Segundo empresa, pacotes de senhas do Gmail, Hotmail, Live.com e Aol também estão entre as informações roubadas em um ataque hacker
O Yahoo confirmou, na tarde desta quinta-feira (12), que um arquivo contendo mais de 400 mil senhas foi roubado durante uma invasão de hackers ocorrida
ontem. Os hackers, de um grupo conhecido como D33D,
publicaram as senhas ,
que incluem dados pessoais de contas de usuários do Yahoo.
No entanto, de acordo com a empresa de segurança Rapid7, o pacote de senhas exposto pelos hackers também inclui senhas de outros serviços como Gmail, Aol,
Hotmail, Comcast, MSN, SBC Global, Verizon, BellSouth e Live.com. Marcus Carey, um dos pesquisadores da Rapid7, disse ao
jornal The New York Times
que a lista contém 106 mil senhas de usuários do Gmail e 55 mil senhas de usuários do Hotmail.
O Yahoo confirmou que dados de usuários desses serviços foram roubados, já que constavam no banco de dados por conta da rede de colaboradores do Yahoo,
mas que menos de 5% das senhas roubadas ainda estavam válidas. "Já estamos resolvendo a vulnerabilidade que permitiu o roubo e notificando as empresas
que tiveram usuários prejudicados", disse Dana Langkeek, porta-voz do Yahoo, em comunicado.
O Yahoo recomenda que os usuários troquem suas senhas de acesso à conta, bem como a senha de outros serviços, caso o usuário utilize a mesma senha.
fonte livraria virtual
sexta-feira, 13 de julho de 2012
13 FATOS SOBRE A SEXTA FEIRA 13!
Hoje é um daqueles dias em que os supersticiosos ficam alertas – tem gente até que não sai de casa e falta ao trabalho com medo de ocorrer alguma coisa
terrível. Mas de onde veio essa história de que sexta-feira 13 é dia de azar? O que já rolou de ruim nelas? Listamos 13 fatos que ajudam a entender o mito
– ou que servem como curiosidade para você contar por aí.
1- Deus favorito vira deus morto
Tudo indica que a história envolvendo a sexta-feira 13 tenha origem em lendas da mitologia nórdica. De acordo com a primeira delas, 12 divindades foram
convidadas para um banquete no Valhalla, a morada dos deuses. Mas um espírito do mal e da discórdia apareceu sem ser chamado e armou uma briga em que morreu
o favorito dos deuses. Daí veio a crença de que convidar 13 pessoas para um jantar era problema na certa.
2- A deusa bruxa da sexta-feira
Também na Escandinávia, Freya, a deusa do amor e da beleza cujo nome deu origem a Friday (o “dia de Freya”, sexta-feira em inglês) se transformou em bruxa
quando as tribos nórdicas e alemãs se converteram ao cristianismo. Para se vingar pelo abandono, ela passou a reunir-se todas as sextas com outras 11 bruxas,
mais o demônio – num total de 13 entes que ficavam rogando pragas sobre os humanos. Mais má fama para a sexta-feira e o número 13.
3- A tortura dos Cavaleiros Templários
08/Templarsign
Uma história mais recente tem a ver com a Ordem dos Cavaleiros Templários, fundada no século 12 durante as Cruzadas para proteger os cristãos que voltaram
a fazer a peregrinação a Jerusalém após a sua conquista. Mas sua influência e prestígio na Europa estavam crescendo muito e incomodaram o rei Filipe IV,
da França. No dia 13 de outubro de 1307, uma sexta-feira, ele iniciou uma perseguição aos templários, que passaram a ser presos, torturados, excomungados
e queimados na fogueira.
4- Sexta-Feira 13 tocando o terror nos computadores
Numa sexta-feira, 13 de janeiro de 1989, um vírus de computador causou muita dor de cabeça nas pessoas em uma época que ainda não estava acostumada com
esse tipo de ataque. Seu nome oficial era “Jerusalem”, mas ele ficou conhecido como “Sexta-Feira 13” porque ficava oculto e era executado nessa data. Depois
de apenas 30 minutos de contaminação, o vírus era capaz de diminuir a velocidade do PC em até 90%. Hoje, é facilmente detectável por qualquer antivírus,
mas mesmo assim vários dos seus sucessores se baseiam em seu código e método de infecção.
5- O AI-5 foi decretado em uma sexta-feira 13
O Ato Institucional Nº5 (AI-5) foi decretado no dia 13 de dezembro de 1968, uma sexta-feira, pelo regime militar brasileiro. Ele dava poderes totais ao
Presidente da República e colocava o país em estado de sítio, permitindo aos militares fechar o Congresso e suspendendo várias garantias constitucionais.
Motivo a mais de trauma para os brasileiros.
6- Sexta-feira, independente de ser dia 13, é dia de má sorte em muitas culturas
A sexta-feira já era considerada de má sorte desde a Idade Média e continua sendo em muitas culturas. O folclore macedônio proíbe cortar o cabelo e as
unhas nesse dia e os brâmanes e parses indianos, bem como os burmaneses, acham que é um dia de mau agouro. Segundo a superstição náutica, é bom começar
o fim de semana só no sábado mesmo e evitar zarpar em uma sexta-feira para não desagradar a deusa Freya (aquela da sexta-feira).
7- A natureza também já sofreu numa sexta-feira 13
O pior incêndio de florestas na história da Austrália ocorreu em uma sexta-feira 13 de 1939, onde cerca de 20 mil quilômetros de terra foram queimados
e 71 pessoas morreram.
8- O avião que deu origem ao filme Alive caiu em uma sexta-feira 13
08/filme-alive
Imagem: divulgação
O avião da Força Aérea do Uruguai que levava 45 pessoas, incluindo a equipe uruguaia de rúgbi, caiu na Cordilheira dos Andes no dia 13 de outubro de 1972,
uma sexta-feira. Os 16 sobreviventes, que tiveram que praticar antropofagia para se manterem vivos, enfrentaram um frio de 30 graus negativos e foram resgatados
72 dias depois do acidente. Os acontecimentos deram origem ao filme Alive (Vivos), de 1993.
9- E tem gente que celebrada a data (medo!)
Em Portugal, muitas cidades e vilas celebram a Sexta-feira 13, incluindo a cidade do Porto. A maior de todas acontece no castelo de Montalegre, em Trás-os-Montes.
As festas incluem bruxas, teatro, fogueira e banquetes com produtos locais.
10- Sim, existe uma fobia relacionada à sexta-feira 13 e, sim, ela tem um nome bizarro
Paraskavedekatriaphobia ou frigatriscaidecafobia. É assim que é chamado o medo excessivo desse dia. Os sintomas variam de leve ansiedade a ataques de pânico,
que podem levar as pessoas à remodelação de horários ou a faltar ao trabalho um dia inteiro.
Segundo Donald Dossey, fundador do Stress Management Center and Phobia Institute,
a fobia atinge de 17 a 21 milhões de pessoas só nos EUA.
11- Dia ruim para os negócios
Estima-me que os Estados Unidos percam entre US$800 e 900mi em negócios a cada sexta-feira 13 porque as pessoas ficam com receio de fazer as coisas que
normalmente fariam, como viajar ou sair para fazer compras. Os americanos que não suportam shoppings lotados (e não sofrem de parascavedecatriafobia) devem
se esbaldar nesse dia. o/
12- O acidente com a Apollo 13 também foi numa sexta-feira 13
08/apollo-13
Desafiando os supersticiosos, a missão Apollo 13, com destino à Lua, estava indo bem nos dois primeiros dias. Daí, no dia 13 de abril de 1970, uma sexta-feira,
ocorreu uma explosão na nave que impediu a descida ao satélite. Os tripulantes ficarem quatro dias com o oxigênio racionado, mas felizmente, voltaram intactos
para a Terra.
13- Ficar com medo da sexta-feira 13 pode fazer você se dar mal nela
Uma pesquisa da Universidade de Hertfordshire, na Inglaterra,
descobriu que pessoas que se consideram azaradas são mais propensas a acreditar em superstições associadas com má sorte e ficar ansiosas em sextas-feiras
13. E o que elas temem muitas vezes acaba acontecendo mesmo – não por serem azaradas, mas justamente porque, estando ansiosas, elas têm mais chances de
fazer coisas erradas ou bater o carro, por exemplo.
fonte:revista abril
terrível. Mas de onde veio essa história de que sexta-feira 13 é dia de azar? O que já rolou de ruim nelas? Listamos 13 fatos que ajudam a entender o mito
– ou que servem como curiosidade para você contar por aí.
