domingo, 3 de novembro de 2013
Fundação produz audiodescrição de filmes em portal
O portal "Filmes que voam" disponibiliza filmes com os recursos de audiodescrição e Libras.
da Redação
Um site em que você pode assistir ou baixar filmes gratuitamente e, o melhor, com o recurso de audiodescrição ou Libras está fazendo o maior sucesso! Este
é o portal Filmes que voam, um espaço para cinema gratuito na web, com ênfase no público infantil, deficientes visuais e auditivos e na exibição de filmes
escolares.
Os filmes exibidos no canal "Muito Especial" do site incluem a audiodescrição produzida pela Fundação Dorina.
O projeto, patrocinado pela Fundação Telefônica/Vivo, visa disseminar o acesso ao cinema e à educação via internet, por meio de um modelo ético de negócios:
todo o acervo pode ser visto e baixado gratuitamente, e os realizadores das obras são remunerados pelo direito de exibição.
A página
http://filmesquevoam.com.br/especial.phpSite
foi desenvolvida exclusivamente para a navegação de pessoas com deficiência visual.
Mais informações pelo e-mail
contato@filmesquevoam.com.br
ou pelo site
www.filmesquevoam.com.br.
fonte:Fundação Dorina Nowill para Cegos
"Oficina de Acesso", realizada em Uberlândia, visa promover debates nas áreas de inclusão e acessibilidade das pessoas com deficiência
O evento vai acontecer nos dias 5, 6 e 7 de novembro.
da Redação
A Superintendência da Pessoa com Deficiência e Mobilidade Urbana da Prefeitura Municipal de Uberlândia em parceria com a Secretaria Nacional de Promoção
dos Direitos da Pessoa com Deficiência / Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República realizará nos dias 5, 6 e 7 de Novembro/2013 a “Oficina
de Acesso”, que visa promover o debate nas áreas de saúde, habilitação e reabilitação, educação, turismo, lazer, trabalho, mobilidade urbana, trânsito
e tecnologias assistivas para defesa dos direitos das pessoas com deficiência, envolvendo todo o Município, tendo como base a Convenção sobre os Direitos
das Pessoas com Deficiência e seu Protocolo Facultativo, Constituição Federal de 1988 e outras legislações afins.
Tal ação tem como objetivo divulgar e debater as legislações como também promover o debate acerca dos diversos temas e dimensões que afetam direta e indiretamente
a vida individual e coletiva das pessoas com deficiência. Pretende-se preparar os participantes para que assumam um compromisso ético de promoção da diversidade,
respeito à diferença e redução das desigualdades sociais, atuando como multiplicadores do conhecimento adquirido. O público alvo será composto por funcionários
públicos, profissionais liberais, voluntários, gestores, integrantes de OSC (Organizações da Sociedade Civil), lideranças comunitárias, Instituições, ONGs
e pessoas com deficiência.
Informamos que as palestras são gratuitas, e o link de inscrição já esta disponível no Portal da Prefeitura Municipal de Uberlândia,
www.uberlandia.mg.gov.br.
Público alvo:
Aberto ao Público (pessoas com deficiência, funcionários públicos, profissionais liberais, gestores, voluntários, integrantes de OSC (Organizações da Sociedade
Civil), lideranças comunitárias, Instituições, ONGs).
