quarta-feira, 1 de abril de 2015

Drogas (ilícitas ou não) afetam os olhos e podem cegar

Quando a droga entra na corrente sanguínea, sua toxicidade afeta o nervo ótico Cocaína, crack, heroína, cigarro, álcool e também ecstasy. Lícitas ou ilícitas, todos os aqui mencionados são considerados drogas. E drogas, além de provocarem dependência, danos neurológicos e prejuízos sociais, também afetam os olhos, segundo os oftalmologistas. Em alguns casos, o vício pode, inclusive, levar à cegueira total e parcial – até mesmo o ecstasy, considerado de menor impacto por alguns usuários. Quando a droga entra na corrente sanguínea, sua toxicidade afeta o nervo ótico, levando a uma neuropatia ótica tóxica. É como se fosse um solvente, provocando lesões no cérebro e atrofia do nervo ótico, levando à perda da visão. Usuários de drogas costumam procurar auxílio, mas somente depois que os danos são considerados irreversíveis. Além disso, como o uso de cocaína, crack e ecstasy elevam a pressão arterial e podem levar à arritmia cardíaca, dependentes pode levar a alterações na pressão ocular, que, quando alta torna mais suscetível ao glaucoma pessoas que já tenham alguma predisposição à doença. A pressão alta também propicia o surgimento de manchas de hemorragia nos olhos, que tendem a desaparecer com o tempo. Outras situações que podem levar usuários de droga a desenvolverem problemas nos olhos são o aumento do hormônio cortisol, sintetizado pelas glândulas suprarrenais, o que acarreta uma sensação de visão turva e desfocada; falta de melatonina – por conta da perda do sono – cujo efeito antioxidante para proteger os olhos é anulado; ressecamento dos olhos, pois, como as pessoas sob o efeito de drogas pesadas perdem o reflexo de piscar, permanecem por muito tempo com os olhos abertos e o aumento do risco de catarata por conta do uso indiscriminado de colírios vasoconstritores para disfarçar os olhos vermelhos. A quantidade de drogas necessária para prejudicar os olhos pode ser tanto uma quantidade pequena durante muitos anos como uma grande quantidade consumida em pouco tempo. E esta regra também se aplica ao álcool e ao cigarro. O álcool em excesso é bastante tóxico e pode levar à atrofia do nervo ótico, ocasionando cegueira parcial ou total e, como o álcool priva o organismo dos nutrientes levando a um quadro parecido com o da desnutrição, esta falta de vitaminas também colabora para deixar os olhos desprotegidos. Para especialistas, até mesmo pessoas que consomem só uma dose por dia também estão suscetíveis a esses problemas ao longo dos anos: o processo que leva ao dano do nervo ótico pelas drogas como cocaína e crack ocorre de maneira semelhante com o álcool. Já o cigarro, quando associado ao álcool ou a outras drogas, também é um fator de risco para o surgimento de doenças oftalmológicas. Já a maconha, considerada ilícita no Brasil, é apontada por especialistas como uma droga capaz de baixar a pressão ocular e, em alguns países, tem aplicação terapêutica para pacientes com pressão ocular alta. (Fonte: Jornal da Tarde)

 'Deficiência é questão de políticas públicas', diz secretário paulistano

Secretário-adjunto da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência de São Paulo exalta centros de atendimento, hospitais e casas da rede Dia, residências inclusivas e legislação específica da Redação São Paulo – Na semana em que se comemora o Dia Mundial de Conscientização sobre o Autismo (2 de abril), o secretário-adjunto da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência de São Paulo e comentarista da Rádio Brasil Atual, Tuca Munhoz, afirma que "a questão da deficiência é cada vez mais uma questão de políticas públicas", e não fica mais restrita ao âmbito das famílias. Tuca lembra que, quando foram criadas entidades de apoio como a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) e a Associação de Amigos do Autismo (AMA), há mais de 50 anos, "a questão da deficiência era restrita a um problema apenas das famílias, que tinham que cuidar e providenciar recursos para atender a essas pessoas". O secretário lembra que "as pessoas com deficiência, hoje, têm direitos". Ele enumera ações e políticas públicas que vêm sendo desenvolvidas, como centros de atendimento, hospitais e casas da rede Dia, da prefeitura, residências inclusivas, além de toda legislação específica, que visa a garantir direitos às pessoas com deficiência, em especial na educação. "É muito importante a gente observar o progresso que já aconteceu. Temos que celebrar as grandes conquistas que temos alcançado, no país", destaca Tuca Munhoz. O secretário convida a todos para cerimônia que marca a data, na quinta-feira (2), às 15h, no Sindicato dos Comerciários, na rua Formosa, 99, térreo, centro de SP. fonte:rede brasil atual

