Paralelamente à implantação dos cursos, também foi criado o Departamento de Letras-Libras
As primeiras turmas de graduação em Licenciatura em Letras-Libras e Bacharelado em Letras-Libras: tradução e interpretação da Universidade Federal do Rio
de Janeiro (UFRJ) concluíram o curso na terça-feira, 12 de dezembro. Há quatro anos, os cursos de Letras-Libras foram implantados na Faculdade de Letras
da UFRJ sob coordenação da professora Deize Vieira dos Santos, visando dar início contundente à acessibilidade de pessoas surdas ao ensino superior de
qualidade.
Paralelamente à implantação dos cursos, também foi criado o Departamento de Letras-Libras, que hoje conta com dezenove professores (seis surdos e treze
ouvintes) nas áreas de Libras (Língua e Literatura Surda); Linguística; Estudo da Tradução; Interpretação; Língua Portuguesa; Estudos Literários e Educação
de Surdos.
De acordo com Deize Vieira dos Santos, o Curso de Licenciatura em Letras-Libras “possui o objetivo específico de formar professores com sólido conhecimento
da Língua Brasileira de Sinais aliado a uma formação pedagógica plena que contemple o conhecimento de metodologias de ensino da Libras como primeira e
segunda línguas”. Ela acrescenta que o curso oferece vasto conhecimento de teorias e práticas das áreas dos Estudos Linguísticos e Estudos Literários.
Com objetivos específicos, o Curso Letras-Libras: tradução e interpretação tem objetivo de formar tradutores e intérpretes de Libras-Português com sólidos
conhecimentos de teorias e práticas das áreas dos Estudos da Tradução, Interpretação, Estudos Linguísticos e Estudos Literários.
“Ambos os cursos, Licenciatura e Bacharelado, possuem como objetivo geral a formação de um cidadão crítico, comprometido com as transformações sociais
e com seu desenvolvimento intelectual, que tome ciência dos problemas da educação de surdos e que possa estabelecer mecanismos para o acesso da comunidade
surda ao ensino superior”, afirma a docente.
Segundo ela, a colação de grau dos estudantes “é extremamente oportuna, pois coloca a Universidade Federal do Rio de Janeiro em sintonia com demandas sociais
e institucionais prementes e em consonância com as atuais políticas públicas educacionais”.
Fonte:
UFRJ Site externo
sexta-feira, 15 de dezembro de 2017
quinta-feira, 14 de dezembro de 2017
Concurso Moda Inclusiva apresenta vencedores em Desfile
No sábado, 09 de dezembro, a Unibes Cultural, na capital paulista, foi palco do Desfile a 9ª edição do Concurso Moda Inclusiva Internacional, que teve
como vencedoras as estilistas Robertha Navajas em terceiro e primeiro lugar, e Íguia Telita, em segundo lugar. O Concurso é uma iniciativa da Secretaria
de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo.
A Dra. Linamara ao lado das estilistas Robertha Navajas, em terceiro e primeiro lugar; e Íguia Telita, em segundo lugar, ao lado da coordenadora do Concurso,
Daniela Auler.
A Secretária de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, Dra. Linamara Rizzo Battistella abriu o Desfile que apresentou os três grandes
vencedores de 2017. Ela destacou que moda está além da aparência, pois perpassa o conforto, estilo de vida e funcionalidade. “Moda fala sobre a cultura,
fala sobre o desenvolvimento do nosso país, fala sobre uma cadeia produtiva, emprega número enorme de pessoas”, ressaltou. “A moda fala também da nossa
alma, do espírito brasileiro, que é capaz de abraçar a todos, de construir soluções para todos”, observou a Secretária.
Dra. Linamara também destacou a importância de unificar a moda e pensa-la de modo universal, baseando-se no desenho universal. “Não se trata de fazer uma
moda diferente para as pessoas com deficiência; a ideia é que a mesma moda sirva também para as pessoas com e sem deficiência. É isso que nós advogamos
e nesses nove anos estamos construindo com a ajuda de muitos parceiros, para que em cada coração brasileiro seja entendido o valor da diversidade humana”.
A Secretária ressaltou, ainda, que a independência é um dos pontos chave do concurso. “A autonomia é um dado muito importante na vida de todos nós e a
roupa não deve restringir a autonomia da pessoa com deficiência”. Ela exemplificou com um item presente no vestuário: “às vezes as pessoas não entendem
o motivo de falarmos tanto da abertura lateral da calça, da facilidade de vestir um casaco, a ideia é garantir que a pessoa tenha autonomia para escolher
a roupa, fazer seu look e se vestir com o menor apoio possível”.
Com o objetivo de incentivar a produção de looks para pessoas com deficiência, o concurso é uma oportunidade para estudantes e profissionais de diversas
áreas discutirem tendências, debaterem novas ideias e trocarem experiências no âmbito da moda inclusiva e mercado têxtil.
