quarta-feira, 2 de julho de 2014
Luva ensina Braille mesmo se você não prestar atenção
A tecnologia, que se baseia no conceito de "computador de vestir", emprega uma técnica de aprendizado passivo. [Imagem: Caitlyn Seim/Georgia Tech]
Aprendizado háptico passivo
Em 2012, uma equipe do Instituto de Tecnologia da Geórgia, nos Estados Unidos, apresentou uma luva robotizada que ensina a tocar piano, podendo ainda ser
utilizada para fazer fisioterapia.
Agora, Caitlyn Seim reconfigurou o projeto e tornou a luva capaz de ensinar Braille.
A grande vantagem é que a pessoa que está usando a luva aprende sem ter que ficar prestando atenção - ela pode aprender Braille enquanto se dedica a outra
atividade.
"O processo é baseado no 'aprendizado háptico passivo'. Nós descobrimos que as pessoas podem adquirir habilidades motoras por meio de vibrações sem dedicar
atenção ativa às suas mãos," explica o professor Thad Starner, orientador do grupo.
Isso explica a facilidade com que um sistema que ensina música pode ser adaptado para ensinar Braille - ambos envolvem habilidades motoras.
Aprender Braille passivamente
As luvas possuem micromotores que vibram seletivamente em cada junta dos dedos. As vibrações foram programadas em sequências que correspondem aos padrões
de uma frase predeterminada em Braille.
Na primeira aula, os voluntários que testaram a luva ouviam as letras correspondentes a cada sequência enquanto sentiam as vibrações. A seguir, precisam
digitar a frase em um teclado, sem a audição, ou sem as vibrações.
Na segunda aula, tudo era repetido enquanto os voluntários precisavam fazer uma tarefa que os distraía - brincar em um jogo durante 30 minutos, com a instrução
de esquecer a luva.
A luva funcionou para metade dos voluntários, que também podiam ouvir os sons correspondentes enquanto jogavam. A outra metade só ouvia os sons.
"As pessoas do grupo de controle tiveram na segunda tentativa o mesmo desempenho que haviam apresentado na primeira. Mas os participantes que sentiram
as vibrações da luva durante o jogo foram um terço mais precisos. Alguns foram perfeitos," contou Starner.
Os pesquisadores esperavam ver uma grande discrepância entre os dois grupos com base nos resultados obtidos quando a luva foi usada para ensinar a tocar
piano. Mas eles se disseram surpresos com a aquisição de uma habilidade motora de forma passiva.
Agora a equipe está montando um curso completo, que pretende ensinar Braille usando suas luvas vibrantes em quatro sessões de uma hora cada - sem que ninguém
precise prestar atenção às aulas.
http://vilamulher.com.br/bem-estar/noticias/luva-inteligente-ensina-a-le...
BA: "invasor profissional" é preso por fingir ser cadeirante
Leandro Miranda
Direto de Salvador (BA)
Um torcedor vestindo uma camiseta do Super-Homem invadiu o gramado da Arena Fonte Nova, em Salvador, durante partida entre Estados Unidos x Bélgica pelas
oitavas de final. Depois de cumprimentar alguns jogadores e correr pelo campo, ele foi retirado pelos seguranças particulares da Fifa
Foto: Ruben Sprich / Reuters
Ohomem que invadiu o gramado da Arena Fonte Nova aos 19min do primeiro tempo da partida entre Bélgica e Estados Unidos, pelas oitavas de final da Copa
do Mundo, ja é velho conhecido. Trata-se do italiano Mario Ferri, famoso por já ter invadido várias partidas do campeonato de seu país com uma camisa do
Super-Homem, como a usada nesta terça-feira. Ele também entrou no campo durante a semifinal entre Espanha e Alemanha do último Mundial, em 2010, na África
do Sul. Desta vez, porém, a história não acabou bem para ele.
Ferri foi indiciado por estelionato por ter se passado por cadeirante para ficar mais próximo do gramado e, assim, ter mais chances de fazer sua invasão.
