quinta-feira, 23 de abril de 2015

Acessibilidade cultural é destaque de espetáculo do grupo cearense Alumiar

Cavaleiros, que conta com a participação de dois atores deficientes visuais, contará com intérpretes de Libras e audiodescrição nas sessões Os Cavaleiros, que conta com a participação de dois atores deficientes visuais, contará com intérpretes de Libras e audiodescrição nas sessões Criação coletiva do grupo cearense Alumiar Cenas & Cirandas, sob a orientação e direção de Socorro Machado. O diferencial da montagem do espetáculo ‘Os Cavaleiros’, que transita pelo imaginário da cultura popular, reside na participação de dois atores deficientes visuais. Para tanto, será oferecida a tradução simultânea para a Língua Brasileira de Sinais (Libras), bem como a audiodescrição em todas as sessões. Os Cavaleiros seguirá em temporada no Centro Dragão do Mar de Arte e Cultura até 21 de junho. A partir de figuras fantásticas e reais da cultura popular, o texto de Os Cavaleiros coloca em cena a vida de uma comunidade de vaqueiros. Entre o sagrado e o profano, o fio condutor da trama apresenta um balaio composto não só pela religiosidade dos personagens, mas também pelos sete pecados capitais e, de quebra, os folguedos do bumba-meu-boi. Concebido para celebrar os 15 anos do grupo, o espetáculo conta com a participação de 24 atores que cantam, tocam, dançam e representam ao longo de duas horas de duração. O Alumiar Cenas & Cirandas tem sua pesquisa pautada pela filosofia do chamado Teatro Pedagógico, que visa a transformação do indivíduo a partir da educação. O grupo é formado por pesquisadores e estudiosos da cultura popular, arte-educadores, pedagogos e comunicadores. Fonte: O Povo

HSBC Brasil e Maurício de Souza AO VIVO apresentam o espetáculo musical: *TURMA DA MÔNICA O SHOW!

*com audiodescrição e interpretação em LIBRAS. Da Redação HSBC Brasil e Maurício de Souza AO VIVO apresentam o espetáculo musical: *TURMADA MÔNICA O SHOW! *com audiodescrição e interpretação em LIBRAS. O espetáculo abrirá as comemorações dos 80 anos de Maurício de Sousa, um dos maiores e mais famosos cartunistas do país, criador da "Turma da Mônica". O desenhista vem sendo homenageado em diversos eventos desde o começo do ano e agora ganhará um espetáculo para celebrar sua trajetória, que já dura mais de 50 anos. *Data:* 25 e 26 de abril (sábado e domingo). *Horários: *17:30 horas. *Local:* HSBC Brasil. *Endereço:* Rua Bragança Paulista, 1281 (próximo a Av. das Nações Unidas). www.hsbcbrasil.com.br Livre para todos os públicos. Duração: 60 minutos com 15 minutos de intervalo. *No domingo, dia 26/04, convite cortesia para pessoa com deficiência.* Os valores dos ingressos vão de R$ 50,00 a R$ 160,00 e podem ser adquiridos nas bilheterias do HSBC Brasil, no site do Ingresso Rápido ( *Pessoas com deficiência e acompanhantes pagam meia entrada.* a>) ou pelo telefone (11) 4003-1212.

rede saci

 Aplicativo feito em Campinas auxilia na tradução entre português e libras

Ferramenta desenvolvida no Instituto Eldorado está disponível para iOS. Ao digitar uma palavra no sistema, é possível ver com dizê-la com sinais. da Redação Um aplicativo desenvolvido por pesquisadores do Instituto Eldorado, na Unicamp, em Campinas(SP), tem a intenção de facilitar a comunicação de pessoas com deficiência auditiva, e com elas. Segundo os criadores, a ferramenta disponível para celulares, chamada de Uni Libras, consiste em um dicionário da linguagem de sinais. Ao digitar uma palavra utilizando o alfabeto em português, o usuário visualiza como ela é representada em libras, por meio de um instrutor que mostra, na tela, como dizê-la em sinais. Libras-português A ferramenta também faz a função contrária, já que é possível escolher sinais na tela e saber como a palavra é escrita em português. O aplicativo está disponível para smartphones e tablets com sistema operacional iOS e já foi baixado 1,2 mil vezes. Segundo os administradores, em seis meses a ferramenta também será disponibilizada para celulares que funcionam com a plataforma Android. fonte:g1

