Prefeitura de São Paulo destaca suas conquistas relacionadas à acessibilidade digital em evento na ONU
A Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência (SMPED) foi convidada pelo Presidente da World Enabled, Dr. Victor Pineda, a participar de eventos realizados
durante a 12ª Conferência dos Estados Partes da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, na ONU em Nova York. A Secretária Adjunta Marinalva
Cruz, esteve presente, representando a Prefeitura da Cidade de São Paulo.
O primeiro painel teve como tema a Inovação para Inclusão: Conectando Mentes e Criando Cidades Futuras, e o segundo falou sobre Acessibilidade Digital:
estratégias para inclusão de deficiência nas plataformas de governança eletrônica.
O evento reuniu líderes nas áreas de Desenvolvimento Sustentável, Planejamento Urbano, Tecnologia, Acessibilidade e Direitos Humanos para identificar as
melhores práticas e formular recomendações de políticas tangíveis para uma estrutura coordenada que ilustre o engajamento efetivo de pessoas com deficiência
e idosos em todos os aspectos de sua vida, trazendo novas oportunidades através de um planejamento urbano inclusivo e da acessibilidade digital.
A Secretária Marinalva Cruz, agradeceu o convite em nome do Secretário Cid Torquato e do Prefeito Bruno Covas, e contou sobre as realizações na cidade
de São Paulo e do empenho da gestão relacionado ao tema ‘Direitos das Pessoas com Deficiência’. Falou do Programa Cultura Inclusiva, uma parceria entre
as Secretarias da Cultura e da Pessoa com Deficiência, que tem como objetivo promover acessibilidade comunicacional em teatros, shows, espetáculos em equipamentos
municipais de cultura, oferecendo, além de acessibilidade arquitetônica, recursos de Libras e audiodescrição para munícipes com deficiência.
Falou ainda, sobre empregabilidade, os programas voltados à pessoa com deficiência, e expôs o Programa de Estagiários da Prefeitura, que tem dado certo
e virou referência para empresas da iniciativa privada. Marinalva também apresentou a recente conquista da Prefeitura da cidade de São Paulo, que foi a
primeira do país a receber o Selo de Acessibilidade Digital, a certificação de acessibilidade em seus sites. Destacou a preocupação da atual gestão, em
garantir a acessibilidade, não só arquitetônica, mas digital, comunicacional e atitudinal.
“A cidade de São Paulo tem vários desafios e entendido que a acessibilidade é crucial. Sem ela, não há o direito das pessoas com deficiência, e para que
acessem os seus direitos, elas precisam sair de casa, e pra isso, precisam de transporte, saúde, cultura e educação com acessibilidade. Várias ações estão
sendo desenvolvidas, na cidade, e em todas essas áreas. Sabemos que essa iniciativa da Prefeitura, em acessibilizar todos os seus sites, além de tornar
suas redes sociais totalmente inclusivas, vai estimular outros governos, órgãos públicos e empresas privadas a garantirem a igualdade de oportunidade,
utilizando como ferramenta as inovações digitais, e parcerias entre o setor privado e público. Esperamos também, que a nossa cidade sirva de exemplo aqui,
nesta Conferência”, declarou.
A Central de Intermediação em Libras (CIL) foi apresentada durante o evento, como uma grande conquista para a cidade de São Paulo. A CIL, administrada
pela Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência (SMPED), é um serviço de intermediação Português/Libras, por meio de vídeo chamada, que permite a comunicação
entre pessoas com deficiência auditiva e servidores públicos. Com a instalação do sistema, os equipamentos municipais atendem o público surdo e com deficiência
auditiva com interpretação em tempo real.
Sobre a World Enabled
É uma organização educacional sem fins lucrativos que promove os direitos e a dignidade das pessoas com deficiência. Seu trabalho de campo e iniciativas
de pesquisa promove, uma abordagem inclusiva de direitos humanos e civis aos programas e políticas de deficiência. Com parceiros internacionais, trabalham
para construir sociedades inclusivas, nas quais as pessoas com deficiências possam desenvolver seus talentos, habilidades e habilidades e atingir todo
o seu potencial. Acesse:
http://worldenabled.org/
mais de trinta pessoas reunidas em uma das salas da ONU, ao redor de uma mesa.
Na ONU, em uma das salas, atrás de uma mesa, a secretária adjunta da SMPED, Marinalva Cruz.
Por Ciça Cordeiro (Coodenadora de Comunicação da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência)
fonte s m p e d
quinta-feira, 13 de junho de 2019
Prefeitura de São Paulo destaca suas conquistas relacionadas à acessibilidade digital em evento na ONU
O primeiro painel teve como tema a Inovação para Inclusão
A Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência (SMPED) foi convidada pelo Presidente da World Enabled, Dr. Victor Pineda, a participar de eventos realizados
durante a 12ª Conferência dos Estados Partes da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, na ONU em Nova York. A Secretária Adjunta Marinalva
Cruz, esteve presente, representando a Prefeitura da Cidade de São Paulo.
O primeiro painel teve como tema a Inovação para Inclusão: Conectando Mentes e Criando Cidades Futuras, e o segundo falou sobre Acessibilidade Digital:
estratégias para inclusão de deficiência nas plataformas de governança eletrônica.
O evento reuniu líderes nas áreas de Desenvolvimento Sustentável, Planejamento Urbano, Tecnologia, Acessibilidade e Direitos Humanos para identificar as
melhores práticas e formular recomendações de políticas tangíveis para uma estrutura coordenada que ilustre o engajamento efetivo de pessoas com deficiência
e idosos em todos os aspectos de sua vida, trazendo novas oportunidades através de um planejamento urbano inclusivo e da acessibilidade digital.
A Secretária Marinalva Cruz, agradeceu o convite em nome do Secretário Cid Torquato e do Prefeito Bruno Covas, e contou sobre as realizações na cidade
de São Paulo e do empenho da gestão relacionado ao tema ‘Direitos das Pessoas com Deficiência’. Falou do Programa Cultura Inclusiva, uma parceria entre
as Secretarias da Cultura e da Pessoa com Deficiência, que tem como objetivo promover acessibilidade comunicacional em teatros, shows, espetáculos em equipamentos
municipais de cultura, oferecendo, além de acessibilidade arquitetônica, recursos de Libras e audiodescrição para munícipes com deficiência.
Falou ainda, sobre empregabilidade, os programas voltados à pessoa com deficiência, e expôs o Programa de Estagiários da Prefeitura, que tem dado certo
e virou referência para empresas da iniciativa privada. Marinalva também apresentou a recente conquista da Prefeitura da cidade de São Paulo, que foi a
primeira do país a receber o Selo de Acessibilidade Digital, a certificação de acessibilidade em seus sites. Destacou a preocupação da atual gestão, em
garantir a acessibilidade, não só arquitetônica, mas digital, comunicacional e atitudinal.
