Por CPB
O Centro de Treinamento Paralímpico, em São Paulo, recebeu no último sábado, 16, o Grand Prix de Judô disputado por atletas cegos e com baixa visão. A
competição contou com a presença de participantes de 18 Estados mais o Distrito Federal. A etapa foi importante para a comissão técnica da Seleção Brasileira
observar os judocas em ação no maior evento da modalidade no país.
“O Grand Prix foi bacana porque pudemos observar muitos atletas jovens evoluindo, chegando nas disputas por medalhas e isso é bem interessante. O Grand
Prix é a porta de entrada, uma vitrine para todos os atletas chegarem à seleção brasileira. É o momento certo de mostrarem o que estão treinando nos seus
clubes”, analisou Jaime Bragança, treinador da Seleção Brasileira.
Muitos dos campeões do Grand Prix de Judô Paralímpico fazem parte da Seleção Brasileira. E uma das decisões foi entre duas companheiras de treinamento.
A disputa do ouro da categoria pesado feminino foi entre Rebeca Silva (APADV-SP) e Meg Emmerich (IRM-PR), com a paulista levando a melhor dessa vez.
“Nós somos amigas, treinamos juntas. Cada uma leva a vitória no tempo em que está melhor. Respeito muito ela, mas a disputa vai ser sempre acirrada e muito
forte. É muito importante a gente estar aqui, é bom ter uma pessoa para disputar, seja numa com competição pela seleção ou no Grand Prix”, destacou a campeã
Rebeca Silva.
Nas outras disputas da categoria feminina, a campeã mundial Alana Maldonado (AMEI-SP) ficou com o título dos médios. Michelle Ferreira (AJCS-MS) levou
o ouro na divisão de baixo, até 63kg. Lúcia Araújo (CESEC-SP) faturou nos leves, enquanto Karla Cardoso (CEIBC-RJ) venceu na categoria até 52kg e Luiza
Oliano (GNU-RS) superou as adversárias no ligeiro.
Pelo masculino, grandes lutas também agitaram as disputas pelo ouro. O paraense Thiego Marques (AEPA-PA) conquistou o título nos 60kg. Deyverson Souza
(ADEVIRN-RN) faturou no meio-leve. Luan Pimentel (ISMAC-MS) levou a melhor na categoria até 73kg, enquanto Harlley Arruda (CESEC-SP) ganhou a medalha dourada
na disputa até 81kg. Nas divisões de cima, Arthur Silva (ADEVIRN-RN) venceu o companheiro de equipe Abner Oliveira (ADEVIRN-RN) nos 90kg. Já no meio-pesado
Wanderson Porfírio (SCCP-SP) levou nos 100, e por fim, Júlio Cesar Conceição (URECE-RJ) conquistou a glória no pesado.
“A gente sabe que não vai ter tanta surpresa. Tanto eu sei quanto ele sabe, então isso já é uma dificuldade. E muitas vezes se torna até empolgante porque
você precisa provar pra si mesmo que é o melhor dentro do seu Estado também”, vibrou o potiguar Arthur Silva, atleta da ADEVIRN-RN.
No Quadro Geral de Medalhas, o CESEC-SP ficou em primeiro lugar, seguido pela ADEVIRN-RN e CEIBC-RJ. A próxima etapa do Grand Prix de Judô Paralímpico
será realizada no dia 30 de novembro, também no Centro de Treinamento, em São Paulo. Até lá, as principais atrações serão os campeonatos que judocas da
Seleção Brasileira terão pela frente.
Confira
aqui
todos os resultados.
*Com informações da Confederação Brasileira de Desportos de Deficientes Visuais
Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (
imp@cpb.org.br)
terça-feira, 19 de março de 2019
VEÍCULOS DE PESSOAS COM DEFICIÊNCIA PODERÃO SER ISENTOS DO PEDÁGIO
Início do grupo Proposta, aprovada pela CAE, permitirá que pessoas com deficiência viagem pelas estradas do país sem ter que pagar pelas tarifas de pedágio.
Foto: Aderlei de Souza
03/Pedagio_SP_348_Km_39
Proposta, aprovada pela CAE, permitirá que pessoas com deficiência viagem pelas estradas do país sem ter que pagar pelas tarifas de pedágio. Foto: Aderlei
de Souza
Fim do grupo
Proposta, aprovada pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), recebeu parecer favorável da Comissão dos Direitos Humanos (CDH)
Os veículos conduzidos pelas pessoas com deficiência poderão ficar isentos do pagamento de pedágio em rodovias. A medida é prevista em projeto de lei (
PLS 452/2012)
aprovado nesta terça-feira (11) pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), em decisão terminativa.
De autoria da senadora Ana Amélia (PP-RS), a proposta recebeu parecer favorável da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH). Na CAE,
a senadora Lúcia Vânia (PSDB-GO) apresentou relatório a favor do projeto, lido pelo senador Waldemir Moka (PMDB-MS). Emenda apresentada pela relatora remete
ao Poder Executivo o regulamento dos termos de concessão do benefício.
O projeto condiciona a isenção ao princípio da preservação do equilíbrio econômico-financeiro dos contratos de concessão de rodovias. Lúcia Vânia observa
que, como o projeto não menciona recursos orçamentários para a despesa decorrente, “conclui-se que o benefício seria custeado pelo aumento do valor do
pedágio para os demais motoristas”.
A relatora na CAE considera necessário impor limite à gratuidade, para assegurar viabilidade econômica à proposta. Segundo ela, tal limitação pode se dar
em função de fatores como a renda da pessoa com deficiência, o grau de comprometimento da sua acessibilidade e os recursos médico-hospitalares de que necessita
alcançar utilizando a rodovia.
