segunda-feira, 5 de março de 2018

Cafetaria com garçons surdos atende na língua dos sinais

Clientes sendo atendidos por garçons surdos que se comunicam com a língua dos sinais.

A
CtheCity
fica em Amsterdã, na Holanda, próximo ao Rio Amstel. A cafeteria já era conhecida por proporcionar uma “tour” no escuro, guiada por pessoas cegas.

O propósito é promover a interatividade e fazer com que as pessoas ouvintes tenham contato com a língua dos sinais mutuamente.

Na cidade era comum se vê cenas recriadas no escuro que estimulavam os sentidos e trocas de experiências com pessoas cegas. Eles incluíram na comunicação

em sinais, a linguagem gestual e resolveram contratar apenas empregados surdos.

Iniciativa

Início do grupo Imagem: 9 pessoas, pessoas sorrindo, área interna | Facebook. Reprodução
Imagem: 9 pessoas, pessoas sorrindo, área interna | Facebook. Reprodução
Fim do grupo

A ideia foi dos fundadores, Sandra e Bas, que iniciaram o “Ctaste” em 2007.

Para quem nunca ouviu falar, o Ctaste é uma experiência gastronômica no escuro, com garçons e garçonetes cegos.

Eles descobriram que as pessoas com deficiência visual ou auditiva possuem talentos especiais e fundaram Ctalents, que treina as pessoas cegas e surdas

para um trabalho de excelência.

De acordo com as informações, o desemprego nos Países Baixos para deficientes visuais e auditivos chega a 70%, enquanto a média nacional em geral é inferior

a 5%.

A Ctalents pretende com esta iniciativa diminuir essa porcentagem para pelo menos 20%, e estimular outras empresas a fazer o mesmo.

Confira o vídeo:

https://www.facebook.com/NOSop3/videos/1744302998947655/

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Com informações: BrightVibes / Audithus – Centro Auditivo

fonte Conexão Boas Notícias

Portal do Livro Acessível conecta editoras a leitores com deficiência visual

Plataforma permite que pessoas com deficiência visual façam pedidos de obras em formatos acessíveis diretamente às editoras responsáveis
Descrição da imagem: foto de uma mão tocando um livro em braile e fonte ampliada. A página traz a ilustração de uma gaiola de porta aberta e um cérebro

com asas voando. Fim da descrição.

Boa notícia para os leitores com deficiência visual: o Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL) acaba de lançar o
Portal do Livro Acessível ,
uma plataforma criada para ajudar as pessoas com deficiência visual que desejam comprar obras em formatos acessíveis.

O portal promove o contato direto entre clientes e editoras. Funciona assim: é feito o cadastro no portal e depois o usuário registra um pedido do livro

que deseja comprar, que será direcionado para a editora que detém os direitos da obra. Se o livro solicitado estiver em catálogo, a editora deverá informar

em quais canais de venda ele pode ser encontrado. Se a obra ainda não tiver uma versão acessível, a editora responsável será notificada e terá até 60 dias

para providenciar o título.

“A criação do Portal do Livro Acessível é, sem dúvida alguma, um importante instrumento facilitador para inclusão social das pessoas com deficiência visual

à cultura e ao conhecimento por intermédio dos livros em formato acessível. A plataforma, além de garantir plena acessibilidade, oferece recursos que conectam

essa grande parcela da população brasileira às editoras por meio da solicitação e acompanhamento do pedido do livro”, afirma Ademilson Costa, da área de

Soluções em Acessibilidade da Fundação Dorina, cego desde os 12 anos de idade.

A conclusão da compra, no entanto, não ocorre na plataforma. A editora pode indicar a loja virtual onde a compra pode ser efetivada e poderá cobrar no

máximo o mesmo preço de capa do livro físico.

É lei!

A Lei Brasileira de Inclusão (LBI), em vigor desde 2016, passou a exigir que as editoras ofereçam suas obras em formatos acessíveis.

