Niterói ganhará até o final do ano algumas medidas que prometem tornar mais
fácil
a vida dos portadores de deficiência física e visual. Uma delas é o “Praia sem Barreira”. Dentro deste projeto, as praias de Icaraí, Itacoatiara, Itaipu
e Piratininga vão receber seis esteiras para que cadeirantes e pessoas que usam muleta possam aproveitar melhor o lazer à beira-mar.
O outro é o “Polígono acessível”, que unirá vários pontos do Centro da
cidade,
através de rampas, piso tátil e sinais sonoros de trânsito. Para colocar em prática os dois projetos, a Prefeitura conta com verba de R$ 1 milhão, que
foi liberada pelo governo do Estado, através do programa Somando Forças.
Nas praias, os pontos escolhidos pelo projeto de acessibilidade foram: Em Icaraí, em frente à reitoria da UFF; dois pontos para Itacoatiara, na Prainha
e no Costão; nas duas pontas da praia de Piratininga e uma rampa para Itaipu. Pelo projeto
divulgado
pela Secretaria, os cadeirantes chegariam à água através de esteiras de lona. No fim do caminho, barracas alocariam o portador de problemas com locomoção.
O “Polígono acessível” já está em execução e pode ser observado pelas pessoas que circulam pelo Centro. O bairro foi escolhido por ser o de maior
movimento.
“A ideia do polígono é criar um caminho totalmente acessível, integrando parte do Centro. Piso tátil está sendo colocado ao longo das Ruas Froes da Cruz,
passando até a Visconde do Rio Branco, em direção à Amaral Peixoto, fazendo a volta pela Visconde de Sepetiba, na porta da prefeitura, integrando aquele
complexo – o Fórum, a Câmara, e delegacia, pegando a Rua Barão do Amazonas e fechar aqui, em frente à secretaria”, explicou o secretário de Acessibilidade
e Cidadania João Batista Carvalho e Silva.
fonte niteroi
domingo, 18 de novembro de 2012
sábado, 17 de novembro de 2012
Apps para cegos corrigem texto e reconhecem produtos!
Por meio da leitura de códigos de barras, o Digit-Eyes fornece informações básicas de produtos
Cada vez mais populares, as telas sensíveis ao toque já foram um empecilho para que pessoas com deficiência visual utilizassem smartphones e tablets. No
entanto,
o desenvolvimento de novas tecnologias possibilita maior acessibilidade. É o caso dos aplicativos VoiceOver, da Apple, e BlackBerry Screen Reader, que
facilitam
o manuseio de aparelhos móveis por meio de recursos táteis e sonoros. Além dessas ferramentas, também são disponibilizados apps que auxiliam em tarefas
cotidianas.
Ainda são poucas as ofertas no idioma português, mas os exemplos internacionais demonstram as diversas possibilidades na área. A seguir, conheça alguns
exemplos.
Bus Alert
Com base em um sistema GPS, o app fornece dados sobre transporte público. Por meio de comando de voz, o usuário pode se informar sobre a distância que
uma determina
linha de ônibus está de um ponto. O aplicativo é disponibilizado de forma gratuita e fornecido nas versões Android e Java. Por enquanto, o programa funciona
apenas
nos municípios de Ribeirão Preto e São Carlos (SP).
Digit-Eyes
Por meio da câmera do aparelho, o aplicativo realiza a leitura de códigos de barras. Isso possibilita que o usuário tenha acesso a informações de produtos.
Além
disso, o site do app dispõe de um gerador de códigos autoadesivos, que podem ser personalizados com informações sonoras e em texto. As etiquetas são laváveis
e resistentes
a alvejantes e secadoras. Disponível em língua portuguesa, o Digit-Eyes também tem versões em inglês, espanhol, francês, italiano e alemão. À venda no
iTunes por
US$ 19,99, o app é compatível com alguns modelos de iPhone, iPod Touch e iPad.
Light Detector
Este app identifica a intensidade da luz em ambientes fechados por meio da câmera do celular. Quanto maior for a luminosidade, maior será o sinal sonoro
emitido
pelo aplicativo. Além disso, o aplicativo também detecta se uma lâmpada está acesa ou se uma janela está aberta. Para tanto, é necessário apenas apontar
o aparelho
para o local em que os objetos estão. Disponível em português, o programa possui ainda versões em espanhol, inglês, francês, alemão, russo e holandês.
À venda no
iTunes por US$ 0,99, o app é compatível com algumas versões de iPhone, iPod Touch e iPad.
