Arte em fundo verde, com os símbolos das deficiências intelectual, visual, física e auditiva dispostos verticalmente, da esquerda para a direita
A Fundação Banco do Brasil, idealizadora do Prêmio de Tecnologias Sociais, prorrogou o prazo das inscrições do Prêmio de Tecnologias Sociais para o dia
12 de maio. Podem participar de um dos maiores prêmios do terceiro setor do país instituições de ensino e de pesquisa, fundações, cooperativas, organizações
da sociedade civil e órgãos governamentais de direito público ou privado sediadas no Brasil, na América Latina ou do Caribe. As inscrições e os resultados
de cada etapa do Prêmio serão divulgados no portal da
Fundação Banco do Brasil Site externo
e no
BTS Site externo.
As iniciativas selecionadas vão concorrer a R$ 700 mil em prêmios divididos entre as categorias nacionais: “Cidades Sustentáveis e/ou Inovação Digital”;
“Educação”; “Geração de Renda” e “Meio Ambiente” e as premiações especiais: “Mulheres na Agroecologia”, “Gestão Comunitária e Algodão Agroecológico” e
“Primeira Infância”.
A edição deste ano também reconhecerá iniciativas do exterior na categoria “Internacional” destinada a iniciativas da América Latina e do Caribe. O objetivo
é identificar e reconhecer tecnologias sociais que possam ser reaplicadas no Brasil e que constituam efetivas soluções para questões relativas a “Cidades
Sustentáveis e/ou Inovação Digital”; “Educação”, “Geração de Renda” e “Meio Ambiente.”
O regulamento prevê um bônus de 5% na pontuação total obtida na classificação final para propostas que promovam a igualdade de gênero, além do protagonismo
e empoderamento da juventude.
Em sua décima edição, o Prêmio Fundação BB de Tecnologia Social tem a parceria do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Instituto
C&A, Ativos S/A e BB Tecnologia e Serviços, além da cooperação da Unesco no Brasil e apoio da Organização das Nações Unidas para a Alimentação e a Agricultura
(FAO), Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (PNUD), Ministério da Cidadania e Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações
(MCTIC).
Uma voz de liberdade para detentos e pessoas com deficiência visual
Em 2011, o Conselho Comunitário de Segurança de Maringá – Conseg, apresentou ao Brasil e ao mundo o projeto Visão de Liberdade, uma iniciativa que atua
com a participação de detentos na confecção de materiais didáticos para alunos cegos da rede estadual de ensino e pessoas com deficiência visual, atendidas
pelo Centro de Apoio Pedagógico para Atendimento às Pessoas com Deficiência Visual de Maringá (CAP). Naquele mesmo ano a metodologia foi vencedora do Prêmio
Fundação BB de Tecnologia Social, representando a região Sul do país.
Ao mesmo tempo em que a tecnologia social permite que as pessoas privadas de liberdade tenham oportunidade de inclusão social e integração da cidadania,
o projeto também oportuniza que pessoas com deficiência visual tenham acesso à literatura e outros materiais, aumentando as chances de ingresso no mercado
de trabalho.
Hoje, 30 apenados da Penitenciária Estadual de Maringá (PEM) e outros dez do regime semiaberto da Colônia Penal Industrial de Maringá prestam serviço três
vezes por semana, durante seis horas por dia, na produção de livros digitados para impressão em braille, livros falados, materiais em relevo, maquetes
e jogos adaptados, entre outros. A cada três dias trabalhados é reduzido um dia da pena para cada participante. Os livros falados levam de dois a três
meses para serem concluídos. O diferencial do material produzido são as vozes e a sonoplastia, que dão finalização mais dinâmica aos áudios.
“Ser vencedor do Prêmio da Fundação BB foi de grande valor para nós. Uma premiação de tamanha importância, realizada por uma instituição tão respeitada
como a Fundação BB nos motivou ainda mais a continuar com as atividades. A ideia também foi reaplicada na unidade do semiaberto em nossa cidade. Continuamos
empenhados com o fortalecimento e crescimento do projeto, já que atende dois grupos muitas vezes extintos de nossa sociedade: as pessoas com deficiência
visual e os apenados”, declarou Antonio Tadeu Rodrigues, presidente do Conseg Maringá.