O terceiro lugar ficou com o look da estilista Robertha Navajas, de Suzano, São Paulo. O prêmio dessa categoria consiste em 50 metros de tecido da Vicunha
Têxtil, um book de tendências da empresa Audaces; e uma máquina de costura (doméstica). Já o segundo lugar foi para a Íguia Telita, participante do Rio
Grande do Norte. Essa categoria recebe 80 metros de tecido da Vicunha Têxtil; software e treinamento (EAD) da Audaces Idea; e uma máquina de costura (doméstica).
O primeiríssimo lugar ficou com Robertha Navajas também, que apresentou dois looks. Os prêmios dessa posição são: estágio remunerado ou contrato temporário
de emprego de até um mês na Vicunha Têxtil; 150 metros de tecido da Vicunha Têxtil; um software e treinamento (EAD) da Audaces ideia; Presente Ciça & Renata
Bijoux; uma bolsa Carolina Cury; e uma máquina de costura (doméstica).
Em sua nona edição, participaram do Concurso Internacional Moda Inclusiva estudantes de cursos técnicos, universitários e profissionais da área da moda
e da saúde, do Brasil e de outros países. O concurso deste ano recebeu inscrições dos estados de Amazonas, Alagoas, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas
Gerais, Mato Grosso, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e da Itália, Nigéria, Singapura, Paraguai e Irã.
O Desfile do Concurso Moda Inclusiva aconteceu durante o “Mercado MoDe”, que consiste na exposição e na venda de mercadorias que tenham como foco a transformação
da economia por meio da investigação de novos usos para antigos materiais, com uma visão de mundo que integre ser humano e natureza. A ideia é fomentar
uma rede de novos designers para apresentar projetos e produtos pensados em novos modelos de negócios pautados na responsabilidade social e ambiental.
O Brasil tem hoje cerca de 45 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência. Somente no Estado de São Paulo, esse contingente ultrapassa 9,3 milhões.
Há um grande mercado de produtos e serviços para atender as demandas específicas desse segmento.
fonte secretaria dos direitos da pessoa com deficinia
como vencedoras as estilistas Robertha Navajas em terceiro e primeiro lugar, e Íguia Telita, em segundo lugar. O Concurso é uma iniciativa da Secretaria
de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo.
A Dra. Linamara ao lado das estilistas Robertha Navajas, em terceiro e primeiro lugar; e Íguia Telita, em segundo lugar, ao lado da coordenadora do Concurso,
Daniela Auler.
A Secretária de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, Dra. Linamara Rizzo Battistella abriu o Desfile que apresentou os três grandes
vencedores de 2017. Ela destacou que moda está além da aparência, pois perpassa o conforto, estilo de vida e funcionalidade. “Moda fala sobre a cultura,
fala sobre o desenvolvimento do nosso país, fala sobre uma cadeia produtiva, emprega número enorme de pessoas”, ressaltou. “A moda fala também da nossa
alma, do espírito brasileiro, que é capaz de abraçar a todos, de construir soluções para todos”, observou a Secretária.
Dra. Linamara também destacou a importância de unificar a moda e pensa-la de modo universal, baseando-se no desenho universal. “Não se trata de fazer uma
moda diferente para as pessoas com deficiência; a ideia é que a mesma moda sirva também para as pessoas com e sem deficiência. É isso que nós advogamos
e nesses nove anos estamos construindo com a ajuda de muitos parceiros, para que em cada coração brasileiro seja entendido o valor da diversidade humana”.
A Secretária ressaltou, ainda, que a independência é um dos pontos chave do concurso. “A autonomia é um dado muito importante na vida de todos nós e a
roupa não deve restringir a autonomia da pessoa com deficiência”. Ela exemplificou com um item presente no vestuário: “às vezes as pessoas não entendem
o motivo de falarmos tanto da abertura lateral da calça, da facilidade de vestir um casaco, a ideia é garantir que a pessoa tenha autonomia para escolher
a roupa, fazer seu look e se vestir com o menor apoio possível”.
Com o objetivo de incentivar a produção de looks para pessoas com deficiência, o concurso é uma oportunidade para estudantes e profissionais de diversas
áreas discutirem tendências, debaterem novas ideias e trocarem experiências no âmbito da moda inclusiva e mercado têxtil.
O terceiro lugar ficou com o look da estilista Robertha Navajas, de Suzano, São Paulo. O prêmio dessa categoria consiste em 50 metros de tecido da Vicunha
Têxtil, um book de tendências da empresa Audaces; e uma máquina de costura (doméstica). Já o segundo lugar foi para a Íguia Telita, participante do Rio
Grande do Norte. Essa categoria recebe 80 metros de tecido da Vicunha Têxtil; software e treinamento (EAD) da Audaces Idea; e uma máquina de costura (doméstica).