Participantes de destaque:
Palestrante: Dra. Izabel Loureiro Maior
Palestrante: Dra. Maria Aparecida Gugel - Subprocuradora-Geral do Trabalho - MPT
Palestrante: Prof. Dr. Romeu Kazumi Sassaki
Palestrante: Prof.ª Martinha Clarete – MEC
Palestrante: Prof. Dr. Edson Luiz Riccio - USP
Palestrante: Prof. Dr. Eudes Quintino de Oliveira Júnior
Palestrante: Dra. Ana Lúcia de Oliveira – CAAD
Palestrante: Dr. Luiz Antônio Lira Pontes - Procurador do Município
Palestrante: Prof. Dr. Eudes Quintino de Oliveira Júnior
Palestrante: Arq. Silvana Cambiaghi
Palestrante: Arq. Dra. Regina Cohen
Prof. Dr. Vitor Ribeiro Filho – UFU
Palestrante: Dr. Ricardo Shimosakai – Turismo Adaptado
Prof.ª Maria Isabel Araújo - UFU
Dra. Márcia Ito - IBM
Responsável pelo evento:
Sup. José Antônio Leandro
Horário: das 08h30 às 12h e das 14h às 17h
Local: Hotel San Diego - Avenida Rondon Pacheco, 3500 Santa Maria - Uberlândia
Contato para mais informações
Telefone: 3210-8008
Email:
pessoacomdeficiencia@uberlandia.mg.gov.br
fonte:dirco
sábado, 2 de novembro de 2013
Irmãs com deficiência visual visitam túmulos dos pais desde 1990 no AP
Desde 1990, as irmãs Cassila, Oneide e Maria da Silva, de 73, 67 e 76 anos, respectivamente, vão juntas ao cemitério São José de
Macapá
visitar os túmulos dos pais, no Dia de Finados, celebrado em 2 de novembro. A família é portadora de um problema genético que causa perda de visão. A
doença, porém, não é empecilho para homenagear os entes queridos, segundo Oneide da Silva.
“Quando meu pai morreu ele já estava cego. Nossos avós também enfrentavam problemas de visão, mas isso não importa, porque somos unidas desde criança e
é nossa união que nos traz aqui todos os anos”, reforçou Oneide, que usa óculos para amenizar as sequelas da miopia.
Das três irmãs, apenas Cassila teve perda total da visão, o que provocou a sua aposentadoria antecipada. A mulher adquriu o benefício antes de completar
60 anos. “Agora eu enxergo só com o coração, e isso para mim é o que importa atualmente. Gosto de vir aqui para visitar o túmulo do papai e da mamãe, me
sinto bem”, disse a mulher, que mora com a filha no bairro Buritizal, Zona Sul de Macapá.
As irmãs também vão ao cemitério, anualmente, nas respectivas datas de aniversário dos pais. “Nós só não sabemos a data que a mamãe e o papai comemoravam
o casamento, se não também iriamos fazer uma homenagem nesse dia”, acrescentou Maria, que tem apenas 30% da visão.
Segundo estimou a prefeitura de Macapá, 220 mil pessoas vão visitar os cemitérios da capital no Dia de Finados até a noite deste sábado.
fonte g1
Aplicativo une voluntários para descrever imagens para deficientes visuais
O aplicativo, desenvolvido em Cingapura, pode ser baixado em smartphones por usuários com deficiência.
da Redação
Dentro do conceito de colaboração, um aplicativo desenvolvido em Cingapura quer ajudar deficientes visuais. A ferramenta pode ser baixada por usuários
de smartphones com deficiência. Quando eles quiserem saber detalhes do objeto ou da paisagem a sua frente, é só tirar uma foto e enviar via aplicativo.
A imagem é transmitida para voluntários que fazem uma breve descrição da foto.
O texto é enviado de volta para o usuário, que pode usar um software que lê o texto em voz alta. De acordo com o site Springwise, responsável por encontrar
negócios inovadores ao redor do mundo, o aplicativo se chama MySmartEye e foi desenvolvido pela empresa de telecomunicações TMN para a associação de deficientes
visuais de Cingapura. O MySmartEye pode ser baixado sem custos na App Store e Google Play.
Recentemente dois negócios voltados para pessoas com deficiência visual foram mostrados no Estadão PME. O primeiro é um livro que combina texto regular
e braile. A ideia é fazer com que crianças que enxergam possa ler o livro com crianças com deficiência ao invés de ter uma leitura separada.
O outro produto é um relógio. Diferentemente dos relógios que 'falam' a hora, o Bradley é feito com rolamentos de esferas metálicas que indicam a hora
certa.
fonte:portal inclusao
Pernambuco terá fábrica de softwares para pessoas com deficiência
A fábrica irá desenvolver aplicativos e smartphones que auxiliarão pessoas com deficiências motoras.
da Redação
Pernambuco deu mais passo em direção a um futuro melhor com a ajuda da tecnologia. O Estado terá uma fábrica de softwares para desenvolver programas e
aplicativos para smartphones para auxiliar na reabilitação de pessoas com deficiências motoras. A iniciativa, anunciada pelo governador Eduardo Campos,
no último sábado, durante o programa Teleton, do SBT, em São Paulo, será realizada em parceria com a Associação de Assistência à Criança Deficiente (AACD),
a Microsoft e o Porto Digital. Para a edificação da fábrica, o Governo do Estado vai investir R$ 7 milhões.
