateca
A
Dorinateca
é a biblioteca online da Fundação Dorina e disponibiliza livros acessíveis para download a pessoas com deficiência visual residentes no Brasil e organizações
em território nacional que promovam o livro e a leitura inclusiva. Assim, os usuários podem usufruir de todo o material disponibilizado de maneira rápida
por meio da internet.
O acervo da Dorinateca é composto por mais de 4500 livros acessíveis nos formatos: braile, Digital Acessível, MP3 e Fonte Ampliada.
Para conhecer nosso acervo e saber mais sobre esse serviço, acesse
www.dorinateca.org.br.
Início do grupo Hoje no Centro Cultural São Paulo, Biblioteca Louis Braille foi idealizada por Dorina Nowill em 1947 (foto: centrocultural.sp.gov.br)
Descrição da imagem: foto de uma mulher ao lado de uma estante de livros da Biblioteca Louis Braille. Ela segura uma bengala numa mão e um livro de capa
vermelha na outra. Ao lado direito é possível ver pernas de outra pessoa de bengala sobre piso tátil.
Hoje no Centro Cultural São Paulo, Biblioteca Louis Braille foi idealizada por Dorina Nowill em 1947 (foto: centrocultural.sp.gov.br)
Fim do grupo
Biblioteca Louis Braille
A
Biblioteca Louis Braille
foi idealizada por Dorina Nowill e viabilizada, em 1947, por Lenyra Fraccarolli, na época diretora da Biblioteca Infantil (atual Biblioteca Infanto-Juvenil
Monteiro Lobato). No início, destinava-se especialmente ao público infantil, possibilitando, pela primeira vez no país, o acesso de crianças cegas a uma
biblioteca.
Em 1986, a biblioteca foi transferida para o Centro Cultural São Paulo, principalmente porque a nova localização garantiria mais acessibilidade aos usuários,
já que está bem ao lado da estação Vergueiro do Metrô.
Endereço: Rua Vergueiro, 1000.
Horário de funcionamento: Terça a sexta, das 10h às 19h, e aos sábados, das 10h às 18h – Fechada aos domingos e feriados.
Início do grupo Lente de aumento digital, utilizada por pessoas com baixa visão (foto: bsp.org.br)
Descrição da imagem: foto de duas moças à frente de um monitor com lente de aumento digital, que exibe a página de um livro em papel. Ao fundo há mesas
vazias da Biblioteca de São Paulo.
Lente de aumento digital, utilizada por pessoas com baixa visão (foto: bsp.org.br)
Fim do grupo
Biblioteca de São Paulo
No acervo da
Biblioteca de São Paulo
são disponibilizados cerca de 1200 audiolivros e 200 exemplares em braille. Estão à disposição, também, dois ampliadores de caracteres destinados às pessoas
com baixa visão, além de lupas eletrônicas, folheador eletrônico, leitores digitais e leitor tátil, entre outros recursos de acessibilidade.
Tem ainda scanners capazes de “transformar” livros escritos em arquivos de áudio, o que permite que o visitante leve o audiolivro para casa – basta ter
em mãos algum tipo de mídia para armazenar o arquivo, como MP3 Player, pen drive, CD ou DVD.
Endereço: Av. Cruzeiro do Sul, 2.630, próximo à estação Santana do Metrô.
Horário de funcionamento: De terça a domingo, das 9h30 às 18h30.
por Márcia Veloso, documentalista do Centro de Memória Dorina Nowill.
Publicado por Fernando Freitas
fonte blog dorina
terça-feira, 10 de abril de 2018
Saci-pererê é tema de exposição no Memorial: humor com acessibilidade
Nesta sexta-feira, 06 de abril, foi lançada a exposição “Isso é Coisa de Sacy”, no Memorial da Inclusão, espaço da Secretaria de Estado dos Direitos da
Pessoa com Deficiência de São Paulo. O evento contou com a presença do Secretário Adjunto de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Luiz Carlos
Lopes, além da museóloga do Memorial da Inclusão, Carla Grião, e o presidente da Associação de Cartunistas do Brasil, José Alberto Lovreto, o Jal, entre
outros artistas.
ilustração "Saci, o maratonista"
O ponto focal da exposição é abordar o saci-pererê, personagem do folclore brasileiro, publicado em livro de Monteiro Lobato, em 1917. O saci possui deficiência
física e o intuito dos cartunistas é de quebrar paradigmas do humor e, também, relatar sobre a inclusão, onde desempenha funções que pessoas com e sem
deficiência possam realizar.
O Secretário Adjunto, Luiz Carlos, enfatizou o aspecto brincalhão do personagem. “O mais interessante é que a mostra trabalha com humor e este jeito mais
leve de ser do brasileiro. O saci é um brincalhão, uma entidade com deficiência”. Ele destaca que existe preconceito relacionado a autoestima da pessoa
com deficiência e o saci é uma ferramenta importante para mudar essa percepção. “É como se a pessoa com deficiência fosse triste, e este personagem tipicamente
brasileiro mostra ser bem-humorado”, completa.
Luiz Carlos Lopes, ao microfone, na abertura da exposição
Ao todo são 20 ilustrações criadas por cartunistas diversos, apresentando recursos táteis para acesso de pessoas com deficiência visual. A mostra também
conta com recursos de audiodescrição. José Alberto Lovreto, o Jal, ressalta a adaptação dos cartuns para pessoas com deficiência visual. “O humor foi adaptado
para pessoa com deficiência visual e a gente aprendeu bastante com isso”.
Criança visitando exposição no Memorial da Inclusão
Ele acrescenta que também as pessoas com baixa visão se beneficiam desta mostra, devido aos contrastes das cores das ilustrações e trata como novidade
cartuns para pessoas com deficiência. “É a primeira vez que trabalhamos com este público e buscamos ser o mais correto possível”, finaliza ao tratar sobre
a acessibilidade da exposição.
O nome do Sacy, escrito com a letra ípsilon, tem uma explicação. Carla Grião esclarece que o Memorial optou por manter o “y” da grafia original do livro
de Monteiro Lobato, ‘Sacy-pererê: resultado de um inquérito’, de 1917.
