Gabryela Stratmann, de 7 anos, tem deficiência intelectual moderada e estuda em uma fundação beneficente de educação especial. Sua mãe, Patricia Stratmann,
conta que a maior dificuldade que enfrentou nos últimos anos foi encontrar um diagnóstico para a filha, que passou por diversos médicos sem obter informações
precisas sobre seu estado de saúde e tipo de deficiência. “O que conta para essas crianças é o tempo. Quanto mais deixarmos eles sem tratamento, pior fica”,
explica Patricia.
Gabryela é uma das 354.964 mil pessoas com deficiência em Curitiba. Os dados, do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), mostram que deficiências
auditivas, visuais, motoras e intelectuais atingem 20% da população no município. Para conhecer melhor as necessidades e a realidade dessa população, a
Secretaria Especial dos Direitos da Pessoa com Deficiência (SEDPcD) está promovendo um levantamento detalhado sobre cada curitibano que se enquadra nesse
grupo. O projeto, denominado Quem é Você, reúne dados que devem ajudar na criação de políticas públicas para pessoas com deficiência no município.
Como funciona
Iniciado em 2011, o Quem é Você envolve a coleta de informações como: o tipo de deficiência, o nível de mobilidade, se está inserido no mercado de trabalho,
qual o grau de instrução, se é atendido pela Fundação de Ação Social (FAS), entre outras. Formulários impressos são distribuídos em eventos da secretaria,
escolas e instituições conveniadas com a Prefeitura. Os dados coletados são transferidos para o sistema desenvolvido pelo Instituto Curitiba de Informática
(ICI), gerenciado pela própria SEDPcD.
Além de Gabryela Stratmann, outras 3.284 pessoas já estão cadastradas no Quem é Você. É um trabalho que exige uma apuração cuidadosa. “Muitas fichas vêm
sem informações importantes, como o tipo da deficiência, por exemplo”, explica Fernanda Costa Peixoto Prime, psicóloga da secretaria.
O secretário especial Irajá de Brito Vaz acredita que as informações do Quem é Você permitirão ações mais coordenadas com a priorização de questões que
hoje são mais problemáticas para os curitibanos com deficiência. “Nunca houve essa abordagem em Curitiba”, diz.
Irajá explica que o Quem é Você é pioneiro no Brasil, pois começou em 2010, antes de outras cidades que hoje contam com sistemas similares em funcionamento.
“Partimos do zero e hoje temos mais de três mil cadastros. Há dois anos tínhamos apenas uma ideia sobre o software que seria necessário. O trabalho evoluiu
rapidamente e vai continuar evoluindo”, comenta.
Cadastros on-line
Em novembro será colocado no ar o Portal da Pessoa com Deficiência, também desenvolvido pelo ICI, que reunirá informações sobre o tema, eventos e conteúdos
voltados para esse público.
O portal, que estará ligado ao site da SEDPcD e da Prefeitura de Curitiba, terá ainda uma área de cadastro, na qual o cidadão poderá inserir suas informações
no projeto Quem é Você de maneira prática.
“Em breve iremos associar a oferta de serviços da secretaria ao número do cadastro no projeto”, anuncia Irajá.
fonte prefeitura de curitiba
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
quarta-feira, 14 de novembro de 2012
42% das prefeituras do Brasil não têm acesso para deficientes, afirma IBGE !
Quase a metade dos prédios não tem nenhum item de acessibilidade. Equipe treinada e piso tátil são estruturas menos presentes nas prefeituras.
da Redação
Quase metade das cidades brasileiras não tem estrutura de acesso para pessoas com deficiência nos prédios de suas prefeituras. É o que mostra a pesquisa
Perfil dos Municípios Brasileiros, feita em 2011 e divulgada nesta terça-feira (13) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
De acordo com o IBGE, 42,6% das cidades dizem não ter nenhum dos 13 itens listados; apenas 3,8% apresentam seis ou mais deles. Ao todo, 3.195 municípios
declaram ter alguma estrutura para deficientes.
