terça-feira, 11 de junho de 2013

Fundação Dorina produz audiodescrição para o Portal Filmes Que Voam

Um site em que você pode assistir ou baixar filmes gratuitamente e, o melhor, com o recurso de audiodescrição ou Libras está fazendo o maior sucesso! Este é o portal Filmes que voam,  um espaço para cinema gratuito na web, com ênfase no público infantil, deficientes visuais e auditivos e na exibição de filmes escolares. Os filmes exibidos no canal "Muito Especial" do site incluem a audiodescrição produzida pela Fundação Dorina. O projeto, patrocinado pela Fundação Telefônica/Vivo, visa disseminar o acesso ao cinema e à educação via internet, por meio de um modelo ético de negócios: todo o acervo pode ser visto e baixado gratuitamente, e os realizadores das obras são remunerados pelo direito de exibição. A página http://filmesquevoam.com.br/especial.php  foi desenvolvida exclusivamente para a navegação de pessoas com deficiência visual. Mais informações pelo e-mail contato@filmesquevoam.com.br ou pelo site www.filmesquevoam.com.br. Fonte: Fundação Dorina Nowil

segunda-feira, 10 de junho de 2013

Museu terá verba para 'traduzir' obras para cegos e surdos

Os museus de São Paulo vão dispor de uma verba de R$ 1,2 milhão para tomarem medidas que possibilitem que visitantes com deficiência visual e auditiva consigam explorar seus acervos de maneira mais completa. O dinheiro vai poder ser usado na implantação de recursos de comunicação em acervos temporários ou de longa duração. Pessoas cegas, por exemplo, precisam de audiodescrição (recurso que narra com detalhes uma situação, objeto ou cena) ou imagens em relevo para terem uma melhor compreensão de uma obra. Os surdos podem precisar de um intérprete de libras --língua brasileira de sinais-- ou de legendas para entenderem com mais desenvoltura determinada exibição. A medida faz parte do programa de incentivo à cultura da Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo. Jorge Araújo/Folhapress O deficiente visual Olavo de Barros interpreta obra em relevo na Fundação Dorina Nowill O deficiente visual Olavo de Barros interpreta obra em relevo na Fundação Dorina Nowill Vão ser escolhidos 12 projetos que serão contemplados com verbas que variam de R$ 75 mil a R$ 137,5 mil. Pelo menos quatro deles devem ser do interior ou do litoral. Os museus que tiverem suas iniciativas aprovadas vão ter de dar uma "contrapartida social" ao governo, como garantia de ingressos gratuitos para idosos ou ações específicas para esse público, entre outras iniciativas. Para advogada Thays Martinez, a primeira pessoa cega a garantir acesso ao metrô de São Paulo com um cão-guia, a medida é importante, "desde que seja bem realizada". "É preciso ter muito critério na seleção desses projetos para que eles sejam mesmo úteis. Há casos em que oportunistas pegam o dinheiro público e, em troca, oferecem um recurso precário que não ajuda ninguém." De acordo com a secretaria, os projetos serão avaliados por um grupo de especialistas do segmento. As inscrições podem ser feitas até 19 de julho pelo site www.cultura.sp.gov.br. O Museu de História da USP concluiu anteontem, após dois meses, uma reforma de acessibilidade. fonte ilustrada PUBLICIDADE JAIRO MARQUES DE SÃO PAULO

