Galo da Madrugada faz homenagem ao Rio São Francisco, que atravessa os sertões do Nordeste e este ano deságua no oceano da folia. Músicos e vocalista com
deficiência visual animam os convidados em camarote especial.
Galo da Madrugada 2013
O Galo da Madrugada, um dos maiores blocos do Brasil, reuniu uma multidão no Recife para homenagear o Rio São Francisco. Sobre a ponte, um galo gigante,
com 27 metros de altura, pesando três toneladas, recebe a multidão, que ocupa todas as ruas do centro do Recife. É o 36º desfile do Galo da Madrugada,
com 25 trios elétricos e carros alegóricos.
"O Rio São Francisco deságua no mar do frevo". Este é o tema do desfile, em homenagem ao grande rio, que nasce em Minas Gerais , atravessa os sertões do
Nordeste e este ano, deságua no oceano da folia. Foram dez horas de animação. Cada folião se veste como quer. Fantasias bonitas, cheias de expressões,
ou simplesmente o rosto pintado com as cores da alegria. Tem gente que leva o galo na cabeça, sem perder o ritmo.
Dezenas de camarotes ao longo do desfile. Mas o da acessibilidade é especial. Músicos e vocalista com deficiência visual animam os convidados. A narração
em audiodescrição transmite os detalhes do desfile. "É uma emoção muito grande. Apesar de não estar vendo com os olhos, mas estou sentindo com o coração",
descreve o vocalista Sinvonaldo Teodoro.
Fonte: G1
domingo, 10 de fevereiro de 2013
Litoral de São Paulo oferece Programa Praia Acessível com calendário diferenciado !
Pessoas com deficiência podem tomar banho de mar utilizando cadeiras anfíbias em dez municípios que compõem a região, em horários e datas diferenciadas
da Redação
Durante os meses de janeiro e fevereiro, dez municípios do litoral paulista contam com o Programa Praia Acessível, com calendário diferenciado.
Lançado em 2010, por iniciativa da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, o programa tem parceria com as prefeituras
dos municípios com o objetivo de oferecer equipamentos e tecnologia para que pessoas com deficiência possam usufruir da praia e do banho de mar com segurança.
Os municípios que farão horários diferenciados durante esse mês serão: Bertioga, Caraguatatuba, Guarujá, Ilhabela, Itanhaém, Mongaguá, Santos, São Sebastião,
São Vicente e Ubatuba.
Até o Carnaval, dia 12 de fevereiro, o serviço fica disponível diariamente, das 10h às 17h. Bertioga disponibiliza as cadeiras na Praia do SESC e na Praia
do Forte; Caraguatatuba, na Praia do Centro; Guarujá, na Praia de Pitangueiras; Ilhabela, nas praias do Guarapocaia, Perequê e Praia Grande; Itanhaém,
na Praia do Sonho; Mongaguá, na Praia do Centro; Santos, no Canal 3 e na Ponta da Praia; São Sebastião, no Balneário do Trabalhador; São Vicente, na Praia
de Itararé; e Ubatuba, na Praia Grande.
As praias de Bertioga, Ilhabela, São Sebastião e Ubatuba fornecerão o equipamento todos os dias. Caraguatatuba disponibilizará as cadeiras de terça a domingo.
Guarujá, Itanhaém, Santos e São Vicente, de quinta a domingo e Mongaguá, aos finais de semana.
Após o Carnaval, o serviço ficará disponível apenas aos finais de semana em todos os municípios.
Programa Praia Acessível
O Governo do Estado de São Paulo lançou, no verão de 2010, na Praia Grande, Baixada Santista, o Programa Praia Acessível. A iniciativa da Secretaria dos
Direitos da Pessoa com Deficiência visa disponibilizar cadeiras de rodas anfíbias em cidades do litoral, garantindo o pleno acesso das pessoas com deficiência
às praias paulistas.
A Secretária de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Dra. Linamara Rizzo Battistella, destaca que as cadeiras utilizadas no Programa, são feitas
com um pneu especial que permite superar a dificuldade da areia e também não afundam dentro da água. “A altura dela é compatível com a possibilidade do
usuário sentir a água, numa profundidade não perigosa do mar. Existe facilidade na transferência porque os braços são removíveis", explicou.
