-As 20 dicas a quem queira ajudar algum deficiente visual-
Introdução:
tendo em vista as campanhas a respeito de inclusão e responsabilidade social tão na moda hoje em dia, muitas pessoas super bem intencionadas estão fazendo
grande
confusão a respeito de como e quando ajudarem os deficientes e, sobretudo, no caso presente, os visuais, os quais estão mais expostos ao envolvimento;
isto significa:
deles, os outros podem aproximar-se sem pedir licença; podem olhar para eles e observá-los à vontade, sem que sejam notados... pegam neles sem que tenham
tempo de
reagir e assim por diante.
Portanto, na tentativa de iluminar esta sociedade cheia de boa vontade, alguns deficientes visuais, assistente social, fisioterapeuta e professor, estudantes,
resolveram
trocar idéias e montar 20 dicas que podem ser úteis.
Antes de transmiti-las, apenas alguns esclarecimentos: os deficientes aqui referidos são pessoas que já adquiriram relativa independência, que enfrentam
desafios
e tentam superar as próprias limitações. Os deficientes, como as outras pessoas, são diferentes entre si; cada um tem sua própria história, suas crenças
e valores.
Ainda há muitos que vivem à mercê de seus pais, cônjuges e filhos e não podemos julgá-los. Força é algo interior e pessoal. Esses, neste texto, não precisam
ser
considerados. Estamos referindo-nos àqueles que, com ou sem dificuldade, andam pelas ruas, trabalham, em casa ou fora, possuem apenas a deficiência visual,
estão
inseridos em grupos sociais, enfim, na medida do possível, buscam chegar bem perto do comum das pessoas
1ª - Se encontrar um deficiente visual na rua ou em algum lugar público, não o conhecendo, jamais lhe pergunte, a queima-roupa, onde vai ou onde quer ir.
Esta pergunta
é invasora e indiscreta, sendo bem aceita apenas por conhecidos.
Pergunte-lhe, simplesmente: "Quer ou precisa de alguma ajuda?"
2ª - Se oferecer-lhe ajuda e ele não aceitar, não insista nem se melindre com isto. Se, por um lado, você se sente no dever de ajudar, por outro lado,
ele tem o
direito de não querer ser ajudado.
3ª - Se estiver sentado em um transporte coletivo e vir aproximar-se um DV do seu lugar, com o intento de ser gentil, você pode até perguntar se ele quer
sentar-se,
mas, caso ele lhe agradeça e não queira a gentileza, não fique discutindo, alegando que é perigoso ficar de pé, que ele poderá cair e tudo mais. Lembre-se
de que
deficiência visual não é sinônimo de impossibilidade de equilibrar-se. Para o equilíbrio, bastam as mãos e as pernas. A visão, neste caso, não faz nenhuma
falta.
Além do mais, esses comentários abaixam a auto-estima da pessoa. Assim, em vez de ajudar, você estará atrapalhando.
4ª- Não fique pedindo a terceiros que cedam seu lugar para o DV, primeiramente, porque ele sabe falar por si mesmo, caso queira pedir algo; depois, você
nem sabe
se ele quer o lugar, criando, assim, uma situação constrangedora para ele e para a outra pessoa, sem pensar que você próprio poderá passar vergonha, no
caso dele
ou da outra pessoa não concordar com você. Já houve brigas feias por causa disto e não vale a pena.
5ª Jamais fale em nome de um DV. Ele é capaz de expressar-se normalmente, sem a intervenção de terceiros. Se quem está relacionando-se com o deficiente
insistir
em usá-lo como intermediário, educadamente, peça-lhe que se dirija, sem medo, ao outro.
6ª - Quando estiver prestando alguma ajuda, jamais fique dizendo frases de suposta solidariedade, como: "é duro não enxergar; Ne?" "Para a gente que vê
já é difícil;
imagine para vocês!" Assim, em vez de mostrar-se um bom companheiro, você estará colocando-se em uma posição de superioridade, criando uma barreira entre
si e seu
auxiliado.
7ª -- Quando estiver acompanhando um DV, jamais fique insinuando que ele deveria ter um acompanhante. Se ele está sozinho, é porque não está precisando
de outra
pessoa o tempo todo, apenas de um facilitador para algumas situações, como em travessias difíceis e tal facilitador, algumas vezes, pode ser você mesmo.
. Além disto,
você está ajudando porque quer e não tem o direito de ficar dando opinião sobre o que ele deve fazer. Colaborar com alguém, de vez em quando, seja no que
for, é
uma responsabilidade social conferida a todos nós pelo próprio Deus, como prova de gratidão pelas dádivas recebidas.
8ª - Quando estiver andando ao lado do DV, não precisa ficar o tempo todo avisando-lhe subidas e descidas. Ofereça-lhe o cotovelo e, sentindo seus movimentos,
ele
o acompanhará sem dificuldade. Aproveite para falar outros assuntos.
9ª - Jamais ofereça ajuda, sob o pretexto de que para o DV é difícil fazer o que quer que seja. É comum alguém chegar à casa de um DV, principalmente mulher
e querer
tomar a frente nos serviços. Isto, em vez de gentileza, é falta de respeito com a privacidade da outra pessoa, além de subestimá-la.
10ª - Se possível, antes de tocar na pessoa do DV, cumprimente-o ou dirija-lhe alguma palavra. O toque, por mais bem intensionado que seja, é muito invasor,
principalmente
quando se trata de quem não pode ver.
A invasão do toque pode estender-se também aos objetos de apoio utilizados pelas pessoas com deficiência: bengala branca, moleta, cadeira-de-rodas, etc.
