sexta-feira, 28 de agosto de 2015
Acessibilidade no Velho Mundo: Um aprendizado acerca do que é possível.
Wiliam Machado desfrutou da riqueza cultural proporcionada pelo Museu do Louvre, graças à acessibilidade existente no local
Wiliam Machado desfrutou da riqueza cultural proporcionada pelo Museu do Louvre, graças à acessibilidade existente no local
Uma viagem ao primeiro mundo, e pronto! De imediato surge a velha questão de ordem: Por que no Brasil a acessibilidade e a mobilidade urbana não funcionam?
Basta passar uns dias na Europa para verificar em loco que a deficiência é inequivocamente uma questão da falta de políticas públicas eficientes para que
a acessibilidade e a mobilidade urbana sejam satisfatórias para todos, pessoas com ou sem deficiência.
Espanha, França, Bélgica, Holanda e Alemanha, sociedades em que a mobilidade urbana foi planejada para o bem comum, não obstante a secular trajetória de
cada uma dessas nações e a existência de controláveis índices de corrupção, porque onde há mãos e mentes humanas em nossos tempos, sempre haverá quem se
aventure a desvios de conduta moral, cerne da corrupção. Com sistema jurídico eficiente, penas maiores e, de fato aplicáveis, corromper ou se permitir
corruptível, pode resultar em anos e anos de exclusão penitenciária, cadeia, diferente do que ocorre no Brasil.
Madrid e Barcelona são cidades acessíveis para que cadeirantes possam circular em suas bem conservadas e lineares calçadas, desde seus antigos centros
históricos, às modernas áreas da expansão metropolitana de ambas. Seus meios públicos de transporte são eficientes, inclusivos, confortáveis, com garantia
de espaço específico para que o cadeirante embarque e desembarque com máxima autonomia. Ninguém se atreve a desrespeitar o direito do outro, a consciência
cidadã impera, sem que se desgaste com o inquestionável. Todos os coletivos, de ônibus a veículos leve sobre trilhos, dispõem de amplas plataformas, que
funcionam mesmo, e permitem que o cadeirante adentre com segurança em seu interior.
Transitar ao longo de suas ruas e quadras em cadeira de rodas é bem mais fácil, pela facilidade que o planejamento urbano nos assegura. O rebaixamento
das calçadas nas travessias próximas aos semáforos é largo o suficiente para que dois cadeirantes os usem em segurança, diferente das improvisadas e estreitas
guias entre a calçada e a pista de rolamento, que predominam nas cidades brasileiras. Verdadeiras armadilhas para os desavisados, pois, além de irregulares,
desniveladas, frequentemente, nos jogam em buracos diversos e/ou calhas de drenagem das águas de chuva.
A rede de trens europeus possuem pessoal treinado e equipamentos para proporcionar acessibilidade
A rede de trens europeus possuem pessoal treinado e equipamentos para proporcionar acessibilidade
Em Paris, apenas sem acessibilidade é o passeio de barco pelo rio Sena. Uma pena! Da mesma forma inacessível, o passeio de barco pelos canais de Amsterdam
e pelo rio Spree, em Berlim. É que os espaços são muito antigos e os barqueiros alegam que a insegurança pode lhes custar caro, caso algum cadeirante sofra
queda e acidentes. Com razão, pois os casos de acidentes decorrentes do improviso no transporte de cadeirantes lhes custaram “olhos da cara”. Fosse aqui,
no Brasil, seriamos transportados como “sacos de batatas”, como se pode ver aqui, ali e acolá! . Fazer um TOUR em Paris, Berlim e Amsterdam, podendo descer
do coletivo, visitar os monumentos, embarcar de novo e seguir em frente, é como revisitar páginas e páginas da história da civilização ocidental. Uma realização
para quem vive experiências de exclusão nas cidades brasileiras, com suas miseráveis condições de acessibilidade e mobilidade urbana. Uma aula prática
de história e contemporaneidade, reforçando que a valorização do humano deve prevalecer nos espaços públicos, afinal, eles são criados para o público,
indistintamente.
Com aeroportos acessíveis e ligados com eficiência ao sistema público de transporte, chegar até eles fica bem mais fácil para todos, inclusive pessoas
com deficiência. Recomenda-se aos passageiros com mobilidade reduzida que o check-in seja feito com três horas de antecedência ao embarque, para que haja
condições de a empresa aérea providenciar encaminhamento do passageiro para o serviço de assistência, na Europa, ao encargo de serviço terceirizado. Sempre
funciona, e muito bem.