Cinco tecnologias para ajudar pessoas com deficiência visual

Apesar dos avanços no acesso de deficientes visuais a uma vida com maior conforto, a tecnologia móvel ainda tem muito a fazer para deixar os gadgets mais acessíveis às pessoas. É por isso que o TechTudo preparou esta lista com apps, acessórios e sistemas operacionais para cegos e pessoas de pouca visão. Saiba mais sobre esses vários recursos a seguir: Aplicativo Be My Eyes  reúne voluntários que emprestam visão a cegos Sistemas operacionais: Android x iOS LG G3 começa a receber atualização para Andorid 5.0 Lollipop (Foto: Lucas Mendes/TechTudo) (Foto: LG G3 começa a receber atualização para Andorid 5.0 Lollipop (Foto: Lucas Mendes/TechTudo)) Apple e Google desenvolveram sistemas acessíveis para deficientes visuais (Foto: Lucas Mendes/TechTudo) A briga entre Android  e iOS  se estende até quando o assunto é acessibilidade. A Apple  e o seu VoiceOver revolucionaram com um leitor de tela que pode ler quase tudo que está presente na tela do iOS. Ainda é possível ajustar zoom, fontes e inverter as cores e escalas de cinza. Além disso, é possível parear o iPhone  e o iPad  com mais de 40 monitores Braille. Já o Android, do Google, tem o leitor TalkBack, que chega pré-instalado nos dispositivos e com funções a menos que o assistente da rival, mas que também é muito útil. “Em se tratando de acessibilidade, a Apple é a mais eficiente. O VoiceOver lê todos os eventos da tela, estando disponível para iPhone, iPod, iPad e MacBooks”, diz José Francisco de Souza, formado em Letras e professor de Informática no Instituto Benjamin Constant, no Rio de Janeiro. José, que tem acuidade visual de 20/200 e já usou os dois sistemas operacionais, conclui: “Para quem tem baixa visão, os recursos do Android não são tão eficientes, mas, dependendo do grau de patologia, ele pode ser usado por essas pessoas.” Aplicativos Para ajudar, basta descrever o que aparece na tela do iPhone (Foto: Reprodução/Be my Eyes) (Foto: Para ajudar, basta descrever o que aparece na tela do iPhone (Foto: Reprodução/Be my Eyes)) App Be My Eyes ajuda a descrever o que aparece na tela do iPhone (Foto: Reprodução/Be my Eyes) Veja os aplicativos essenciais para novos usuários do iPhone e iPad Mapas impressos em 3D prometem acessibilidade aos deficientes visuais Lista traz os recursos de acessibilidade do Skype; veja dicas Confira o Web Accessibility Toolbar 1.21, app que testa acessibilidade de sites esse aplicativo não foi idealizado para deficientes visuais, mas tornou-se uma ótima ferramenta para quem tem problemas de visão e pratica esportes. O RunKeeper  funciona com uma assistente que fala todos os detalhes sobre o exercício físico e ainda tem um GPS. Be My Eyes: o Be My Eyes  é um aplicativo que une pessoas com a visão perfeita e deficientes visuais. Como uma rede social de solidariedade, esse app de vídeochamadas permite que um usuário de baixa visão ligue a câmera e peça a uma pessoa de qualquer lugar do mundo que descreva o que vê na tela. A rede social tem ainda um sistema de pontos: quanto mais pessoas ajudar, mais pontos ganha quem “empresta a visão”. iBrailler Notes: é um app com teclado especial em Braille para iPad, funcionando de forma única, com as teclas indo de encontro aos dedos do usuário, além de ler gestos e outros comandos. Serviços de streaming: com o auxílio de leitores de tela como o VoiceOver e o TalkBack, o acesso pelo celular a serviços de streaming – que ainda não estão adaptados a todos os tipos de deficiência - feito Spotify, Rdio  e Netflix  é facilitado, aumentando o alcance dos produtos de entretenimento. Ubook ubook (Foto: Reprodução/ubook) ubook é uma loja de audiolivros com mais de 1000 títulos no catálogo (Foto: Reprodução/ubook) O Ubook  é uma audioteca com plano de assinatura mensal de R$ 18,90. Com um acervo que conta com vários gêneros literários e mais de mil títulos, a empresa carioca investiu em audiolivros. A ideia é parecida com a de serviços de streaming populares, e pode ser uma ótima saída para quem tem dificuldades para ler, principalmente porque as opções de audiolivros ainda são muito poucas no mercado. Os usuários podem baixar o aplicativo Ubook  pela Internet, iOS ou Android, e salvar os livros que mais interessam dentro do catálogo. Um diferencial do software é a possibilidade de compartilhar diretamente trechos de livros nas redes sociais. CPqD Alcance CPqD Alcance (Foto: Reprodução/CPqD) CPqD Alcance é um sistema desenvolvido para o usuário ter melhor acesso ao smartphone (Foto: Reprodução/CPqD) O CPqD Alcance é um projeto da instituição brasileira disponível gratuitamente na loja do Google. O sistema é um guia completo para deficientes visuais, com narração automática da tela e com auxílio para quase todas as funções básicas e avançadas do celular. Disponível para Android 4.0 ou superior, o sistema é de simples navegação e tem configurações que tentam manter a privacidade do usuário, permitindo que ele escreva sozinho. Após instalado, o CPqD Alcance já se torna a interface padrão do celular, sem a necessidade de cadastro. Relógios inteligentes O Apple Watch permite configurar metas  (Foto: Reprodução/Apple) Os smartwatches têm menos acessibilidade do que os smartphones (Foto: Reprodução/Apple) Com a chegada do Android Wear  e do Apple Watch, os relógios ganharam novo fôlego, com muito mais funções do que os acessórios têm normalmente. A partir da sincronização com o sistema operacional do smartphone, esses smartwatches ganham certa acessibilidade, mesmo que não tão completa quanto no celular. Além desses, no Brasil, as opções ainda são poucas, mas há empresas que fabricam relógios específicos para cegos ou deficientes visuais. É o caso da Laratech, que tem atualmente quatro modelos de relógios acessíveis, em modelos feminino, masculino e esporte, com horário em Braille e que conversam em português com o usuário. artigo fim fonte.:Caio Bersot por CAIO BERSOT