Em julho do ano passado o SNEL e o Ministério Público Federal assinaram um
Termo de Ajustamento de Conduta (TAC) 
que determina a disponibilização de obras acessíveis a leitores com deficiência visual e já teve a adesão de 40 editoras brasileiras.
Publicado por Fernando Freitas

Microsoft lança app com som 3D que ajuda deficientes visuais a se locomoverem

A Microsoft lançou um aplicativo para iPhone que promete facilitar a vida de pessoas com deficiência visual. Batizado de “Microsoft Soundscape”, o programa


permite que a pessoa adicione um alerta sonoro a locais de interesse e saiba pontos importantes ao seu redor na cidade. Usando um áudio tridimensional,


o app ajudaria a reduzir o estresse e a ansiedade do indivíduo.

Disponível gratuitamente na Play Store, o aplicativo de navegação sonora da Microsoft tem cinco grandes funcionalidades. A primeira delas é que, à medida


que o deficiente visual caminha, o programa diz automaticamente pontos de interesses, ruas e interseções pelas quais a pessoa passa. O recurso pode ser


desativado pelo usuário.
O Microsoft Soundscape também permite a fixação de um ponto sonoro em algum lugar de interesse do usuário. À medida que a pessoa se move em relação a este


local ou se vira para a sua direção, o som tridimensional é alterado para facilitar a orientação. Segundo a empresa, esse ponto sonoro pode ser fixado


no destino da pessoa, no lugar de partida ou em uma área com a qual o indivíduo já familiarizado, por exemplo.

Já o recurso “My Location” (Minha localização) descreve a localização atual e a direção para onde a pessoa está apontando. Por fim, o “Around me” (Ao meu


redor) mostra os pontos de interesses nos quatro pontos cardinais ao redor do indivíduo, enquanto o “Ahead of me” fez o mesmo apenas com o que está à frente


do usuário.

Além de reduzir o estresse e ansiedade, a Microsoft afirma que os seus testes demonstraram um ganho de confiança em pessoas com deficiência visual ao navegar


em público. Por enquanto, porém, o aplicativo funciona apenas em inglês e não está disponível na App Store brasileira.

fonte Olhar Digital.

sábado, 3 de março de 2018

CONHEÇA A BIBLIOTECA QUE É COMPLETAMENTE ACESSÍVEL PARA DEFICIENTES VISUAIS

O espaço faz parte da Unibes Cultural, em São Paulo, e estará aberto ao público a partir do dia 1º de março
Prédio da Unibes Cultural (Foto André Hoff / Divulgação)

Que a revolução
tecnológica
transforma as relações sociais há anos não é novidade. Entretanto, graças à tecnologia, a relação e acessibilidade a
cultura
também tem sido modificada. Um bom exemplo e grande novidade é a bibliotech, espaço dentro da Unibes Cultural, em São Paulo, que permite que deficientes

visuais “leiam” qualquer obra do acervo.

orcam-eye-unibes-cultural (Foto: Divulgação)
OrCam Eye (Foto Divulgação)

Devido ao uso do OrCam Eye, uma tecnologia que permite a visão artificial em uma plataforma portátil, deficientes visuais ganham o acesso independente

a títulos impressos sem depender da produção de obras em braile ou áudio. A bibliotech, espaço especial criado para o lançamento da plataforma no Brasil,

é totalmente acessível e contará com a presença de um profissional para auxiliar no uso do equipamento. “Temas como este são parte do nosso objetivo. O

propósito da Unibes é propor um espaço de troca e diálogo sobre a pulsação criadora inovadora. Temos a delicadeza de ouvir e observar as demandas criadas

pela sociedade e pelo público com
deficiência
”, comenta Bruno Assami, diretor executivo da Unibes Cultural.

O dispositivo é montado em uma armação de óculos com câmera projetada. A partir daí, ele fotografa, escaneia e transforma textos e números em áudio com

um simples toque. O OrCam Eye consegue ler qualquer plataforma, ou seja, desde
livros,
revistas e cardápios, até telas de smartphones e computadores. “Nossa missão é auxiliar pessoas com deficiência visual para que possam estudar, trabalhar

e viver suas vidas com independência", ressalta Ziv Aviram, cofundador e CEO da empresa OrCam.

A abertura da Bibliotech acontece no dia 1º de março de 2018.

