Inspirada em “Memórias Póstumas de Brás Cubas”, de Machado de Assis, a peça fica em cartaz de 04 de outubro a 29 de novembro, no Teatro Ruth Escobar.
Ao Vencedor As Batatas - em São Paulo
São Paulo revive um clássico de Machado de Assis com a comédia Ao Vencedor, as Batatas!, espetáculo da Cia da Galhofa. A peça é uma adaptação bem humorada
de "Memórias Póstumas de Brás Cubas" e traz à cena Celso Amâncio, Gabriel Küster, Felipe Alves, Jessica Prioste e Julia Pires interpretando a história
de Brás Cubas, um defunto que narra a sua própria vida a partir do dia de sua morte.
Por trás do tom jocoso da narração, revela-se o estilo irônico de Machado de Assis e um retrato sutil da sociedade brasileira.
Patrocinado pela Eaton e pela Basf, através do ProAC-ICMS, "Ao Vencedor, as Batatas!" realizou turnê pelo interior do Estado de São Paulo e agora entra
em temporada no Teatro Ruth Escobar.
A peça: "Ao Vencedor, as Batatas!"
Como no livro, o espetáculo começa no enterro de Brás Cubas, narrado por ele mesmo, e se desdobra a partir de suas lembranças no transcorrer da história.
Por trás do tom jocoso da narração deste "defunto-autor", revela-se uma síntese do pessimismo machadiano, além de compor um retrato sutil e sem concessões
da sociedade brasileira.
O enredo da peça abrange as principais situações vividas pelo protagonista, como o relacionamento adúltero com Virgília, a amizade com Quincas Borba, e
sua vida familiar e política. Em suma, sua trajetória da juventude à velhice, quando faz, ao final de suas memórias, um último balanço das perdas e ganhos
de sua existência.
Fundamentada no teatro épico, em uma concepção cênica não-convencional e metalinguistica, "Ao Vencedor, as Batatas!" não utiliza coxias, de modo que todos
os atores estão presentes durante toda a encenação e se revezam na interpretação de Brás Cubas e dos demais personagens, conferindo dinamismo e possibilitando
um olhar diferenciado sobre o fazer teatral. Essa escolha de Marcelo Braga, diretor da peça, compactua com o estilo de Machado de Assis, no qual o narrador
dialoga com o leitor (agora espectador), que é visto como possuidor de posicionamento crítico, gestos e temperamento.
Aproveitando a referência do espetáculo, A Cia da Galhofa pretende aproximar o publico ainda mais do universo machadiano através de um bate-papo, que será
realizado ao final das apresentações, discutindo a obra, o recorte histórico e sociológico que o livro e a peça tocam, esclarecendo duvidas e sobretudo
instigando o público acerca dos temas abordados e do modo de escrita do autor.
FICHA TÉCNICA
Autor: Machado de Assis
Dramaturgia: João Inocêncio
Direção: Marcelo Braga
Elenco: Celso Amâncio, Gabriel Küster, Felipe Alves, Jessica Prioste e Julia Pires.
Músico/Ator: Celso Amâncio
Iluminação: Alessandra Parmagnani
Figurino: Tânia Casttello
Cenografia: Marcelo Braga e João Inocêncio
Produção: Julia Pires e Jessica Prioste
Responsável pela Audiodescrição: Ver Com Palavras
Administração Financeira: Luana Devechiati
Fotografia: Ligia Minami
Filmagem e edição: Diego Urbaneja, Danielle Almeida e Alexandre D’Lou
Designer Gráfico: Rafael Victor
Assessoria de Imprensa: Moretti Cultura e Comunicação.
SERVIÇO
O que: “Ao Vencedor, as Batatas!”
Onde: Teatro Ruth Escobar - Sala Gil Vicente (305 lugares)
Endereço: Rua dos Ingleses, 209 – Bela Vista – São Paulo
Quando: de 04 de outubro à 29 de novembro, às quintas-feiras, 21h
DIA 22/Nov haverá apresentação com audiodescrição para cegos
Quanto: R$ 10,00 inteira e R$ 5,00 meia
Idade Recomendada: 12 anos
Duração: 50 minutos.