Por considerar a matéria eminentemente técnica e sujeita a atualizações constantes, a relatora não acha conveniente fixar tais parâmetros em lei. Optou
por emenda que remete a proposta à regulamentação do Poder Executivo.
Durante a discussão a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) manifestou dúvida quanto à eficácia do projeto, pelo fato de não indicar fonte de recursos para
custear o benefício.
Fonte: Agência Senado
via ESTRADAS O PORTAL DAS RODOVIAS DO BRASIL
Início do grupo Proposta, aprovada pela CAE, permitirá que pessoas com deficiência viagem pelas estradas do país sem ter que pagar pelas tarifas de pedágio.
Foto: Aderlei de Souza
03/Pedagio_SP_348_Km_39
Proposta, aprovada pela CAE, permitirá que pessoas com deficiência viagem pelas estradas do país sem ter que pagar pelas tarifas de pedágio. Foto: Aderlei
de Souza
Fim do grupo
Proposta, aprovada pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), recebeu parecer favorável da Comissão dos Direitos Humanos (CDH)
Os veículos conduzidos pelas pessoas com deficiência poderão ficar isentos do pagamento de pedágio em rodovias. A medida é prevista em projeto de lei (
PLS 452/2012)
aprovado nesta terça-feira (11) pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), em decisão terminativa.
De autoria da senadora Ana Amélia (PP-RS), a proposta recebeu parecer favorável da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH). Na CAE,
a senadora Lúcia Vânia (PSDB-GO) apresentou relatório a favor do projeto, lido pelo senador Waldemir Moka (PMDB-MS). Emenda apresentada pela relatora remete
ao Poder Executivo o regulamento dos termos de concessão do benefício.
O projeto condiciona a isenção ao princípio da preservação do equilíbrio econômico-financeiro dos contratos de concessão de rodovias. Lúcia Vânia observa
que, como o projeto não menciona recursos orçamentários para a despesa decorrente, “conclui-se que o benefício seria custeado pelo aumento do valor do
pedágio para os demais motoristas”.
A relatora na CAE considera necessário impor limite à gratuidade, para assegurar viabilidade econômica à proposta. Segundo ela, tal limitação pode se dar
em função de fatores como a renda da pessoa com deficiência, o grau de comprometimento da sua acessibilidade e os recursos médico-hospitalares de que necessita
alcançar utilizando a rodovia.
Por considerar a matéria eminentemente técnica e sujeita a atualizações constantes, a relatora não acha conveniente fixar tais parâmetros em lei. Optou
por emenda que remete a proposta à regulamentação do Poder Executivo.
Durante a discussão a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) manifestou dúvida quanto à eficácia do projeto, pelo fato de não indicar fonte de recursos para
custear o benefício.
Fonte: Agência Senado
via ESTRADAS O PORTAL DAS RODOVIAS DO BRASIL
Foto: Aderlei de Souza
03/Pedagio_SP_348_Km_39
Proposta, aprovada pela CAE, permitirá que pessoas com deficiência viagem pelas estradas do país sem ter que pagar pelas tarifas de pedágio. Foto: Aderlei
de Souza
Fim do grupo
Proposta, aprovada pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), recebeu parecer favorável da Comissão dos Direitos Humanos (CDH)
Os veículos conduzidos pelas pessoas com deficiência poderão ficar isentos do pagamento de pedágio em rodovias. A medida é prevista em projeto de lei (
PLS 452/2012)
aprovado nesta terça-feira (11) pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), em decisão terminativa.
De autoria da senadora Ana Amélia (PP-RS), a proposta recebeu parecer favorável da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH). Na CAE,
a senadora Lúcia Vânia (PSDB-GO) apresentou relatório a favor do projeto, lido pelo senador Waldemir Moka (PMDB-MS). Emenda apresentada pela relatora remete
ao Poder Executivo o regulamento dos termos de concessão do benefício.
O projeto condiciona a isenção ao princípio da preservação do equilíbrio econômico-financeiro dos contratos de concessão de rodovias. Lúcia Vânia observa
que, como o projeto não menciona recursos orçamentários para a despesa decorrente, “conclui-se que o benefício seria custeado pelo aumento do valor do
pedágio para os demais motoristas”.
A relatora na CAE considera necessário impor limite à gratuidade, para assegurar viabilidade econômica à proposta. Segundo ela, tal limitação pode se dar
em função de fatores como a renda da pessoa com deficiência, o grau de comprometimento da sua acessibilidade e os recursos médico-hospitalares de que necessita
alcançar utilizando a rodovia.
Por considerar a matéria eminentemente técnica e sujeita a atualizações constantes, a relatora não acha conveniente fixar tais parâmetros em lei. Optou
por emenda que remete a proposta à regulamentação do Poder Executivo.
Durante a discussão a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) manifestou dúvida quanto à eficácia do projeto, pelo fato de não indicar fonte de recursos para
custear o benefício.
Fonte: Agência Senado
via ESTRADAS O PORTAL DAS RODOVIAS DO BRASIL
Início do grupo Proposta, aprovada pela CAE, permitirá que pessoas com deficiência viagem pelas estradas do país sem ter que pagar pelas tarifas de pedágio.
Foto: Aderlei de Souza
03/Pedagio_SP_348_Km_39
Proposta, aprovada pela CAE, permitirá que pessoas com deficiência viagem pelas estradas do país sem ter que pagar pelas tarifas de pedágio. Foto: Aderlei
de Souza
Fim do grupo
Proposta, aprovada pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), recebeu parecer favorável da Comissão dos Direitos Humanos (CDH)
Os veículos conduzidos pelas pessoas com deficiência poderão ficar isentos do pagamento de pedágio em rodovias. A medida é prevista em projeto de lei (
PLS 452/2012)
aprovado nesta terça-feira (11) pela Comissão de Assuntos Econômicos (CAE), em decisão terminativa.