Sobre a Unibes Cultural
O espaço multicultural procura dialogar com a sociedade de modo que reúna e ofereça cultura a diferentes tribos, gerações e classes sociais. A programação

é gratuita e recheada de atividades. “Diariamente temos este maravilhoso desafio de formar público para um hábito de frequentar o ambiente cultural”, conta

Bruno, “na nossa programação temos atividades em que avós e netos constroem games juntos, idosos em oficinas para o uso de aplicativos de redes sociais,

alunos da rede pública com alunos da rede privada desenvolvendo filmes de curta-metragem com câmera do celular, e por aí vai!”, finaliza.
Endereço: Rua Oscar Freire, 2500
Telefone: (11) 3065-4333
Site:
http://unibescultural.org.br/

fonte Casa e Jardim

Mais de 170 atletas de 30 países disputam Mundial de Paraciclismo

Por CPB
Marcio Rodrigues/MPIX/CPB
Imagem

Pela primeira vez na história, o Brasil receberá o Mundial de Paraciclismo de Pista, a competição mais importante do calendário internacional da modalidade.

Os melhores paracilcistas do mundo estarão no Rio de Janeiro de 22 a 25 de março. Mais de 170 atletas de 30 países disputarão provas de velocidade e resistência

no Velódromo do Rio, uma das obras mais impressionantes do Parque Olímpico da Barra. O Mundial do Rio ganha ainda mais importância por ser a primeira grande

competição a contar pontos para o ranking que selecionará os participantes dos Jogos Paralímpicos de Tóquio, em 2020. O Paraciclismo é o terceiro colocado

na lista de esportes que mais dão medalhas em Jogos Paralímpicos, atrás apenas do Atletismo e da Natação.

“É uma grande honra realizar um evento desse porte no Rio de Janeiro. O público terá a oportunidade de acompanhar os melhores atletas do planeta em provas

muito emocionantes. A possibilidade de usar uma arena dos Jogos do Rio 2016, com entrada gratuita, torna o Mundial de Paraciclismo ainda mais especial”,

disse o organizador do evento Edilson Alves da Rocha.

O Mundial é composto por três provas em cada umas das categorias – Tandem (para cegos), C1, C2, C3, C4 e C5 (para pessoas com deficiências físico-motoras

e amputados) tanto no masculino quanto no feminino. Além disso, há uma prova de Sprint com equipes mistas. Os destaques na modalidade, Austrália, Estados

Unidos, Grã-Bretanha, Espanha, Rússia e Bélgica estão confirmados na competição.

Administrado pelo Comitê Paralímpico Internacional (IPC, em inglês) até 2007, o Paraciclismo é hoje conduzido pela União Ciclística Internacional (UCI),

organismo que comanda o ciclismo ao redor do planeta. O primeiro Mundial de Pista aconteceu ainda em 2007, em Bordeaux, na França. Em 2017, a competição

anual foi disputada em Los Angeles, nos Estados Unidos.

Paraciclismo no Brasil

No Brasil, quem está à frente do Paraciclismo, desde 2008, é a Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC). Após Treinamento Avaliativo, aberto para todos

os atletas federados, realizado entre os dias 5 e 8 de fevereiro, em Indaiatuba (SP), a comissão técnica da Seleção Brasileira de paraciclismo de pista

definiu a equipe que irá representar o Brasil durante o Campeonato Mundial Rio 2018. Os maiores nomes da modalidade no país, Soelito Gohr e Lauro Chaman,

que já foram ao pódio em Jogos Paralímpicos, Parapan-Americanos, Campeonatos Mundiais e etapas da Copa do Mundo, estão garantidos.

Ao todo, serão 11 atletas: Marcelo Lemos Andrade (Tandem) e Marcos Novello (Piloto), Carlos Alberto Soares (Classe C1), Victor Louise Herling (Classe C2),

Fábio Sciarra Lucato (Classe C3), Johnatan Mineiro Santos (Classe C5), Lauro Cesar Chaman (Classe C5), Soelito Gohr (Classe C5), Marcia Fanhani (Classe

B - Tandem) e Taise Benato (Piloto), e Telma Aparecida Bueno (Classe C5). O coordenador técnico é o italiano Romolo Lazzaretti e os técnicos são Claudio

Civatti, Armando Camargo e Claudio Diegues.