“A cidade de São Paulo tem vários desafios e entendido que a acessibilidade é crucial. Sem ela, não há o direito das pessoas com deficiência, e para que
acessem os seus direitos, elas precisam sair de casa, e pra isso, precisam de transporte, saúde, cultura e educação com acessibilidade. Várias ações estão
sendo desenvolvidas, na cidade, e em todas essas áreas. Sabemos que essa iniciativa da Prefeitura, em acessibilizar todos os seus sites, além de tornar
suas redes sociais totalmente inclusivas, vai estimular outros governos, órgãos públicos e empresas privadas a garantirem a igualdade de oportunidade,
utilizando como ferramenta as inovações digitais, e parcerias entre o setor privado e público. Esperamos também, que a nossa cidade sirva de exemplo aqui,
nesta Conferência”, declarou.
A Central de Intermediação em Libras (CIL) foi apresentada durante o evento, como uma grande conquista para a cidade de São Paulo. A CIL, administrada
pela Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência (SMPED), é um serviço de intermediação Português/Libras, por meio de vídeo chamada, que permite a comunicação
entre pessoas com deficiência auditiva e servidores públicos. Com a instalação do sistema, os equipamentos municipais atendem o público surdo e com deficiência
auditiva com interpretação em tempo real.
Sobre a World Enabled
É uma organização educacional sem fins lucrativos que promove os direitos e a dignidade das pessoas com deficiência. Seu trabalho de campo e iniciativas
de pesquisa promove, uma abordagem inclusiva de direitos humanos e civis aos programas e políticas de deficiência. Com parceiros internacionais, trabalham
para construir sociedades inclusivas, nas quais as pessoas com deficiências possam desenvolver seus talentos, habilidades e habilidades e atingir todo
o seu potencial. Acesse:
http://worldenabled.org/
mais de trinta pessoas reunidas em uma das salas da ONU, ao redor de uma mesa.
Na ONU, em uma das salas, atrás de uma mesa, a secretária adjunta da SMPED, Marinalva Cruz.
Por Ciça Cordeiro (Coodenadora de Comunicação da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência)
fonte s m p e d
A Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência (SMPED) foi convidada pelo Presidente da World Enabled, Dr. Victor Pineda, a participar de eventos realizados
durante a 12ª Conferência dos Estados Partes da Convenção sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência, na ONU em Nova York. A Secretária Adjunta Marinalva
Cruz, esteve presente, representando a Prefeitura da Cidade de São Paulo.
O primeiro painel teve como tema a Inovação para Inclusão: Conectando Mentes e Criando Cidades Futuras, e o segundo falou sobre Acessibilidade Digital:
estratégias para inclusão de deficiência nas plataformas de governança eletrônica.
O evento reuniu líderes nas áreas de Desenvolvimento Sustentável, Planejamento Urbano, Tecnologia, Acessibilidade e Direitos Humanos para identificar as
melhores práticas e formular recomendações de políticas tangíveis para uma estrutura coordenada que ilustre o engajamento efetivo de pessoas com deficiência
e idosos em todos os aspectos de sua vida, trazendo novas oportunidades através de um planejamento urbano inclusivo e da acessibilidade digital.
A Secretária Marinalva Cruz, agradeceu o convite em nome do Secretário Cid Torquato e do Prefeito Bruno Covas, e contou sobre as realizações na cidade
de São Paulo e do empenho da gestão relacionado ao tema ‘Direitos das Pessoas com Deficiência’. Falou do Programa Cultura Inclusiva, uma parceria entre
as Secretarias da Cultura e da Pessoa com Deficiência, que tem como objetivo promover acessibilidade comunicacional em teatros, shows, espetáculos em equipamentos
municipais de cultura, oferecendo, além de acessibilidade arquitetônica, recursos de Libras e audiodescrição para munícipes com deficiência.
Falou ainda, sobre empregabilidade, os programas voltados à pessoa com deficiência, e expôs o Programa de Estagiários da Prefeitura, que tem dado certo
e virou referência para empresas da iniciativa privada. Marinalva também apresentou a recente conquista da Prefeitura da cidade de São Paulo, que foi a
primeira do país a receber o Selo de Acessibilidade Digital, a certificação de acessibilidade em seus sites. Destacou a preocupação da atual gestão, em
garantir a acessibilidade, não só arquitetônica, mas digital, comunicacional e atitudinal.
“A cidade de São Paulo tem vários desafios e entendido que a acessibilidade é crucial. Sem ela, não há o direito das pessoas com deficiência, e para que
acessem os seus direitos, elas precisam sair de casa, e pra isso, precisam de transporte, saúde, cultura e educação com acessibilidade. Várias ações estão
sendo desenvolvidas, na cidade, e em todas essas áreas. Sabemos que essa iniciativa da Prefeitura, em acessibilizar todos os seus sites, além de tornar
suas redes sociais totalmente inclusivas, vai estimular outros governos, órgãos públicos e empresas privadas a garantirem a igualdade de oportunidade,
utilizando como ferramenta as inovações digitais, e parcerias entre o setor privado e público. Esperamos também, que a nossa cidade sirva de exemplo aqui,
nesta Conferência”, declarou.
A Central de Intermediação em Libras (CIL) foi apresentada durante o evento, como uma grande conquista para a cidade de São Paulo. A CIL, administrada
pela Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência (SMPED), é um serviço de intermediação Português/Libras, por meio de vídeo chamada, que permite a comunicação
entre pessoas com deficiência auditiva e servidores públicos. Com a instalação do sistema, os equipamentos municipais atendem o público surdo e com deficiência
auditiva com interpretação em tempo real.
Sobre a World Enabled
É uma organização educacional sem fins lucrativos que promove os direitos e a dignidade das pessoas com deficiência. Seu trabalho de campo e iniciativas
de pesquisa promove, uma abordagem inclusiva de direitos humanos e civis aos programas e políticas de deficiência. Com parceiros internacionais, trabalham
para construir sociedades inclusivas, nas quais as pessoas com deficiências possam desenvolver seus talentos, habilidades e habilidades e atingir todo
o seu potencial. Acesse:
http://worldenabled.org/
mais de trinta pessoas reunidas em uma das salas da ONU, ao redor de uma mesa.
Na ONU, em uma das salas, atrás de uma mesa, a secretária adjunta da SMPED, Marinalva Cruz.