A exposição “Isso é Coisa de Sacy” ficará disponível até o dia 29 de maio. Confira um pouco mais sobre a exposição na entrevista com a museóloga responsável
pela exposição, Carla Grião:
De que trata a nova exposição “Isso é coisa de Sacy”?
A exposição é composta por 20 cartuns produzidos por artistas brasileiros e suas 20 adaptações táteis realizadas por pessoas com e sem deficiência durante
uma oficina coletiva no Memorial da Inclusão.
Como nasceu a ideia de reunir cartuns sobre um personagem brasileiro?
A ideia surgiu como desmembramento da exposição “Cultura Popular e Diversidade Corporal no Folclore Brasileiro”, realizada para a Virada Inclusiva. A mostra
tem como objetivo abrir espaço para explorarmos e refletirmos acerca das reapropriações contemporâneas de um tema bastante tradicional da cultura popular:
o saci. Também, destacar que o personagem continua sendo percebido, apropriado e representado sempre a partir do filtro das nossas questões sociais, políticas
e culturais contemporâneas. Da mesma forma, a condição da deficiência, como o saci, passou por inúmeras remodelações no decorrer da história e o próprio
personagem, não poucas vezes, foi mobilizado e problematizado dentro do universo da deficiência, como também se deu no âmbito de outros movimentos sociais
e de minorias.
O que as crianças, jovens e adultos que visitam o Memorial vão encontrar nessa nova exposição?
Desenhos humorísticos e suas adaptações táteis/sensoriais sobre o lendário saci-pererê, além do incentivo à imaginação e à diversão.
A grafia correta do personagem de Monteiro Lobato é saci-pererê, porque o nome do saci da exposição é com “y” no lugar de “i”?
A equipe optou por manter o “y” da grafia encontrada no livro do Monteiro Lobato, “O sacy-pererê: resultado de um inquérito”, de 1917.
A quem não conseguir ir pessoalmente ao Memorial, como faço para acessar essa e outras exposições?
Esta exposição não é itinerante, mas nas redes sociais do Memorial da Inclusão e da SEDPcD as pessoas encontrarão matérias sobre a mostra.
SERVIÇO
Exposição “Isso é Coisa de Sacy”
Visitação: De 07 de abril a 29 de maio, de segunda a sexta-feira das 10h às 18h e aos sábados das 13h às 17h (exceto feriados e pontos facultativos)
Acessibilidade: Audiodescrição, interpretação em Libras e adaptação tátil
Local: Memorial da Inclusão na sede da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência|
Endereço: Avenida Auro Soares de Moura Andrade, 564, Portão 10, Barra Funda, São Paulo/SP, ao lado do metrô Barra Funda.
Informações durante a semana: (11) 5212-3727
Entrada Gratuita
fonte secretaria dos direitos da pessoa com deficiencia
Pessoa com Deficiência de São Paulo. O evento contou com a presença do Secretário Adjunto de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Luiz Carlos
Lopes, além da museóloga do Memorial da Inclusão, Carla Grião, e o presidente da Associação de Cartunistas do Brasil, José Alberto Lovreto, o Jal, entre
outros artistas.
ilustração "Saci, o maratonista"
O ponto focal da exposição é abordar o saci-pererê, personagem do folclore brasileiro, publicado em livro de Monteiro Lobato, em 1917. O saci possui deficiência
física e o intuito dos cartunistas é de quebrar paradigmas do humor e, também, relatar sobre a inclusão, onde desempenha funções que pessoas com e sem
deficiência possam realizar.
O Secretário Adjunto, Luiz Carlos, enfatizou o aspecto brincalhão do personagem. “O mais interessante é que a mostra trabalha com humor e este jeito mais
leve de ser do brasileiro. O saci é um brincalhão, uma entidade com deficiência”. Ele destaca que existe preconceito relacionado a autoestima da pessoa
com deficiência e o saci é uma ferramenta importante para mudar essa percepção. “É como se a pessoa com deficiência fosse triste, e este personagem tipicamente
brasileiro mostra ser bem-humorado”, completa.
Luiz Carlos Lopes, ao microfone, na abertura da exposição
Ao todo são 20 ilustrações criadas por cartunistas diversos, apresentando recursos táteis para acesso de pessoas com deficiência visual. A mostra também
conta com recursos de audiodescrição. José Alberto Lovreto, o Jal, ressalta a adaptação dos cartuns para pessoas com deficiência visual. “O humor foi adaptado
para pessoa com deficiência visual e a gente aprendeu bastante com isso”.
Criança visitando exposição no Memorial da Inclusão
Ele acrescenta que também as pessoas com baixa visão se beneficiam desta mostra, devido aos contrastes das cores das ilustrações e trata como novidade
cartuns para pessoas com deficiência. “É a primeira vez que trabalhamos com este público e buscamos ser o mais correto possível”, finaliza ao tratar sobre
a acessibilidade da exposição.
O nome do Sacy, escrito com a letra ípsilon, tem uma explicação. Carla Grião esclarece que o Memorial optou por manter o “y” da grafia original do livro
de Monteiro Lobato, ‘Sacy-pererê: resultado de um inquérito’, de 1917.
A exposição “Isso é Coisa de Sacy” ficará disponível até o dia 29 de maio. Confira um pouco mais sobre a exposição na entrevista com a museóloga responsável
pela exposição, Carla Grião:
De que trata a nova exposição “Isso é coisa de Sacy”?
A exposição é composta por 20 cartuns produzidos por artistas brasileiros e suas 20 adaptações táteis realizadas por pessoas com e sem deficiência durante
uma oficina coletiva no Memorial da Inclusão.
Como nasceu a ideia de reunir cartuns sobre um personagem brasileiro?