Fonte:
BrandPress
quarta-feira, 3 de outubro de 2012
Software ajuda pacientes especiais a se comunicar !
Profissionais de saúde que lidam diretamente com pacientes impossibilitados de se expressar conhecerão amanhã (3 de outubro) programa desenvolvido para
tablets que permite comunicação alternativa. O encontro às 19h30 é promovido pela Faculdade de Medicina do ABC e aberto à comunidade, cuidadores e profissionais
em geral que trabalham com patologias como autismo, esclerose múltipla, pacientes que fazem uso de traqueostomia, paralisia cerebral, sequelas de derrame
cerebral (AVC ou AVE), entre outros. O software foi desenvolvido pela Livox e é o primeiro no mundo para tablets em português.
O sistema permite ao paciente “conversar” digitando imagens na tela. As mensagens podem ser simples (Estou com fome...) ou guiar para nível maior de especificidades
(Quero comer arroz e feijão...), sempre acompanhadas de voz. O Livox foi planejado pelo analista de sistemas Carlos Edmar Pereira e a esposa Aline Pereira
a partir da necessidade de se comunicarem melhor com a filha Clara, deficiente física. Carlos reuniu equipe formada por fonoaudiólogas e terapeutas ocupacionais
para criação do software. Para a palestra na FMABC não é preciso fazer inscrição.
Serviço – Palestra Comunicação Alternativa por Tablet, dia 03/Outubro/19h30, Faculdade de Medicina do ABC - Auditório Davi Uip-CEPES, Av. Príncipe de Gales,
821, Santo André.
Autor: Malu Marcoccia
Fonte: FUABC
tablets que permite comunicação alternativa. O encontro às 19h30 é promovido pela Faculdade de Medicina do ABC e aberto à comunidade, cuidadores e profissionais
em geral que trabalham com patologias como autismo, esclerose múltipla, pacientes que fazem uso de traqueostomia, paralisia cerebral, sequelas de derrame
cerebral (AVC ou AVE), entre outros. O software foi desenvolvido pela Livox e é o primeiro no mundo para tablets em português.
O sistema permite ao paciente “conversar” digitando imagens na tela. As mensagens podem ser simples (Estou com fome...) ou guiar para nível maior de especificidades
(Quero comer arroz e feijão...), sempre acompanhadas de voz. O Livox foi planejado pelo analista de sistemas Carlos Edmar Pereira e a esposa Aline Pereira
a partir da necessidade de se comunicarem melhor com a filha Clara, deficiente física. Carlos reuniu equipe formada por fonoaudiólogas e terapeutas ocupacionais
para criação do software. Para a palestra na FMABC não é preciso fazer inscrição.
Serviço – Palestra Comunicação Alternativa por Tablet, dia 03/Outubro/19h30, Faculdade de Medicina do ABC - Auditório Davi Uip-CEPES, Av. Príncipe de Gales,
821, Santo André.
Autor: Malu Marcoccia
Fonte: FUABC
Biblioteca Central abre Sala de Acessibilidade ao público !
Nesta segunda-feira (1º) foi aberta a Sala de Acessibilidade da Biblioteca Municipal "Rodrigues de Abreu", espaço voltado para estudo e leitura, em todos
os meios, em Bauru.
O espaço abriga livros em braille, audiolivros e o scanner Plustek Book Reader, que transforma texto em som, além de um programa para subvisão. Estes equipamentos
atenderão pessoas com deficiência que desejam participar do mundo da literatura, permitindo que os deficientes visuais tenham acesso a qualquer documento
que necessitarem além da leitura de obras que não existam ainda em formato de áudio.
Entre os mais de 100 livros em Braille estão sucessos como Harry Potter e Crepúsculo, além de áudiolivros com clássicos da literatura nacional.
A sala também disponibiliza CDs de áudio, DVDs e VHs com documentários e fitas K7 com os respectivos aparelhos para utilização aos frequentadores
interessados em pesquisa.
De acordo com o secretário Elson Reis, essa iniciativa faz parte da política da administração de garantir acessibilidade nos serviços e espaços públicos.