Da mesma forma, o transporte via trem de alta velocidade, acessível, confortável, seguro. Recomenda-se que o passageiro com mobilidade reduzida faça o
check-in na estação férrea, solicitando assistência para o embarque e desembarque, especificando o tipo de ajuda necessária. Cadeirantes, por exemplo,
é sempre recomendável a solicitação de plataforma vertical. Sem a solicitação de assistência adequada, na esperança de que sua imagem possa lhe garantir
o que necessita, pode resultar em perda do trem, porque ninguém assume culpa e responsabilidade pela sua desatenção.
É sempre importante reservar margem em euros para eventuais surpresas nos check-ins dos hotéis, mesmo que tenha em mãos comprovantes de reserva de quarto
triplo, incluindo hospede cadeirante. Na maioria dos hotéis esses quartos não dispõem de banheiro e espaço interno adequados às necessidades dos cadeirantes,
momentos em que há necessidade de recorrer a quarto extra, cujos custos serão acrescidos da fatura no check-out.
O que nos causa indignação no Brasil é a falta de compromisso e respeito pelo que determina a legislação, agora, reforçada pelo Estatuto da Pessoa com
Deficiência, Lei nº 13.146, de 6 de julho de 2015. No seu Art. 46, é definido que o direito ao transporte e à mobilidade da pessoa com deficiência ou com
mobilidade reduzida será assegurado em igualdade de oportunidades com as demais pessoas, por meio de identificação e de eliminação de todos os obstáculos
e barreiras ao seu acesso. Enquanto no Art. 48 fica claro que os veículos de transporte coletivo terrestre, aquaviário e aéreo, as instalações, as estações,
os portos e os terminais em operação no País devem ser acessíveis, de forma a garantir o seu uso por todas as pessoas. Por fim, o Art. 53 determina que
a acessibilidade seja direito que garante à pessoa com deficiência ou com mobilidade reduzida viver de forma independente e exercer seus direitos de cidadania
e de participação social.
Legislação de primeiro mundo em país onde se dá jeito para que as coisas sejam distorcidas sem maiores danos, punições, penas, para seus infratores. Resta-nos
acreditar que é possível transformar nossa realidade, que depende apenas de nós mesmos. Da transformação de intenções em ações objetivas, da tomada de
atitudes individuais e conjuntas, de forma a construir um futuro de vida em igualdade, em condições de pleno respeito às singularidades e necessidades
de cada cidadão e cidadã, independente do status social, ideologias, imagem corporal, (de)eficiência.
Fonte: Wiliam César Alves Machado
Fotógrafo britânico foca situação de 1 bilhão de pessoas com deficiência
LONDRES (Reuters) - Quando o fotógrafo Graeme Robertson, que cobriu guerras e fomes, conheceu um menino em Uganda cuja pele parecia estar caindo do rosto,
ele ficou chocado ao descobrir que o menino tinha sido atacado por ser cego.
"Às vezes, quando há crianças cegas, vão tentar matá-las, colocá-las no fogo, prendê-las em uma cabana para o resto de suas vidas, esquecê-las", disse
Robertson, falando de sua casa em Londres.
Não está claro quem realiza os ataques, mas é provável que sejam parentes ou membros da comunidade agindo sob pressão dos anciãos, disse ele.
"Fiquei com raiva pelo fato de pensarem que, só porque eram pessoas com deficiência, não valiam nada. Senti que eu poderia ajudar. Eu sabia que eles estavam
tão mutilados que dariam imagens poderosas, e se alguém visse essas imagens iria sentir alguma coisa", afirmou.
Robertson, um premiado fotógrafo que trabalha para o jornal The Guardian, cuja redação fica em Londres, aproximou-se de uma instituição de caridade internacional
para cegos, a Sightsavers, e juntos organizaram uma exposição de fotografia com destaque para o tema.
A mostra, com base em viagens por Uganda e Índia, foi inaugurada em 25 de agosto emFotógrafo britânico foca situação de 1 bilhão de pessoas com deficiência
bol Londres pela segunda vez.
Ao longo dos últimos 20 anos, Robertson cobriu guerras e fome e passou anos vivendo em Bagdá e no Afeganistão. Durante os últimos 10 anos ele vem fazendo
retratos e imagens de estilo de vida.
"Não é que eu não esteja acostumado a ver o verdadeiro sofrimento humano, mas esse projeto em particular realmente me afetou", disse ele.
