segunda-feira, 26 de outubro de 2015

Concurso Cultural 70 anos da Fundação Dorina

 Estão abertas as inscrições para o "Concurso Cultural 70 anos", que tem como objetivo a criação de um slogan para ser usado durante o ano em que comemoraremos o septuagésimo aniversário da Fundação Dorina. O autor da frase escolhida será premiado com um smartphone. As sugestões de slogans devem ser enviadas até o dia 3 de novembro de 2015 por e-mail ( 70anos@fundacaodorina.org.br), com o assunto "Concurso Cultural 70 anos", ou carta para:  A/C Concurso Cultural 70 anos Rua Doutor Diogo de Faria, 558 Vila Clementino CEP 04037-001 São Paulo SP Consulte o regulamento pelo site. No rodapé à direita a marca da Fundação Dorina: Um retângulo branco com o rosto da Fundação Dorina e abaixo em quatro níveis FUNDAÇÃO DORINA NOWILL PARA CEGOS, em letras pretas e cinzas. O rosto é um círculo amarelo, com sorriso e óculos redondos escuros. selo fonte: fundaçao dorina

Repórter Mirim mostra falta de locais adaptados para crianças com deficiência em Belém

A repórter mirim Maria Eduarda Barbosa, de 9 anos, adora brincar em praças e parques de Belém. Por isso mesmo, pensou em quem não pode aproveitar este tipo de brincadeira: em sua redação, a menina mostrou preocupação com as crianças com deficiências, que precisariam de espaços adaptados para se divertir nestes locais coletivos. A redação de Maria Eduarda foi uma das cinco escolhidas pela comissão julgadora do concurso cultural Repórter Mirim. Com a ajuda da repórter Tainá Aires, ela mostrou a dificuldade enfrentada por seu amigo Lucas, que usa cadeira de rodas, em uma praça da cidade (clique na fonte, ao fim deste texto, para acessar o vídeo). Veja, na íntegra, a redação de Maria Eduarda: Olá, sou Maria Eduarda, tenho 9 anos, adoro correr, pular e brincar nas praças e nos parques de minha cidade. Se não pudesse fazer tudo isso ficaria muito triste, porque a infância passa rápido. Então estava pensando... onde as crianças portadoras de necessidades especiais se divertem? Será que têm espaços e brinquedos adaptados para elas nas praças, escolas e parques de Belém? Pois elas não deixam de ser crianças porque tem suas limitações. Por isso resolvi falar sobre esse assunto, para saber um pouco mais da realidade delas, seus desejos, seus sonhos e as dificuldades que encontram no seu dia-a-dia e poder assim ajuda-las de alguma forma. Outro dia vi na internet que existem vários brinquedos adaptados, que podem ser feitos com baixo custo e utilizados por crianças portadoras de necessidades especiais com segurança. Se tivesse pelo menos um brinquedo adaptado em cada praça, escola e parque de nossa cidade já seria muito bom. Era uma forma dessas crianças aproveitarem melhor a sua infância. Ficaria bem feliz se minha sugestão fosse escolhida, não por minha causa, mas porque assim as crianças portadoras de necessidades especiais teriam a oportunidade de serem vistas e ouvidas, com mais respeito e atenção por toda a população de Belém. Isso faria com que elas se sentissem incluídas, realmente, em nossa sociedade Fonte: G1 Site externo.

Pessoas com deficiência não pagarão ICMS na compra de veículos no MS

isenção-de-impostos-carros Decreto foi publicado na edição de hoje do Diário Oficial do Estado e já está valendo Em decreto publicado nesta sexta-feira (23), o Governo do Estado decretou a concessão de isenção de imposto para compra de veículos destinados a pessoas com deficiência física, visual, mental e até autistas. O decreto foi publicado na edição de hoje do Diário Oficial do Estado (DOE). Conforme a nova regra, ficarão isentos da cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) os veículos adquiridos por pessoas com deficiência. A regra foi definida depois de reunião do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz). A regra é a seguinte: “deficiência física, aquela que apresenta alteração, completa ou parcial, de umou mais segmentos do corpo humano, acarretando o comprometimento da função física, apresentando-se sob a forma de paraplegia, paraparesia, monoplegia, monoparesia, nanismo, tetraplegia, tetraparesia, triplegia, triparesia, hemiplegia, hemiparesia, ostomia, amputação ou ausência de membro, paralisia cerebral, membros com deformidade congênita ou adquirida, exceto as deformidades estéticas e as que não produzam dificuldades para o desempenho de funções”. A isenção entra em vigor hoje e já produz efeito desde o dia 1º de setembro deste ano. Um laudo deverá ser apresentado pelos compradores para as concessionárias. O modelo está neste link, na página 3. Fonte: www.correiodoestado.com.br