Fonte:
Fundação BB Site externo
terça-feira, 23 de abril de 2019
sábado, 20 de abril de 2019
APLICATIVO AUXILIA DEFICIENTES VISUAIS E CEGOS A IDENTIFICAR OS ÔNIBUS ANTES DE EMBARCAR
Com o objetivo de contribuir para a inclusão social das pessoas cegas e
deficientes visuais, assim como diminuir sua dependência, os alunos do
8º semestre
de Engenharia da Computação Alberto Neto, Alexandre Nogueira, Risonaldo
Moura e João Borges criaram um aplicativo chamado BusID. O app visa
assegurar a
confiança às pessoas com problemas de visão no uso de transportes coletivos.
Durante a disciplina de Computação Gráfica e Processamento de Imagens,
ministrada pelos professores Deyvison Penha e Ronaldo Zampolo, os
graduandos foram
instigados a desenvolver soluções para problemas reais utilizando o
conhecimento adquirido em sala de aula. Um dos criadores, Risonaldo
Moura, conta que
a ideia para o BusID surgiu quando os estudantes perceberam a carência
de desenvolvimentos tecnológicos na área de tecnologia assistiva.
“Percebemos que os cegos e os deficientes visuais em Belém têm bastante
dificuldade para identificar, sozinhos, a linha do ônibus que está à sua
frente,
pois nem mesmo há sistemas de localização que os auxiliem nesta tarefa,
como em algumas cidades do País, contribuindo, portanto, com o aumento
de sua dependência
e exclusão social”, explica o estudante.
Para ele, o desenvolvimento de projetos como o BusID ajuda a preparar os
alunos para o mercado de trabalho, tendo em vista que os problemas que
estes projetos
resolvem são da mesma natureza daqueles que as empresas buscam
solucionar. O app também é de grande importância no fator social, “em
ter o poder de impactar
na vida das pessoas ainda dentro da Academia, além de dar um retorno à
sociedade pelo investimento feito à Universidade”.
O BusID identifica a linha do ônibus por meio da câmera do celular e
fala em voz alta para o usuário. Para isso, o número identificador da
linha do ônibus
deve estar visível e o usuário estar a uma distância menor que 10
metros. A base de dados já conta com cerca de 98% de todos os ônibus da
Região Metropolitana
de Belém cadastrados.
Como funciona – Ao abrir o BusID, o usuário escuta uma voz dizendo “Olá”
e é levado à tela principal do aplicativo, na qual é mostrada a imagem
da câmera.
Quando nesta imagem houver um ônibus com seu código visível, o app diz a
linha daquele ônibus, automaticamente, sem precisar de nenhum toque na
tela ou
no botão, e sem a necessidade de conexão com a internet. Se outro ônibus
surgir na imagem, o BusID também dirá a linha deste outro ônibus.
Nas próximas atualizações, serão adicionadas à base de dados todas as
linhas de ônibus da Região Metropolitana de Belém com as letras, e não
somente os
números, além de melhoramentos na usabilidade para os usuários conforme
seus feedbacks, lançamento da versão para o Iphone, e opções para outras
cidades
do País que apresentam semelhante cenário da Região Metropolitana de Belém.
O app atende a toda a população que faz uso dos transportes coletivos na
região e pode ser baixado e utilizado gratuitamente. O BusID está
disponível na
Google Play para smartphones com sistema Android. Basta procurar pelo
nome BusID Belém, ou acessar este
link.
fonte CAMAT UFPA
deficientes visuais, assim como diminuir sua dependência, os alunos do
8º semestre
de Engenharia da Computação Alberto Neto, Alexandre Nogueira, Risonaldo
Moura e João Borges criaram um aplicativo chamado BusID. O app visa
assegurar a
confiança às pessoas com problemas de visão no uso de transportes coletivos.