Há pessoas
que dizem que pegam direto porque não sabem o que falar. Digam-lhe apenas o motivo porque o estão tocando: um buraco, um orelhão, uma caixa de correio,
um carrinho
de papel ou coisa parecida, objetos que a bengala branca às vezes não identifica a tempo. Abrindo um parêntese: se o obstáculo não for demasiado perigoso,
como esses
que foram citados, deixe a pessoa à vontade, porque, talvez, aquilo seja até uma referência para ela, no caso de passar sempre pelo mesmo lugar.
11ª -- Não fique querendo ensinar as pessoas que não enxergam a fazer as coisas. Elas têm seu próprio jeito e experiência, que podem, aliás, ser até maiores
que
as suas. Portanto, mesmo que, dentro da sua razão, você pense que há jeitos melhores, dê-lhes o direito de pensar diferente.
12ª - Saiba que escada é obstáculo para cadeirantes ou pessoas que usam moleta e não para deficientes visuais. Portanto, não fique fazendo caminho mais
longo em
busca de rampas.
13ª - Quando ajudar um DV, não fique dizendo-lhe que está fazendo-lhe um favor, ainda mais se a idéia de ajudar tiver partido de você. Isto causa humilhação
e até
antipatia Também, educadamente, desaprove quem ficar exaltando exageradamente seu gesto, nobre, na verdade, mas não tão heróico assim.
14ª - Jamais fique insinuando que a ajuda sua ou de quem quer que seja é indispensável, porque o DV desenvolve seus próprios recursos, com os meios que
Deus e a
natureza disponibilizam a todos os seres. Só lhe falta a visão e, mesmo assim, os outros sentidos, bem trabalhados e estimulados, substituem-na em vários
aspectos.
15ª - Não trate o DV com excesso de mimo e com super proteção, como se estivesse lidando com uma criancinha ou um doente. A limitação visual como qualquer
outra,
se bem trabalhada, torna as pessoas fortes, desafiadoras, maduras e independentes, não necessitando de excesso de cuidados. Além disto, é bom que se saiba
que super
proteção é preconceito velado.
16ª - Não fique pegando no DV quando ele estiver subindo ou descendo de um transporte coletivo. Isto só incomoda. Aliás, falando em transporte coletivo,
aqui vai
uma recomendação especial para motoristas e cobradores que atuam nessesônibus comuns, ou seja, aqueles que não são bi-articulados ou ligeirinhos. Vocês
não precisam
sair do seu posto para atenderem ao deficiente visual. Se puderem, parem o ônibus o mais próximo poss´´ivel dele. Se houver mais de um ônibus que pare
no mesmo lugar,
digam qual é o que está parando. Não precisam ficar avisando-lhes sobre os degraus, porque o DV que anda sozinho já está bem acostumado com a estrutura
do transporte.
17ª - Não torne a limitação do deficiente visual maior do que é, querendo fazer para ele ou por ele o que pode fazer sozinho. Exemplo: é comum, quando
precisa abrir
uu fechar uma porta ou portão alguém correr à sua frente para fazer isto para ele e, muitas vezes, além de não ajudar, acaba atrapalhando.
18 - Evite alguns gestos que só prejudicam: puxar o braço da pessoa, sobretudo, apertando, como para segurá-la. Isto descoordena todos os movimentos e
até machuca;
ficar empurrando-a pelas costas ou passando o braço por trás. Pode ser até carinhoso, mas é incômodo, pelo menos para a maioria das pessoas.
19 - Cuidado com certas perguntas ou comentários enquanto ajuda, coisas que você não diz a pessoas estranhas comuns: "Está indo dar uma passeadinha" "Passeando
a
esta hora?" Comentários como estes podem ser até inocentes, mas, com certeza, você não os faria para outras pessoas. Em outras palavras, você quer dizer
que deficiente
não trabalha nem tem grandes compromissos; portanto, pode passear a qualquer hora. Caso queira mesmo ter um diálogo, pergunte como o faria com as outras
pessoas:
"você trabalha? Estuda?" A-demais, ficar perguntando a alguém se está indo passear, salvo, talvez, em um final de semana, pode até magoar, porque, às vezes,
a pessoa
está indo resolver uma situação triste e está bem chateada.
20ª Esta não é uma dica, mas uma reflexão: as pessoas precisam entender que excesso de ajuda e proteção humilha. Portanto, não é sinônimo de boa educação.
O excesso
de zelo constrange e tira a liberdade, por mais bem intensionado que seja. Portanto, não se assuste, se, às vezes, o deficiente trata você com uma certa
dureza.
Ele está apenas tentando ser respeitado em sua dignidade pessoal a qual você está violando, quando o trata como um coitadinho, um inválido ou incapaz.
Nem mesmo
uma criança em pleno juízo gosta de ser tratada assim. O verdadeiro amor ao próximo é aquele que cria nele confiança, liberdade e auto-determinação. Quem
trata os
outros com excesso de proteção, na verdade, não está em uma relação de ajuda, mas de poder e
manipulação. Está usando o outro e até abusando dele
Enfim, ao ler isto, você pode estar até pensando que é muito complicado; que o deficiente visual é muito melindroso e que é melhor nem tentar ajudá-lo.
Isto não é verdade. É que ele tem os mesmos sentimentos que os outros seres humanos. Se você puser sua imaginação para funcionar, inclusive fechando os
olhos de
vez em quando, vai entender. Você gostaria de que, sem você poder ver, alguém lhe agarrasse ou apertasse o braço sem dizer nada? Você fica contente quando
alguém
lhe diz que você é incapaz de fazer alguma coisa, quando tem certeza de que é capaz? Você gosta de opiniões alheias, quando não as pediu? Então: saiba
que o deficiente
visual enfrenta essas coisas diariamente e quando, lá uma vez ou outra, perde a paciência por ser tão desrespeitado em sua privacidade e dignidade, chamam-no
"revoltado";
"ingrato"; "complexado" "ignorante" Pense nisto; mas pense agora.