O país tem hoje 45,6 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência, segundo o Censo do IBGE/2010.
A cadeira de rodas anfíbia só pode ser utilizada por usuário de cadeira de rodas acompanhado de facilitador ou outra pessoa, independentemente de sua condição
física, mediante apresentação de documentos de ambos e preenchimento de um Termo de Responsabilidade.
¤
fonte Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência
da Redação
Durante os meses de janeiro e fevereiro, dez municípios do litoral paulista contam com o Programa Praia Acessível, com calendário diferenciado.
Lançado em 2010, por iniciativa da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, o programa tem parceria com as prefeituras
dos municípios com o objetivo de oferecer equipamentos e tecnologia para que pessoas com deficiência possam usufruir da praia e do banho de mar com segurança.
Os municípios que farão horários diferenciados durante esse mês serão: Bertioga, Caraguatatuba, Guarujá, Ilhabela, Itanhaém, Mongaguá, Santos, São Sebastião,
São Vicente e Ubatuba.
Até o Carnaval, dia 12 de fevereiro, o serviço fica disponível diariamente, das 10h às 17h. Bertioga disponibiliza as cadeiras na Praia do SESC e na Praia
do Forte; Caraguatatuba, na Praia do Centro; Guarujá, na Praia de Pitangueiras; Ilhabela, nas praias do Guarapocaia, Perequê e Praia Grande; Itanhaém,
na Praia do Sonho; Mongaguá, na Praia do Centro; Santos, no Canal 3 e na Ponta da Praia; São Sebastião, no Balneário do Trabalhador; São Vicente, na Praia
de Itararé; e Ubatuba, na Praia Grande.
As praias de Bertioga, Ilhabela, São Sebastião e Ubatuba fornecerão o equipamento todos os dias. Caraguatatuba disponibilizará as cadeiras de terça a domingo.
Guarujá, Itanhaém, Santos e São Vicente, de quinta a domingo e Mongaguá, aos finais de semana.
Após o Carnaval, o serviço ficará disponível apenas aos finais de semana em todos os municípios.
Programa Praia Acessível
O Governo do Estado de São Paulo lançou, no verão de 2010, na Praia Grande, Baixada Santista, o Programa Praia Acessível. A iniciativa da Secretaria dos
Direitos da Pessoa com Deficiência visa disponibilizar cadeiras de rodas anfíbias em cidades do litoral, garantindo o pleno acesso das pessoas com deficiência
às praias paulistas.
A Secretária de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Dra. Linamara Rizzo Battistella, destaca que as cadeiras utilizadas no Programa, são feitas
com um pneu especial que permite superar a dificuldade da areia e também não afundam dentro da água. “A altura dela é compatível com a possibilidade do
usuário sentir a água, numa profundidade não perigosa do mar. Existe facilidade na transferência porque os braços são removíveis", explicou.
O país tem hoje 45,6 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência, segundo o Censo do IBGE/2010.
A cadeira de rodas anfíbia só pode ser utilizada por usuário de cadeira de rodas acompanhado de facilitador ou outra pessoa, independentemente de sua condição
física, mediante apresentação de documentos de ambos e preenchimento de um Termo de Responsabilidade.
¤
fonte Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência
sábado, 9 de fevereiro de 2013
Carnaval de Pernambuco repete show de acessibilidade !
A festa de momo das cidades de Olinda, Bezerros, Ipojuca, Vitoria de Santo Antão e Recife terão camarotes com acessibilidade para pessoas com deficiência.
O esquema foi montado pela Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos, por meio da Superintendência Estadual de Apoio a Pessoa Com Deficiência
(SEAD).
De acordo com a secretaria, além de acesso facilitado para chegar aos camarotes, o folião com deficiência terá a disposição serviços de áudio-descrição,
intérpretes de Libras, banheiros acessíveis, espaços amplos para fácil circulação, e uma estrutura de rampas e guarda-corpo apropriados para o cadeirante.
Uma equipe formada por 100 profissionais treinados ajudará no deslocamento desses foliões. O Galo da Madrugada receberá as instalações do camarote acessível,
com capacidade para 250 pessoas. Pela primeira vez, o município de Ipojuca montará um polo com acessibilidade.