1- Deus favorito vira deus morto
Tudo indica que a história envolvendo a sexta-feira 13 tenha origem em lendas da mitologia nórdica. De acordo com a primeira delas, 12 divindades foram
convidadas para um banquete no Valhalla, a morada dos deuses. Mas um espírito do mal e da discórdia apareceu sem ser chamado e armou uma briga em que morreu
o favorito dos deuses. Daí veio a crença de que convidar 13 pessoas para um jantar era problema na certa.
2- A deusa bruxa da sexta-feira
Também na Escandinávia, Freya, a deusa do amor e da beleza cujo nome deu origem a Friday (o “dia de Freya”, sexta-feira em inglês) se transformou em bruxa
quando as tribos nórdicas e alemãs se converteram ao cristianismo. Para se vingar pelo abandono, ela passou a reunir-se todas as sextas com outras 11 bruxas,
mais o demônio – num total de 13 entes que ficavam rogando pragas sobre os humanos. Mais má fama para a sexta-feira e o número 13.
3- A tortura dos Cavaleiros Templários
08/Templarsign
Uma história mais recente tem a ver com a Ordem dos Cavaleiros Templários, fundada no século 12 durante as Cruzadas para proteger os cristãos que voltaram
a fazer a peregrinação a Jerusalém após a sua conquista. Mas sua influência e prestígio na Europa estavam crescendo muito e incomodaram o rei Filipe IV,
da França. No dia 13 de outubro de 1307, uma sexta-feira, ele iniciou uma perseguição aos templários, que passaram a ser presos, torturados, excomungados
e queimados na fogueira.
4- Sexta-Feira 13 tocando o terror nos computadores
Numa sexta-feira, 13 de janeiro de 1989, um vírus de computador causou muita dor de cabeça nas pessoas em uma época que ainda não estava acostumada com
esse tipo de ataque. Seu nome oficial era “Jerusalem”, mas ele ficou conhecido como “Sexta-Feira 13” porque ficava oculto e era executado nessa data. Depois
de apenas 30 minutos de contaminação, o vírus era capaz de diminuir a velocidade do PC em até 90%. Hoje, é facilmente detectável por qualquer antivírus,
mas mesmo assim vários dos seus sucessores se baseiam em seu código e método de infecção.
5- O AI-5 foi decretado em uma sexta-feira 13
O Ato Institucional Nº5 (AI-5) foi decretado no dia 13 de dezembro de 1968, uma sexta-feira, pelo regime militar brasileiro. Ele dava poderes totais ao
Presidente da República e colocava o país em estado de sítio, permitindo aos militares fechar o Congresso e suspendendo várias garantias constitucionais.
Motivo a mais de trauma para os brasileiros.
6- Sexta-feira, independente de ser dia 13, é dia de má sorte em muitas culturas
A sexta-feira já era considerada de má sorte desde a Idade Média e continua sendo em muitas culturas. O folclore macedônio proíbe cortar o cabelo e as
unhas nesse dia e os brâmanes e parses indianos, bem como os burmaneses, acham que é um dia de mau agouro. Segundo a superstição náutica, é bom começar
o fim de semana só no sábado mesmo e evitar zarpar em uma sexta-feira para não desagradar a deusa Freya (aquela da sexta-feira).
7- A natureza também já sofreu numa sexta-feira 13
O pior incêndio de florestas na história da Austrália ocorreu em uma sexta-feira 13 de 1939, onde cerca de 20 mil quilômetros de terra foram queimados
e 71 pessoas morreram.
8- O avião que deu origem ao filme Alive caiu em uma sexta-feira 13
08/filme-alive
Imagem: divulgação
O avião da Força Aérea do Uruguai que levava 45 pessoas, incluindo a equipe uruguaia de rúgbi, caiu na Cordilheira dos Andes no dia 13 de outubro de 1972,
uma sexta-feira. Os 16 sobreviventes, que tiveram que praticar antropofagia para se manterem vivos, enfrentaram um frio de 30 graus negativos e foram resgatados
72 dias depois do acidente. Os acontecimentos deram origem ao filme Alive (Vivos), de 1993.
9- E tem gente que celebrada a data (medo!)
Em Portugal, muitas cidades e vilas celebram a Sexta-feira 13, incluindo a cidade do Porto. A maior de todas acontece no castelo de Montalegre, em Trás-os-Montes.
As festas incluem bruxas, teatro, fogueira e banquetes com produtos locais.
10- Sim, existe uma fobia relacionada à sexta-feira 13 e, sim, ela tem um nome bizarro
Paraskavedekatriaphobia ou frigatriscaidecafobia. É assim que é chamado o medo excessivo desse dia. Os sintomas variam de leve ansiedade a ataques de pânico,
que podem levar as pessoas à remodelação de horários ou a faltar ao trabalho um dia inteiro.
Segundo Donald Dossey, fundador do Stress Management Center and Phobia Institute,
a fobia atinge de 17 a 21 milhões de pessoas só nos EUA.
11- Dia ruim para os negócios
Estima-me que os Estados Unidos percam entre US$800 e 900mi em negócios a cada sexta-feira 13 porque as pessoas ficam com receio de fazer as coisas que
normalmente fariam, como viajar ou sair para fazer compras. Os americanos que não suportam shoppings lotados (e não sofrem de parascavedecatriafobia) devem
se esbaldar nesse dia. o/
12- O acidente com a Apollo 13 também foi numa sexta-feira 13
08/apollo-13
Desafiando os supersticiosos, a missão Apollo 13, com destino à Lua, estava indo bem nos dois primeiros dias. Daí, no dia 13 de abril de 1970, uma sexta-feira,
ocorreu uma explosão na nave que impediu a descida ao satélite. Os tripulantes ficarem quatro dias com o oxigênio racionado, mas felizmente, voltaram intactos
para a Terra.
13- Ficar com medo da sexta-feira 13 pode fazer você se dar mal nela
Uma pesquisa da Universidade de Hertfordshire, na Inglaterra,
descobriu que pessoas que se consideram azaradas são mais propensas a acreditar em superstições associadas com má sorte e ficar ansiosas em sextas-feiras
13. E o que elas temem muitas vezes acaba acontecendo mesmo – não por serem azaradas, mas justamente porque, estando ansiosas, elas têm mais chances de
fazer coisas erradas ou bater o carro, por exemplo.
fonte:revista abril
DIA 13 DE JULHO DIA INTERNACIONAL DO ROCK!
Mas porque 13 de julho? Foi no dia 13 de julho de 1985 que um cara chamado Bob Geldof, vocalista da banda Boomtown Rats, organizou aquele que foi sem dúvida
o maior show de rock da Terra, o Live Aid - uma perfeita combinação de artistas lendários da história da pop music e do rock mundial.
Tina Turner & Mck Jagger
Além de contar com nomes de peso da música internacional, o Live Aid tinha um teor mais elevado, que era a tentativa nobre de conseguir fundos para que
a miséria e a fome na África pudessem ser pelo menos minimizadas. Dois shows foram realizados, sendo um no lendário Wembley Stadium de Londres (Inglaterra)
e outro no não menos lendário JFK Stadium na Filadélfia (EUA).
Os shows traziam um elenco de megastars, como Paul McCartney, The Who, Elton John, Boomtown Rats, Adam Ant, Ultravox, Elvis Costello, Black Sabbath, Run
DMC, Sting, Brian Adams, U2, Dire Straits, David Bowie, The Pretenders, The Who, Santana, Madona, Eric Clapton, Led Zeppelin, Duran Duran, Bob Dylan, Lionel
Ritchie, Rolling Stones, Queen, The Cars, The Four Tops, Beach Boys, entre outros, alcançando uma audiência pela TV de cerca de 2 bilhões de telespectadores
em todo o planeta, em cerca de 140 países. Ao contrário do festival Woodstock (tanto o 1 como o 2), o Live Aid conseguiu tocar não somente os bolsos e
as mentes das pessoas, mas também os corações.