O Mundial de Paraciclismo de Pista é uma realização da CBC, com suporte da Agência de Legado Olímpico (AGLO), do Ministério do Esporte e do Comitê Paralímpico

Brasileiro (CPB).

Credenciamento

O credenciamento para o Mundial de Paraciclismo de Pista Rio 2018 já está aberto e pode ser feito através do site
http://www.2018uciparatrack.com/pt/index.php/imprensa.

A data limite é dia 14 de março.

Na sexta-feira, 17 de março, após a análise dos pedidos, enviaremos e-mail com status do credenciamento e informações para a retirada.

*Lembramos que disponibilizaremos fotos e vídeos, em alta qualidade. Será permitido a captação de imagens por emissoras de TV para uso jornalístico.

Mais informações:

Site:
www.2018uciparatrack.com/pt/

Com informações da Confederação Brasileira de Ciclismo (CBC)

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (
imp@cpb.org.br)

Etec de Avaré oferece curso para deficientes visuais

Alunos da edição anterior demonstraram interesse pela inclusão digital durante as aulas na Etec | Foto: Divulgação

A terceira edição do curso de Informática para deficientes visuais começa nesta sexta-feira, 2. Iniciativa da Etec Fausto Mazzola, de Avaré, em parceria

com a Secretaria dos Direitos das Pessoas com Deficiência (SDPD) do município. A prefeitura fez a seleção dos candidatos.

Aberto à comunidade, o curso é gratuito com aulas uma vez por semana, ministradas pelo professor da Etec João Neto. “A proposta é ensinar alunos com perda

total ou parcial da visão a utilizar ferramentas que facilitem a acessibilidade à internet.”

Durante as aulas, o aluno aprende a receber e enviar e-mails, criar textos e planilhas, além de interagir pelas redes sociais e fazer pesquisas na internet.

Para facilitar a inclusão digital dos deficientes visuais, há o auxílio de programas como Dosvox, sistema de síntese de voz, e NVDA, plataforma para leitura

de tela.

De acordo com João Neto, as edições anteriores tiveram de 6 a 12 alunos. Para saber mais sobre o projeto, os critérios de seleção da prefeitura e outras

informações, entre em contato com a SDPD pelo número (14) 3732-8844 ou pelo e-mail
smdpd@avare.sp.gov.br.

curso de informática para deficientes visuais
Etec de Avaré
fonte CPS - Centro Paula Souza

Prefeitura recua em limite de isenções para deficientes

Projeto tramita na Câmara de Vereadores de Porto Alegre
Um dos textos, inicialmente, previa a instituição de um limite de quatro passagens isentas para usuários com deficiência / Eduardo Beleske/PMPA Um dos


textos, inicialmente, previa a instituição de um limite de quatro passagens isentas para usuários com deficiênciaEduardo Beleske/PMPA
Bibiana Garcez
Desde o ano passado, tramita na Câmara de Vereadores de Porto Alegre uma série de projetos sobre mudanças no transporte público municipal. Um dos textos,


inicialmente, previa a instituição de um limite de quatro passagens isentas para usuários com deficiência, definição que foi bastante contestada na casa.


Contudo, a prefeitura voltou atrás e retificou o texto, que agora não conta com nenhum tipo de limitação de isenções para pessoas com deficiência que tenham


renda mensal de até seis salários mínimos. O vereador Paulo Brum, do PTB, destaca que não esperava a instituição de um limite por parte do executivo. Segundo


ele, o prefeito Nelson Marchezan Jr. havia se comprometivo a não alterar o que disesse respeito ao passe das pessoas com deficiência, mas Brum acabou sendo


surpeendido pelo item. "Nós achamos que isso seria um retrocesso e que iria dificultar e impossibilitar que as pessoas buscassem os serviços oferecidos


para sua reabilitação e inclusão social”, ressalta.

Com a retificação, o vereador completa que está satisfeito com o projeto: “Nós estamos tranquilos porque não será preciso analisar qualquer projeto, ficará


valendo o que prevê a lei anterior.” Conforme Paulo Brum, ainda não há uma previsão exata de quanto os projetos irão para apreciação do plenário.
fonte band