De autoria da senadora Ana Amélia (PP-RS), a proposta recebeu parecer favorável da Comissão de Direitos Humanos e Legislação Participativa (CDH). Na CAE,
a senadora Lúcia Vânia (PSDB-GO) apresentou relatório a favor do projeto, lido pelo senador Waldemir Moka (PMDB-MS). Emenda apresentada pela relatora remete
ao Poder Executivo o regulamento dos termos de concessão do benefício.
O projeto condiciona a isenção ao princípio da preservação do equilíbrio econômico-financeiro dos contratos de concessão de rodovias. Lúcia Vânia observa
que, como o projeto não menciona recursos orçamentários para a despesa decorrente, “conclui-se que o benefício seria custeado pelo aumento do valor do
pedágio para os demais motoristas”.
A relatora na CAE considera necessário impor limite à gratuidade, para assegurar viabilidade econômica à proposta. Segundo ela, tal limitação pode se dar
em função de fatores como a renda da pessoa com deficiência, o grau de comprometimento da sua acessibilidade e os recursos médico-hospitalares de que necessita
alcançar utilizando a rodovia.
Por considerar a matéria eminentemente técnica e sujeita a atualizações constantes, a relatora não acha conveniente fixar tais parâmetros em lei. Optou
por emenda que remete a proposta à regulamentação do Poder Executivo.
Durante a discussão a senadora Gleisi Hoffmann (PT-PR) manifestou dúvida quanto à eficácia do projeto, pelo fato de não indicar fonte de recursos para
custear o benefício.
Fonte: Agência Senado
via ESTRADAS O PORTAL DAS RODOVIAS DO BRASIL
CONCERTO MATINAL NA SALA SÃO PAULO E VISITA MONITORADA COM AUDIODESCRIÇÃO
Fotografia colorida, em plano médio e de perfil, do Maestro Isaac Karabtchevsky, com os olhos fechados e os dois braços para frente, segurando uma batuta,
bastão delgado de madeira. O maestro é um senhor idoso de cabelos brancos, usa casaca preta sobre camisa de gola alta e gravata borboleta brancas.
Ministério da Cidadania, Governo do Estado de São Paulo, Secretaria da Cultura e Economia Criativa e Fundação OSESP convidam para o primeiro Concerto Matinal
Acessível de 2019 regido pelo maestro Isaac Karabtchevsky, e para visita monitorada à Sala São Paulo com audiodescrição.
Local: Sala São Paulo.
Endereço: Praça Júlio Prestes, Nº 16 (próxima à Estação Júlio Prestes).
Data: 24 de março (domingo).
Horário concerto: 11:00 horas.
Horário visita monitorada: 13:30 horas.
Convites para pessoas com deficiência visual e acompanhantes.
Favor confirmar presença por email:
marina@vercompalavras.com.br
ou pelo Whats app (11)9 9848-1264
Audiodescrição: VER COM PALAVRAS.
Roteiro e narração: Lívia Motta.
Consultoria: Felipe Monteiro.
Sobre a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo: Fundada em 1954 e hoje reconhecida internacionalmente por sua excelência, desde 2005 é administrada
pela Fundação Osesp. Em 2012, Marin Alsop tornou-se regente titular, tendo sido nomeada diretora musical em 2013 (até o fim de 2019). Em 2016, a Orquestra
esteve nos principais festivais da Europa e, em 2019, realizou turnê pela China e Hong Kong. No ano passado, a gravação das Sinfonias de Villa-Lobos, regidas
por Isaac Karabtchevsky, projeto que se soma a seus mais de 80 álbuns lançados, recebeu o Grande Prêmio da Revista Concerto e o Prêmio da Música Brasileira.
Sobre Isaac Karabtchevsky: Diretor artístico e regente titular da Petrobras Sinfônica, do Rio de Janeiro, é diretor artístico do Instituto Baccarelli e
da Sinfônica Heliópolis. Com o projeto de gravação integral das Sinfonias de Villa-Lobos, com a Osesp, conquistou quatro vezes o Prêmio da Música Brasileira.
Foi diretor musical do Teatro La Fenice (Veneza), da Orchestre National Des Pays de la Loire (França) e da Orquestra Tonkünstler (Viena).
No programa: Heitor Villa-Lobos com a Sinfonia nº 6 – Sobre a Linha das Montanhas – 2º Movimento (Lento); e Antonín Dvorák com a Sinfonia nº 6 em Ré maior,
Opus 60.
Visita monitorada com audiodescrição: Conheça a história do edifício que abrigou a antiga estação da Estrada de Ferro Sorocabana no período áureo do café
e hoje é sede da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo. Durante a visita, os guias abordam sua importância como patrimônio histórico e marco da cidade;
o processo de restauro e revitalização pelo qual passou no final da década de 90; e o projeto de construção da Sala São Paulo, a acústica, estrutura e
detalhes sobre o funcionamento da sala de concertos.
Descrição da foto: Fotografia colorida, em plano médio e de perfil, do Maestro Isaac Karabtchevsky, com os olhos fechados e os dois braços para frente,
segurando uma batuta, bastão delgado de madeira. O maestro é um senhor idoso de cabelos brancos, usa casaca preta sobre camisa de gola alta e gravata borboleta
brancas.
POR:
VERCOMPALAVRAS
bastão delgado de madeira. O maestro é um senhor idoso de cabelos brancos, usa casaca preta sobre camisa de gola alta e gravata borboleta brancas.
