sábado, 21 de novembro de 2015
Fase final do Campeonato Paulista de Goalball tem partidas neste sábado, 21, em Mogi das Cruzes (SP)
Josemarcio, do SESI, é um dos destaques da competição
A fase final do Campeonato Paulista de Goalball 2015, da Federação Paulista de Desportos para Cegos, ocorre neste sábado, 21, no SESI Mogi das Cruzes,
em São Paulo. A última etapa terá transmissão ao vivo das 12 partidas decisivas através da internet, com início às 8h.
As quartas de finais da categoria masculina vão abrir as disputas. O primeiro jogo será entre o anfitrião SESI contra a ADV VALE, de Taubaté. Em seguida,
o Santos encara o CESEC (SP). O terceiro jogo marca o duelo entre ATHLON, de São José dos Campos e CIADEVA, de Taboão da Serra. No fechamento da primeira
fase eliminatória do dia, a APADV, de São Bernardo do Campo medirá forças com o LMC, de Santos.
Os vencedores avançam para a semifinal, que tem os jogos programados para às 13h30 e 14h20. No feminino, as equipes começam a corrida pelo título exatamente
nesta fase da competição. Vice-campeão brasileiro, o SESI vai jogar contra o ATHLON, às 11h50. A segunda vaga na final será decidida entre APADV x LMC,
às 12h40.
A decisão da categoria feminina será às 16h, enquanto a briga pelo título masculino começa às 17h40. Os jogos do Campeonato Paulista de Goalball 2015 terão
transmissão ao vivo pela internet.
Link da transmissão:
https://www.youtube.com/c/Acd-tvOrg
Tabela de jogos:
http://www.fpdc.org.br/arquivos/tabela_Goalball_mogi_das_cruzes.pdf
Com informações da Confederação Brasileira de Desportos de Deficientes Visuais (CBDV).
sexta-feira, 20 de novembro de 2015
Vetado projeto que regulamenta profissão de transcritor e revisor de textos em braile
A presidente Dilma Rousseff vetou totalmente o projeto de lei do Senado
(PLS) 67/2011,
do senador Paulo Paim (PT-RS), que regulamenta o exercício das profissões de transcritor e de revisor de textos em braile.
Segundo a justificativa do veto, a proposta contraria a
Constituição,
que assegura o livre exercício de qualquer trabalho, ofício ou profissão, cabendo a imposição de restrições apenas quando houver a possibilidade de ocorrer
dano à sociedade. Argumenta-se também que há artigos no projeto que violam as garantias de livre manifestação do pensamento e de expressão de atividades
intelectuais, científicas e de comunicação, independente de censura ou licença.
Na
mensagem
de veto, a presidente Dilma reconhece a importância das profissões e diz que o "governo tomará as medidas necessárias para garantir seu devido reconhecimento".
Não especifica, todavia, que medidas serão adotadas.
Regras
Conforme o projeto, podem ser transcritor e revisor de textos em braile pessoas que tenham completado pelo menos o ensino médio e que possuam certificado
de habilitação expedido por órgão oficial, reconhecido pelo Ministério da Educação ou por entidades representativas das pessoas com deficiência visual.
O texto estabelece como obrigatória a presença de profissionais transcritores e revisores na atividade de produção de textos em braile para fins comerciais,
educacionais e culturais.
Além disso, determina duração máxima de trabalho de seis horas diárias e 30 horas semanais. Ainda segundo a proposta, o empregador deverá assegurar aos
profissionais acesso à internet, a códigos de transcrição em braile, às normas técnicas aplicáveis a esse sistema e a dicionários.
No Senado, a proposição foi aprovada de forma terminativa (sem ir ao Plenário) pela Comissão de Assuntos Sociais (CAS), de onde seguiu para análise da
Câmara. O veto entrará na pauta do Congresso Nacional.
Agência Senado (Reprodução autorizada mediante citação da Agência Senado)
IRMÃOS, IRMÃOS, NEGÓGIOS À PARTE COM AUDIODESCRIÇÃO NO TEATRO SÉRGIO CARDOSO
Fotografia colorida de Dilson, interpretado por Paulo Guarnieri, um homem de cabelos castanhos e olhos pequenos, usando terno e gravata marrons sobre camisa
bege, segurando vários papeis, ao lado da cama do pai moribundo, interpretado por Flávio Guarnieri, coberto por uma manta xadrez. Na parede azul, ao fundo,
uma grande foto do ator Gianfrancesco Guarnieri.