TypeInBraile
Através de um sistema de gestos o usuário pode escrever em braile com a ajuda deste aplicativo. Cada caractere é representado por meio de uma sequência
de três toques
na tela. Apesar de disponível em língua portuguesa, o app utiliza apenas o sistema braille inglês. À venda no iTunes por US$ 4,99, o programa pode ser
utilizado
em alguns modelos de iPhone, iPod Touch e iPad.
eSNews
Aplicativo de notícias espanhol que fornece conteúdo de periódicos internacionais. Além de possibiltar que o os usuários acessem uma versão em áudio das
notícias,
o app também está interligado ao Facebook e ao Twitter. Disponível apenas em inglês, o programa pode ser baixado gratuitamente no iTunes. Compatível com
iPhone,
iPad e iPhone Touch.
aidColors
Por meio da câmera do dispositivo móvel, o aplicativo possibilita a identificação de cores. Indisponível em português, o programa possui versões em espanhol,
inglês,
francês, alemão, italiano e norueguês. À venda no iTunes por US$1,99, o app pode ser utilizado em algumas versões de iPhone, iPod Touch e iPad.
BlindSquare
Disponibiliza informações sobre localização, indica pontos de interesse e fornece rotas. Por comandos de voz, o usuário pode ter acesso a dados colhidos
por meio
de um sistema de GPS e bússola. Além disso, assim como no FourSquare, é possível realizar check-ins virtuais. O programa tem versões em espanhol, inglês,
alemão,
italiano, sueco, holandês e finlandês. À venda no iTunes por US$14,99, o app é compatível com alguns modelos de iPhone, iPod Touch e iPad.
fonte ler para ver
Cada vez mais populares, as telas sensíveis ao toque já foram um empecilho para que pessoas com deficiência visual utilizassem smartphones e tablets. No
entanto,
o desenvolvimento de novas tecnologias possibilita maior acessibilidade. É o caso dos aplicativos VoiceOver, da Apple, e BlackBerry Screen Reader, que
facilitam
o manuseio de aparelhos móveis por meio de recursos táteis e sonoros. Além dessas ferramentas, também são disponibilizados apps que auxiliam em tarefas
cotidianas.
Ainda são poucas as ofertas no idioma português, mas os exemplos internacionais demonstram as diversas possibilidades na área. A seguir, conheça alguns
exemplos.
Bus Alert
Com base em um sistema GPS, o app fornece dados sobre transporte público. Por meio de comando de voz, o usuário pode se informar sobre a distância que
uma determina
linha de ônibus está de um ponto. O aplicativo é disponibilizado de forma gratuita e fornecido nas versões Android e Java. Por enquanto, o programa funciona
apenas
nos municípios de Ribeirão Preto e São Carlos (SP).
Digit-Eyes
Por meio da câmera do aparelho, o aplicativo realiza a leitura de códigos de barras. Isso possibilita que o usuário tenha acesso a informações de produtos.
Além
disso, o site do app dispõe de um gerador de códigos autoadesivos, que podem ser personalizados com informações sonoras e em texto. As etiquetas são laváveis
e resistentes
a alvejantes e secadoras. Disponível em língua portuguesa, o Digit-Eyes também tem versões em inglês, espanhol, francês, italiano e alemão. À venda no
iTunes por
US$ 19,99, o app é compatível com alguns modelos de iPhone, iPod Touch e iPad.
Light Detector
Este app identifica a intensidade da luz em ambientes fechados por meio da câmera do celular. Quanto maior for a luminosidade, maior será o sinal sonoro
emitido
pelo aplicativo. Além disso, o aplicativo também detecta se uma lâmpada está acesa ou se uma janela está aberta. Para tanto, é necessário apenas apontar
o aparelho
para o local em que os objetos estão. Disponível em português, o programa possui ainda versões em espanhol, inglês, francês, alemão, russo e holandês.
À venda no
iTunes por US$ 0,99, o app é compatível com algumas versões de iPhone, iPod Touch e iPad.