A partir de agora, toda aquisição de livros feita pela Secretaria de Cultura para o sistema de bibliotecas, contemplará audiolivros.
O horário de funcionamento será de segunda à sexta-feira, das 8h às 11h e das 13h às 17h. A Biblioteca Central fica no Centro Cultural “Carlos Fernandes
de Paiva”, na avenida Nações Unidas, 8-9.
fonte jornal da cidade
os meios, em Bauru.
O espaço abriga livros em braille, audiolivros e o scanner Plustek Book Reader, que transforma texto em som, além de um programa para subvisão. Estes equipamentos
atenderão pessoas com deficiência que desejam participar do mundo da literatura, permitindo que os deficientes visuais tenham acesso a qualquer documento
que necessitarem além da leitura de obras que não existam ainda em formato de áudio.
Entre os mais de 100 livros em Braille estão sucessos como Harry Potter e Crepúsculo, além de áudiolivros com clássicos da literatura nacional.
A sala também disponibiliza CDs de áudio, DVDs e VHs com documentários e fitas K7 com os respectivos aparelhos para utilização aos frequentadores
interessados em pesquisa.
De acordo com o secretário Elson Reis, essa iniciativa faz parte da política da administração de garantir acessibilidade nos serviços e espaços públicos.
A partir de agora, toda aquisição de livros feita pela Secretaria de Cultura para o sistema de bibliotecas, contemplará audiolivros.
O horário de funcionamento será de segunda à sexta-feira, das 8h às 11h e das 13h às 17h. A Biblioteca Central fica no Centro Cultural “Carlos Fernandes
de Paiva”, na avenida Nações Unidas, 8-9.
fonte jornal da cidade
terça-feira, 2 de outubro de 2012
Justiça condena empresa de ônibus a indenizar deficiente em Caraguatatuba !
CARAGUATATUBA/SP - O que deveria ser uma viagem tranquila, acabou se tornando uma briga judicial e de causa ganha para o passageiro. Em junho de 2006,
um
deficiente físico que não teve sua identidade reveladA, acabou insultado por um funcionário da empresa de ônibus quando estava para embarcar no coletivo.
O caso acabou na justiça e o Tribunal de Justiça condenou a empresa Praiamar Transporte, que opera exclusivamente o transporte público de passageiros no
município de Caraguatatuba, litoral norte de São Paulo, a pagar R$ 5 mil ao passageiro deficiente físico.
FOTO: REPRODUÇÃO DE TV
Foto: Divulgação
De acordo com a ação, o morador foi insultado por um fiscal e chamado de aleijado quando pediu a gratuidade da passagem. A decisão, publicada na última
segunda-feira (24), aumenta o valor da indenização que havia sido fixada em primeira instância em R$ 1 mil. Ainda cabe recurso de ambas as partes envolvidas
no caso. A empresa nega a acusação.
Eduardo Correa, advogado que representa o deficiente físico, disse que o passageiro não tem uma perna. Na apelação, ele havia pedido indenização de R$
50 mil e pensão vitalícia. Segundo ele, o caso aconteceu em junho de 2006.
“Ele estava na rodoviária e foi pegar o ônibus para voltar para casa, que fica no bairro Barranco Alto. Quando pediu a gratuidade, o fiscal disse que a
empresa não paga passagem para aleijado”, afirmou Correa. “Esse é um valor irrisório, que não intimida a empresa a deixar de cometer esses erros”, disse.
A assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça informou que o relator do processo, desembargador Ramon Mateo Júnior, disse que o autor deve ser indenizado
porque sofreu danos, com violação de sua moral e honra, mas negou o pedido de pensão vitalícia por entender “descabido”.
A empresa de ônibus, que opera em Caraguá há cerca de 30 anos, negou que tenha ofendido o passageiro e informou que ocorreu apenas um desentendimento entre
o fiscal e o passageiro que estava sem a carteira de deficiente físico que garante a gratuidade. O advogado da empresa, Leandro de Macedo, afirmou ainda
que ainda não foi notificado oficialmente dessa decisão.