Ministério da Cidadania, Governo do Estado de São Paulo, Secretaria da Cultura e Economia Criativa e Fundação OSESP convidam para o primeiro Concerto Matinal
Acessível de 2019 regido pelo maestro Isaac Karabtchevsky, e para visita monitorada à Sala São Paulo com audiodescrição.
Local: Sala São Paulo.
Endereço: Praça Júlio Prestes, Nº 16 (próxima à Estação Júlio Prestes).
Data: 24 de março (domingo).
Horário concerto: 11:00 horas.
Horário visita monitorada: 13:30 horas.
Convites para pessoas com deficiência visual e acompanhantes.
Favor confirmar presença por email:
marina@vercompalavras.com.br
ou pelo Whats app (11)9 9848-1264
Audiodescrição: VER COM PALAVRAS.
Roteiro e narração: Lívia Motta.
Consultoria: Felipe Monteiro.
Sobre a Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo: Fundada em 1954 e hoje reconhecida internacionalmente por sua excelência, desde 2005 é administrada
pela Fundação Osesp. Em 2012, Marin Alsop tornou-se regente titular, tendo sido nomeada diretora musical em 2013 (até o fim de 2019). Em 2016, a Orquestra
esteve nos principais festivais da Europa e, em 2019, realizou turnê pela China e Hong Kong. No ano passado, a gravação das Sinfonias de Villa-Lobos, regidas
por Isaac Karabtchevsky, projeto que se soma a seus mais de 80 álbuns lançados, recebeu o Grande Prêmio da Revista Concerto e o Prêmio da Música Brasileira.
Sobre Isaac Karabtchevsky: Diretor artístico e regente titular da Petrobras Sinfônica, do Rio de Janeiro, é diretor artístico do Instituto Baccarelli e
da Sinfônica Heliópolis. Com o projeto de gravação integral das Sinfonias de Villa-Lobos, com a Osesp, conquistou quatro vezes o Prêmio da Música Brasileira.
Foi diretor musical do Teatro La Fenice (Veneza), da Orchestre National Des Pays de la Loire (França) e da Orquestra Tonkünstler (Viena).
No programa: Heitor Villa-Lobos com a Sinfonia nº 6 – Sobre a Linha das Montanhas – 2º Movimento (Lento); e Antonín Dvorák com a Sinfonia nº 6 em Ré maior,
Opus 60.
Visita monitorada com audiodescrição: Conheça a história do edifício que abrigou a antiga estação da Estrada de Ferro Sorocabana no período áureo do café
e hoje é sede da Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo. Durante a visita, os guias abordam sua importância como patrimônio histórico e marco da cidade;
o processo de restauro e revitalização pelo qual passou no final da década de 90; e o projeto de construção da Sala São Paulo, a acústica, estrutura e
detalhes sobre o funcionamento da sala de concertos.
Descrição da foto: Fotografia colorida, em plano médio e de perfil, do Maestro Isaac Karabtchevsky, com os olhos fechados e os dois braços para frente,
segurando uma batuta, bastão delgado de madeira. O maestro é um senhor idoso de cabelos brancos, usa casaca preta sobre camisa de gola alta e gravata borboleta
brancas.
POR:
VERCOMPALAVRAS
segunda-feira, 18 de março de 2019
Lista de novos emojis tem pessoas com deficiência, cão-guia e cadeira de rodas
Padronização será lançada em março, mas novas figuras só chegam aos
usuários nas atualizações dos sistemas operacionais
O Consórcio Unicode, responsável, entre outras funções, por padronizar
os emojis, liberou a lista aprovada das novas figurinhas que serão
lançadas neste
ano. Ao todo, serão 59 novos emojis, número que sobe para 75 quando
variações de gênero são consideradas e 230, com todos os tons de pele.
Eles estarão
no pacote Emoji 12.0, que será liberado no dia 5 de março.
Esta é a sexta grande atualização desde 2014 e tem como destaque a
inclusão. Nos últimos anos, o consórcio apostou em melhores
representações de gênero
e raça. Agora, a lista ganha emojis para representar pessoas com
deficiência, como pessoas surdas, cegas e em cadeiras de rodas, além de
um cão-guia e
próteses mecânicas de braço e perna.
A nova lista também amplia as possibilidades de formação de casais, com
bonecos com diferentes tons de pele e cores de cabelo, e, pela primeira
vez, casais
neutros não-binários.
Figuras de animais como flamingo, preguiça e orangotango, e de uma cuia
com chimarrão, também foram adicionados, assim como um novo sinal com a
mão que
faz referência a algo pequeno, lembrando o gesto usado pelo personagem
do saudoso humorista Chico Anysio na Escolinha do Professor Raimundo.
A partir da liberação dos padrões, em março, desenvolvedores começarão a
trabalhar na inserção dos novos emojis nos sistemas operacionais. Pelos
calendários
de anos anteriores, as novas figurinhas deverão chegar na nova versão do
Android, que chega ao mercado por volta de agosto, e na próxima
atualização do
iOS, que é liberada entre outubro e novembro.
Fonte: O Globo
usuários nas atualizações dos sistemas operacionais
O Consórcio Unicode, responsável, entre outras funções, por padronizar
os emojis, liberou a lista aprovada das novas figurinhas que serão
lançadas neste
ano. Ao todo, serão 59 novos emojis, número que sobe para 75 quando
variações de gênero são consideradas e 230, com todos os tons de pele.
Eles estarão
no pacote Emoji 12.0, que será liberado no dia 5 de março.
Esta é a sexta grande atualização desde 2014 e tem como destaque a
inclusão. Nos últimos anos, o consórcio apostou em melhores
representações de gênero
e raça. Agora, a lista ganha emojis para representar pessoas com
deficiência, como pessoas surdas, cegas e em cadeiras de rodas, além de
um cão-guia e
próteses mecânicas de braço e perna.