TypeInBraile
Através de um sistema de gestos o usuário pode escrever em braile com a ajuda deste aplicativo. Cada caractere é representado por meio de uma sequência
de três toques
na tela. Apesar de disponível em língua portuguesa, o app utiliza apenas o sistema braille inglês. À venda no iTunes por US$ 4,99, o programa pode ser
utilizado
em alguns modelos de iPhone, iPod Touch e iPad.
eSNews
Aplicativo de notícias espanhol que fornece conteúdo de periódicos internacionais. Além de possibiltar que o os usuários acessem uma versão em áudio das
notícias,
o app também está interligado ao Facebook e ao Twitter. Disponível apenas em inglês, o programa pode ser baixado gratuitamente no iTunes. Compatível com
iPhone,
iPad e iPhone Touch.
aidColors
Por meio da câmera do dispositivo móvel, o aplicativo possibilita a identificação de cores. Indisponível em português, o programa possui versões em espanhol,
inglês,
francês, alemão, italiano e norueguês. À venda no iTunes por US$1,99, o app pode ser utilizado em algumas versões de iPhone, iPod Touch e iPad.
BlindSquare
Disponibiliza informações sobre localização, indica pontos de interesse e fornece rotas. Por comandos de voz, o usuário pode ter acesso a dados colhidos
por meio
de um sistema de GPS e bússola. Além disso, assim como no FourSquare, é possível realizar check-ins virtuais. O programa tem versões em espanhol, inglês,
alemão,
italiano, sueco, holandês e finlandês. À venda no iTunes por US$14,99, o app é compatível com alguns modelos de iPhone, iPod Touch e iPad.
fonte ler para ver
Motorista com deficiência não precisa pagar IPI, IOF, ICMS e IPVA. Desconto pode chegar a 30%. da Redação Deficientes físicos podem comprar carros bem mais baratos. Eles têm isenção de impostos e, apesar da burocracia, o desconto compensa, como mostra a reportagem do TEM Notícias. O benefício isenta o motorista com deficiência de pagar IPI, IOF, ICMS e IPVA. Quando o veículo for dirigido por outra pessoa, mas é comprado no nome do deficiente, a isenção é apenas do IPI. Sem os impostos, o preço final do veículo pode ter uma redução de até 30%. Mas, para ter direito a essa compra, é preciso seguir inúmeras regras. A primeira é alterar a Carteira Nacional de Habilitação. Para isso, é preciso procurar uma autoescola especializada e que tenha veículo adaptado. Depois, é necessário um laudo feito por um médico da banca especial do Detran. Com os documentos em mãos, é preciso começar o processo na Receita Federal, para conseguir a isenção do IPI e do IOF. O próximo passo é solicitar isenção do ICMS e IPVA. Somente assim o carro é liberado para a compra. Esse processo leva de seis a oito meses, segundo os especialistas. A espera é grande, mas compensa. No caso do modelo mais vendido em uma concessionária da cidade, por exemplo, modelo 1.8 automático, o preço final tem redução de R$ 16 mil. ¤ !
Motorista com deficiência não precisa pagar IPI, IOF, ICMS e IPVA. Desconto pode chegar a 30%.
da Redação
Deficientes físicos podem comprar carros bem mais baratos. Eles têm isenção de impostos e, apesar da burocracia, o desconto compensa, como mostra a reportagem
do TEM Notícias.
O benefício isenta o motorista com deficiência de pagar IPI, IOF, ICMS e IPVA. Quando o veículo for dirigido por outra pessoa, mas é comprado no nome do
deficiente, a isenção é apenas do IPI.
Sem os impostos, o preço final do veículo pode ter uma redução de até 30%. Mas, para ter direito a essa compra, é preciso seguir inúmeras regras.
A primeira é alterar a Carteira Nacional de Habilitação. Para isso, é preciso procurar uma autoescola especializada e que tenha veículo adaptado. Depois,
é necessário um laudo feito por um médico da banca especial do Detran.
Com os documentos em mãos, é preciso começar o processo na Receita Federal, para conseguir a isenção do IPI e do IOF. O próximo passo é solicitar isenção
do ICMS e IPVA. Somente assim o carro é liberado para a compra. Esse processo leva de seis a oito meses, segundo os especialistas.
A espera é grande, mas compensa. No caso do modelo mais vendido em uma concessionária da cidade, por exemplo, modelo 1.8 automático, o preço final tem
redução
de R$ 16 mil.
¤
fonte g1
da Redação
Deficientes físicos podem comprar carros bem mais baratos. Eles têm isenção de impostos e, apesar da burocracia, o desconto compensa, como mostra a reportagem
do TEM Notícias.
O benefício isenta o motorista com deficiência de pagar IPI, IOF, ICMS e IPVA. Quando o veículo for dirigido por outra pessoa, mas é comprado no nome do
deficiente, a isenção é apenas do IPI.
Sem os impostos, o preço final do veículo pode ter uma redução de até 30%. Mas, para ter direito a essa compra, é preciso seguir inúmeras regras.