Com informações da TV Vanguarda e G1
um
deficiente físico que não teve sua identidade reveladA, acabou insultado por um funcionário da empresa de ônibus quando estava para embarcar no coletivo.
O caso acabou na justiça e o Tribunal de Justiça condenou a empresa Praiamar Transporte, que opera exclusivamente o transporte público de passageiros no
município de Caraguatatuba, litoral norte de São Paulo, a pagar R$ 5 mil ao passageiro deficiente físico.
FOTO: REPRODUÇÃO DE TV
Foto: Divulgação
De acordo com a ação, o morador foi insultado por um fiscal e chamado de aleijado quando pediu a gratuidade da passagem. A decisão, publicada na última
segunda-feira (24), aumenta o valor da indenização que havia sido fixada em primeira instância em R$ 1 mil. Ainda cabe recurso de ambas as partes envolvidas
no caso. A empresa nega a acusação.
Eduardo Correa, advogado que representa o deficiente físico, disse que o passageiro não tem uma perna. Na apelação, ele havia pedido indenização de R$
50 mil e pensão vitalícia. Segundo ele, o caso aconteceu em junho de 2006.
“Ele estava na rodoviária e foi pegar o ônibus para voltar para casa, que fica no bairro Barranco Alto. Quando pediu a gratuidade, o fiscal disse que a
empresa não paga passagem para aleijado”, afirmou Correa. “Esse é um valor irrisório, que não intimida a empresa a deixar de cometer esses erros”, disse.
A assessoria de imprensa do Tribunal de Justiça informou que o relator do processo, desembargador Ramon Mateo Júnior, disse que o autor deve ser indenizado
porque sofreu danos, com violação de sua moral e honra, mas negou o pedido de pensão vitalícia por entender “descabido”.
A empresa de ônibus, que opera em Caraguá há cerca de 30 anos, negou que tenha ofendido o passageiro e informou que ocorreu apenas um desentendimento entre
o fiscal e o passageiro que estava sem a carteira de deficiente físico que garante a gratuidade. O advogado da empresa, Leandro de Macedo, afirmou ainda
que ainda não foi notificado oficialmente dessa decisão.
Com informações da TV Vanguarda e G1
MEC muda programa para melhorar acessibilidade nas universidades !
O Ministério da Educação (MEC) mudou o formato do Programa Incluir, destinado a investimentos nas universidades públicas para melhorar a acessibilidade
de pessoas com deficiência. Até 2010, o recurso era colocado à disposição por meio de editais e as universidades participavam de uma seleção para receber
os valores. A partir deste ano, a pasta decidiu eliminar a seleção e definir já na proposta orçamentária os montante para cada universidade.
Com a mudança no programa, com o investimento direto nas instituições, o MEC espera melhorar as condições para o acesso e a permanência dos estudantes
nos
cursos de nível superior. O último edital disputado pelas universidades foi em 2010 e sua vigência terminou em dezembro de 2011. O valor total previa a
aplicação de R$ 5 milhões.
O MEC informou ainda que, em 2012, foram investidos em todas as universidades federais a quantia de R$ 3 milhões. A previsão de investimento deve alcançar
R$ 11 milhões em 2013, a serem aplicados em adequação arquitetônica para acessibilidade como rampas, barras de apoio, corrimão, piso e sinalização tátil.
Veja na tabela os valores previstos para cada universidade federal.
Além das obras de adaptações, o MEC destacou que os recursos também poderão ser usados na aquisição de computador com interface de acessibilidade, impressora
braile, lupa eletrônica e outros materiais didáticos e pedagógicos.
Para a diretora de desenvolvimento da Rede de Instituições Federais de Ensino Superior (Ifes) do Ministério da Educação, Adriana Rigon Weska, a mudança
significou um avanço nas condições enfrentadas pelos estudantes com deficiência. "O governo federal tem feito um esforço de eliminar barreiras físicas
pedagógicas e permitir o acesso à informação. É um avanço", disse à Agência Brasil.
