domingo, 30 de junho de 2013

Tropicália marca a volta das sessões acessíveis da Sala Redenção

As sessões de cinema com audiodescrição do projeto "COM AD", retornam com novo nome: "SESSÕES ACESSÍVEIS NA Sala Redenção". A reestreia do projeto será marcada pela exibição do filme "Tropicália", com audiodescrição, e legendas que agora também foram incluidas no projeto. Tropicália - cartaz do filme E as novidades não param por aí! A partir de julho, além da audiodescrição, serão exibidos filmes nacionais com legendas em português. Assim, surdos e pessoas com deficiência auditiva também poderão ter acesso ao cinema nacional. As SESSÕES ACESSÍVEIS NA SALA REDENÇÃO são o resultado de uma parceria entre a Sala Redenção de Cinema Universitário, o Núcleo Interdisciplinar Pró-Cultura Acessível - UFRGS e Mil Palavras Acessibilidade Cultural. O primeiro filme de 2013 é o documentário "Tropicália". Venha assistir! Sessão com Audiodescrição no dia 3 de julho, às 19 horas. Sessão com legendas em português no dia 10 de julho, às 19 horas. A Sala Redenção fica no Campus Central da UFRGS. Sobre o filme TROPICÁLIA: Gênero: Documentário Tempo de Duração: 88 minutos Direção: Marcelo Machado Produção: Bossa Nova Filmes Sinopse: Um dos maiores movimentos culturais do Brasil ganha vida nesse documentário. Numa época em que a liberdade de expressão perdia força, Caetano Veloso, Gilberto Gil, Tom Zé, Gal Costa, Arnaldo Baptista, Rita Lee, entre outros, misturam tradições populares às novidades internacionais criando o "Tropicalismo", que abalou as estruturas da música popular brasileira influenciando várias gerações. Com depoimentos reveladores, raras imagens de arquivo e embalado pelas canções do período, "Tropicália" nos dá um panorama definitivo de um dos mais fascinantes movimentos culturais do Brasil. Fonte: Mil Palavras

Cavenaghi apresenta o Ford Transit Bus acessível, para transporte de cadeirantes e acompanhantes

Novo Transit Bus comporta até dois cadeirantes, sete passageiros e um motorista, contando com equipamentos modernos, segurança e praticidade, de acordo com as normas do Denatran Larissa Baltazar No mais recente lançamento da CAVENAGHI – líder em adaptações veiculares – em pareceria com FORD BRASIL, foi possível obter praticidade, segurança e eficiência em uma única solução. A novidade apresenta Fixadores para Cadeira de Rodas em Ancoragem de Multi Posicionamento, com Cinto de Segurança de três pontos especifico para o cadeirante. O sistema atende todos os tipos de cadeira de rodas, com engate rápido, sendo possível sua remoção quando em desuso. Todos os equipamentos utilizados são homologados internacionalmente (ISO 10542). A transferência do cadeirante ao veículo acontece pela Plataforma Elevatória Automática - BRAUN , elevador eletro-hidráulico, posicionado na traseira do veículo, proporcionando segurança e facilidade no manuseio, mantendo-se a porta lateral do veículo com livre acesso. Sobre a CAVENAGHI Líder no mercado brasileiro de adaptação veicular para pessoas com mobilidade reduzida, a Cavenaghi completa, em 2013, 45 anos de existência. Sua história sempre foi marcada pelo desenvolvimento e aperfeiçoamento de diversos produtos e serviços voltados às necessidades das pessoas com deficiência. Pioneira no mercado de adaptação veicular no país, a Cavenaghi sempre colocou a alta tecnologia à disposição desse público tão especial, desenvolvendo equipamentos inovadores com intuito de oferecer maior independência e qualidade de vida. A empresa distribui várias marcas renomadas, nacionais e importadas, e possui homologações junto às montadoras de veículos, para adaptar os diversos modelos de automóveis e utilitários. Mais informações em http://www.cavenaghi.com.br/.