Durante a disciplina de Computação Gráfica e Processamento de Imagens,
ministrada pelos professores Deyvison Penha e Ronaldo Zampolo, os
graduandos foram
instigados a desenvolver soluções para problemas reais utilizando o
conhecimento adquirido em sala de aula. Um dos criadores, Risonaldo
Moura, conta que
a ideia para o BusID surgiu quando os estudantes perceberam a carência
de desenvolvimentos tecnológicos na área de tecnologia assistiva.
“Percebemos que os cegos e os deficientes visuais em Belém têm bastante
dificuldade para identificar, sozinhos, a linha do ônibus que está à sua
frente,
pois nem mesmo há sistemas de localização que os auxiliem nesta tarefa,
como em algumas cidades do País, contribuindo, portanto, com o aumento
de sua dependência
e exclusão social”, explica o estudante.
Para ele, o desenvolvimento de projetos como o BusID ajuda a preparar os
alunos para o mercado de trabalho, tendo em vista que os problemas que
estes projetos
resolvem são da mesma natureza daqueles que as empresas buscam
solucionar. O app também é de grande importância no fator social, “em
ter o poder de impactar
na vida das pessoas ainda dentro da Academia, além de dar um retorno à
sociedade pelo investimento feito à Universidade”.
O BusID identifica a linha do ônibus por meio da câmera do celular e
fala em voz alta para o usuário. Para isso, o número identificador da
linha do ônibus
deve estar visível e o usuário estar a uma distância menor que 10
metros. A base de dados já conta com cerca de 98% de todos os ônibus da
Região Metropolitana
de Belém cadastrados.
Como funciona – Ao abrir o BusID, o usuário escuta uma voz dizendo “Olá”
e é levado à tela principal do aplicativo, na qual é mostrada a imagem
da câmera.
Quando nesta imagem houver um ônibus com seu código visível, o app diz a
linha daquele ônibus, automaticamente, sem precisar de nenhum toque na
tela ou
no botão, e sem a necessidade de conexão com a internet. Se outro ônibus
surgir na imagem, o BusID também dirá a linha deste outro ônibus.
Nas próximas atualizações, serão adicionadas à base de dados todas as
linhas de ônibus da Região Metropolitana de Belém com as letras, e não
somente os
números, além de melhoramentos na usabilidade para os usuários conforme
seus feedbacks, lançamento da versão para o Iphone, e opções para outras
cidades
do País que apresentam semelhante cenário da Região Metropolitana de Belém.
O app atende a toda a população que faz uso dos transportes coletivos na
região e pode ser baixado e utilizado gratuitamente. O BusID está
disponível na
Google Play para smartphones com sistema Android. Basta procurar pelo
nome BusID Belém, ou acessar este
link.
fonte CAMAT UFPA
Mais inclusão no transporte público de Natal
Prefeitura instala sinalização em Braille em paradas de ônibus da
cidade; serviço atende a uma reivindicação antiga dos usuários com
deficiência visual
O sistema de transporte coletivo da capital potiguar está passando por
melhorias. Uma delas garante mais inclusão às pessoas com deficiência
visual da
cidade. A Prefeitura de Natal começou a instalar nos pontos de ônibus o
sistema de identificação de linhas em Braille. A iniciativa é fruto de
parceria
entre a Prefeitura do Natal, por meio da Secretaria Municipal de
Mobilidade Urbana (STTU), e o Sindicato das Empresas de Transportes
Urbanos de Passageiros
do Município de Natal (Seturn).
A nova sinalização está sendo instalada em locais acessíveis ao toque
dos dedos do usuário com deficiência visual, possibilitando a
identificação dos destinos
que operam nas plataformas de embarque e desembarque de passageiros.
Os pontos de ônibus com o sistema em Braille já instalado são a avenida
Prudente de Morais (paradas Morton Farias e Francisco Borges de
Oliveira, em Lagoa
Nova; e parada Anísio Teixeira, no Tirol); a rua dos Caicós (parada
Joaquim Honório, no Alecrim); av. Gustavo Cordeiro de Farias (parada Le
Rivage, na
Ribeira); av. Rio Branco (parada Ulisses Caldas, na Cidade Alta); av.
João Medeiros Filho (parada UERN, e Santa Luiza, no Potengi); e av. dos
Potiguares
(paradas Virgílio Trindade e APAE, em Lagoa Nova).