Seção da mensagem anexada
REPASSANDO
Texto que foi assinado por Maria do Carmo Santiago.
-As 20 dicas a quem queira ajudar algum deficiente visual-
Introdução:
tendo em vista as campanhas a respeito de inclusão e responsabilidade social tão na moda hoje em dia, muitas pessoas super bem intencionadas estão fazendo
grande
confusão a respeito de como e quando ajudarem os deficientes e, sobretudo, no caso presente, os visuais, os quais estão mais expostos ao envolvimento;
isto significa:
deles, os outros podem aproximar-se sem pedir licença; podem olhar para eles e observá-los à vontade, sem que sejam notados... pegam neles sem que tenham
tempo de
reagir e assim por diante.
Portanto, na tentativa de iluminar esta sociedade cheia de boa vontade, alguns deficientes visuais, assistente social, fisioterapeuta e professor, estudantes,
resolveram
trocar idéias e montar 20 dicas que podem ser úteis.
Antes de transmiti-las, apenas alguns esclarecimentos: os deficientes aqui referidos são pessoas que já adquiriram relativa independência, que enfrentam
desafios
e tentam superar as próprias limitações. Os deficientes, como as outras pessoas, são diferentes entre si; cada um tem sua própria história, suas crenças
e valores.
Ainda há muitos que vivem à mercê de seus pais, cônjuges e filhos e não podemos julgá-los. Força é algo interior e pessoal. Esses, neste texto, não precisam
ser
considerados. Estamos referindo-nos àqueles que, com ou sem dificuldade, andam pelas ruas, trabalham, em casa ou fora, possuem apenas a deficiência visual,
estão
inseridos em grupos sociais, enfim, na medida do possível, buscam chegar bem perto do comum das pessoas
1ª - Se encontrar um deficiente visual na rua ou em algum lugar público, não o conhecendo, jamais lhe pergunte, a queima-roupa, onde vai ou onde quer ir.
Esta pergunta
é invasora e indiscreta, sendo bem aceita apenas por conhecidos.
Pergunte-lhe, simplesmente: "Quer ou precisa de alguma ajuda?"
2ª - Se oferecer-lhe ajuda e ele não aceitar, não insista nem se melindre com isto. Se, por um lado, você se sente no dever de ajudar, por outro lado,
ele tem o
direito de não querer ser ajudado.
3ª - Se estiver sentado em um transporte coletivo e vir aproximar-se um DV do seu lugar, com o intento de ser gentil, você pode até perguntar se ele quer
sentar-se,
mas, caso ele lhe agradeça e não queira a gentileza, não fique discutindo, alegando que é perigoso ficar de pé, que ele poderá cair e tudo mais. Lembre-se
de que
deficiência visual não é sinônimo de impossibilidade de equilibrar-se. Para o equilíbrio, bastam as mãos e as pernas. A visão, neste caso, não faz nenhuma
falta.
Além do mais, esses comentários abaixam a auto-estima da pessoa. Assim, em vez de ajudar, você estará atrapalhando.
4ª- Não fique pedindo a terceiros que cedam seu lugar para o DV, primeiramente, porque ele sabe falar por si mesmo, caso queira pedir algo; depois, você
nem sabe
se ele quer o lugar, criando, assim, uma situação constrangedora para ele e para a outra pessoa, sem pensar que você próprio poderá passar vergonha, no
caso dele
ou da outra pessoa não concordar com você. Já houve brigas feias por causa disto e não vale a pena.
5ª Jamais fale em nome de um DV. Ele é capaz de expressar-se normalmente, sem a intervenção de terceiros. Se quem está relacionando-se com o deficiente
insistir
em usá-lo como intermediário, educadamente, peça-lhe que se dirija, sem medo, ao outro.
6ª - Quando estiver prestando alguma ajuda, jamais fique dizendo frases de suposta solidariedade, como: "é duro não enxergar; Ne?" "Para a gente que vê
já é difícil;
imagine para vocês!" Assim, em vez de mostrar-se um bom companheiro, você estará colocando-se em uma posição de superioridade, criando uma barreira entre
si e seu
auxiliado.
7ª -- Quando estiver acompanhando um DV, jamais fique insinuando que ele deveria ter um acompanhante. Se ele está sozinho, é porque não está precisando
de outra
pessoa o tempo todo, apenas de um facilitador para algumas situações, como em travessias difíceis e tal facilitador, algumas vezes, pode ser você mesmo.
. Além disto,
você está ajudando porque quer e não tem o direito de ficar dando opinião sobre o que ele deve fazer. Colaborar com alguém, de vez em quando, seja no que
for, é
uma responsabilidade social conferida a todos nós pelo próprio Deus, como prova de gratidão pelas dádivas recebidas.
8ª - Quando estiver andando ao lado do DV, não precisa ficar o tempo todo avisando-lhe subidas e descidas. Ofereça-lhe o cotovelo e, sentindo seus movimentos,
ele
o acompanhará sem dificuldade. Aproveite para falar outros assuntos.
9ª - Jamais ofereça ajuda, sob o pretexto de que para o DV é difícil fazer o que quer que seja. É comum alguém chegar à casa de um DV, principalmente mulher
e querer
tomar a frente nos serviços. Isto, em vez de gentileza, é falta de respeito com a privacidade da outra pessoa, além de subestimá-la.
10ª - Se possível, antes de tocar na pessoa do DV, cumprimente-o ou dirija-lhe alguma palavra. O toque, por mais bem intensionado que seja, é muito invasor,
principalmente
quando se trata de quem não pode ver.
A invasão do toque pode estender-se também aos objetos de apoio utilizados pelas pessoas com deficiência: bengala branca, moleta, cadeira-de-rodas, etc.