O Festival do CineSESC Augusta chega a sua 41ª edição trazendo os melhores filmes de 2014 com audiodescrição e legendagem para surdos. Prestigiem!!!

O Festival do CineSESC Augusta chega a sua 41ª edição trazendo os melhores filmes de 2014 com audiodescrição e legendagem para surdos. Prestigiem!!! Banner do evento O Festival do CineSESC Augusta chega a sua 41ª edição trazendo os melhores filmes de 2014. A programação é super eclética, com gêneros variados para todas as idades e como sempre, oferta todos os recursos de acessibilidade como a audiodescrição e legendas para surdos. Data: de 2 a 29 de abril CineSesc Rua Augusta, 2075 (próximo ao metrô Consolação) Tel.: (11) 3087-0500 Para maiores informações acesse o site: http://www.sescsp.org.br/unidades/2_CINESESC/#/content=programacao Prestigiem!!! fonte:midiacee

[MC] Oficina de fotografia para deficientes visuais

Ministrante: Juliana Stein local: Seção Braille da Biblioteca Pública do Paraná Inicio: Dia 15/04 - das 14h às 15h30 / todas às quartas Termino: Dezembro de 2015. Informações e inscrições: 3221-4985. A Oficina tem como objetivo trabalhar os conteúdos formais da fotografia de acordo com as necessidades e desejos da turma. Serão trabalhadas questões como formas de produção, conteúdo e função da imagem sob a perspectiva e objetivos traçados conjuntamente dentro da turma. A artista Juliana Stein é conhecida internacionalmente com exposições, no Uruguai, Alemanha, China, Canadá, França, Itália e Lituânia; além de vários estados Brasileiros. " A mente que se abre a uma nova ideia jamais voltará ao seu tamanho original ". ( Albert Einstein )  fonte:mundo cegal

 UnB oferta aulas gratuitas de natação para deficientes na Asa Norte

G1 Distrito Federal, 31/03/2015 Não há limite de idade; é preciso levar atestado médico na inscrição. Atividade tem um professor por aluno e ocorre às terças e quintas. da Redação A Universidade de Brasília oferece aulas gratuitas de natação para pessoas com deficiência. As atividades acontecem duas vezes por semana nas piscinas do centro olímpico da Faculdade de Educação Física. Não há limite de idade para participar. Interessados devem levar atestado médico que os liberem para a prática. Cada aluno é acompanhado por no mínimo um professor, e alguns dos instrutores são alunos do curso. "É importante oferecer um bom serviço a esse público até mesmo para que se sintam incluídas socialmente, além de atender pessoas que não têm condições financeiras de serem atendidas dentro das condições que disponibilizamos aqui", afirma o professor José Gustavo de Alvarenga. As aulas acontecem das 14h às 16h. Além disso, as piscinas do parque aquático estarão abertas aos alunos, docentes e servidores às terças, quartas e sextas-feiras, das 12h às 14h. Para utilizar o espaço é necessária a apresentação da carteirinha.