A ideia surgiu como desmembramento da exposição “Cultura Popular e Diversidade Corporal no Folclore Brasileiro”, realizada para a Virada Inclusiva. A mostra
tem como objetivo abrir espaço para explorarmos e refletirmos acerca das reapropriações contemporâneas de um tema bastante tradicional da cultura popular:
o saci. Também, destacar que o personagem continua sendo percebido, apropriado e representado sempre a partir do filtro das nossas questões sociais, políticas
e culturais contemporâneas. Da mesma forma, a condição da deficiência, como o saci, passou por inúmeras remodelações no decorrer da história e o próprio
personagem, não poucas vezes, foi mobilizado e problematizado dentro do universo da deficiência, como também se deu no âmbito de outros movimentos sociais
e de minorias.
O que as crianças, jovens e adultos que visitam o Memorial vão encontrar nessa nova exposição?
Desenhos humorísticos e suas adaptações táteis/sensoriais sobre o lendário saci-pererê, além do incentivo à imaginação e à diversão.
A grafia correta do personagem de Monteiro Lobato é saci-pererê, porque o nome do saci da exposição é com “y” no lugar de “i”?
A equipe optou por manter o “y” da grafia encontrada no livro do Monteiro Lobato, “O sacy-pererê: resultado de um inquérito”, de 1917.
A quem não conseguir ir pessoalmente ao Memorial, como faço para acessar essa e outras exposições?
Esta exposição não é itinerante, mas nas redes sociais do Memorial da Inclusão e da SEDPcD as pessoas encontrarão matérias sobre a mostra.
SERVIÇO
Exposição “Isso é Coisa de Sacy”
Visitação: De 07 de abril a 29 de maio, de segunda a sexta-feira das 10h às 18h e aos sábados das 13h às 17h (exceto feriados e pontos facultativos)
Acessibilidade: Audiodescrição, interpretação em Libras e adaptação tátil
Local: Memorial da Inclusão na sede da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência|
Endereço: Avenida Auro Soares de Moura Andrade, 564, Portão 10, Barra Funda, São Paulo/SP, ao lado do metrô Barra Funda.
Informações durante a semana: (11) 5212-3727
Entrada Gratuita
fonte secretaria dos direitos da pessoa com deficiencia
Aplicativo garante embarque seguro de deficientes no transporte coletivo
O objetivo é de contribuir para a inclusão social das pessoas cegas e deficientes visuais.
Alunos do 8º semestre de Engenharia da Computação, Alberto Neto, Alexandre Nogueira, Risonaldo Moura e João Borges, criaram um aplicativo chamado BusID.
O app visa assegurar a confiança às pessoas com problemas de visão no uso de transportes coletivos.
Durante a disciplina de Computação Gráfica e Processamento de Imagens, ministrada pelos professores Deyvison Penha e Ronaldo Zampolo, os graduandos foram
instigados a desenvolver soluções para problemas reais utilizando o conhecimento adquirido em sala de aula. Um dos criadores, Risonaldo Moura, conta que
a ideia para o BusID surgiu quando os estudantes perceberam a carência de desenvolvimentos tecnológicos na área de tecnologia assistiva.
“Percebemos que os cegos e os deficientes visuais em Belém têm bastante dificuldade para identificar, sozinhos, a linha do ônibus que está à sua frente,
pois nem mesmo há sistemas de localização que os auxiliem nesta tarefa, como em algumas cidades do País, contribuindo, portanto, com o aumento de sua dependência
e exclusão social”, explica o estudante.
Para ele, o desenvolvimento de projetos como o BusID ajuda a preparar os alunos para o mercado de trabalho, tendo em vista que os problemas que estes projetos
resolvem são da mesma natureza daqueles que as empresas buscam solucionar. O app também é de grande importância no fator social, “em ter o poder de impactar
na vida das pessoas ainda dentro da Academia, além de dar um retorno à sociedade pelo investimento que é feito à Universidade”.
O BusID identifica a linha do ônibus por meio da câmera do celular e fala em voz alta para o usuário. Para isso, o número identificador da linha do ônibus
deve estar visível e o usuário estar a uma distância menor que 10 metros. A base de dados já conta com cerca de 98% de todos os ônibus da Região Metropolitana
de Belém cadastrados.
Como funciona – Ao abrir o BusID, o usuário escuta uma voz dizendo “Olá” e é levado à tela principal do aplicativo, na qual é mostrada a imagem da câmera.
Quando nesta imagem houver um ônibus com seu código visível, o App diz a linha daquele ônibus, automaticamente, sem precisar de nenhum toque na tela ou
botão, e sem a necessidade de conexão com a internet. Se outro ônibus surgir na imagem, o BusID também dirá a linha deste outro ônibus.
Nas próximas atualizações, serão adicionadas à base de dados todas as linhas de ônibus da Região Metropolitana de Belém com as letras, e não somente os
números, além de melhoramentos na usabilidade para os usuários conforme seus feedbacks, lançamento da versão para o Iphone, e opções para outras cidades
do País que apresentam semelhante cenário da Região Metropolitana de Belém.
O app atende a toda a população que faz uso dos transportes coletivos na região e pode ser baixado e utilizado gratuitamente. O BusID está disponível na
Google Play para smartphones com sistema Android. Basta procurar pelo nome BusID Belém, ou acessar este
link.
Fonte:
Universidade Federal do Pará
Alunos do 8º semestre de Engenharia da Computação, Alberto Neto, Alexandre Nogueira, Risonaldo Moura e João Borges, criaram um aplicativo chamado BusID.
O app visa assegurar a confiança às pessoas com problemas de visão no uso de transportes coletivos.
Durante a disciplina de Computação Gráfica e Processamento de Imagens, ministrada pelos professores Deyvison Penha e Ronaldo Zampolo, os graduandos foram
instigados a desenvolver soluções para problemas reais utilizando o conhecimento adquirido em sala de aula. Um dos criadores, Risonaldo Moura, conta que
a ideia para o BusID surgiu quando os estudantes perceberam a carência de desenvolvimentos tecnológicos na área de tecnologia assistiva.