Ao todo foram disponibilizadas cerca de 550 vagas durante o Carnaval, distribuídas para os cinco camarotes. Todas foram preenchidas logo nos primeiros
dias da inscrição. O traslado do folião até o local da festa será realizado pela SEAD. A concentração será na Praça do Derby, em frente ao Restaurante
Recanto do Picuí.
FONTE:
Blog da Audiodescrição
O esquema foi montado pela Secretaria de Desenvolvimento Social e Direitos Humanos, por meio da Superintendência Estadual de Apoio a Pessoa Com Deficiência
(SEAD).
De acordo com a secretaria, além de acesso facilitado para chegar aos camarotes, o folião com deficiência terá a disposição serviços de áudio-descrição,
intérpretes de Libras, banheiros acessíveis, espaços amplos para fácil circulação, e uma estrutura de rampas e guarda-corpo apropriados para o cadeirante.
Uma equipe formada por 100 profissionais treinados ajudará no deslocamento desses foliões. O Galo da Madrugada receberá as instalações do camarote acessível,
com capacidade para 250 pessoas. Pela primeira vez, o município de Ipojuca montará um polo com acessibilidade.
Ao todo foram disponibilizadas cerca de 550 vagas durante o Carnaval, distribuídas para os cinco camarotes. Todas foram preenchidas logo nos primeiros
dias da inscrição. O traslado do folião até o local da festa será realizado pela SEAD. A concentração será na Praça do Derby, em frente ao Restaurante
Recanto do Picuí.
FONTE:
Blog da Audiodescrição
BrailleType, o teclado para DEFICIENTES VISUAIS!
Saúde Visual sempre de olho (trocadilho inevitável) nas tecnologias assistivas de interesse das pessoas com deficiência visual apresentou, recentemente,
matéria sobre aplicativos para smartphones que atendem ao público deficiente visual. Dentre vários deles, chamamos a atenção para um teclado braille para
o sistema Android.
Atentos, alguns leitores questionaram sobre este teclado e fomos atrás dos detalhes, claro.
O BrailleType é um projeto inclusivo do jovem indiano Ankit Daftery. Basicamente, podemos afirmar que se trata de um teclado especial para que cegos possam
digitar com boa velocidade e baixo índice de erros em smartphones equipados com o sistema Android, do Google.
Quando é aberto, BrailleType apresenta um painel branco enorme, que ocupa quase que a totalidade da tela. Além dele e da barra de status do sistema, o
único elemento presente é o campo de texto, no rodapé da tela, onde aparece o texto digitado.
Neste espaço em branco, o usuário escreve em braile utilizando até seis dedos para “marcar” os pontos das letras. Muito utilizado para a leitura em livros
com Braille em relevo, a escrita parece funcionar bem já que o posicionamento das mãos no aparelho é bem definido e o aplicativo retorna via áudio os caracteres
digitados.
Em uma entrevista ao site The Next Web, Daftery falou sobre os planos dele para com o BrailleType. No momento, o jovem programador está tentando tornar
o aplicativo um teclado alternativo, como o Swype, o que permitiria às pessoas com deficiência visual utilizarem-no em qualquer aplicativo do Android.
Nos planos para o futuro também consta uma versão para iOS - que provavelmente sairá no Cydia, já que a Apple não permite teclados alternativos na App
Store.
Com o intuito de testar o BrailleType, Daftery tem feito visitas a escolas e locais que cuidam e dão apoio a pessoas cegas. Alguns dos recursos, como o
sinal especial para dar espaço, vieram de sugestões desses testadores.
Enquanto vai aperfeiçoando sua invenção, Daftery tenta decidir, também, se cobrará ou fará do BrailleType um aplicativo gratuito, mas espera lançá-lo no
Android Market nas próximas semanas.
FONTE:
Saúde Visual
matéria sobre aplicativos para smartphones que atendem ao público deficiente visual. Dentre vários deles, chamamos a atenção para um teclado braille para
o sistema Android.
Atentos, alguns leitores questionaram sobre este teclado e fomos atrás dos detalhes, claro.