 SNBP e MD realizam processo de seleção de livros em domínio público que serão acessibilizados

Mais Diferenças 31/03/2015 A meta “Qualificação de Acervo” do projeto prevê o desenvolvimento, a reprodução e a distribuição de dez livros acessíveis, em formato digital, às instituições participantes. da Redação O Sistema Nacional de Bibliotecas Públicas (SNBP) e a Mais Diferenças (MD) realizam junto às bibliotecas que participam do projeto "Acessibilidade em Bibliotecas Públicas" uma seleção de dois livros em domínio público para os quais serão desenvolvidos recursos de acessibilidade. A meta “Qualificação de Acervo” do projeto prevê o desenvolvimento, a reprodução e a distribuição de dez livros acessíveis, em formato digital, às instituições participantes. Essas obras atenderão a pessoas com diferentes deficiências. Os formatos a serem desenvolvidos são: Daisy; audiolivro; VLIBRAS e fonte ampliada com contraste. O SNBP e MD elaboraram uma lista com cinco títulos, dos quais dois serão selecionados. As obras são as seguintes: 1. O Pequeno Príncipe, Antoine Saint-Exupéry, 1943 “O Pequeno Príncipe” é um clássico da literatura infanto-juvenil que encantou (e ainda encanta) crianças, adolescentes e adultos em todo o mundo. A obra narra a história de um piloto de avião que, após uma pane, cai no Deserto do Saara. Ele acaba adormecendo e, ao acordar, vê um garotinho de cabelos dourados, pedindo que lhe desenhe um carneiro. Daí em diante, o Pequeno Príncipe transmite ao piloto, de forma simples, valores e lições. Por meio de uma linguagem poética, o autor traz de volta os sonhos, as dúvidas, a vontade de fazer diferente e o jeito das crianças de observar e compreender o mundo. Em 2015, este livro entrou em domínio público. 2. Cancioneiro, Fernando Pessoa; 1914-1935 A obra é composta por poemas líricos, rimados e metrificados, com forte influência simbolista. Nesta antologia se destaca uma das suas mais famosas criações, a poesia “Autopsicografia”, que começa com os seguintes versos. “O poeta é um fingidor. / Finge tão completamente / Que chega a fingir que é dor / A dor que deveras sente”. 'Cancioneiro' é a designação dada ao conjunto de poesias líricas medievais, portuguesas ou espanholas. 3. O Romance do Pavão Misterioso, João Melquíades Ferreira da Silva; 1923 A obra foi escrita por um poeta pioneiro, da primeira geração do cordel, que tinha o romance como parte do repertório de suas cantorias. Na narrativa, o herói Evangelista apaixona-se de tal maneira pela moça de um retrato que quer conhecê-la pessoalmente. Para atingir seu objetivo, ele procura um engenheiro chamado Edmundo para construir um aeroplano-pavão de alumínio, capaz de chegar à torre onde a condessa Creusa encontra-se prisioneira a mando do próprio pai, e raptá-la. 4. A Nova Califórnia, Lima Barreto; 1916 Em uma sátira da corrida do ouro na Califórnia no século XIX, Lima Barreto faz uma crítica à ganância humana em “A Nova Califórnia”. Um homem misterioso chamado Raimundo Flamel chega a Tubiacanga, pequena cidade do interior do Rio de Janeiro. Ele convoca o coronel Bentes, o procurador Carvalhães e o farmacêutico Bastos para assistir a uma experiência: a execução da fórmula que transforma ossos em ouro. Depois disso, Flamel desaparece da cidade. 5. Relíquias de Casa Velha, Machado de Assis; 1906 Este é o segundo livro de contos de Machado de Assis, composto por "Pai Contra Mãe", "Maria Cora", "Marcha Fúnebre", "Um Capitão de Voluntários", "Suje-se Gordo!", "Umas Férias", "Evolução", "Pílades e Orestes", "Anedota do Cabriolet" e "Páginas Críticas e Comemorativas". No início da obra, o autor faz a advertência: “Uma casa tem muita vez as suas relíquias, lembranças de um dia ou de outro, da tristeza que passou, da felicidade que se perdeu.” Concluída a votação, o resultado será divulgado na fanpage do Projeto. Entenda os critérios de seleção das obras (domínio público) SNBP e MD realizam processo de seleção de livros em domínio público que serão acessibilizados  cola  fonte A MD e o SNBP levaram em conta os seguintes critérios para definição da lista: - A relação dos 50 livros de maior interesse no DomínioPúblico.Gov.Br; - Os livros em domínio público que ainda não foram acessibilizados; - O desejo de que as obras atendam a diferentes públicos frequentadores das bibliotecas públicas brasileiras; - A intenção de abarcar diferentes gêneros literários; - As obras clássicas da literatura brasileira e universal, e autores consagrados; e - Os autores e obras que entraram em domínio público recentemente.