Por Ciça Cordeiro (Coodenadora de Comunicação da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência)
fonte s m p e d
terça-feira, 11 de junho de 2019
Harvard é sempre referência. E não seria diferente com acessibilidade digital
Confira o texto de Monique Sampaio sobre acessibilidade nas universidades e faça o download do eBook exclusivo sobre o tema
Foto da fachada da Biblioteca Memorial Harry Elkins Widener, no campus da universidade de Harvard, ao anoitecer
Confira o texto de Monique Sampaio para o
blog da HandTalk Site externo,
sobre a adoção de Harvard às normas de acessibilidade do W3C:
Atualmente, falar de instituições de ensino acessíveis, quer dizer também falar do mundo virtual: boa parte das informações, divulgação de notas, renovações
nas bibliotecas, e várias outras atividades de uma escola ou faculdade têm sido realizadas por meio de seus sites oficiais. Por isso, é tão importante
que eles estejam acessíveis. Afinal, todos devem conseguir obter essas informações igualmente, não é mesmo?
Para você se inspirar e conhecer um ótimo exemplo, vamos falar sobre uma das melhores e mais bem conceituadas universidades do mundo, a Harvard. A atitude
tomada pela administração da instituição com relação à acessibilidade digital é realmente interessante para você conhecer e se guiar!
Os sites da Harvard sempre seguiram alguns dos mais básicos padrões de acessibilidade, como a presença de legendas nos vídeos institucionais, código adequado
para a navegação por meio de leitores de tela, e textos alternativos para as imagens.
Mas agora, a universidade decidiu ir além e adequar todos os seus sites e domínios eletrônicos aos padrões mais elevados e recentes de acessibilidade,
que estão presentes no
documento WCAG 2.1 Site externo.
Além disso, a instituição decidiu fornecer um treinamento interno para todo o seu time de tecnologia da informação aprender sobre as melhores práticas
de acessibilidade. E para avaliar tudo isso, foi criado um comitê, que irá assegurar a manutenção dessas novas políticas através de análises periódicas.
O porta-voz da instituição, John Silvanus Wilson, disse que “trazer melhorias para a acessibilidade digital significa garantir que todos os alunos tenham
acesso aos recursos administrativos e acadêmicos da faculdade”. Exemplos como esse são muito importantes, tendo em vista que a falta de acessibilidade
na web é muito grande, e há falta de conhecimento a respeito do tema. Ver uma instituição de ensino referência como a Harvard levantando essa bandeira
só traz boas perspectivas para a difusão da acessibilidade digital!
E você, quer deixar a sua universidade mais acessível? Então confira
nosso Ebook Site externo
sobre o assunto.
Fonte:
Blog HandTalk Site externo
Foto da fachada da Biblioteca Memorial Harry Elkins Widener, no campus da universidade de Harvard, ao anoitecer
Confira o texto de Monique Sampaio para o
blog da HandTalk Site externo,
sobre a adoção de Harvard às normas de acessibilidade do W3C:
Atualmente, falar de instituições de ensino acessíveis, quer dizer também falar do mundo virtual: boa parte das informações, divulgação de notas, renovações
nas bibliotecas, e várias outras atividades de uma escola ou faculdade têm sido realizadas por meio de seus sites oficiais. Por isso, é tão importante
que eles estejam acessíveis. Afinal, todos devem conseguir obter essas informações igualmente, não é mesmo?
Para você se inspirar e conhecer um ótimo exemplo, vamos falar sobre uma das melhores e mais bem conceituadas universidades do mundo, a Harvard. A atitude
tomada pela administração da instituição com relação à acessibilidade digital é realmente interessante para você conhecer e se guiar!
Os sites da Harvard sempre seguiram alguns dos mais básicos padrões de acessibilidade, como a presença de legendas nos vídeos institucionais, código adequado
para a navegação por meio de leitores de tela, e textos alternativos para as imagens.
Mas agora, a universidade decidiu ir além e adequar todos os seus sites e domínios eletrônicos aos padrões mais elevados e recentes de acessibilidade,
que estão presentes no
documento WCAG 2.1 Site externo.
Além disso, a instituição decidiu fornecer um treinamento interno para todo o seu time de tecnologia da informação aprender sobre as melhores práticas
de acessibilidade. E para avaliar tudo isso, foi criado um comitê, que irá assegurar a manutenção dessas novas políticas através de análises periódicas.
O porta-voz da instituição, John Silvanus Wilson, disse que “trazer melhorias para a acessibilidade digital significa garantir que todos os alunos tenham
acesso aos recursos administrativos e acadêmicos da faculdade”. Exemplos como esse são muito importantes, tendo em vista que a falta de acessibilidade
na web é muito grande, e há falta de conhecimento a respeito do tema. Ver uma instituição de ensino referência como a Harvard levantando essa bandeira
só traz boas perspectivas para a difusão da acessibilidade digital!
E você, quer deixar a sua universidade mais acessível? Então confira
nosso Ebook Site externo
sobre o assunto.
Fonte:
Blog HandTalk Site externo
Capital já realizou mais de 34 mil atendimentos em dez edições do Mutirão nos Bairros
Programa agrega, semanalmente, os trabalhos das secretarias aos serviços de limpeza e conservação em pontos específicos da cidade
Lançado em abril pela Prefeitura de São Paulo, o programa Mutirão nos Bairros, coordenado pela Secretaria Especial de Relações Sociais, já realizou mais
de 34 mil atendimentos em dez edições realizadas nas subprefeituras de São Mateus, Santo Amaro, Guaianases, Campo Limpo, Parelheiros, Itaquera, Freguesia/Brasilândia,
Capela do Socorro, M’ Boi Mirim e Pirituba/Jaraguá.
Segundo a secretária especial de Relações Sociais, Fátima Marques, o mutirão é uma forma de apresentar os serviços da Prefeitura para população. “Muitas
vezes a população mais carente acaba desconhecendo os serviços municipais a que ela tem direito. Eles estão se apropriando disso. Temos percebido a participação
de mais pessoas a cada edição”, disse a secretária.
O programa concentra, semanalmente, diversos serviços da administração municipal em um ponto especifico da cidade. A ideia é levar os serviços da Prefeitura
para próximo da população que mais precisa em áreas vulneráveis da capital.
Durante os eventos, enquanto a Subprefeitura local executa os serviços de zeladoria (capinação, limpeza, tapa buraco, pintura de guia, remoção de entulho,
varrição, entre outros) na região e em seus entornos, a população tem acesso a diversos serviços públicos municipais e de instituições parceiras.
Quem está em busca de recolocação no mercado de trabalho, por exemplo, pode ser atendido por uma equipe do Centro de Apoio ao Trabalho e Empreendedorismo
(CATe) e ser encaminhado para um processo ser seletivo. Durante o atendimento da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Trabalho (SMDET) também
é possível emitir a carteira de trabalho.
Pessoas que vivem em situação de vulnerabilidade social recebem orientações sobre os programas sociais do Governo Federal como o Bolsa Família durante
o atendimento ofertado pela Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social (SMADS).