Pete Towshend (The Who)
No show da Filadélfia, Joan Baez abriu o evento executando "Amazing Grace", com cerca de 101 mil pessoas cantando em coro o trecho "eu estava perdido e
agora me encontrei, eu estava cego e agora consigo ver". Este show marcou também a única reunião dos três sobreviventes da banda Led Zeppelin, Robert Plant,
Jimmy Page e John Paul Jones, com a presença ilustre de Phil Collins na bateria.
No final deste show, Mick Jagger e Tina Turner juntos, cantando "State of Shock" e "It's Only Rock and Roll", com Daryl Hall, John Oates e os ex-integrantes
dos Temptations, David Ruffin e Eddie Kendrichs fazendo os backing vocals. Foi realmente um momento único na história do ROCK!
Paul McCartney & Elton John
O Live Aid conseguiu em 16 horas de show acumular cerca de 100 milhões de dólares, totalmente destinados ao povo faminto e miserável da África. Isso é
a cara do ROCK AND ROLL!
ATITUDE!!!
Robert Plant & Jimmi Page (Led Zeppelin)
fonte:portal do rock
o maior show de rock da Terra, o Live Aid - uma perfeita combinação de artistas lendários da história da pop music e do rock mundial.
Tina Turner & Mck Jagger
Além de contar com nomes de peso da música internacional, o Live Aid tinha um teor mais elevado, que era a tentativa nobre de conseguir fundos para que
a miséria e a fome na África pudessem ser pelo menos minimizadas. Dois shows foram realizados, sendo um no lendário Wembley Stadium de Londres (Inglaterra)
e outro no não menos lendário JFK Stadium na Filadélfia (EUA).
Os shows traziam um elenco de megastars, como Paul McCartney, The Who, Elton John, Boomtown Rats, Adam Ant, Ultravox, Elvis Costello, Black Sabbath, Run
DMC, Sting, Brian Adams, U2, Dire Straits, David Bowie, The Pretenders, The Who, Santana, Madona, Eric Clapton, Led Zeppelin, Duran Duran, Bob Dylan, Lionel
Ritchie, Rolling Stones, Queen, The Cars, The Four Tops, Beach Boys, entre outros, alcançando uma audiência pela TV de cerca de 2 bilhões de telespectadores
em todo o planeta, em cerca de 140 países. Ao contrário do festival Woodstock (tanto o 1 como o 2), o Live Aid conseguiu tocar não somente os bolsos e
as mentes das pessoas, mas também os corações.
Pete Towshend (The Who)
No show da Filadélfia, Joan Baez abriu o evento executando "Amazing Grace", com cerca de 101 mil pessoas cantando em coro o trecho "eu estava perdido e
agora me encontrei, eu estava cego e agora consigo ver". Este show marcou também a única reunião dos três sobreviventes da banda Led Zeppelin, Robert Plant,
Jimmy Page e John Paul Jones, com a presença ilustre de Phil Collins na bateria.
No final deste show, Mick Jagger e Tina Turner juntos, cantando "State of Shock" e "It's Only Rock and Roll", com Daryl Hall, John Oates e os ex-integrantes
dos Temptations, David Ruffin e Eddie Kendrichs fazendo os backing vocals. Foi realmente um momento único na história do ROCK!
Paul McCartney & Elton John
O Live Aid conseguiu em 16 horas de show acumular cerca de 100 milhões de dólares, totalmente destinados ao povo faminto e miserável da África. Isso é
a cara do ROCK AND ROLL!
ATITUDE!!!
Robert Plant & Jimmi Page (Led Zeppelin)
fonte:portal do rock
quinta-feira, 12 de julho de 2012
CONSUMIDORES ESQUECIDOS!
algumas empresas cumprem a legislação, mantendo em seus quadros pessoas com deficiência, mas são poucas as que se propõem A se comunicar de forma adequada
com esse público que,
segundo o ibge, representa algo em torno de 24% dos brasileiros
Eles somam cerca de 46 milhões de pessoas, correspondente a 24% da população brasileira, de acordo com o Censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia
e Estatística (IBGE): as pessoas com deficiência formam um público de tamanho significativo que pode estar sendo deixado de lado – e até mesmo ignorado
– pelas estratégias de comunicação de sua empresa.
05/MURAL1_INCLUSIVA_foto0
Sim: comunicar-se diretamente e de forma eficaz com pessoas com deficiência ainda não está entre as prioridades da maioria das empresas brasileiras. Preconceitos
e desconhecimentos fazem com que quase um quarto dos brasileiros fique de fora dos processos de comunicação corporativa e deixem de ser percebidos por
empresas como parceiros, colaboradores, consumidores e, principalmente, cidadãos que buscam e têm direito à informação – um direito previsto na Constituição
Federal brasileira para todos os brasileiros, sem distinção.
Presidente da ONG Vez da Voz, que desenvolve ações de mídia inclusiva em parceria com diversas empresas, como a Folha de S. Paulo e o UOL, Claudia Cotes
acredita que é possível levar para as empresas um novo modelo de comunicação que seja acessível a todas as pessoas. Os recursos são amplos e envolvem material
em áudio e em braile, softwares de reconhecimento de voz, leitores de telas (softwares que reproduzem em áudio, ou seja, leem o que está escrito na tela),
tradutores de Libras (Linguagem Brasileira de Sinais) e vídeos inclusivos que contenham audiodescrição de cenas (narradas por um locutor), legendas e tradutor
de Libras mostrado em tamanho adequado.
“Este modelo de comunicação inclusiva pode ser utilizado por toda a sociedade, em qualquer setor. A inovação depende de uma equipe de profissionais que
queiram mudar e ampliar horizontes. O ganho para a empresa é o de pensar de uma forma inclusiva, mais ampla, e o de comunicar-se de uma forma mais eficaz,
sem preconceito.”
Jornalista e presidente da Usina da Inclusão, startup de social commerce inclusivo, que conta com assessoria de comunicação e de imprensa especializada,
Lincoln Tavares acredita que as empresas devem evitar pensar na comunicação inclusiva como um conceito isolado ou como estratégia para atingir determinado
segmento.
“É preciso estruturar uma cultura inclusiva em todos os segmentos da empresa, inclusive (e não somente) na comunicação corporativa. Queremos nos comunicar
com quem? Se a resposta é “com todas as pessoas”, então devemos pensar quais ferramentas tornam essa comunicação possível. Na comunicação com o público
externo, o raciocínio é o mesmo”, diz Tavares.
Recursos estratégicos
Desenvolver uma estratégia de comunicação e marketing que alcance a todos exige atenção a detalhes que comumente passam despercebidos, tanto em empresas
de segmentos diversos, quanto em agências de comunicação. Dentre os cuidados para que a informação esteja realmente ao alcance de todos, Tavares cita desde
a escolha dos formatos de arquivos até a elaboração de produtos específicos.
“Por exemplo, ao elaborar uma newsletter, a empresa pode (na verdade deve) saber que determinadas extensões de arquivos (JPG e PDF, por exemplo) não são
reconhecidas por softwares leitores de tela, utilizados por pessoas com deficiência visual. Qual seria, então, uma solução razoável? Preparar um equivalente
textual em TXT ou mesmo em Word. Ou, então, se for utilizar imagens em meio ao material produzido, deve-se descrevê-las (de maneira objetiva) por meio
de legendas.”
05/MURAL1_INCLUSIVA_foto1
A impressão em braile, importante para o acesso das pessoas com deficiência visual à informação, também é recomendada. No entanto, o jornalista frisa que
nem todas as pessoas com deficiência visual dominam esse tipo de escrita.
“A produção de podcasts também pode ser uma boa saída. No caso da produção de vídeos, ainda há a audiodescrição, uma técnica que descreve o que está acontecendo
durante a cena sem conflitar com os diálogos. Para as pessoas com deficiência auditiva, é recomendável a utilização de legendas e intérprete de Libras,
não somente para os vídeos, mas também como material complementar aos textos. No caso de blogs, hotsites e outras ferramentas relacionadas às mídias sociais,
também devem ser utilizados recursos como os botões de aumento e contraste da fonte e programação de HTML que facilite e torne intuitiva a navegação”,
explica.