De acordo com Adriana Weska, para atender a demanda pedagógica dos universitários com deficiência, a pasta vai criar o curso de letras - português/libras
até 2014, em cada estado do país. "Serão ofertados mais 12 cursos de pedagogia na perspectiva bilíngue pelo Instituto Nacional de Educação de Surdos (Ines)
para formação inicial de professores e tradutores/intérpretes de libras", disse.
O ministério prevê ainda abrir concurso até dezembro deste ano para contratação de 229 professores e 606 técnico-administrativos. A medida envolve as pastas
do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, da Educação, da Saúde e da Secretaria de Direitos Humanos, com o Plano Viver sem Limites.
fonte agencia brasil
de pessoas com deficiência. Até 2010, o recurso era colocado à disposição por meio de editais e as universidades participavam de uma seleção para receber
os valores. A partir deste ano, a pasta decidiu eliminar a seleção e definir já na proposta orçamentária os montante para cada universidade.
Com a mudança no programa, com o investimento direto nas instituições, o MEC espera melhorar as condições para o acesso e a permanência dos estudantes
nos
cursos de nível superior. O último edital disputado pelas universidades foi em 2010 e sua vigência terminou em dezembro de 2011. O valor total previa a
aplicação de R$ 5 milhões.
O MEC informou ainda que, em 2012, foram investidos em todas as universidades federais a quantia de R$ 3 milhões. A previsão de investimento deve alcançar
R$ 11 milhões em 2013, a serem aplicados em adequação arquitetônica para acessibilidade como rampas, barras de apoio, corrimão, piso e sinalização tátil.
Veja na tabela os valores previstos para cada universidade federal.
Além das obras de adaptações, o MEC destacou que os recursos também poderão ser usados na aquisição de computador com interface de acessibilidade, impressora
braile, lupa eletrônica e outros materiais didáticos e pedagógicos.
Para a diretora de desenvolvimento da Rede de Instituições Federais de Ensino Superior (Ifes) do Ministério da Educação, Adriana Rigon Weska, a mudança
significou um avanço nas condições enfrentadas pelos estudantes com deficiência. "O governo federal tem feito um esforço de eliminar barreiras físicas
pedagógicas e permitir o acesso à informação. É um avanço", disse à Agência Brasil.
De acordo com Adriana Weska, para atender a demanda pedagógica dos universitários com deficiência, a pasta vai criar o curso de letras - português/libras
até 2014, em cada estado do país. "Serão ofertados mais 12 cursos de pedagogia na perspectiva bilíngue pelo Instituto Nacional de Educação de Surdos (Ines)
para formação inicial de professores e tradutores/intérpretes de libras", disse.
O ministério prevê ainda abrir concurso até dezembro deste ano para contratação de 229 professores e 606 técnico-administrativos. A medida envolve as pastas
do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, da Educação, da Saúde e da Secretaria de Direitos Humanos, com o Plano Viver sem Limites.
fonte agencia brasil
segunda-feira, 1 de outubro de 2012
Sine seleciona pessoas com deficiência para o Detran !
VAGAS SÃO DE RECEPCIONISTA COM NOÇÕES EM LIBRAS, ATENDENTE E DIGITADOR
Cerca de 60 pessoas com deficiência física serão selecionadas pelo Sistema Nacional de Empregos (Sine-PB) para as unidades do Departamento Estadual de
Trânsito
(Detran-PB) de João Pessoa e Campina Grande.
O preenchimento das vagas será feito através de convênio entre Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Secretaria de Estado do Desenvolvimento Humano
, Fundação de Apoio ao Deficiente (FUNDAD) e Associação de Deficientes e Familiares (ASDEF).
Segundo a secretária de Estado de Desenvolvimento Humano (Sedh), Aparecida Ramos, esta é mais uma iniciativa do Governo do Estado para ampliar a oferta
de empregos para as pessoas com deficiência.
“O Detran assume a dianteira por meio de um convênio com a associação de pessoas com deficiência. Isso vai possibilitar o acesso ao emprego na condição
de jovem aprendiz, ou de estagiário das pessoas com deficiência que possuem dificuldades de inserção no mercado de trabalho. Esta iniciativa está sendo
estimulada não só em órgãos do Governo do Estado mas em iniciativas privadas”.
