segunda-feira, 23 de fevereiro de 2015
Inscrições abertas para ciclo de palestras sobre legendagem e audiodescrição na Cinemateca Brasileira
A Cinemateca Brasileira, localizada no bairro de Vila Mariana em São Paulo, realiza, nos dias 12 e 13 de março, o 1º Encontro Latino-Americano de Legendas
e Audiodescrição, dirigido a profissionais e estudantes de tradução, legendagem, audiodescrição e audiovisual. O evento conta com profissionais renomados,
como a argentina Monica Bartolomé (tradutora do castelhano para o inglês do filme “O Segredo de seus Olhos”, de Juan José Campanella) e as brasileiras
Élida Gama, Sabrina Martinez e Soraya Ferreira Alves.
Ministério da Cultura - Cinemateca Brasileira
Serão enfocados temas como legenda para surdos e ensurdecidos e a audiodescrição como meios de acesso ao conteúdo audiovisual; as particularidades da tradução
para legendas; a legenda como forma de internacionalização do audiovisual; a responsabilidade do legendador, além da formação e da qualificação necessárias
para um bom profissional da área.
O evento será composto por palestras, mesas redondas e oficinas, com uma carga horária de nove horas. Serão oferecidas 25 vagas para profissionais e estudantes.
Interessados em participar devem enviar currículo para o e-mail
1legaudio@gmail.com
até 26 de fevereiro. Mais informações pelo telefone: (61)2024 2821/2024
2758.
Fonte: Cinemateca Brasileira
Projeto N Imagens: Formação em Acessibilidade para o Audiovisual
Debater a falta de acessibilidade dos deficientes visuais e ao mesmo tempo qualificar os realizadores de produtos audiovisuais são os principais objetivos
do N IMAGENS - Formação em acessibilidade para o audiovisual, que acontecerá entre os dias 24 a 27 de fevereiro, na Biblioteca Pública do Estado da Bahia.
O evento será distribuído entre seminário, oficinas e sessão de cinema, com a abordagem de temas que contemplam a poética da acessibilidade e a universalização
dos bens culturais. Todas as atividades serão transmitidas via internet e terão os serviços de audiodescrição e Libras (Língua Brasileira dos Sinais).
Projeto N Imagens
Projeto N Imagens sensibiliza e qualifica produtores de audiovisual sobre acessibilidade. Nova instrução normativa da Ancine aquece o debate.
O primeiro dia (24) será voltado para o seminário, que acontecerá no auditório Cátia Matoso, com os seguintes temas: “A poética da acessibilidade Recursos
adaptativos ao audiovisual”, “A tela como lugar de apreciação estética” e “A universalização do acesso aos bens culturais”, além da exibição do longa
“Simone”(2013), de Juan Zapata. A partir do segundo dia, o evento oferece duas oficinas, que serão realizadas na sala de projeção. A primeira ocorrerá
entre os dias 25, 26 e 27/02, das 8h30 às 12h30, com o tema Cinema acessível: Uma introdução às possibilidades da audiodescrição, com a audiodescritora
e roteirista Letícia Schwartz. E a segunda oficina acontecerá no dia 25/02, das 14h às 18h, com o tema “Como fazer um filme inclusivo - A educação visual
da pessoa com deficiência visual para o cinema”, com Bell Machado, audiodescritora e professora de história do cinema.
Toda a grade do evento é gratuita, entretanto, quem deseja participar das oficinas deve encaminhar carta de interesse e justificativa para o e-mail
seminarionimagens@gmail.com,
trazendo como título "oficinas" ou acessar o blog do evento no qual também é possível encontrar toda a programação e acesso ao perfil dos participantes.
Especialistas apoiam
O projeto N IMAGENS reunirá especialistas na área do audiovisual acessível, como as pesquisadoras Letícia Schwartz, de Porto Alegre (RS), Bell Machado,
de Campinas (SP), além de pesquisadores audiodescritores locais como Sandra Rosa Farias, Manoela Cristina da Silva e realizadores ativos do cenário cultural
como o cineasta e diretor do Instituto Baiano de Radio Difusão (Irdeb) José Araripe Jr., o realizador audiovisual Adriano Big e Marcondes Dourado, diretor
da Diretoria de Audiovisual (Dimas).