O italiano foi preso e encaminhado a um juiz em Salvador, que deve determinar fiança para soltá-lo. A Polícia Federal também foi notificada, o que deve
significar o fim da Copa para o "Super-Homem".
Nesta terça, as mensagens na camisa de Ferri foram "salvem as crianças da favela" e "Ciro vive" - uma referência a Ciro Esposito, um torcedor do Napoli
que morreu ao ser baleado em conflito com ultras da Lazio. Já no Campeonato Italiano, ele costumava entrar no campo com mensagens pedindo a convocação
do atacante Antonio Cassano à seleção.
O curioso foi que Ferri passou quase um minuto inteiro correndo pelo gramado sem ser incomodado pela segurança. Só depois de ter batido na mão de Eden
Hazard e recebido um abraço de Kevin De Bruyne é que o invasor foi retirado de campo por cinco funcionários. Quem não gostou nada do episódio foi o técnico
dos Estados Unidos, o alemão Jürgen Klinsmann, que balançou a cabeça sem ser comovido pelas mensagens de Mario.
Em campo, o jogo tomou proporções emocionantes na prorrogação e terminou com a vitória belga por 2 a 1. A equipe europeia vai enfrentar a Argentina nas
quartas de final.
Entrevistado pelo Sportv após o encerramento da partida entre Bélgica e Estados Unidos nas oitavas de final, o secretário-geral da Fifa, Jerome Valcke,
comentou o incidente. "O que é triste é que temos trabalhado para dar acesso a pessoas com necessidades especiais e esta pessoa está trabalhando contra
tudo isso, é o pior exemplo, está indo contra tudo que fazemos. Ele é uma vergonha para todos que estão sentados", criticou o dirigente.
fonte:r7
Saiba habilitar smartphones para deficientes
Os smartphones não reúnem recursos apenas para acesso à internet, aumento de produtividade ou lembretes. Os novos aparelhos têm ferramentas essenciais
para ajudar pessoas com deficiências auditivas, visuais ou motoras. O Olhar Digital ensina como é possível tornar seu celular mais inteligente, seja Android,
iOS, Windows Phone ou BlackBerry. Confira abaixo!
Android
Na quarta versão do sistema operacional do Google os aparelhos, especialmente da Samsung, oferecem recursos interessantes. O TalkBack, por exemplo, apresenta
respostas por voz aos usuários com deficiência visual. Para habilitar, vá em 'Configurações', então selecione 'Acessibilidade', em seguida, 'Serviços'
e chegue ao TalkBack. Além de ajudar na navegação do celular, ele ainda descreve as ações e alertas de notificações recebidos, e permite o uso de gestos
simples para ativar funções mais complexas.
Outras dicas são selecionar o recurso de ‘falar senhas’ para que o smartphone diga em voz alta os botões digitados na hora do desbloquear o celular – neste
caso aconselha-se usar um fone de ouvido para que ninguém por perto descubra a senha, e instalar scripts da web. Ao ativar esta opção, o browser também
oferece resposta por voz durante a navegação na internet.
Estes recursos estão disponíveis para Android 4.0 ou mais.
iOS
Nas ‘Configurações’ selecione ‘Geral’ e entre no menu ‘Acessibilidade’. No primeiro bloco, o software da Apple mostra alternativas como ‘VoiceOver’, que
lê os itens da tela em voz alta, Braille, que lê um dispositivo externo, ajustes de velocidade de fala, sistema fonético, alteração de tom e discurso de
notificações.
Há ainda opções de tamanho de textos, inversão de cores, zoom e recursos para pessoas com outras deficiências físicas. O ‘AssistiveTouch’, por exemplo,
permite o uso do iPhone por pessoas com dificuldades motoras. Por fim, em ‘Falar seleção’ o celular lê blocos de textos selecionados na internet ou aplicativos.
Windows Phone 8
O software da Microsoft para celulares conta com um recurso para deficientes auditivos, o TTY. Em ‘Configurações’ vá em ‘Facilidade de acesso’ e selecione
a opção ‘Completo’. Desta forma, é possível digitar mensagens para qualquer outra pessoa que possua a mesma ferramenta.