 Educação inclusiva beneficia mais de 300 crianças da rede municipal

Há pouco mais de um ano o pequeno Felipe chegou à EM "Hélio Rosa Baldy", do Jardim São Guilherme 3. Junto com as dificuldades e limitações impostas pela mielomeningocele (deficiências múltiplas), o garoto de 7 anos carregava o grande desejo de estudar, de aprender e conviver com outros garotos. Foi recebido pela professora Débora Cardoso Rodrigues, uma das especialistas em educação inclusiva da rede municipal, e sua vida começou a mudar. Hoje, ele escreve e lê normalmente, não perde um só dia de aula e com ajuda da Sala de Recursos Multifuncionais consegue acompanhar os demais coleguinhas. A dedicação e força de vontade do menino para aprender deixam orgulhosa também a professora Adriana Gomes Traghetta Guidone, que trabalha com ele em classe. "Ele tem suas limitações e as vezes temos de adaptar tarefas para que consiga fazê-las, mas surpreende no desempenho", conta Adriana. Aos 13 anos, Pedro conquistou o respeito e a admiração da equipe escolar e dos colegas da 8ª série da EM "Matheus Maylasky". A paralisia cerebral comprometeu por completo o movimento de seus membros inferiores e superiores, impedindo que possa se locomover ou escrever com as mãos. Com isso, para poder frequentar a escola, Pedro necessitava da ajuda permanente de uma auxiliar de educação que escrevia as lições passadas pela professora. Sua vida começou a mudar no início do ano passado, quando recebeu um notebook e com esse equipamento ganhou a autonomia de poder estudar sozinho, fazer as lições. O nariz substitui os dedos para a digitação, enquanto o queixo controla o mouse. Seu desempenho nos estudos enche de orgulho não só a professora, Rosi Cruz Alexandre, a auxiliar Vilma Bombardelli, que o acompanha em classe, como também os demais educadores. Pedro e Felipe estão entre as 328 crianças com deficiências, que frequentam a escola e estudam normalmente, graças ao trabalho desenvolvido em parceria pela equipe multidisciplinar do Centro de Referência em Educação (CRE), com gestores das unidades escolares e os professores que atuam no ensino regular nas escolas municipais. A secretária municipal da Educação, Dulcina Guimarães Rolim, ressalta o trabalho dos profissionais do CRE, que garante a essas crianças e adolescentes não só frequentar a mesma classe, mas acompanhar o mesmo nível de desenvolvimento dos demais alunos. Moradora no Jardim Santa Cecilia, Zona Norte de Sorocaba, Cristiane Queiroz de Jesus, vibra a cada avanço, a cada conquista do filho Felipe. "Antes era difícil, ele queria ir à escola, mas não podia, porque não desenvolvia, não conseguia acompanhar, ficava triste. Hoje ele é alfabetizado, é outra criança. Tem até facebook para conversar com os amiguinhos", revela feliz. Já Ezoil Benitez conta que o computador portátil se tornou as mãos e o caderno, um instrumento essecial na vida do filho Pedro. Graças ao equipamento cedido pelo Centro de Referência em Educação, pode fazer as lições e tirar boas notas, às vezes, superior aos demais alunos da classe. "Tratamos normalmente e exijo sempre boas notas dele na escola", afirma Benitez. Escolas preparadas Atualmente, são 29 escolas municipais equipadas e preparadas, que contam com o suporte da Sala de Recursos, criadas pelo Centro de Referência em Educação. Consiste na realidade em um espaço dotado de equipamentos voltados à acessibilidade, onde crianças que apresentam alguma deficiência podem estudar normalmente e o que é melhor, aprender ao lado das outras. Assim como Débora, outras 9 professoras do município fizeram o curso Atendimento Educacional Especializado (AEE), desenvolvido pelo Ministério da Educação. Além dos alunos da EM "Hélio Rosa Baldy", Débora atende também 14 crianças de unidades de bairros vizinhos. Juntamente com os profissionais do Centro de Referência (fisioterapeutas, psicopedagogos, terapeutas ocupacionais e professores), entre outros, é estabelecido um plano de atendimento para cada aluno, respeitando suas dificuldades e habilidades. As vezes demanda a aquisição de equipamentos diferenciados para que a criança tenha condições de estudar, como é o caso de Pedro. Pode ser uma cadeira especial, uma cadeira de rodas, uma mesa, um computador com configuração diferente ou utensílios. Toda essa preocupação é para que o mesmo trabalho aplicado aos demais alunos, possa ser acompanhado por aquele que tem alguma deficiência. "Essa é uma das ações do Centro de Referência que busca uma educação de qualidade na perspectiva inclusiva", afirma Miriam Rosa Torres de Camargo, responsável pelas Salas de Recurso Multifuncional. Trabalho diferenciado atende 328 Funcionando na rede municipal desde 2010, as Salas de Recursos foram responsáveis por mais de 10 mil atendimentos só em 2012. Atualmente, são 328 crianças e jovens do ensino infantil, fundamental I e II, ensino médio e EJA, beneficiadas com esse trabalho diferenciado, realizado por profissionais especializados. "A inclusão é o melhor caminho. Aprender com as outras crianças, observar os demais alunos pode mudar a vida dessa criança e da escola toda", afirma a professora Débora. Na rede municipal de ensino, a inclusão esteve sempre presente, porém a partir de 2009 por meio das ações da equipe multidisciplinar e dos programas desenvolvidos pela Secretaria da Educação, os alunos com necessidade educacional passaram a receber, por meio das salas de recursos multifuncionais, o apoio que é essencial para o seu desenvolvimento escolar no ensino regular. A rede foi dividida em setores, visitados regularmente pelas equipes, que trabalham individualmente cada aluno e com isso garantindo não só a frequência a sala de aula, mas também o aprendizado. Além da capacitação contínua, professores que trabalham com esses alunos, recebem apoio integral dos profissionais do CRE, especialistas como: pedagogos, psicopedagogos, psicólogos, fonoaudiólogos, fisioterapeuta, terapeutas ocupacionais e assistentes sociais, que atuam em sintonia com os educadores (professores, diretores, coordenadores e supervisores). ¤ fonte rede saci