O N Imagens é um projeto possível graças ao apoio da Fundação Cultural do Estado da Bahia através do EDITAL 18/2013 - Setorial de Audiovisual 2014
em parceria com a SUDEF - Superintendência dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Rede Cultura e Saúde e Representação Regional do MINC para os Estados
da Bahia e Sergipe.
Exibição de filme
Dentro da programação do seminário consta ainda a exibição do filme com audiodescrição SIMONE, de Juan Zapata. A sessão acontece às 15 horas do dia 24
de fevereiro na Sala Walter da Silveira e é aberta para o público, mesmo que não esteja inscrito na programação do seminário ou oficinas. O filme possui
classificação indicativa de 16 anos.
Programação
Seminário N IMAGENS - Formação em acessibilidade ao audiovisual Seminário, Oficinas e Sessão de Cinema
Quando: 24/02/2015 das 08:30 às 17:30h
Onde: Sala de Projeção Biblioteca Pública do Estado, Barris.
08h30- Mesa de abertura e Número artístico, com Helder de Carvalho
09:00h - Painel 1: A poética da acessibilidade- Recursos adaptativos ao audiovisual
Com Manoela Cristina da Silva, coordenadora do grupo Tradução, Mídia e Audiodescrição (TRAMAD); Letícia Schwartz , audiodescritora e sócia da empresa
Mil Palavras Acessibilidade Cultural; Sandra Rosa Farias, professora da Uneb e membro da TRAMAD.
10h30 - Painel 2: A tela como lugar de apreciação estética
Palestrantes: Jose Araripe Jr. - Diretor Geral do IRDEB/TVE-BAHIA e Adriano Big - Diretor e roteirista.
13h25 - Painel 3: A universalização do acesso aos bens culturais
Palestrantes: Bell Machado – Professora de história do cinema, audiodescritora e especialista em acessibilidade cultural/UFRJ; Ednilson Sacramento, coordenador
do N Imagens, bacharel em Humanidades e presidente do Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência de Salvador.
15h00 - Exibição do filme Simone, com audiodescrição, de Juan Zapata, na sala Walter da Silveira (subsolo), Barris.
Oficina I Cinema acessível: Uma introdução às possibilidades da audiodescrição, com Letícia Schwartz
Quando: 25, 26 e 27/02, das 8h30 às 12h30
Onde: Sala de Projeção Biblioteca Pública do Estado, Barris.
Oficina II: Como fazer um filme inclusivo - A educação visual da pessoa com deficiência visual para o cinema, com Bell Machado
Quando: 25/02 das 14h às 18h
Onde: Sala de Projeção da Biblioteca Pública do Estado, Barris.
Fonte: Revista Livre
Aprovada urgência para Estatuto da PcD
O Plenário da Câmara dos Deputados aprovou o regime de urgência para a proposta que cria o Estatuto da Pessoa com Deficiência (PL 7699/06). O projeto,
de autoria do Senado, define o que é considerado deficiência e prevê atendimento prioritário em órgãos públicos para as pessoas com deficiência, além de
dar ênfase nas políticas públicas.
O deputado Rubens Bueno (PPS-PR) ressaltou que o objetivo do estatuto é dar respaldo jurídico para que as pessoas com deficiência exerçam seus direitos
à vida, à saúde e à educação como qualquer outra pessoa. O deputado defendeu o regime de urgência para a proposta, aprovado na quarta-feira (11). “Nós
queremos trazer o debate para o Plenário e garantir a votação”, declarou.
A deputada Mara Gabrilli (PSDB-SP) foi relatora da proposta na Câmara. Ela afirmou que, desde o início das discussões em 2000, o texto do estatuto avançou
muito e está agora em acordo com a Convenção Internacional da Organização das Nações Unidas (ONU) sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência.