Brasil: Cegueira para as cores: homens sofrem mais de daltonismo do que as mulheres

Cores verde e vermelha são as mais confundidas pelos portadores Jackson Rathbone, Ana Furtado e Mark Zuckerberg têm problemas para diferenciar algumas cores Recentemente, a apresentadora de TV Ana Furtado admitiu ter problemas para diferenciar algumas cores por conta de seu daltonismo parcial. O ator Jackson Rathbone, da saga Crepúsculo, também já confessou que não consegue distinguir todas as cores. Outro daltônico de carteirinha é Mark Zuckerberg, um dos fundadores da rede social Facebook. Embora o daltonismo possa atingir ambos os sexos, o oftalmologista João Alberto Holanda de Freitas, presidente da SOB (Sociedade Brasileira de Oftalmologia), avisa que a deficiência visual é mais comum nos homens. Caracterizado pela dificuldade de reconhecer e diferenciar algumas cores, especialmente vermelho, verde e azul, o daltonismo não é considerado doença e nem afeta a vida social e profissional das pessoas, com pequenas exceções, avisa o médico. — Os daltônicos podem fazer combinações de roupas estranhas e não devem investir em profissões relacionadas ao exército ou piloto de avião, já que precisam de uma visão mais aguçada. Outros exemplos são instaladores de linha telefônica e de cabos da rede elétrica. Profissões que lidam diretamente com imagens ou mapas, arquitetos e vendedor de pedras preciosas também não devem ser exercidas por daltônicos, acrescenta a oftalmologista Juliana Sallum, professora da Unifesp (Universidade Federal de São Paulo). Apesar de mais comum no sexo masculino, Juliana alerta que o pai daltônico não vai passar a condição genética para o filho, apenas para a menina. — O pai passa o Y e a mãe o X para o bebê ser menino, assim basta uma cópia do gene (X) alterado para os homens apresentarem o distúrbio visual. No caso da mulher, é preciso que os dois cromossomos X estejam alterados. Exatamente por não causar limitações no dia a dia, a médica da Unifesp avisa que o diagnóstico pode acontecer mais tardiamente. — Os sintomas podem ser tão leves que algumas pessoas demoram a perceber que são daltônicas. Um sinal pode ser a combinação de cores das roupas e outra situação comum é os pais notarem o daltonismo quando a criança está aprendendo a diferenciar as cores. Para confirmar o quadro de daltonismo, os especialistas submetem o paciente ao teste de Ishihara (veja abaixo). O método é composto de um conjunto de 38 placas com pontos coloridos em intensidades diferentes. No centro dessas placas há um número com uma cor que o indivíduo com daltonismo pode não identificar. — Se a pessoa enxerga o número no centro, não é daltônica. Se não enxergar, é recomendado procurar o oftalmologista. Por ser um problema genético, o daltonismo não tem tratamento e nem cura, assim como “não existem formas conhecidas de prevenção”, ressalta o presidente da SBO. Conheça os tipos de daltonismo Protanopia Caracterizado pela diminuição ou ausência total do pigmento vermelho, este tipo de daltonismo é o mais comum de todos. No lugar do vermelho, o indivíduo com o distúrbio pode enxergar tons de marrom, verde ou cinza. Neste tipo, o verde tende a parecer semelhante ao vermelho. Deuteranopia Neste caso de daltonismo, a pessoa não é capaz de distinguir a cor verde. Assim como acontece com a protanopia, os tons vistos geralmente são puxados para o marrom. Tritanopia Este é o tipo mais raro de daltonismo. Neste caso, a pessoa tem dificuldade para reconhecer as cores azul e amarelo e não enxergam a cor laranja. A pessoa com este tipo de visão não perde totalmente a noção do azul, mas o enxerga em tonalidades diferentes. Já o amarelo vira um rosa-claro. Fonte: http://noticias.r7.com/saude/cegueira-para-as-cores-homens-sofrem-mais-d... fonte;:ler para ver