A primeira é alterar a Carteira Nacional de Habilitação. Para isso, é preciso procurar uma autoescola especializada e que tenha veículo adaptado. Depois,
é necessário um laudo feito por um médico da banca especial do Detran.
Com os documentos em mãos, é preciso começar o processo na Receita Federal, para conseguir a isenção do IPI e do IOF. O próximo passo é solicitar isenção
do ICMS e IPVA. Somente assim o carro é liberado para a compra. Esse processo leva de seis a oito meses, segundo os especialistas.
A espera é grande, mas compensa. No caso do modelo mais vendido em uma concessionária da cidade, por exemplo, modelo 1.8 automático, o preço final tem
redução
de R$ 16 mil.
¤
fonte g1
sexta-feira, 16 de novembro de 2012
Deficientes físicos reclamam da falta de acessibilidade em Itapetininga, SP!
Portadores de deficiências físicas e mobilidade reduzida reclamam da falta de acessibilidade em Itapetininga (SP). Segundo eles, falta de rampas e calçadas
esburacadas são obstáculos para quem precisa transitar pela cidade.
O estudante Rafael Tavares de Moraes, deficiente visual desde a infância, afirma que são vários os obstáculos encontrados. “Há muitos buracos. Já cheguei
a escorregar, cair, torcer o pé...”, diz ele.
Também portador de deficiência, o cadeirante Manuel Messias de Freitas, que perdeu a perna direita em uma acidente de carro, afirma ter dificuldades para
atravessar ruas e se movimentar com seu carrinho elétrico.
Ele, que se arrisca no meio dos carros, reclama das condições. “Não tem rampa, não tem como entrar no banheiro público. Ou, às vezes, a gente procura um
lugar para subir na calçada e não achamos. Temos que andar muito para encontrar uma subida e atravessar a rua”, diz ele.
Os problemas afetam também uma unidade básica de saúde no centro da cidade e a Associação para Inclusão dos Deficientes de Itapetininga. Os prédios são
adaptados, mas a calçada que dá acesso à entrada, não.
Conforme Etson Brum, deficiente visual e um dos vereadores eleitos nas eleições deste ano, a lei da acessibilidade não está sendo cumprida em Itapetininga.
“Vamos ter que fazer uma adaptação no plano diretor quanto à questão da lei de mobilidade urbana. Em três anos, se a cidade não se adequar, vai ser punida
com falta de verbas. Temos que brigar para que Itapetininga seja não só uma cidade sustentável, mas também acessível a todas as pessoas com deficiência
ou mobilidade reduzida”, afirmou.
Pessoas com mobilidade reduzida enfrentam obstáculos para transitar por Itapetininga (SP). (Foto: Reprodução TV TEM)
Pessoas com mobilidade reduzida enfrentam obstáculos para transitar por Itapetininga (SP).
fonte g1
esburacadas são obstáculos para quem precisa transitar pela cidade.
O estudante Rafael Tavares de Moraes, deficiente visual desde a infância, afirma que são vários os obstáculos encontrados. “Há muitos buracos. Já cheguei
a escorregar, cair, torcer o pé...”, diz ele.
Também portador de deficiência, o cadeirante Manuel Messias de Freitas, que perdeu a perna direita em uma acidente de carro, afirma ter dificuldades para
atravessar ruas e se movimentar com seu carrinho elétrico.
Ele, que se arrisca no meio dos carros, reclama das condições. “Não tem rampa, não tem como entrar no banheiro público. Ou, às vezes, a gente procura um
lugar para subir na calçada e não achamos. Temos que andar muito para encontrar uma subida e atravessar a rua”, diz ele.
Os problemas afetam também uma unidade básica de saúde no centro da cidade e a Associação para Inclusão dos Deficientes de Itapetininga. Os prédios são
adaptados, mas a calçada que dá acesso à entrada, não.
Conforme Etson Brum, deficiente visual e um dos vereadores eleitos nas eleições deste ano, a lei da acessibilidade não está sendo cumprida em Itapetininga.
“Vamos ter que fazer uma adaptação no plano diretor quanto à questão da lei de mobilidade urbana. Em três anos, se a cidade não se adequar, vai ser punida
com falta de verbas. Temos que brigar para que Itapetininga seja não só uma cidade sustentável, mas também acessível a todas as pessoas com deficiência
ou mobilidade reduzida”, afirmou.