Célula-tronco pode reverter “cegueira da idade”

Estima-se que metade das pessoas com alguma deficiência visual sofra de degeneração macular, que acomete indivíduos a partir dos 50 anos Uma nova cirurgia promete devolver a visão a quem sofre da “cegueira da idade”, como é chamada a forma mais grave da Degeneração Macular Relacionada à Idade (DMRI). De acordo com o jornal “O Globo”, médicos britânicos do Projeto de Londres para Curar a Cegueira divulgaram na terça-feira que obtiveram sucesso no primeiro implante de células-tronco no olho de uma paciente de 60 anos com essa doença, realizado há um mês. De acordo com eles, esse é “um grande passo” no combate a esse mal, a causa mais comum de perda de visão no mundo. Estima-se que metade das pessoas com alguma deficiência visual sofra de degeneração macular, que acomete indivíduos a partir dos 50 anos. No Brasil, a enfermidade afeta cerca de 2,9 milhões, segundo a Sociedade Brasileira de Oftalmologia. O procedimento desenvolvido na Inglaterra consiste em implantar, na parte de trás da retina, células-tronco embrionárias que foram transformadas em células do epitélio pigmentar da retina, o tecido que fica sob a mácula e é prejudicado pela DMRI. É no epitélio pigmentar que ficam os fotorreceptores da mácula, isto é, as células responsáveis por captar a luz e formar as imagens. Há dois tipos dessas células: os cones, que permitem a visão central, e os bastonetes, ligados à visão periférica. Quando a mácula começa a se degenerar, as células cones são as mais afetadas, o que faz com que os pacientes passem a enxergar um borrão escuro no centro da visão. Fonte: PUBLICADO EM 01/10/15 - 03h00 http://www.otempo.com.br/cidades/c%C3%A9lula-tronco-pode-reverter-ceguei... "

sábado, 24 de outubro de 2015

ORPHEUS, ESPETÁCULO DE DANÇA TEATRO COM AUDIODESCRIÇÃO, NO TEATRO SÉRGIO CARDOSO

Fotografia colorida de dois bailarinos com jaqueta e malha pretas com aplicações de couro, saltando com braços e pernas abertos, tendo ao fundo painel com casario escurecido e acinzentado semelhante a barracos. (Foto Arnaldo Torres) Studio3 Cia de Dança apresenta “ORPHEUS”, espetáculo de dança teatro com audiodescrição e interpretação em LIBRAS, com direção de José Possi Neto. Data: 25 de outubro (domingo). Horário: 18:00 horas. Local: Teatro Sérgio Cardoso. Endereço: Rua Rui Barbosa, 153, Bela Vista, São Paulo, SP. Duração: 65 minutos. Valor: R$ 30,00 (inteira); R$ 15,00 (meia). Convites cortesia para pessoas com deficiência. Acompanhantes pagam meia entrada. Favor confirmar presença pelo email: marina@vercompalavras.com.br Sobre o espetáculo: Um mergulho profundo sobre o mito de “Orfeu”, perdido entre as sombras e os sons noturnos, em meio ao caos de uma grande metrópole, como São Paulo. Envolto pelo mistério da Amazônia e seu verde obsessivo. Delirante no coração do carnaval do Rio de Janeiro. Executante de uma dança visceral sob a possessão dos deuses africanos na Bahia de todos os santos. A música do nosso mais belo Orfeu, Antônio Carlos Jobim, deverá nos conduzir até ele, nos inspirar, assim como a poesia de Vinícius de Morais e os grandes compositores como Glük. Mergulhados na noite escura que precede toda a criação, procuramos e invocamos Orfeu para nos reconduzir à luz. Ficha Técnica: Direção Teatral: José Possi Neto; direção Coreográfa: Anselmo Zolla; Coreografia: Anselmo Zolla e Elenco; Artista Convidada: Marilena Ansaldi; Roteiro: José Possi Neto; Direção Musical: Felipe Venâncio; Musica: C.Gluck, Tom Jobim e F.Venâncio; Letras: Vinícius de Moraes; Trechos do Poemo: Paulicéia Desvairada de Mário de Andrade; Voz: Zizi Possi; Participação: Tiganá Santana; Cenografia: Casa Góia; Imagens: Karina Machado; Desenho de Luz: José Possi Neto, Anselmo Zolla e Joyce Drummond; Figurinos: Fábio Namatame; Vídeo e Cenário: Estúdio Preto e Branco; Foto: Arnaldo Torres. POR: VERCOMPALAVRAS

