Perfumaria, linguagem olfativa, avaliação sensorial, história do perfume, preparação do para o mercado de trabalho. Estes temas fazem parte de um curso
de capacitação pioneiro que será lançado em São Paulo na área da perfumaria - “Avaliação Olfativa para Deficientes Visuais”.
O objetivo é a capacitação profissional de pessoas cegas e com baixa visão para seleção e avaliação de fragrâncias e sua inclusão no mercado de trabalho.
Podem se inscrever jovens, entre 18 e 28 anos, que já concluíram ou estão concluindo o ensino médio, que tenham independência de mobilidade e autonomia
para participar das atividades propostas, e que não recebam nenhum tipo de assistência ou benefício do governo que o impeça de ingressar no mercado formal
de trabalho.
O curso será coordenado por Renata Ashcar – autora de vários livros de referência sobre perfumes e curadora do Espaço Perfume Arte & História, em São Paulo
– e terá uma metodologia única, contando com o que existe de melhor e mais diferenciado em termos didáticos no mundo. O principal material será “Les Coulisses
Du Parfum”, cedidos pela empresa Suíça Firmenich, onde o aluno poderá treinar seu olfato descobrindo os principais acordes e ingredientes utilizados na
fabricação de perfumes. “Hoje o Brasil ocupa o segundo lugar no ranking mundial em consumo de perfumes de acordo com dados do Euromonitor, com grande potencial
de desenvolvimento nesta área nos próximos anos”, comenta Ashcar.
O Curso Avaliação Olfativa para Deficientes Visuais é uma iniciativa da empresária Tânia Bulhões em parceria com a Fundação Dorina Nowill para Cegos. Formada
no Centro de Excelência em Perfumaria de Grasse, na França, e com grande experiência na área, criou linhas de perfume que são sucesso no mercado brasileiro.
A capacitação na área de perfumaria é o cumprimento da pena alternativa de prestação de serviços à comunidade a que a empresária foi condenada pela 6ª.
Vara da Justiça Federal de São Paulo.
O curso com 360 horas/aula será realizado em dois módulos. O primeiro, com duração de 1 ano, será dedicado ao ensino teórico e prático sobre os temas relacionados
à perfumaria e ao mercado de trabalho. O segundo, com duração de 6 meses, será dedicado ao estágio em empresas para aprimorar as habilidades olfativas
do aluno. O projeto terá duração de 4 anos. Serão formadas 5 turmas, com a previsão de capacitar de 50 a 75 jovens com deficiência visual. “É muito importante
que as empresas entendam a importância do trabalho para a pessoa com deficiência; de como se dá o processo de inclusão e onde buscar os profissionais”,
diz Tânia Bulhões.
Com 20 anos de implantação, a Lei 8.213, mais conhecida como Lei de Cotas, é um marco divisor no esforço de inserção de pessoas com deficiência no mercado
de trabalho. Ao tornar obrigatória, para empresas com mais de cem funcionários, a reserva de 2% a 5% das vagas para pessoas com deficiência, antes marginalizadas
nos processos de recrutamento e seleção, essa lei contribuiu para acelerar o processo de inclusão social e provocou empresas públicas e privadas a se especializarem
na capacitação profissional e na colocação desse público.
“Um dos passos mais importantes na inclusão social das pessoas deficientes está no mercado de trabalho, pois proporciona condições de sustento próprio
e da família, bem como o seu desenvolvimento pleno e independente na sociedade. A Lei de Cotas teve um papel fundamental neste processo, mas muito se tem
a fazer. É por isto que a instituição tem investido na capacitação”, comenta Adermir Ramos da Silva Filho, diretor--presidente da Fundação Dorina Nowill
para Cegos.
Hoje, segundo dados do Ministério do Trabalho, são mais de 323 mil pessoas com deficiência no mercado de trabalho. Entre elas: advogados, analistas de
sistemas, psicólogos, professores, massoterapeutas, telefonistas, office-boys, auxiliares administrativos, recepcionistas, etc.