Ainda segundo os dados, 22,3% dos prédios das prefeituras têm apenas um tipo de estrutura voltada para deficientes, estrutura que vai desde uma equipe
preparada
até um banheiro adaptado. Já com dois tipos de estrutura aparecem 14,7% das prefeituras, e com três tipos, 8,4%. Os percentuais de prédios com mais de
quatro itens de acessibilidade são ainda menores: 5,4% deles têm quatro itens e 3%, cinco.
Na pesquisa, o IBGE diz que "a prefeitura é um órgão que centraliza vários serviços" e, por isso, "suas edificações e equipamentos devem ser inclusivos
e permitir que toda a comunidade tenha acesso a espaço físico com facilidade".
Itens de acessibilidade
Para tabular as cidades, o IBGE estipula 13 de "itens de acessibilidade". São eles: rampas de acesso, equipamento para deslocamento vertical, sanitário
acessível, piso tátil, elevadores com braile e sonorização, telefone público adaptado, mobiliário de recepção adaptado, pessoal capacitado para atendimento,
disponibilidade de áreas especiais de embarque e desembarque, vagas especiais para veículos com pessoas deficientes, sinalização de atendimento prioritário
a elas, permissão de cão-guia e rampa externa.
Os itens que mais estão presentes nos prédios das prefeituras são as rampas de acesso, rampas externas e sanitários acessíveis. Ao todo, são 2.150 cidades
que dizem ter as rampas de acesso, o que corresponde a 38,6%. As rampas externas aparecem em 1.763 cidades, o equivalente a 31,7% do total. Já aquelas
com sanitários acessíveis totalizam 1.028 mil, ou 18,5%.
Os itens mais raros dentre as mais de 3 mil cidades com algum tipo de estrutura para deficientes são pessoas capacitadas, permissão de cão-guia e piso
tátil.
Somente 316 cidades têm equipe treinada e 290 permitem a entrada de cães-guia. O piso tátil é o que menos aparece nos prédios das prefeituras do país –
são 219 cidades que os têm, totalizando 3,9%.
Segundo a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, ratificada em 2009, qualquer pessoa com deficiência deve ter as mesmas condições de
acesso
a serviços que uma pessoa sem deficiência. E quem deve assegurar esse direito é o Estado, conforme prevê a Constituição.
fonte g1
da Redação
Quase metade das cidades brasileiras não tem estrutura de acesso para pessoas com deficiência nos prédios de suas prefeituras. É o que mostra a pesquisa
Perfil dos Municípios Brasileiros, feita em 2011 e divulgada nesta terça-feira (13) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
De acordo com o IBGE, 42,6% das cidades dizem não ter nenhum dos 13 itens listados; apenas 3,8% apresentam seis ou mais deles. Ao todo, 3.195 municípios
declaram ter alguma estrutura para deficientes.
Ainda segundo os dados, 22,3% dos prédios das prefeituras têm apenas um tipo de estrutura voltada para deficientes, estrutura que vai desde uma equipe
preparada
até um banheiro adaptado. Já com dois tipos de estrutura aparecem 14,7% das prefeituras, e com três tipos, 8,4%. Os percentuais de prédios com mais de
quatro itens de acessibilidade são ainda menores: 5,4% deles têm quatro itens e 3%, cinco.
Na pesquisa, o IBGE diz que "a prefeitura é um órgão que centraliza vários serviços" e, por isso, "suas edificações e equipamentos devem ser inclusivos
e permitir que toda a comunidade tenha acesso a espaço físico com facilidade".
Itens de acessibilidade
Para tabular as cidades, o IBGE estipula 13 de "itens de acessibilidade". São eles: rampas de acesso, equipamento para deslocamento vertical, sanitário
acessível, piso tátil, elevadores com braile e sonorização, telefone público adaptado, mobiliário de recepção adaptado, pessoal capacitado para atendimento,
disponibilidade de áreas especiais de embarque e desembarque, vagas especiais para veículos com pessoas deficientes, sinalização de atendimento prioritário
a elas, permissão de cão-guia e rampa externa.