Inclusão
Mara Gabrilli destacou que, na área trabalhista, o estatuto prevê incentivos para que as pessoas com deficiência entrem no mercado de trabalho. Já na área
esportiva, ela ressaltou o aumento de recursos para o esporte paraolímpico.
A deputada também lembrou que, na área de cultura, está prevista a obrigatoriedade de teatros, cinemas e casas de show oferecerem poltronas adaptadas em
todos os setores para que a pessoa com deficiência tenha direito de escolha.
Fonte: Justiça em Foco
sábado, 21 de fevereiro de 2015
Cientistas criam lentes de contato que dão zoom
Cientistas norte-americanos em parceria com suíços, desenvolveram uma nova lente de contato que permite ao usuário dar “zoom” e ampliar paisagens e objetos
para vê-los melhor em um piscar de olhos, literalmente. O novo aparelho tem como objetivo corrigir diversos problemas de visão, como as lentes comuns,
mas, com um bônus que pode favorecer pessoas com doenças mais graves.
Com uma espessura mais grossa do que as lentes comuns, este acessório funciona como se os binóculos. Mas, para que o recurso funcione de fato, é preciso
usar um óculos especial e piscar o olho direito para dar zoom e piscar o esquerdo para voltar ao normal.
Além de ser uma ótima alternativa para pessoas com dificuldade de enxergar a distância, esta lente é especialmente interessante para portadores de degeneração
macular relacionada a idade, a DMRI, condição que gera um ponto cego na parte central do campo da visão. Esta lente é capaz de aumentar objetos e aproximar
paisagens 2,8 vezes, o suficiente para ajudar deficientes visuais a lerem textos, reconhecerem rostos, lerem letreiros etc.
Demonstração do zoom da lente especial
Demonstração do zoom da lente especial
A pesquisa para desenvolver esta lente especial, realizada na École Polytechnique Fédérale de Lausanne (EPFL), na Suíça, foi financiada pelo Pentágono,
a sede do departamento de defesa dos Estados Unidos, com objetivo de ajudar soldados.
O trabalho, que já foi testado por cinco pessoas, foi apresentado na conferência anual da Associação Americana para o Avanço da Ciência, que ocorreu até
o dia 16 de fevereiro. Para que as lentes binóculos finalmente cheguem ao público geral serão necessários mais testes e outras etapas para aprimorar o
produto.
Via
Veja
Programador cadeirante se destaca com aplicativo para pessoas com deficiência
Portal Nacional de Tecnologia Assistiva
20/02/2015
Aos 23 anos, João foi um dos participantes de uma Maratona de Negócios promovida pelo Sebrae na Campus Party 2015.
da Redação
Quando nasceu, João Santiago foi dado como morto. Só respirou depois de três minutos, quando se entendeu que a rigidez dos membros era resultado de uma
paralisia cerebral. Sua mãe sabia que ali começava uma jornada que exigiria coragem do caçula de três filhos, mas não imaginou que ele fosse tomar tanto
gosto por superar desafios, especialmente os que aparecem na forma de código fonte na tela do computador.
Aos 23 anos, João foi um dos participantes de uma Maratona de Negócios promovida pelo Sebrae na Campus Party 2015.Ele saiu de Fortaleza e acampou com a
mãe na São Paulo Expo.durante os cinco dias do evento, para competir com o aplicativo que criou para ajudar pessoas que, assim como ele, usam cadeira de
rodas. O app Dâ para ir?é colaborativo e fornece informações sobre a acessibilidadede diferentes estabelecimentos, além de listas com as regiões mais acessíveis
de diversas cidades brasileiras.
A ideia surgiu quando João foi convidado por amigos para ir a um bar e ficou receoso por não saber se o local era acessível. Estudante de Ciências da Computação,
aprendeu a programar aos oito anos de idade estudando sozinho pela internet. Não parou mais. Nem quando os dedos das suas mãos enrijeceram.