Acessibilidade na rede
Grande aliada na inclusão das pessoas com deficiência dentro dos processos de comunicação, a internet pode ser utilizada de forma mais eficaz pelas empresas
que buscam criar novos paradigmas na construção de uma sociedade mais igualitária no acesso à informação e nas oportunidades de trabalho e de consumo.
Para isso, além dos recursos citados por Tavares, é necessário, por exemplo, que o site facilite a utilização de leitores de tela, que o seu código seja
organizado de modo a permitir a total navegação por meio do teclado (sem o uso do mouse), de forma simples, que possibilite o uso de atalhos para o acesso
a diferentes partes do site e que ofereça transcrição em áudio e vídeo do conteúdo.
“De acordo com Tim Berners-Lee, criador da internet e hoje líder do W3C (consórcio internacional com objetivo de desenvolver padrões para a web), a web
tem de estar disponível para todas as pessoas, independentemente do hardware que usam, software, idioma, cultura, localização geográfica ou capacidade
física e mental”, afirma Rodrigo Leme, gerente de projetos da Espiral Interativa, agência digital de São Paulo que trabalha com consultoria em acessibilidade
para a web e que tem clientes como a Fundação Dorina Nowill, uma das mais reconhecidas entidades voltadas à inclusão das pessoas com deficiência visual
do Brasil.
“Tenho esperança de que daqui a alguns anos seja natural construirmos sites e/ou outros meios de divulgação de informação e serviços acessíveis. Hoje,
o
principal é termos consciência da importância de seguirmos algumas regras e tomarmos alguns cuidados extras na concepção de um site. Sites acessíveis têm
cuidados visuais, estruturais, no conteúdo, na semântica e também na usabilidade. A informação deve ser pensada para atender a todos.”
Diferenças que promovem a igualdade
Consultora da Talento Incluir, empresa que trabalha com a inclusão de pessoas com deficiências no mercado de trabalho, Tabata Contri esclarece que as empresas
precisam ter sensibilidade para entender as diferentes necessidades de seus funcionários e clientes, promovendo a autonomia e a profissionalização da relação
entre empresa e funcionários com deficiência.
05/MURAL1_INCLUSIVA_foto2
“A pessoa com deficiência tem de receber e entender 100% das informações que são passadas para ela e, para isso, é preciso trabalhar a cultura da empresa
como um todo. A pessoa com deficiência não pode ser vista como um coitadinho, mas como uma pessoa que pode contribuir com a empresa e que deve receber
as informações necessárias para isso.”
Cadeirante há 11 anos, Tabata defende que as pessoas com deficiência devem ser vistas pelas empresas como um público a ser alcançado, não de uma forma
assistencialista,
mas por meio de ações efetivas que promovam sua inclusão nas mesmas esferas que as demais pessoas: consumo, trabalho, educação, lazer, entretenimento,
cidadania – e, para ela, a comunicação tem um papel primordial nesse processo.
“Mais do que promover a acessibilidade, a comunicação pode provocar uma mudança na cultura das empresas e da sociedade”, afirma, lembrando que cadeirantes
e pessoas com mobilidade reduzida também precisam ser contempladas com ações de comunicação inclusiva, como correto posicionamento de avisos e jornais
murais em locais acessíveis, com conforto para quem precisa de apoio físico e em uma altura compatível com a leitura a partir de cadeiras de rodas.
Apesar do longo caminho a se percorrer para que a comunicação inclusiva esteja no dia a dia de todas as pessoas, a consultora analisa o atual momento com
otimismo: “A publicidade e as empresas começaram a entender que esse é um nicho de mercado interessante e que as pessoas com deficiências são formadoras
de opinião e exercem influência importante na sociedade”.
Rentabilidade humana e empresarial
Na Johnson & Johnson, o processo de comunicação inclusiva teve início em 2006, com a implantação do programa de inclusão de pessoas com deficiência entre
os funcionários. A empresa conta com 20 pessoas com deficiência auditiva beneficiadas pelo programa, que envolve tradutores de Libras em reuniões e em
capacitações.
“Uma das ações que implantamos foi a capacitação correta dos deficientes auditivos – em julho de 2011, fizemos o primeiro treinamento. A partir daí, passamos
a desenvolver material de treinamento específico para esse grupo”, afirma Rubia Fernandes, da área de educação e treinamento da Johnson & Johnson, em São
José dos Campos.
“Para a empresa, o benefício é ter todos os profissionais motivados, com a mesma base de conhecimento para executar sua função corretamente. Para os funcionários,
é importante ter uma base única de desenvolvimento, respeitando as diferenças.”
Além de promover a cidadania, de desmitificar as diferenças e de promover mudanças importantes na vida de pessoas com e sem deficiência, a comunicação
inclusiva
pode ser uma aliada estratégica para o incremento do desempenho dos funcionários e da rentabilidade empresarial.
“A comunicação promove um rendimento mais individualizado e dentro dos padrões dos não deficientes, promovendo mais autonomia para a execução das tarefas
empresariais. Com isso, a empresa e os funcionários ganham tempo, pois as pessoas com deficiência conseguem resolver suas tarefas com independência e sem
o auxílio de outras pessoas a todo o momento. A empresa ganha com um desempenho melhor de seus funcionários e em sua rentabilidade empresarial”, afirma
Maria Gorete Cortez de Assis, integrante do Conselho Estadual para Assuntos da Pessoa com Deficiência, de São Paulo, e coordenadora educacional do Próvisão,
hospital e centro de reabilitação localizado em São José dos Campos, que conta com um núcleo de empregabilidade para pessoas com deficiência visual.
Pedagoga especializada em deficiência visual, Gorete destaca o papel da comunicação inclusiva nas rotinas empresariais, mesmo quando as informações possam
parecer simples ou corriqueiras. “As pessoas que enxergam interagem o tempo todo com tudo que está ao seu redor, como quadros de comunicação e placas.
O cego fica à mercê dessa comunicação do dia a dia, que tem uma dinâmica rápida, e precisa de uma comunicação inclusiva, que se realize de forma diária,
para que ele não receba informações truncadas. Mais importante até do que a acessibilidade física e os materiais assistivos e adaptados é a acessibilidade
dos seres humanos. Somente quando as pessoas passarem a realmente compreender as diferenças será possível transformar a realidade.”
Feira apresenta tecnologias inclusivas às empresas e aos consumidores
Uma oportunidade de conhecer novas práticas voltadas à acessibilidade de pessoas com deficiência chegará ao Vale do Paraíba no segundo semestre de 2012,
com a realização da primeira Feira e Congresso de Acessibilidade, Inclusão Social e Tecnologia Assistiva da região. Realizada pela Mastran Business Fairs,
o evento, que reunirá fabricantes de equipamentos e tecnologias para pessoas com deficiências, discutirá leis e melhorias na qualidade de vida e abordará
alguns temas, como a acessibilidade, a tecnologia assistiva, a inclusão social e a geração de empregos.
Inclusão de funcionários com deficiência deve ir além da legislação
Cumprir a legislação. Essa é a meta de muitas empresas quando se trata da inclusão de pessoas com deficiência em seus quadros de trabalho. Mas, para especialistas,
o setor empresarial brasileiro está muito longe de pôr em prática o que determina a lei. E mais: cumprir à risca o que diz a lei brasileira é insuficiente
para garantir uma inclusão efetiva, que respeite as necessidades e valorize as capacidades de pessoas com deficiência no ambiente de trabalho.
Considerada um marco na criação de postos de trabalho para pessoas com deficiência, a Lei 8.213, sancionada em 1991 e conhecida como Lei de Cotas, estabelece
que empresas com mais de 100 funcionários devem reservar de 2% a 5% das vagas de trabalho para pessoas com deficiência.
Para Tabata Contri, consultora da Talento Incluir, empresa de São Paulo que assessora profissionais com deficiência para a inclusão e recolocação no mercado
de trabalho, a legislação brasileira está começando a reverter esse quadro de exclusão e, como exemplo, cita dados do Ministério do Trabalho e Emprego,
que apontam que, em 2001, havia apenas 601 pessoas com deficiência empregadas no Estado de São Paulo – em 2008, esse número alcançou 102 mil pessoas.
