segunda-feira, 23 de novembro de 2015

Cachorro ajuda menina com deficiência rara a voltar a andar

Foto de Bella em cima de uma árvore com seu cachorro O cachorro realmente é o melhor amigo do ser humano. E histórias como a da pequena Bella Burton comprovam isso. Com apenas 10 anos, ela enfrenta uma rara deficiência genética e só voltou a andar com a ajuda do seu cão George, da raça Great Dane. A doença de Bella, Síndrome de Morquio, afeta o crescimento ósseo e limita sua mobilidade. George usa toda a sua altura e patas compridas ajuda a garota se locomover. “Eu tive cadeiras de rodas, andadores, muletas e agora temos George e eu deixei de lado minhas muletas e comecei a contar com ele”, disse Bella. O cachorro foi treinado por uma organização chamada Service Dog Project, que treina animais para desenvolverem a habilidade de ajudar pessoas com limitações de equilíbrio e mobilidade. Fonte: Vírgula, UOL

Escola causa polêmica ao proibir aluna cega de usar bengala que a auxilia em sua orientação porque professores e alunos poderiam tropeçar no objeto

Uma escola primária proibiu uma menina cega de 7 anos de idade de usar sua bengala porque professores e alunos poderiam tropeçar nela. Lily-Grace Hooper sofreu um derrame aos 4 dias de vida. Isso fez com que ela perdesse a visão do olho direito e fosse capaz de enxergar apenas luzes e cores com o olho esquerdo. No início deste ano a Common Sense Cane, uma instituição de caridade, doou-lhe um bastão de fibra de vidro para ajudá-la a se orientar quando caminha. Mas uma avaliação de segurança realizada pelo Serviço de Apoio Sensorial na Escola Primária Hambrook, em Bristol, Inglaterra, onde a menina estudava, informou que o uso do objeto representava um elevado risco para as outras pessoas. 1 Escola Primária Hambrook proibiu Lily-Grace Hooper, menina cega de 7 anos, de usar sua bengala que a auxilia a se orientar, pois professores e alunos poderiam tropeçar. Foi dito à menina que ela deve ter a ajuda de um adulto a todo o momento, e que deve andar com cuidado. 2 O relatório acrescentou que ela deve usar uma bengala menor, algo que sua mãe, Kristy, de 38 anos, diz ser inadequado porque a vara comprida foi projetada especificamente para atender às necessidades de Lily-Grace. 3 A mulher ficou furiosa com a decisão e disse que a filha não teve qualquer problema com outros estudantes, indicando ainda que nenhum dos pais deles se queixou a respeito de algo do tipo. 4 A mulher, que afirma que a filha depende da bengala, está preocupada com fato de a menina se tornar dependente de alguém para ajudá-la a se orientar. Jo Dent, diretora da escola, disse que iria discutir a situação com a família. 5 Fonte: Gadoo

Corredor cego faz história ao finalizar Trilha Inca, no Peru

Dan Berlin (de colete verde) superou todos os limites e tornou-se primeiro atleta cego a terminar o trajeto de mais de 40km até Machu Picchu Dan Berlin (de colete verde) superou todos os limites e tornou-se primeiro atleta cego a terminar o trajeto de mais de 40km até Machu Picchu Dan Berlim é o primeiro atleta cego a correr o percurso de 41 quilômetros da Trilha Inca, no Peru, uma das mais incríveis do mundo. Com mais três companheiros de equipe, Berlin terminou o trajeto até MachuPicchu em 13 horas. O corredor de 45 anos também foi o primeiro atleta cego a correr o trajeto do Grand Canyon, nos Estados Unidos, de ponta a ponta, em 2014. Para ele, a melhor parte de suas aventuras tem sido exatamente a beleza dos trajetos: – Vivemos em um mundo tão visual que é difícil para algumas pessoas compreender a beleza do espaço – disse ele à revista americana Outside – Para mim, a beleza é a sensação do lugar. São as pessoas que estão conosco, a terra macia, os degraus duros de granito e a umidade do ar. Fonte: Canal Off