Robertson, que é gravemente disléxico, foi tratado de forma muito diferente das outras crianças na escola, diziam-lhe que nunca iria ser bem-sucedido.
"Todo mundo tem que ter pelo menos uma chance. Senti que essas pessoas com deficiências não tiveram sequer a oportunidade de ter sucesso", disse ele, que
tem dois filhos pequenos.
fonte:uol noticias
Ação conscientiza motoristas sobre vagas exclusivas para deficientes
Quinze cadeiras de rodas foram colocadas em vagas gerais de estacionamento na Avenida Vicente Machado em Ponta Grossa, na região dos Campos Gerais do Paraná,
nesta quarta-feira (26). A atividade abre a programação da Semana Nacional da Pessoa com Deficiência.
Segundo a Secretaria Municipal de Assistência Social, a intenção foi conscientizar motoristas para respeitar as vagas exclusivas para deficientes. Atualmente,
há 48 vagas exclusivas nas ruas da cidade.
A ação durou cerca de duas horas. Algumas cadeiras traziam mensagens como “volto logo” e “é só um minutinho” para os motoristas que tentavam encontrar
uma vaga de estacionamento na quadra. As justificativas, segundo a prefeitura, são usadas pelos condutores que insistem em estacionar nas vagas reservadas.
Estacionar em vaga para deficiente é infração leve, prevista no Código de Trânsito Brasileiro (CTB). O motorista leva 3 pontos na carteira e paga uma multa
de R$ 53,20.
Segundo a Autarquia Municipal de Trânsito e Transporte (AMTT), entre janeiro e julho de 2015 foram aplicadas 56 multas por estacionamento irregular em
vagas exclusivas para deficientes.
Semana Nacional
A programação segue no sábado (29), das 9h às 15h, na Estação Saudade. Haverá apresentações artísticas e recreação para as crianças. A participação é gratuita.
Fonte: site G1.com PR, com informações da RPC Ponta Grossa.
Com 0,7% de deficientes, GDF tem dificuldade para cumprir lei de cotas
Liane Collares é uma dentre os 963 servidores do GDF com deficiência (Foto: Gabriel Luiz/G1)
Apesar de a Lei Orgânica do
Distrito Federal
prever cota de 20% a pessoas com deficiência, o governo enfrenta dificuldade para preencher as vagas. Hoje apenas 847 dos 122.172 servidores, o equivalente
a 0,7% do total, fazem parte desse grupo.
Faço um trabalho igual ao de todo mundo. Quando tenho alguma dúvida, falo com as minhas colegas. O que eu digo para as pessoas que vêm entregar currículo
é que façam por elas como eu já fiz por mim"
Liane Collares, servidora da Promodef que tem síndrome de Down
Um dos motivos apontados para o baixo número de candidatos é a pouca publicidade dos editais de concurso, segundo o chefe da Coordenação de Promoção de
Direitos de Pessoas com Deficiência (Promodef), ligada à Secretaria de Direitos Humanos, Paulo Beck.
Das 763 nomeações feitas pelo GDF de janeiro a julho na área da saúde, 86 (11,2%) foram vagas destinadas a pessoas com deficiência. Nas outras 76 nomeações
para a segurança pública, 5 para a educação e 12 a demais setores do GDF não houve servidores com deficiência contratados.
A pedido do G1, a administração fez um levantamento, apontando que há 594 servidores concursados e 253 comissionados trabalhando para o GDF. Uma das servidoras
é a assessora técnica Liane Collares, da Promodef.Liane, de 52 anos, tem síndrome de Down e trabalha há dois meses como comissionada no órgão, na estação do Metrô da 112 Sul. Ela é responsável por triar
os cem currículos recebidos por mês. Eles vêm de gente interessada em trabalhar nas cerca de 20 empresas que anunciam mensalmente vagas para pessoas com
deficiência.
Na função, Liane diz que a deficiência não a impede de trabalhar. “Faço um trabalho igual ao de todo mundo. Quando tenho alguma dúvida, falo com as minhas
colegas”, afirmou. “O que eu digo para as pessoas que vêm entregar currículo é que façam por elas como eu já fiz por mim.”
Para Liane, a sociedade já não é mais a mesma do período em que fez ensino fundamental. “Naquela época, as pessoas não enxergavam a gente que nascia com
síndrome de Down ou tinha outras deficiências. Eu sofria preconceito na escola, mas graças a Deus nunca enfrentei isso no trabalho”, disse a mulher, que
chegou a
Brasília
aos 12 anos. Além de Liane, há mais nove pessoas com deficiência no local de trabalho. “São bons funcionários e excelentes pessoas”, disse a servidora
Lara Belmonte.