Serviço:
Curso “Educação Olfativa para Deficientes Visuais”
Inscrições gratuitas:
empregabilidade@fundacaodorina.org.br
| (11) 5087-0959
Data das inscrições: 25 de abril a 20 de maio
Divulgação dos selecionados: 10 de junho
Início da 1ª turma: agosto 2011
Local das aulas: Rua Doutor Diogo de Faria, nº 558, Vila Clementino – São Paulo (próximo ao Metrô Santa Cru fonte fundaçao dorina z)
segunda-feira, 4 de março de 2013
domingo, 3 de março de 2013
Reinauguração do Centro de Memória Dorina Nowill.eml!
petróleo, com o texto: “CONVITE”, na cor branca. Abaixo, texto em cor marrom: “Em comemoração ao nosso aniversário de 67 anos, a Fundação Dorina Nowill
para Cegos tem a honra de convidá-lo para o coquetel de reinauguração do Centro de Memória Dorina Nowill e sua nova exposição:”. Ao centro do convite,
um retângulo na cor azul petróleo. No canto esquerdo do retângulo, a silhueta de um homem com deficiência visual. Ele está de perfil e segura uma bengala.
A bengala toca uma linha na horizontal marcada por três pontos. No centro do retângulo o texto: “E tudo começou assim: Ações, projetos e histórias que
mudaram a vida das pessoas com deficiência visual”, nas cores branca e amarela. Abaixo do retângulo: “Todas as formas de ver são perfeitas”, na cor azul
petróleo. Mais abaixo, texto na cor marrom: “11 de março às 17 horas. Rua Doutor Diogo de Faria, 558 Vila Clementino São Paulo/ SP. Confirme sua presença:
(11)5087-0981 rsvp@fundacaodorina.org.br Estacionamento Plan Park em frente à Fundação Dorina Rua Doutor Diogo de Faria, 539 | Valor R$ 15,00”. Na parte
inferior, ao centro: Patrocínio: Linx. Apoio: Rede Globo e Prefeitura de São Paulo Lei 10 923/90. À esquerda, nas cores azul petróleo e marrom: “Agendamento
de visitas e informações: centrodememoria@fundacaodorina.org.br - (11) 5087-0955”. À direita, o logo do Centro de Memória. O logo está disposto da seguinte
forma: Ao centro o texto: “DORINA NOWILL” na cor azul petróleo. Acima da palavra Dorina, está escrito na cor marrom “CENTRO DE MEMÓRIA”. Entre o texto
Dorina Nowill, a silhueta de um homem com deficiência visual. Ele está de perfil e segura uma bengala. A bengala toca uma linha na horizontal, marcada
por três pontos, que sublinha o texto. À esquerda, em conjunto com o logo, o logotipo da Fundação Dorina Nowill para Cegos: uma carinha sorridente, formado
por um círculo com óculos escuros e um sorriso contornados em marrom, abaixo da carinha está escrito FUNDAÇÃO DORINA NOWILL PARA CEGOS. Fim da descrição.
www.fundacaodorina.org.br
para Cegos tem a honra de convidá-lo para o coquetel de reinauguração do Centro de Memória Dorina Nowill e sua nova exposição:”. Ao centro do convite,
um retângulo na cor azul petróleo. No canto esquerdo do retângulo, a silhueta de um homem com deficiência visual. Ele está de perfil e segura uma bengala.
A bengala toca uma linha na horizontal marcada por três pontos. No centro do retângulo o texto: “E tudo começou assim: Ações, projetos e histórias que
mudaram a vida das pessoas com deficiência visual”, nas cores branca e amarela. Abaixo do retângulo: “Todas as formas de ver são perfeitas”, na cor azul
petróleo. Mais abaixo, texto na cor marrom: “11 de março às 17 horas. Rua Doutor Diogo de Faria, 558 Vila Clementino São Paulo/ SP. Confirme sua presença:
(11)5087-0981 rsvp@fundacaodorina.org.br Estacionamento Plan Park em frente à Fundação Dorina Rua Doutor Diogo de Faria, 539 | Valor R$ 15,00”. Na parte
inferior, ao centro: Patrocínio: Linx. Apoio: Rede Globo e Prefeitura de São Paulo Lei 10 923/90. À esquerda, nas cores azul petróleo e marrom: “Agendamento
de visitas e informações: centrodememoria@fundacaodorina.org.br - (11) 5087-0955”. À direita, o logo do Centro de Memória. O logo está disposto da seguinte
forma: Ao centro o texto: “DORINA NOWILL” na cor azul petróleo. Acima da palavra Dorina, está escrito na cor marrom “CENTRO DE MEMÓRIA”. Entre o texto
Dorina Nowill, a silhueta de um homem com deficiência visual. Ele está de perfil e segura uma bengala. A bengala toca uma linha na horizontal, marcada
por três pontos, que sublinha o texto. À esquerda, em conjunto com o logo, o logotipo da Fundação Dorina Nowill para Cegos: uma carinha sorridente, formado
por um círculo com óculos escuros e um sorriso contornados em marrom, abaixo da carinha está escrito FUNDAÇÃO DORINA NOWILL PARA CEGOS. Fim da descrição.