Mãe cobra atendimento especializado ao filho com deficiência visual em RR

A administradora Camila Cerquinho, mãe do Gabriel, de 5 anos, cobra atendimento no Centro de Apoio Pedagógico para atendimento às pessoas com deficiência visual (CAP), em Boa Vista Site externo. . Segundo ela, houve redução no número de professores e desde que o ano letivo se iniciou, em fevereiro, as atividades estão suspensas. "Lá no CAP está sem atendimento. A gente sabe que a estrutura do prédio está precária. Os professores estão indo trabalhar mas não estão atendendo. Sabemos que é importante que nossos filhos receba esse tipo de atendimento", enfatizou. Gabriel, segundo Camila, nasceu prematuro e passou dois meses internado na Unidade de Terapia Intensiva da maternidade, o que ocasionou um deslocamento de retina e prejudicou a visão. Para não ter o gravamento do problema, o menino precisa de estimulação visual. O trabalho especializado era desenvolvido no CAP. Além do atendimento no CAP que está suspenso, a mãe de Gabriel também cobrou as aulas no Centro Estadual de Equoterapia (CEEQUO) Thiago Vidal Magalhães. "Os cavalos estão passando por dificuldade, estão sem alimentação, o prédio está com a estrutura precária. Inclusive muitas não estão nem indo trabalhar", relatou. O problema na demora para receber o atendimento faz com que o desenvolvimento de Grabriel seja prejudicado, conforme cita Camila. "Esses estímulos que a gente recebe, tanto do governo quanto os tratamentos particulares que ele faz, precisam ser feitos continuamente para que ele se desenvolva melhor", frisou. Em nota, o governo do estado informou que a Secretaria de Estadual de Educação (Seed) realizou uma vistoria no prédio do CAP e diante do diagnóstico vai adotar medidas de melhorias estruturais. Sobre a equoterapia, a nota destacou que a Seed está em diálogo com a Polícia Militar, parceira do programa, para a retomada das atividades em breve. Fonte: G1 Site externo.