Ele chegou na Campus Party com o aplicativo construído com os códigos que criou apenas com o dedo indicador da mão esquerda. “Gosto muito de programar
porque é um desafio a cada projeto. É muito bom ver o que eu criei na tela do computador”, explica, com o sorriso aberto que pontua cada frase e se esparrama
pelo corpo em uma gargalhada ofegante.
João chamou a atenção dos organizadores da Maratona de Negócios e de Juliana Glasser, da desenvolvedora de software Carambola, que foi designada pelo Sebrae
para ser mentora de João e ajudá-lo em seu projeto. Encantada com a história do garoto, ela fez sua equipe passar a madrugada de quarta para quinta-feira
ajudando João a colocar o app no ar.
Os dois não se desgrudaram mais. Desde então, Juliana criou um site e página nas redes sociais para o app, e se tornou a intérprete oficial de João, que
tem dificuldade na fala.
Quando ele se expressa, a língua se embola no céu da boca enquanto o corpo acompanha em um movimento retorcido o som abafado de cada palavra.
A deficiência física, no entanto, não afeta sua capacidade mental. Em Fortaleza, ele faz trabalhos como desenvolvedor freelancer e dá aulas em um grupo
de estudo na faculdade, mas nunca conseguiu um trabalho porque nas entrevistas sua fala e aparência incomodam.
“As pessoas acham que eu sou retardado por falar diferente”, diz. “Eu tento relevar porque eu sei que eles são limitados e eu tenho um entendimento melhor
do que o deles”, diz com um sorriso.
Emocionada com a determinação do pupilo, Juliana ofereceu a ele um estágio como desenvolvedor na sua startup. Apesar da distância – ela está em São Paulo
e ele em Fortaleza – ela diz que ele não terá problema em se integrar com a equipe pela internet. “Fiquei encantada porque eu gosto de gente forte, e ele
sabe muito bem o que quer”, diz Juliana. “Agora ele vai ter a experiência de trabalhar com outras pessoas e melhorar seu conhecimento.”
Terapia
A mãe de João, Eliza Santiago, conta que em junho o filho amanheceu diferente. Não lembrava do pai, dos irmãos e nem da filha, de seis anos. “Ele só lembrava
de mim. Nenhum médico sabe explicar até agora o que aconteceu”, diz. Ele não esqueceu, porém, da paixão por computação. Com a ajuda dos amigos e da família,
relembrou aos poucos a linguagem dos códigos. “Gosto de programar porque me relaxa e me ajuda a esquecer dos problemas que, assim como todo mundo, eu tenho”,
explica.
A repercussão positiva do aplicativo Dá pra ir? na Campus Party trouxe um sopro de ar fresco para a vida de João, que agora quer criar apps para ajudar
pessoas com outras deficiências. Como exemplo, cita a ideia de criar uma plataforma para indicar restaurantes com cardápios em braile a cegos. “Quero ser
empreendedor. Tenho muitas ideias de aplicativos e sei que consigo fazer tudo que eu quiser, porque sou igual a todo mundo.”
Como funciona o Dá pra ir?
O aplicativo Dá pra ir? está disponível apenas para o sistema Android. O app foi lançado em uma versão de testes e o link para download está disponível
no site oficial da iniciativa e na Google Play Store.
No ar desde a última quinta-feira, o aplicativo depende da colaboração dos usuários para enriquecer suabase de dados, que usa informações do Google Maps
e do Foursquare para localizar estabelecimentos de todo o País.
A primeira aba do aplicativo permite buscar estabelecimentos e avaliar a sua acessibilidade em diferentes quesitos, como se possui rampas e calçadas rebaixadas,
banheiros adaptados, espaço livre para circulação, piso tátil, corrimão nas escadas e chão com irregularidades.
Em uma segunda aba fica o mapa da acessibilidade, que mostra em quais lugares nas regiões próximas ao usuário se encontram estabelecimentos acessíveis
para visitar.
No teste feito pelo Start, o aplicativo ainda apresentou alguns bugs e conta com uma base de estabelecimentos cadastrados pequena, a maioria deles em Fortaleza,
região que João conhece em detalhes. O criador do app e a sua mentora Juliana no entanto, afirmam que estão trabalhando no aprimoramento do aplicativo
e pedem para que mais pessoas testem e colaborem com o sistema para ampliar as informações do seu banco de dados.