22% da população do Distito Federal tem algum tipo de deficiência, aponta a Codeplan
Ela acorda pontualmente às 6h40 todos os dias, e os pais dela também se envolvem na rotina. “Minha mãe é praticamente minha secretária pessoal, que me
maquia e agenda meus compromissos. Já meu pai é meu motorista”, contou. “Agora com meu salário [R$ 1.617 fora benefícios], quero dar uma casa para eles,
retribuindo tudo o que eu já recebi.” A mãe Marilei Collares brinca: “Cadê meus honorários?”
Chefe de Liane, o coordenador Paulo Beck afirma que ainda é preciso ser criada uma cultura de acolhimento a pessoas com deficiência nos setores público
e privado. “A gente tem uma demanda expressiva, uma vez que 22% da população do DF são pessoas com deficiência”, pontuou o coordenador, que também é cadeirante,
citando dados da Companhia de Planejamento do DF (Codeplan).
O coordenador da Promodef, Paulo Beck, em frente à mesa onde trabalha (Foto: Gabriel Luiz/G1)
O coordenador da Promodef, Paulo Beck, em frente à mesa em que trabalha (Foto: Gabriel Luiz/G1)
Segundo ele, foi criado um grupo de trabalho para discutir a regulamentação de leis já aprovadas sobre inclusão no mercado de trabalho. Uma das pautas
é achar uma forma de chamar mais esse público para o quadro do GDF. A maior divulgação de vagas é uma possibilidade, adiantou Beck. “A gente identificou
que não basta criar a reserva [em concursos públicos] e dizer que não há demanda. Está faltando publicidade dos editais e da contratação de empresas”.
Assessibilidade
O GDF informou que vários órgãos tiveram de receber pequenas adaptações para atender aos servidores com deficiência, como construção de rampas, reformas
de banheiros, sinalização em braille e instalação de piso tátil. Outra medida foi lotar servidores em setores com acesso facilitado para as limitações
que possuem.
fonte:g1
Projeto oferece profissionalização a pessoas com deficiência no ES
O projeto Empregabilidade da Pessoa com Deficiência - Superação e Autonomia está com inscrições abertas até o dia 25 de setembro na Grande Vitória, no
Espírito Santo.
O projeto é patrocinado pelo Petrobras e oferece qualificação profissional e acompanhamento no mercado de trabalho a pessoas com deficiência física, auditiva,
visual, intelectual e cognitiva.
A iniciativa da Associação de Pais Amigos e Pessoas com Deficiência (Apabb) já formou três turmas, totalizando 57 alunos. As aulas do próximo ciclo devem
começar em outubro.
Na turma que se formou mais recentemente, cinco dos 19 alunos já estão empregados. Os estudantes estão em processo de seleção.
Os participantes recebem formação do Serviço Nacional de Aprendizagem Nacional (Senac) para atuarem como auxiliares de escritório.
O objetivo é contribuir para o desenvolvimento pessoal e profissional dos alunos, através do aprendizado, da convivência com os colegas e da experiência
profissional. Depois de empregados, os participantes continuam sendo acompanhados pelo projeto.
Inscrições
A previsão é que a próxima turma comece em outubro. As aulas serão ministradas na sede do Apabb em Vitória. Os interessados em participar devem entrar
em contato com a associação.
O projeto atende pessoas com deficiência de 18 a 40 anos. É necessário que o candidato seja alfabetizado e que more em Vitória, Vila Velha, Serra ou Cariacica.
Outras informações pelos telefones (27) 3314-3029/ (27) 98849-3947
fonte:g1
Defensoria cobra do GDF acessibilidade para deficientes na rodoviária do Gama
Governo tem até 18 de setembro para apresentar esclarecimentos
Em conjunto com a Promotoria de Justiça da Pessoa com Deficiência (PROPED) e o Ministério Público de Contas do DF (MPC-DF), a Defensoria Pública do DF
recomendou ao Governo do Distrito Federal (GDF), na última terça-feira (18/08), que readeque a estrutura da rodoviária do Gama (DF) para tornar o local
acessível às pessoas com deficiência. O governo tem agora um prazo 30 dias para se posicionar sobre as recomendações.