Teatro Sérgio Cardoso e APAA – Associação Paulista dos Amigos da Arte convidam para a apresentação da peça: “IRMÃOS, IRMÃOS, NEGÓCIOS À PARTE” , uma comédia
de Enéas Carlos, com Paulo Guarnieri e Flávio Guarnieri, com audiodescrição da VER COM PALAVRAS.
Data: 20 de novembro (sexta-feira).
Horário: 20:00 horas.
Local: Teatro Sérgio Cardoso, Sala Paschoal Carlos Magno.
Endereço: Rua Rui Barbosa, 153, Bela Vista, São Paulo, SP.
Duração: 70 minutos.
Censura: 14 anos
Valor: R$ 30,00 (inteira); R$ 15,00 (meia).
Convites cortesia para pessoas com deficiência e um acompanhante.
Favor confirmar presença pelo email:
marina@vercompalavras.com.br
Sobre o espetáculo: A comédia de autoria de Enéas Carlos, conta com direção de Luiz Antônio Pilar e elenco formado pelos irmãos Paulo Guarnieri e Flávio
Guarnieri, filhos do ator Gianfrancesco Guarnieri. Esta é a primeira vez que os irmãos atuam juntos, depois de 16 anos. No espetáculo, ainda haverá uma
participação “in memorian”, através de fotografia, de Guarnieri, como pai dos irmãos. IRMÃOS, IRMÃOS… NEGÓCIOS À PARTE narra a história de Dárcio (Flávio
Guarnieri) e Dilson (Paulo Guarnieri), dois irmãos que, até então, não sabem um da existência do outro. Dilson mora em São Paulo, capital, enquanto Dárcio
vive numa fazenda no interior. Os dois só vão descobrir o parentesco quando o pai de ambos morre e deixa em testamento o desejo de ser enterrado na fazenda.
Colocados frente a frente, suas contradições se traduzem de forma divertida e os irmãos mostram a distância e falta de informação do homem da cidade em
relação ao campo e vice-versa.
Ficha Técnica: Autor: Enéas Carlos; Direção: Luiz Antonio Pilar; Elenco: Paulo Guarnieri e Flávio Guarnieri; Assistência de Direção: Eduardo Acaiabe; Cenário:
Mira Andrade; Desenho de Luz: Daniela Sanchez; Operação de Som: Matheus Silva Chaves; Operação de Luz: Tomate Saraiva; Figurino: Helena Affonso; Trilha
Sonora: Felipe Duarte e Bruno Moraes; Camareira: Elizabeth; Fotografia: Cíntia Duarte; Produção Executiva: Mariana Mariano; Direção de Produção: Felipe
Duarte e Maria Dolores; Crédito da Foto: Cíntia Duarte.
POR:
VERCOMPALAVRAS
AUDIODESCRIÇÃO NAS TVS POR ASSINATURA: UMA LUZ NO FIM DO TÚNEL
As TVs por assinatura são obrigadas por lei a transmitir integralmente os canais abertos locais, incluindo o áudio da audiodescrição. Apesar disso, até
o início do ano era incomum encontrar o recurso – assim como o de legenda oculta. A constatação levou a Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da
República (SDH/PR) e Conselho Nacional dos Direitos da Pessoa com Deficiência (Conade) a solicitarem ações para sua exigência e fiscalização ao Ministério
das Comunicações, à Agência Nacional do Cinema e à Agência Nacional de telecomunicações.
TVs por assinatura
De acordo com o secretário nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência (SDH/PR), Antonio José Ferreira: "Desde 2011 que a audiodescrição
é uma realidade na TV Aberta, precisávamos agora conquistar esse espaço nas TVs por assinatura e graças à articulação com a Ancine e a Anatel, estamos
constatando o aumento dos programas com este recurso e a adequação à quantidade de horas semanais que a lei determina".
Em 2015, as emissoras abertas devem veicular 6 horas por semana de programação audiodescrita; a partir de julho de 2016, serão mais 2 horas por semana,
num cronograma crescente que chegará a vinte horas por semana em 2020. Caso o telespectador verifique que sua operadora de TV por assinatura não transmite
a audiodescrição em programas que têm o recurso na TV aberta local, a denúncia pode ser feita pelo telefone ligando para 1331, da Anatel, ou ainda entrando
em contato com a ouvidoria da agência
como descrito nesse post.
Veja
aqui
como outros já fizeram.
A disponibilidade dessa programação audiodescrita da TV aberta pelas TVs por assinatura certamente é um avanço, conforme o secretário Antonio José afirmou,
mas falta incluir a obrigatoriedade da audiodescrição nos programas veiculados exclusivamente pelas TVs pagas.