O BrailleType é um projeto inclusivo do jovem indiano Ankit Daftery. Basicamente, podemos afirmar que se trata de um teclado especial para que cegos possam
digitar com boa velocidade e baixo índice de erros em smartphones equipados com o sistema Android, do Google.
Quando é aberto, BrailleType apresenta um painel branco enorme, que ocupa quase que a totalidade da tela. Além dele e da barra de status do sistema, o
único elemento presente é o campo de texto, no rodapé da tela, onde aparece o texto digitado.
Neste espaço em branco, o usuário escreve em braile utilizando até seis dedos para “marcar” os pontos das letras. Muito utilizado para a leitura em livros
com Braille em relevo, a escrita parece funcionar bem já que o posicionamento das mãos no aparelho é bem definido e o aplicativo retorna via áudio os caracteres
digitados.
Em uma entrevista ao site The Next Web, Daftery falou sobre os planos dele para com o BrailleType. No momento, o jovem programador está tentando tornar
o aplicativo um teclado alternativo, como o Swype, o que permitiria às pessoas com deficiência visual utilizarem-no em qualquer aplicativo do Android.
Nos planos para o futuro também consta uma versão para iOS - que provavelmente sairá no Cydia, já que a Apple não permite teclados alternativos na App
Store.
Com o intuito de testar o BrailleType, Daftery tem feito visitas a escolas e locais que cuidam e dão apoio a pessoas cegas. Alguns dos recursos, como o
sinal especial para dar espaço, vieram de sugestões desses testadores.
Enquanto vai aperfeiçoando sua invenção, Daftery tenta decidir, também, se cobrará ou fará do BrailleType um aplicativo gratuito, mas espera lançá-lo no
Android Market nas próximas semanas.
FONTE:
Saúde Visual
sexta-feira, 8 de fevereiro de 2013
Serviço Atende tem 97% de aprovação
Pesquisa realizada pelo Ibope em 2012 mostrou que o serviço de transporte gratuito destinado a pessoas com deficiência física é aprovado pela grande maioria
dos seus usuários.
Imagem do post
Segundo o Ibope, 74% dos entrevistados informaram que o Atende é melhor ou muito melhor do que o esperado.
Criado em 1996 pela
Comissão Permanente de Acessibilidade (CPA),
o Atende é um serviço de transporte gratuito porta a porta destinado a pessoas com deficiência física com alto grau de severidade e dependência, que impossibilitam
o uso de outros meios de transporte público. Administrado pela Secretaria Municipal de Transportes, o Atende teve 97% de aprovação em pesquisa realizada
pelo Ibope em 2012, com amostragem de 400 usuários. A margem de erro é de cinco pontos percentuais.
Das pessoas entrevistadas, 79% informaram que usam o serviço para acompanhamento médico, 25% para educação e 8% se locomovem para atividades de Cultura
e Lazer. A grande maioria (80%) deu notas 9 e 10 para a qualidade do atendimento. Entre os aspectos positivos elencados, 43% citaram a atenção e educação
do motorista e 74% informaram que o atendimento é melhor ou muito melhor do que o esperado.
O Atende funciona de segunda a domingo, das 7h às 20h, e conta atualmente com 388 veículos adaptados, que transportam cerca de 7,8 mil passageiros por
mês . Para utilizar o serviço é necessário se cadastrar previamente nos postos da SPTrans ou Subprefeituras. Mais informações
no site do Atende
ou nos telefones 0800-015 52 34 e 156.
fonte s m p e d
dos seus usuários.
Imagem do post
Segundo o Ibope, 74% dos entrevistados informaram que o Atende é melhor ou muito melhor do que o esperado.
Criado em 1996 pela
Comissão Permanente de Acessibilidade (CPA),
o Atende é um serviço de transporte gratuito porta a porta destinado a pessoas com deficiência física com alto grau de severidade e dependência, que impossibilitam
o uso de outros meios de transporte público. Administrado pela Secretaria Municipal de Transportes, o Atende teve 97% de aprovação em pesquisa realizada
pelo Ibope em 2012, com amostragem de 400 usuários. A margem de erro é de cinco pontos percentuais.