www.fundacaodorina.org.br
Implante de retina devolve visão a oito pessoas cegas
São praticamente diárias as boas notícias no campo dos avanços científicos relacionados com a biologia humana. O mais recente traz novas esperanças aos
que perderam a visão.
da Redação
O aparelho chama-se Alpha IMS e é um sistema capaz de detetar a luz vinda dos olhos, através de um conjunto de elétrodos implantados debaixo da retina
do paciente. Os sinais detetados são, depois, enviados para um microchip que os reenvia para o cérebro, onde são processados como se fossem sinais orgânicos
oriundos de olhos saudáveis. Para já os pacientes veem a preto-e-branco e existe um botão colocado atrás da orelha para ajustar o brilho das imagens.
Este sistema foi desenvolvido por investigadores da Universidade de Tübingen na Alemanha. O Alpha IMS inclui 1500 elétrodos o que permite criar imagens
com muito mais resolução que outras soluções semelhantes.
Infelizmente, o The Verge indica que o Alpha IMS não se destina a todos os invisuais, já que é necessário que a parte responsável pelo processamento da
visão do sistema nervoso esteja funcional. Assim, e para já, esta é uma solução que se destina apenas àqueles que perderam as células dos olhos sensíveis
à luz, devido a doença.
Das nove cirurgias executadas para implantar o Alpha IMS, oito foram bem sucedidas. A última falhou porque, infelizmente, os médicos tocaram no nervo ótico
do paciente. As primeiras impressões de quem foi submetido ao tratamento são também muito encorajadoras. As pessoas foram capazes de detetar detalhes como
um sorriso, a presença ou ausência de óculos e sinais em portas.
fonte rede saci
que perderam a visão.
da Redação
O aparelho chama-se Alpha IMS e é um sistema capaz de detetar a luz vinda dos olhos, através de um conjunto de elétrodos implantados debaixo da retina
do paciente. Os sinais detetados são, depois, enviados para um microchip que os reenvia para o cérebro, onde são processados como se fossem sinais orgânicos
oriundos de olhos saudáveis. Para já os pacientes veem a preto-e-branco e existe um botão colocado atrás da orelha para ajustar o brilho das imagens.
Este sistema foi desenvolvido por investigadores da Universidade de Tübingen na Alemanha. O Alpha IMS inclui 1500 elétrodos o que permite criar imagens
com muito mais resolução que outras soluções semelhantes.
Infelizmente, o The Verge indica que o Alpha IMS não se destina a todos os invisuais, já que é necessário que a parte responsável pelo processamento da
visão do sistema nervoso esteja funcional. Assim, e para já, esta é uma solução que se destina apenas àqueles que perderam as células dos olhos sensíveis
à luz, devido a doença.
Das nove cirurgias executadas para implantar o Alpha IMS, oito foram bem sucedidas. A última falhou porque, infelizmente, os médicos tocaram no nervo ótico
do paciente. As primeiras impressões de quem foi submetido ao tratamento são também muito encorajadoras. As pessoas foram capazes de detetar detalhes como
um sorriso, a presença ou ausência de óculos e sinais em portas.
fonte rede saci
sábado, 2 de março de 2013
Idosos e deficientes terão cartão de gratuidade no transporte público
Em Teresina, recadastramento para receber benefício será feito nos Cras.
Cartão eletrônico possibilita o usuário sentar em qualquer lugar do ônibus.