Mas agora uma luz começa a aparecer no fim do túnel. O deputado Pedro Vilela apresentou projeto de lei para tornar a audiodescrição obrigatória nas TVs
por assinatura. Iniciativa louvável e muito esperada pelos aproximadamente 35 milhões de brasileiros com algum grau de deficiência visual (censo IBGE 2010),
restringiu-se à programação exclusivamente falada em português.
Explicando: significa que todos os programas estrangeiros, que representam praticamente a totalidade da programação das TVs por assinatura e são normalmente
falados no idioma original em um dos canais de áudio e em português no SAP ficam fora dessa obrigação. Entendemos que o deputado poderia ter sido mais
ousado e proposto a obrigatoriedade da audiodescrição em todos os programas originalmente falados em português, extendendo essa obrigação também para a
programação adaptada para o nosso idioma por meio de dublagem, voice-over ou ainda legendagem, o que ampliaria significativamente a obrigação das emissoras
e produtoras de conteúdos para as TVs pagas e, sem dúvida, ampliaria substancialmente a oferta da audiodescrição para os espectadores com deficiência.
Entendemos que nossa proposta não é abusiva uma vez que, se o programa estrangeiro foi adaptado por meio de dublagem, voice-over ou legendagem para se
tornar "compreensível" para todos os brasileiros, porque não também ser adaptado para a "acessibilidade" dos brasileiros com deficiência?
Confira a íntegra do projeto:
PROJETO DE LEI Nº 3576, DE 2015
(Do Sr. Pedro Vilela)
Dispõe sobre a obrigatoriedade de inserção de áudio-descrição em programas de televisão por assinatura.
O Congresso Nacional decreta:
Art. 1º Esta Lei dispõe sobre a obrigatoriedade de inserção de áudio-descrição em programas de televisão falados em Língua Portuguesa veiculados nas emissoras
de televisão por assinatura.
Art. 2º O artigo 34 da Lei nº 12.485, de 12 de setembro de 2011, passa a vigorar acrescido do parágrafo único, com a seguinte redação:
"Art. 34………………………………………………………………………
…………………………………………………………………………………
Parágrafo único. A programação veiculada pelas prestadoras de que trata o caput deverá conter áudio-descrição, em Língua Portuguesa, devendo ser transmitida
através do Programa Secundário de Áudio (SAP), sempre que o programa for exclusivamente falado em Português.(NR)"
Art. 3º Esta lei entra em vigor cento e oitenta (180) dias após sua publicação.
JUSTIFICAÇÃO
A obrigatoriedade de inserção de áudio-descrição na programação da televisão aberta já é uma realidade graças às legislações que tratam da questão no âmbito
do Ministério das Comunicações.
Esse recurso é de fundamental importância para que as pessoas com deficiência visual possam ser incluídas no arcabouço cultural representado pela programação
de televisão, visto que traz uma espécie de dublagem das cenas mostradas por meio de um canal de áudio secundário.
Ocorre que até o momento a legislação do Ministério das Comunicações só abrange as emissoras de radiodifusão de sons e imagens, ou seja, as televisões
abertas, deixando de fora toda a programação das televisões por assinatura, que é um tipo de serviço em grande expansão no Brasil.
Para corrigir tal distorção apresentamos este Projeto de Lei que estabelece a obrigatoriedade de inserção de áudio-descrição em toda programação falada
em Língua Portuguesa veiculada pelas televisões por assinatura, com prazo para adequação de cento e oitenta dias.
Diante do exposto, e conscientes que a medida terá impacto positivo na acessibilidade dos deficientes visuais à programação de televisão por assinatura,
pedimos o apoio dos nobres Parlamentares desta Casa para a APROVAÇÃO deste Projeto de Lei.
Sala das Sessões, em 04 de novembro de 2015.
deputado Pedro Vilela
Deputado PEDRO VILELA
fonte:
blog da audio descriçao
Deficientes viram modelos e ilustram calendário em Mogi das Cruzes
Catorze deficientes de
Mogi das Cruzes
serviram de modelo para as fotos de um calendário que visa ajudar as entidades da cidade. O lançamento do projeto será na noite desta quinta-feira (19),
às 19h30, no Salão do Servidor Público, na Avenida João XXIII, 500, oSocorro. Foram impressos 5 mil calendários e cada unidade custará R$ 5.