Georgie Phone - Aplicativo torna smartphones com Android acessíveis para deficientes visuais

Os smartphones já fazem parte da rotina de muitas pessoas. Com uma grande quantidade de recursos, tais aparelhos também facilitam a vida de seus usuários e isto não poderia ser diferente para os deficientes visuais. Com o aplicativo Georgie pessoas cegas e com baixa visão podem usar smartphones de maneira totalmente acessível e com recursos e aplicativos desenvolvidos exclusivamente para os deficientes. Criado por dois desenvolvedores cegos da Sight and Sound Technology, empresa do Reino Unido especializada em produtos para deficientes, o aplicativo conta com dezenas de aplicações que modificam a interface do aparelho com sistema Android, otimizando seu uso para se adaptar às necessidades dos usuários deficientes visuais, seja com a ampliação de ícones e opções com letras grandes e contrastantes ou então através da leitura da tela em voz alta, para aqueles usuários que não enxergam. Roger Wilson-Hinds e sua esposa Margaret, ambos cegos, desenvolveram o sistema para ajudar a promover a independência dos deficientes visuais através de recursos que facilitassem não só o uso do aparelho celular, mas também a própria vida do usuário. Como o Georgie foi desenvolvido por deficientes visuais para deficientes visuais, seus recursos foram muito bem pensados para realmente ajudar tal público, com uma série de aplicações totalmente acessíveis e de fácil uso. O Georgie Phone funciona como um amigo que te ajuda a ultrapassar as barreiras do dia a dia. Qualquer usuário com aparelhos com sistema operacional Android pode comprá-lo e utilizá-lo. Além do próprio Georgie, também está disponível na loja uma série de aplicativos independentes pertencentes à família que podem ser instalados para atender à uma necessidade específica, como o próprio leitor de textos impressos, aplicativo para ouvir música, ler livros e muitos outros que poderemos detalhar em outras matérias futuramente e tudo acessível para deficientes visuais. No aplicativo o usuário que instalá-lo vai encontrar uma família de aplicações feitas por cegos para deficientes visuais que promete atender à todas as necessidades deste público. Neste versão básica do app estão disponíveis várias opções de customização para deixar o celular ou tablet o mais acessível possível, com botões e letras grandes que podem ter suas cores trocadas, uma ferramenta acessível para escrever, mandar e receber mensagens, usar o calendário e muito mais. Para tornar o aplicativo ainda mais completo, existem outros aplicativos que podem ser instalados para facilitar ainda mais a vida do deficiente, tais como a Georgie Câmera, que otimiza esta ferramenta para o uso de deficientes visuais; o Georgie Colour Detection, que identifica as cores dos objetos e fala para o DV; o Georgir OCR, que scanneia textos impressos para ler seu conteúdo em voz alta; Georgie YouTube, que torna a rede social de vídeos acessível e muitos outros aplicativos. O Georgie Phone está disponível na Play Store por três reais e noventa e três centavos e apesar dele estar em inglês, se o usuário não souber a língua, dependendo do que ele fará não será tão complicado utilizar. Para conhecer mais sobre a família Georgie Phone clique aqui  para ser direcionado para sua página oficial. fonte:jogando as cegas