Os itens que mais estão presentes nos prédios das prefeituras são as rampas de acesso, rampas externas e sanitários acessíveis. Ao todo, são 2.150 cidades
que dizem ter as rampas de acesso, o que corresponde a 38,6%. As rampas externas aparecem em 1.763 cidades, o equivalente a 31,7% do total. Já aquelas
com sanitários acessíveis totalizam 1.028 mil, ou 18,5%.
Os itens mais raros dentre as mais de 3 mil cidades com algum tipo de estrutura para deficientes são pessoas capacitadas, permissão de cão-guia e piso
tátil.
Somente 316 cidades têm equipe treinada e 290 permitem a entrada de cães-guia. O piso tátil é o que menos aparece nos prédios das prefeituras do país –
são 219 cidades que os têm, totalizando 3,9%.
Segundo a Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, ratificada em 2009, qualquer pessoa com deficiência deve ter as mesmas condições de
acesso
a serviços que uma pessoa sem deficiência. E quem deve assegurar esse direito é o Estado, conforme prevê a Constituição.
fonte g1
Fwd: Curso: Formação em Audiodescrição - Roteiro e produção!
De 26 a 30/11/12
Segunda, terça e quinta-feira das 8h30 às 17h30,
quarta-feira das 8h30 às 12h30, sexta-feira das 8h30 às 15h30
Objetivo: formar profissionais para atuar e desenvolver audiodescrição em produtos culturais e de comunicação, resultando na inclusão cultural das pessoas
com deficiência visual.
Carga Horária: 40 horas
Investimento: R$530,00 por pessoa e R$ 450,00 para estudantes com comprovante.
ATENÇÃO: Inscrições pelo site,
acesse aqui.
Informações:
cursos@fundacaodorina.org.br
ou pelo telefone (11) 5087-0981
vagas limitadas!
- Todos os participantes receberão apostila e certificado do curso.
- A Fundação Dorina Nowill para Cegos se reserva o direito de cancelar o curso com até 3 dias de antecedência caso a quantidade mínima de vagas não seja
preenchida.
- Em caso de desistência do aluno, o reembolso será de 70% do valor pago.
- Até a data do curso o aluno deverá ter efetuado o pagamento total.
Conheça outro curso disponível:
Braille para educadores - apoio essencial em sala de aula: dias 24 de novembro, 1 e 8 de dezembro de 2012 (aos sábados)
fonte informativo dorina
Segunda, terça e quinta-feira das 8h30 às 17h30,
quarta-feira das 8h30 às 12h30, sexta-feira das 8h30 às 15h30
Objetivo: formar profissionais para atuar e desenvolver audiodescrição em produtos culturais e de comunicação, resultando na inclusão cultural das pessoas
com deficiência visual.
Carga Horária: 40 horas
Investimento: R$530,00 por pessoa e R$ 450,00 para estudantes com comprovante.
ATENÇÃO: Inscrições pelo site,
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Informações:
cursos@fundacaodorina.org.br
ou pelo telefone (11) 5087-0981
vagas limitadas!
- Todos os participantes receberão apostila e certificado do curso.
- A Fundação Dorina Nowill para Cegos se reserva o direito de cancelar o curso com até 3 dias de antecedência caso a quantidade mínima de vagas não seja
preenchida.
- Em caso de desistência do aluno, o reembolso será de 70% do valor pago.
- Até a data do curso o aluno deverá ter efetuado o pagamento total.
Conheça outro curso disponível:
Braille para educadores - apoio essencial em sala de aula: dias 24 de novembro, 1 e 8 de dezembro de 2012 (aos sábados)
fonte informativo dorina
terça-feira, 13 de novembro de 2012
Detentos de Maringá produzem material didático para deficientes visuais !
Atualmente 16 detentos participam do projeto “Visão de Liberdade”, iniciado em 2004, com o CAP local, que é vinculado à Secretaria da Educação.
da Redação
Detentos da Penitenciária Estadual de Maringá produzem material didático para pessoas com deficiência visual. O trabalho é resultado de uma parceria entre
a Secretaria da Justiça e o Centro de Apoio Pedagógico (CAP) para Atendimento às Pessoas com Deficiência Visual de Maringá. Além da digitação de livros
em braile e da confecção de peças em relevo – como mapas e figuras geométricas –, os detentos fazem a locução de livros de história.