“Percebemos que os cegos e os deficientes visuais em Belém têm bastante dificuldade para identificar, sozinhos, a linha do ônibus que está à sua frente,
pois nem mesmo há sistemas de localização que os auxiliem nesta tarefa, como em algumas cidades do País, contribuindo, portanto, com o aumento de sua dependência
e exclusão social”, explica o estudante.
Para ele, o desenvolvimento de projetos como o BusID ajuda a preparar os alunos para o mercado de trabalho, tendo em vista que os problemas que estes projetos
resolvem são da mesma natureza daqueles que as empresas buscam solucionar. O app também é de grande importância no fator social, “em ter o poder de impactar
na vida das pessoas ainda dentro da Academia, além de dar um retorno à sociedade pelo investimento que é feito à Universidade”.
O BusID identifica a linha do ônibus por meio da câmera do celular e fala em voz alta para o usuário. Para isso, o número identificador da linha do ônibus
deve estar visível e o usuário estar a uma distância menor que 10 metros. A base de dados já conta com cerca de 98% de todos os ônibus da Região Metropolitana
de Belém cadastrados.
Como funciona – Ao abrir o BusID, o usuário escuta uma voz dizendo “Olá” e é levado à tela principal do aplicativo, na qual é mostrada a imagem da câmera.
Quando nesta imagem houver um ônibus com seu código visível, o App diz a linha daquele ônibus, automaticamente, sem precisar de nenhum toque na tela ou
botão, e sem a necessidade de conexão com a internet. Se outro ônibus surgir na imagem, o BusID também dirá a linha deste outro ônibus.
Nas próximas atualizações, serão adicionadas à base de dados todas as linhas de ônibus da Região Metropolitana de Belém com as letras, e não somente os
números, além de melhoramentos na usabilidade para os usuários conforme seus feedbacks, lançamento da versão para o Iphone, e opções para outras cidades
do País que apresentam semelhante cenário da Região Metropolitana de Belém.
O app atende a toda a população que faz uso dos transportes coletivos na região e pode ser baixado e utilizado gratuitamente. O BusID está disponível na
Google Play para smartphones com sistema Android. Basta procurar pelo nome BusID Belém, ou acessar este
link.
Fonte:
Universidade Federal do Pará
segunda-feira, 9 de abril de 2018
LOUVEIRA: Empresa Colep contrata ‘Deficientes’ e ‘Reabilitados do INSS
A Colep, empresa do Grupo RAR, é um líder global nas indústrias de embalagem e contract manufacturing de produtos de consumo. Com um volume de negócios
de 464 milhões de euros, a Colep emprega cerca de 2 800 colaboradores em Portugal, Alemanha, Brasil, Emirados Árabes Unidos, Espanha, México, Polonia e
Reino Unido. Sendo membro da “ACOA – the Alliance of Colep & One Asia”, a Colep disponibiliza aos seus clientes uma operação à escala global.
No Brasil a Colep está presente com manufactura de Cuidados Pessoais e Cuidados para Casa em Louveira e de Aerossol em Itatiba.
VAGAS PCD – LOUVEIRA, BRASIL
Recrutamos pessoas com deficiência e reabilitados do INSS para diversas atividades.
Áreas de atuação:
• Administrativo
• Produção
• Logística
• Qualidade
Requisitos:
• Ser portador de deficiência;
• Idade mínima de 18 anos;
• Não é necessário ter experiência profissional;
• Ter disponibilidade para atuar em período integral,
administrativo ou turnos;
• Escolaridade mínima ensino fundamental completo ou
de acordo com a posição;
• Disponibilidade para início imediato;
• Oportunidades de crescimento e desenvolvimento;
• Vontade de aprender.
Oferecemos:
• Salário compatível, com piso de R$1548,00;
• Plano de saúde (Unimed);
• Plano Odontológico;
• Convênio com farmácia;
• Seguro de vida;
• Vale Alimentação ou Cesta Básica;
• Vale transporte;
• Restaurante no local.
Como se candidatar:
Interessados enviar currículo e laudo médico para
recrutamento.br@colep.com
Imagem Ilustrativa
Conhece-nos melhor
www.colep.com
www.linkedin.com/company/colep
fonte NOTÍCIAS DE CAMPINAS
de 464 milhões de euros, a Colep emprega cerca de 2 800 colaboradores em Portugal, Alemanha, Brasil, Emirados Árabes Unidos, Espanha, México, Polonia e
Reino Unido. Sendo membro da “ACOA – the Alliance of Colep & One Asia”, a Colep disponibiliza aos seus clientes uma operação à escala global.
No Brasil a Colep está presente com manufactura de Cuidados Pessoais e Cuidados para Casa em Louveira e de Aerossol em Itatiba.
VAGAS PCD – LOUVEIRA, BRASIL
Recrutamos pessoas com deficiência e reabilitados do INSS para diversas atividades.
Áreas de atuação:
• Administrativo
• Produção
• Logística
• Qualidade
Requisitos:
• Ser portador de deficiência;
• Idade mínima de 18 anos;
• Não é necessário ter experiência profissional;
• Ter disponibilidade para atuar em período integral,
administrativo ou turnos;
• Escolaridade mínima ensino fundamental completo ou
de acordo com a posição;
• Disponibilidade para início imediato;
• Oportunidades de crescimento e desenvolvimento;
• Vontade de aprender.
Oferecemos:
• Salário compatível, com piso de R$1548,00;
• Plano de saúde (Unimed);
• Plano Odontológico;
• Convênio com farmácia;
• Seguro de vida;
• Vale Alimentação ou Cesta Básica;
• Vale transporte;
• Restaurante no local.
Como se candidatar:
Interessados enviar currículo e laudo médico para
recrutamento.br@colep.com
Imagem Ilustrativa
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www.linkedin.com/company/colep
fonte NOTÍCIAS DE CAMPINAS
Cães Doutores auxiliam tratamento de alunos com deficiência em escolas públicas de Olinda
Projeto Bolinha de Pelo leva seis cães da raça golden retriever para escolas municipais a partir desta quinta-feira (5).