Das pessoas entrevistadas, 79% informaram que usam o serviço para acompanhamento médico, 25% para educação e 8% se locomovem para atividades de Cultura
e Lazer. A grande maioria (80%) deu notas 9 e 10 para a qualidade do atendimento. Entre os aspectos positivos elencados, 43% citaram a atenção e educação
do motorista e 74% informaram que o atendimento é melhor ou muito melhor do que o esperado.
O Atende funciona de segunda a domingo, das 7h às 20h, e conta atualmente com 388 veículos adaptados, que transportam cerca de 7,8 mil passageiros por
mês . Para utilizar o serviço é necessário se cadastrar previamente nos postos da SPTrans ou Subprefeituras. Mais informações
no site do Atende
ou nos telefones 0800-015 52 34 e 156.
fonte s m p e d
Após cinco anos em reforma, Biblioteca Estadual reabre com projeto de acessibilidade
A Biblioteca Estadual do Amazonas foi reaberta modernizada e com ferramentas de acessibilidade, como sinalizações com leitura em braille e desenho em libras.
Luana Carvalho
A Biblioteca Pública do Amazonas, localizada na Rua Barroso, Centro, foi reaberta na manhã desta quinta-feira (31), após cinco anos com as portas fechadas.
A acessibilidade para deficientes físicos, auditivos e visuais é uma das novidades do espaço após a restauração.
Além disso, uma máquina de vender livros foi instalada na biblioteca oferecendo exemplares com preços acessíveis, que variam entre R$ 15 e R$ 25.
De acordo com a subsecretária de Estado de Cultura, Elizabeth Cantanhede, o espaço foi reaberto desde às 8h, sem cerimônia de reinauguração. “O governador
prometeu que entregaria a biblioteca neste mês de janeiro, e estamos realizando essa abertura dentro do prazo”.
Todo o prédio está sinalizado com demarcadores para portadores de necessidades visuais. As sinalizações podem ser lidas em Braille, e desenho em Libras,
além de um mapa tátil disponibilizado nos dois andares.
Uma máquina de virar as páginas, para quem tem dificuldades de locomoção, também foi instalada, além de um ‘scanner de voz’, que digitaliza e traduz o
livro em áudio.
O diretor da biblioteca, Sharles Costa, informou que o espaço está com um acervo total de 345 volumes entre livros, revistas e jornais. As salas oferecem
wi-fi gratuito e 39 computadores para pesquisas na internet.
No térreo, o leitor realiza o cadastro e recebe um cartão de freqüentador. Neste ambiente, o visitante pode conhecer o Salão Genesino Braga, onde se encontram
as cabines para consulta individual, obras raras, especiais e amazonianas.
Já no primeiro andar, encontra-se o Salão Maria Luiza de Magalhães, onde o leitor pode viajar com livros da literatura geral. Para as crianças, foi criado
uma Gibiteca. Já para os interessados na literatura luso brasileira, a biblioteca disponibilizou um espaço com livros doados pela Universidade do Porto.
Frequentadores
A administradora Regina Celis, 58, é uma antiga freqüentadora e foi uma das primeiras visitantes após a reinauguração da biblioteca. Ela contou que sofreu
bastante enquanto o espaço esteve fechado. “Eu tinha o hábito de visitar a biblioteca desde os tempos da escola, e quando fechou, foi um baque muito grande.
Custou muito para a conclusão das obras, pensávamos que não ia ficar pronta, mas enfim foi reaberta para o público”.
Ela disse, ainda, que adorou a nova decoração. “Os livros, que são a essência, não mudaram, mas a informatização, que antes não existia. A decoração foi
uma novidade muito boa para nós, estou muito feliz”, comentou.
Antiga e nova geração
A aposentada Marlete Holanda, 66, estava passando em frente a biblioteca com o neto, o estudante Andrew Lucas, 13, e ficou surpresa ao ver o espaço aberto.
Ela, que freqüentou o local desde 1966, disse emocionada, que a sensação é indescritível. “Fiquei muito feliz ao poder entrar na biblioteca novamente,
e aproveitei para mostrar para meu neto, que gosta muito de ler e está entrando aqui pela primeira vez”, contou.