A nova lista também amplia as possibilidades de formação de casais, com
bonecos com diferentes tons de pele e cores de cabelo, e, pela primeira
vez, casais
neutros não-binários.
Figuras de animais como flamingo, preguiça e orangotango, e de uma cuia
com chimarrão, também foram adicionados, assim como um novo sinal com a
mão que
faz referência a algo pequeno, lembrando o gesto usado pelo personagem
do saudoso humorista Chico Anysio na Escolinha do Professor Raimundo.
A partir da liberação dos padrões, em março, desenvolvedores começarão a
trabalhar na inserção dos novos emojis nos sistemas operacionais. Pelos
calendários
de anos anteriores, as novas figurinhas deverão chegar na nova versão do
Android, que chega ao mercado por volta de agosto, e na próxima
atualização do
iOS, que é liberada entre outubro e novembro.
Fonte: O Globo
Campeonato das Américas IBSA de Futebol de 5 valerá vaga para Tóquio 2020
Por CPB
Renan Cacioli/CBDV
Imagem
Um dos principais eventos de futebol de 5 do ano é o Campeonato das Américas IBSA 2019, de 4 a 9 de junho, no Centro de Treinamento Paralímpico, em São
Paulo. A competição ganhou ainda mais importância nesta quarta-feira, 13, após a Federação Internacional de Esportes para Cegos (IBSA, sigla em inglês)
oficializar o continental como um dos torneios classificatórios para os Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020.
“Foi com imensa alegria que recebemos esta confirmação. Tenho certeza que vamos realizar um evento de excelência, à altura do futebol de 5, uma modalidade
que os brasileiros aprenderam a gostar, principalmente após os Jogos Paralímpicos Rio 2016. O Campeonato das Américas IBSA já seria um evento de grande
importância, e com a disputa das vagas para Tóquio 2020, será ainda mais emocionante”, celebrou o presidente da Confederação Brasileira de Desportos para
Deficientes Visuais (CBDV), José Antônio Ferreira Freire.
Esta será a primeira competição internacional de eventos da IBSA e espera-se que as principais forças do continente americano estejam presentes na corrida
pela vaga para as Paralimpíadas. Anfitrião, o Brasil assegurou um lugar na Terra do Sol Nascente no ano passado, quando conquistou o pentacampeonato Mundial,
na Espanha.
No entanto, a disputa está aberta e promete ser acirrada. Seleções como Argentina, Colômbia, México, Paraguai, Costa Rica, Chile, Uruguai, Peru, entre
outras, são esperadas na competição. A abertura do torneio será no dia 4 de junho, com transmissão ao vivo pela internet.
*Com informações da Confederação Brasileira de Desportos de Deficientes Visuais
Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (
imp@cpb.org.br)
Renan Cacioli/CBDV
Imagem
Um dos principais eventos de futebol de 5 do ano é o Campeonato das Américas IBSA 2019, de 4 a 9 de junho, no Centro de Treinamento Paralímpico, em São
Paulo. A competição ganhou ainda mais importância nesta quarta-feira, 13, após a Federação Internacional de Esportes para Cegos (IBSA, sigla em inglês)
oficializar o continental como um dos torneios classificatórios para os Jogos Paralímpicos de Tóquio 2020.
“Foi com imensa alegria que recebemos esta confirmação. Tenho certeza que vamos realizar um evento de excelência, à altura do futebol de 5, uma modalidade
que os brasileiros aprenderam a gostar, principalmente após os Jogos Paralímpicos Rio 2016. O Campeonato das Américas IBSA já seria um evento de grande
importância, e com a disputa das vagas para Tóquio 2020, será ainda mais emocionante”, celebrou o presidente da Confederação Brasileira de Desportos para
Deficientes Visuais (CBDV), José Antônio Ferreira Freire.
Esta será a primeira competição internacional de eventos da IBSA e espera-se que as principais forças do continente americano estejam presentes na corrida
pela vaga para as Paralimpíadas. Anfitrião, o Brasil assegurou um lugar na Terra do Sol Nascente no ano passado, quando conquistou o pentacampeonato Mundial,
na Espanha.
No entanto, a disputa está aberta e promete ser acirrada. Seleções como Argentina, Colômbia, México, Paraguai, Costa Rica, Chile, Uruguai, Peru, entre
outras, são esperadas na competição. A abertura do torneio será no dia 4 de junho, com transmissão ao vivo pela internet.
*Com informações da Confederação Brasileira de Desportos de Deficientes Visuais
Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (
imp@cpb.org.br)
Inclusão Radical: Professores adaptam slackline para alunos com deficiência
Projeto busca promover esportes radicais para crianças com deficiência nas escolas municipais
Artigos de autor
Mylena Rocha
O projeto Inclusão Radical fez uma atividade inovadora neste sábado (16) com os alunos da Escola Municipal Professor Fauze Scaff Gattass Filho, em Campo
Grande. Os professores da escola fizeram uma adaptação que os alunos pudessem aproveitar e conhecer um esporte desafiador: o slackline.
O professor Washington Pagane é um dos idealizadores do projeto e conta que o slackline auxilia na coordenação motora dos alunos, promovendo autonomia,
e amplia as possibilidades práticas corporais para a pessoa com deficiência. Neste sábado (16), tanto alunos da escola, como de outras instituições de
ensino, puderam participar.
Para possibilitar a prática do esporte de um aluno com deficiência, os professores utilizaram uma cadeirinha e equipamentos de rapel. Além disso, o projeto
é possível com a ajuda do professor de esporte adaptado, que empresta os equipamentos. “O professor Gilberto é da nossa equipe e trabalha com esportes
de aventura e de forma voluntária empresta os equipamentos para ações do projeto. Além dele, o Juliano Maggio, da Federação de Slackline, também emprestou
suas fitas para realizarmos a ação”, conta.