“É um salto bem grande e que mostra que a inclusão está acontecendo. Por outro lado, ainda falta muito, pois a estimativa é que apenas 14% das empresas
cumpram a cota. A responsabilidade pela inclusão tem de ser compartilhada entre empresas, governo e pessoas com deficiência. As empresas devem assumir,
sim, sua responsabilidade na capacitação de quem tem deficiência, preparando os funcionários para o mercado e para a cultura corporativa, pois as pessoas
com deficiência estiveram por séculos à margem desse processo em nosso país. Além disso, a pessoa com deficiência deve atuar como protagonista de sua inclusão,
mostrando do que ela é capaz e apresentando soluções para dificuldades e limitações que encontre para exercer sua função, pois quem está entrevistando
e selecionando funcionários, muitas vezes, não conhece as especificidades de sua deficiência e não sabe tudo o que ela pode realizar.”
Mercado exclui parcela de trabalhadores dos processos de inclusão
Os avanços na inclusão social verificados nos últimos anos não alcançam de forma igualitária todas as pessoas com deficiência. De acordo com Maria Gorete
Cortez de Assis, do Hospital Próvisão, os deficientes visuais continuam à margem do processo de inclusão no mercado de trabalho.
“No caso das pessoas com deficiência visual, a legislação ajudou muito pouco. Existem poucas oportunidades de trabalho para os cegos e o mercado não conhece
a capacidade que eles têm, pois são pessoas com total condição de trabalho, desde que haja os recursos necessários.”
A realidade exposta por Gorete é confirmada por dados oficiais: segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, do total de empregos preenchidos por pessoas
com deficiência no Brasil, apenas 5,79% foram destinados a deficientes visuais, enquanto 54,47% foram preenchidos por pessoas com deficiência física (54,47%),
seguida dos auditivos (22,49%). Pessoas com deficiências intelectuais (5,10%) e com deficiências múltiplas (1,26%) foram ainda menos incluídas entre os
trabalhadores brasileiros.
Jornalista e editor do blog Guia Inclusivo, que trata de assuntos relacionados às pessoas com deficiência com enfoque nas cidades do Vale do Paraíba, Luis
Daniel da Silva avalia que a convivência é importante para quebrar as barreiras que existem entre empresas, funcionários e candidatos às vagas de emprego.
Por isso, é no próprio processo de inclusão que as dificuldades encontradas podem ser minimizadas e até resolvidas.
“É na convivência cotidiana que surgem as dúvidas, as possibilidades, as experiências, pois não existe ‘receita’ para se incluir. A pessoa com deficiência
quer ser tratada como qualquer outra, com seus direitos e deveres”, afirma Luis Daniel.
fonte:revista lettering
com esse público que,
segundo o ibge, representa algo em torno de 24% dos brasileiros
Eles somam cerca de 46 milhões de pessoas, correspondente a 24% da população brasileira, de acordo com o Censo 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia
e Estatística (IBGE): as pessoas com deficiência formam um público de tamanho significativo que pode estar sendo deixado de lado – e até mesmo ignorado
– pelas estratégias de comunicação de sua empresa.
05/MURAL1_INCLUSIVA_foto0
Sim: comunicar-se diretamente e de forma eficaz com pessoas com deficiência ainda não está entre as prioridades da maioria das empresas brasileiras. Preconceitos
e desconhecimentos fazem com que quase um quarto dos brasileiros fique de fora dos processos de comunicação corporativa e deixem de ser percebidos por
empresas como parceiros, colaboradores, consumidores e, principalmente, cidadãos que buscam e têm direito à informação – um direito previsto na Constituição
Federal brasileira para todos os brasileiros, sem distinção.
Presidente da ONG Vez da Voz, que desenvolve ações de mídia inclusiva em parceria com diversas empresas, como a Folha de S. Paulo e o UOL, Claudia Cotes
acredita que é possível levar para as empresas um novo modelo de comunicação que seja acessível a todas as pessoas. Os recursos são amplos e envolvem material
em áudio e em braile, softwares de reconhecimento de voz, leitores de telas (softwares que reproduzem em áudio, ou seja, leem o que está escrito na tela),
tradutores de Libras (Linguagem Brasileira de Sinais) e vídeos inclusivos que contenham audiodescrição de cenas (narradas por um locutor), legendas e tradutor
de Libras mostrado em tamanho adequado.
“Este modelo de comunicação inclusiva pode ser utilizado por toda a sociedade, em qualquer setor. A inovação depende de uma equipe de profissionais que
queiram mudar e ampliar horizontes. O ganho para a empresa é o de pensar de uma forma inclusiva, mais ampla, e o de comunicar-se de uma forma mais eficaz,
sem preconceito.”
Jornalista e presidente da Usina da Inclusão, startup de social commerce inclusivo, que conta com assessoria de comunicação e de imprensa especializada,
Lincoln Tavares acredita que as empresas devem evitar pensar na comunicação inclusiva como um conceito isolado ou como estratégia para atingir determinado
segmento.
“É preciso estruturar uma cultura inclusiva em todos os segmentos da empresa, inclusive (e não somente) na comunicação corporativa. Queremos nos comunicar
com quem? Se a resposta é “com todas as pessoas”, então devemos pensar quais ferramentas tornam essa comunicação possível. Na comunicação com o público
externo, o raciocínio é o mesmo”, diz Tavares.
Recursos estratégicos
Desenvolver uma estratégia de comunicação e marketing que alcance a todos exige atenção a detalhes que comumente passam despercebidos, tanto em empresas
de segmentos diversos, quanto em agências de comunicação. Dentre os cuidados para que a informação esteja realmente ao alcance de todos, Tavares cita desde
a escolha dos formatos de arquivos até a elaboração de produtos específicos.
“Por exemplo, ao elaborar uma newsletter, a empresa pode (na verdade deve) saber que determinadas extensões de arquivos (JPG e PDF, por exemplo) não são
reconhecidas por softwares leitores de tela, utilizados por pessoas com deficiência visual. Qual seria, então, uma solução razoável? Preparar um equivalente
textual em TXT ou mesmo em Word. Ou, então, se for utilizar imagens em meio ao material produzido, deve-se descrevê-las (de maneira objetiva) por meio
de legendas.”
05/MURAL1_INCLUSIVA_foto1
A impressão em braile, importante para o acesso das pessoas com deficiência visual à informação, também é recomendada. No entanto, o jornalista frisa que
nem todas as pessoas com deficiência visual dominam esse tipo de escrita.
“A produção de podcasts também pode ser uma boa saída. No caso da produção de vídeos, ainda há a audiodescrição, uma técnica que descreve o que está acontecendo
durante a cena sem conflitar com os diálogos. Para as pessoas com deficiência auditiva, é recomendável a utilização de legendas e intérprete de Libras,
não somente para os vídeos, mas também como material complementar aos textos. No caso de blogs, hotsites e outras ferramentas relacionadas às mídias sociais,
também devem ser utilizados recursos como os botões de aumento e contraste da fonte e programação de HTML que facilite e torne intuitiva a navegação”,
explica.
Acessibilidade na rede
Grande aliada na inclusão das pessoas com deficiência dentro dos processos de comunicação, a internet pode ser utilizada de forma mais eficaz pelas empresas
que buscam criar novos paradigmas na construção de uma sociedade mais igualitária no acesso à informação e nas oportunidades de trabalho e de consumo.
Para isso, além dos recursos citados por Tavares, é necessário, por exemplo, que o site facilite a utilização de leitores de tela, que o seu código seja
organizado de modo a permitir a total navegação por meio do teclado (sem o uso do mouse), de forma simples, que possibilite o uso de atalhos para o acesso
a diferentes partes do site e que ofereça transcrição em áudio e vídeo do conteúdo.
“De acordo com Tim Berners-Lee, criador da internet e hoje líder do W3C (consórcio internacional com objetivo de desenvolver padrões para a web), a web
tem de estar disponível para todas as pessoas, independentemente do hardware que usam, software, idioma, cultura, localização geográfica ou capacidade
física e mental”, afirma Rodrigo Leme, gerente de projetos da Espiral Interativa, agência digital de São Paulo que trabalha com consultoria em acessibilidade
para a web e que tem clientes como a Fundação Dorina Nowill, uma das mais reconhecidas entidades voltadas à inclusão das pessoas com deficiência visual
do Brasil.