A secretária ressalta ainda que como incentivo ao mercado de trabalho para as pessoas com algum tipo de deficiência são oferecidos cursos profissionalizantes
no próprio Sine-PB. Outro exemplo é o Projovem Trabalhador, cujas aulas começam em outubro, para jovens entre 18 e 29 anos, com vagas que beneficiam também
os que têm algum tipo de deficiência.
Segundo o Superintendente do Detran, Rodrigo Carvalho, a previsão inicial é de 60 vagas, mas esse número pode aumentar de acordo com a necessidade do órgão.
Por enquanto, as vagas existentes são 10 para atendente e recepcionista com noções em Libras (sendo 8 para João Pessoa e 2 para Campina Grande); 30 para
atendente e recepcionista ( 19 para João Pessoa e 11 para Campina Grande) ; 20 para digitador e digitador de documentos (14 para João Pessoa e 6 para Campina
Grande).
Fonte:
http://www.falaprefeitopb.com.br
Cerca de 60 pessoas com deficiência física serão selecionadas pelo Sistema Nacional de Empregos (Sine-PB) para as unidades do Departamento Estadual de
Trânsito
(Detran-PB) de João Pessoa e Campina Grande.
O preenchimento das vagas será feito através de convênio entre Departamento Estadual de Trânsito (Detran), Secretaria de Estado do Desenvolvimento Humano
, Fundação de Apoio ao Deficiente (FUNDAD) e Associação de Deficientes e Familiares (ASDEF).
Segundo a secretária de Estado de Desenvolvimento Humano (Sedh), Aparecida Ramos, esta é mais uma iniciativa do Governo do Estado para ampliar a oferta
de empregos para as pessoas com deficiência.
“O Detran assume a dianteira por meio de um convênio com a associação de pessoas com deficiência. Isso vai possibilitar o acesso ao emprego na condição
de jovem aprendiz, ou de estagiário das pessoas com deficiência que possuem dificuldades de inserção no mercado de trabalho. Esta iniciativa está sendo
estimulada não só em órgãos do Governo do Estado mas em iniciativas privadas”.
A secretária ressalta ainda que como incentivo ao mercado de trabalho para as pessoas com algum tipo de deficiência são oferecidos cursos profissionalizantes
no próprio Sine-PB. Outro exemplo é o Projovem Trabalhador, cujas aulas começam em outubro, para jovens entre 18 e 29 anos, com vagas que beneficiam também
os que têm algum tipo de deficiência.
Segundo o Superintendente do Detran, Rodrigo Carvalho, a previsão inicial é de 60 vagas, mas esse número pode aumentar de acordo com a necessidade do órgão.
Por enquanto, as vagas existentes são 10 para atendente e recepcionista com noções em Libras (sendo 8 para João Pessoa e 2 para Campina Grande); 30 para
atendente e recepcionista ( 19 para João Pessoa e 11 para Campina Grande) ; 20 para digitador e digitador de documentos (14 para João Pessoa e 6 para Campina
Grande).
Fonte:
http://www.falaprefeitopb.com.br
Acessibilidade: a batalha dos estudantes com deficiência nas universidades !
Brasília - A
conquista
de uma vaga em uma universidade pública é um sonho para muitos jovens brasileiros. Dominar o conteúdo exigido no vestibular, no entanto, pode não ser o
principal desafio para que um aluno consiga ingressar em instituições de ensino superior. Segundo relatos de candidatos com deficiência, as dificuldades
começam antes mesmo de chegar aos locais dos exames que, muitas vezes, não oferecem a acessibilidade necessária.
Outras barreiras podem estar embutidas nas próprias questões que os alunos devem resolver nas provas, como contou Maria das Graças Morais, 21 anos. A jovem,
que tentou o vestibular da Universidade de Brasília (UnB) cinco vezes, coleciona relatos de problemas.
“Em uma das provas, uma questão deveria ser feita com base na observação da figura de uma bicicleta. Por incrível que pareça, na prova adaptada para o
braille
não havia a descrição da figura e na prova do ledor, que nos ajuda a saber o que está sendo pedido, também não havia a figura para que ele pudesse descrever
o que estava vendo. Como eu poderia fazer aquela questão?”, questiona a jovem, que tem deficiência visual.