Por Pedro Alves, G1 PE
'Cães Doutores' atuam no tratamento de crianças com deficiência em escolas de Olinda (Foto: Maíra Correia/Prefeitura de Olinda/Divulgação)
Crianças com deficiência que estudam em escolas públicas de Olinda passam a contar com novos aliados no cotidiano escolar. A partir deste mês de abril,
seis cães adestrados auxiliam no tratamento dos alunos atendidos em salas de recurso multifuncional do município, voltadas para o tratamento desses estudantes.
Em funcionamento desde 2016, em uma única escola, o projeto Bolinha de Pelo inicia, nesta quinta-feira (5), o atendimento a novas unidades escolares. Todos
os animais utilizados no tratamento são do projeto Cães Doutores, que adestra cachorros e capacita tutores para auxiliar no tratamento de pacientes por
meio de um método chamado cinoterapia.
O cachorro atua como mediador do tratamento e participa de brincadeiras que trabalham a necessidade do paciente, como coordenação ou concentração.
Inicialmente, participava apenas Max Silva Sena, cão da idealizadora do projeto, Cássia Leôncio, que, desde 2016, é voluntária dos Cães Doutores. Também
integram a equipe Mel, Aurora, Luna, Raio de Sol e Justin, todos da raça golden retriever.
Seis cães da raça golden retriever auxiliam no tratamento de crianças com deficiência em Olinda (Foto: Maíra Correia/Prefeitura de Olinda/Divulgação)
Professora readaptada e psicopedagoga, Cássia Leôncio teve uma necrose na cabeça do fêmur, por causa do lúpus, uma doença autoimune que causa produção
excessiva de anticorpos contra as próprias células do organismo. Segundo ela, a própria experiência de recuperação com o animal de estimação inspirou na
implantação do projeto na rede onde trabalha.
"Vi o comportamento de Max mudar com relação a mim. Ele lambia minha perna, fazia carinho e participava ativamente da fisioterapia, como se quisesse me
ajudar. Comecei a me sentir motivada a me recuperar mais rápido, para voltar a brincar com ele. Já estava afastada do trabalho há um ano e decidi me voluntariar
nos Cães Doutores, pela motivação de ajudar mais gente. Simultaneamente à minha volta ao trabalho, idealizei o Bolinha de Pelo", diz.
Animais do projeto Cães Doutores auxiliam tratamento de pessoas com deficiência pelo método da cinoterapia (Foto: Maíra Correia/Prefeitura de Olinda/Divulgação)
Animais do projeto Cães Doutores auxiliam tratamento de pessoas com deficiência pelo método da cinoterapia (Foto: Maíra Correia/Prefeitura de Olinda/Divulgação)
O projeto nas escolas de Olinda é voltado para alunos da rede municipal. A depender da disponibilidade dos tutores dos cães, serão realizadas ao menos
duas sessões por mês nas escolas Claudino Leal, Izaulina de Castro, Coronel José Domingos, Lions e Pró-menor, além do Centro Integrado de Atenção à Criança
Professora Norma Coelho (Caic). Em grupo ou individualmente, estudantes de qualquer idade serão atendidos em encontros que duram cerca de 50 minutos.
“Em Olinda, temos 15 salas de recursos, mas não há cães para todas elas. Cada escola vai ter seu cão fixo, para auxiliar na conexão entre os pacientes
e o animal. O número pode aumentar, mas primeiro é preciso que os cachorros sejam voluntários do 'Cães Doutores', que vai avaliar o cão e o dono, realizar
o adestramento para ele poder vir a ser um ‘bolinha de pelo’. Queremos, futuramente, pleitear investimento para deslocamento e mais estrutura para tutores
e cães", conta.
Durante o trabalho voluntário no projeto Bolinha de Pelo, Max atendeu 22 pacientes, sempre no Caic, no bairro de Peixinhos, em Olinda. Com o reforço dos
outros cinco cães, a expectativa é que o número cresça para 90 estudantes das escolas contempladas.
fonte g1
Por Pedro Alves, G1 PE
'Cães Doutores' atuam no tratamento de crianças com deficiência em escolas de Olinda (Foto: Maíra Correia/Prefeitura de Olinda/Divulgação)
Crianças com deficiência que estudam em escolas públicas de Olinda passam a contar com novos aliados no cotidiano escolar. A partir deste mês de abril,
seis cães adestrados auxiliam no tratamento dos alunos atendidos em salas de recurso multifuncional do município, voltadas para o tratamento desses estudantes.
Em funcionamento desde 2016, em uma única escola, o projeto Bolinha de Pelo inicia, nesta quinta-feira (5), o atendimento a novas unidades escolares. Todos
os animais utilizados no tratamento são do projeto Cães Doutores, que adestra cachorros e capacita tutores para auxiliar no tratamento de pacientes por
meio de um método chamado cinoterapia.
O cachorro atua como mediador do tratamento e participa de brincadeiras que trabalham a necessidade do paciente, como coordenação ou concentração.
Inicialmente, participava apenas Max Silva Sena, cão da idealizadora do projeto, Cássia Leôncio, que, desde 2016, é voluntária dos Cães Doutores. Também
integram a equipe Mel, Aurora, Luna, Raio de Sol e Justin, todos da raça golden retriever.
Seis cães da raça golden retriever auxiliam no tratamento de crianças com deficiência em Olinda (Foto: Maíra Correia/Prefeitura de Olinda/Divulgação)
Professora readaptada e psicopedagoga, Cássia Leôncio teve uma necrose na cabeça do fêmur, por causa do lúpus, uma doença autoimune que causa produção
excessiva de anticorpos contra as próprias células do organismo. Segundo ela, a própria experiência de recuperação com o animal de estimação inspirou na
implantação do projeto na rede onde trabalha.
"Vi o comportamento de Max mudar com relação a mim. Ele lambia minha perna, fazia carinho e participava ativamente da fisioterapia, como se quisesse me
ajudar. Comecei a me sentir motivada a me recuperar mais rápido, para voltar a brincar com ele. Já estava afastada do trabalho há um ano e decidi me voluntariar
nos Cães Doutores, pela motivação de ajudar mais gente. Simultaneamente à minha volta ao trabalho, idealizei o Bolinha de Pelo", diz.