O projeto
Os professores Washington Pagane e Gilberto Gomes criaram o projeto ‘Inclusão Radical’, para que crianças com deficiência tenham acesso aos esportes radicais.
A ideia já teve seus primeiros frutos e três alunos da escola fizeram uma trilha no Morro do Ernesto em dezembro.
Segundo o professor Washington, a base nacional curricular prevê as práticas corporais não convencionais, possibilitando que os professores deixassem os
esportes mais comuns um pouco de lado e pudessem promover atividades diferentes para a criançada, como o slackline, trilhas, tirolesa e rapel.
O objetivo do projeto é prosseguir promovendo esportes radicais para as crianças com deficiência nas escolas municipais de Campo Grande como uma forma
de inclusão social. Washington explica que pretende promover atividades mais simples, que possam ser executadas no espaço das escolas. “Montar slackline
para deficiente visual, procurar um local na escola para montar um rapel, uma tirolesa adequada para pessoas com deficiência… estamos com projeto para
conseguir implementação disso na rede municipal”.
fonte Jornal Midiamax
Artigos de autor
Mylena Rocha
O projeto Inclusão Radical fez uma atividade inovadora neste sábado (16) com os alunos da Escola Municipal Professor Fauze Scaff Gattass Filho, em Campo
Grande. Os professores da escola fizeram uma adaptação que os alunos pudessem aproveitar e conhecer um esporte desafiador: o slackline.
O professor Washington Pagane é um dos idealizadores do projeto e conta que o slackline auxilia na coordenação motora dos alunos, promovendo autonomia,
e amplia as possibilidades práticas corporais para a pessoa com deficiência. Neste sábado (16), tanto alunos da escola, como de outras instituições de
ensino, puderam participar.
Para possibilitar a prática do esporte de um aluno com deficiência, os professores utilizaram uma cadeirinha e equipamentos de rapel. Além disso, o projeto
é possível com a ajuda do professor de esporte adaptado, que empresta os equipamentos. “O professor Gilberto é da nossa equipe e trabalha com esportes
de aventura e de forma voluntária empresta os equipamentos para ações do projeto. Além dele, o Juliano Maggio, da Federação de Slackline, também emprestou
suas fitas para realizarmos a ação”, conta.
O projeto
Os professores Washington Pagane e Gilberto Gomes criaram o projeto ‘Inclusão Radical’, para que crianças com deficiência tenham acesso aos esportes radicais.
A ideia já teve seus primeiros frutos e três alunos da escola fizeram uma trilha no Morro do Ernesto em dezembro.
Segundo o professor Washington, a base nacional curricular prevê as práticas corporais não convencionais, possibilitando que os professores deixassem os
esportes mais comuns um pouco de lado e pudessem promover atividades diferentes para a criançada, como o slackline, trilhas, tirolesa e rapel.
O objetivo do projeto é prosseguir promovendo esportes radicais para as crianças com deficiência nas escolas municipais de Campo Grande como uma forma
de inclusão social. Washington explica que pretende promover atividades mais simples, que possam ser executadas no espaço das escolas. “Montar slackline
para deficiente visual, procurar um local na escola para montar um rapel, uma tirolesa adequada para pessoas com deficiência… estamos com projeto para
conseguir implementação disso na rede municipal”.
fonte Jornal Midiamax
sábado, 16 de março de 2019
Em Porto Alegre, casal mostra cadeira que ajuda pessoas com restrições de movimento a fazer trilha
Início do grupo Em viagem de trailer pelo país, Guilherme, Juliana, o
filho Benjamin e a cadeira Julietti passaram o final de semana na
CapitalFélix Zucco
/ Agencia RBS
Em viagem de trailer pelo país, Guilherme, Juliana, o filho Benjamin e a
cadeira Julietti passaram o final de semana na CapitalFélix Zucco /
Agencia RBS
Fim do grupo
Após síndrome neurológica rara de mulher, montanhistas paulistas criaram
projeto que já levou 26 cadeiras de rodas adaptadas para trilhas a mais
de 10
Estados
Ele não esquece a promessa que fez:
– Aonde você quiser ir, eu vou levar.
Faz três anos já, Guilherme Cordeiro via a esposa, grávida, perder os
movimentos por causa de uma síndrome neurológica rara. Na cadeira de
rodas, Juliana
Tozzi estava impossibilitada de fazer montanhismo, prática que os dois
descobriram juntos e os uniu desde o começo do relacionamento, havia 10
anos. Mas
ela não queria parar de viajar e fazer trilhas. E ele garantiu que daria
um jeito.
Com a ajuda de um amigo, Guilherme construiu uma cadeira de rodas
especial para o tipo de atividade. O equipamento ganhou até nome,
Julietti, e acompanhou
os dois em montanhas ainda mais altas do que costumavam subir. Juliana,
Guilherme e Julietti chegaram a cerca de 5,4 mil metros de altitude no
Pico Chacaltaya,
na Bolívia, e a quase 6 mil metros no vulcão Acotango, no Chile, em
operação que envolveu 20 pessoas e demandou um ano de preparação.
Guilherme precisou
contratar um personal trainer e ganhar 10 quilos para ajudá-la no
percurso. Além do frio extremo (fez -20°C), a esposa recorda a sensação
de superação:
– É indescritível, sabendo que tu está na condição de cadeirante, ir
para um lugar desses. Nem antes pensei que faria isso.