sábado, 29 de junho de 2013

Fórum discute inclusão de deficientes

Para facilitar contratações, Ciesp quer comissão que possibilite aproximação com instituições que qualificam profissionais da Redação O Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) promoveu ontem um fórum que discutiu a necessidade das indústrias no cumprimento da Lei de Cotas para inclusão profissional de pessoas com deficiência e aprendizes de Bauru e região. “A lei é justa, mas complexa, pois há uma grande dificuldade de encontrar pessoas que possam ser inseridas em determinadas empresas. Queremos criar uma comissão que possibilite uma aproximação com instituições que qualificam profissionais e, assim, facilitar a busca e a contratação de profissionais para uma inclusão devida”, explica o diretor titular do Ciesp de Bauru, Domingos Malandrino. Para o empresário João Bidu, a Lei de Cotas é importante, porém precisa ser mais maleável. “Precisamos encontrar um equilíbrio, pois há um impasse de empresas procurando pessoas para não receberem multa e não por ter realmente um cargo. Faltam pessoas qualificadas e é isso que queremos focar e produzir junto com as entidades da cidade”, diz. Entenda A Lei de Cotas para pessoas com deficiência (Lei nº 8213, de 1991) imputou às empresas com 100 ou mais empregados o dever de contratar reabilitados ou pessoas com deficiência, habilitadas, no sistema de cotas, que variam de 2% a 5% do total do quadro de funcionários. A Lei do Aprendiz (Lei nº 10.097, de 2000) determina aos estabelecimentos de qualquer natureza, com sete ou mais empregados, não optantes pelo Simples, o dever de contratar aprendizes nas funções que demandam formação técnico-profissional, sob a cota de 5% no mínimo e 15%, no máximo. fonte JC Net

sexta-feira, 28 de junho de 2013

CNEC Santo Ângelo disponibiliza equipamento que auxilia na leitura de deficientes visuais