Já no ‘Controle por voz’, o aparelho faz leitura de mensagens SMS, chamadas por comandos de voz e navegação pelo aparelho e web por meio de respostas e
comandos auditivos. Em ‘Configurações’ vá em ‘Controle por voz’ e habilite o recurso. Há inclusive a opção de ativar os comandos de voz apenas quando
um fone de ouvido estiver conectado, evitando que as pessoas ao redor escutem as notificações.
BlackBerry
Nos aparelhos com o sistema Q10 e Z10, assim como no BB10, a ativação de recursos de acessibilidade é um pouco mais complexa e não oferece tantas variedades.
Nas versões mais antigas, vá em ‘Configurações’, ‘Opções’, clique em ‘Acessibilidade’, ative os ‘Sons de evento’ e ‘Contraste de cor’.
Lá é possível ativar alertas de notificações visuais, audíveis e vibratórios, definir toques individuais para identificar quem está chamando – recurso
antigo e acessível em praticamente quase todos os celulares atuais – aumentar fontes e habilitar o auto-texto. Ferramentas simples se comparadas aos concorrentes.
As plataformas ainda oferecem aplicativos especiais para deficientes. O Prodeaf Móvel (Android), por exemplo, tem reconhecimento de voz e um avatar 3D
para exibir os sinais na tela, e o Recognizer (iOS) acessa a câmera do celular para dizer em voz alta quais são os objetos exibidos na tela.
fonte:olhar difgital
terça-feira, 1 de julho de 2014
Deficientes visuais de Mogi andam de bicicleta no passeio 'Pedal Inclusivo'
Segunda edição do evento reuniu mais de 80 pessoas no último domingo.
Muitos puderam reviver momentos da infância e aproveitar a liberdade.
Do G1 em Mogi das Cruzes e Suzano
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Um evento bem diferente, para troca de experiências, foi realizado em
Mogi das Cruzes,
no último domingo (29). O segundo ‘Pedal Inclusivo’ reuniu mais de 80 pessoas. Uma oportunidade para reunir deficientes visuais que puderam reviver momentos
da infância e também aproveitar a liberdade sobre duas rodas.
O grupo se reuniu no Parque Centenário, em Mogi das Cruzes. As bicicletas de dois lugares são para a inclusão dos deficientes visuais no esporte e na sociedade.
"Na frente, uma pessoa que tem uma visão e atrás, o deficiente visual. Ele vai curtindo, vai pedalando, mas interage. Também tem que pedalar, não vai ficar
só de passageiro. O maior benefício mesmo é ela poder sociabilizar e a sociedade também perceber que eles têm necessidades", diz o organizador do evento,
André Kuramoto.
O consultor jurídico Ricardo Pedroso é paratleta e faz questão de participar de todos os eventos que têm como objetivo a inclusão. "O esporte em si é o
melhor vínculo de inclusão que existe para a sociedade com pessoas com deficiência. E a modalidade agora do ciclismo, que a gente está começando a implantar
aqui na nossa região, também é mais uma alternativa que nós temos de fazer integração, interação, de estar em contato com o pessoal, de conviver com eles,
de passar um pouco da nossa experiência e aprender com eles também", destaca ele.
Um dos organizadores do evento, Gilberto Júnior também é deficiente visual. Pela segunda vez marca presença nesse encontro. O passeio, para ele, é uma
oportunidade de se sentir livre. "É uma experiência nova para alguns e voltando para outros, como para mim, que na infância pedalou bastante, então, é
legal porque neste passeio que a gente faz tem contato com a natureza, sentir aquela sensação de liberdade novamente. É uma troca bem legal de experiência,
tanto para quem está guiando a gente, como para nós", relata.
O percurso passou por César de Sousa, em direção à Sabaúna. Os ciclistas usaram a Estrada Velha que liga os distritos. Asfalto, terra, concreto, verde.