Pessoas com mobilidade reduzida enfrentam obstáculos para transitar por Itapetininga (SP). (Foto: Reprodução TV TEM)
Pessoas com mobilidade reduzida enfrentam obstáculos para transitar por Itapetininga (SP).
fonte g1
AO VENCEDOR, AS BATATAS! COM AUDIODESCRIÇÃO EM SÃO PAULO
CONVITE AO VENCEDOR, AS BATATAS! SÃO PAULO, descrição logo abaixo do texto.
CONVITE PARA APRESENTAÇÃO DE PEÇA COM AUDIODESCRIÇÃO.
COMPANHIA DE GALHOFA apresenta: AO VENCEDOR, AS BATATAS!
Adaptação teatral da obra Memórias Póstumas de Brás Cubas. Nesta montagem não realista, Brás é um defunto que narra a sua própria vida. Por trás do tom
jocoso da narração, revela-se o estilo irônico de Machado de Assis e um retrato sutil da sociedade brasileira.
Direção de Marcelo Braga.
Data: 22 de novembro.
Horário: 21:00 horas.
Local: Teatro Ruth Escobar.
Endereço: Rua dos Ingleses 209. Bela Vista.
Patrocínio: BASF.
Apoio: Mona Estratégia Cultural, PROAC – Programa de Ação Cultural do Estado de São Paulo, Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo.
Favor confirmar presença para
livia@vercompalavras.com.br
e chegar com meia hora de antecedência para o início da audiodescrição.
Descrição do convite: o convite, escrito em página de livro amarelada e com a beirada rasgada, está sobre fundo marrom claro, estampado com pequenos desenhos
de sombrinhas nas cores azul e rosa e corações vermelhos. O título do livro está escrito com letras grandes marrons, sendo que a primeira letra T da palavra
batatas tem o formato de uma gravata. Na parte inferior direita, o convite é ilustrado pela caricatura de Machado de Assis, com cabelos, barbas longas
e grandes bigodes marrons, testa larga, óculos ovais presos por correntinha, e vestindo blusa branca, com calça listrada em tons de marrom. Ele segura
um guarda chuva fechado e aponta-o para a esquerda. Na parte inferior do convite, as logomarcas do patrocinador e apoiadores.
AUDIODESCRIÇÃO: VER COM PALAVRAS.
fonte ver com palavras
CONVITE PARA APRESENTAÇÃO DE PEÇA COM AUDIODESCRIÇÃO.
COMPANHIA DE GALHOFA apresenta: AO VENCEDOR, AS BATATAS!
Adaptação teatral da obra Memórias Póstumas de Brás Cubas. Nesta montagem não realista, Brás é um defunto que narra a sua própria vida. Por trás do tom
jocoso da narração, revela-se o estilo irônico de Machado de Assis e um retrato sutil da sociedade brasileira.
Direção de Marcelo Braga.
Data: 22 de novembro.
Horário: 21:00 horas.
Local: Teatro Ruth Escobar.
Endereço: Rua dos Ingleses 209. Bela Vista.
Patrocínio: BASF.
Apoio: Mona Estratégia Cultural, PROAC – Programa de Ação Cultural do Estado de São Paulo, Secretaria da Cultura do Estado de São Paulo.
Favor confirmar presença para
livia@vercompalavras.com.br
e chegar com meia hora de antecedência para o início da audiodescrição.
Descrição do convite: o convite, escrito em página de livro amarelada e com a beirada rasgada, está sobre fundo marrom claro, estampado com pequenos desenhos
de sombrinhas nas cores azul e rosa e corações vermelhos. O título do livro está escrito com letras grandes marrons, sendo que a primeira letra T da palavra
batatas tem o formato de uma gravata. Na parte inferior direita, o convite é ilustrado pela caricatura de Machado de Assis, com cabelos, barbas longas
e grandes bigodes marrons, testa larga, óculos ovais presos por correntinha, e vestindo blusa branca, com calça listrada em tons de marrom. Ele segura
um guarda chuva fechado e aponta-o para a esquerda. Na parte inferior do convite, as logomarcas do patrocinador e apoiadores.