Há pessoas
que dizem que pegam direto porque não sabem o que falar. Digam-lhe apenas o motivo porque o estão tocando: um buraco, um orelhão, uma caixa de correio,
um carrinho
de papel ou coisa parecida, objetos que a bengala branca às vezes não identifica a tempo. Abrindo um parêntese: se o obstáculo não for demasiado perigoso,
como esses
que foram citados, deixe a pessoa à vontade, porque, talvez, aquilo seja até uma referência para ela, no caso de passar sempre pelo mesmo lugar.
11ª -- Não fique querendo ensinar as pessoas que não enxergam a fazer as coisas. Elas têm seu próprio jeito e experiência, que podem, aliás, ser até maiores
que
as suas. Portanto, mesmo que, dentro da sua razão, você pense que há jeitos melhores, dê-lhes o direito de pensar diferente.
12ª - Saiba que escada é obstáculo para cadeirantes ou pessoas que usam moleta e não para deficientes visuais. Portanto, não fique fazendo caminho mais
longo em
busca de rampas.
13ª - Quando ajudar um DV, não fique dizendo-lhe que está fazendo-lhe um favor, ainda mais se a idéia de ajudar tiver partido de você. Isto causa humilhação
e até
antipatia Também, educadamente, desaprove quem ficar exaltando exageradamente seu gesto, nobre, na verdade, mas não tão heróico assim.
14ª - Jamais fique insinuando que a ajuda sua ou de quem quer que seja é indispensável, porque o DV desenvolve seus próprios recursos, com os meios que
Deus e a
natureza disponibilizam a todos os seres. Só lhe falta a visão e, mesmo assim, os outros sentidos, bem trabalhados e estimulados, substituem-na em vários
aspectos.
15ª - Não trate o DV com excesso de mimo e com super proteção, como se estivesse lidando com uma criancinha ou um doente. A limitação visual como qualquer
outra,
se bem trabalhada, torna as pessoas fortes, desafiadoras, maduras e independentes, não necessitando de excesso de cuidados. Além disto, é bom que se saiba
que super
proteção é preconceito velado.
16ª - Não fique pegando no DV quando ele estiver subindo ou descendo de um transporte coletivo. Isto só incomoda. Aliás, falando em transporte coletivo,
aqui vai
uma recomendação especial para motoristas e cobradores que atuam nesses ônibus comuns, ou seja, aqueles que não são bi-articulados ou ligeirinhos. Vocês
não precisam
sair do seu posto para atenderem ao deficiente visual. Se puderem, parem o ônibus o mais próximo poss´´ivel dele. Se houver mais de um ônibus que pare
no mesmo lugar,
digam qual é o que está parando. Não precisam ficar avisando-lhes sobre os degraus, porque o DV que anda sozinho já está bem acostumado com a estrutura
do transporte.
17ª - Não torne a limitação do deficiente visual maior do que é, querendo fazer para ele ou por ele o que pode fazer sozinho. Exemplo: é comum, quando
precisa abrir
uu fechar uma porta ou portão alguém correr à sua frente para fazer isto para ele e, muitas vezes, além de não ajudar, acaba atrapalhando.
18 - Evite alguns gestos que só prejudicam: puxar o braço da pessoa, sobretudo, apertando, como para segurá-la. Isto descoordena todos os movimentos e
até machuca;
ficar empurrando-a pelas costas ou passando o braço por trás. Pode ser até carinhoso, mas é incômodo, pelo menos para a maioria das pessoas.
19 - Cuidado com certas perguntas ou comentários enquanto ajuda, coisas que você não diz a pessoas estranhas comuns: "Está indo dar uma passeadinha" "Passeando
a
esta hora?" Comentários como estes podem ser até inocentes, mas, com certeza, você não os faria para outras pessoas. Em outras palavras, você quer dizer
que deficiente
não trabalha nem tem grandes compromissos; portanto, pode passear a qualquer hora. Caso queira mesmo ter um diálogo, pergunte como o faria com as outras
pessoas:
"você trabalha? Estuda?" A-demais, ficar perguntando a alguém se está indo passear, salvo, talvez, em um final de semana, pode até magoar, porque, às vezes,
a pessoa
está indo resolver uma situação triste e está bem chateada.
20ª Esta não é uma dica, mas uma reflexão: as pessoas precisam entender que excesso de ajuda e proteção humilha. Portanto, não é sinônimo de boa educação.
O excesso
de zelo constrange e tira a liberdade, por mais bem intensionado que seja. Portanto, não se assuste, se, às vezes, o deficiente trata você com uma certa
dureza.
Ele está apenas tentando ser respeitado em sua dignidade pessoal a qual você está violando, quando o trata como um coitadinho, um inválido ou incapaz.
Nem mesmo
uma criança em pleno juízo gosta de ser tratada assim. O verdadeiro amor ao próximo é aquele que cria nele confiança, liberdade e auto-determinação. Quem
trata os
outros com excesso de proteção, na verdade, não está em uma relação de ajuda, mas de poder e
manipulação. Está usando o outro e até abusando dele
Enfim, ao ler isto, você pode estar até pensando que é muito complicado; que o deficiente visual é muito melindroso e que é melhor nem tentar ajudá-lo.
Isto não é verdade. É que ele tem os mesmos sentimentos que os outros seres humanos. Se você puser sua imaginação para funcionar, inclusive fechando os
olhos de
vez em quando, vai entender. Você gostaria de que, sem você poder ver, alguém lhe agarrasse ou apertasse o braço sem dizer nada? Você fica contente quando
alguém
lhe diz que você é incapaz de fazer alguma coisa, quando tem certeza de que é capaz? Você gosta de opiniões alheias, quando não as pediu? Então: saiba
que o deficiente
visual enfrenta essas coisas diariamente e quando, lá uma vez ou outra, perde a paciência por ser tão desrespeitado em sua privacidade e dignidade, chamam-no
"revoltado";
"ingrato"; "complexado" "ignorante" Pense nisto; mas pense agora.