“Pernambuco, que foi o primeiro lugar do País a ter uma unidade da AACD depois de São Paulo, seguirá na dianteira com a utilização da capacidade técnica
do pessoal do Porto Digital e da Microsoft na construção deste grande empreendimento”, disse Campos. O governador enfatizou a relevância de unir esforços
em busca de soluções para as pessoas com deficiência. “Trata-se de um projeto de extrema importância para Pernambuco e para o Brasil. Estamos somando forças
do poder público, da sociedade civil e do setor empresarial para criar as condições para melhorar a vida de milhares de pessoas”, disse.
Ainda de acordo com Campos, a unidade fabril será construída em um terreno próximo à sede da AACD do Recife, no bairro de Joana Bezerra. O local será um
polo de produção de jogos e aplicativos interativos que vão ser utilizados em tratamentos de fisioterapia e terapia ocupacional para serem utilizados sob
o acompanhamento de profissionais da saúde ligados à AACD. Na próxima semana, o governador Eduardo Campos se reunirá com o presidente do Porto Digital,
Francisco Saboya, com o secretário de Ciência e Tecnologia, Marcelino Granja, e com o secretário da Casa Civil, Tadeu Alencar, para definir os encaminhamentos
e o plano de trabalho do Porto Digital junto ao projeto.
O prefeito Geraldo Julio aproveitou a ocasião para formalizar a doação definitiva do terreno da AACD para a ONG como forma de garantir a continuidade do
trabalho da associação. “Estamos hoje fazendo a doação em definitivo do terreno da Ilha Joana Bezerra à AACD. Este gesto é uma homenagem à história e uma
contribuição ao trabalho desta entidade que oferece inclusão social e cidadania para cerca de 20 mil pessoas por mês”, enfatizou Geraldo Julio, ao lado
da presidente da AACD, Regina Scripillitti, a quem entregou a escritura do terreno. A área, de 15.404,40 metros quadrados, funciona como sede da instituição
desde 14 de maio de 1999, quando foi inaugurada. A construção do espaço foi financiada com recursos do Teleton, em 1998.
fonte:portal inclusao
sexta-feira, 1 de novembro de 2013
Professora de Itanhaém ensina braille e libras para alunos de 6 e 7 anos
Para melhorar a comunicação entre entre crianças e deficientes visuais e auditivos, a professora Sara Rufino Mazzei criou o projeto de educação inclusiva
"Leitura por todos os sentidos".
Gabriela Lousada
O objetivo do projeto é ensinar braille e libras (Língua Brasileira de Sinais) para alunos do ensino fundamental da Escola Municipal Professora Silvia
Regina Schiavon Marasca, em Itanhaém (a 114 km de São Paulo).
Atualmente, a professora trabalha com uma sala de 1º ano, com cerca de 30 crianças de 6 e 7 anos. Segundo a professora, o trabalho é realizado anualmente,
desde 2010, durante os meses em que o calendário escolar está em vigor (fevereiro a novembro) e não se limita aos alunos do 1º ano.
"Já dei aula para o 4º ano com a inserção de libras e braille. Temos um dia na semana estabelecido para tal realização e nele trabalhamos a comunicação
dentro da sistematização da leitura, escrita, reflexão sobre as línguas", explica.
A professora conta que utiliza as aulas de língua portuguesa, matemática, geografia, história, ciências e artes para adequar os conteúdos inclusos. "Eles
[estudantes] aprendem a ler, escrever e refletir utilizando também o recurso das sensações para isso", explica.
Resultados dentro e fora da escola
Os resultados das atividades são percebidos na unidade de ensino e em casa, quando os alunos deixam a classe e as aulas não são uma obrigação.
"Além de estudantes [com deficiência física] em outras classes, nós temos uma funcionária que é deficiente auditiva e os meus alunos conversam com ela.
Pedem para ir ao banheiro e tomar água apenas usando os sinais que aprenderam", afirma Sara.
"Um pai fez um relato sobre as atitudes do filho depois que ele começou a participar do projeto. A criança tinha medo de conversar com um deficiente visual
porque não sabia como lidar, agora ele até ajuda", conta a professora.