Preocupada com a inclusão e acessibilidade à informação, a CNEC Santo Ângelo tem estado atenta aos lançamentos tecnológicos para garantir os melhores serviços aos seus alunos. Uma das últimas aquisições da rede, acessível tanto ao Iesa quanto ao Colégio Cenecista Sepé Tiaraju, é um scanner capaz de codificar textos e transformá-los em áudio. O aparelho usa a mais recente tecnologia para o reconhecimento e leitura de caracteres de uma maneira clara, permitindo, assim, que o aluno tenha acesso a todas as obras, inclusive aquelas que não foram passadas para o braile. Conforme explica o diretor da CNEC Santo Ângelo, Júlio Cesar Lindemann, aquisições como estas demonstram o verdadeiro comprometimento em disponibilizar o melhor serviço para todos os alunos, inclusive para aqueles que necessitam de atendimento diferenciado. “Estamos atentos às inovações tecnológicas, práticas e didáticas que venham a facilitar a formação educacional dos nossos alunos, entendendo isso como um dever”, completa. De acordo com a professora Débora Scherer de Escobar, com o uso deste recurso os alunos podem desempenhar desde tarefas simples até as mais complexas. “Com o uso do scanner podemos digitalizar livros para serem lidos através de um editor de texto com voz sintetizada, o que facilita e agiliza o acesso à informação”, destaca. Outra característica importante é o fato de o aluno poder gravar o material e levá-lo para casa. A acadêmica do curso de Pedagogia do Iesa, Deglin Voltz, conta que antes da biblioteca disponibilizar a ferramenta era sua mãe quem fazia a leitura das obras. “Às vezes ela cansava, mas eu queria saber mais daquele livro. Agora é diferente, eu pego o material, já em áudio, e ouço em casa quando quero”, comenta. A utilização do scanner também fez com que a acadêmica utilizasse diariamente o computador. Muito organizada, Deglin tem todos os livros e materiais acadêmicos dentro de seu notebook. Conduz com facilidade os programas e acessa rapidamente os arquivos existentes. Com o aluno da 8ª série do Colégio Sepé Tiaraju não é diferente. Arthur Pacheco Callegaro conta que consegue acompanhar todos os conteúdos trabalhados pelos professores naturalmente. Conforme a professora Débora, além das ferramentas especiais que auxiliam o acesso à informação, os alunos contam com acompanhamento especial na sala de Atendimento Educacional Especializado, no turno inverso ao das aulas. ¤ Preocupada com a inclusão e acessibilidade à informação, a CNEC Santo Ângelo tem estado atenta aos lançamentos tecnológicos para garantir os melhores serviços aos seus alunos. Uma das últimas aquisições da rede, acessível tanto ao Iesa quanto ao Colégio Cenecista Sepé Tiaraju, é um scanner capaz de codificar textos e transformá-los em áudio. O aparelho usa a mais recente tecnologia para o reconhecimento e leitura de caracteres de uma maneira clara, permitindo, assim, que o aluno tenha acesso a todas as obras, inclusive aquelas que não foram passadas para o braile. Conforme explica o diretor da CNEC Santo Ângelo, Júlio Cesar Lindemann, aquisições como estas demonstram o verdadeiro comprometimento em disponibilizar o melhor serviço para todos os alunos, inclusive para aqueles que necessitam de atendimento diferenciado. “Estamos atentos às inovações tecnológicas, práticas e didáticas que venham a facilitar a formação educacional dos nossos alunos, entendendo isso como um dever”, completa. De acordo com a professora Débora Scherer de Escobar, com o uso deste recurso os alunos podem desempenhar desde tarefas simples até as mais complexas. “Com o uso do scanner podemos digitalizar livros para serem lidos através de um editor de texto com voz sintetizada, o que facilita e agiliza o acesso à informação”, destaca. Outra característica importante é o fato de o aluno poder gravar o material e levá-lo para casa. A acadêmica do curso de Pedagogia do Iesa, Deglin Voltz, conta que antes da biblioteca disponibilizar a ferramenta era sua mãe quem fazia a leitura das obras. “Às vezes ela cansava, mas eu queria saber mais daquele livro. Agora é diferente, eu pego o material, já em áudio, e ouço em casa quando quero”, comenta. A utilização do scanner também fez com que a acadêmica utilizasse diariamente o computador. Muito organizada, Deglin tem todos os livros e materiais acadêmicos dentro de seu notebook. Conduz com facilidade os programas e acessa rapidamente os arquivos existentes. Com o aluno da 8ª série do Colégio Sepé Tiaraju não é diferente. Arthur Pacheco Callegaro conta que consegue acompanhar todos os conteúdos trabalhados pelos professores naturalmente. Conforme a professora Débora, além das ferramentas especiais que auxiliam o acesso à informação, os alunos contam com acompanhamento especial na sala de Atendimento Educacional Especializado, no turno inverso ao das aulas. ¤ Preocupada com a inclusão e acessibilidade à informação, a CNEC Santo Ângelo tem estado atenta aos lançamentos tecnológicos para garantir os melhores serviços aos seus alunos. Uma das últimas aquisições da rede, acessível tanto ao Iesa quanto ao Colégio Cenecista Sepé Tiaraju, é um scanner capaz de codificar textos e transformá-los em áudio. O aparelho usa a mais recente tecnologia para o reconhecimento e leitura de caracteres de uma maneira clara, permitindo, assim, que o aluno tenha acesso a todas as obras, inclusive aquelas que não foram passadas para o braile. Conforme explica o diretor da CNEC Santo Ângelo, Júlio Cesar Lindemann, aquisições como estas demonstram o verdadeiro comprometimento em disponibilizar o melhor serviço para todos os alunos, inclusive para aqueles que necessitam de atendimento diferenciado. “Estamos atentos às inovações tecnológicas, práticas e didáticas que venham a facilitar a formação educacional dos nossos alunos, entendendo isso como um dever”, completa. De acordo com a professora Débora Scherer de Escobar, com o uso deste recurso os alunos podem desempenhar desde tarefas simples até as mais complexas. “Com o uso do scanner podemos digitalizar livros para serem lidos através de um editor de texto com voz sintetizada, o que facilita e agiliza o acesso à informação”, destaca. Outra característica importante é o fato de o aluno poder gravar o material e levá-lo para casa. A acadêmica do curso de Pedagogia do Iesa, Deglin Voltz, conta que antes da biblioteca disponibilizar a ferramenta era sua mãe quem fazia a leitura das obras. “Às vezes ela cansava, mas eu queria saber mais daquele livro. Agora é diferente, eu pego o material, já em áudio, e ouço em casa quando quero”, comenta. A utilização do scanner também fez com que a acadêmica utilizasse diariamente o computador. Muito organizada, Deglin tem todos os livros e materiais acadêmicos dentro de seu notebook. Conduz com facilidade os programas e acessa rapidamente os arquivos existentes. Com o aluno da 8ª série do Colégio Sepé Tiaraju não é diferente. Arthur Pacheco Callegaro conta que consegue acompanhar todos os conteúdos trabalhados pelos professores naturalmente. Conforme a professora Débora, além das ferramentas especiais que auxiliam o acesso à informação, os alunos contam com acompanhamento especial na sala de Atendimento Educacional Especializado, no turno inverso ao das aulas. ¤ fonte rede saci