O primeiríssimo lugar ficou com Robertha Navajas também, que apresentou dois looks. Os prêmios dessa posição são: estágio remunerado ou contrato temporário
de emprego de até um mês na Vicunha Têxtil; 150 metros de tecido da Vicunha Têxtil; um software e treinamento (EAD) da Audaces ideia; Presente Ciça & Renata
Bijoux; uma bolsa Carolina Cury; e uma máquina de costura (doméstica).
Em sua nona edição, participaram do Concurso Internacional Moda Inclusiva estudantes de cursos técnicos, universitários e profissionais da área da moda
e da saúde, do Brasil e de outros países. O concurso deste ano recebeu inscrições dos estados de Amazonas, Alagoas, Espírito Santo, Goiás, Maranhão, Minas
Gerais, Mato Grosso, Piauí, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Santa Catarina e da Itália, Nigéria, Singapura, Paraguai e Irã.
O Desfile do Concurso Moda Inclusiva aconteceu durante o “Mercado MoDe”, que consiste na exposição e na venda de mercadorias que tenham como foco a transformação
da economia por meio da investigação de novos usos para antigos materiais, com uma visão de mundo que integre ser humano e natureza. A ideia é fomentar
uma rede de novos designers para apresentar projetos e produtos pensados em novos modelos de negócios pautados na responsabilidade social e ambiental.
O Brasil tem hoje cerca de 45 milhões de pessoas com algum tipo de deficiência. Somente no Estado de São Paulo, esse contingente ultrapassa 9,3 milhões.
Há um grande mercado de produtos e serviços para atender as demandas específicas desse segmento.
fonte secretaria dos direitos da pessoa com deficinia
No dia da pessoa com deficiência visual, ex-radialista dá depoimento emocionante no rádio
Graduado em História e pós-graduado em Educação Inclusiva, Antônio Carlos relembra imagens que conseguiu ver na infância, fala sobre as conquistas pessoais
e reconhece avanços nas políticas públicas voltadas para os portadores de deficiências.
No dia consagrado ao deficiente visual (13 de dezembro) o ex-radialista Antônio Carlos deu um depoimento emocionado no programa LuizMeloEntrevista (DiárioFM
90,9). Instado a falar sobre a data, Antônio Carlos, que é graduado em história e pós-graduado em educação inclusiva, Antônio Carlos relembra imagens que
conseguiu ver na infância, fala sobre as conquistas pessoais e reconhece avanços nas políticas públicas voltadas para os portadores de deficiências, mas
reclamou da falta de preocupação com a mobilidade urbana e do preconceito.
“Hoje é considerado o dia da pessoa portadora de deficiência visual, mas pela questão da religião é o dia de Santa Luzia, a protetora da visão. O que tenho
a dizer é que hoje as pessoas têm outro olhar com relação à pessoa com qualquer deficiência, até porque não se diz mais ‘fulano é deficiente’, mas sim
se refere à ‘pessoa com deficiência’. No meu tempo de criança a gente via muitas pessoas, principalmente cegas, que para sobreviverem tinham que pedir
esmola, tocar uma violinha, declamar uma poesia nas portas de igrejas, confeitarias, nas praças batendo nas portas, e pessoas de bom coração iam colocando
moedinhas no chapéu ou na cuia… Hoje é diferente, porque as pessoas com deficiência estão trabalhando, estudando, fazem faculdade, concurso público, trabalham,
enfim, contribuem, estão participando de tudo, não são mais um peso morto na sociedade. Eu não sou uma pessoa especial, sou um cidadão igual a todos com
direitos e deveres, não uma pessoa especial. Precisamos acabar com essa besteira”.
Antônio Carlos disse que já nasceu com deficiência visual, mas lembra de várias passagens em sua vida: “Eu já nasci com esse problema, passei por cirurgias
quando eu tinha dois anos de idade, tanto que eu enxerguei algum tempo, não totalmente. Lembro perfeitamente que as coisas mais lindas que eu cheguei a
ver foi bandeira nacional, a lua cheia, o arco-íris e o por do sol… Foram as coisas mais lindas que eu tive oportunidade de ver. Quando eu ia à Avenida
FAB, nos desfiles de 7 de Setembro, com meus pais, irmãos, amigos… Passavam os pelotões de estudantes em bicicletas com as rodas enfeitadas com papel crepon
nas cores da bandeira nacional, com várias bicicletas desfilando… Era uma coisa muito linda, eu ficava muito maravilhado. Guardo imagens das pessoas, principalmente
da minha mãe, com quem eu tinha mais contato, a saudosa professora Letícia… Lembro o seu semblante, o porte físico… Aquela pessoa branca, pele rosada,
olhos e cabelos castanhos… Foi com ela que aprendi a ler e também devo a ela a minha formação moral, cristã e de caráter”.