De acordo com a STTU, a expectativa é de que até o final deste ano 100
abrigos tenham a mesma sinalização. Ao todo, a capital potiguar possui
600 abrigos
e a meta da gestão municipal é de que, em 2020, 25% deles tenham a
identificação em Braille. “Essa iniciativa é muito importante, pois
promove inclusão
e gera independência às pessoas com deficiência visual em nossa cidade.
Gostaríamos de estender o benefício para 100% das nossas paradas de
ônibus, mas
nem todas têm as condições de receber o sistema. Essa era uma antiga
reivindicação e temos a satisfação de realizar”, destaca o prefeito de
Natal, Álvaro
Dias.
Os membros da Sociedade dos Cegos do Rio Grande do Norte aprovaram a
ação. O presidente da instituição, Ronaldo Tavares, fez uma visita
técnica ao abrigo
de passageiros localizado na avenida Cordeiro de Farias, na Ribeira, e
elogia a medida: “A implantação da sinalização contempla uma luta
histórica para
pessoas com deficiência visual na cidade de Natal e promove a autoestima
destes usuários no sistema de transporte do município. Parabenizo a
Prefeitura
do Natal pelo trabalho e a todos nós por mais essa conquista”, afirma
Tavares.
Fonte:
G1 Site externo
cidade; serviço atende a uma reivindicação antiga dos usuários com
deficiência visual
O sistema de transporte coletivo da capital potiguar está passando por
melhorias. Uma delas garante mais inclusão às pessoas com deficiência
visual da
cidade. A Prefeitura de Natal começou a instalar nos pontos de ônibus o
sistema de identificação de linhas em Braille. A iniciativa é fruto de
parceria
entre a Prefeitura do Natal, por meio da Secretaria Municipal de
Mobilidade Urbana (STTU), e o Sindicato das Empresas de Transportes
Urbanos de Passageiros
do Município de Natal (Seturn).
A nova sinalização está sendo instalada em locais acessíveis ao toque
dos dedos do usuário com deficiência visual, possibilitando a
identificação dos destinos
que operam nas plataformas de embarque e desembarque de passageiros.
Os pontos de ônibus com o sistema em Braille já instalado são a avenida
Prudente de Morais (paradas Morton Farias e Francisco Borges de
Oliveira, em Lagoa
Nova; e parada Anísio Teixeira, no Tirol); a rua dos Caicós (parada
Joaquim Honório, no Alecrim); av. Gustavo Cordeiro de Farias (parada Le
Rivage, na
Ribeira); av. Rio Branco (parada Ulisses Caldas, na Cidade Alta); av.
João Medeiros Filho (parada UERN, e Santa Luiza, no Potengi); e av. dos
Potiguares
(paradas Virgílio Trindade e APAE, em Lagoa Nova).
De acordo com a STTU, a expectativa é de que até o final deste ano 100
abrigos tenham a mesma sinalização. Ao todo, a capital potiguar possui
600 abrigos
e a meta da gestão municipal é de que, em 2020, 25% deles tenham a
identificação em Braille. “Essa iniciativa é muito importante, pois
promove inclusão
e gera independência às pessoas com deficiência visual em nossa cidade.
Gostaríamos de estender o benefício para 100% das nossas paradas de
ônibus, mas
nem todas têm as condições de receber o sistema. Essa era uma antiga
reivindicação e temos a satisfação de realizar”, destaca o prefeito de
Natal, Álvaro
Dias.
Os membros da Sociedade dos Cegos do Rio Grande do Norte aprovaram a
ação. O presidente da instituição, Ronaldo Tavares, fez uma visita
técnica ao abrigo
de passageiros localizado na avenida Cordeiro de Farias, na Ribeira, e
elogia a medida: “A implantação da sinalização contempla uma luta
histórica para
pessoas com deficiência visual na cidade de Natal e promove a autoestima
destes usuários no sistema de transporte do município. Parabenizo a
Prefeitura
do Natal pelo trabalho e a todos nós por mais essa conquista”, afirma
Tavares.