domingo, 9 de junho de 2013

 Relatório da Unicef aponta exclusão da criança com deficiência

Crianças com deficiência têm menos oportunidades e menos acesso a recursos e serviços que as demais crianças, aponta o relatório Situação Mundial da Infância 2013. A exclusão não está restrita a um setor específico, mas fere direitos básicos. da Redação Crianças com deficiência têm menos oportunidades e menos acesso a recursos e serviços que as demais crianças, aponta o relatório Situação Mundial da Infância 2013 - Crianças com Deficiência, do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef). A exclusão não está restrita a um setor específico, mas fere direitos básicos, como o acesso à educação e à saúde. "Para um número imenso de crianças com deficiência, a oportunidade de participar simplesmente não existe. Com enorme frequência, crianças com deficiência estão entre as últimas a receber recursos e serviços, principalmente nos locais onde tais recursos e serviços já são escassos. Com enorme constância, são objeto simplesmente de pena ou, ainda pior, de discriminação e abusos", aponta o texto do relatório escrito pelo diretor executivo do Unicef, Anthony Lake. A exclusão das crianças leva à invisibilidade. "São poucos os países que dispõem de informações confiáveis sobre quantos de seus cidadãos são crianças com deficiência, quais são suas deficiências ou de que forma essas deficiências afetam sua vida", diz o relatório. Essa invisibilidade impede que políticas públicas adequadas sejam desenvolvidas. O Unicef utiliza a estimativa de que 93 milhões de crianças no mundo, ou uma em cada 20 crianças com 14 anos de idade ou menos, vivem com algum tipo de deficiência moderada ou grave (O Unicef utiliza o número com a ressalva de que a definição de deficiência varia de país para país). No Brasil, 29 milhões de crianças até os 9 anos de idade declaram ter algum tipo de deficiência, segundo o Censo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) No país, entre os atendidos pelo Benefício de Prestação Continuada da Assistência Social (BPC) - que garante um salário mínimo mensal a idosos a partir de 65 anos e a pessoas com deficiência de qualquer idade com renda familiar per capita inferior a um quarto do salário mínimo - pouco mais da metade em idade escolar está na escola. Do total de 409.202 beneficiários com deficiência até 18 anos em 2010, 216.890 (53%) estavam na escola. O número significa um progresso, pois em 2008, o percentual era de apenas 29%. "A inclusão ainda é um grande desafio no Brasil, que enfrenta a falta de programas, de tratamento especializado e políticas públicas para o setor. Existem instituições que visam pura e simplesmente o acolhimento das crianças com deficiência, mas existem poucas instituições e serviços que trabalhem para a inclusão e desenvolvimento da autonomia dessas crianças", comenta o advogado e membro do Movimento Nacional de Direitos Humanos e conselheiro do Conselho Nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente (Conanda), Ariel de Castro Alves. A exclusão ainda é maior entre os de baixa renda. Dados da Organização Mundial da Saúde (OMS), que constam no relatório, mostram que em países de baixa renda apenas entre 5% e 15% das pessoas que necessitam de tecnologia assistiva conseguem obtê-la. Nesses países, segundo a Organização Internacional do Trabalho (OIT), os custos econômicos da deficiência variam entre 3% e 5% do Produto Interno Bruto (PIB). "De maneira geral, famílias com membros com deficiência têm renda mais baixa e correm maior risco de estar abaixo da linha da pobreza do que outras famílias", diz o texto. Para cumprir a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, da Organização das Nações Unidas (ONU), ratificada pelo Brasil, o país lançou em 2011 o Programa Viver sem Limites, que prevê a articulação de políticas governamentais de acesso à educação, inclusão social, atenção à saúde e acessibilidade. O Plano Viver sem Limite envolve todos os entes federados e prevê um investimento de R$ 7,6 bilhões até 2014. O relatório do Unicef mostra também uma diminuição na taxa de mortalidade infantil brasileira. O país está na 107ª posição no ranking mundial de maior taxa de mortalidade, com 16 mortes de crianças até 5 anos a cada mil nascidas vivas. De acordo com o Ministério da Saúde, a taxa de mortalidade infantil vem apresentando tendência constante de queda, com uma redução de 26,6 óbitos infantis por mil nascimentos em 2000 para 16,2 óbitos por mil nascimentos em 2010, o que representa uma diminuição de 39% neste período. fonte universo politico