AUDIODESCRIÇÃO: VER COM PALAVRAS.
fonte ver com palavras
quinta-feira, 15 de novembro de 2012
Projeto veda discriminação a crianças deficientes em escolas !
deputado estadual Antônio Carlos Arroyo, apresentou projeto que veda qualquer discriminação à criança e ao adolescente portador de deficiência ou doença
crônica nos estabelecimentos de ensino, creches e em instituições públicas ou privadas.
da Redação
O direito ao acesso à educação está assegurado pela Constituição Federal em seu artigo 208 e corroborado pelo artigo 189 da Constituição Estadual em Mato
Grosso do Sul. O ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), criado por meio da lei 8.069, no artigo 53 também prevê a garantia do acesso à educação, bem
como a igualdade de condições para o acesso e permanência na escola. Pensando nisso, o deputado estadual Antônio Carlos Arroyo, líder do PR, apresentou
projeto na Assembleia Legislativa que veda qualquer discriminação à criança e ao adolescente portador de deficiência ou doença crônica nos estabelecimentos
de ensino, creches e em instituições públicas ou privadas.
Os estabelecimentos enfocados na matéria deverão capacitar seu corpo docente e equipe de apoio para acolher a criança e o adolescente portador de deficiência
ou doença crônica, propiciando-lhe a integração a todas as atividades educacionais e de lazer que sua condição possibilite. Pelo projeto de lei, são consideradas
deficientes todas as pessoas que têm restrição física, mental ou sensorial, de natureza permanente ou transitória, que limitam parcial ou substancialmente
a capacidade de exercer uma ou mais atividades essenciais da vida diária.
Já os doentes crônicos são aqueles portadores de toda e qualquer enfermidade não contagiosa de caráter permanente que limita total ou parcialmente uma
ou
mais atividades diárias fundamentais ou que requeiram medicação e tratamento específico, tais como doença renal crônica, hanseníase, câncer, síndrome da
imunodeficiência adquirida, tuberculose, entre outras.
Arroyo explica que os atos discriminatórios à criança ou adolescente portadores de deficiência ou doença crônica são: recusa de matricula, impedimento
ou
inviabilização da permanência, exclusão das atividades de lazer e cultura e ausência de profissional treinado para o atendimento da criança ou adolescente.
Para os estabelecimentos que descumprirem as exigências do projeto serão aplicadas sanções, como: advertência; multa de até 100 Uferms (Unidades Fiscais
Estaduais de Referência de Mato Grosso do Sul), o que equivale a R$ 1,705,00; multa de até 250 Uferms, referente a R$ 4.262,50, em caso de reincidência;
suspensão da licença estadual para funcionamento por 30 dias e cassação da licença estadual para funcionamento.
“As escolas devem se preparar para esses alunos e buscar auxílio nos serviços de saúde de forma que saibam lidar, reconhecer e atuar nos casos de crises
hipo ou hiperglicemia. É imprescindível saber quando chamar o médico ou ligar para a família. Se uma crise de hipoglicemia não for corrigida rapidamente,
por exemplo, pode levar ao coma. Manter-se informado sobre a doença é uma maneira de ajudar a criança com o problema e tranquilizar seus pais. No caso
dos alunos deficientes, essas escolas precisam fazer adequações para possibilitar o acesso”, ressalta Arroyo.
fonte midia max
crônica nos estabelecimentos de ensino, creches e em instituições públicas ou privadas.
da Redação
O direito ao acesso à educação está assegurado pela Constituição Federal em seu artigo 208 e corroborado pelo artigo 189 da Constituição Estadual em Mato
Grosso do Sul. O ECA (Estatuto da Criança e do Adolescente), criado por meio da lei 8.069, no artigo 53 também prevê a garantia do acesso à educação, bem
como a igualdade de condições para o acesso e permanência na escola. Pensando nisso, o deputado estadual Antônio Carlos Arroyo, líder do PR, apresentou
projeto na Assembleia Legislativa que veda qualquer discriminação à criança e ao adolescente portador de deficiência ou doença crônica nos estabelecimentos
de ensino, creches e em instituições públicas ou privadas.
Os estabelecimentos enfocados na matéria deverão capacitar seu corpo docente e equipe de apoio para acolher a criança e o adolescente portador de deficiência
ou doença crônica, propiciando-lhe a integração a todas as atividades educacionais e de lazer que sua condição possibilite. Pelo projeto de lei, são consideradas
deficientes todas as pessoas que têm restrição física, mental ou sensorial, de natureza permanente ou transitória, que limitam parcial ou substancialmente
a capacidade de exercer uma ou mais atividades essenciais da vida diária.
Já os doentes crônicos são aqueles portadores de toda e qualquer enfermidade não contagiosa de caráter permanente que limita total ou parcialmente uma
ou
mais atividades diárias fundamentais ou que requeiram medicação e tratamento específico, tais como doença renal crônica, hanseníase, câncer, síndrome da
imunodeficiência adquirida, tuberculose, entre outras.