Começou o recadastramento de idosos e pessoas com deficiência que tem direito ao transporte público de graça. Em Teresina, os interessados devem procurar
a secretaria municipal de Cidadania e Assistência Social (Semtcas) e solicitar um cartão eletrônico.
De acordo com a Semtcas, com o cartão de gratuidade os beneficiários poderão escolher qualquer assento do ônibus para sentar.
Para requerer o cartão, basta que o idoso, com mais de 65 anos, vá a um Centro de Referência de Assistência Social (Cras) de seu bairro, levando uma cópia
do RG, CPF e comprovante de endereço. Já a pessoa com deficiência física, deve ir ao local levando os mesmo documentos, mais o laudo médico que comprove
sua deficiência.
Segundo o chefe da divisão de expedição do documento, Valmir Alexandrino, para ter o benefício da gratuidade do transporte, todos que se enquadram no perfil
devem fazer o cadastro. “Após levar os documentos, o Cras enviará a solicitação ao Semtcas que emitirá o documento de forma gratuita a todos”, disse.
Para a aposentada Maria Ribeiro o cartão vai ajudar no seu dia a dia. “Agora podemos entrar no ônibus e sentar onde tiver assento, além de não pagar o
deslocamento para qualquer lugar, o que é ótimo”, afirmou.
O prazo de validade do cartão de gratuidade é de dois anos, podendo ser renovado.
Fonte:
http://g1.globo.com
Cartão eletrônico possibilita o usuário sentar em qualquer lugar do ônibus.
Começou o recadastramento de idosos e pessoas com deficiência que tem direito ao transporte público de graça. Em Teresina, os interessados devem procurar
a secretaria municipal de Cidadania e Assistência Social (Semtcas) e solicitar um cartão eletrônico.
De acordo com a Semtcas, com o cartão de gratuidade os beneficiários poderão escolher qualquer assento do ônibus para sentar.
Para requerer o cartão, basta que o idoso, com mais de 65 anos, vá a um Centro de Referência de Assistência Social (Cras) de seu bairro, levando uma cópia
do RG, CPF e comprovante de endereço. Já a pessoa com deficiência física, deve ir ao local levando os mesmo documentos, mais o laudo médico que comprove
sua deficiência.
Segundo o chefe da divisão de expedição do documento, Valmir Alexandrino, para ter o benefício da gratuidade do transporte, todos que se enquadram no perfil
devem fazer o cadastro. “Após levar os documentos, o Cras enviará a solicitação ao Semtcas que emitirá o documento de forma gratuita a todos”, disse.
Para a aposentada Maria Ribeiro o cartão vai ajudar no seu dia a dia. “Agora podemos entrar no ônibus e sentar onde tiver assento, além de não pagar o
deslocamento para qualquer lugar, o que é ótimo”, afirmou.
O prazo de validade do cartão de gratuidade é de dois anos, podendo ser renovado.
Fonte:
http://g1.globo.com
sexta-feira, 1 de março de 2013
Viva o Centro a Pé: audiodescrição e lingua de sinais todo 3º passeio do mês
Participantes da primeira edição do calendário de 2013 do Viva o Centro a Pé terão a oportunidade de visitar a nova sede da Pinacoteca Ruben Berta antes
mesmo da inauguração do espaço. O roteiro será realizado no próximo dia 9 de março, com o arquiteto Luiz Merino conduzindo os caminhantes. Atualmente,
o prédio do número 973 da rua Duque de Caxias está em processo de conclusão de obras de restauro, adaptação à atividade e fechado ao público. O passeio
irá contemplar ainda outros pontos do Centro Histórico.
Futura sede da Pinacoteca
A caminhada terá início às 10h, no Caminho dos Antiquários, na rua Marechal Floriano, esquina com Demétrio Ribeiro, seguindo pela rua Fernando Machado,
passando pela Cúria Metropolitana. Na rua Fernando Machado, a antiga Rua do Arvoredo, os participantes poderão apreciar o casario remanescente daquela
área. O roteiro também passará por uma das áreas mais pitorescas do Centro Histórico, a escadaria da rua João Manoel. Na mesma via está situado o Solar
dos Chaves Barcellos, uma das mais expressivas mansões da Capital. A caminhada segue pela rua Duque de Caxias para visitação interna ao prédio da Pinacoteca
Ruben Berta e encerra-se na Praça da Matriz.