Atualmente 16 detentos participam do projeto “Visão de Liberdade”, iniciado em 2004, com o CAP local, que é vinculado à Secretaria da Educação. Eles fazem
parte de um grupo de 3.694 condenados pela Justiça, em todo o Paraná, que desenvolvem algum tipo de trabalho durante o cumprimento da pena. “No mês que
vem mais cinco serão treinados por um locutor voluntário para ampliar a produção de audiolivros”, informou o diretor da Penitenciária Estadual de Maringá,
Marcos Roberto Rodrigues.
Os livros falados são gravados em uma cabine acústica instalada dentro do presídio, com sonoplastia e efeitos de voz. O material é distribuído para os
129
municípios vinculados ao Centro de Apoio Pedagógico de Maringá. “Nossos livros também são enviados para todo o Brasil e para uma biblioteca pública da
cidade de Sobreda, em Portugal”, informou a coordenadora do centro, Maria Ângela Bassan Sierra.
Desde 2004, foram produzidos pelos detentos de Maringá 25.305 peças de material didático em relevo e digitados 338 livros e apostilas diversas. De dezembro
de 2005 a abril de 2011, foram gravados 90 livros falados, com tiragem de 150 cópias cada, e mais 16 apostilas. Os presos envolvidos no projeto são beneficiados
pela redução de um dia de pena para cada três dias trabalhados e recebem um pecúlio pelo trabalho realizado.
INCLUSÃO – O Centro de Apoio Pedagógico para Atendimento às Pessoas com Deficiência Visual de Maringá está instalado no Instituto Estadual de Educação
de
Maringá. O Centro existe há dez anos e mantém em seu quadro de funcionários pessoas com diferentes deficiências.
No local também são produzidos materiais impressos em braile, com letras ampliadas e a edição dos audiolivros. “É um trabalho que contribui muito para
a
inclusão. Alguns internos já cumpriram pena no sistema e continuam dando suporte neste tipo de trabalho”, informou a coordenadora do projeto.
O funcionário Antonio Araújo da Costa, 37 anos, atua no CAP desde a sua implantação. Com deficiência física, Antônio não possui parte de seus membros inferiores
e superiores, e atua diretamente na produção de material pedagógico para os deficientes visuais. “O CAP contribui para os alunos terem um material em mãos.
Mesmo com o avanço das tecnologias, o braile ainda é necessário”, disse.
O Centro de Apoio Pedagógico para Atendimento às Pessoas com Deficiência Visual é um projeto do Ministério da Educação que tem o objetivo de promover a
educação de pessoas cegas ou de baixa visão. O trabalho é dividido em quatros frentes: produção de material em braile, centro de convivência, núcleo de
apoio pedagógico e de tecnologias.
O projeto tem como objetivo garantir às pessoas cegas e às de visão subnormal o acesso ao conteúdo programático desenvolvido na escola de ensino regular,
à literatura, à pesquisa e à cultura por meio da utilização de equipamentos da moderna tecnologia e da impressão do livro em braile.
¤
fonte rede saci
da Redação
Detentos da Penitenciária Estadual de Maringá produzem material didático para pessoas com deficiência visual. O trabalho é resultado de uma parceria entre
a Secretaria da Justiça e o Centro de Apoio Pedagógico (CAP) para Atendimento às Pessoas com Deficiência Visual de Maringá. Além da digitação de livros
em braile e da confecção de peças em relevo – como mapas e figuras geométricas –, os detentos fazem a locução de livros de história.
Atualmente 16 detentos participam do projeto “Visão de Liberdade”, iniciado em 2004, com o CAP local, que é vinculado à Secretaria da Educação. Eles fazem
parte de um grupo de 3.694 condenados pela Justiça, em todo o Paraná, que desenvolvem algum tipo de trabalho durante o cumprimento da pena. “No mês que
vem mais cinco serão treinados por um locutor voluntário para ampliar a produção de audiolivros”, informou o diretor da Penitenciária Estadual de Maringá,
Marcos Roberto Rodrigues.