Perguntado se sofreu discriminação, ele admitiu que sim: “Com certeza, porque toda pessoa com deficiência é vitima dessa desconfiança, indagam se a pessoa
sabe mesmo, se pode fazer determinada atividade. Às vezes pessoa a pessoa com deficiência faz concurso público, é aprovado, classificado, mas na hora de
assinar o contrato começam as dificuldades, alegam que a sociedade não está preparada, etc. Hoje já há muitas leis, mas para funcionar é preciso a gente
estar ‘forçando a barra’, ‘entortando o cano’ para que essas leis sejam cumpridas. A gente encontra esse tipo de dificuldade, isto é, na hora de você mostrar
que quer, que pode e que sabe trabalhar sempre tem alguém olhando atravessado, colocar areia na paçoca.
As pessoas portadoras de deficiências, na opinião de Antônio Carlos, sofrem muito por causa da mobilidade urbana: “Eu confesso que não consigo andar não,
porque falta mobilidade. Muita coisa precisa ser feita, mas graças à misericórdia de Deus, do esforço pessoal e do e apoio da família eu tenho graduação
em historia pela Unifap (Universidade Federal do Amapá), sou pós-graduado em Educação Inclusiva e tenho quatro cursos de massagem, conheço alguma coisinha
de música e de vez em quando me atrevo a arranhar uma acordeon… São vitórias que a gente vem conquistando na vida, mostrando para a sociedade que a pessoa
com deficiência tem valor e esse valor deve ser conhecido, explorado, colocado a serviço da sociedade. Por isso eu sou uma pessoa feliz hoje, graças a
Deus”.
fonte diario do amapá
e reconhece avanços nas políticas públicas voltadas para os portadores de deficiências.
No dia consagrado ao deficiente visual (13 de dezembro) o ex-radialista Antônio Carlos deu um depoimento emocionado no programa LuizMeloEntrevista (DiárioFM
90,9). Instado a falar sobre a data, Antônio Carlos, que é graduado em história e pós-graduado em educação inclusiva, Antônio Carlos relembra imagens que
conseguiu ver na infância, fala sobre as conquistas pessoais e reconhece avanços nas políticas públicas voltadas para os portadores de deficiências, mas
reclamou da falta de preocupação com a mobilidade urbana e do preconceito.
“Hoje é considerado o dia da pessoa portadora de deficiência visual, mas pela questão da religião é o dia de Santa Luzia, a protetora da visão. O que tenho
a dizer é que hoje as pessoas têm outro olhar com relação à pessoa com qualquer deficiência, até porque não se diz mais ‘fulano é deficiente’, mas sim
se refere à ‘pessoa com deficiência’. No meu tempo de criança a gente via muitas pessoas, principalmente cegas, que para sobreviverem tinham que pedir
esmola, tocar uma violinha, declamar uma poesia nas portas de igrejas, confeitarias, nas praças batendo nas portas, e pessoas de bom coração iam colocando
moedinhas no chapéu ou na cuia… Hoje é diferente, porque as pessoas com deficiência estão trabalhando, estudando, fazem faculdade, concurso público, trabalham,
enfim, contribuem, estão participando de tudo, não são mais um peso morto na sociedade. Eu não sou uma pessoa especial, sou um cidadão igual a todos com
direitos e deveres, não uma pessoa especial. Precisamos acabar com essa besteira”.
Antônio Carlos disse que já nasceu com deficiência visual, mas lembra de várias passagens em sua vida: “Eu já nasci com esse problema, passei por cirurgias
quando eu tinha dois anos de idade, tanto que eu enxerguei algum tempo, não totalmente. Lembro perfeitamente que as coisas mais lindas que eu cheguei a
ver foi bandeira nacional, a lua cheia, o arco-íris e o por do sol… Foram as coisas mais lindas que eu tive oportunidade de ver. Quando eu ia à Avenida
FAB, nos desfiles de 7 de Setembro, com meus pais, irmãos, amigos… Passavam os pelotões de estudantes em bicicletas com as rodas enfeitadas com papel crepon
nas cores da bandeira nacional, com várias bicicletas desfilando… Era uma coisa muito linda, eu ficava muito maravilhado. Guardo imagens das pessoas, principalmente
da minha mãe, com quem eu tinha mais contato, a saudosa professora Letícia… Lembro o seu semblante, o porte físico… Aquela pessoa branca, pele rosada,
olhos e cabelos castanhos… Foi com ela que aprendi a ler e também devo a ela a minha formação moral, cristã e de caráter”.
Perguntado se sofreu discriminação, ele admitiu que sim: “Com certeza, porque toda pessoa com deficiência é vitima dessa desconfiança, indagam se a pessoa
sabe mesmo, se pode fazer determinada atividade. Às vezes pessoa a pessoa com deficiência faz concurso público, é aprovado, classificado, mas na hora de
assinar o contrato começam as dificuldades, alegam que a sociedade não está preparada, etc. Hoje já há muitas leis, mas para funcionar é preciso a gente
estar ‘forçando a barra’, ‘entortando o cano’ para que essas leis sejam cumpridas. A gente encontra esse tipo de dificuldade, isto é, na hora de você mostrar
que quer, que pode e que sabe trabalhar sempre tem alguém olhando atravessado, colocar areia na paçoca.