--
fonte:testo escrito e assinado por maria do carmo santiago
sexta-feira, 3 de agosto de 2012
quinta-feira, 2 de agosto de 2012
Caixa Econômica Federal lança app oficial para iPhone !
Demorou, mas a Caixa Econômica Federal finalmente lançou seu aplicativo oficial para iPhone (e iPod touch). O aplicativo, que requer o iOS 4 ou posterior,
oferece recursos básicos para os correntistas do banco.
Com ele é possível acessar o saldo ou extrato da conta, fazer pagamentos e transferências (requer assinatura eletrônica), consultar os resultados das loterias
da Caixa e mais.
O aplicativo está disponível gratuitamente na App Store da Apple.
http://itunes.apple.com/br/app/caixa/id490813624?mt=8
Fonte:
http://www.baboo.com.br/conteudo/modelos/Caixa-Economica-Federal-lanca-app-oficial-para-iPhone_a50157_z396.aspx
oferece recursos básicos para os correntistas do banco.
Com ele é possível acessar o saldo ou extrato da conta, fazer pagamentos e transferências (requer assinatura eletrônica), consultar os resultados das loterias
da Caixa e mais.
O aplicativo está disponível gratuitamente na App Store da Apple.
http://itunes.apple.com/br/app/caixa/id490813624?mt=8
Fonte:
http://www.baboo.com.br/conteudo/modelos/Caixa-Economica-Federal-lanca-app-oficial-para-iPhone_a50157_z396.aspx
Microsoft anuncia a versão final do Windows 8
Microsoft anuncia a versão final do Windows 8
Confirmando as informações anteriores, a Microsoft anunciou hoje a versão final do Windows 8, seu novo sistema operacional para desktops e portáteis (notebooks,
ultrabooks e tablets).
O sistema operacional será lançado oficialmente no dia 26 de outubro em todo o mundo e usuários que comprarem novos PCs, notebooks ou ultrabooks com o
Windows 7 terão direito ao upgrade para o Windows 8 Pro por R$ 29. Mais detalhes sobre o programa de upgrade podem ser encontrados aqui.
Empresas, profissionais de TI e desenvolvedores poderão obter a versão final do Windows 8 antes do lançamento oficial em outubro.
Confira abaixo as datas:
• 15 de agosto de 2012: A versão final do Windows 8 estará disponível para os desenvolvedores assinantes da MSDN.
• 15 de agosto de 2012: A versão final do Windows 8 estará disponível para os profissionais de TI assinantes da TechNet.
• 16 de agosto de 2012: Empresas com contratos de Software Assurance poderão obter o Windows 8 Enterprise através do Volume License Service Center (VLSC).
• 16 de agosto de 2012: A versão final do Windows 8 estará disponível para membros da Microsoft Partner Network.
• 20 de agosto de 2012: A versão final do Windows 8 estará disponível para os Microsoft Action Pack Providers (MAPS).
• 1 de setembro de 2012: Clientes com licenciamento por volume sem Software Assurance poderão comprar o Windows 8 através dos revendedores autorizados
pela Microsoft.
Fonte:
http://www.baboo.com.br/conteudo/modelos/Microsoft-anuncia-a-versao-final-do-Windows-8_a50147_z396.aspx
Confirmando as informações anteriores, a Microsoft anunciou hoje a versão final do Windows 8, seu novo sistema operacional para desktops e portáteis (notebooks,
ultrabooks e tablets).
O sistema operacional será lançado oficialmente no dia 26 de outubro em todo o mundo e usuários que comprarem novos PCs, notebooks ou ultrabooks com o
Windows 7 terão direito ao upgrade para o Windows 8 Pro por R$ 29. Mais detalhes sobre o programa de upgrade podem ser encontrados aqui.
Empresas, profissionais de TI e desenvolvedores poderão obter a versão final do Windows 8 antes do lançamento oficial em outubro.
Confira abaixo as datas:
• 15 de agosto de 2012: A versão final do Windows 8 estará disponível para os desenvolvedores assinantes da MSDN.
• 15 de agosto de 2012: A versão final do Windows 8 estará disponível para os profissionais de TI assinantes da TechNet.
• 16 de agosto de 2012: Empresas com contratos de Software Assurance poderão obter o Windows 8 Enterprise através do Volume License Service Center (VLSC).
• 16 de agosto de 2012: A versão final do Windows 8 estará disponível para membros da Microsoft Partner Network.
• 20 de agosto de 2012: A versão final do Windows 8 estará disponível para os Microsoft Action Pack Providers (MAPS).
• 1 de setembro de 2012: Clientes com licenciamento por volume sem Software Assurance poderão comprar o Windows 8 através dos revendedores autorizados
pela Microsoft.
Fonte:
http://www.baboo.com.br/conteudo/modelos/Microsoft-anuncia-a-versao-final-do-Windows-8_a50147_z396.aspx
ATLETISMO!
O atletismo é uma das modalidades mais praticadas pelas pessoas com deficiência. O que contribui para a difusão da modalidade é o fácil acesso e a naturalidade
dos movimentos, já que correr, saltar, lançar e arremessar são ações que proporcionam a sobrevivência do Homem. Buscando correr mais rápido, saltar mais
alto, arremessar mais distante, superar seus próprios limites, esses atletas competem em provas de pista (velocidade, meio fundo, fundo e revezamento),
de salto (em distância, em altura e triplo), de arremesso / lançamento (de peso, de disco e de dardo), de rua (maratonas) e combinadas (pentatlo). Alguns
competem em cadeiras de rodas, outros com próteses, enquanto atletas com deficiência visual total ou parcial participam das provas com um guia vidente.