Situado em frente ao Solar dos Câmara, o prédio que abrigará a Pinacoteca está inventariado como de interesse sociocultural. Construído em 1893, é considerado
um exemplar expressivo do estilo arquitetônico eclético. Tal gênero pode ser identificado em edificações remanescentes das primeiras décadas do século
20 na cidade, como, por exemplo, a sede do Museu de Arte do Rio Grande do Sul e do Memorial do Estado, ambos na Praça da Alfândega. A recuperação do imóvel
representará um importante acréscimo ao patrimônio da cidade, com áreas de exposições, acondicionamento e guarda de acervo de obras de arte, além de uma
cafeteria para tornar mais saborosos os momentos no espaço dedicado à arte.
O orientador do roteiro, Luiz Merino Xavier é arquiteto e mestre em Planejamento Urbano e Regional, consultor de patrimônio cultural do Projeto Monumenta
da Secretaria Municipal da Cultura (SMC) e integrante da Equipe do Patrimônio Histórico e Cultural (EPAHC). Para se inscrever, os interessados devem enviar
e-mail para: vivaocentroape@gmail.com e aguardar confirmação. A participação também está condicionada à doação de um quilo de alimento não perecível, destinado
a instituições beneficentes do município. Também é possível doar ração para cães e gatos - os produtos recolhidos serão encaminhados à Secretaria Especial
dos Direitos Animais (Seda). Em caso de chuva o passeio será cancelado.
Três passeios - A partir deste ano, o Viva o Centro a Pé passa a realizar três passeios por mês - até então, eram duas edições. Outra novidade é que o
terceiro roteiro do mês terá recurso de audiodescrição e mediadores de Língua Brasileira de Sinais (Libras), possibilitando que pessoas com deficiência
visuais e auditivas desfrutem do passeio.
O Viva o Centro a Pé é uma realização da Secretaria Municipal da Cultura (SMC), com apoio da Secretaria de Turismo (SMTUR) e Programa Viva o Centro.
Fonte: Portal PMPA
mesmo da inauguração do espaço. O roteiro será realizado no próximo dia 9 de março, com o arquiteto Luiz Merino conduzindo os caminhantes. Atualmente,
o prédio do número 973 da rua Duque de Caxias está em processo de conclusão de obras de restauro, adaptação à atividade e fechado ao público. O passeio
irá contemplar ainda outros pontos do Centro Histórico.
Futura sede da Pinacoteca
A caminhada terá início às 10h, no Caminho dos Antiquários, na rua Marechal Floriano, esquina com Demétrio Ribeiro, seguindo pela rua Fernando Machado,
passando pela Cúria Metropolitana. Na rua Fernando Machado, a antiga Rua do Arvoredo, os participantes poderão apreciar o casario remanescente daquela
área. O roteiro também passará por uma das áreas mais pitorescas do Centro Histórico, a escadaria da rua João Manoel. Na mesma via está situado o Solar
dos Chaves Barcellos, uma das mais expressivas mansões da Capital. A caminhada segue pela rua Duque de Caxias para visitação interna ao prédio da Pinacoteca
Ruben Berta e encerra-se na Praça da Matriz.
Situado em frente ao Solar dos Câmara, o prédio que abrigará a Pinacoteca está inventariado como de interesse sociocultural. Construído em 1893, é considerado
um exemplar expressivo do estilo arquitetônico eclético. Tal gênero pode ser identificado em edificações remanescentes das primeiras décadas do século
20 na cidade, como, por exemplo, a sede do Museu de Arte do Rio Grande do Sul e do Memorial do Estado, ambos na Praça da Alfândega. A recuperação do imóvel
representará um importante acréscimo ao patrimônio da cidade, com áreas de exposições, acondicionamento e guarda de acervo de obras de arte, além de uma
cafeteria para tornar mais saborosos os momentos no espaço dedicado à arte.