Animais do projeto Cães Doutores auxiliam tratamento de pessoas com deficiência pelo método da cinoterapia (Foto: Maíra Correia/Prefeitura de Olinda/Divulgação)
Animais do projeto Cães Doutores auxiliam tratamento de pessoas com deficiência pelo método da cinoterapia (Foto: Maíra Correia/Prefeitura de Olinda/Divulgação)
O projeto nas escolas de Olinda é voltado para alunos da rede municipal. A depender da disponibilidade dos tutores dos cães, serão realizadas ao menos
duas sessões por mês nas escolas Claudino Leal, Izaulina de Castro, Coronel José Domingos, Lions e Pró-menor, além do Centro Integrado de Atenção à Criança
Professora Norma Coelho (Caic). Em grupo ou individualmente, estudantes de qualquer idade serão atendidos em encontros que duram cerca de 50 minutos.
“Em Olinda, temos 15 salas de recursos, mas não há cães para todas elas. Cada escola vai ter seu cão fixo, para auxiliar na conexão entre os pacientes
e o animal. O número pode aumentar, mas primeiro é preciso que os cachorros sejam voluntários do 'Cães Doutores', que vai avaliar o cão e o dono, realizar
o adestramento para ele poder vir a ser um ‘bolinha de pelo’. Queremos, futuramente, pleitear investimento para deslocamento e mais estrutura para tutores
e cães", conta.
Durante o trabalho voluntário no projeto Bolinha de Pelo, Max atendeu 22 pacientes, sempre no Caic, no bairro de Peixinhos, em Olinda. Com o reforço dos
outros cinco cães, a expectativa é que o número cresça para 90 estudantes das escolas contempladas.
fonte g1
Bebê com deficiência múltipla teve transferência de hospital negada 15 vezes
Família de Sorocaba acionou a Justiça para conseguir marcar cirurgia. Criança está internada na Santa Casa desde o dia em que nasceu.
Por G1 Sorocaba e Jundiaí
Bebê precisa de tratamento especial em Sorocaba (Foto: Arquivo pessoal)
O
bebê com um mês de vida que sofre de diversos problemas no coração
e tem deficiência múltipla teve o pedido de transferência de hospital negado pelo menos 15 vezes, conforme um documento obtido pela TV TEM nesta quarta-feira
(4).
A família, que mora em Sorocaba, acionou a Justiça para conseguir marcar uma cirurgia que pode salvar a vida de Miguel Henrique Souza, que está entubado
na Santa Casa desde o dia em que nasceu.
O documento relaciona diversas respostas negativas de responsáveis por administrar hospitais tanto da capital quanto do interior de São Paulo.
Em todas as 15 solicitações, os responsáveis pelos hospitais negam a transferência, na maioria dos casos por falta de vagas, mas também por a unidade não
ser especializada no caso:
Bloco de citação
"Estamos em absoluta falta de vaga na UTI neonatal cardiopata e UTI pediátrica. Conjunto Hospitalar de Sorocaba (CHS) está completamente lotado, totalmente
sem vagas. Estamos com a capacidade operacional saturada. Não somos referência para neonatos e gestantes. Caso negado."
Fim do bloco de citação
Criança de Sorocaba teve pedido de transferência negado 15 vezes (Foto: Divulgação)
Em nota, a Central de Regulação de Vagas e Ofertas de Serviços de Saúde (Cross) afirma que a ação judicial referente ao caso do paciente foi movida contra
a Prefeitura de Sorocaba, a quem cabe adotar as procidências necessárias para atender a decisão.
Apesar disso, a pedido do próprio município, o Cross está auxiliando no processo de busca de vaga em referência de cardiopatia congênita. Os médicos estão
monitorando constantemente a evolução de seu quadro de saúde, pois o paciente apresentava quadro clínico de infecção, o que inviabiliza a transferência.
O procedimento cardíaco pediátrico é apenas um dos que o paciente com deficiência em vários membros do corpo precisa. De acordo a mãe do bebê, Gedália
Jovino, de 31 anos, os exames realizados durante a gestação não detectaram qualquer anormalidade no feto.
Algo errado
Miguel nasceu com furos no coração, parte de um braço e pernas de diferentes tamanhos. “O que mais me assustou foi que ninguém viu nada disso, muitas coisas
poderiam ser feitas se tivesse visto ainda do parto”, desabafa.
A empregada doméstica notou que havia algo errado com o filho nos primeiros minutos após o parto. Ela foi informada que o bebê precisaria de cuidados especiais.
Desde o dia 7 de março a criança não saiu do hospital e permanece internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
Família de Sorocaba entra na Justiça para realizar transferência e cirurgia de bebê
Luta jurídica
Pela situação grave da criança, a advogada Cássia Monteiro juntou a documentação de exames e levou o caso à Justiça. O processo pede agilidade na transferência
de Miguel Henrique Souza e a realização da cirurgia.
A Justiça concedeu liminar com prazo de 72 horas para o pedido ser atendido, sob pena de multa diária e R$ 2 mil, mas a determinação não foi cumprida.
“Nós entramos com um mandado de segurança contra o Poder Público e o juiz acatou. Só que a prefeitura não cumpriu, isso é crime de desobediência”, afirma
a advogada.
Em nota, a Prefeitura de Sorocaba afirma ter solicitado a transferência do menino para cirurgia. "A cirurgia e a regulação de vagas são de competência
da Secretaria do Estado de Saúde. Por conta disso, a Secretaria de Saúde de Sorocaba (SES) recorreu da determinação e está em contato com o Estado para
a resolução o mais rápido possível desse processo".
Gedália afirma que problemas com o filho não foram detectados durante a gestação (Foto: Carlos Dias/G1)
Cinco filhos
Gedália e o marido moram no Jardim Gonçalves com outros quatro filhos de 3, 8, 10 e 14 anos. Os irmãos ainda não tiveram contato com Miguel e ficam em
casa enquanto a mãe presta apoio ao bebê internado.