Silvia de Lima Vasques, 27, percebeu mudanças no filho Kauê, 6, aluno do projeto. "Ele me ensinou músicas que aprendeu durante as aulas. É uma troca de
experiência, uma vivência impossível de ser relatada. Estou constantemente em fase de aprendizado com o meu filho", diz emocionada.
Para Silvia, a educação inclusiva ajuda no crescimento do filho: "Esses dias ele me disse na linguagem de sinais 'mamãe te amo'. Eu sei que com esse conhecimento
ele vai ser um adulto consciente, que saiba lidar com qualquer situação".
Lúcia Santos Pinto, 49, também percebeu diferenças no cotidiano do filho de 7 anos, Conrado Vinícius. "Meu filho tem um amigo de 22 anos que é cego. Eles
se dão super bem, mas, antes desse projeto, o Conrado não sabia o que era um deficiente visual. No começo, ele mostrava o caderno da escola ao amigo deficiente,
ele não tinha noção de que o amigo não estava enxergando".
As atividades ajudaram a aprimorar a comunicação entre os amigos. "Agora ele entende o que é um deficiente e até sabe como agir. Isso é muito bom. Percebi
que mesmo muito novo ele já começa a se sensibilizar, já comenta sobre o braille em casa e tudo o que aprendeu na escola", diz a mãe.
Prêmio
O projeto venceu, na semana passada, o Proler (Programa Nacional de Incentivo à Leitura) da Baixada Santista, na categoria Professor.
Sara acredita que a premiação é um reconhecimento do trabalho realizado em sala de aula. "Isso significa que estamos no caminho certo e as atividades promovidas
com os alunos são importantes para o futuro deles".
fonte uol educaçao
ÓPERA:O MENINO E A LIBERDADE COM AUDIO DESCRIÇÃO
O espetáculo terá apresentações nos dias 1, 2 e 3 de novembro.
da Redação
Ministério da Cultura, Governo do Estado de São Paulo, Secretaria da Cultura e Theatro São Pedro apresentam a ópera "O Menino de a Liberdade", de Ronaldo
Miranda, com audiodescrição, legendas e Libras.
Ópera em um ato de Ronaldo Miranda com libreto de Jorge Coli, inspirado no conto homônimo de Paulo Bomfim.
Direção musical e regência: Roberto Duarte. Direção cênica: Mauro Wrona.
Cenários: Duda Arruk.
Figurinos: Milton Fucci.
Iluminação: Joyce Drummond.
Elenco: Luciana Bueno e Josy Santos (A Mãe), Ivan Marinho (O Menino), Inácio de Nonno e Johnny França (O Chofer), Sebastião Teixeira (Senhor Distinto),
Flávio Leite e Aníbal Mancini (O Rapaz), Caroline de Comi e Chiara Santoro (A Moça).
Não recomendado para menores de 8 anos.
Dias: 01,02 e 03 de novembro (sexta feira, sábado e domingo).
Horário sexta feira e sábado: 20:30 horas.
Horário domingo: 17:00 horas.
Local: Theatro São Pedro.
Endereço: Rua Barra Funda, 171, Barra Funda (próximo ao Metrô Marechal – saída para Rua Albuquerque Lins).
Telefone: 11 36670499 Ingresso rápido: 11 40031212
Ingressos a partir de R$ 20,00.
Acessibilidade para pessoa com deficiência visual (audiodescrição), pessoas com deficiência auditiva (legendas) e surdos (interpretação em Libras). Pedimos
a gentileza de chegar com meia hora de antecedência para darmos início aos recursos de acessibilidade.
Sobre a ópera: Para quem está acostumado a somente associar óperas com a Itália irá se surpreender com a estreia de “O Menino e a Liberdade”, baseada na
crônica de Paulo Bonfim, do compositor Ronaldo Miranda. O enredo discute a liberdade e está ambientada na cidade de São Paulo dos anos 50. O cenário principal
de “O Menino e a Liberdade” é a Praça Roosevelt. Neste local, um garoto pré-alfabetizado observa o taxímetro da lotação e questiona: Mamãe, o que é ser
livre? Em meio ao dia-a-dia movimentado da metrópole, uma simples pergunta faz com que todos os passageiros ao redor reflitam sobre o significado da palavra.
fonte:ver com palavras
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