sábado, 21 de novembro de 2015

5 minutos. E adeus cegueira

Sistema impressiona especialistas do mundo inteiro Ver o médico Sanduk Ruit trabalhar é como observar milagres. Ele devolveu a visão a mais de 100 mil pessoas, talvez mais do que qualquer médico na história, e os pacientes não param de chegar. Eles vêm de vilarejos remotos, através de trilhas nas montanhas, cambaleando e tateando, esperando passar pelo bisturi para voltar a ver seus familiares. Um dia depois da cirurgia para remover a catarata, ele retira as ataduras – e veja só! Eles conseguem enxergar claramente. Primeiro com hesitação, depois com júbilo, eles olham em volta. Poucas horas depois, voltam andando para casa, irradiando uma felicidade indescritível. O médico oftalmologista nepalês Sanduk Ruit talvez seja o campeão mundial na guerra contra a cegueira. Cerca de 39 milhões de pessoas em todo o mundo são cegas – cerca de metade por causa da catarata – e outros 246 milhões têm a visão deficiente, segundo a Organização Mundial de Saúde. Se você é uma pessoa cega num país pobre, então normalmente não tem esperança. Mas Ruit é pioneiro numa técnica de microcirurgia de catarata simples que custa apenas US$ 25 (R$ 94) por paciente e é quase sempre bem-sucedida. Na verdade, seu "método Nepal" agora é ensinado nas faculdades de medicina dos EUA. Todos os anos ofereço uma viagem a um estudante, que vai comigo a algum país em desenvolvimento para cobrir temas pouco conhecidos. Austin Meyer, aluno da Universidade de Stanford, e eu viajamos para Hetauda, no sul do Nepal, para assistir a Ruit fazer sua mágica em 102 homens e mulheres. Uma das pacientes era Thuli Maya Thing, uma mulher de 50 anos que diz que tem dificuldades para cuidar dos filhos desde que perdeu a visão devido à catarata nos últimos anos. Por causa da cegueira e da incapacidade de trabalhar, a família às vezes passa fome. "Não posso ir buscar lenha nem água", Thuli Maya me disse. "Não posso fazer comida. Eu vivo caindo. Já me queimei no fogo." Então Thuli Maya estava esperando fora do hospital de olhos que Ruit montou aqui, nervosa, mas também ansiosa pelo resultado. "Vou conseguir ver meus filhos e meu marido de novo --é isso que eu mais quero", disse ela. Ela foi levada à sala de operação, e um anestésico local foi injetado em seus olhos. Depois de abrir o olho esquerdo com um espéculo de pálpebras, Ruit observou através de um microscópio enquanto fazia uma pequena incisão no globo ocular e, em seguida, puxou a catarata – e colocou-o na palma da minha mão. Era dura e amarelada, talvez com oito milímetros de diâmetro, um pequeno disco opaco que devastou a vida de Thuli Maya. Ruit inseriu uma lente minúscula no olho e concluiu a cirurgia. O processo levou apenas cinco minutos. Em seguida, ele repetiu o procedimento no olho direito de Thuli Maya, confiante de que ela voltaria a enxergar. "Aqui os resultados são muito claros", disse Ruit enquanto fazia um curativo no olho da paciente. "É diferente de qualquer outra intervenção médica." Nos Estados Unidos, a cirurgia da catarata normalmente é realizada com máquinas complexas. Mas elas são inacessíveis nos países pobres, de modo que Ruit aperfeiçoou o trabalho de outros (entre eles do Aravind Eye Care System na Índia, uma instituição excepcional que realizou 280 mil cirurgias de catarata no ano passado) para inovar e refinar a microcirurgia de pequena incisão para remoção de catarata sem sutura. No início, os céticos denunciaram e ridicularizaram suas inovações. Mas então o "American Journal of Ophthalmology" publicou um estudo sobre um ensaio clínico aleatório revelando que a técnica de Ruit tinha exatamente o mesmo resultado (98% de sucesso num prazo de seis meses de acompanhamento) que as máquinas ocidentais. A diferença era que o método de Ruit era muito mais barato e rápido. "Os resultados são fantásticos", disse o Dr. Geoffrey Tabin, oftalmologista do Moran Eye Center da Universidade de Utah. Tabin aprendeu a técnica de Ruit e também esteve em Hetauda, removendo