Fonte: Estadão
Secretaria apoia eventos em comemoração ao Dia Mundial das Doenças Raras
Durante a semana de celebração ao Dia Mundial das Doenças Raras, a Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida apoiará a realização
de dois eventos que acontecem na cidade
Mais de 60 países de todo o mundo, incluindo o Brasil, celebram em 28 de fevereiro o Dia Mundial das Doenças Raras com o objetivo de alertar a população
para a existência das doenças raras e a dificuldade que ainda existe para o seu tratamento.
A OMS define como doenças raras as que afetam um pequeno número de pessoas quando comparado com a população total. Embora raras, a sua variedade é enorme.
A estimativa é que existam mais de sete mil doenças raras no mundo e que atingem 8% da população. Apenas a cidade de São Paulo tem cerca de 900 mil pessoas
com doenças raras. A origem é em sua maioria genética (80%) e 50% atingem crianças. Outras causas podem ser infecções bacterianas ou virais, alergias,
causas ambientais, ou são degenerativas e proliferativas.
Durante a semana de celebração, a Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida – SMPED apoiará a realização de dois eventos que
acontecem na cidade.
No dia 24/02, a Assembleia Legislativa do Estado de São Paulo promove, em parceria com o Instituto Baresi, a “V Celebração do Dia Internacional de Doenças
Raras”, no auditório Paulo Kobayashi, às 17h30. O objetivo do encontro é discutir a pactuação da portaria do Ministério da Saúde que trata da criação de
uma Rede de Atenção Integral às Pessoas com Doenças Raras no SUS.
Já no dia 28/02 será realizado o “Dia a Dia de Mãos Dadas - Dia Mundial das Doenças Raras”, das 9h às 16h, no Parque do Ibirapuera. Neste evento, organizado
pela Associação dos Familiares, Amigos e Portadores de Doenças Graves e pelo Grupo de Estudos de Doenças Raras Brasil terá uma programação repleta de atividades,
como a tradicional caminhada, palestra com especialistas em saúde, teatro infantil, shows de musica e pet terapia. Veja programação abaixo:
Programação do “Dia a Dia de Mãos Dadas - Dia Mundial das Doenças Raras”
10h - Abertura oficial do evento
Presentes:
- Secretária municipal Marianne Pinotti - Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida de São Paulo.
- Secretário municipal Wanderley Meira do Nascimento – Secretaria Municipal do Verde e Meio Ambiente de São Paulo.
Palestra Geral sobre Doenças Raras com Maria Cecília Castelo Branco (AFAG)
Palestras
11h - Doenças raras e suas complicações
Palestrante: Dr. Abrahão Augusto J. Quadros – Presidente da ABRELA
11h30 - Angioedema Hereditário
Palestrante: Dra. Anete Sevciovic Grumach - Médica especialista em Alergia e Imunologia. Livre Docente do Depto de Clínica Médica atuando no Ambulatório
de Infecções de Repetição e Responsável pelo Laboratório de Imunologia Clínica da Faculdade de Medicina do ABC (FMABC).
12h - Mucopolissacaridose
12h40 - Doença De Fabry
Palestrante: Prof. Dr. José Francisco da Silva Franco – Professor de Genética Médica do curso de Medicina da Pontifícia Universidade Católica de Campinas,
Médico Geneticista e Pediatra do Hospital Infantil Cândido Fontoura e do Hospital e Maternidade Celso Pierro
13h - Doenças da Retina
Palestrante: Dra. Juliana Maria Ferraz Sallum – Diretora do Instituto de Genética Ocular
14h- Shua e Cistinose
Palestrante: Dra. Maria Helena V. Guimarães - Médica assistente do Instituto da Criança - HC FMUSP
14h40 - Doença de Pompe
15h20 - Síndrome de Duchenne
Palestrante: Dra. Ana Lúcia Lange -Diretora Clínica da Associação Brasileira de Distrofia Muscular.