Pessoas com deficiência têm que sair do gueto

A transparência é mais saudável e humana que a invisibilidade Patricia Almeida * Rio - O casamento entre pessoas do mesmo sexo foi reconhecido pelo Supremo Tribunal Federal e vem sendo assumido publicamente por famosos. Cada vez mais cidadãos em todo o país saem da ‘clandestinidade’ e reconhecem sua orientação sexual diante da família, colegas de trabalho e amigos, cientes de seus direitos e respaldados pela opinião pública. Já as pessoas com deficiência têm muita dificuldade de sair do gueto e, com isso, permanecem invisíveis aos olhos da sociedade. Um relatório do Unicef divulgado esta semana sobre crianças com deficiência traz dados assustadores. Crianças com deficiência intelectual têm 4,6 vezes mais chance de serem vítimas de violência sexual do que seus pares sem deficiência. A mídia brasileira tem-se revelado uma aliada poderosa. Novelas retratam personagens com deficiência como o cego Jatobá, de ‘América’, a Clarinha de ‘Páginas da Vida’, que tinha síndrome de Down, Luciana, a modelo cadeirante e mãe de gêmeos em ‘Viver a Vida’, e, agora, Linda, de ‘Amor à Vida’, com autismo. É a arte imitando a vida de verdade e prestando um serviço à sociedade. A inclusão começa dentro de casa. Temos visto figuras públicas assumirem seus filhos com deficiência. O mais notório é Romário, que, numa partida de futebol, mostrou ao mundo que tinha uma filha com Down, a Ivy. O craque assumiu responsabilidade ainda maior — elegeu-se deputado para se dedicar à causa. Nem todo mundo abraça essa luta como fez Romário. Entende-se que algumas personalidades queiram preservar suas vidas privadas dos olhos insaciáveis das revistas de fofoca e paparazzi de plantão. Mas, felizmente, alguns estão vendo que a melhor maneira de proteger suas famílias é, justamente, falar de seus filhos e encarar o assunto de frente. A filha de Roberto Justus e Ticiane Pinheiro, por exemplo, foi alvo de especulações e perfis maldosos nas redes sociais. Até que os pais explicaram que Rafaella tinha uma estenose crânio-facial. Os boatos cessaram e a vida seguiu seu rumo. Jô Soares foi outro que recentemente contou, no programa ‘Roda Viva’, que o filho Rafael, já adulto, tem autismo. A transparência é muito mais saudável e humana que a invisibilidade. Gostaríamos de ver mais figuras públicas assumindo seus entes queridos como parte de suas famílias, reafirmando que pessoas com deficiência não são mais nem menos que ninguém. Aproveitando a atenção que as cerca, contribuiriam para a inclusão de seus próprios filhos e de muitos outros. * Patricia Almeida é coordenadora de conteúdo do www.movimentodown.org