O orientador do roteiro, Luiz Merino Xavier é arquiteto e mestre em Planejamento Urbano e Regional, consultor de patrimônio cultural do Projeto Monumenta
da Secretaria Municipal da Cultura (SMC) e integrante da Equipe do Patrimônio Histórico e Cultural (EPAHC). Para se inscrever, os interessados devem enviar
e-mail para: vivaocentroape@gmail.com e aguardar confirmação. A participação também está condicionada à doação de um quilo de alimento não perecível, destinado
a instituições beneficentes do município. Também é possível doar ração para cães e gatos - os produtos recolhidos serão encaminhados à Secretaria Especial
dos Direitos Animais (Seda). Em caso de chuva o passeio será cancelado.
Três passeios - A partir deste ano, o Viva o Centro a Pé passa a realizar três passeios por mês - até então, eram duas edições. Outra novidade é que o
terceiro roteiro do mês terá recurso de audiodescrição e mediadores de Língua Brasileira de Sinais (Libras), possibilitando que pessoas com deficiência
visuais e auditivas desfrutem do passeio.
O Viva o Centro a Pé é uma realização da Secretaria Municipal da Cultura (SMC), com apoio da Secretaria de Turismo (SMTUR) e Programa Viva o Centro.
Fonte: Portal PMPA
Araraquara cria banco de currículos para pessoas com deficiência
Já são mais de 117 cadastrados e muitos já conseguiram um emprego. Por lei, empresas com 100 ou mais funcionários devem oferecer vagas.
da Redação
A Prefeitura de Araraquara (SP) criou um banco de currículos para pessoas com qualquer tipo de deficiência. O trabalho de inclusão social já tem 117 cadastrados
e muitos já conseguiram voltar ao mercado de trabalho. Os interessados podem entrar em contato com o banco para o cadastro gratuito.
A Lei de inclusão, que estabelece vagas em empresas com mais de 100 funcionários, existe há 22 anos e o descumprimento pode acarretar em multa. Muitas
vezes o o desrespeito deve-se à pouca oferta de oportunidades de trabalho pelas empresas que ainda resistem e têm preconceito em relação à capacidade profissional
dessas pessoas.
Dúlia Castro da Silva, de 33 anos, por exemplo, está desempregada. Ela tem um encurtamento de nove centímetros na perna direita. Para ela, por conta disso,
não é fácil conseguir um bom emprego, pois o preconceito é frequente. “Quando a gente se oferece para fazer alguma coisa eles dizem que não pode”, reclamou.
Em seu currículo, Dúlia soma experiências e cursos e, com o tempo de trabalho que possui, ela defende que as empresas precisam se adaptar melhor aos deficientes.
“Existem muitas escadas para subir e descer, mas muitos têm dificuldades, o que é o meu caso. No meu último emprego eu ficava seis horas initerruptas de
pé”, disse.
Valdir Aparecido Bonavina ficou com sequela em uma das pernas depois de um acidente de moto. Após muito tempo parado, deixou seu currículo em um dos bancos
e arrumou emprego em um superatacado da cidade como auxiliar de vendas.
Com esse trabalho Bonavina pretende chamar a atenção para a importância do espaço que ele e outras pessoas podem ter. “A gente se sente uma pessoa normal,
igual às outras, embora com os nossos problemas, conseguimos fazer as mesmas coisas. Acho que é muito importante essa oportunidade que temos para trabalhar”,
disse.
Para o gerente Beto Campagnoli, incluir no mercado pessoas portadoras de alguma deficiência é bem vindo. “Essa inclusão na sociedade e no mercado de trabalho
é muito importante para a gente como empresa e para eles como pessoas”, afirmou.
Lei
As pessoas com deficiência física, transtorno mental ou síndrome de down, tem, por lei, vagas em empresas com 100 ou mais funcionários. O Ministério do
Trabalho pode aplicar multa entre R$ 1.410,79 e R$ 141.077,93 para as empresas que não cumprem a lei .
A empresa pode participar desse trabalho de inclusão social e contratar uma pessoa com deficiência mesmo que tenha poucos funcionários. Basta procurar
os bancos de currículos ou entrar em contato por telefone e pedir o perfil dos candidatos.
Serviço
E para os deficientes físicos que tem interesse em uma vaga de emprego é preciso ir até um desses bancos para levar um currículo e se cadastrar. O próprio
banco pode fazer o currículo, caso a pessoa não tenha acesso a computador.
É importante lembrar que essas pessoas precisam manter os contatos atualizados, com telefone, endereços e novos cursos.