cataratas ao lado de Ruit, e diz que os resultados obtidos utilizando esta técnica na zona rural do Nepal são tão bons quanto os de seus pacientes em Salt Lake City, que pagam por serviços de primeira classe e desfrutam de quase US$ 1 milhão em equipamentos médicos de última geração. Tabin disse que, quando não é possível utilizar as máquinas para a cirurgia de catarata nos Estados Unidos (se, por exemplo, a catarata é grande demais), a técnica de cirurgia manual padrão norte-americana é inferior à de Ruit. Tabin, um alpinista que se interessou pelo Nepal após subir o Monte Everest, lidera o Projeto de Catarata do Himalaia, uma instituição de caridade norte-americana que apoia o trabalho de Ruit e leva suas técnicas a outros países, como a Etiópia e Gana. A batalha contra a cegueira mundial é agora um projeto conjunto de Ruit e Tabin, e eles batizaram seu site de CureBlindness.org com otimismo. "Ruit foi o primeiro médico a colocar lentes em pessoas pobres no mundo em desenvolvimento", disse Tabin. "Ninguém mais devolveu a visão a tanta gente." Pelas contas de Ruit, que outros acreditam ser factíveis, ele realizou 120 mil cirurgias de catarata, a maioria em apenas um olho dos pacientes. Ruit desenvolveu não só uma técnica cirúrgica, mas todo um sistema de medicina oftalmológica. Ele fundou o Instituto de Oftalmologia Tilganga, que inclui hospitais, clínicas comunitárias, programas de treinamento e um banco de olhos, cobrando dos pacientes mais ricos para apoiar os mais pobres como Thuli Maya. O Tilganga faz cirurgias de olhos em 30 mil pacientes anualmente – metade delas é paga, a outra metade é gratuita. O Tilganga também fabrica 450 mil lentes por ano para uso em cirurgia de catarata, mantendo os custos em US$ 3 (R$ 11) por lente em comparação com US$ 200 (R$ 750) no Ocidente. A qualidade parece excelente, e elas são exportadas para 50 países, inclusive na Europa. E para aqueles que perdem um olho, a Tilganga faz próteses realistas que custam US$ 3, em comparação com US$ 150 (R$ 565) por uma prótese ocular importada. Este sistema impressiona especialistas do mundo inteiro. O médico David F. Chang, ex-presidente da Sociedade Americana de Catarata e Cirurgia Refrativa, descreve Ruit como "um dos oftalmologistas mais importantes do mundo". Ruit, 61 anos, que cresceu numa região remota do nordeste do Nepal e estudou medicina na Índia, está agora levando seu modelo para outros países de baixa renda. "Se conseguimos fazer isso no Nepal, pode se fazer em qualquer lugar do mundo", disse ele. Uma motivo para ter a visão como tema da viagem: a cegueira é ao mesmo tempo algo extremamente debilitante e normalmente fácil de curar ou prevenir. Cápsulas de vitamina A custam 7 centavos de real e podem impedir 250 mil casos de cegueira infantil ou mais por ano (metade dessas crianças morrem um ano depois de ficarem cegas). O tracoma, que leva à cegueira, pode ser evitado com mais higiene e antibióticos doados. A oncocerose (ou cegueira dos rios) está acabando, em parte por causa do trabalho heroico de Jimmy Carter e de remédios doados pela Merck. E a catarata - bem, vamos voltar a Thuli Maya. Um dia depois da cirurgia, ela e os outros 101 pacientes estavam prontos para tirar suas ataduras. Ruit tirou com cuidado os tapa-olhos de Thuli Maya, e ela piscou algumas vezes - e enxergou o que estava em volta pela primeira vez em anos. Ela sorriu enquanto sua visão era testada; o resultado foi 20/20. "Antes eu me arrastava por aí", disse Thuli Maya em meio a sorrisos", agora posso levantar e andar." É verdade que ajudar as pessoas é sempre mais difícil do que parece. Mas às vezes é quase milagroso: uma cirurgia de US$ 25 (R$ 94), US$ 50 (R$ 188) para ambos os olhos, para devolver a visão a uma pessoa. "Isto tem um impacto tão grande, por tão pouco dinheiro", disse Ruit enquanto observava seus pacientes se acostumando a voltar a enxergar. Enquanto isso, Thuli Maya dançava. (Fonte: Bol Notícias, via Nicholas Kristof – com tradução de Eloise De Vylder)