O documento foi elaborado a partir de vistoria feita por técnicos do Ministério Público do DF, depois que o Núcleo da Defensoria Pública no Gama recebeu
reclamações da Associação de Deficientes do Gama e Entorno. No local, os profissionais identificaram a falta de rampas de acesso para cadeirantes, piso
tátil para deficientes visuais e de banheiros adaptados.
Para o defensor público do Núcleo da Defensoria na cidade, Wemer Hesbom, em nada adianta o estado fornecer às pessoas com dificuldade de locomoção acesso
a direitos, como hospitais e escolas, sem assegurar a eles meios adequados de transporte. “Sem calçadas, ciclovias, vias públicas e sistema de transporte
coletivo, de nada adiantará construir hospitais, escolas ou centros comerciais e de lazer para todos, se cada cidadão não tiver à sua disposição meios
de se locomover”, comentou.
Caso as recomendações não sejam cumpridas, o governo poderá ser obrigado pela Justiça a seguir as normas de acessibilidade.
Interdição da Avenida JK
No mês passado, uma decisão do Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF), que acolheu representação do Ministério Público, decorrente de denúncia apresentada
pela Defensoria Pública do DF, paralisou as obras de duplicação da Avenida JK, no Gama (DF), após constatar irregularidades que dificultariam a acessibilidade
de deficientes no local. Na época, o Núcleo da Defensoria Pública no Gama constatou irregularidades que iam desde a não instalação de piso tátil para deficientes
visuais até a falta de espaço nos recuos das paradas de ônibus. As obras de duplicação da pista seguem paralisadas até hoje, aguardando perícia pelo Tribunal
de Contas do DF.
Fonte: Tainan Pimentel
da Assessoria de Comunicação
quinta-feira, 27 de agosto de 2015
Secretaria apoia “Setembro Verde”, campanha que marca o “Mês da Inclusão”, em São Paulo
Na quinta-feira, 3 de setembro, a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo e a Federação das APAES do Estado se São Paulo
- FEAPAES-SP, em parceria com a APAE de Valinhos, lançam a campanha “Setembro Verde”, para marcar o “Mês da Inclusão”, em que se comemora o Dia Nacional
de Luta da Pessoa com Deficiência, em 21 de setembro.
A cerimônia de lançamento terá início às 14h na sede da Secretaria, em São Paulo, e contará com a participação de autoridades como a Secretária de Estado
dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Doutora Linamara Rizzo Battistella, a Diretoria Executiva da FEAPAES-SP, bem como membros do Conselho de Administração
e Conselho Fiscal da entidade e convidados.
Além de comemorar o Dia Nacional da Luta da Pessoa com Deficiência, o mês de setembro também representa esperança e renascimento, marcado pelo início da
Primavera. O intuito da iniciativa é fazer com que o mês se torne referência. A exemplo do Outubro Rosa, que representa a prevenção do Câncer de Mama,
e o Novembro Azul, na prevenção de Câncer de Próstata, o Setembro Verde será voltado à inclusão social das pessoas com Deficiência, o Mês da Inclusão.
O público alvo da campanha, que será articulada em todo o Estado durante o mês todo, é a pessoa com deficiência, sua família e a sociedade.
AÇÕES DO SETEMBRO VERDE
FOTOS - O lançamento do Setembro Verde será marcado com algumas ações, como a finalização do 2º Concurso das APAES de Fotografia. Durante o mês de julho,
as APAES do Estado de São Paulo recolheram imagens de seus atendidos, com o tema “Como você vê a inclusão?”, que retratam ações e locais em que se sintam
incluídos. As melhores imagens foam selecionadas e serão expostas durante o lançamento do Setembro Verde.
CONSULTA PÚBLICA - Na ocasião, também será anunciada a Consulta Pública do Programa Estadual de Atendimento à Pessoa com Deficiência Intelectual, para
levantamento de depoimentos e dados, no período de 03 a 30 de setembro, junto aos profissionais, familiares e pessoas com deficiência, sobre o atual cenário
do segmento, avanços, conquistas e dificuldades. O resultado será compilado e apresentado no I Balanço Geral do Programa Estadual de Atendimento à Pessoa
com Deficiência Intelectual, que acontece em 06 de novembro, em São Paulo.
CENTRAL DE LIBRAS - Durante o lançamento do Setembro Verde a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo irá anunciar a instalação
de dez pontos de atendimento do serviço “Central de Libras”, em locais públicos, para atendimento de pessoas surdas.
fonte:secretaria dos direito da pessoa com deficiencia
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