Fonte:
G1 Site externo
Prefeitura de São Paulo promove a terceira rodada do Campeonato Paulista de Futebol de Amputados
Torneio reuniu oito equipes no Centro Esportivo Joerg Bruder e tem como objetivo, além de estimular a modalidade, chamar atenção para acidentes de moto
e amputações
e amputações
quinta-feira, 18 de abril de 2019
Conheça apps que ajudam crianças e adolescentes com autismo
ONU definiu tecnologias assistivas como tema do Dia Mundial da Conscientização do Autismo, confira aplicativos que auxiliam no desenvolvimento e aprendizado
dos jovens
Confira a matéria publicada no site do Estado de S. Paulo sobre aplicativos para melhoria na qualidade de vida de autistas.
Por Marco Antônio Carvalho e Ana Paula Niederauer
Na última terça-feira, 2, foi celebrado o Dia Mundial da Conscientização do Autismo. Em 2019, a Organização das Nações Unidas (ONU), que criou a data em
2007, lembra do dia a partir do tema “Tecnologias assistivas, participação ativa”, em referência a programas que podem ajudar no processo de aprendizagem
de crianças e adolescentes que se encaixam nessa condição.
“Para muitas pessoas com transtornos de espectro autista, o acesso a tecnologias assistivas é um pré-requisito para poderem exercitar os direitos humanos
básicos e participarem integralmente da vida de suas comunidades”, declarou a ONU, em mensagem sobre o dia. “Tecnologia assistivas podem eliminar a barreira
de participação”, completou.
A ONU lembra que a Convenção das Pessoas com Deficiências reconhece o papel das tecnologias assistivas, ao auxiliar no exercício pleno dos direitos e liberdades.
A organização discutiu nesta terça, em sua sede em Nova York, o papel da internet e das comunidades digitais nos avanços nessa área.
Para a fonoaudióloga Renata Dias, especialista em linguagem infantil para Transtornos do Espectro Autista (Tea), os recursos de alta tecnologia como os
aplicativos ajudam no desenvolvimento da comunicação.
“O trabalho do terapeuta fonoaudiólogo é modelar o uso das tecnologias para que a criança aprenda qual é a função daquele sistema de comunicação. Não basta
entregar o dispositivo eletrônico para criança, é necessário um trabalho contínuo e consistente de como usar cada classe de palavras que contém em cada
sistema”, explica Renata.
Renata afirma que a tecnologia favorece o desenvolvimento da fala. “Acontece frequentemente de colocarmos um sistema de comunicação para uma criança não
verbal e, após todo o trabalho contínuo, essa criança se tornar verbal”, disse.
O Estado destaca a seguir quatro aplicativos para aprendizagem de crianças e adolescentes com transtornos relacionados ao autismo. Muitas vezes, o desenvolvimento
de ferramentas que auxiliam no aprendizado e comunicação parte da própria família, como é o caso do Matraquinha, criado por Wagner Yamuto para ajudar o
filho Gabriel.
Conheça alguns deles abaixo:
Minha rotina especial
O aplicativo Minha Rotina Especial é um software desenvolvido para auxiliar crianças com deficiência, síndromes, autismo ou déficits diversos. “Um programa
cuidadosamente planejado para estimular o desenvolvimento, integrando informações e deixando a rotina mais clara e organizada para crianças com diferentes
desafios e que precisam de acompanhamento nas atividades do dia a dia.”
Quanto mais a criança conhece sua rotina, mais ela ganha confiança e autonomia e melhor os terapeutas conseguem acompanhar sua evolução e propor novos
desafios, detalham os desenvolvedores.
Disponível no Google Play e na Apple Store (disponível apenas para iPads).
Livox
O Livox se define como um aplicativo de comunicação alternativa. “Permite que pessoas com doenças ou deficiências que prejudicam a fala possam se comunicar
e aprender por meio de um tablet”. A ferramenta permite que o usuário crie qualquer coisa em qualquer lugar. Exercícios de leitura, escrita e até conceitos
de matemática podem ser facilitados para quem tem autismo.
Por enquanto, o aplicativo está disponível apenas no Google Play.