Dados do Censo da Educação Superior de 2010 apontam que em um universo de 6,3 milhões de estudantes matriculados em cursos de graduação, apenas 16.328
universitários
são identificados como pessoas com deficiência. Desse número, 10.470 estão na rede privada. O dado mostra a realidade sobre a dificuldade de ingresso e
permanência dos estudantes com deficiência no ensino superior no Brasil.
Ronan Alves Pereira é
pai
de Tomás Pereira, 20 anos, estudante cego do 5º semestre do curso de letras e tradução em inglês da UnB. Ele também acredita que o filho foi prejudicado
por condições inadequadas nas provas da universidade. Em uma das vezes, o rapaz, que nasceu cego, fez o vestibular da instituição e foram identificados
erros de grafia em enunciados e de transcrição para o braille.
“É uma situação muito grave encontrar uma cadeia química incompleta ou sinais trocados em equações matemáticas: no lugar do sinal de adição, o de subtração.
O resultado nunca daria certo”, conta Ronan.
No entendimento de Tomás, há precariedade no atendimento ao aluno com deficiência.“O atendimento ao aluno e à família das pessoas com deficiência é extremamente
precário. Além disso, não há vontade política de tirar as barreiras. Os problemas são questionados, mas não temos solução. Nas respostas, a universidade
é omissa, discriminadora”, argumenta o estudante, que lamenta por muitos
amigos
com deficiência que não conseguiram entrar na universidade como ele.
“Identificamos várias divergências na prova, foram sucessivos recursos e uma longa jornada até conseguir entrar na faculdade. Há vários colegas que não
têm oportunidade ou conhecimento dos recursos e ficam pelo caminho”, destaca.
Depois de algumas tentativas, Tomás conseguiu entrar na universidade. Para garantir a vaga, contou com a ajuda do pai que checou item a item da prova tradicional
com a prova aplicada ao
filho,
em braille. As dificuldades, no entanto, não acabaram. Ele teve de enfrentar a falta de estrutura para a locomoção dentro docampus.
“Ir ao banheiro, por exemplo, é muito complicado, pois não há identificação nas portas. Outro problema é conseguir mesa para colocar o teclado de braille,
que é grande e não cabe em uma mesa comum. Nem todos os professores se dispõem a compartilhar a sua própria mesa comigo”, conta ele, que diariamente é
obrigado a desviar de bebedores, cadeiras e outros obstáculos com auxílio de uma bengala. É ela que o ajuda a identificar, quando há piso tátil, o caminho
para onde quer chegar.
Luiz Antônio Bichir Garcia, 25 anos, é calouro na UnB. Aluno do primeiro semestre de história, Garcia, que sofre de uma paralisia cerebral, precisa de
estrutura
adaptada para acompanhar as aulas. Ele é cadeirante, tem atrofia nas mãos, não lê e nem escreve. Conta com ajuda de sete tutores da universidade para gravar
as aulas e os textos trabalhados pelos professores, além da locomoção pelo campus.
O pai do jovem, Luis Antônio Garcia, que o acompanha diariamente, diz que a estrutura não é adequada, mas acredita que há uma preocupação da instituição
em avançar.
“O campus tem muitos problemas para o deslocamento de cadeirantes. As calçadas são esburacadas, as rampas de acesso são muito íngremes e os banheiros não
são adequados. Mas a universidade oferece certo apoio aos estudantes e estamos otimistas. Acreditamos que, aos poucos, as coisas vão melhorar”, diz.
fonte jornal do brasil
conquista
de uma vaga em uma universidade pública é um sonho para muitos jovens brasileiros. Dominar o conteúdo exigido no vestibular, no entanto, pode não ser o
principal desafio para que um aluno consiga ingressar em instituições de ensino superior. Segundo relatos de candidatos com deficiência, as dificuldades
começam antes mesmo de chegar aos locais dos exames que, muitas vezes, não oferecem a acessibilidade necessária.