Guilherme e Juliana, ambos engenheiros civis, hoje com 36 e 33 anos, são
de São José dos Campos, interior de São Paulo. Ficaram conhecidos
nacionalmente
quando, durante o “test drive” da Julietti, uma pessoa tirou uma foto e
publicou nas redes sociais. Era Dia dos Namorados, e a história de amor
dos dois
viralizou na internet. Acabariam aparecendo na capa do jornal Estado de
S. Paulo e, mais tarde, foram tema de reportagens na Globo e na Record.
Juliana
deixa Guilherme com cara de bobo, até hoje, dizendo que ele é tudo para ela.
– Ela faria a mesma coisa por mim – responde o marido.
Com toda a repercussão gerada, o casal decidiu que queria levar a
experiência a mais gente com algum tipo de deficiência motora: criaram
um projeto para
incentivar o acesso à natureza, chamado Montanha para Todos. Já levou, a
mais de dez Estados, 26 Juliettis, que ficam sob cuidado de empresas de
turismo,
ONGs e parques nacionais. Três delas estão aqui no Rio Grande do Sul –
em São Francisco de Paula, Três Coroas e Porto Alegre. Visitar a agência
de turismo
em que está essa última, no bairro Menino Deus, foi o objetivo da
passagem do casal pela cidade neste final de semana.
Início do grupo Juliana e Guilherme tiveram ajuda durante a subida de
quase 5,5 mil metros de altitude no Pico Chacaltaya, na BolíviaMarcos
Terra / Arquivo
Pessoal
Juliana e Guilherme tiveram ajuda durante a subida de quase 5,5 mil
metros de altitude no Pico Chacaltaya, na BolíviaMarcos Terra / Arquivo
Pessoal
Fim do grupo
E eles vieram à Capital dentro da própria casa, trazendo o filho
Benjamin, de três anos. É que, no ano passado, alugaram o apartamento no
interior de São
Paulo para viajar o Brasil dentro de um trailer de 6,5 metros quadrados.
Desceram por São Paulo, Paraná, Santa Catarina, até chegar a solo
gaúcho. Usaram
a cadeira especial pela última vez em São José dos Ausentes, indo ao
Pico do Monte Negro e ao Boa Vista – no passado, também já conheceram
com ela os cânions
Itaimbezinho e Fortaleza, em Cambará do Sul.
Quando viu, estacionado na Avenida José de Alencar, o trailer adesivado
com uma foto da família inteira – Guilherme, Juliana, Benjamin e
Julietti –, o
técnico em segurança do trabalho Odilei Medeiro, 40 anos, se aproximou
para contar que segue o projeto nas redes sociais. Participou de um
passeio com
uma Julietti na serra gaúcha, até.
– É um baita exemplo. Não parem de explorar as montanhas – desejou.
Para Guilherme, o mais legal dessa viagem é “conhecer pessoas reais”.
Relata que em Nova Petrópolis, na Serra, um mecânico lhe ofereceu ajuda
com um problema
no carro, e acabaram dormindo na oficina, aprendendo a preparar
chimarrão, e até estenderam a permanência na cidade porque os anfitriões
fizeram questão
que experimentassem “um churrasco gaúcho” na casa deles.
– Acabamos nem conhecendo o parque da cidade. É muito mais interessante
conhecer as pessoas – conclui Guilherme.
A família deve seguir agora para o Chuí, no sul do Estado, e depois
subir o mapa do Brasil em direção ao Nordeste. Enquanto isso, buscam
patrocínio para
a próxima grande atuação da Julietti, que já está na quarta versão,
depois de vários aprimoramentos. O novo sonho é subir o Monte Elbrus, na
Rússia, durante
uma trip de volta ao mundo por cerca de 70 países. Aonde Juliana quiser
ir, a promessa segue de pé.
Julietti em Porto Alegre
Uma das cadeiras adaptadas do projeto Montanha para Todos está em Porto
Alegre e pode ser usada gratuitamente. O equipamento, que tem apenas uma
roda,
encosto para a cabeça e cintos de segurança, além de barras de ferro
para possibilitar que seja puxada e empurrada, está sob tutela da
empresa Top Trip
Adventure desde dezembro de 2017. Já levou cadeirantes ao cânion
Itaimbezinho, em Cambará do Sul, e ao Morro Tapera, na Capital.
A agência de turismo empresta a cadeira e também viabiliza passeios
gratuitos para cadeirante, dentro da própria programação de viagens. Mas
não é algo
fácil de operar: recomenda-se que seis pessoas sem dificuldades de
locomoção façam o trajeto junto – aceita-se o cadastro de voluntários
para esse staff
também. É possível buscar mais informações pelo WhatsApp (51) 99823-1666
ou na conta @toptripadventure no Instagram.
Fonte:
https://gauchazh.clicrbs.com.br/
filho Benjamin e a cadeira Julietti passaram o final de semana na
CapitalFélix Zucco
/ Agencia RBS
Em viagem de trailer pelo país, Guilherme, Juliana, o filho Benjamin e a
cadeira Julietti passaram o final de semana na CapitalFélix Zucco /
Agencia RBS
Fim do grupo
Após síndrome neurológica rara de mulher, montanhistas paulistas criaram
projeto que já levou 26 cadeiras de rodas adaptadas para trilhas a mais
de 10
Estados
Ele não esquece a promessa que fez:
– Aonde você quiser ir, eu vou levar.
Faz três anos já, Guilherme Cordeiro via a esposa, grávida, perder os
movimentos por causa de uma síndrome neurológica rara. Na cadeira de
rodas, Juliana
Tozzi estava impossibilitada de fazer montanhismo, prática que os dois
descobriram juntos e os uniu desde o começo do relacionamento, havia 10
anos. Mas
ela não queria parar de viajar e fazer trilhas. E ele garantiu que daria
um jeito.