O atletismo faz parte do programa paraolímpico desde a primeira edição dos jogos, em 1960. Contudo, somente em 1984 que o Brasil conquistou suas primeiras
medalhas.
Os atletas competem dentro de suas categorias, que são:
Lista de 5 items
• As classes 11, 12 e 13, que abrangem os diferentes níveis de deficiência visual.
• A classe 20, que abrange os atletas com deficiência intelectual.
• As classes 32-38, que abrangem os atletas com diferentes níveis de paralisia cerebral – tanto cadeirantes (32-34), quanto não-cadeirantes (35-38).
• As classes 40-46, que abrangem atletas não-cadeirantes com diferentes níveis de amputação ou outras deficiências, incluindo "les autres" (por exemplo,
nanismo).
• As classes 51-58, que abrangem atletas cadeirantes com diferentes níveis de lesão medular e amputações.
fim da lista
F” representa classes de Field campo), e “T” representa classes de Track (pista).
Os atletas B1 utilizam um atleta-guia para sua condução. É o guia que conduz o atleta pela pista, evitando que invada a raia adversária. Eles são ligados
através de uma cordinha pelo pulso ou pela mão. Em provas de campo, o guia posiciona o atleta, dando-lhe a direção.
O atleta B2 pode, opcionalmente, usar o guia; contudo, mesmo sem ele, tem direito a duas raias em provas de pista. Já o B3 não tem direito as duas raias,
sendo as regras, as mesmas da federação internacional de atletismo.
Fonte:
CBDC -
www.cbdc.org.br
CPB -
www.cpb.org.br
dos movimentos, já que correr, saltar, lançar e arremessar são ações que proporcionam a sobrevivência do Homem. Buscando correr mais rápido, saltar mais
alto, arremessar mais distante, superar seus próprios limites, esses atletas competem em provas de pista (velocidade, meio fundo, fundo e revezamento),
de salto (em distância, em altura e triplo), de arremesso / lançamento (de peso, de disco e de dardo), de rua (maratonas) e combinadas (pentatlo). Alguns
competem em cadeiras de rodas, outros com próteses, enquanto atletas com deficiência visual total ou parcial participam das provas com um guia vidente.
O atletismo faz parte do programa paraolímpico desde a primeira edição dos jogos, em 1960. Contudo, somente em 1984 que o Brasil conquistou suas primeiras
medalhas.
Os atletas competem dentro de suas categorias, que são:
Lista de 5 items
• As classes 11, 12 e 13, que abrangem os diferentes níveis de deficiência visual.
• A classe 20, que abrange os atletas com deficiência intelectual.
• As classes 32-38, que abrangem os atletas com diferentes níveis de paralisia cerebral – tanto cadeirantes (32-34), quanto não-cadeirantes (35-38).
• As classes 40-46, que abrangem atletas não-cadeirantes com diferentes níveis de amputação ou outras deficiências, incluindo "les autres" (por exemplo,
nanismo).
• As classes 51-58, que abrangem atletas cadeirantes com diferentes níveis de lesão medular e amputações.
fim da lista
F” representa classes de Field campo), e “T” representa classes de Track (pista).
Os atletas B1 utilizam um atleta-guia para sua condução. É o guia que conduz o atleta pela pista, evitando que invada a raia adversária. Eles são ligados
através de uma cordinha pelo pulso ou pela mão. Em provas de campo, o guia posiciona o atleta, dando-lhe a direção.
O atleta B2 pode, opcionalmente, usar o guia; contudo, mesmo sem ele, tem direito a duas raias em provas de pista. Já o B3 não tem direito as duas raias,
sendo as regras, as mesmas da federação internacional de atletismo.
Fonte:
CBDC -
www.cbdc.org.br
CPB -
www.cpb.org.br
quarta-feira, 1 de agosto de 2012
Com a implantação do nono dígito nos celulares com DDD 11, alguns usuários podem ter encontrado problemas no uso dos aplicativos Viber, iMessage e WhatsApp.!
Com a implantação do nono dígito nos celulares com DDD 11, alguns usuários podem ter encontrado problemas no uso dos aplicativos Viber, iMessage e WhatsApp.
Se você usa um deles, siga os passo abaixo.
Viber
O primeiro passo é desativar a conta. O nome da opção varia de acordo com a versão do aplicativo (no Windows Phone é em Settings > Deactivate Viber).
Depois basta refazer o cadastro já acrescentando o nono dígito ao número do seu telefone.
iMessage
Em seu iPad ou iPhone, entre em Ajustes, toque em Telefone e adicione o nono dígito ao número.
Agora toque em FaceTime, desative e ative-o novamente. Digite a senha do seu Apple ID e o número já deve aparecer com o nono dígito.
Por último, toque em Mensagens e desative o iMessage. Ative-o novamente e digite a senha do seu Apple ID.
WhatsApp
No caso do WhatsApp, o FAQ oficial recomenda os seguintes passos:
- Atualize o status do WhatsApp adicionando o número já com o novo dígito.
- Remova o aplicativo WhatsApp, instale-o novamente e registre-se usando o número já com o nono dígito.
Fonte:
http://www.baboo.com.br/conteudo/modelos/Solucione-problemas-com-o-nono-digito-no-iMessage-WhatsApp-e-Viber_a50117_z396.aspx
Se você usa um deles, siga os passo abaixo.
Viber
O primeiro passo é desativar a conta. O nome da opção varia de acordo com a versão do aplicativo (no Windows Phone é em Settings > Deactivate Viber).
Depois basta refazer o cadastro já acrescentando o nono dígito ao número do seu telefone.
iMessage
Em seu iPad ou iPhone, entre em Ajustes, toque em Telefone e adicione o nono dígito ao número.