“As crianças ficam em casa e a gente se vira como pode, mas ficamos na angústia. Não quero dinheiro e não precisa de campanha por enquanto. Só quero que
ele passe por essa cirurgia”, desabafa.
fonte g1
Por G1 Sorocaba e Jundiaí
Bebê precisa de tratamento especial em Sorocaba (Foto: Arquivo pessoal)
O
bebê com um mês de vida que sofre de diversos problemas no coração
e tem deficiência múltipla teve o pedido de transferência de hospital negado pelo menos 15 vezes, conforme um documento obtido pela TV TEM nesta quarta-feira
(4).
A família, que mora em Sorocaba, acionou a Justiça para conseguir marcar uma cirurgia que pode salvar a vida de Miguel Henrique Souza, que está entubado
na Santa Casa desde o dia em que nasceu.
O documento relaciona diversas respostas negativas de responsáveis por administrar hospitais tanto da capital quanto do interior de São Paulo.
Em todas as 15 solicitações, os responsáveis pelos hospitais negam a transferência, na maioria dos casos por falta de vagas, mas também por a unidade não
ser especializada no caso:
Bloco de citação
"Estamos em absoluta falta de vaga na UTI neonatal cardiopata e UTI pediátrica. Conjunto Hospitalar de Sorocaba (CHS) está completamente lotado, totalmente
sem vagas. Estamos com a capacidade operacional saturada. Não somos referência para neonatos e gestantes. Caso negado."
Fim do bloco de citação
Criança de Sorocaba teve pedido de transferência negado 15 vezes (Foto: Divulgação)
Em nota, a Central de Regulação de Vagas e Ofertas de Serviços de Saúde (Cross) afirma que a ação judicial referente ao caso do paciente foi movida contra
a Prefeitura de Sorocaba, a quem cabe adotar as procidências necessárias para atender a decisão.
Apesar disso, a pedido do próprio município, o Cross está auxiliando no processo de busca de vaga em referência de cardiopatia congênita. Os médicos estão
monitorando constantemente a evolução de seu quadro de saúde, pois o paciente apresentava quadro clínico de infecção, o que inviabiliza a transferência.
O procedimento cardíaco pediátrico é apenas um dos que o paciente com deficiência em vários membros do corpo precisa. De acordo a mãe do bebê, Gedália
Jovino, de 31 anos, os exames realizados durante a gestação não detectaram qualquer anormalidade no feto.
Algo errado
Miguel nasceu com furos no coração, parte de um braço e pernas de diferentes tamanhos. “O que mais me assustou foi que ninguém viu nada disso, muitas coisas
poderiam ser feitas se tivesse visto ainda do parto”, desabafa.
A empregada doméstica notou que havia algo errado com o filho nos primeiros minutos após o parto. Ela foi informada que o bebê precisaria de cuidados especiais.
Desde o dia 7 de março a criança não saiu do hospital e permanece internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI).
Família de Sorocaba entra na Justiça para realizar transferência e cirurgia de bebê
Luta jurídica
Pela situação grave da criança, a advogada Cássia Monteiro juntou a documentação de exames e levou o caso à Justiça. O processo pede agilidade na transferência
de Miguel Henrique Souza e a realização da cirurgia.
A Justiça concedeu liminar com prazo de 72 horas para o pedido ser atendido, sob pena de multa diária e R$ 2 mil, mas a determinação não foi cumprida.
“Nós entramos com um mandado de segurança contra o Poder Público e o juiz acatou. Só que a prefeitura não cumpriu, isso é crime de desobediência”, afirma
a advogada.
Em nota, a Prefeitura de Sorocaba afirma ter solicitado a transferência do menino para cirurgia. "A cirurgia e a regulação de vagas são de competência
da Secretaria do Estado de Saúde. Por conta disso, a Secretaria de Saúde de Sorocaba (SES) recorreu da determinação e está em contato com o Estado para
a resolução o mais rápido possível desse processo".
Gedália afirma que problemas com o filho não foram detectados durante a gestação (Foto: Carlos Dias/G1)
Cinco filhos
Gedália e o marido moram no Jardim Gonçalves com outros quatro filhos de 3, 8, 10 e 14 anos. Os irmãos ainda não tiveram contato com Miguel e ficam em
casa enquanto a mãe presta apoio ao bebê internado.
“As crianças ficam em casa e a gente se vira como pode, mas ficamos na angústia. Não quero dinheiro e não precisa de campanha por enquanto. Só quero que
ele passe por essa cirurgia”, desabafa.
fonte g1
sexta-feira, 6 de abril de 2018
Brasileira lança aplicativo para alfabetização de crianças com autismo
Brasileira lança aplicativo para alfabetização de crianças com autismo
Com sua fundação nos Estados Unidos, ela desenvolveu um jogo interativo que estimula a compreensão e desenvolvimento da linguagem, um dos maiores desafios
para aqueles que convivem com os autistas.
Familiares e educadores que lidam com autistas recebem uma boa notícia neste 2 de abril, data em que se celebra o Dia Mundial de Conscientização do Autismo.
Eles agora podem contar com um pequeno ajudante na estimulação da linguagem e alfabetização das crianças portadoras do transtorno do espectro autista (TEA),
o
Brainy Mous
e (Rato Inteligente ou Rato Atrevido). Trata-se de um aplicativo para celulares e tablets (disponível para
android
e
iOS),
em formato de jogo, que de forma lúdica auxilia os pequenos neste processo de aprendizagem.
A brasileira Ana Sarrizo, presidente da Brainy Mouse Foundation, criou o aplicativo após 4 anos de pesquisa. Os resultados em grupos testes com crianças
de Belo Horizonte e São Paulo têm sido muito satisfatórios. No mês passado, foi lançada uma versão em inglês e, agora, disponibilizam a versão em português.
O objetivo do jogo é trabalhar o desenvolvimento da linguagem porque este é justamente um dos maiores desafios para a educação dos autistas, no mundo inteiro.