A cada cenário, diferentes sensações. "Como a gente saiu do Mogilar, então, a temperatura estava um pouco mais quente, agora durante o caminho pegamos
algumas temperaturas mais frias, devido às arvores, então, a gente vai sentindo esta troca de sensação de ambientes, é bem gostoso, ouvindo também o som
dos pássaros, é uma sensação bem gostosa", revela Gilberto.
Depois de mais de 20 km de pedal, o ponto final foi em Luis Carlos, distrito de Guararema. Esporte, saúde, inclusão e muito mais. Um resgate que só quem
teve essa experiência sabe e é capaz de explicar. "Um caminho que eu conhecia antes de eu perder a visão, eu frequentei muito este caminho quando mais
jovem e para mim recordar a minha infância e poder dividir este momento especial com os amigos está sendo muito gostoso, muito importante. Aquelas pessoas
que conhecem alguém com deficiência visual ou algum ex-deficiente visual, entre em contato com a gente, para poder participar do próximo evento conosco.
É muito legal a gente ter um grupo maior", diz Ricardo.
fonte:g1
Em delegacia para deficientes, cadeirante entra pelos fundos
Com prédio provisório, unidade recebe denúncias de discriminação.
Heloisa Brenha
Tombado em 1986, o edifício Saldanha Marinho, ícone do estilo "art déco" em São Paulo, não permite alterações em seu hall de entrada, onde uma escadaria
de mármore leva aos elevadores.
Foi no 10º andar desse prédio, hoje sede da Secretaria da Segurança Pública, que o governo Geraldo Alckmin (PSDB) decidiu instalar a primeira delegacia
para pessoas com deficiência do Estado. Sem poder acessá-la pela porta da frente, cadeirantes precisam dar a volta no edifício e descer a ladeira da rua
São Francisco até chegar a uma entrada para veículos nos fundos, no número 24. Ali, na garagem exclusiva do secretário Fernando Grella Vieira e de outros
membros da cúpula da Segurança, instalou-se a "entrada preferencial" para pessoas em cadeiras de rodas.
Ao redor do edifício, as calçadas são estreitas e ainda não têm piso tátil que guie os cegos às entradas. "Esse local é provisório. A delegacia será instalada
no térreo do Palácio da Polícia Civil [na Luz], que antes passará por obras de acessibilidade", afirma Barbara Lisboa Travasso, assessora de gabinete da
pasta.
Criada por decreto no dia 3 de janeiro, a unidade policial deveria ter sido implantada em 45 dias pela SSP e pela Secretaria dos Direitos da Pessoa com
Deficiência. Mais de cinco meses depois, a delegacia começou a funcionar com duas delegadas, três investigadores e cinco escrivães, responsáveis por ocorrências
na região central da cidade.
O objetivo é atender casos de discriminação e de outros crimes em que a deficiência seja um agravante. A delegacia também encaminhará vítimas para serviços
de proteção social e orientará o público sobre os direitos dos deficientes. Para isso, atuam na unidade 14 funcionários da organização social Casa de Isabel,
sendo três deles intérpretes de Libras, para atender surdos.
A entidade apoia vítimas de violência doméstica e foi contratada por cinco anos por um valor de R$ 8,28 milhões. "Por anos, a Casa de Isabel acolheu pessoas
com deficiência intelectual afastadas das famílias por decisão judicial", afirma Luiz Carlos Lopes, da secretaria da Pessoa com Deficiência.
fonte:folha de sp
Curso de Microsoft Word para pessoas com deficiência visual
O Mundo Cegal irá promover o curso de Microsoft Word e formatação de textos, que terá início no mês de agosto, na modalidade à distância, por meio da tecnologia
Teamtalk.
da Redação
O Microsoft Word tornou-se, ao longo das últimas duas décadas, a ferramenta de edição de textos mais utilizada do mercado. Conhecer os recursos desse software
é requisito fundamental para ingresso no mercado de trabalho. Presente nos escritórios de empresas de pequeno, médio e grande porte e em computadores de
professores e alunos, esse software foi o primeiro a oferecer ao usuário o resultado da formatação do texto em tempo real, permitindo que o documento seja
visto tal qual ficará quando impresso.