Agora toque em FaceTime, desative e ative-o novamente. Digite a senha do seu Apple ID e o número já deve aparecer com o nono dígito.
Por último, toque em Mensagens e desative o iMessage. Ative-o novamente e digite a senha do seu Apple ID.
No caso do WhatsApp, o FAQ oficial recomenda os seguintes passos:
- Atualize o status do WhatsApp adicionando o número já com o novo dígito.
- Remova o aplicativo WhatsApp, instale-o novamente e registre-se usando o número já com o nono dígito.
Fonte:
http://www.baboo.com.br/conteudo/modelos/Solucione-problemas-com-o-nono-digito-no-iMessage-WhatsApp-e-Viber_a50117_z396.aspx
Cidades de Mato Grosso terão residências inclusivas!
Cidades de Mato Grosso terão residências inclusivas
Essas residências devem abrigar crianças e adolescentes com deficiência abandonados ou retirados dos pais que vivem em abrigos públicos. Também terá, em
Cuiabá, um “Centro de Dia”, uma unidade de saúde, cultura e lazer voltada aos deficientes que vivem segregados.
Municípios mato-grossenses devem ganhar residências inclusivas, lares para abrigar crianças e adolescentes com deficiência abandonados ou retirados dos
pais que vivem em abrigos públicos. Cada casa terá capacidade para 30 moradores. Também terá, em Cuiabá, um “Centro de Dia”, uma unidade de saúde, cultura
e lazer voltada aos deficientes que vivem segregados.
07/806340_high_sign_5
Estes projetos, cujo anúncio foi feito pelo Secretário Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Antonio José Ferreira, integram as ações
da “Caravana dos Direitos Humanos”, que Cuiabá recebeu ontem sob a liderança da ministra chefe da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República,
Maria do Rosário Nunes.
Antonio José Ferreira, que é deficiente visual, observou que os dois projetos estão dentro do programa “Viver sem Limite”, instituído em respeito aos direitos
e buscando a melhoria da qualidade de vida dos deficientes.
Para os 45 milhões brasileiros que tem alguma deficiência, dos quais 669 mil vivem em Mato Grosso, o programa prevê R$ 7,6 bilhões para essas ações e outras
como construção de 1,2 milhão de casas adaptáveis dentro do Minha Casa, Minha Vida 2 (até 2014), introdução de novos exames para identificação precoce
de deficiências e definição de diretrizes terapêuticas.
Como parte das atividades da “Caravana”, a ministra e o governador Silval Barbosa assinaram termos de cooperação e de parceria, além de tem inaugurado o
Centro de Referência em Direitos Humanos de Cuiabá, na rua Pedro Celestino, e abrir a exposição “Verdade da Repressão”.
O governador e a ministra também trataram de questões relacionadas ao trabalho escravo, violência contra a mulher, trabalho infantil, proteção às vítimas
e testemunhas, políticas públicas para pessoas idosas, plano de enfrentamento à tortura, além de segurança pública.
Maria do Rosário disse que além de selar parceria e fazer o reconhecimento dos avanços das ações do Estado no combate ao trabalho escravo, veio a Mato Grosso
com a missão de mobilizar e mostrar à sociedade que a defesa dos direitos humanos diz respeito a todos.
Ela observa que discutiu com Silval a proposta de redução do ICMS (assim como do IPI) para que as medidas de acessibilidade às pessoas com deficiência possam
beneficiar aquele que busca comprar um carro.
Silval considerou a visita bastante proveitosa e disse que a acessibilidade é uma questão que vem sendo discutida internamente no governo entre diversas
secretarias. Também informou que dentro das ações voltadas aos direitos humanos o governo está elaborando um amplo programa de capacitação de reeducando.
Hoje, no último dia da “Caravana dos Direitos Humanos” em Cuiabá, acontecem no Colégio Presidente Médici, oficinas sobre diversos temas envolvendo direitos
humanos.
Fonte:
http://www.diariodecuiaba.com.br
Essas residências devem abrigar crianças e adolescentes com deficiência abandonados ou retirados dos pais que vivem em abrigos públicos. Também terá, em
Cuiabá, um “Centro de Dia”, uma unidade de saúde, cultura e lazer voltada aos deficientes que vivem segregados.
Municípios mato-grossenses devem ganhar residências inclusivas, lares para abrigar crianças e adolescentes com deficiência abandonados ou retirados dos
pais que vivem em abrigos públicos. Cada casa terá capacidade para 30 moradores. Também terá, em Cuiabá, um “Centro de Dia”, uma unidade de saúde, cultura
e lazer voltada aos deficientes que vivem segregados.
07/806340_high_sign_5
Estes projetos, cujo anúncio foi feito pelo Secretário Nacional de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência, Antonio José Ferreira, integram as ações
da “Caravana dos Direitos Humanos”, que Cuiabá recebeu ontem sob a liderança da ministra chefe da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República,
Maria do Rosário Nunes.
Antonio José Ferreira, que é deficiente visual, observou que os dois projetos estão dentro do programa “Viver sem Limite”, instituído em respeito aos direitos
e buscando a melhoria da qualidade de vida dos deficientes.
Para os 45 milhões brasileiros que tem alguma deficiência, dos quais 669 mil vivem em Mato Grosso, o programa prevê R$ 7,6 bilhões para essas ações e outras
como construção de 1,2 milhão de casas adaptáveis dentro do Minha Casa, Minha Vida 2 (até 2014), introdução de novos exames para identificação precoce
de deficiências e definição de diretrizes terapêuticas.
Como parte das atividades da “Caravana”, a ministra e o governador Silval Barbosa assinaram termos de cooperação e de parceria, além de tem inaugurado o
Centro de Referência em Direitos Humanos de Cuiabá, na rua Pedro Celestino, e abrir a exposição “Verdade da Repressão”.