Os livros falados são gravados em uma cabine acústica instalada dentro do presídio, com sonoplastia e efeitos de voz. O material é distribuído para os
129
municípios vinculados ao Centro de Apoio Pedagógico de Maringá. “Nossos livros também são enviados para todo o Brasil e para uma biblioteca pública da
cidade de Sobreda, em Portugal”, informou a coordenadora do centro, Maria Ângela Bassan Sierra.
Desde 2004, foram produzidos pelos detentos de Maringá 25.305 peças de material didático em relevo e digitados 338 livros e apostilas diversas. De dezembro
de 2005 a abril de 2011, foram gravados 90 livros falados, com tiragem de 150 cópias cada, e mais 16 apostilas. Os presos envolvidos no projeto são beneficiados
pela redução de um dia de pena para cada três dias trabalhados e recebem um pecúlio pelo trabalho realizado.
INCLUSÃO – O Centro de Apoio Pedagógico para Atendimento às Pessoas com Deficiência Visual de Maringá está instalado no Instituto Estadual de Educação
de
Maringá. O Centro existe há dez anos e mantém em seu quadro de funcionários pessoas com diferentes deficiências.
No local também são produzidos materiais impressos em braile, com letras ampliadas e a edição dos audiolivros. “É um trabalho que contribui muito para
a
inclusão. Alguns internos já cumpriram pena no sistema e continuam dando suporte neste tipo de trabalho”, informou a coordenadora do projeto.
O funcionário Antonio Araújo da Costa, 37 anos, atua no CAP desde a sua implantação. Com deficiência física, Antônio não possui parte de seus membros inferiores
e superiores, e atua diretamente na produção de material pedagógico para os deficientes visuais. “O CAP contribui para os alunos terem um material em mãos.
Mesmo com o avanço das tecnologias, o braile ainda é necessário”, disse.
O Centro de Apoio Pedagógico para Atendimento às Pessoas com Deficiência Visual é um projeto do Ministério da Educação que tem o objetivo de promover a
educação de pessoas cegas ou de baixa visão. O trabalho é dividido em quatros frentes: produção de material em braile, centro de convivência, núcleo de
apoio pedagógico e de tecnologias.
O projeto tem como objetivo garantir às pessoas cegas e às de visão subnormal o acesso ao conteúdo programático desenvolvido na escola de ensino regular,
à literatura, à pesquisa e à cultura por meio da utilização de equipamentos da moderna tecnologia e da impressão do livro em braile.
¤
fonte rede saci
Tribunal fiscalizará lei de acessibilidade à pessoas com deficiênciA!
TCE exigirá que obras públicas e imóveis alugados tenham rampas especiais. O alvo será as obras públicas e os serviços de engenharia.
da Redação
Para assegurar o ir e vir de pessoas portadoras de necessidades especiais ou com mobilidade reduzida a Diretoria de Controle Externo de Obras Públicas
(Dcop)
do Tribunal de Contas do Estado (TCE) pretende iniciar em 2013 fiscalizações específicas das condições de acessibilidade. O alvo será as obras públicas
e os serviços de engenharia que estão sujeitos a fiscalização da corte amazonense.
O presidente da Associação dos Deficientes Físicos do Amazonas (Adefa), Isaac Benayon, disse que o TCE contribuirá com as ações, principalmente prédios
públicos, nos imóveis mais frequentados pelos deficientes. “O processo será demorado por conta de inúmeros predios antigos”, comentou.
Entre as ressalvas sugeridas pela Adefa, está uma que proibe a locação por parte dos poderes públicos de imóveis que não tenham a devida garantia da acessibilidade.
“É o nosso direito, apenas estamos procurando viabilizar a garantia da lei. Porém em outras situações o que falta é a sensibilidade”, completou Isaac Benayon.