Novo terminal de Ilha dos Frades – BA vai garantir acessibilidade e segurança

Terminal da Ilha dos Frades em Salvador - BA terá rampa de acesso e piso tátil Terminal da Ilha dos Frades em Salvador – BA terá rampa de acesso e piso tátil O novo Terminal Marítimo de Nossa Senhora de Guadalupe vai garantir segurança e acessibilidade aos turistas que visitarem a Ilha dos Frades, em Salvador. O equipamento está em fase de finalização e atende aos critérios definidos para a obtenção da Bandeira Azul – selo de qualidade internacional que reconhece o cumprimento de uma série de metas dentro de cinco áreas: educação ambiental, qualidade da água, gestão ambiental, segurança e serviços. Iniciativa da Fundação Baía Viva, em parceria com a consultoria Preamar e a prefeitura de Salvador, o terminal possuirá piso tátil e uma rampa para acesso de deficientes e foi todo construído e decorado por moradores da região. O equipamento deve ficar pronto até 31 de outubro, antes da entrega oficial da primeira Bandeira Azul para uma praia do Nordeste. Segundo Adriana Alencar, integrante da Baía Viva, a instituição já atuava no local há três anos, o que permitiu que as metas fossem cumpridas em apenas oito meses. Como o cronograma original foi seguido rigorosamente, a fundação conseguiu o selo internacional antes de realizar as últimas adequações, que devem ser feitas nos próximos seis meses. Entre as próximas etapas a serem concluídas, estão a finalização do módulo policial – que terá visão privilegiada para a praia –, a mudança das barracas e a instalação de boias que impeçam a chegada de barcos e lanchas à beira do mar. De acordo com Adriana, o objetivo é garantir mais espaço e segurança para os banhistas. “Antes os barcos chegavam até a beira da praia e deixavam as pessoas com medo. Com o terminal, as pessoas vão desembarcar com mais segurança e aproveitar melhor o espaço. Nós ajudamos também a pessoa que oferece equipamentos para a prática de esportes, melhoramos a estrutura. Os turistas vão poder andar de caiaque, stand up paddle ou jogar bola”, explicou. Cartão da Ilha dos Frades, a Ponta de Nossa Senhora de Guadalupe também ganhou banheiros químicos, calçamento e rampas de acesso. Além disso, os moradores, ambulantes e donos das barracas receberam treinamentos gratuitos para melhorar a recepção dos turistas. “Nós queremos garantir que eles não vão cobrar mais caro de turistas estrangeiros, por exemplo. Mas a comunidade nos recebeu muito bem e entendeu a importância de cuidar deste espaço e de receber bem os visitantes”, contou Alencar.  Fonte: Bahia Notícias