O estudante afirmou que irá visitar o local outras vezes. “Mesmo com a internet, gosto muito de livros e dessa forma clássica de se obter informação. Já
peguei minha carteirinha e com certeza virei aqui mais vezes”.
Funcionários
Bibliotecária há 31 anos, Glória Costa contou que está se sentindo ‘realizada’ mais uma vez. “Passei grande parte da minha vida neste lugar, e é muito
gratificante poder voltar e contribuir para a leitura do público”. Ela ressaltou ter lido pelo menos um livro por mês durantes todos esses anos em que
trabalha no espaço. “Como fico na parte de obras raras, tenho mais contato com pesquisadores, mas adoro atender o público em geral. Aqui na minha seção,
existem livros até do ano de 1700”, contou.
¤
fonte rede saci
Luana Carvalho
A Biblioteca Pública do Amazonas, localizada na Rua Barroso, Centro, foi reaberta na manhã desta quinta-feira (31), após cinco anos com as portas fechadas.
A acessibilidade para deficientes físicos, auditivos e visuais é uma das novidades do espaço após a restauração.
Além disso, uma máquina de vender livros foi instalada na biblioteca oferecendo exemplares com preços acessíveis, que variam entre R$ 15 e R$ 25.
De acordo com a subsecretária de Estado de Cultura, Elizabeth Cantanhede, o espaço foi reaberto desde às 8h, sem cerimônia de reinauguração. “O governador
prometeu que entregaria a biblioteca neste mês de janeiro, e estamos realizando essa abertura dentro do prazo”.
Todo o prédio está sinalizado com demarcadores para portadores de necessidades visuais. As sinalizações podem ser lidas em Braille, e desenho em Libras,
além de um mapa tátil disponibilizado nos dois andares.
Uma máquina de virar as páginas, para quem tem dificuldades de locomoção, também foi instalada, além de um ‘scanner de voz’, que digitaliza e traduz o
livro em áudio.
O diretor da biblioteca, Sharles Costa, informou que o espaço está com um acervo total de 345 volumes entre livros, revistas e jornais. As salas oferecem
wi-fi gratuito e 39 computadores para pesquisas na internet.
No térreo, o leitor realiza o cadastro e recebe um cartão de freqüentador. Neste ambiente, o visitante pode conhecer o Salão Genesino Braga, onde se encontram
as cabines para consulta individual, obras raras, especiais e amazonianas.
Já no primeiro andar, encontra-se o Salão Maria Luiza de Magalhães, onde o leitor pode viajar com livros da literatura geral. Para as crianças, foi criado
uma Gibiteca. Já para os interessados na literatura luso brasileira, a biblioteca disponibilizou um espaço com livros doados pela Universidade do Porto.
Frequentadores
A administradora Regina Celis, 58, é uma antiga freqüentadora e foi uma das primeiras visitantes após a reinauguração da biblioteca. Ela contou que sofreu
bastante enquanto o espaço esteve fechado. “Eu tinha o hábito de visitar a biblioteca desde os tempos da escola, e quando fechou, foi um baque muito grande.
Custou muito para a conclusão das obras, pensávamos que não ia ficar pronta, mas enfim foi reaberta para o público”.
Ela disse, ainda, que adorou a nova decoração. “Os livros, que são a essência, não mudaram, mas a informatização, que antes não existia. A decoração foi
uma novidade muito boa para nós, estou muito feliz”, comentou.
Antiga e nova geração
A aposentada Marlete Holanda, 66, estava passando em frente a biblioteca com o neto, o estudante Andrew Lucas, 13, e ficou surpresa ao ver o espaço aberto.
Ela, que freqüentou o local desde 1966, disse emocionada, que a sensação é indescritível. “Fiquei muito feliz ao poder entrar na biblioteca novamente,
e aproveitei para mostrar para meu neto, que gosta muito de ler e está entrando aqui pela primeira vez”, contou.
O estudante afirmou que irá visitar o local outras vezes. “Mesmo com a internet, gosto muito de livros e dessa forma clássica de se obter informação. Já
peguei minha carteirinha e com certeza virei aqui mais vezes”.