As mulheres também recebem uma atenção especial por meio da Coordenação de Políticas para Mulheres, da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania
(SMDHC) que divulga os trabalhos, oficinas e atendimentos realizados nos Centros de Cidadania da Mulher e Centros de Referência da Mulher.
As ações também contam com a oferta de serviços das secretarias municipais das Subprefeituras, Pessoa com Deficiência, Habitação, Saúde, Inovação e Tecnologia,
Cultura, além de outros parceiros como a SABESP e COHAB.
Segundo a secretária Fátima Marques, o programa deve ganhar novos parceiros para as próximas edições. “Estamos articulando novos parceiros para incorporar
mais serviços nas edições do mutirão a partir do segundo semestre. Também é importante valorizar o trabalho dos subprefeitos na articulação dessas parcerias”,
finaliza.
Por Secretaria Especial de Comunicação
Lançado em abril pela Prefeitura de São Paulo, o programa Mutirão nos Bairros, coordenado pela Secretaria Especial de Relações Sociais, já realizou mais
de 34 mil atendimentos em dez edições realizadas nas subprefeituras de São Mateus, Santo Amaro, Guaianases, Campo Limpo, Parelheiros, Itaquera, Freguesia/Brasilândia,
Capela do Socorro, M’ Boi Mirim e Pirituba/Jaraguá.
Segundo a secretária especial de Relações Sociais, Fátima Marques, o mutirão é uma forma de apresentar os serviços da Prefeitura para população. “Muitas
vezes a população mais carente acaba desconhecendo os serviços municipais a que ela tem direito. Eles estão se apropriando disso. Temos percebido a participação
de mais pessoas a cada edição”, disse a secretária.
O programa concentra, semanalmente, diversos serviços da administração municipal em um ponto especifico da cidade. A ideia é levar os serviços da Prefeitura
para próximo da população que mais precisa em áreas vulneráveis da capital.
Durante os eventos, enquanto a Subprefeitura local executa os serviços de zeladoria (capinação, limpeza, tapa buraco, pintura de guia, remoção de entulho,
varrição, entre outros) na região e em seus entornos, a população tem acesso a diversos serviços públicos municipais e de instituições parceiras.
Quem está em busca de recolocação no mercado de trabalho, por exemplo, pode ser atendido por uma equipe do Centro de Apoio ao Trabalho e Empreendedorismo
(CATe) e ser encaminhado para um processo ser seletivo. Durante o atendimento da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico e Trabalho (SMDET) também
é possível emitir a carteira de trabalho.
Pessoas que vivem em situação de vulnerabilidade social recebem orientações sobre os programas sociais do Governo Federal como o Bolsa Família durante
o atendimento ofertado pela Secretaria Municipal de Assistência e Desenvolvimento Social (SMADS).
As mulheres também recebem uma atenção especial por meio da Coordenação de Políticas para Mulheres, da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania
(SMDHC) que divulga os trabalhos, oficinas e atendimentos realizados nos Centros de Cidadania da Mulher e Centros de Referência da Mulher.
As ações também contam com a oferta de serviços das secretarias municipais das Subprefeituras, Pessoa com Deficiência, Habitação, Saúde, Inovação e Tecnologia,
Cultura, além de outros parceiros como a SABESP e COHAB.
Segundo a secretária Fátima Marques, o programa deve ganhar novos parceiros para as próximas edições. “Estamos articulando novos parceiros para incorporar
mais serviços nas edições do mutirão a partir do segundo semestre. Também é importante valorizar o trabalho dos subprefeitos na articulação dessas parcerias”,
finaliza.
Por Secretaria Especial de Comunicação
Projeto Rumos promove o ensino de música para pessoas surdas
por Marina Lahr
Qual é o som do silêncio? A música possui o poder de impactar mesmo aqueles que não conseguem ouvi-la? É possível incluir surdos e deficientes auditivos
no ensino dessa arte? Como democratizar de forma efetiva a cultura? Para Irton Mario Canalli Silva, músico-educador de 46 anos, todas essas questões podem
ser respondidas com uma simples mas expressiva frase:
Bloco de citação
“Os limites existem nos ouvidos de quem ouve, não nas mãos de quem toca”.
Fim do bloco de citação
Mais conhecido pela designação Ras Batman Alagbê, o pedagogo – natural de Recife (PE) – é responsável pela criação e pela disseminação de uma metodologia
de ensino musical capaz de transformar a música em uma linguagem ainda mais universal. O método MusiLibras, desenvolvido por Mestre Batman após anos de
pesquisa e interesse por essa temática, reúne uma série de práticas sonoras e corporais que auxiliam pessoas surdas ou com deficiência auditiva a experimentar
profundamente a musicalidade. Seus estudos resultaram na formação do Batuqueiros do Silêncio, grupo composto de músicos surdos que tocam percussão. O conjunto
segue a metodologia do músico-educador e foca as sensações que a música proporciona através do metrônomo visual – equipamento desenvolvido pelo próprio
Batman e que utiliza um sequenciador eletrônico e uma combinação de lâmpadas para transmitir cores, em uma descrição visual das frases rítmicas das melodias.
A partir de experiências em diversas oficinas e festivais de sua cidade natal, Mestre Batman decidiu expandir o ensino MusiLibras e levar seus batuqueiros
e sua iniciativa para outras regiões do Brasil, disseminando com maior intensidade essa importante ferramenta de comunicação e expressão. Foi assim que
surgiu, em 2017, a ideia de promover a Caravana MusiLibras. A iniciativa, contemplada pelo edital 2017-2018 do Rumos Itaú Cultural, envolve ações e atividades
musicopedagógicas com crianças e jovens surdos em todos os níveis de surdez, que vão poder vivenciar a construção de frases e ditados rítmicos em diversas
cidades do país.
A caravana, segundo Mestre Batman, é um caminho viável para expandir a missão de realizar uma investigação musical com a comunidade surda brasileira. Na
entrevista a seguir, além de compartilhar detalhes do projeto, o músico fala sobre o seu percurso e o seu trabalho.
Início do grupo Irton Mario Canalli Silva, o Mestre Batman, criador da metodologia MusiLibras | foto: Ivson Miranda
Irton Mario Canalli Silva, o Mestre Batman, criador da metodologia MusiLibras | foto: Ivson Miranda
Fim do grupo
A metodologia MusiLibras foi desenvolvida por você há alguns anos, e diversas oficinas pedagógicas já foram realizadas em Recife e região. Como surgiu
a ideia dessa iniciativa e qual é a motivação da caravana?