Luva inteligente transforma gestos em sons e textos

Foto da luva inteligente Uma estudante da Universidade de Londres desenvolveu o protótipo de uma luva inteligente, que consegue transformar os gestos utilizados na linguagem dos sinais em sons e textos escritos. O objetivo de Hadeel Ayoub é facilitar a comunicação de pessoas com deficiências. Ela desenvolveu a ideia durante seu mestrado em Computational Arts, no departamento de computação da entidade, e foi contemplada com o Innovation and Entrepreneurship Prize, destinado a estudantes sauditas no Reino Unido. Até agora, foram desenvolvidos três protótipos da luva, batizada de SignLanguageGlove (luva de linguagem de sinais, em tradução livre). No primeiro, cinco sensores flexíveis (um para cada dedo) permitiam identificar os sinais de letras, que eram então apresentadas num display digital. Na segunda versão, melhorias no hardware e no software permitiram que os gestos fossem transformados em frases, que também podiam ser visualizadas no display digital. No terceiro protótipo, foi incorporado um chip capaz de transformar esse texto em áudio. Além disso, a luva ganhou um visual mais discreto. “Não quero que os fios intimidem os usuários, fazendo com que a luva pareça difícil de usar ou frágil demais”, afirma Hadeel Ayoub em material divulgado pela universidade. “As pessoas tendem a ser cautelosas quando apresentadas a novos produtos high-tech, o que contradiz o objetivo principal dessa luva, que é tornar a vida mais fácil.” Luva conectada e poliglota A estudante está trabalhando numa quarta versão da luva, que poderá transmitir dados para smartphones e tablets por meio de conexão WiFi. Além disso, a designer, que fala inglês, árabe e francês, também quer incrementar a invenção com um programa de tradução em tempo real para outros idiomas. Está nos planos, ainda, a criação de uma luva pequena, que possa ser usada por crianças – o desafio, nesse caso, é adaptar o tamanho do hardware. Hadeel já foi sondada por algumas companhias interessadas na fabricação da luva. Estima-se que o quarto protótipo custe algo em torno de £ 255 (cerca de R$ 1.470) para ser produzido. Mas, segundo informações da universidade, o objetivo da designer é que as pessoas com deficiência não tenham que pagar pelo equipamento, caso ele chegue ao mercado. Sua expectativa é que escolas, empresas e instituições de saúde possam adquirir a luva e disponibilizá-la para empregados, alunos e pacientes. “Minha missão é facilitar a comunicação entre todos os tipos de deficientes, eliminando barreiras entre pessoas que têm algum problema de visão, audição ou fala”, diz Hadeel. “Assim que a luva incorporar a conexão WiFi e a ferramenta de tradução, ela será útil para todos, e o usuário poderá atingir qualquer pessoa, em qualquer país, a qualquer hora.” Fonte: Época Negócios Foto: Divulgação

Seed realiza Oficina de Braille para deficientes visuais

A Secretaria de Estado da Educação (Seed), por meio da Divisão de Educação Especial (Dieesp), iniciou na manhã desta quinta-feira, 19, uma oficina de noções básicas do Sistema Braille e Formatação da Impressora Index/Basic, que imprime em Braille. Voltado para professores de sala de recursos que lecionam para alunos cegos e com baixa visão, técnicos da Codin e Dite, a formação terá continuidade nos dias 20, 26 e 27 de novembro, contemplando técnicos e professores da capital e interior do estado. O curso acontece na sala da Dieesp, no Complexo Administrativo e Pedagógico da Seed, com uma carga horária de 20h, sendo 16h presenciais e 4h na modalidade a distância. O conteúdo programático desta atividade inclui o conhecimento do alfabeto Braille, uso correto dos sinais e números e a formação de palavras e frases. Os cursistas irão conhecer e aprender, passo a passo, a utilização da impressora Idex/Basic, que reproduz os textos no Sistema Braille. “Queremos qualificar ainda mais nosso corpo docente e dotar a Seed de mais um instrumento, no caso a impressora, para facilitar o aprendizado do aluno cego ou com baixa visão. A educação inclusiva é uma realidade nas escolas da rede estadual de ensino e buscamos cada vez mais melhorar as condições das salas de aulas para oferecer um ensino de boa qualidade para todos”, declarou a professora Luciene dos Santos, coordenadora da Oficina. Para o servidor da Seed, Jossivaldo de Jesus, que é cego de nascença, a aquisição desta impressora foi mais um avanço para o ensino de pessoas com cegueira total ou baixa visão. “Isso representa o cumprimento dos preceitos constitucionais, culminando com o Estatuto da Pessoa com Deficiência, em que o estado deve oferecer todos os meios possíveis para garantir à pessoa com deficiência o direito à educação, ao lazer e ao mercado de trabalho”, frisou Jossivaldo. Fonte: site Infonet/Seed.