Tippy Talk
Os desenvolvedores detalham que o aplicativo permite que uma pessoa com dificuldades de comunicação verbal se comunique traduzindo imagens em mensagens
de texto que são enviadas ao cuidador. “TippyTalk é único por libertar a pessoa das limitações de uma comunicação face a face.”
Encontre o app no Google Play ou na Apple Store.
Matraquinha
Matraquinha é um aplicativo destinado a crianças e adolescentes com autismo ou que possuam dificuldades de linguagem. Com o uso deste aplicativo, a criança
poderá se comunicar por meio de cartões, explica os desenvolvedores. “O funcionamento é bem simples. Ao clicar nestes cartões, o aplicativo vai dizer por
voz o que a criança deseja transmitir.”
O aplicativo está disponível no Google Play e na Apple Store.
Fonte:
Estadão Site externo
dos jovens
Confira a matéria publicada no site do Estado de S. Paulo sobre aplicativos para melhoria na qualidade de vida de autistas.
Por Marco Antônio Carvalho e Ana Paula Niederauer
Na última terça-feira, 2, foi celebrado o Dia Mundial da Conscientização do Autismo. Em 2019, a Organização das Nações Unidas (ONU), que criou a data em
2007, lembra do dia a partir do tema “Tecnologias assistivas, participação ativa”, em referência a programas que podem ajudar no processo de aprendizagem
de crianças e adolescentes que se encaixam nessa condição.
“Para muitas pessoas com transtornos de espectro autista, o acesso a tecnologias assistivas é um pré-requisito para poderem exercitar os direitos humanos
básicos e participarem integralmente da vida de suas comunidades”, declarou a ONU, em mensagem sobre o dia. “Tecnologia assistivas podem eliminar a barreira
de participação”, completou.
A ONU lembra que a Convenção das Pessoas com Deficiências reconhece o papel das tecnologias assistivas, ao auxiliar no exercício pleno dos direitos e liberdades.
A organização discutiu nesta terça, em sua sede em Nova York, o papel da internet e das comunidades digitais nos avanços nessa área.
Para a fonoaudióloga Renata Dias, especialista em linguagem infantil para Transtornos do Espectro Autista (Tea), os recursos de alta tecnologia como os
aplicativos ajudam no desenvolvimento da comunicação.
“O trabalho do terapeuta fonoaudiólogo é modelar o uso das tecnologias para que a criança aprenda qual é a função daquele sistema de comunicação. Não basta
entregar o dispositivo eletrônico para criança, é necessário um trabalho contínuo e consistente de como usar cada classe de palavras que contém em cada
sistema”, explica Renata.
Renata afirma que a tecnologia favorece o desenvolvimento da fala. “Acontece frequentemente de colocarmos um sistema de comunicação para uma criança não
verbal e, após todo o trabalho contínuo, essa criança se tornar verbal”, disse.
O Estado destaca a seguir quatro aplicativos para aprendizagem de crianças e adolescentes com transtornos relacionados ao autismo. Muitas vezes, o desenvolvimento
de ferramentas que auxiliam no aprendizado e comunicação parte da própria família, como é o caso do Matraquinha, criado por Wagner Yamuto para ajudar o
filho Gabriel.
Conheça alguns deles abaixo:
Minha rotina especial
O aplicativo Minha Rotina Especial é um software desenvolvido para auxiliar crianças com deficiência, síndromes, autismo ou déficits diversos. “Um programa
cuidadosamente planejado para estimular o desenvolvimento, integrando informações e deixando a rotina mais clara e organizada para crianças com diferentes
desafios e que precisam de acompanhamento nas atividades do dia a dia.”
Quanto mais a criança conhece sua rotina, mais ela ganha confiança e autonomia e melhor os terapeutas conseguem acompanhar sua evolução e propor novos
desafios, detalham os desenvolvedores.
Disponível no Google Play e na Apple Store (disponível apenas para iPads).
Livox
O Livox se define como um aplicativo de comunicação alternativa. “Permite que pessoas com doenças ou deficiências que prejudicam a fala possam se comunicar
e aprender por meio de um tablet”. A ferramenta permite que o usuário crie qualquer coisa em qualquer lugar. Exercícios de leitura, escrita e até conceitos
de matemática podem ser facilitados para quem tem autismo.