A minha inspiração veio através de um filme chamado O Resto É Silêncio, de Paulo Halm (2008). A produção mostra a curiosidade que a pessoa surda tem em
relação às sensações que a música provoca. No passado, eu já havia realizado alguns trabalhos de inclusão com cegos e pessoas em tratamento psiquiátrico,
sempre utilizando a música. A partir desse curta-metragem, percebi que eu também poderia explorar a curiosidade que alguns surdos têm em relação às impressões
musicais para nós, ouvintes. Depois de viajar por muitas cidades do Brasil, decidi que era hora de amplificar essa oportunidade, levando para mais crianças
e jovens surdos essa experiência musical que ultrapassa os limites do som. Foi assim que surgiu a ideia da Caravana MusiLibras e do projeto [para o] Rumos.
Como funciona, em essência, a metodologia MusiLibras?
O método é, basicamente, uma dinâmica de percepção corporal, uma espécie de alfabetização musical visual. Nas oficinas de aprendizado, iniciamos as atividades
apresentando um panorama de como foi o primeiro contato dos seres humanos com as sonoridades que a natureza propicia. Em seguida, introduzimos o alfabeto
MusiLibras de sinais visuais, a fim de que os participantes possam identificar as figuras de tempo musical e entender como funciona a altura das notas
musicais – para, assim, criar melodias musicais. Após essa etapa, visitamos os estudos de Platão e Pitágoras, que apontam as relações entre a matemática
e tudo o que está ao nosso redor, aproveitando para mostrar a junção de vários sons e sua importância para a harmonia na música. Finalizamos esse primeiro
momento falando do terceiro e principal elemento que compõe a música: o ritmo. Depois disso têm início as atividades práticas de percussão corporal, seguidas
por exercícios de percepção e técnica de conjunto utilizando o metrônomo visual – tecnologia assistiva na educação musical brasileira desenvolvida por
mim e que facilita a compreensão de frases rítmicas construídas com lâmpadas de cores e tamanhos variados.
O grupo formado por você, Batuqueiros do Silêncio, possui grande relevância por possibilitar a inclusão de músicos surdos. Qual é a história dele e o que
você teve em mente ao escolher esse nome para o conjunto?
Quando se escuta ou se lê esse nome, Batuqueiros do Silêncio, acredito que acontece uma pequena confusão na mente das pessoas, pois é um paradoxo. Foi
exatamente por isso que pensei nesse nome para o grupo, que surgiu das oficinas de sensibilização musical que comecei a realizar em Recife no ano de 2009,
com o nome inicial de projeto Som da Pele. Por causa dos exercícios de percussão corporal e prevendo que o grupo iria crescer com a sequência de workshops
que eu pretendia realizar, escrevi um projeto para a Fundação Palmares, que havia aberto naquele ano o edital Ideias Criativas para o 20 de Novembro. Então,
escolhi o título Batuqueiros do Silêncio – um Baque de Nação Promovendo a Inclusão, e assim permanecemos. É interessante dizer, além disso, que em Recife
todo grupo, para ser reconhecido oficialmente, precisa batucar no Carnaval. Por isso criamos também o bloco Batuqueiros do Silêncio e, desde então, estamos
nas ruas de Recife e Olinda durante o Carnaval e nos palcos de todo o país, desde os mais simples até o Maracanã – onde pudemos tocar no encerramento dos
Jogos Paraolímpicos Rio 2016.
Início do grupo O grupo Batuqueiros do Silêncio durante apresentação | foto: Ivson Miranda
O grupo Batuqueiros do Silêncio durante apresentação | foto: Ivson Miranda
Fim do grupo
Na Caravana MusiLibras, você propõe o ensino voltado para crianças e jovens surdos ou com deficiência auditiva. Qual é a importância de promover esse ensino
logo nos primeiros anos?
Nas várias oficinas e cursos de música que realizamos em diversas cidades do país, percebemos uma resistência maior por parte dos surdos adultos, que possivelmente
já foram subestimados por alguns ouvintes durante a vida – fator que pode ter ocasionado um distanciamento do chamado "universo do ouvinte". Queremos apresentar
a possibilidade da prática musical vivenciada a surdos mais jovens na intenção de minimizar os impactos desse distanciamento que existe entre a comunidade
surda e a comunidade ouvinte, pois, afinal, todos nascem com musicalidade. Nosso trabalho objetiva diminuir um eventual preconceito da comunidade surda
em relação à música e mostrar que a prática musical pode trazer muitos benefícios para os surdos, tanto no campo cognitivo – trabalhando a memória, a atenção,
a coordenação motora, a percepção – quanto no fomento à criatividade das pessoas surdas. O projeto é um dos caminhos que enxergo para externalizar toda
essa potencialidade artística que ainda é pouco reconhecida.
De que forma o projeto pode contribuir para transformar a concepção de que somente os ouvintes são capazes de aprender e apreciar música?
Infelizmente muitas pessoas ainda não perceberam que as diferenças existem para nos aproximar em vez de segregar. Muitos ainda insistem em só enxergar
as limitações do outro, e não suas potencialidades. Há muita gente também que não está preparada para conviver com o novo, com o desconhecido, com o que
está fora do lugar-comum. Por isso, acredito que minha proposta de despertar a sonoridade surda e de fazer música com pessoas surdas pode causar certo
choque, um despertar. Com a MusiLibras eu busco mostrar que todos nós nascemos com musicalidade e que o som, antes de soar, vibra. E essa vibração pode
ser sentida tanto por ouvintes quanto por pessoas surdas ou com deficiência auditiva, que vivem em um universo no qual tudo é visual. A intenção é demonstrar
à comunidade surda – e também à ouvinte – que a música é um idioma universal e que todos podem, e devem, se comunicar e se expressar através dela. Acredito
que a Caravana MusiLibras vai deixar muitas sementes de inclusão em todas as cidades por onde passarmos. Tenho certeza de que vamos encontrar aqueles que,
assim como nós, enxergam um mundo mais equilibrado e menos diferente, apesar dos inúmeros retrocessos que estamos vivendo atualmente.
Qual é o som do silêncio? A música possui o poder de impactar mesmo aqueles que não conseguem ouvi-la? É possível incluir surdos e deficientes auditivos
no ensino dessa arte? Como democratizar de forma efetiva a cultura? Para Irton Mario Canalli Silva, músico-educador de 46 anos, todas essas questões podem
ser respondidas com uma simples mas expressiva frase:
Bloco de citação
“Os limites existem nos ouvidos de quem ouve, não nas mãos de quem toca”.