Com a ajuda de um amigo, Guilherme construiu uma cadeira de rodas
especial para o tipo de atividade. O equipamento ganhou até nome,
Julietti, e acompanhou
os dois em montanhas ainda mais altas do que costumavam subir. Juliana,
Guilherme e Julietti chegaram a cerca de 5,4 mil metros de altitude no
Pico Chacaltaya,
na Bolívia, e a quase 6 mil metros no vulcão Acotango, no Chile, em
operação que envolveu 20 pessoas e demandou um ano de preparação.
Guilherme precisou
contratar um personal trainer e ganhar 10 quilos para ajudá-la no
percurso. Além do frio extremo (fez -20°C), a esposa recorda a sensação
de superação:
– É indescritível, sabendo que tu está na condição de cadeirante, ir
para um lugar desses. Nem antes pensei que faria isso.
Guilherme e Juliana, ambos engenheiros civis, hoje com 36 e 33 anos, são
de São José dos Campos, interior de São Paulo. Ficaram conhecidos
nacionalmente
quando, durante o “test drive” da Julietti, uma pessoa tirou uma foto e
publicou nas redes sociais. Era Dia dos Namorados, e a história de amor
dos dois
viralizou na internet. Acabariam aparecendo na capa do jornal Estado de
S. Paulo e, mais tarde, foram tema de reportagens na Globo e na Record.
Juliana
deixa Guilherme com cara de bobo, até hoje, dizendo que ele é tudo para ela.
– Ela faria a mesma coisa por mim – responde o marido.
Com toda a repercussão gerada, o casal decidiu que queria levar a
experiência a mais gente com algum tipo de deficiência motora: criaram
um projeto para
incentivar o acesso à natureza, chamado Montanha para Todos. Já levou, a
mais de dez Estados, 26 Juliettis, que ficam sob cuidado de empresas de
turismo,
ONGs e parques nacionais. Três delas estão aqui no Rio Grande do Sul –
em São Francisco de Paula, Três Coroas e Porto Alegre. Visitar a agência
de turismo
em que está essa última, no bairro Menino Deus, foi o objetivo da
passagem do casal pela cidade neste final de semana.
Início do grupo Juliana e Guilherme tiveram ajuda durante a subida de
quase 5,5 mil metros de altitude no Pico Chacaltaya, na BolíviaMarcos
Terra / Arquivo
Pessoal
Juliana e Guilherme tiveram ajuda durante a subida de quase 5,5 mil
metros de altitude no Pico Chacaltaya, na BolíviaMarcos Terra / Arquivo
Pessoal
Fim do grupo
E eles vieram à Capital dentro da própria casa, trazendo o filho
Benjamin, de três anos. É que, no ano passado, alugaram o apartamento no
interior de São
Paulo para viajar o Brasil dentro de um trailer de 6,5 metros quadrados.
Desceram por São Paulo, Paraná, Santa Catarina, até chegar a solo
gaúcho. Usaram
a cadeira especial pela última vez em São José dos Ausentes, indo ao
Pico do Monte Negro e ao Boa Vista – no passado, também já conheceram
com ela os cânions
Itaimbezinho e Fortaleza, em Cambará do Sul.
Quando viu, estacionado na Avenida José de Alencar, o trailer adesivado
com uma foto da família inteira – Guilherme, Juliana, Benjamin e
Julietti –, o
técnico em segurança do trabalho Odilei Medeiro, 40 anos, se aproximou
para contar que segue o projeto nas redes sociais. Participou de um
passeio com
uma Julietti na serra gaúcha, até.
– É um baita exemplo. Não parem de explorar as montanhas – desejou.
Para Guilherme, o mais legal dessa viagem é “conhecer pessoas reais”.
Relata que em Nova Petrópolis, na Serra, um mecânico lhe ofereceu ajuda
com um problema
no carro, e acabaram dormindo na oficina, aprendendo a preparar
chimarrão, e até estenderam a permanência na cidade porque os anfitriões
fizeram questão
que experimentassem “um churrasco gaúcho” na casa deles.
– Acabamos nem conhecendo o parque da cidade. É muito mais interessante
conhecer as pessoas – conclui Guilherme.
A família deve seguir agora para o Chuí, no sul do Estado, e depois
subir o mapa do Brasil em direção ao Nordeste. Enquanto isso, buscam
patrocínio para
a próxima grande atuação da Julietti, que já está na quarta versão,
depois de vários aprimoramentos. O novo sonho é subir o Monte Elbrus, na
Rússia, durante
uma trip de volta ao mundo por cerca de 70 países. Aonde Juliana quiser
ir, a promessa segue de pé.
Julietti em Porto Alegre
Uma das cadeiras adaptadas do projeto Montanha para Todos está em Porto
Alegre e pode ser usada gratuitamente. O equipamento, que tem apenas uma
roda,
encosto para a cabeça e cintos de segurança, além de barras de ferro
para possibilitar que seja puxada e empurrada, está sob tutela da
empresa Top Trip
Adventure desde dezembro de 2017. Já levou cadeirantes ao cânion
Itaimbezinho, em Cambará do Sul, e ao Morro Tapera, na Capital.
A agência de turismo empresta a cadeira e também viabiliza passeios
gratuitos para cadeirante, dentro da própria programação de viagens. Mas
não é algo
fácil de operar: recomenda-se que seis pessoas sem dificuldades de
locomoção façam o trajeto junto – aceita-se o cadastro de voluntários
para esse staff
também. É possível buscar mais informações pelo WhatsApp (51) 99823-1666
ou na conta @toptripadventure no Instagram.
Fonte:
https://gauchazh.clicrbs.com.br/
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