Escola de Teatro promove cursos de Dança, Libras e Audiodescrição

"Dança sem Fronteiras", "Interpretação de Espetáculos em LIBRAS" e "Introdução à Audiodescrição para Teatro". Eis os temas dos cursos de Extensão Cultural para os quais a SP Escola de Teatro - Centro de Formação das Artes do Palco, instituição da Secretaria da Cultura, abriu inscrições nesta segunda-feira (3). Escola de Teatro promove cursos de Dança, Libras e Audiodescrição Com carga horária de 64 horas, todos eles são gratuitos e serão realizados na Sede Roosevelt da Instituição, a partir do mês de agosto. Conheça melhor cada um deles: Dança sem Fronteiras Orientado pela bailarina, atriz, coreógrafa e educadora Fernanda Amaral, o curso propõe reparar e incentivar profissionais para trabalharem com o movimento e a dança de cada participante acolhendo a diversidade, assegurando que ninguém fique isolado e possa participar igualmente do processo criativo. As aulas acontecem de 6 de agosto a 3 de outubro, às terças e quintas-feiras, das 14h às 17h. Saiba mais e inscreva-se aqui. Interpretação de Espetáculos em LIBRAS De 5 de agosto a 2 de outubro, Sueli Ramalho e Rimar Segala capacitam os intérpretes e tradutores de língua de sinais, conhecida no Brasil como LIBRAS, preparando os alunos ao conhecimento específico da linguagem teatral em LIBRAS para contribuir com a inclusão. Sueli Ramalho é autodidata, escritora, atriz e professora universitária e especialista em LIBRAS e Rimar Segala é graduado em Matemática, em Letras/LIBRAS e mestre em tradução pela UFSC. Os encontros acontecem às segundas e quartas-feiras, das 19h às 22h. Clique aqui para obter mais informações e fazer sua inscrição. Introdução à Audiodescrição para Teatro Com o objetivo de apresentar e discutir a audiodescrição, recurso de acessibilidade comunicacional que amplia o entendimento das pessoas com deficiência visual em diversos tipos de espetáculos, eventos e produtos audiovisuais, Lívia Maria Villela de Mello Motta orienta o curso de 5 de agosto a 2 de outubro. A professora, doutora em Linguística Aplicada e Estudos da Linguagem pela PUC, ministra aulas às segundas e quartas-feiras, das 10h às 13h. Saiba mais e inscreva-se aqui. Mais informações: Quando: De 3 de junho a 14 de julho Onde: SP Escola de Teatro – Sede Roosevelt Praça Roosevelt, 210 - Consolação Tel.: (11) 3775-8600 Grátis por Felipe Del Descrição do convite: o convite, com fundo branco, tem pequenos quadrados e triângulos em tons de amarelo, bege e laranja, formando um xadrez no canto superior direito e no canto inferior esquerdo. O título: CURSOS EXTENSÃO CULTURAL está escrito com letras bem grandes no canto esquerdo, em marrom, assim como as informações sobre os cursos. O endereço do site e a data das inscrições estão sobre faixas cor de laranja. No lado superior direito, a logomarca da SP Escola de Teatro, e no canto inferior direito, a logomarca do Governo do Estado de São Paulo. (descrição: Ver Com Palavras) Fonte: Escola de Teatro - Centro de Formação das Artes do Palco

sábado, 8 de junho de 2013

Circo Tihany terá audiodescrição para mais de 100 deficientes visuais

O próximo domingo, 9 de junho, vai ser especial para mais de 100 deficientes visuais entre crianças, adolescentes, adultos e idosos atendidos pelo Hospital Próvisão, que irão ao circo Tihany Spectacular, instalado no Colinas Shopping, em São José dos Campos. A atividade acontece às 11h. Circo Tihany A pequena Thaís Vitória de Melo Oliveira, 10 anos, tem baixa visão e está contando os dias para ter a oportunidade de conhecer o circo. "Não vejo a hora de chegar o dia. Imagino que é tudo muito bonito, grande e com muita gente, cheio de palhaços e malabaristas", afirmou. A ida ao circo será um presente de aniversário, já que na sexta-feira (7) Thaís completa 11 anos. "Vou aproveitar para comemorar meu aniversário". Durante o espetáculo, tanto os cegos quanto aqueles que apresentam baixa visão, vão contar com o auxílio de vinte profissionais realizando a áudio descrição de tudo o que acontece ao longo da apresentação. Os participantes ainda terão a companhia de seus familiares. Segundo Carla Paes, gerente técnica do Centro de Reabilitação do Próvisão, o objetivo da atividade é aproximá-los do mundo da imaginação, da fantasia e da arte. "Apesar de existir certa restrição quanto à captação das informações visuais, a inserção em um ambiente diferente com sons, odores e vibrações provocarão sensações e emoções particulares a cada um", disse. Paes afirma ainda que o importante é jamais subestimar a capacidade de interação de cada um e proporcionar a todos o maior número de experiências, vivências da maneira mais acessível possível. Sobre o Centro de Reabilitação Primeiro serviço criado pela entidade para atender a esta população na cidade, o Centro de Reabilitação Próvisão tem como objetivo inserir a pessoa com deficiência visual na sociedade por intermédio de serviços voltados à sua habilitação, reabilitação, capacitação e inserção profissional. Dentro dos programas oferecidos destacam-se a estimulação viso-motora, a orientação e mobilidade, atividades de vida diária, comunicação alternativa, aulas de braille, soroban e informática adaptada. Destacam-se também outros serviços especializados, assim como os voltados à capacitação e inclusão profissional, desenvolvidos pela Gráfica Pró-Braille e pela Oficina Pró-Recicla. Destaque também para o goalball (modalidade paralímpica específica para pessoas com deficiência visual). Atualmente cerca 200 pessoas com deficiência visual além de suas famílias são atendidas no Centro de Reabilitação. Fonte: Jornal Joseense