Funcionários
Bibliotecária há 31 anos, Glória Costa contou que está se sentindo ‘realizada’ mais uma vez. “Passei grande parte da minha vida neste lugar, e é muito
gratificante poder voltar e contribuir para a leitura do público”. Ela ressaltou ter lido pelo menos um livro por mês durantes todos esses anos em que
trabalha no espaço. “Como fico na parte de obras raras, tenho mais contato com pesquisadores, mas adoro atender o público em geral. Aqui na minha seção,
existem livros até do ano de 1700”, contou.
¤
fonte rede saci
Estado lança projeto de passeio ciclístico para deficientes visuais !
O veículo utilizando será Bike Tandem - uma bicicleta com dois assentos e dois guidões -, oferecida gratuitamente pela Fundação de Articulação e Desenvolvimento
de Políticas Públicas para Pessoas com Deficiência (Faders).
da Redação
A partir desta quinta-feira (07), com a instalação do projeto piloto "Sentindo a Brisa do Mar", as pessoas com deficiência visual terão a oportunidade
de sentir o prazer de pedalar pela ciclovia à beira-mar em Capão da Canoa.
O veículo utilizando será Bike Tandem - uma bicicleta com dois assentos e dois guidões -, oferecida gratuitamente pela Fundação de Articulação e Desenvolvimento
de Políticas Públicas para Pessoas com Deficiência (Faders), órgão vinculado à Secretaria da Justiça e dos Direitos Humanos (SJDH), em parceria com a Associação
Nacional de Aposentados e Pensionistas da Previdência Social (Anapps - Porto Alegre). O lançamento será às 14h, junto a Casa de Governo em Capão da Canoa
O projeto "Sentindo a Brisa do Mar" integra as ações do Programa Verão numa Boa, em que o Governo do Estado reforça a oferta de serviços públicos nos locais
de veraneio. De acordo com a diretora-presidente da Faders, Marli Conzatti, o objetivo é proporcionar momentos de inclusão social com a prática de lazer,
e, para muitas pessoas, será a primeira vez que terão sensações de alegria e prazer ao pedalar sentindo a brisa do mar, num contexto de igualdade.
"A satisfação da Faders e da Anapps está colocada nesse projeto, mas estará ainda mais completa com os relatos que, certamente, virão das próprias pessoas
com deficiência, que são as merecedoras do cuidado que agora vem com o direito à acessibilidade, ratificando, cada vez mais, o respeito à cidadania", conclui
a presidente.
fonte Portal PH
de Políticas Públicas para Pessoas com Deficiência (Faders).
da Redação
A partir desta quinta-feira (07), com a instalação do projeto piloto "Sentindo a Brisa do Mar", as pessoas com deficiência visual terão a oportunidade
de sentir o prazer de pedalar pela ciclovia à beira-mar em Capão da Canoa.
O veículo utilizando será Bike Tandem - uma bicicleta com dois assentos e dois guidões -, oferecida gratuitamente pela Fundação de Articulação e Desenvolvimento
de Políticas Públicas para Pessoas com Deficiência (Faders), órgão vinculado à Secretaria da Justiça e dos Direitos Humanos (SJDH), em parceria com a Associação
Nacional de Aposentados e Pensionistas da Previdência Social (Anapps - Porto Alegre). O lançamento será às 14h, junto a Casa de Governo em Capão da Canoa
O projeto "Sentindo a Brisa do Mar" integra as ações do Programa Verão numa Boa, em que o Governo do Estado reforça a oferta de serviços públicos nos locais
de veraneio. De acordo com a diretora-presidente da Faders, Marli Conzatti, o objetivo é proporcionar momentos de inclusão social com a prática de lazer,
e, para muitas pessoas, será a primeira vez que terão sensações de alegria e prazer ao pedalar sentindo a brisa do mar, num contexto de igualdade.
"A satisfação da Faders e da Anapps está colocada nesse projeto, mas estará ainda mais completa com os relatos que, certamente, virão das próprias pessoas
com deficiência, que são as merecedoras do cuidado que agora vem com o direito à acessibilidade, ratificando, cada vez mais, o respeito à cidadania", conclui
a presidente.
fonte Portal PH
Assinar:
Postagens (Atom)