“Tenho esperança de que daqui a alguns anos seja natural construirmos sites e/ou outros meios de divulgação de informação e serviços acessíveis. Hoje,
o
principal é termos consciência da importância de seguirmos algumas regras e tomarmos alguns cuidados extras na concepção de um site. Sites acessíveis têm
cuidados visuais, estruturais, no conteúdo, na semântica e também na usabilidade. A informação deve ser pensada para atender a todos.”
Diferenças que promovem a igualdade
Consultora da Talento Incluir, empresa que trabalha com a inclusão de pessoas com deficiências no mercado de trabalho, Tabata Contri esclarece que as empresas
precisam ter sensibilidade para entender as diferentes necessidades de seus funcionários e clientes, promovendo a autonomia e a profissionalização da relação
entre empresa e funcionários com deficiência.
05/MURAL1_INCLUSIVA_foto2
“A pessoa com deficiência tem de receber e entender 100% das informações que são passadas para ela e, para isso, é preciso trabalhar a cultura da empresa
como um todo. A pessoa com deficiência não pode ser vista como um coitadinho, mas como uma pessoa que pode contribuir com a empresa e que deve receber
as informações necessárias para isso.”
Cadeirante há 11 anos, Tabata defende que as pessoas com deficiência devem ser vistas pelas empresas como um público a ser alcançado, não de uma forma
assistencialista,
mas por meio de ações efetivas que promovam sua inclusão nas mesmas esferas que as demais pessoas: consumo, trabalho, educação, lazer, entretenimento,
cidadania – e, para ela, a comunicação tem um papel primordial nesse processo.
“Mais do que promover a acessibilidade, a comunicação pode provocar uma mudança na cultura das empresas e da sociedade”, afirma, lembrando que cadeirantes
e pessoas com mobilidade reduzida também precisam ser contempladas com ações de comunicação inclusiva, como correto posicionamento de avisos e jornais
murais em locais acessíveis, com conforto para quem precisa de apoio físico e em uma altura compatível com a leitura a partir de cadeiras de rodas.
Apesar do longo caminho a se percorrer para que a comunicação inclusiva esteja no dia a dia de todas as pessoas, a consultora analisa o atual momento com
otimismo: “A publicidade e as empresas começaram a entender que esse é um nicho de mercado interessante e que as pessoas com deficiências são formadoras
de opinião e exercem influência importante na sociedade”.
Rentabilidade humana e empresarial
Na Johnson & Johnson, o processo de comunicação inclusiva teve início em 2006, com a implantação do programa de inclusão de pessoas com deficiência entre
os funcionários. A empresa conta com 20 pessoas com deficiência auditiva beneficiadas pelo programa, que envolve tradutores de Libras em reuniões e em
capacitações.
“Uma das ações que implantamos foi a capacitação correta dos deficientes auditivos – em julho de 2011, fizemos o primeiro treinamento. A partir daí, passamos
a desenvolver material de treinamento específico para esse grupo”, afirma Rubia Fernandes, da área de educação e treinamento da Johnson & Johnson, em São
José dos Campos.
“Para a empresa, o benefício é ter todos os profissionais motivados, com a mesma base de conhecimento para executar sua função corretamente. Para os funcionários,
é importante ter uma base única de desenvolvimento, respeitando as diferenças.”
Além de promover a cidadania, de desmitificar as diferenças e de promover mudanças importantes na vida de pessoas com e sem deficiência, a comunicação
inclusiva
pode ser uma aliada estratégica para o incremento do desempenho dos funcionários e da rentabilidade empresarial.
“A comunicação promove um rendimento mais individualizado e dentro dos padrões dos não deficientes, promovendo mais autonomia para a execução das tarefas
empresariais. Com isso, a empresa e os funcionários ganham tempo, pois as pessoas com deficiência conseguem resolver suas tarefas com independência e sem
o auxílio de outras pessoas a todo o momento. A empresa ganha com um desempenho melhor de seus funcionários e em sua rentabilidade empresarial”, afirma
Maria Gorete Cortez de Assis, integrante do Conselho Estadual para Assuntos da Pessoa com Deficiência, de São Paulo, e coordenadora educacional do Próvisão,
hospital e centro de reabilitação localizado em São José dos Campos, que conta com um núcleo de empregabilidade para pessoas com deficiência visual.
Pedagoga especializada em deficiência visual, Gorete destaca o papel da comunicação inclusiva nas rotinas empresariais, mesmo quando as informações possam
parecer simples ou corriqueiras. “As pessoas que enxergam interagem o tempo todo com tudo que está ao seu redor, como quadros de comunicação e placas.
O cego fica à mercê dessa comunicação do dia a dia, que tem uma dinâmica rápida, e precisa de uma comunicação inclusiva, que se realize de forma diária,
para que ele não receba informações truncadas. Mais importante até do que a acessibilidade física e os materiais assistivos e adaptados é a acessibilidade
dos seres humanos. Somente quando as pessoas passarem a realmente compreender as diferenças será possível transformar a realidade.”
Feira apresenta tecnologias inclusivas às empresas e aos consumidores
Uma oportunidade de conhecer novas práticas voltadas à acessibilidade de pessoas com deficiência chegará ao Vale do Paraíba no segundo semestre de 2012,
com a realização da primeira Feira e Congresso de Acessibilidade, Inclusão Social e Tecnologia Assistiva da região. Realizada pela Mastran Business Fairs,
o evento, que reunirá fabricantes de equipamentos e tecnologias para pessoas com deficiências, discutirá leis e melhorias na qualidade de vida e abordará
alguns temas, como a acessibilidade, a tecnologia assistiva, a inclusão social e a geração de empregos.
Inclusão de funcionários com deficiência deve ir além da legislação
Cumprir a legislação. Essa é a meta de muitas empresas quando se trata da inclusão de pessoas com deficiência em seus quadros de trabalho. Mas, para especialistas,
o setor empresarial brasileiro está muito longe de pôr em prática o que determina a lei. E mais: cumprir à risca o que diz a lei brasileira é insuficiente
para garantir uma inclusão efetiva, que respeite as necessidades e valorize as capacidades de pessoas com deficiência no ambiente de trabalho.
Considerada um marco na criação de postos de trabalho para pessoas com deficiência, a Lei 8.213, sancionada em 1991 e conhecida como Lei de Cotas, estabelece
que empresas com mais de 100 funcionários devem reservar de 2% a 5% das vagas de trabalho para pessoas com deficiência.
Para Tabata Contri, consultora da Talento Incluir, empresa de São Paulo que assessora profissionais com deficiência para a inclusão e recolocação no mercado
de trabalho, a legislação brasileira está começando a reverter esse quadro de exclusão e, como exemplo, cita dados do Ministério do Trabalho e Emprego,
que apontam que, em 2001, havia apenas 601 pessoas com deficiência empregadas no Estado de São Paulo – em 2008, esse número alcançou 102 mil pessoas.
“É um salto bem grande e que mostra que a inclusão está acontecendo. Por outro lado, ainda falta muito, pois a estimativa é que apenas 14% das empresas
cumpram a cota. A responsabilidade pela inclusão tem de ser compartilhada entre empresas, governo e pessoas com deficiência. As empresas devem assumir,
sim, sua responsabilidade na capacitação de quem tem deficiência, preparando os funcionários para o mercado e para a cultura corporativa, pois as pessoas
com deficiência estiveram por séculos à margem desse processo em nosso país. Além disso, a pessoa com deficiência deve atuar como protagonista de sua inclusão,
mostrando do que ela é capaz e apresentando soluções para dificuldades e limitações que encontre para exercer sua função, pois quem está entrevistando
e selecionando funcionários, muitas vezes, não conhece as especificidades de sua deficiência e não sabe tudo o que ela pode realizar.”
Mercado exclui parcela de trabalhadores dos processos de inclusão
Os avanços na inclusão social verificados nos últimos anos não alcançam de forma igualitária todas as pessoas com deficiência. De acordo com Maria Gorete
Cortez de Assis, do Hospital Próvisão, os deficientes visuais continuam à margem do processo de inclusão no mercado de trabalho.