Arroyo explica que os atos discriminatórios à criança ou adolescente portadores de deficiência ou doença crônica são: recusa de matricula, impedimento
ou
inviabilização da permanência, exclusão das atividades de lazer e cultura e ausência de profissional treinado para o atendimento da criança ou adolescente.
Para os estabelecimentos que descumprirem as exigências do projeto serão aplicadas sanções, como: advertência; multa de até 100 Uferms (Unidades Fiscais
Estaduais de Referência de Mato Grosso do Sul), o que equivale a R$ 1,705,00; multa de até 250 Uferms, referente a R$ 4.262,50, em caso de reincidência;
suspensão da licença estadual para funcionamento por 30 dias e cassação da licença estadual para funcionamento.
“As escolas devem se preparar para esses alunos e buscar auxílio nos serviços de saúde de forma que saibam lidar, reconhecer e atuar nos casos de crises
hipo ou hiperglicemia. É imprescindível saber quando chamar o médico ou ligar para a família. Se uma crise de hipoglicemia não for corrigida rapidamente,
por exemplo, pode levar ao coma. Manter-se informado sobre a doença é uma maneira de ajudar a criança com o problema e tranquilizar seus pais. No caso
dos alunos deficientes, essas escolas precisam fazer adequações para possibilitar o acesso”, ressalta Arroyo.
fonte midia max
Exposição Arte Para Sentir no SESC-MA!
Tato, paladar, olfato, audição e visão são os sentidos responsáveis pela percepção. Eles propiciam ao ser humano o relacionamento com o ambiente ao seu
redor e com os vários aspectos da forma, cor, espaço e movimento. Explorando os diferentes níveis da percepção sensorial, além do plano visual, a Galeria
de Arte do Sesc abre as portas no período de 13 de novembro a 6 de dezembro, para a instalação artística da maranhense Adrianna Karlem intitulada "Labirinto
de Sensações: universo de memórias".
A Instalação integra o Projeto Mãos a Obra que completa 16 anos de realização dentro do Programa de Arte Educação Inclusiva que ao longo dos anos vem realizando
uma ação transformadora e comprometida com a diversidade humana e a aceitação das diferenças por meio de diversas ações formativas que se iniciam a partir
da abertura da mostra.
Em novembro, a vernissage da instalação acontece no dia 12 de novembro, a partir das 18h30, com um momento em que os visitantes podem conhecer e dialogar
com a artista Adrianna Karlem e entender todo o processo de concepção de "Labirinto de Sensações".
Ações paralelas, oficinas e workshops também integram a programação do projeto. A primeira atividade é o Workshop "Libras: uma conversa possível" no dia
13, terça-feira, das 14h às 18h, ministrado pela arte educadora Rosana Rocha.
No dia 14, quarta-feira, o professor PhD Evandro Guimarães, da UFMA ministra a palestra "Designer Inclusivo e Tecnologia Assistiva", na Galeria de Arte,
às 18h. Interessados devem se inscrever, pois serão disponibilizadas apenas 20 vagas.
A técnica em Cultura responsável pela Galeria de Arte, Paula Barros promove na segunda-feira, 19, uma palestra sobre "Mediação Cultural Inclusiva", às 18h30,
para falar sobre todo o processo de sistematização e concepção de um projeto de inclusão. A palestra também é para inscritos e serão disponibilizadas apenas
25 vagas.
Duas oficinas compõem o projeto. A primeira no dia 20, terça-feira, sobre "Recursos Didáticos Adaptados para alunos com deficiência visual", com as ministrantes
Angélica M. Siqueira Cunha (UFMA) e Mayk da Silva Machado (UFMA), na Galeria de Arte, das 14h às 18h e "Braille", com Elizabete Fonseca de Lima (Núcleo
de Acessibilidade - UFMA), no dia 22, no mesmo horário. Ambos para 20 participantes inscritos.
O já tradicional Núcleo Experimental de Estudos em Artes Plásticas será voltado para a temática do mês e acontece no dia 23, sexta-feira, às 18h30, com
o título "Arte, cultura visual e deficiência: problemas e possibilidades no contexto escolar", sendo mediado pela professora especialista Beatriz de Jesus
Sousa.
Outro workshop promete envolver os participantes nesse contexto de inclusão na prática. É o de "Leitura tátil e audiodescrição", promovido pelo professor
José Raimundo Jr. do Departamento de Arte da UFMA e por Raphael Brito, do Núcleo de Pesquisas Teatrais Rascunho no dia 29, das 15h às 18h, na Galeria de
Arte. Esta atividade é aberta para 15 participantes.