O jeito como pensam, assimilam e compreendem o mundo a sua volta é peculiar de tal forma que muitas vezes nem mesmo os familiares ou os educadores estão
preparados para lidar.
“Imagine as dificuldades que já enfrenta um adulto autista, em um mundo que não está preparado para lidar com suas diferenças. Agora imagine um adulto
autista e que ainda por cima não sabe ler e escrever”, explica a criadora do aplicativo Ana Sarrizo.
Estima-se que 3 milhões de brasileiros são autistas. Este dado é um reflexo do estudo divulgado pelo Center of Control and Prevetion, órgão ligado ao governo
dos Estados Unidos, que aponta a incidência de 1 a cada 68 crianças. Além dos desafios da doença, o maior entrave ainda é o preconceito. Vem dar uma olhada
na interface do jogo e se encante:
Como funciona
O game trabalha a leitura da esquerda para direita, formação de palavras usando sílabas, interação com cores, sons e outros “dispositivos cognitivos”,
que ajudam o usuário a trabalhar seu desenvolvimento de forma lúdica. De forma bem interativa, a criança pode customizar seu ratinho, além de ser desafiada
a conseguir “cheesecoin”, uma espécie de moeda virtual.
Uma das principais apostas do game é o dispositivo chamado “Rato Amigo”, que tem como objetivo trabalhar, de forma inconsciente, a atitude de pedir ajuda
ao próximo, e assim estimular essa ação no dia a dia.
Como tudo começou
Em 2013, a pesquisadora Ana Sarrizo pensava apenas em contribuir com os portadores de TEA de Belo Horizonte, sua cidade natal. O resultado do projeto foi
tão bem sucedido que um professor de Ana a aconselhou inscrever no prêmio Santander, do qual foi vencedor entre 17mil propostas voltadas para a educação.
Com a premiação de R$ 100 mil e uma bolsa no curso de empreendedorismo da Babson College, uma das mais importantes do mundo, decidiu criar a Brainy Mouse
Foudation, nos Estados Unidos, ficando mais próxima das mais importantes pesquisas sobre autismo.
O objetivo da Fundação é ajudar instituições do mundo inteiro, familiares e educadores, que já trabalham com crianças e adultos com TEA, produzindo games
e ferramentas que vão auxiliá-los no seu progresso dia a dia. Para saber mais, basta clicar
aqui.
Por
Redação RPA
fonte Razões para Acreditar
Com sua fundação nos Estados Unidos, ela desenvolveu um jogo interativo que estimula a compreensão e desenvolvimento da linguagem, um dos maiores desafios
para aqueles que convivem com os autistas.
Familiares e educadores que lidam com autistas recebem uma boa notícia neste 2 de abril, data em que se celebra o Dia Mundial de Conscientização do Autismo.
Eles agora podem contar com um pequeno ajudante na estimulação da linguagem e alfabetização das crianças portadoras do transtorno do espectro autista (TEA),
o
Brainy Mous
e (Rato Inteligente ou Rato Atrevido). Trata-se de um aplicativo para celulares e tablets (disponível para
android
e
iOS),
em formato de jogo, que de forma lúdica auxilia os pequenos neste processo de aprendizagem.
A brasileira Ana Sarrizo, presidente da Brainy Mouse Foundation, criou o aplicativo após 4 anos de pesquisa. Os resultados em grupos testes com crianças
de Belo Horizonte e São Paulo têm sido muito satisfatórios. No mês passado, foi lançada uma versão em inglês e, agora, disponibilizam a versão em português.
O objetivo do jogo é trabalhar o desenvolvimento da linguagem porque este é justamente um dos maiores desafios para a educação dos autistas, no mundo inteiro.
O jeito como pensam, assimilam e compreendem o mundo a sua volta é peculiar de tal forma que muitas vezes nem mesmo os familiares ou os educadores estão
preparados para lidar.
“Imagine as dificuldades que já enfrenta um adulto autista, em um mundo que não está preparado para lidar com suas diferenças. Agora imagine um adulto
autista e que ainda por cima não sabe ler e escrever”, explica a criadora do aplicativo Ana Sarrizo.
Estima-se que 3 milhões de brasileiros são autistas. Este dado é um reflexo do estudo divulgado pelo Center of Control and Prevetion, órgão ligado ao governo
dos Estados Unidos, que aponta a incidência de 1 a cada 68 crianças. Além dos desafios da doença, o maior entrave ainda é o preconceito. Vem dar uma olhada
na interface do jogo e se encante:
Como funciona
O game trabalha a leitura da esquerda para direita, formação de palavras usando sílabas, interação com cores, sons e outros “dispositivos cognitivos”,
que ajudam o usuário a trabalhar seu desenvolvimento de forma lúdica. De forma bem interativa, a criança pode customizar seu ratinho, além de ser desafiada
a conseguir “cheesecoin”, uma espécie de moeda virtual.
Uma das principais apostas do game é o dispositivo chamado “Rato Amigo”, que tem como objetivo trabalhar, de forma inconsciente, a atitude de pedir ajuda
ao próximo, e assim estimular essa ação no dia a dia.
Como tudo começou
Em 2013, a pesquisadora Ana Sarrizo pensava apenas em contribuir com os portadores de TEA de Belo Horizonte, sua cidade natal. O resultado do projeto foi
tão bem sucedido que um professor de Ana a aconselhou inscrever no prêmio Santander, do qual foi vencedor entre 17mil propostas voltadas para a educação.
Com a premiação de R$ 100 mil e uma bolsa no curso de empreendedorismo da Babson College, uma das mais importantes do mundo, decidiu criar a Brainy Mouse
Foudation, nos Estados Unidos, ficando mais próxima das mais importantes pesquisas sobre autismo.
O objetivo da Fundação é ajudar instituições do mundo inteiro, familiares e educadores, que já trabalham com crianças e adultos com TEA, produzindo games
e ferramentas que vão auxiliá-los no seu progresso dia a dia. Para saber mais, basta clicar
aqui.
Por
Redação RPA
fonte Razões para Acreditar
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