“No caso das pessoas com deficiência visual, a legislação ajudou muito pouco. Existem poucas oportunidades de trabalho para os cegos e o mercado não conhece
a capacidade que eles têm, pois são pessoas com total condição de trabalho, desde que haja os recursos necessários.”
A realidade exposta por Gorete é confirmada por dados oficiais: segundo o Ministério do Trabalho e Emprego, do total de empregos preenchidos por pessoas
com deficiência no Brasil, apenas 5,79% foram destinados a deficientes visuais, enquanto 54,47% foram preenchidos por pessoas com deficiência física (54,47%),
seguida dos auditivos (22,49%). Pessoas com deficiências intelectuais (5,10%) e com deficiências múltiplas (1,26%) foram ainda menos incluídas entre os
trabalhadores brasileiros.
Jornalista e editor do blog Guia Inclusivo, que trata de assuntos relacionados às pessoas com deficiência com enfoque nas cidades do Vale do Paraíba, Luis
Daniel da Silva avalia que a convivência é importante para quebrar as barreiras que existem entre empresas, funcionários e candidatos às vagas de emprego.
Por isso, é no próprio processo de inclusão que as dificuldades encontradas podem ser minimizadas e até resolvidas.
“É na convivência cotidiana que surgem as dúvidas, as possibilidades, as experiências, pois não existe ‘receita’ para se incluir. A pessoa com deficiência
quer ser tratada como qualquer outra, com seus direitos e deveres”, afirma Luis Daniel.
fonte:revista lettering
CONVITE!
"Vai ser lindo, Tiflotecnia, e CIATA na festa agostina"
Amigos,
vimos por meio deste convidá-los a participar de nossa tradicional
“Festa agostina”.
Vai ser lindo!
Um evento entre amigos, com diversas novidades, gente bonita, e uma
forma criteriosa na escolha do local, qualidade no atendimento, e uma
cozinha com diversas e apetitosas opções de refeição.
Neste sentido, comemoraremos o lançamento do Centro de inclusão
através da tecnologia assistiva – CIATA.
ONG patrocinada pela TIFLOTECNIA Brasil, que oferecerá um espaço
inclusivo e gratuito, para treinamento de diversas atividades
exercidas por pessoas com deficiência visual.
Quanto o cardápio, será oferecido deliciosos lanches, porções,
sobremesas, pizzas, carnes na brasa, grelhados, petiscos, refeições a
la carte, acompanhadas de ótimas bebidas com música ao vivo em
diversos estilos
(samba de raíz, chorinho, MPB, clássicos de blues, jazz, rock roll dos
anos 50 aos 90, e etc.)
Além dos músicos da casa, Como sempre, apresentações artísticas, sob a
talentosa cordenação do músico Audier com amigos.
Os interessados em fazer parte da equipe musical ou do grupo de
aniversariantes, deverão nos contactar através do e mail:
audier@vaiserlindo.com.br
Contamos com a importante, valiosa, e indispensável presença de todos.
Venham!
convidem parentes, amigos e vizinhos, para tornar o ambiente ainda mais festivo.
Local:
Nova Era - Restaurante e chopperia
Dia 04 de agosto as 14 horas
Endereço:
Rua Vergueiro, 709 - ao lado da estação Vergueiro do metrô SP
Tel: 11 3271-0686
Pedimos sua colaboração na divulgação deste evento.
Nossa participação é fundamental para o estímulo de atitudes
inclusivas e acessíveis como esta.
Vai ser lindo!
Venha passar uma tarde divertida com muito entretenimento.
Os.: A agência Econotour estará presente para esclarecimentos de
dúvidas pertinentes ao transatlântico acessível.
Nossos contatos:
WWW.vaiserlindo.com.br
vaiserlindo@vaiserlindo.com.br
Equipe Vai ser lindo
Agência Econotur
Tiflotecnia Brasil
Centro de inclusão através da tecnologia assistiva - CIATA
Amigos,
vimos por meio deste convidá-los a participar de nossa tradicional
“Festa agostina”.
Vai ser lindo!
Um evento entre amigos, com diversas novidades, gente bonita, e uma
forma criteriosa na escolha do local, qualidade no atendimento, e uma
cozinha com diversas e apetitosas opções de refeição.
Neste sentido, comemoraremos o lançamento do Centro de inclusão
através da tecnologia assistiva – CIATA.
ONG patrocinada pela TIFLOTECNIA Brasil, que oferecerá um espaço
inclusivo e gratuito, para treinamento de diversas atividades
exercidas por pessoas com deficiência visual.
Quanto o cardápio, será oferecido deliciosos lanches, porções,
sobremesas, pizzas, carnes na brasa, grelhados, petiscos, refeições a
la carte, acompanhadas de ótimas bebidas com música ao vivo em
diversos estilos
(samba de raíz, chorinho, MPB, clássicos de blues, jazz, rock roll dos
anos 50 aos 90, e etc.)
Além dos músicos da casa, Como sempre, apresentações artísticas, sob a
talentosa cordenação do músico Audier com amigos.
Os interessados em fazer parte da equipe musical ou do grupo de
aniversariantes, deverão nos contactar através do e mail:
audier@vaiserlindo.com.br
Contamos com a importante, valiosa, e indispensável presença de todos.
Venham!
convidem parentes, amigos e vizinhos, para tornar o ambiente ainda mais festivo.
Local:
Nova Era - Restaurante e chopperia
Dia 04 de agosto as 14 horas
Endereço:
Rua Vergueiro, 709 - ao lado da estação Vergueiro do metrô SP
Tel: 11 3271-0686
Pedimos sua colaboração na divulgação deste evento.
Nossa participação é fundamental para o estímulo de atitudes
inclusivas e acessíveis como esta.
Vai ser lindo!
Venha passar uma tarde divertida com muito entretenimento.
Os.: A agência Econotour estará presente para esclarecimentos de
dúvidas pertinentes ao transatlântico acessível.
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Equipe Vai ser lindo
Agência Econotur
Tiflotecnia Brasil
Centro de inclusão através da tecnologia assistiva - CIATA
quarta-feira, 11 de julho de 2012
III CONFERÊNCIA DOS DIREITOS DAS PESSOAS COM DEFICIÊNCIA DE SÃO PAULO OCORRE EM JULHO !
Local: São Paulo - sede da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência
Evento reunirá delegados que apresentarão suas propostas para depois serem levadas à Brasília
Nos dias 24 e 25 de Julho será realizada a III Conferência Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência do Estado de São Paulo, na Secretaria de Estado
dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo. O evento constitui a 3ª etapa da Conferência, que teve seu início na Etapa Municipal, em 01 de Novembro
de 2011 e estende-se até 30 de Abril. Serão discutidas idéias com a temática principal “Um olhar através da Convenção sobre os Direitos da Pessoa com
Deficiência: Novas perspectivas e desafios”.
Objetivo
O intuito deste projeto é formar e homologar uma delegação. Para tanto, propostas serão consolidadas e encaminhadas para Brasília, onde acontecerá em Dezembro
a Conferência Nacional. Esta delegação será formada por 25% de conselheiros estaduais, 50% de conselheiros municipais e 25% composta por membros da sociedade.
Como funcionará
Os delegados eleitos na Etapa Regional, que é formada por 10 Núcleos Regionais do Conselho Estadual para Assuntos da Pessoa com Deficiência de São Paulo
(CEAPcD), foram escolhidos por seus municípios. A etapa estadual deverá considerar a consolidação das Conferências ou Fóruns Municipais e Conferências
Regionais dos Direitos da Pessoa com Deficiência, tratar dos temas importantes em âmbito estadual, levantar propostas e após tal processo, será feita uma
espécie de triagem, em que ao menos 10 ideias sugeridas pelos participantes serão repassadas para a capital nacional, entre 03 a 06 de Dezembro de 2012.
Discutindo o tema
Com relação ao tema principal “Um olhar através da Convenção da ONU sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência: Novas perspectivas e desafios”, diversos
assuntos terão destaque, como a educação, o trabalho e reabilitação. Questões sobre acessibilidade, comunicação, transporte e moradia adequada serão abordados
também. Será enfatizada igualmente a saúde, segurança, padrões de vida e proteção social. Dentro destes pontos serão frisados aspectos como, por exemplo,
a equidade e o direito à cidadania, a afirmação dos valores da solidariedade social, as estratégias para alcançar estes objetivos, além de ser ressaltada
a relevância de recursos humanos e financeiros para o foco principal do evento. Todos baseados na Convenção sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência.