As pessoas portadoras de deficiências, na opinião de Antônio Carlos, sofrem muito por causa da mobilidade urbana: “Eu confesso que não consigo andar não,
porque falta mobilidade. Muita coisa precisa ser feita, mas graças à misericórdia de Deus, do esforço pessoal e do e apoio da família eu tenho graduação
em historia pela Unifap (Universidade Federal do Amapá), sou pós-graduado em Educação Inclusiva e tenho quatro cursos de massagem, conheço alguma coisinha
de música e de vez em quando me atrevo a arranhar uma acordeon… São vitórias que a gente vem conquistando na vida, mostrando para a sociedade que a pessoa
com deficiência tem valor e esse valor deve ser conhecido, explorado, colocado a serviço da sociedade. Por isso eu sou uma pessoa feliz hoje, graças a
Deus”.
fonte diario do amapá
Caminhada pelos deficientes reuniu mais de 2 mil pessoas
Curitiba fez uma caminhada na Rua 15 na manhã de ontem para comemorar o Dia Internacional da Pessoa com Deficiência. A caminhada, organizada pela Assessoria
Especial de Assistência à Pessoa com Deficiência, da Prefeitura de Curitiba, reuniu 2 mil pessoas. “Foi a terceira vez que esta caminhada foi promovida
e a cada ano recebemos mais apoio. O objetivo é a conscientização da população sobre os direitos e necessidades das pessoas com deficiência”, disse o secretário
municipal de Governo, Rui Hara, que participou do evento, ao lado do vereador Zé Maria.
A caminhada teve início na Praça Santos Andrade, às 9 horas, e percorreu toda a extensão do calçadão da Rua 15 até a Praça Osório. O aquecimento foi feito
com o grupo CuritibAtiva, da Secretaria Municipal do Esporte e Lazer, e houve animação com fanfarras de escolas municipais. Na Praça Osório, o grupo recebeu
a bênção da Pastoral da Pessoa com Deficiência, da Arquidiocese de Curitiba.
A caminhada também contou com a participação de todas as escolas especiais públicas e particulares e instituições que abrigam e atendem pessoas com deficiência.
Todas as áreas de deficiência estiveram presentes na caminhada: auditiva, visual, mental, física, condutas atípicas e múltiplas deficiências.
A Assessoria Especial de Assistência à Pessoa com Deficiência foi reativada nesta administração. A assessoria fica na Praça Plínio Tourinho, na Jardim
Botânico, onde são feitas articulações para o atendimento de pessoas com alguma deficiência. No local, recebem atenção e são encaminhadas aos programas
sociais do município e para instituições sociais ligadas ao setor. É a única do país que funciona com representatividade de todas as áreas de deficiência.
Também participaram da caminhada o Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência e a Pastoral da Pessoa com Deficiência da Arquidiocese
de Curitiba.
Senai — Uma pesquisa com 1.268 ex-alunos deficientes dos cursos de aprendizagem do Senai, realizada em 2007, revelou que 42% deles estavam trabalhando.
O número é expressivo levando-se em conta os dados divulgados no mesmo ano pelo Instituto Brasileiro de Estatística e Geografia (IBGE). De acordo com o
IBGE, em 2007 existiam 24,5 milhões de pessoas deficientes no Brasil, das quais 9 milhões em idade própria para o trabalho, mas apenas 1 milhão delas em
atividade profissional, o que equivale a 11% do total. A Lei 8.213, de 1991 exige que empresas com 100 ou mais empregados devem empregar de 2% a 5% de
pessoas com deficiência.
fonte bem paraná
Especial de Assistência à Pessoa com Deficiência, da Prefeitura de Curitiba, reuniu 2 mil pessoas. “Foi a terceira vez que esta caminhada foi promovida
e a cada ano recebemos mais apoio. O objetivo é a conscientização da população sobre os direitos e necessidades das pessoas com deficiência”, disse o secretário
municipal de Governo, Rui Hara, que participou do evento, ao lado do vereador Zé Maria.
A caminhada teve início na Praça Santos Andrade, às 9 horas, e percorreu toda a extensão do calçadão da Rua 15 até a Praça Osório. O aquecimento foi feito
com o grupo CuritibAtiva, da Secretaria Municipal do Esporte e Lazer, e houve animação com fanfarras de escolas municipais. Na Praça Osório, o grupo recebeu
a bênção da Pastoral da Pessoa com Deficiência, da Arquidiocese de Curitiba.
A caminhada também contou com a participação de todas as escolas especiais públicas e particulares e instituições que abrigam e atendem pessoas com deficiência.