Outras barreiras podem estar embutidas nas próprias questões que os alunos devem resolver nas provas, como contou Maria das Graças Morais, 21 anos. A jovem,
que tentou o vestibular da Universidade de Brasília (UnB) cinco vezes, coleciona relatos de problemas.
“Em uma das provas, uma questão deveria ser feita com base na observação da figura de uma bicicleta. Por incrível que pareça, na prova adaptada para o
braille
não havia a descrição da figura e na prova do ledor, que nos ajuda a saber o que está sendo pedido, também não havia a figura para que ele pudesse descrever
o que estava vendo. Como eu poderia fazer aquela questão?”, questiona a jovem, que tem deficiência visual.
Dados do Censo da Educação Superior de 2010 apontam que em um universo de 6,3 milhões de estudantes matriculados em cursos de graduação, apenas 16.328
universitários
são identificados como pessoas com deficiência. Desse número, 10.470 estão na rede privada. O dado mostra a realidade sobre a dificuldade de ingresso e
permanência dos estudantes com deficiência no ensino superior no Brasil.
Ronan Alves Pereira é
pai
de Tomás Pereira, 20 anos, estudante cego do 5º semestre do curso de letras e tradução em inglês da UnB. Ele também acredita que o filho foi prejudicado
por condições inadequadas nas provas da universidade. Em uma das vezes, o rapaz, que nasceu cego, fez o vestibular da instituição e foram identificados
erros de grafia em enunciados e de transcrição para o braille.
“É uma situação muito grave encontrar uma cadeia química incompleta ou sinais trocados em equações matemáticas: no lugar do sinal de adição, o de subtração.
O resultado nunca daria certo”, conta Ronan.
No entendimento de Tomás, há precariedade no atendimento ao aluno com deficiência.“O atendimento ao aluno e à família das pessoas com deficiência é extremamente
precário. Além disso, não há vontade política de tirar as barreiras. Os problemas são questionados, mas não temos solução. Nas respostas, a universidade
é omissa, discriminadora”, argumenta o estudante, que lamenta por muitos
amigos
com deficiência que não conseguiram entrar na universidade como ele.
“Identificamos várias divergências na prova, foram sucessivos recursos e uma longa jornada até conseguir entrar na faculdade. Há vários colegas que não
têm oportunidade ou conhecimento dos recursos e ficam pelo caminho”, destaca.
Depois de algumas tentativas, Tomás conseguiu entrar na universidade. Para garantir a vaga, contou com a ajuda do pai que checou item a item da prova tradicional
com a prova aplicada ao
filho,
em braille. As dificuldades, no entanto, não acabaram. Ele teve de enfrentar a falta de estrutura para a locomoção dentro docampus.
“Ir ao banheiro, por exemplo, é muito complicado, pois não há identificação nas portas. Outro problema é conseguir mesa para colocar o teclado de braille,
que é grande e não cabe em uma mesa comum. Nem todos os professores se dispõem a compartilhar a sua própria mesa comigo”, conta ele, que diariamente é
obrigado a desviar de bebedores, cadeiras e outros obstáculos com auxílio de uma bengala. É ela que o ajuda a identificar, quando há piso tátil, o caminho
para onde quer chegar.
Luiz Antônio Bichir Garcia, 25 anos, é calouro na UnB. Aluno do primeiro semestre de história, Garcia, que sofre de uma paralisia cerebral, precisa de
estrutura
adaptada para acompanhar as aulas. Ele é cadeirante, tem atrofia nas mãos, não lê e nem escreve. Conta com ajuda de sete tutores da universidade para gravar
as aulas e os textos trabalhados pelos professores, além da locomoção pelo campus.
O pai do jovem, Luis Antônio Garcia, que o acompanha diariamente, diz que a estrutura não é adequada, mas acredita que há uma preocupação da instituição
em avançar.
“O campus tem muitos problemas para o deslocamento de cadeirantes. As calçadas são esburacadas, as rampas de acesso são muito íngremes e os banheiros não
são adequados. Mas a universidade oferece certo apoio aos estudantes e estamos otimistas. Acreditamos que, aos poucos, as coisas vão melhorar”, diz.
fonte jornal do brasil
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