Quem pode participar
A III Conferência Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência do Estado de São Paulo terá participação de representantes de órgãos públicos, entidades
de classe, organizações de trabalhadores e patronais, representantes de Conselhos dos Direitos da Pessoa com Deficiência, representantes de entidades e
organizações da sociedade civil, além de usuários e pessoas interessadas nas questões relativas aos direitos das pessoas com deficiência e na defesa dos
direitos humanos. Os membros desta etapa estadual terão as seguintes categorias: delegados, que apresentarão suas propostas para serem discutidas e poderão
votar; e os convidados em geral, que têm o direito de opinar, mas não votam.
fonte:secretaria dos direitos das pessoas com deficiencia
Evento reunirá delegados que apresentarão suas propostas para depois serem levadas à Brasília
Nos dias 24 e 25 de Julho será realizada a III Conferência Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência do Estado de São Paulo, na Secretaria de Estado
dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo. O evento constitui a 3ª etapa da Conferência, que teve seu início na Etapa Municipal, em 01 de Novembro
de 2011 e estende-se até 30 de Abril. Serão discutidas idéias com a temática principal “Um olhar através da Convenção sobre os Direitos da Pessoa com
Deficiência: Novas perspectivas e desafios”.
Objetivo
O intuito deste projeto é formar e homologar uma delegação. Para tanto, propostas serão consolidadas e encaminhadas para Brasília, onde acontecerá em Dezembro
a Conferência Nacional. Esta delegação será formada por 25% de conselheiros estaduais, 50% de conselheiros municipais e 25% composta por membros da sociedade.
Como funcionará
Os delegados eleitos na Etapa Regional, que é formada por 10 Núcleos Regionais do Conselho Estadual para Assuntos da Pessoa com Deficiência de São Paulo
(CEAPcD), foram escolhidos por seus municípios. A etapa estadual deverá considerar a consolidação das Conferências ou Fóruns Municipais e Conferências
Regionais dos Direitos da Pessoa com Deficiência, tratar dos temas importantes em âmbito estadual, levantar propostas e após tal processo, será feita uma
espécie de triagem, em que ao menos 10 ideias sugeridas pelos participantes serão repassadas para a capital nacional, entre 03 a 06 de Dezembro de 2012.
Discutindo o tema
Com relação ao tema principal “Um olhar através da Convenção da ONU sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência: Novas perspectivas e desafios”, diversos
assuntos terão destaque, como a educação, o trabalho e reabilitação. Questões sobre acessibilidade, comunicação, transporte e moradia adequada serão abordados
também. Será enfatizada igualmente a saúde, segurança, padrões de vida e proteção social. Dentro destes pontos serão frisados aspectos como, por exemplo,
a equidade e o direito à cidadania, a afirmação dos valores da solidariedade social, as estratégias para alcançar estes objetivos, além de ser ressaltada
a relevância de recursos humanos e financeiros para o foco principal do evento. Todos baseados na Convenção sobre os Direitos da Pessoa com Deficiência.
Quem pode participar
A III Conferência Estadual dos Direitos da Pessoa com Deficiência do Estado de São Paulo terá participação de representantes de órgãos públicos, entidades
de classe, organizações de trabalhadores e patronais, representantes de Conselhos dos Direitos da Pessoa com Deficiência, representantes de entidades e
organizações da sociedade civil, além de usuários e pessoas interessadas nas questões relativas aos direitos das pessoas com deficiência e na defesa dos
direitos humanos. Os membros desta etapa estadual terão as seguintes categorias: delegados, que apresentarão suas propostas para serem discutidas e poderão
votar; e os convidados em geral, que têm o direito de opinar, mas não votam.
fonte:secretaria dos direitos das pessoas com deficiencia
terça-feira, 10 de julho de 2012
Centro Cultural São Paulo expõe obras de arte de pessoas com síndrome de Down
São 51 pinturas e gravuras de escola de arte mexicana que é referência mundial
Imagem do post
Muchacha Guapa, de Erick Navarro
No próximo sábado, dia 7 de julho, às 15 horas, o Centro Cultural São Paulo (CCSP), em parceria com o Consulado Geral do México e apoio da Secretaria Municipal
da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida, inaugura a exposição Miradas del Alma.
A mostra reúne 51 obras, entre pinturas, litogravuras e gravuras, feitas por alunos da Escuela Mexicana de Arte Down, da Fundação John Langdon Down, que
é referência em âmbito mundial, tendo como base o desenvolvimento da compreensão, expressão e criação artística.
A exposição Miradas del Alma, que já foi apresentada em museus e galerias de 38 cidades das Américas, Europa e Ásia, fica no CCSP até o dia 26 de agosto,
de terça a sexta-feira, das 10 às 20 horas, e aos sábados, domingos e feriados, das 10 às 18 horas.
Na cerimônia de abertura, haverá a apresentação do Coral Cidadãos Cantantes, grupo que há 20 anos realiza ensaios abertos em espaços culturais públicos,
formado por 40 pessoas comuns advindas de várias regiões da cidade.
Fundação John Langdon Down
Criada em 1972, a fundação foi a primeira entidade mundial do gênero dedicada a prover melhor qualidade de vida às pessoas com síndrome de Down e às suas
famílias, a partir de programas educativos e de atendimento médico e psicológico que vão do nascimento até a idade adulta.
A instituição mantém a Escola Mexicana de Arte Down, única com esse perfil no mundo, cujas obras foram expostas em museus e galerias de 38 cidades das
Américas,
Europa e Ásia e mereceram o reconhecimento e a aclamação dos mais importantes mestres das artes visuais.
Exposição Miradas del Alma
7 de julho a 26 de agosto
Centro Cultural São Paulo (Pça. Mario Chamie - Bibliotecas)
Rua Vergueiro, 1000
terça a sexta, das 10 às 20 horas
sábados, domingos e feriados, das 10 às 18 horas
Entrada Franca
fonte secretaria municipal da pessoa com deficiencia e mobilidade reduzida
Imagem do post
Muchacha Guapa, de Erick Navarro
No próximo sábado, dia 7 de julho, às 15 horas, o Centro Cultural São Paulo (CCSP), em parceria com o Consulado Geral do México e apoio da Secretaria Municipal
da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Reduzida, inaugura a exposição Miradas del Alma.
A mostra reúne 51 obras, entre pinturas, litogravuras e gravuras, feitas por alunos da Escuela Mexicana de Arte Down, da Fundação John Langdon Down, que
é referência em âmbito mundial, tendo como base o desenvolvimento da compreensão, expressão e criação artística.
A exposição Miradas del Alma, que já foi apresentada em museus e galerias de 38 cidades das Américas, Europa e Ásia, fica no CCSP até o dia 26 de agosto,
de terça a sexta-feira, das 10 às 20 horas, e aos sábados, domingos e feriados, das 10 às 18 horas.
Na cerimônia de abertura, haverá a apresentação do Coral Cidadãos Cantantes, grupo que há 20 anos realiza ensaios abertos em espaços culturais públicos,
formado por 40 pessoas comuns advindas de várias regiões da cidade.
Fundação John Langdon Down
Criada em 1972, a fundação foi a primeira entidade mundial do gênero dedicada a prover melhor qualidade de vida às pessoas com síndrome de Down e às suas
famílias, a partir de programas educativos e de atendimento médico e psicológico que vão do nascimento até a idade adulta.
A instituição mantém a Escola Mexicana de Arte Down, única com esse perfil no mundo, cujas obras foram expostas em museus e galerias de 38 cidades das
Américas,
Europa e Ásia e mereceram o reconhecimento e a aclamação dos mais importantes mestres das artes visuais.
Exposição Miradas del Alma
7 de julho a 26 de agosto
Centro Cultural São Paulo (Pça. Mario Chamie - Bibliotecas)
Rua Vergueiro, 1000
terça a sexta, das 10 às 20 horas
sábados, domingos e feriados, das 10 às 18 horas
Entrada Franca
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