Os bancos de currículos de Araraquara estão localizados na assessoria de Políticas para Pessoas com Deficiência, que fica na Rua Carvalho Filho (Rua Zero),
nº 162, no Centro. O telefone para contato é pelo (16) 3332-7253.
E na União dos Deficientes Físicos de Araraquara (Udefa), que fica na Avenida Paulo da Silveira Ferraz, nº 627, no bairro Vila Xavier. Os telefones para
contato são: (16) 3332-3448 ou (16) 3333.7004. O e-mail do banco de currículos é o
aepcd@araraquara.sp.gov.br.
fonte g1
da Redação
A Prefeitura de Araraquara (SP) criou um banco de currículos para pessoas com qualquer tipo de deficiência. O trabalho de inclusão social já tem 117 cadastrados
e muitos já conseguiram voltar ao mercado de trabalho. Os interessados podem entrar em contato com o banco para o cadastro gratuito.
A Lei de inclusão, que estabelece vagas em empresas com mais de 100 funcionários, existe há 22 anos e o descumprimento pode acarretar em multa. Muitas
vezes o o desrespeito deve-se à pouca oferta de oportunidades de trabalho pelas empresas que ainda resistem e têm preconceito em relação à capacidade profissional
dessas pessoas.
Dúlia Castro da Silva, de 33 anos, por exemplo, está desempregada. Ela tem um encurtamento de nove centímetros na perna direita. Para ela, por conta disso,
não é fácil conseguir um bom emprego, pois o preconceito é frequente. “Quando a gente se oferece para fazer alguma coisa eles dizem que não pode”, reclamou.
Em seu currículo, Dúlia soma experiências e cursos e, com o tempo de trabalho que possui, ela defende que as empresas precisam se adaptar melhor aos deficientes.
“Existem muitas escadas para subir e descer, mas muitos têm dificuldades, o que é o meu caso. No meu último emprego eu ficava seis horas initerruptas de
pé”, disse.
Valdir Aparecido Bonavina ficou com sequela em uma das pernas depois de um acidente de moto. Após muito tempo parado, deixou seu currículo em um dos bancos
e arrumou emprego em um superatacado da cidade como auxiliar de vendas.
Com esse trabalho Bonavina pretende chamar a atenção para a importância do espaço que ele e outras pessoas podem ter. “A gente se sente uma pessoa normal,
igual às outras, embora com os nossos problemas, conseguimos fazer as mesmas coisas. Acho que é muito importante essa oportunidade que temos para trabalhar”,
disse.
Para o gerente Beto Campagnoli, incluir no mercado pessoas portadoras de alguma deficiência é bem vindo. “Essa inclusão na sociedade e no mercado de trabalho
é muito importante para a gente como empresa e para eles como pessoas”, afirmou.
Lei
As pessoas com deficiência física, transtorno mental ou síndrome de down, tem, por lei, vagas em empresas com 100 ou mais funcionários. O Ministério do
Trabalho pode aplicar multa entre R$ 1.410,79 e R$ 141.077,93 para as empresas que não cumprem a lei .
A empresa pode participar desse trabalho de inclusão social e contratar uma pessoa com deficiência mesmo que tenha poucos funcionários. Basta procurar
os bancos de currículos ou entrar em contato por telefone e pedir o perfil dos candidatos.
Serviço
E para os deficientes físicos que tem interesse em uma vaga de emprego é preciso ir até um desses bancos para levar um currículo e se cadastrar. O próprio
banco pode fazer o currículo, caso a pessoa não tenha acesso a computador.
É importante lembrar que essas pessoas precisam manter os contatos atualizados, com telefone, endereços e novos cursos.
Os bancos de currículos de Araraquara estão localizados na assessoria de Políticas para Pessoas com Deficiência, que fica na Rua Carvalho Filho (Rua Zero),
nº 162, no Centro. O telefone para contato é pelo (16) 3332-7253.
E na União dos Deficientes Físicos de Araraquara (Udefa), que fica na Avenida Paulo da Silveira Ferraz, nº 627, no bairro Vila Xavier. Os telefones para
contato são: (16) 3332-3448 ou (16) 3333.7004. O e-mail do banco de currículos é o
aepcd@araraquara.sp.gov.br.
fonte g1
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