Entre os modelos está Rogerinho, que nasceu com má formação congênita e não tem a perna esquerda. Ele é encarregado de uma empresa em Mogi, além de jogar
no Corinthians Mogi e na Seleção Brasileira de Amputados. O aposentado Joaquim Matos também ilustra o calendário. Ele foi vítima de poliomielite aos nove
meses de idade. Na época, ele não mexia do pescoço para baixo, mas hoje as sequelas afetam apenas as pernas.
"Eu trocava fraldas, dava banho nas crianças, porque na medida do possível eu ia ajudando", diz o funcionário público Vanadir Alves, que é casado com a
coordenadora da pessoa com deficiência Valeriana Alves. Os dois tiveram paralisia infantil e são cadeirantes. "É uma relação de parceria. Eu acho que quando
você encontra a sua verdadeira alma gêmea, a gente se dá bem, tanto que até trabalhamos juntos. Então a gente fica 24 horas um ao lado do outro", ressalta
Valeriana.
O casal também faz parte dos modelos escolhidos pelo Lions Clube de Mogi para ilustrar o calendário 2016. As fotos foram produzidas em um estúdio de Mogi.
Os ensaios contaram com a participação dos familiares dos modelos. O valor arrecadado com a venda do calendário deve ajudar três entidades mogianas.
"A gente faz parte do movimento em prol das pessoas com deficiência. Não só porque somos, mas porque, além de vivenciarmos as necessidades, a gente também
luta para melhorar não só para nós, mas para todo o segmento. Ele vai despertar essa sensibilidade na sociedade. É uma maneira lúdica e descontraída de
mostrar que existe esse público, e essa demanda precisa ser melhor atendida", comenta o paratleta Ricardo Pedroso.
"Foi a primeira vez que eu virei modelo. Já fiz de quase tudo na vida, menos modelo. Foi uma experiência ótima, que eu recomendo para todo mundo. É excelente
para a autoestima, porque a gente se sente como uma pessoa normal. Porque nós somos legais", diz o cadeirante aposentado Wilson Gomeiro.
"Foi bem legal. A minha mãe perguntou se eu queria fazer. Aí eu disse que vamos fazer, porque eu nunca tive essa experiência, aí eu fiquei super animado.
Fiquei surpreso com o convite e a experiência foi super legal", relembra o cadeirante Gabriel Machado Cabral, de 15 anos.
FONTE:
G1
Comitê Paralímpico Brasileiro e Confederação Brasileira de Clubes anunciam cooperação para desenvolvimento do esporte
Foto: Daniel Zappe/CPB/MPIX
O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) e a Confederação Brasileira de Clubes (CBC) anunciam nesta sexta-feira, 20, um termo de cooperação para apoiar e
desenvolver a formação de atletas para que cheguem ao alto rendimento do esporte paralímpico. A assinatura do termo de cooperação será feita no Congresso
Nacional de Clubes, que acontece até domingo, 22, em Campinas (SP).
A finalidade da parceria entre o CPB e a CBC é proporcionar recursos que cheguem à base da estrutura esportiva paralímpica – os clubes – por meio de dois
projetos: Clube Formador Paralímpico e Clube Equipar Paralímpico.
O Clube Formador Paralímpico será um programa de investimentos em atletas e profissionais do esporte por meio de competições, treinamentos e capacitação.
já o Clube Equipar Paralímpico terá como objetivo a viabilização de materiais e equipamentos para iniciação e desenvolvimento esportivo das 22 modalidades
do programa paralímpico (atletismo, basquete em cadeira de rodas, bocha, ciclismo, canoagem, esgrima em cadeira de rodas, halterofilismo, hipismo, judô,
natação, futebol de 5, futebol de 7, goalball, remo, rugby em cadeira de rodas, tênis de mesa, tênis em cadeira de rodas, tiro com arco, tiro esportivo,
triatlo, vela e vôlei sentado).
Os projetos serão beneficiados de acordo com o potencial dos seus atletas e o CPB fará a avaliação sobre os equipamentos a serem disponibilizados.
“Esta parceria com a CBC é um grande passo para o desenvolvimento do esporte paralímpico no Brasil. É nos clubes que as crianças e os jovens que se tornarão
os futuros atletas de alto rendimento têm a primeira experiência nas modalidades. Queremos apoiar essas instituições e acreditamos que esses projetos serão
também um grande incentivo para que mais e mais clubes invistam no esporte paralímpico”, acredita Andrew Parsons, presidente do CPB.