Fim do bloco de citação
Mais conhecido pela designação Ras Batman Alagbê, o pedagogo – natural de Recife (PE) – é responsável pela criação e pela disseminação de uma metodologia
de ensino musical capaz de transformar a música em uma linguagem ainda mais universal. O método MusiLibras, desenvolvido por Mestre Batman após anos de
pesquisa e interesse por essa temática, reúne uma série de práticas sonoras e corporais que auxiliam pessoas surdas ou com deficiência auditiva a experimentar
profundamente a musicalidade. Seus estudos resultaram na formação do Batuqueiros do Silêncio, grupo composto de músicos surdos que tocam percussão. O conjunto
segue a metodologia do músico-educador e foca as sensações que a música proporciona através do metrônomo visual – equipamento desenvolvido pelo próprio
Batman e que utiliza um sequenciador eletrônico e uma combinação de lâmpadas para transmitir cores, em uma descrição visual das frases rítmicas das melodias.
A partir de experiências em diversas oficinas e festivais de sua cidade natal, Mestre Batman decidiu expandir o ensino MusiLibras e levar seus batuqueiros
e sua iniciativa para outras regiões do Brasil, disseminando com maior intensidade essa importante ferramenta de comunicação e expressão. Foi assim que
surgiu, em 2017, a ideia de promover a Caravana MusiLibras. A iniciativa, contemplada pelo edital 2017-2018 do Rumos Itaú Cultural, envolve ações e atividades
musicopedagógicas com crianças e jovens surdos em todos os níveis de surdez, que vão poder vivenciar a construção de frases e ditados rítmicos em diversas
cidades do país.
A caravana, segundo Mestre Batman, é um caminho viável para expandir a missão de realizar uma investigação musical com a comunidade surda brasileira. Na
entrevista a seguir, além de compartilhar detalhes do projeto, o músico fala sobre o seu percurso e o seu trabalho.
Início do grupo Irton Mario Canalli Silva, o Mestre Batman, criador da metodologia MusiLibras | foto: Ivson Miranda
Irton Mario Canalli Silva, o Mestre Batman, criador da metodologia MusiLibras | foto: Ivson Miranda
Fim do grupo
A metodologia MusiLibras foi desenvolvida por você há alguns anos, e diversas oficinas pedagógicas já foram realizadas em Recife e região. Como surgiu
a ideia dessa iniciativa e qual é a motivação da caravana?
A minha inspiração veio através de um filme chamado O Resto É Silêncio, de Paulo Halm (2008). A produção mostra a curiosidade que a pessoa surda tem em
relação às sensações que a música provoca. No passado, eu já havia realizado alguns trabalhos de inclusão com cegos e pessoas em tratamento psiquiátrico,
sempre utilizando a música. A partir desse curta-metragem, percebi que eu também poderia explorar a curiosidade que alguns surdos têm em relação às impressões
musicais para nós, ouvintes. Depois de viajar por muitas cidades do Brasil, decidi que era hora de amplificar essa oportunidade, levando para mais crianças
e jovens surdos essa experiência musical que ultrapassa os limites do som. Foi assim que surgiu a ideia da Caravana MusiLibras e do projeto [para o] Rumos.
Como funciona, em essência, a metodologia MusiLibras?
O método é, basicamente, uma dinâmica de percepção corporal, uma espécie de alfabetização musical visual. Nas oficinas de aprendizado, iniciamos as atividades
apresentando um panorama de como foi o primeiro contato dos seres humanos com as sonoridades que a natureza propicia. Em seguida, introduzimos o alfabeto
MusiLibras de sinais visuais, a fim de que os participantes possam identificar as figuras de tempo musical e entender como funciona a altura das notas
musicais – para, assim, criar melodias musicais. Após essa etapa, visitamos os estudos de Platão e Pitágoras, que apontam as relações entre a matemática
e tudo o que está ao nosso redor, aproveitando para mostrar a junção de vários sons e sua importância para a harmonia na música. Finalizamos esse primeiro
momento falando do terceiro e principal elemento que compõe a música: o ritmo. Depois disso têm início as atividades práticas de percussão corporal, seguidas
por exercícios de percepção e técnica de conjunto utilizando o metrônomo visual – tecnologia assistiva na educação musical brasileira desenvolvida por
mim e que facilita a compreensão de frases rítmicas construídas com lâmpadas de cores e tamanhos variados.
O grupo formado por você, Batuqueiros do Silêncio, possui grande relevância por possibilitar a inclusão de músicos surdos. Qual é a história dele e o que
você teve em mente ao escolher esse nome para o conjunto?
Quando se escuta ou se lê esse nome, Batuqueiros do Silêncio, acredito que acontece uma pequena confusão na mente das pessoas, pois é um paradoxo. Foi
exatamente por isso que pensei nesse nome para o grupo, que surgiu das oficinas de sensibilização musical que comecei a realizar em Recife no ano de 2009,
com o nome inicial de projeto Som da Pele. Por causa dos exercícios de percussão corporal e prevendo que o grupo iria crescer com a sequência de workshops
que eu pretendia realizar, escrevi um projeto para a Fundação Palmares, que havia aberto naquele ano o edital Ideias Criativas para o 20 de Novembro. Então,
escolhi o título Batuqueiros do Silêncio – um Baque de Nação Promovendo a Inclusão, e assim permanecemos. É interessante dizer, além disso, que em Recife
todo grupo, para ser reconhecido oficialmente, precisa batucar no Carnaval. Por isso criamos também o bloco Batuqueiros do Silêncio e, desde então, estamos
nas ruas de Recife e Olinda durante o Carnaval e nos palcos de todo o país, desde os mais simples até o Maracanã – onde pudemos tocar no encerramento dos
Jogos Paraolímpicos Rio 2016.
Início do grupo O grupo Batuqueiros do Silêncio durante apresentação | foto: Ivson Miranda
O grupo Batuqueiros do Silêncio durante apresentação | foto: Ivson Miranda
Fim do grupo
Na Caravana MusiLibras, você propõe o ensino voltado para crianças e jovens surdos ou com deficiência auditiva. Qual é a importância de promover esse ensino
logo nos primeiros anos?
Nas várias oficinas e cursos de música que realizamos em diversas cidades do país, percebemos uma resistência maior por parte dos surdos adultos, que possivelmente
já foram subestimados por alguns ouvintes durante a vida – fator que pode ter ocasionado um distanciamento do chamado "universo do ouvinte". Queremos apresentar
a possibilidade da prática musical vivenciada a surdos mais jovens na intenção de minimizar os impactos desse distanciamento que existe entre a comunidade
surda e a comunidade ouvinte, pois, afinal, todos nascem com musicalidade. Nosso trabalho objetiva diminuir um eventual preconceito da comunidade surda
em relação à música e mostrar que a prática musical pode trazer muitos benefícios para os surdos, tanto no campo cognitivo – trabalhando a memória, a atenção,
a coordenação motora, a percepção – quanto no fomento à criatividade das pessoas surdas. O projeto é um dos caminhos que enxergo para externalizar toda
essa potencialidade artística que ainda é pouco reconhecida.