Todas as áreas de deficiência estiveram presentes na caminhada: auditiva, visual, mental, física, condutas atípicas e múltiplas deficiências.
A Assessoria Especial de Assistência à Pessoa com Deficiência foi reativada nesta administração. A assessoria fica na Praça Plínio Tourinho, na Jardim
Botânico, onde são feitas articulações para o atendimento de pessoas com alguma deficiência. No local, recebem atenção e são encaminhadas aos programas
sociais do município e para instituições sociais ligadas ao setor. É a única do país que funciona com representatividade de todas as áreas de deficiência.
Também participaram da caminhada o Conselho Municipal dos Direitos da Pessoa Portadora de Deficiência e a Pastoral da Pessoa com Deficiência da Arquidiocese
de Curitiba.
Senai — Uma pesquisa com 1.268 ex-alunos deficientes dos cursos de aprendizagem do Senai, realizada em 2007, revelou que 42% deles estavam trabalhando.
O número é expressivo levando-se em conta os dados divulgados no mesmo ano pelo Instituto Brasileiro de Estatística e Geografia (IBGE). De acordo com o
IBGE, em 2007 existiam 24,5 milhões de pessoas deficientes no Brasil, das quais 9 milhões em idade própria para o trabalho, mas apenas 1 milhão delas em
atividade profissional, o que equivale a 11% do total. A Lei 8.213, de 1991 exige que empresas com 100 ou mais empregados devem empregar de 2% a 5% de
pessoas com deficiência.
fonte bem paraná
Deficientes visuais participam de espetáculo de dança
O Teatro Cleon Jacques do Centro de Criatividade de Curitiba apresenta nesta sexta-feira (15/12) o espetáculo “O grito da dança”, produzido por um grupo
de pessoas com deficiência visual que participa do projeto “Dançar sem Ver”. Além dos participantes do projeto, foram convidados outros grupos, resultando
num espetáculo diversificado, com danças de vários ritmos, como hip hop, forró, pop e samba.
A ideia, segundo um dos organizadores, o professor de Educação Física Jacob Cachinga, é celebrar as diferenças, contribuindo para uma conscientização sobre
a inclusão. “Seja qual for a diferença ou deficiência, somos todos seres humanos. São as nossas diferenças que fazem o mundo melhor”, diz Jacob. O espetáculo
também é uma alusão ao Dia Nacional da Pessoa com Deficiência Visual (13 de dezembro).
O projeto Dançar sem Ver começou há cerca de dois anos, com uma parceria formada pela bailarina Pamela Shiroma, o professor Jacob Cachinga e a Escola de
Dança Conceito, onde são realizadas as aulas de dança de salão para casais de pessoas com deficiência visual.
A metodologia envolve três estímulos: oral, em que os professores descrevem cada passo para os alunos; sonoro, que permite aos alunos aprender, através
da música, a identificar o ritmo e dançar no compasso musical; e o estímulo tátil, em que os professores com o toque aperfeiçoam a técnica de cada casal.
Serviço:
Espetáculo “O grito da dança” com os participantes do projeto Dançar sem Ver
Local: Teatro Cleon Jacques – Centro de Criatividade de Curitiba (R. Mateus Leme, 4.700)
Data e horário: 15 de dezembro (sexta-feira), às 20h
Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada)
fontePortal da Prefeitura de Curitiba
de pessoas com deficiência visual que participa do projeto “Dançar sem Ver”. Além dos participantes do projeto, foram convidados outros grupos, resultando
num espetáculo diversificado, com danças de vários ritmos, como hip hop, forró, pop e samba.
A ideia, segundo um dos organizadores, o professor de Educação Física Jacob Cachinga, é celebrar as diferenças, contribuindo para uma conscientização sobre
a inclusão. “Seja qual for a diferença ou deficiência, somos todos seres humanos. São as nossas diferenças que fazem o mundo melhor”, diz Jacob. O espetáculo
também é uma alusão ao Dia Nacional da Pessoa com Deficiência Visual (13 de dezembro).
O projeto Dançar sem Ver começou há cerca de dois anos, com uma parceria formada pela bailarina Pamela Shiroma, o professor Jacob Cachinga e a Escola de
Dança Conceito, onde são realizadas as aulas de dança de salão para casais de pessoas com deficiência visual.
A metodologia envolve três estímulos: oral, em que os professores descrevem cada passo para os alunos; sonoro, que permite aos alunos aprender, através
da música, a identificar o ritmo e dançar no compasso musical; e o estímulo tátil, em que os professores com o toque aperfeiçoam a técnica de cada casal.