Os alunos receberão um certificado de conclusão ao final do curso e terão acesso a um vasto conteúdo acerca do editor de textos mais utilizado no mundo.
Alinhamento de linhas e parágrafos, estilos de textos, verificação e correção de ortografia, cabeçalhos e rodapés são apenas uma amostra do conteúdo que
será abordado conforme roteiro abaixo.
A presente capacitação terá duração de 12 semanas e deverá ter sua conclusão no início do mês de novembro. As aulas serão realizadas semanalmente, com
uma hora de duração cada. Mas o conteúdo do curso não se restringe aos encontros virtuais. Exercícios práticos serão aplicados pelo professor, afim de
avaliar o nível de compreensão de cada aluno, de forma individual, bem como avaliar o andamento de toda a turma.
Vagas limitadas! - A turma será composta por no máximo 20 alunos.
Faça a sua inscrição pelo valor de R$ 60,00, valor único a ser pago para ter acesso a todo o curso.
Inscreva-se pelo link:
http://www.mundocegal.com.br/inscricao
Atingido o número de 20 inscritos, as inscrições serão encerradas.
Para esclarecimento de dúvidas, escreva para
diniz@mundocegal.com.br
Conheça o roteiro do curso
1. Apresentação;
2. Como acessar o word;
3. Conhecendo a área de trabalho do Word;
4. Menu de opções;
5. Navegar pelo documento;
6. Salvar e salvar como;
7. Imprimir um documento;
8. Alterando fonte, cor e tamanho do caractere;
9. Alinhamento das linhas e parágrafos;
10. Marcadores, numeradores e listas;
11. Estilos;
12. Localizando e substituindo textos;
13. Verificando e corrigindo ortografia;
14. Margens;
15. Rodapé e cabeçalhos;
16. Sumários;
17. Normas ABNT para formatação de trabalhos acadêmicos;
18. Recursos do word solicitados pelos alunos.
fonte;:rede saci
Dez cinemas do Rio serão adaptados para pessoas com deficiência visual e auditiva
Numa iniciativa pioneira em política pública, a distribuidora RioFilme abriu um edital que disponibiliza R$ 200 mil para a instalação de ferramentas de
audiodescrição e legendas ocultas.
da Redação
Numa iniciativa pioneira em política pública, a distribuidora RioFilme abriu um edital que disponibiliza R$ 200 mil para a instalação de ferramentas de
audiodescrição e legendas ocultas em 10 complexos de exibição, promovendo o acesso de pessoas com deficiência auditiva e visual às salas de cinema do Rio
de Janeiro.
Segundo os dados do IBGE de 2010, 19,4% da população da cidade do Rio de Janeiro é composta por pessoas com deficiência visual total ou parcial, e a porcentagem
de pessoas com algum tipo de deficiência auditiva é de 2,9%. Apesar disso, nenhum dos 47 complexos cinematográficos possibilitam o acesso deste público.
A chamada pública destina-se a grupos exibidores interessados em implementar tecnologias de acessibilidade na programação regular dos lançamentos comerciais
das salas de cinema, a saber: a audiodescrição, que consiste na locução narrativa, sobreposta ao som original do filme, com descrição de imagens e elementos
visuais das cenas (recurso destinado aos deficientes visuais); e a legenda oculta, que apresenta a transcrição dos diálogos e de elementos narrativos como
músicas, efeitos sonoros, sons do ambiente e indicação de personagens (recurso destinado aos deficientes auditivos).
Gerida pela Prefeitura do Rio de Janeiro, a RioFilme já investiu, em 20 anos de operação, no desenvolvimento, na produção e no lançamento de cerca de 250
longas, na produção de mais de 100 curtas e na realização de mais de 80 eventos. Com essa iniciativa, a partir de agora todos os longas financiados por
ela deverão ser finalizados com legendas ocultas e audiodescrição.
fonte:portal nacional de tecnologia assistiva
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