De que forma o projeto pode contribuir para transformar a concepção de que somente os ouvintes são capazes de aprender e apreciar música?
Infelizmente muitas pessoas ainda não perceberam que as diferenças existem para nos aproximar em vez de segregar. Muitos ainda insistem em só enxergar
as limitações do outro, e não suas potencialidades. Há muita gente também que não está preparada para conviver com o novo, com o desconhecido, com o que
está fora do lugar-comum. Por isso, acredito que minha proposta de despertar a sonoridade surda e de fazer música com pessoas surdas pode causar certo
choque, um despertar. Com a MusiLibras eu busco mostrar que todos nós nascemos com musicalidade e que o som, antes de soar, vibra. E essa vibração pode
ser sentida tanto por ouvintes quanto por pessoas surdas ou com deficiência auditiva, que vivem em um universo no qual tudo é visual. A intenção é demonstrar
à comunidade surda – e também à ouvinte – que a música é um idioma universal e que todos podem, e devem, se comunicar e se expressar através dela. Acredito
que a Caravana MusiLibras vai deixar muitas sementes de inclusão em todas as cidades por onde passarmos. Tenho certeza de que vamos encontrar aqueles que,
assim como nós, enxergam um mundo mais equilibrado e menos diferente, apesar dos inúmeros retrocessos que estamos vivendo atualmente.
sexta-feira, 7 de junho de 2019
Lionel Messi constrói o maior centro de câncer infantil na Europa
Lionel Messi continua mostrando sua liderança dentro e fora de campo, e agora o atacante do Barcelona decidiu construir o maior hospital da Europa para
combater o câncer infantil.
“La Pulga” conseguiu para levantar US $ 33 milhões de através da fundação que leva seu nome e outras organizações juntaram a nobre causa liderado pela
lenda viva do clube blaugrana. O centro infantil de oncologia será chamado de ” SJD Pediatric Cancer Center ” e seu principal objetivo é ajudar milhares
de crianças que lutam todos os dias para combater a doença.
Além disso, as entidades colaboradoras do projeto também solicitam a colaboração econômica de qualquer cidadão, empresas e instituições do mundo para a
construção do hospital. A fim de obter ainda mais orçamento econômico graças à colaboração da população, será lançada uma campanha de arrecadação de fundos.
O Hospital Sant Joan de Déu , que faz parte deste projeto de caridade, agradeceu o gesto de Lionel Messi através de um vídeo emotivo e terminou com um
pequeno que imita o sinal de Leo sempre que faz um gol.
Frame Leo Messi joins the bravest of children – SJD Pediatric Cancer Center
Foto do canal Foto do canal
FC Barcelona
Com informações de:
La Opinion
Por
Pensar Contemporâneo
fonte
www.pensarcontemporaneo.com
combater o câncer infantil.
“La Pulga” conseguiu para levantar US $ 33 milhões de através da fundação que leva seu nome e outras organizações juntaram a nobre causa liderado pela
lenda viva do clube blaugrana. O centro infantil de oncologia será chamado de ” SJD Pediatric Cancer Center ” e seu principal objetivo é ajudar milhares
de crianças que lutam todos os dias para combater a doença.
Além disso, as entidades colaboradoras do projeto também solicitam a colaboração econômica de qualquer cidadão, empresas e instituições do mundo para a
construção do hospital. A fim de obter ainda mais orçamento econômico graças à colaboração da população, será lançada uma campanha de arrecadação de fundos.
O Hospital Sant Joan de Déu , que faz parte deste projeto de caridade, agradeceu o gesto de Lionel Messi através de um vídeo emotivo e terminou com um
pequeno que imita o sinal de Leo sempre que faz um gol.
Frame Leo Messi joins the bravest of children – SJD Pediatric Cancer Center
Foto do canal Foto do canal
FC Barcelona
Com informações de:
La Opinion
Por
Pensar Contemporâneo
fonte
www.pensarcontemporaneo.com
Startup brasileira cria App com tecnologia inédita para orientar pessoas com deficiência visual
Redação do Paranashop
É do Brasil uma solução inovadora e gratuita que usa a tecnologia para facilitar a acessibilidade de pessoas com deficiências visuais ou com dificuldades
de orientação. O App Veever é uma iniciativa inédita em todo mundo e criada por brasileiros. A partir de dispositivos instalados em locais públicos, lojas
e empresas em geral, o aplicativo mobile reconhece a proximidade de determinados pontos previamente cadastrados e emite comandos de voz que direcionam
e informam usuários cegos ou com baixa visão. Na prática, mais de 6 milhões de brasileiros passam a ter um ferramenta gratuita que proporciona maior autonomia
e segurança para usar o transporte público, frequentar atrações culturais e circular nas ruas de maneira geral. O Veever já está disponível para download,
mas ainda depende da aderência de organizações públicas e privadas para maior abrangência de espaços inclusivos e não está em pleno funcionamento.
O modelo é inovador porque funciona a partir da comunicação do App com pequenos dispositivos, chamados beacons, que são instalados no objeto que se pretende
descrever, seja para fins de localização ou informação sobre o local. Cada beacon possui um texto descritivo que é acionado com a proximidade do aparelho
celular com aplicativo em funcionamento. Assim, gratuitamente o usuário tem mais facilidade para se deslocar e frequentar atrações culturais como museus,
exposições e praças públicas, fazer compras em shoppings, lojas e mercados. “O aparelho pode descrever uma obra de arte, oferecer informações de localização
dentro de um shopping ou avisar sobre a chegada de uma linha de ônibus específica. Enfim, podem enriquecer e facilitar qualquer experiência humana”, comenta
João Pedro Novochadlo um dos idealizadores do App.
A maior novidade oferecida pela tecnologia é a possibilidade de ir e vir sem depender do auxílio de terceiros - seja offline ou online: esses pequenos
aparelhos oferecem uma precisão centimétrica e não dependem de internet para funcionar. “Nossa proposta não é substituir recursos que já funcionam e auxiliam
os cegos e outras pessoas com baixa visão, mas sim agregar ainda mais liberdade e inclusão”, comenta Novochadlo.
O desafio dos criadores do Veever é convencer a iniciativa privada e o poder público para que adotem a tecnologia em suas dependências. “Quanto mais locais
adotarem a ideia, mais rica e fácil será a vida da pessoa com deficiência visual e assim cumprimos nosso propósito maior, que é incluir ainda mais essas
pessoas na dinâmica da convivência social”, conclui. O primeiro local a receber a tecnologia será o Centro Estadual de Capacitação em Artes Guido Viaro,
onde a tecnologia será testada por alunos cegos do projeto “Ver com as Mãos” durante o mês de junho. A startup também já negocia a instalação em um centro
comercial e no transporte público de uma metrópole brasileira. Gestores interessados na solução podem procurar a Veever para implementar a novidade e tornar
espaços públicos e provados mais acessíveis à população com esse tipo de dificuldade.