Ele ainda ressaltou que as novas construções na capital já contemplam o direito dos portadores de necessidades especiais e mobilidade reduzida.
Para o presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Amazonas (CAU-AM), Jaime Kuck, a questão que envolve a acessibilidade destes públicos em Manaus
é complexa, mas existem leis que, se fossem cumpridas, ajudariam a melhorar o problema. Em Manaus um dos imóveis, recentemente alugado pela Prefeitura
de Manaus para o exercício das atividades da Superintendência Municipal de Transportes Urbanos (SMTU) passa por adequação para atender os portadores de
deficiência física. Segundo o arquiteto da SMTU, Marcelo Megali, nos próximos dias as obras serão concluídas.
fonte a critica
da Redação
Para assegurar o ir e vir de pessoas portadoras de necessidades especiais ou com mobilidade reduzida a Diretoria de Controle Externo de Obras Públicas
(Dcop)
do Tribunal de Contas do Estado (TCE) pretende iniciar em 2013 fiscalizações específicas das condições de acessibilidade. O alvo será as obras públicas
e os serviços de engenharia que estão sujeitos a fiscalização da corte amazonense.
O presidente da Associação dos Deficientes Físicos do Amazonas (Adefa), Isaac Benayon, disse que o TCE contribuirá com as ações, principalmente prédios
públicos, nos imóveis mais frequentados pelos deficientes. “O processo será demorado por conta de inúmeros predios antigos”, comentou.
Entre as ressalvas sugeridas pela Adefa, está uma que proibe a locação por parte dos poderes públicos de imóveis que não tenham a devida garantia da acessibilidade.
“É o nosso direito, apenas estamos procurando viabilizar a garantia da lei. Porém em outras situações o que falta é a sensibilidade”, completou Isaac Benayon.
Ele ainda ressaltou que as novas construções na capital já contemplam o direito dos portadores de necessidades especiais e mobilidade reduzida.
Para o presidente do Conselho de Arquitetura e Urbanismo do Amazonas (CAU-AM), Jaime Kuck, a questão que envolve a acessibilidade destes públicos em Manaus
é complexa, mas existem leis que, se fossem cumpridas, ajudariam a melhorar o problema. Em Manaus um dos imóveis, recentemente alugado pela Prefeitura
de Manaus para o exercício das atividades da Superintendência Municipal de Transportes Urbanos (SMTU) passa por adequação para atender os portadores de
deficiência física. Segundo o arquiteto da SMTU, Marcelo Megali, nos próximos dias as obras serão concluídas.
fonte a critica
Laboratório Sabin seleciona para 33 vagas para deficientes
Vagas serão preenchidas nas unidades de atendimento no Distrito Federal. Entre áreas estão atendimento, administração e bioquímica.
da Redação
O Laboratório Sabin, empresa de análises clínicas, está com 33 vagas de emprego abertas para pessoas com deficiência.
As oportunidades são para cargos nas áreas de atendimento, administração, bioquímica, biomedicina, marketing, recursos humanos e para técnicos de laboratório.
As vagas serão preenchidas nas unidades de atendimento no Distrito Federal. Os interessados podem cadastrar o currículo no site
http://www.sabinonline.com.br/
ou enviar para o e-mail
rh@sabinonline.com.br.
fonte g1
da Redação
O Laboratório Sabin, empresa de análises clínicas, está com 33 vagas de emprego abertas para pessoas com deficiência.
As oportunidades são para cargos nas áreas de atendimento, administração, bioquímica, biomedicina, marketing, recursos humanos e para técnicos de laboratório.
As vagas serão preenchidas nas unidades de atendimento no Distrito Federal. Os interessados podem cadastrar o currículo no site
http://www.sabinonline.com.br/
ou enviar para o e-mail
rh@sabinonline.com.br.
fonte g1
segunda-feira, 12 de novembro de 2012
Um faz de contas de verdade!