Serviço:
Espetáculo “O grito da dança” com os participantes do projeto Dançar sem Ver
Local: Teatro Cleon Jacques – Centro de Criatividade de Curitiba (R. Mateus Leme, 4.700)
Data e horário: 15 de dezembro (sexta-feira), às 20h
Ingressos: R$ 30 (inteira) e R$ 15 (meia-entrada)
fontePortal da Prefeitura de Curitiba
quarta-feira, 13 de dezembro de 2017
Aline Rocha é a primeira mulher do Brasil em Jogos Paralímpicos de Inverno
Por CPB
O Brasil já conhece o nome de seu primeiro representante nos Jogos Paralímpicos de Inverno de Pyeongchang 2018. A paranaense Aline Rocha, 26, obteve índice
para participar das disputas de esqui cross-country no evento e faz história ao ser a primeira mulher do país que marcará presença em Jogos Paralímpicos
de Inverno.
“Fazer algo para entrar para a história paralímpica do Brasil é, sem dúvida, uma enorme felicidade. Quero muito conquistar um grande resultado em Pyeongchang
e mostrar que consigo estar brigando pelas primeiras posições”, falou Aline, que garantiu a classificação durante a primeira etapa da Copa do Mundo de
esqui cross-country, no Canadá.
A brasileira ficou na 15° posição nas provas sprint e distance 5km. No entanto, como o que mais conta na avaliação é o percentual de aproximação da campeã
da prova, ela conta que melhorou significativamente seu desempenho e fez as duas provas abaixo do índice exigido (180 pontos).
Há um ano competindo na neve, a atleta nascida em Pinhão entrou no universo paralímpico por meio do atletismo. Aline começou a praticar corrida em cadeira
de rodas (classe T54) quatro anos após ter sofrido um acidente de carro que lhe causou uma lesão medular e a perda dos movimentos das pernas, e, de lá
para cá, foi só sucesso.
Em 2016, a recordista em diferentes distâncias e tetracampeã da Corrida de São Silvestre conseguiu a classificação inédita para os Jogos Paralímpicos do
Rio. Ainda no mesmo ano, conheceu de perto o esqui cross-country e logo foi para a Europa para se condicionar para competições na neve.
“A escolha do esporte de inverno surgiu como um desafio, a ideia de lutar por algo diferente, difícil, porém possível. Eu e meu técnico percebemos que
alguns atletas corredores em cadeira de rodas utilizam o esqui cross-country para complementar seus treinos. Então, entendemos que, além de um grande desafio,
essa segunda modalidade poderia contribuir muito para minha condição como atleta”, afirmou a paranaense.
Aline foi tão bem em sua preparação em solo europeu que, em janeiro deste ano, ela já estava competindo a Copa do Mundo de Esqui Cross-Country, na Ucrânia.
E a série de triunfos não parou por aí. No início deste mês, a atleta foi vencedora do Prêmio Paralímpicos 2017 na categoria Esportes de Neve, sendo eleita
a esportista da temporada das modalidades de inverno.
Esta será a segunda vez que o Brasil vai para Jogos Paralímpicos de Inverno. A primeira participação brasileira foi em Sochi, em 2014. André Cintra, do
snowboard, e Fernando Aranha, do esqui cross-country, foram os atletas que compuseram a delegação do país na competição.
A expectativa é que, em 2018, cinco competidores representem o país. Duas vagas, uma masculina e outra feminina, ocupada por Aline, já estão garantidas.
Outros três convites foram requisitados.
Assessoria de comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (
imp@cpb.org.br)
O Brasil já conhece o nome de seu primeiro representante nos Jogos Paralímpicos de Inverno de Pyeongchang 2018. A paranaense Aline Rocha, 26, obteve índice
para participar das disputas de esqui cross-country no evento e faz história ao ser a primeira mulher do país que marcará presença em Jogos Paralímpicos
de Inverno.
“Fazer algo para entrar para a história paralímpica do Brasil é, sem dúvida, uma enorme felicidade. Quero muito conquistar um grande resultado em Pyeongchang
e mostrar que consigo estar brigando pelas primeiras posições”, falou Aline, que garantiu a classificação durante a primeira etapa da Copa do Mundo de
esqui cross-country, no Canadá.
A brasileira ficou na 15° posição nas provas sprint e distance 5km. No entanto, como o que mais conta na avaliação é o percentual de aproximação da campeã
da prova, ela conta que melhorou significativamente seu desempenho e fez as duas provas abaixo do índice exigido (180 pontos).
Há um ano competindo na neve, a atleta nascida em Pinhão entrou no universo paralímpico por meio do atletismo. Aline começou a praticar corrida em cadeira
de rodas (classe T54) quatro anos após ter sofrido um acidente de carro que lhe causou uma lesão medular e a perda dos movimentos das pernas, e, de lá
para cá, foi só sucesso.
Em 2016, a recordista em diferentes distâncias e tetracampeã da Corrida de São Silvestre conseguiu a classificação inédita para os Jogos Paralímpicos do
Rio. Ainda no mesmo ano, conheceu de perto o esqui cross-country e logo foi para a Europa para se condicionar para competições na neve.