“A missão da CBC é viabilizar a formação de atletas apoiando o clube genuinamente formador. Portanto, esta parceria com o CPB vai possibilitar que a Confederação
Brasileira de Clubes chegue definitivamente à base do esporte paralímpico e, junto à atuação do Comitê, possibilite que tenhamos um aumento da quantidade
e da qualidade de atletas com potencial de chegar a Jogos Paralímpicos representando o Brasil”, diz o presidente da CBC, Jair Pereira.
O período para envio de propostas e adesão dos clubes aos projetos será de 30 de novembro a 4 de janeiro. As instituições que se inscreverem no processo
de seleção devem cumprir alguns pré-requisitos, entre eles, ter atuado por no mínimo cinco anos e estar filiada às confederações e associações nacionais
ligadas ao CPB.
Assessoria de Imprensa do Comitê Paralímpico Brasileiro
quinta-feira, 19 de novembro de 2015
Secretária apresenta CIL para representantes de unidades municipais de educação
Marianne Pinotti se reuniu com diretores, assistentes e coordenadores pedagógicos de escolas e unidades da Prefeitura que atendem alunos surdos e com deficiência
auditiva para explicar o funcionamento da CIL
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A secretária municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida, Marianne Pinotti, apresentou nesta segunda-feira, 16 de novembro, o funcionamento
da Central de Interpretação de Libras, a CIL de São Paulo, para diversos representantes de unidades educacionais da Prefeitura. O encontro foi realizado
na sede da Secretaria Municipal de Educação – SME e teve como principal objetivo divulgar todas as modalidades de atendimento da CIL a um grupo de pessoas
que coordena ações educacionais do município e com capacidade operacional para replicar as informações aos alunos surdos e com deficiência auditiva da
rede, incluindo familiares e comunidade.
“Assim que aceitei o convite do prefeito Haddad para assumir a Secretaria da Pessoa com Deficiência, assumi a missão de tirar do papel a Central de Libras.
Trabalhamos muito durante dois anos para encontrar a melhor tecnologia para atender uma demanda potencial de 120 mil pessoas com deficiência auditiva e
surdas da cidade de São Paulo”, comentou a secretária Marianne.
Estiveram presentes na reunião, coordenadores dos CEFAI (Centros de Formação e Acompanhamento à Inclusão), professores de apoio e acompanhamento à inclusão,
coordenadores pedagógicos, diretores e assistentes das seis Escolas Municipais de Educação Bilingue para Surdos (EMEBS), das duas unidades polo, e da Escola
Municipal de Educação Fundamental e Médio (EMEFM) Vereador Antonio Sampaio, equipe de DOT (Diretoria de Orientação Técnica), além da coordenadora do Núcleo
de Educação Especial da SME, Renata Garcia, da assessora professora Cristina Lacerda (UFSCAR), e a professora Lilian Nascimento (UNICAMP).
Renata Garcia salientou a importância de todos terem ciência de mais este serviço da Prefeitura, que passa a ser fundamental para que os alunos surdos
e com deficiência auditiva acessem os serviços públicos na cidade. “Acredito também que, com o contato direto que vocês têm com os alunos e suas famílias,
provocarão novas situações para o atendimento da CIL”, completou Renata.
Sobre a CIL
Lançada em setembro de 2015, a Central de Interpretação de Libras – CIL é um serviço gerenciado pela Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade
Reduzida para realizar a mediação na comunicação entre pessoas com deficiência auditiva, surdos e surdocegos no atendimento em qualquer serviço público
instalado na cidade de São Paulo. São três as formas de atendimento:
In Loco - Quando o usuário solicita que um intérprete de Língua Brasileira de Sinais (Libras) ou guia-intérprete - se for uma pessoa surdocega - se desloque
até o serviço público em que precise de atendimento.
Presencial - O solicitante se dirige até a CIL para que um intérprete o auxilie, por exemplo, em uma ligação telefônica que precise ser feita para um órgão.
Atendimento Virtual (em implementação) - Por meio de um aplicativo instalado em um smartphone, um tablet ou um computador com acesso à internet, qualquer
pessoa poderá fazer uso de mediação da CIL para reportar uma emergência médica, falar com um serviço público, ou mesmo para se comunicar com outra pessoa
usuária de Libras de forma direta.
As solicitações e agendamentos poderão ser feitos, neste primeiro momento, pessoalmente ou por telefone, email e Whatsapp:
Telefones :
data/call_skype_logo
(11) 3913-4097 / 4095 / 4092
e-mail :
agendamentos.cil.sp@prefeitura.sp.gov.br
Whatsapp :
data/call_skype_logo
(11) 950-886-540
fonte: s m p e d
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