Por enquanto, o aplicativo está disponível apenas no Google Play.
Tippy Talk
Os desenvolvedores detalham que o aplicativo permite que uma pessoa com dificuldades de comunicação verbal se comunique traduzindo imagens em mensagens
de texto que são enviadas ao cuidador. “TippyTalk é único por libertar a pessoa das limitações de uma comunicação face a face.”
Encontre o app no Google Play ou na Apple Store.
Matraquinha
Matraquinha é um aplicativo destinado a crianças e adolescentes com autismo ou que possuam dificuldades de linguagem. Com o uso deste aplicativo, a criança
poderá se comunicar por meio de cartões, explica os desenvolvedores. “O funcionamento é bem simples. Ao clicar nestes cartões, o aplicativo vai dizer por
voz o que a criança deseja transmitir.”
O aplicativo está disponível no Google Play e na Apple Store.
Fonte:
Estadão Site externo
Saúde municipal promove inclusão da pessoa com autismo
Serviços municipais estão preparados para atender pessoas com transtornos globais de desenvolvimento (TGD)
O autismo é uma combinação de alteração genética que causa os transtornos globais de desenvolvimento (TGD). Ele é caracterizado por comportamentos repetitivos,
comunicação não verbal, desafios na habilidade de socialização. Entretanto, cada pessoa com estas limitações possui dificuldades distintas em seu dia-a-dia.
Para conscientizar a sociedade sobre a importância do diagnóstico, inclusão e evolução das pessoas com autismo, o dia 2 de abril é uma data mundial de
atenção ao assunto.
Denise e Walmir Barbosa, pais de Miquéias de 13 anos, encontraram os caminhos para promover a inclusão do menino pelo atendimento na sua UBS de referência,
depois veio a escola e os avanços começaram. “As pessoas acham que ele não está bem por ele ter a sequela, ele ter uma síndrome, mas para mim, ele está
bem! Ele anda, ele fala, ele faz as terapias, ele tem uma boa família. [...] Eu tenho muito dele estar evoluindo”, contou a mãe.
O autismo pode ser diagnosticado a partir dos 2 anos de idade, e a rede municipal de saúde está preparada para atender a pessoa com TGD com as especialidades
como fonoaudiologia, psicologia entre outros. Lembre-se que a porta de entrada para o Sistema Único de Saúde (SUS) é através da Unidade Básica de Saúde
(UBS).
Para saber qual é a unidade mais próxima de sua casa, acesse o
Busca Saúde.
fonte s m p e d
O autismo é uma combinação de alteração genética que causa os transtornos globais de desenvolvimento (TGD). Ele é caracterizado por comportamentos repetitivos,
comunicação não verbal, desafios na habilidade de socialização. Entretanto, cada pessoa com estas limitações possui dificuldades distintas em seu dia-a-dia.
Para conscientizar a sociedade sobre a importância do diagnóstico, inclusão e evolução das pessoas com autismo, o dia 2 de abril é uma data mundial de
atenção ao assunto.
Denise e Walmir Barbosa, pais de Miquéias de 13 anos, encontraram os caminhos para promover a inclusão do menino pelo atendimento na sua UBS de referência,
depois veio a escola e os avanços começaram. “As pessoas acham que ele não está bem por ele ter a sequela, ele ter uma síndrome, mas para mim, ele está
bem! Ele anda, ele fala, ele faz as terapias, ele tem uma boa família. [...] Eu tenho muito dele estar evoluindo”, contou a mãe.
O autismo pode ser diagnosticado a partir dos 2 anos de idade, e a rede municipal de saúde está preparada para atender a pessoa com TGD com as especialidades
como fonoaudiologia, psicologia entre outros. Lembre-se que a porta de entrada para o Sistema Único de Saúde (SUS) é através da Unidade Básica de Saúde
(UBS).