“A escolha do esporte de inverno surgiu como um desafio, a ideia de lutar por algo diferente, difícil, porém possível. Eu e meu técnico percebemos que
alguns atletas corredores em cadeira de rodas utilizam o esqui cross-country para complementar seus treinos. Então, entendemos que, além de um grande desafio,
essa segunda modalidade poderia contribuir muito para minha condição como atleta”, afirmou a paranaense.
Aline foi tão bem em sua preparação em solo europeu que, em janeiro deste ano, ela já estava competindo a Copa do Mundo de Esqui Cross-Country, na Ucrânia.
E a série de triunfos não parou por aí. No início deste mês, a atleta foi vencedora do Prêmio Paralímpicos 2017 na categoria Esportes de Neve, sendo eleita
a esportista da temporada das modalidades de inverno.
Esta será a segunda vez que o Brasil vai para Jogos Paralímpicos de Inverno. A primeira participação brasileira foi em Sochi, em 2014. André Cintra, do
snowboard, e Fernando Aranha, do esqui cross-country, foram os atletas que compuseram a delegação do país na competição.
A expectativa é que, em 2018, cinco competidores representem o país. Duas vagas, uma masculina e outra feminina, ocupada por Aline, já estão garantidas.
Outros três convites foram requisitados.
Assessoria de comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (
imp@cpb.org.br)
Dupla deficiente visual de Orleans conquista o terceiro lugar no 13º Parajasc.
Dupla deficiente visual de Orleans conquista o terceiro lugar no 13º Parajasc.
Foto: Edivaldo Lubavem/Coordenador de Comunicação
Aconteceu em Criciúma de 01 a 06 dezembro a 13º edição dos Jogos Abertos Paradesportivos de Santa Catarina – PARAJASC. O evento reuniu participantes do
estado catarinense, dirigentes, técnicos, atletas, integradores esportivos e demais membros das delegações. Mais de 1,7 mil competidores representantes
de 52 municípios catarinenses participaram das provas de atletismo, basquetebol, basquetebol em cadeira de rodas, bocha, bocha paralímpica, ciclismo, futsal,
golbol, handebol em cadeira de rodas, natação, tênis de mesa e xadrez, nos segmentos de deficiência física, auditiva, intelectual e visual.
O município de Orleans foi representado pela dupla, Airton Galvão e Nilo Oening, que disputaram a modalidade de bocha, classificando-se em terceiro lugar.
Vale destacar que esta é sexta vez que, Airton e Nilo, participam do evento. Eles já conquistaram no total 10 medalhas, seis de ouro, duas de prata e duas
de bronze.
Na tarde desta segunda-feira (11/12) a dupla acompanhada pelo professor de Educação Física, Edvaldo Canever, estiveram reunidos no gabinete do prefeito
para descrever as experiências adquiridas. Ao falar sobre a nova conquista, Airton Galvão, afirma, “a competição representa a nossa redenção, porque nós
gostamos da prática esportiva. Eu encontrei na bocha um esporte que me trouxe alegria e principalmente a integridade física. Agradecemos aos apoiadores
pelo incentivo e por valorizarem o nosso potencial”.
Colaboração: Edivaldo Lubavem/Coordenador de Comunicação
fonteImprensa News Sul
Foto: Edivaldo Lubavem/Coordenador de Comunicação
Aconteceu em Criciúma de 01 a 06 dezembro a 13º edição dos Jogos Abertos Paradesportivos de Santa Catarina – PARAJASC. O evento reuniu participantes do
estado catarinense, dirigentes, técnicos, atletas, integradores esportivos e demais membros das delegações. Mais de 1,7 mil competidores representantes
de 52 municípios catarinenses participaram das provas de atletismo, basquetebol, basquetebol em cadeira de rodas, bocha, bocha paralímpica, ciclismo, futsal,
golbol, handebol em cadeira de rodas, natação, tênis de mesa e xadrez, nos segmentos de deficiência física, auditiva, intelectual e visual.
O município de Orleans foi representado pela dupla, Airton Galvão e Nilo Oening, que disputaram a modalidade de bocha, classificando-se em terceiro lugar.
Vale destacar que esta é sexta vez que, Airton e Nilo, participam do evento. Eles já conquistaram no total 10 medalhas, seis de ouro, duas de prata e duas
de bronze.
Na tarde desta segunda-feira (11/12) a dupla acompanhada pelo professor de Educação Física, Edvaldo Canever, estiveram reunidos no gabinete do prefeito
para descrever as experiências adquiridas. Ao falar sobre a nova conquista, Airton Galvão, afirma, “a competição representa a nossa redenção, porque nós
gostamos da prática esportiva. Eu encontrei na bocha um esporte que me trouxe alegria e principalmente a integridade física. Agradecemos aos apoiadores
pelo incentivo e por valorizarem o nosso potencial”.
Colaboração: Edivaldo Lubavem/Coordenador de Comunicação
fonteImprensa News Sul
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