As ações não se restringem ao espaço do Sesc. Por meio da realização de oficinas educativas inclusivas de Móbile, Modelagem, Mosaico, Colagem e Cologravura,
as arte educadoras Dinalva dos Anjos, Layo Bulhão, Samia Viana e Suzana Melo estarão envolvendo pessoas de várias comunidades na temática.
Para participar das atividades do Projeto, ou visitar a Instalação Artística "Labirinto de sensações: universo de memórias" basta ligar para (98) 3216-3830
ou enviar e-mail para galeriadeartesescma@gmail.com.
Mais informações em:
SESC-MA.
fonte blog da audio descriçao
redor e com os vários aspectos da forma, cor, espaço e movimento. Explorando os diferentes níveis da percepção sensorial, além do plano visual, a Galeria
de Arte do Sesc abre as portas no período de 13 de novembro a 6 de dezembro, para a instalação artística da maranhense Adrianna Karlem intitulada "Labirinto
de Sensações: universo de memórias".
A Instalação integra o Projeto Mãos a Obra que completa 16 anos de realização dentro do Programa de Arte Educação Inclusiva que ao longo dos anos vem realizando
uma ação transformadora e comprometida com a diversidade humana e a aceitação das diferenças por meio de diversas ações formativas que se iniciam a partir
da abertura da mostra.
Em novembro, a vernissage da instalação acontece no dia 12 de novembro, a partir das 18h30, com um momento em que os visitantes podem conhecer e dialogar
com a artista Adrianna Karlem e entender todo o processo de concepção de "Labirinto de Sensações".
Ações paralelas, oficinas e workshops também integram a programação do projeto. A primeira atividade é o Workshop "Libras: uma conversa possível" no dia
13, terça-feira, das 14h às 18h, ministrado pela arte educadora Rosana Rocha.
No dia 14, quarta-feira, o professor PhD Evandro Guimarães, da UFMA ministra a palestra "Designer Inclusivo e Tecnologia Assistiva", na Galeria de Arte,
às 18h. Interessados devem se inscrever, pois serão disponibilizadas apenas 20 vagas.
A técnica em Cultura responsável pela Galeria de Arte, Paula Barros promove na segunda-feira, 19, uma palestra sobre "Mediação Cultural Inclusiva", às 18h30,
para falar sobre todo o processo de sistematização e concepção de um projeto de inclusão. A palestra também é para inscritos e serão disponibilizadas apenas
25 vagas.
Duas oficinas compõem o projeto. A primeira no dia 20, terça-feira, sobre "Recursos Didáticos Adaptados para alunos com deficiência visual", com as ministrantes
Angélica M. Siqueira Cunha (UFMA) e Mayk da Silva Machado (UFMA), na Galeria de Arte, das 14h às 18h e "Braille", com Elizabete Fonseca de Lima (Núcleo
de Acessibilidade - UFMA), no dia 22, no mesmo horário. Ambos para 20 participantes inscritos.
O já tradicional Núcleo Experimental de Estudos em Artes Plásticas será voltado para a temática do mês e acontece no dia 23, sexta-feira, às 18h30, com
o título "Arte, cultura visual e deficiência: problemas e possibilidades no contexto escolar", sendo mediado pela professora especialista Beatriz de Jesus
Sousa.
Outro workshop promete envolver os participantes nesse contexto de inclusão na prática. É o de "Leitura tátil e audiodescrição", promovido pelo professor
José Raimundo Jr. do Departamento de Arte da UFMA e por Raphael Brito, do Núcleo de Pesquisas Teatrais Rascunho no dia 29, das 15h às 18h, na Galeria de
Arte. Esta atividade é aberta para 15 participantes.
As ações não se restringem ao espaço do Sesc. Por meio da realização de oficinas educativas inclusivas de Móbile, Modelagem, Mosaico, Colagem e Cologravura,
as arte educadoras Dinalva dos Anjos, Layo Bulhão, Samia Viana e Suzana Melo estarão envolvendo pessoas de várias comunidades na temática.
Para participar das atividades do Projeto, ou visitar a Instalação Artística "Labirinto de sensações: universo de memórias" basta ligar para (98) 3216-3830
ou enviar e-mail para galeriadeartesescma@gmail.com.
Mais informações em:
SESC-MA.
fonte blog da audio descriçao
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