Do Pináculo da Tentação, braços abertos sobre o mundo

O Cristo levou 5 anos para ser erguido e custou 2 500 contos de réis (R$ 9,5 milhões) Pináculo da Tentação foi o nome dado ao Morro do Corcovado pelos primeiros portugueses que em nossas terras aportaram. Uma citação ao monte bíblico onde o demônio teria tentado Cristo pela segunda vez. O nome Corcovado é adotado no século seguinte, pois o monte lembraria uma corcunda (“corcova”). Em 1859, o missionário lazarista Pedro Maria Boss se encanta com a beleza da Baía de Guanabara e da montanha, e tem a ideia de construir uma estátua monumental de Cristo no alto do então Pináculo. Ele sugere à princesa Isabel a construção de um monumento no local. Entretanto, faltava naquele momento a presença de uma força capaz de arcar com as responsabilidades de tamanho empreendimento. Isso só foi acontecer em 1921, como comemoração dos 100 anos de independência. Na ocasião, foi aberto um concurso para escolher um projeto. Segundo o desenho original, Jesus seguraria um globo terrestre e uma cruz nas mãos. Capa da revista "Eu sei tudo" com a proposta da estátua do Cristo A cessão do terreno do Corcovado para o Cristo irritou a Igreja Batista. Mas o então presidente à época, Epitácio Pessoa, autorizou a obra usando o curioso argumento de que a Igreja Católica levou porque pediu primeiro. Ainda assim, em 23 de março de 1923, seguidores da Igreja Batista declararam, em nota publicada em O Jornal Batista, órgão oficial da Convenção Batista Brasileira, seu desgosto quanto à construção do Cristo Redentor. A nota afirmava que a construção "será, a um tempo, um atestado eloquente de idolatria da Igreja de Roma". Entretanto, a Igreja Católica sempre se manteve firme em sua posição, argumentando jamais ter adotado a idolatria em sua doutrina, esclarecendo continuamente que as imagens de santos em suas igrejas são vistas por seus fiéis como exemplos de fé a serem seguidos. A pedra fundamental do monumento foi lançada em 4 de abril de 1922, mas as obras somente foram iniciadas em 1926. Dentre as pessoas que colaboraram para a realização, podem ser citados o engenheiro Heitor da Silva Costa (autor do projeto escolhido em 1923), o artista plástico Carlos Oswald (autor do desenho final do monumento) e o escultor francês Paul Landowski (executor dos braços e do rosto da escultura). O artista plástico Carlos Oswald e seu desenho final do monumento Ainda hoje, algumas pessoas dizem que o monumento foi um presente da França para o Brasil, quando, na verdade, a obra foi erigida a partir de doações de fiéis de arquidioceses e paróquias por todo o país. Da França só vieram, de verdade, apenas uma réplica de quatro metros feita de pequenos moldes, assim como modelos das mãos feitos pelo colaborador Landowski. Todos estes fatos foram atestados com rigor no programa televisivo Detetives da História produzido pelo programa The History Channel. O Cristo levou 5 anos para ser erguido, metade do tempo da Estátua da Liberdade. Também foi mais barato: custou 2 500 contos de réis (R$ 9,5 milhões) enquanto a Estátua da Liberdade custou 60 mil. E, embora seja um projeto perigoso - a 710 metros do chão - não houve acidentes graves entre os mil trabalhadores – fato considerado um verdadeiro milagre do Cristo. Detalhes curiosos: a coroa de espinhos na cabeça é, na verdade, um para-raios (o Cristo já perdeu sobrancelha, lábio inferior e um dedo para os raios). A estátua tem dois corações: um externo e um interno, onde está o nome da família de Levy, que era judeu quando começou o trabalho mas, ao final da obra, se converteu ao cristianismo. Há nomes também atrás dos pedaços de pedra-sabão que a forram. São amigos e familiares das mulheres que fizeram o revestimento. Na cerimônia de inauguração, no dia 12 de outubro de 1931, a iluminação do monumento foi acionada a partir da cidade de Roma, de onde o cientista italiano Guglielmo Marconi emitiu um sinal elétrico que foi retransmitido para uma antena situada no bairro carioca de Jacarepaguá, via uma estação receptora localizada em Dorchester, Inglaterra, tudo a convite de Assis Chateaubriand. O sistema de iluminação original foi substituído duas vezes: em 1932 e 2000. Tombado definitivamente pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional em 2009, o Monumento ao Cristo Redentor passou por obras de recuperação em 1980, quando da visita do Papa João Paulo II. Em 1990, sofreu uma ampla restauração. No dia 7 de julho de 2007, em uma festa realizada em Portugal, o Cristo Redentor foi incluído entre as novas sete maravilhas do mundo moderno. A decisão, após um concurso informal, foi baseada em votos populares (internet e telefone), votação que ultrapassou a casa dos cem milhões de votos. E eis o Cristo em outra controvérsia: o concurso não possui o apoio da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura, que apontou a falta de critérios científicos para a escolha das maravilhas. Mas nada se compara à briga que rola até hoje nos tribunais entre os herdeiros de Heitor Costa, o arquiteto, e de Paul Landowski, o O engenheiro Heitor da Silva Costa (autor do projeto escolhido em 1923) escultor, para saber quem é o "pai" do Cristo. Neste caso, as palavras do missionário Pedro Maria Boss parecem ecoar como uma profecia: “O Corcovado! ... Sim, aqui está o pedestal único no mundo! Quando vem a estátua colossal, imagem de Quem me fez?” (Fontes: Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, site oficial do Corcovado & The History Channel)