CPB divulga o regulamento das Paralimpíadas Escolares 2015, que serão realizadas em Natal, no Rio Grande do Norte

Disputadas desde 2006, as Paralimpíadas Escolares já foram vitrine de alguns dos mais talentosos atletas paralímpicos brasileiros da atualidade. da Redação O Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB) divulgou nesta quinta-feira, 16, o regulamento das Paralimpíadas Escolares 2015, marcadas para o mês de novembro, de 23 a 28, em Natal, no estado do Rio Grande do Norte. Os estudantes, de 13 a 17 anos, disputarão medalhas em dez modalidades: atletismo, natação, futebol de 5, futebol de 7, goalball, tênis de mesa, bocha, judô, tênis em cadeira de rodas e voleibol sentado. Disputadas desde 2006, as Paralimpíadas Escolares já foram vitrine de alguns dos mais talentosos atletas paralímpicos brasileiros da atualidade. Alan Fonteles, campeão mundial e ouro nos Jogos Paralímpicos de Londres-2012, Lorena Spoladore e Verônica Hipólito, campeãs mundiais de atletismo, Talisson Glock, medalhista mundial da natação, e Leomon Moreno, campeão e artilheiro do último Mundial de Goalball (modalidade exclusiva para cegos), são alguns dos nomes que passaram pela maior competição estudantil do país. O CPB organiza as Paralimpíadas Escolares com recursos provenientes da Lei Agnelo/Piva, que prevê que 0,3% da arrecadação bruta das loterias federais do país sejam repassados anualmente ao Comitê Paralímpico Brasileiro. Assessoria de imprensa do Comitê Paralímpico Brasileiro ( imp@cpb.org.br) fonte:c p b

quarta-feira, 22 de abril de 2015

Deficientes visuais entram com ação contra Uber nos EUA

(Reuters) - A Uber Technologies precisa se defender contra um processo judicial no qual o serviço de caronas é acusado de discriminar deficientes visuais ao se recusar a transportar cães-guias, decidiu um juiz federal. Em decisão proferida na sexta-feira à noite, o juiz Nathanael Cousins de San Jose, Califórnia, disse que os pleiteantes podem alegar que o Uber é um "serviço de viagens", alvo de potenciais obrigações frente ao ato de proteção aos deficientes norte-americanos. O juiz também rejeitou os argumentos do Uber de que os pleiteantes, incluindo a Federação Nacional de Deficientes Visuais da Califórnia, não poderiam processar a empresa citando as leis federais e estaduais de proteção aos deficientes. O Uber recebeu 14 dias para responder formalmente à reclamação. A companhia e seus advogados não responderam nesta segunda-feira a pedidos de comentários. A federação de deficientes visuais e advogados dos pleiteantes não responderam imediatamente a pedidos semelhantes. Avaliado em 40 bilhões de dólares, o Uber diz oferecer seu serviço de transporte por aplicativo de telefone em mais de 270 cidades e áreas geográficas de 56 países, e pode cobrar preços variados de acordo com a demanda. Mas a companhia com sede em San Francisco enfrenta reclamações em diversos países sobre como paga seus motoristas, trata passageiros e garante a segurança. No caso sobre discriminação, os pleiteantes disseram que a legislação federal requer que operadores de serviços de táxi tais como o Uber levem animais com passageiros com deficiência visual, mas que tem conhecimento de mais de 40 casos em que motoristas do Uber se recusaram levá-los. (Por Jonathan Stempel em Nova York) FONTE:uoluol