O governador e a ministra também trataram de questões relacionadas ao trabalho escravo, violência contra a mulher, trabalho infantil, proteção às vítimas
e testemunhas, políticas públicas para pessoas idosas, plano de enfrentamento à tortura, além de segurança pública.
Maria do Rosário disse que além de selar parceria e fazer o reconhecimento dos avanços das ações do Estado no combate ao trabalho escravo, veio a Mato Grosso
com a missão de mobilizar e mostrar à sociedade que a defesa dos direitos humanos diz respeito a todos.
Ela observa que discutiu com Silval a proposta de redução do ICMS (assim como do IPI) para que as medidas de acessibilidade às pessoas com deficiência possam
beneficiar aquele que busca comprar um carro.
Silval considerou a visita bastante proveitosa e disse que a acessibilidade é uma questão que vem sendo discutida internamente no governo entre diversas
secretarias. Também informou que dentro das ações voltadas aos direitos humanos o governo está elaborando um amplo programa de capacitação de reeducando.
Hoje, no último dia da “Caravana dos Direitos Humanos” em Cuiabá, acontecem no Colégio Presidente Médici, oficinas sobre diversos temas envolvendo direitos
humanos.
Fonte:
http://www.diariodecuiaba.com.br
NATAÇAO!
A natação, assim como o atletismo, basquete em cadeira de rodas, está presente no programa oficial de competições desde a primeira Paraolimpíada em Roma
(1960). Homens e mulheres sempre estiveram nas piscinas em busca de medalhas. O Brasil conquistou suas primeiras medalhas em 1984, na Inglaterra.
A modalidade pode ser praticada por qualquer pessoa, de qualquer idade. Muitos dos grandes atletas iniciaram na natação como terapia e isso ocorre muito
entre os atletas deficientes, em especial, os atletas com paralisia.
Na natação competem atletas com todos os tipos de deficiência (física e visual) em provas como nos 50m aos 400m no estilo livre, dos 50m aos 100m nos estilos
peito, costas e borboleta. O medley é disputado em provas de 150m e 200m. As provas são divididas na categoria masculino e feminino, seguindo as regras
do IPC Swimming, órgão responsável pela natação no Comitê Paraolímpico Internacional. Contudo, em competições nacionais ou até como apresentação, qualquer
distância pode ser feita entre estes deficientes, inclusive, travessias.
As adaptações, são feitas nas largadas, viradas e chegadas. Os nadadores cegos recebem um aviso do “tapper”, por meio de um bastão com uma ponta de espuma,
quando estão se aproximando das bordas. Aqueles que são cego total, S11, necessitam competir com um óculos opaco. A largada também pode ser feita na água,
no caso de atletas de classes mais baixas, que não conseguem sair do bloco. As baterias são separadas de acordo com o grau e o tipo de deficiência.
O atleta é submetido à equipe de classificação, que procederá a análise de resíduos musculares por meio de testes de força muscular; mobilidade articular
e testes motores (realizados dentro da água). Vale a regra de que quanto maior a deficiência, menor o número da classe. As classes sempre começam com a
letra S (swimming) e o atleta pode ter classificações diferentes para o nado peito (SB) e o medley (SM).
Lista de 3 items
• S1 a S10 / SB1 a SB9 / SM1 a SM10 – nadadores com limitações físico-motoras.
• S11, SB11, SM11 S12, SB12, SM12 S13, SB13, SM13 – nadadores com deficiência visual
• S14, SB14, SM14 – nadadores com deficiência mental.
fim da lista
FONTE:CBD
(1960). Homens e mulheres sempre estiveram nas piscinas em busca de medalhas. O Brasil conquistou suas primeiras medalhas em 1984, na Inglaterra.
A modalidade pode ser praticada por qualquer pessoa, de qualquer idade. Muitos dos grandes atletas iniciaram na natação como terapia e isso ocorre muito
entre os atletas deficientes, em especial, os atletas com paralisia.
Na natação competem atletas com todos os tipos de deficiência (física e visual) em provas como nos 50m aos 400m no estilo livre, dos 50m aos 100m nos estilos
peito, costas e borboleta. O medley é disputado em provas de 150m e 200m. As provas são divididas na categoria masculino e feminino, seguindo as regras
do IPC Swimming, órgão responsável pela natação no Comitê Paraolímpico Internacional. Contudo, em competições nacionais ou até como apresentação, qualquer
distância pode ser feita entre estes deficientes, inclusive, travessias.
As adaptações, são feitas nas largadas, viradas e chegadas. Os nadadores cegos recebem um aviso do “tapper”, por meio de um bastão com uma ponta de espuma,
quando estão se aproximando das bordas. Aqueles que são cego total, S11, necessitam competir com um óculos opaco. A largada também pode ser feita na água,
no caso de atletas de classes mais baixas, que não conseguem sair do bloco. As baterias são separadas de acordo com o grau e o tipo de deficiência.
O atleta é submetido à equipe de classificação, que procederá a análise de resíduos musculares por meio de testes de força muscular; mobilidade articular
e testes motores (realizados dentro da água). Vale a regra de que quanto maior a deficiência, menor o número da classe. As classes sempre começam com a
letra S (swimming) e o atleta pode ter classificações diferentes para o nado peito (SB) e o medley (SM).
Lista de 3 items
• S1 a S10 / SB1 a SB9 / SM1 a SM10 – nadadores com limitações físico-motoras.
• S11, SB11, SM11 S12, SB12, SM12 S13, SB13, SM13 – nadadores com deficiência visual
• S14, SB14, SM14 – nadadores com deficiência mental.
fim da lista
FONTE:CBD
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