A coleção Era uma vez um Conto de Fadas Inclusivo, do fisioterapeuta Cristiano Refosco, está longe de ser um faz de conta. Cada vez mais, encontramos Brancas
Cegas de Neve, Chapeuzinhos das Cadeiras de Rodas Vermelhas e Aladowns que encantam e procuram ter um final feliz. A tarefa não é fácil, visto que a inclusão
ainda engatinha. O tema é tão presente e tem se popularizado que os 11 livros ficaram esgotados, tamanho o assédio na sessão de autógrafos.
Cristiano autografando seus livros, tendo a seu lado a Branca Cega de Neve
As histórias não foram elaboradas em um momento de inspiração. Cristiano trabalha no Centro de Integração da Criança Especial e teve que incluir as histórias
nas ocasiões mais dolorosas para os pequenos: o início da fisioterapia. "Para distraí-las eu comecei a contar as histórias que povoam a imaginação de cada
criança, mostrando que existe aquele João, o do pé de feijão, que não tinha braços, e a Chapeuzinho usava uma cadeira de rodas", relembra.
Esse cuidado oferece às crianças que possuem alguma deficiência vislumbrarem a sua realidade com um toque de magia. O objetivo principal da coleção é se
tornar um instrumento de apoio no trabalho de inclusão das pessoas com deficiência na sociedade, fomentando a utilização dos livros tanto nas atividades
escolares quanto no convívio familiar.
A coleção inclui um CD com audiodescrição das histórias.
As crianças que se aproximavam de Cristiano, na realidade, queriam, principalmente, ficar próximas a uma das princesas mais populares, a Branca Cega de
Neve. O personagem foi interpretado pela Miss Deficiência Visual do Rio Grande do Sul 2012 e 1ª princesa na final brasileira, Mirian Antunes de Mello.
A jovem, que mora com sua irmã - também cega – e estuda pedagogia, celebra a iniciativa de Refosco. Ela considera fundamental esse tipo de publicação,
pois o preconceito e a dificuldade de aceitação é muito grande. "Nossa deficiência é aparente, mas muitas pessoas têm um problema maior que é a deficiência
de coração", define.
Fonte:Journal Petit Enfant
referencia blog da audio descriçao
Cegas de Neve, Chapeuzinhos das Cadeiras de Rodas Vermelhas e Aladowns que encantam e procuram ter um final feliz. A tarefa não é fácil, visto que a inclusão
ainda engatinha. O tema é tão presente e tem se popularizado que os 11 livros ficaram esgotados, tamanho o assédio na sessão de autógrafos.
Cristiano autografando seus livros, tendo a seu lado a Branca Cega de Neve
As histórias não foram elaboradas em um momento de inspiração. Cristiano trabalha no Centro de Integração da Criança Especial e teve que incluir as histórias
nas ocasiões mais dolorosas para os pequenos: o início da fisioterapia. "Para distraí-las eu comecei a contar as histórias que povoam a imaginação de cada
criança, mostrando que existe aquele João, o do pé de feijão, que não tinha braços, e a Chapeuzinho usava uma cadeira de rodas", relembra.
Esse cuidado oferece às crianças que possuem alguma deficiência vislumbrarem a sua realidade com um toque de magia. O objetivo principal da coleção é se
tornar um instrumento de apoio no trabalho de inclusão das pessoas com deficiência na sociedade, fomentando a utilização dos livros tanto nas atividades
escolares quanto no convívio familiar.
A coleção inclui um CD com audiodescrição das histórias.
As crianças que se aproximavam de Cristiano, na realidade, queriam, principalmente, ficar próximas a uma das princesas mais populares, a Branca Cega de
Neve. O personagem foi interpretado pela Miss Deficiência Visual do Rio Grande do Sul 2012 e 1ª princesa na final brasileira, Mirian Antunes de Mello.
A jovem, que mora com sua irmã - também cega – e estuda pedagogia, celebra a iniciativa de Refosco. Ela considera fundamental esse tipo de publicação,
pois o preconceito e a dificuldade de aceitação é muito grande. "Nossa deficiência é aparente, mas muitas pessoas têm um problema maior que é a deficiência
de coração", define.
Fonte:Journal Petit Enfant
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