Para saber qual é a unidade mais próxima de sua casa, acesse o
Busca Saúde.
fonte s m p e d
CEUs de Perus e Campo Limpo ganham óculos que transformam textos em áudio
Com o equipamento as pessoas com deficiência visual poderão ler o livro
que desejarem
A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal da Pessoa
com Deficiência (SMPED) em parceria com a Secretaria Municipal da
Educação (SME)
e a Secretaria Municipal da Cultura (SMC) entregará nesta sexta-feira
(29), dois óculos OrCam MyEye, para as Bibliotecas dos Centros
Educacionais Unificados
(CEUs) de Perus e Campo Limpo. As bibliotecas além de atenderem os
estudantes dos CEUs também ficam abertas para a comunidade.
O evento acontecerá às 11h no CEU Perus localizado à Rua Bernardo José
de Lorena, s/n - Vila Fanton, contará com a presença do Prefeito Bruno
Covas, e
dos Secretários Municipais da Cultura, Alexandre Youssef, da Educação,
João Cury Neto e da Pessoa com Deficiência, Cid Torquato.
“A iniciativa faz parte do nosso plano de fornecer tecnologia assistiva
a estudantes com deficiências da rede municipal de ensino. Atenderá uma
demanda
crescente, já que a população com deficiência está cada vez mais na rua
e nos espaços públicos”, afirmou Cid Torquato.
Segundo dados atualizados do IBGE, a cidade de São Paulo tem hoje cerca
de 345,5 mil pessoas com deficiência visual.
“Acreditamos na utilização das tecnologias como forma de inclusão e a
administração trabalha unidade para trazer melhoria para toda a
população”, diz João
Cury Neto, Secretário Municipal da Educação.
Desenvolvido pela “Mais Autonomia Tecnologia Assistiva”, o equipamento
permite que qualquer pessoa com deficiência visual possa ler livros,
jornais e revistas
através de uma câmera inteligente que, acoplada às hastes, escaneia e lê
instantaneamente textos em português e inglês, em qualquer superfície.
CEU Perus - Rua Bernardo José de Lorena, s/n - Vila Fanton- (11) 3915-8730
CEU Campo Limpo - Av. Carlos Lacerda, 704 - Vila Pirajussara, (11) 5843-4800
fonte s m p e d
que desejarem
A Prefeitura de São Paulo, por meio da Secretaria Municipal da Pessoa
com Deficiência (SMPED) em parceria com a Secretaria Municipal da
Educação (SME)
e a Secretaria Municipal da Cultura (SMC) entregará nesta sexta-feira
(29), dois óculos OrCam MyEye, para as Bibliotecas dos Centros
Educacionais Unificados
(CEUs) de Perus e Campo Limpo. As bibliotecas além de atenderem os
estudantes dos CEUs também ficam abertas para a comunidade.
O evento acontecerá às 11h no CEU Perus localizado à Rua Bernardo José
de Lorena, s/n - Vila Fanton, contará com a presença do Prefeito Bruno
Covas, e
dos Secretários Municipais da Cultura, Alexandre Youssef, da Educação,
João Cury Neto e da Pessoa com Deficiência, Cid Torquato.
“A iniciativa faz parte do nosso plano de fornecer tecnologia assistiva
a estudantes com deficiências da rede municipal de ensino. Atenderá uma
demanda
crescente, já que a população com deficiência está cada vez mais na rua
e nos espaços públicos”, afirmou Cid Torquato.
Segundo dados atualizados do IBGE, a cidade de São Paulo tem hoje cerca
de 345,5 mil pessoas com deficiência visual.
“Acreditamos na utilização das tecnologias como forma de inclusão e a
administração trabalha unidade para trazer melhoria para toda a
população”, diz João
Cury Neto, Secretário Municipal da Educação.
Desenvolvido pela “Mais Autonomia Tecnologia Assistiva”, o equipamento
permite que qualquer pessoa com deficiência visual possa ler livros,
jornais e revistas
através de uma câmera inteligente que, acoplada às hastes, escaneia e lê
instantaneamente textos em português e inglês, em qualquer superfície.
CEU Perus - Rua Bernardo José de Lorena, s/n - Vila Fanton- (11) 3915-8730
CEU Campo Limpo - Av. Carlos Lacerda, 704 - Vila Pirajussara, (11) 5843-4800
fonte s m p e d
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