Tecnologia e propósito
A ideia surgiu da vivência que um dos cofundadores, João Novochadlo, teve como voluntário do Instituto Paranaense dos Cegos. Conhecendo a realidade e os
desafios enfrentados no Brasil, os empreendedores decidiram criar uma solução de brasileiros para brasileiros. “A comunidade PCD brasileira precisa de
soluções de quem conhece nosso contexto, os obstáculos para mobilidade urbana que impõem barreiras para inclusão social. E nós, brasileiros, temos conhecimento
e propriedade técnica para encontrar o caminho para mudar nossa própria realidade”, afirma João Novochadlo. O Veever também foi apresentado a membros de
empresas e principais instituições de ensino norte-americanas, como MIT e Harvard, universidades que realizaram uma competição de startups na qual o Veever
foi uma das 40 mais bem posicionadas, dentre aproximadamente 500 empresas iniciais.
Sobre o Veever
O Veever é uma startup curitibana fundada durante a Hackathon da Prefeitura de Curitiba e vencedora da competição. Com objetivo de solucionar os problemas
que pessoas com deficiências visuais ou com dificuldades de orientação têm ao se locomoverem através das cidades, criou uma solução que consiste na combinação
de um aplicativo mobile gratuito para celulares com a infraestrutura de pequenos dispositivos nos ambientes públicos e privados. O App funciona como um
assistente virtual de voz, que permite maior interação do usuário com o ambiente urbano. São sócios do projeto o engenheiro João Guilherme Mansur Baglioli,
o publicitário João Pedro de Goes Novochadlo, o médico e desenvolvedor de softwares Leonardo Garcia Custódio e o Engenheiro de Software Lohann Paterno
Coutinho Ferreira.
Saiba mais em:
www.veever.com.br
<ester.athanasio@depropositocomunica.com>
fonte paranashop.com
É do Brasil uma solução inovadora e gratuita que usa a tecnologia para facilitar a acessibilidade de pessoas com deficiências visuais ou com dificuldades
de orientação. O App Veever é uma iniciativa inédita em todo mundo e criada por brasileiros. A partir de dispositivos instalados em locais públicos, lojas
e empresas em geral, o aplicativo mobile reconhece a proximidade de determinados pontos previamente cadastrados e emite comandos de voz que direcionam
e informam usuários cegos ou com baixa visão. Na prática, mais de 6 milhões de brasileiros passam a ter um ferramenta gratuita que proporciona maior autonomia
e segurança para usar o transporte público, frequentar atrações culturais e circular nas ruas de maneira geral. O Veever já está disponível para download,
mas ainda depende da aderência de organizações públicas e privadas para maior abrangência de espaços inclusivos e não está em pleno funcionamento.
O modelo é inovador porque funciona a partir da comunicação do App com pequenos dispositivos, chamados beacons, que são instalados no objeto que se pretende
descrever, seja para fins de localização ou informação sobre o local. Cada beacon possui um texto descritivo que é acionado com a proximidade do aparelho
celular com aplicativo em funcionamento. Assim, gratuitamente o usuário tem mais facilidade para se deslocar e frequentar atrações culturais como museus,
exposições e praças públicas, fazer compras em shoppings, lojas e mercados. “O aparelho pode descrever uma obra de arte, oferecer informações de localização
dentro de um shopping ou avisar sobre a chegada de uma linha de ônibus específica. Enfim, podem enriquecer e facilitar qualquer experiência humana”, comenta
João Pedro Novochadlo um dos idealizadores do App.
A maior novidade oferecida pela tecnologia é a possibilidade de ir e vir sem depender do auxílio de terceiros - seja offline ou online: esses pequenos
aparelhos oferecem uma precisão centimétrica e não dependem de internet para funcionar. “Nossa proposta não é substituir recursos que já funcionam e auxiliam
os cegos e outras pessoas com baixa visão, mas sim agregar ainda mais liberdade e inclusão”, comenta Novochadlo.
O desafio dos criadores do Veever é convencer a iniciativa privada e o poder público para que adotem a tecnologia em suas dependências. “Quanto mais locais
adotarem a ideia, mais rica e fácil será a vida da pessoa com deficiência visual e assim cumprimos nosso propósito maior, que é incluir ainda mais essas
pessoas na dinâmica da convivência social”, conclui. O primeiro local a receber a tecnologia será o Centro Estadual de Capacitação em Artes Guido Viaro,
onde a tecnologia será testada por alunos cegos do projeto “Ver com as Mãos” durante o mês de junho. A startup também já negocia a instalação em um centro
comercial e no transporte público de uma metrópole brasileira. Gestores interessados na solução podem procurar a Veever para implementar a novidade e tornar
espaços públicos e provados mais acessíveis à população com esse tipo de dificuldade.
Tecnologia e propósito
A ideia surgiu da vivência que um dos cofundadores, João Novochadlo, teve como voluntário do Instituto Paranaense dos Cegos. Conhecendo a realidade e os
desafios enfrentados no Brasil, os empreendedores decidiram criar uma solução de brasileiros para brasileiros. “A comunidade PCD brasileira precisa de
soluções de quem conhece nosso contexto, os obstáculos para mobilidade urbana que impõem barreiras para inclusão social. E nós, brasileiros, temos conhecimento
e propriedade técnica para encontrar o caminho para mudar nossa própria realidade”, afirma João Novochadlo. O Veever também foi apresentado a membros de
empresas e principais instituições de ensino norte-americanas, como MIT e Harvard, universidades que realizaram uma competição de startups na qual o Veever
foi uma das 40 mais bem posicionadas, dentre aproximadamente 500 empresas iniciais.
Sobre o Veever
O Veever é uma startup curitibana fundada durante a Hackathon da Prefeitura de Curitiba e vencedora da competição. Com objetivo de solucionar os problemas
que pessoas com deficiências visuais ou com dificuldades de orientação têm ao se locomoverem através das cidades, criou uma solução que consiste na combinação
de um aplicativo mobile gratuito para celulares com a infraestrutura de pequenos dispositivos nos ambientes públicos e privados. O App funciona como um
assistente virtual de voz, que permite maior interação do usuário com o ambiente urbano. São sócios do projeto o engenheiro João Guilherme Mansur Baglioli,
o publicitário João Pedro de Goes Novochadlo, o médico e desenvolvedor de softwares Leonardo Garcia Custódio e o Engenheiro de Software Lohann Paterno
Coutinho Ferreira.
Saiba mais em:
www.veever.com.br
<ester.athanasio@depropositocomunica.com>
fonte paranashop.com
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