Comissão aprova adequação em parques para deficientes

A proposta tramita em caráter conclusivo e ainda será analisada pelas comissões de Seguridade Social e Família; e de Constituição e Justiça e de Cidadania. da Redação A Comissão de Desenvolvimento Econômico, Indústria e Comércio da Câmara dos Deputados aprovou, na semana passada (quarta, dia 19), o Projeto de Lei 4.498/12, do deputado Major Fábio (DEM-PB), que obriga os parques de diversão a eliminarem barreiras arquitetônicas que dificultem o acesso de pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida aos brinquedos e às demais instalações. De acordo com a proposta, os parques também deverão oferecer pelo menos dois brinquedos especialmente projetados para a utilização por pessoas com deficiência ou com mobilidade reduzida. A relatora na comissão, deputada Rosinha da Adefal (PT do B-AL), defendeu a aprovação da proposta e incluiu no texto a extensão da mesma obrigação aos parques públicos, pois o projeto original se restringia aos privados. Para a deputada, a determinação não representa “custo instransponível” para os empreendimentos do setor. Na sua avaliação, os ajustes arquitetônicos envolvem “pequenas adequações, mas que para os beneficiários da medida representam imenso progresso nos seus direitos de cidadãos, uma garantia de que possam usufruir, em seus momentos de lazer, da mesma estrutura moderna de entretenimento à disposição dos demais cidadãos”. ¤ fonte rede saci

quinta-feira, 27 de junho de 2013

MAM oferece Curso de Audiodescrição para Museus

Este curso apresenta diferentes formas de elaboração e produção de roteiros de audiodescrição para museus. Com exercícios práticos, os participantes desenvolverão o olhar observador para a escolha objetiva dos conteúdos visuais a serem descritos e estudarão as técnicas de locução para a audiodescrição, ao vivo e gravada. 16, 23, 30/07 e 06/08 das 19h às 22h R$ 300,00 Inscrições a partir de 26/06. De segunda a sábado, das 10h às 17h30, apenas pessoalmente. Informações: +55 11 5085 1312 - cursos@mam.org.br Fonte: Museu de Arte Moderna de São Paulo

Parintins 2013: Bumbódromo é modelo de inclusão e acessibilidade

Haverá serviços inéditos de tradução em libras e de audiodescrição para torcedores dos bumbás com deficiência auditiva e visual, respectivamente. Além das imagens dos tradutores que serão transmitidas nos painéis de LED espalhados na arena e o uso de rádios retransmissores, todos os portadores de deficiência que assistirem ao espetáculo no Bumbódromo serão atendidos por equipes especializadas e exclusivas, além de receberem materiais gratuitos como folder em Braile e CDs com informações no formato MP3. “A determinação do governador Omar Aziz é oferecer acessibilidade total em todos os eventos promovidos pelo Estado e foi o que fizemos com os banheiros, elevadores, rampas de acesso e espaços nos melhores locais da arena reservados para pessoas com deficiência e seus acompanhantes”, destacou o secretário de Cultura, Robério Braga. A estreia este ano no Festival Folclórico de Parintins destes novos sistemas de inclusão via tradutores e uso de equipamentos é o resultado de anos de experiência e sucesso em projetos similares de transmissão ao vivo desenvolvidos pelo Estado por meio da Secretaria de Cultura em outros eventos, como os festivais de Ópera, Cinema e Música além dos museus, exposições, no Liceu Cláudio Santoro e nas salas de leitura da Biblioteca Pública, entre outros. “É um direito de todos e um dever que o Governo do Estado está cumprindo não apenas de incentivar, mas de garantir a participação de todos os amazonenses no cenário cultural, seja no palco ou na plateia, na capital ou no interior”, acrescentou Robério Braga. fonte rede saci