Palco
11h - Guitarrista Jorge Monteiro de Lima
12h - Teatro Infantil
13h - Banda Musical do Silêncio
Atividade
9h às 16h - Pet Terapia com a equipe GATI
fonte:s m p e d
Professor cadeirante lança livro sobre História de Luta das Pessoas com Deficiência em Petrolina
Segundo o professor, a produção do livro é uma maneira de homenagear as pessoas que dedicaram parte das suas vidas para lutar contra o preconceito.
da Redação
O professor Hélio de Araújo, cadeirante, especialista em Atendimento Educacional Especializado da Rede Municipal de Petrolina-PE, lançou na noite dessa
segunda-feira (2), seu terceiro livro, no auditório da biblioteca da Universidade Federal do Vale do São Francisco (Univasf), intitulado História de Luta
das Pessoas com Deficiência em Petrolina.
“Muitas pessoas trabalharam por essa causa, doaram parte das suas vidas, enfrentaram dificuldades e superaram barreiras que ninguém queria enfrentar”,
foi com esse pensamento que o professor registrou parte da história das pessoas com deficiência física, visual, auditiva e intelectual fazendo uma retrospectiva
das ações e iniciativas que aconteceram na região a partir de 1980.
Educador há 20 anos, Hélio lembrou a importância dos estudantes em entender mais sobre o passado. “Hoje, os alunos mais jovens estão interessados na questão
da inclusão e querem entender melhor o início dessa luta. Compreender essa história é um importante passo para quem deseja seguir essa área do conhecimento
ou mesmo para o convívio em sociedade”, afirma. Segundo o professor, a produção do livro é uma maneira de homenagear as pessoas que dedicaram parte das
suas vidas para lutar contra o preconceito. “Muitas conquistas atuais aconteceram por causa dessas pessoas que sabiam das potencialidades de quem tem deficiência
e foram atrás desses direitos. Esses esforços resultaram em melhorias, que ainda não é o que desejamos, mas não se compara aos anos 80, quando éramos tratados
com discriminação”, conta Hélio.
No livro, são contadas 27 pequenas histórias de várias personalidades, que se destacaram nessa trajetória, além de fatos que marcaram a época como a da
primeira aluna surda a concluir o curso de Magistério, a criação do bloco carnavalesco 'Sou Legal, Sou Especial', o primeiro evento de Paraesporte realizado
na região, o surgimento de associações como a Associação dos Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) e a criação do grupo denominado 'Fraternidade Cristã
de Pessoas com Deficiências', que ajudou a tirar muitas pessoas do isolamento do lar.
Entre os convidados presentes estavam o Secretário de Municipal de Educação, professor Heitor Leite, a Secretária Municipal de Cidadania, professora Célia
Regina, a Secretária Executiva de Acessibilidade, Rose Andrade, o presidente do Conselho dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Paulo Cezar e a pró-reitora
de Assistência Estudantil da Univasf, Isabel Angelim.
Além do livro convencional, há alguns exemplares em áudio, destinado a pessoas com deficiência visual ou alguma outra dificuldade de leitura.
Além da fala do autor, o lançamento contou com a apresentação musical de Josenice Barbosa, com voz e violão, do Grupo Camerata Matingueiros, do recital
da poetisa Sida Pinheiro, da exibição de um vídeo com imagens de 1992 e entrega de placas homenageando cinco personalidades falecidas que atuaram na área
da inclusão: Ironeide Alves, Raimunda Barbosa, Fátima Nunes, Rosa Lúcia e Odeilton Souza. As placas foram entregues aos familiares como gratidão e reconhecimento
pelo trabalho em benefício das pessoas com deficiência.
O evento teve o apoio da Coordenação de Políticas de Educação Inclusiva (CPEI) da Univasf. O mestre de cerimônia foi estudante de Psicologia, José Walter
e os intérpretes de Libras foram Getro Barbosa e Eric Nascimento.
fonte:petrolina
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