sábado, 31 de outubro de 2015
ESPETÁCULO COMEMORA OS 20 ANOS DA CIA BALLET DE CEGOS FERNANDA BIANCHINI
EFLYER CIA BALLET DE CEGOS 20 ANOS. Descrição no final do post.
CIA BALÉ DE CEGOS FERNANDA BIANCHINI convida para o espetáculo em comemoração aos 20 anos da Associação Fernanda Bianchini e para o lançamento do documentário
OLHANDO PARA AS ESTRELAS de Alexandre Peralta, com audiodescrição e interpretação em LIBRAS.
Data: 1º de novembro (domingo).
Horário: 17:00 horas.
Local: Auditório Ibirapuera.
Endereço: Av. Pedro Álvares Cabral, s/n, Portão 3, São Paulo.
Ingressos pelo site:
www.ingressorapido.com.br:
R$ 20,00 inteira, R$ 10,00 meia.
Descrição do e-flyer: o e-flyer com fundo azulado, escrito com letras brancas, é ilustrado por fotografia no mesmo tom de 6 bailarinas com Fernanda Bianchini.
Em primeiro plano, Geyza, de titi prato com flores bordadas, está sentada no chão com uma perna esticada para trás; em pé logo atrás, estão Mariana, Marina
e Poliana com um braço em arco para cima, as três com titi repolho, corpete de veludo e tiara de pérolas, em torno de uma menina bailarina em cadeira de
rodas. No canto superior direito, Fernanda, com o mesmo titi repolho e corpete de veludo, segura uma menina bailarina pequena no colo.
POR:
VERCOMPALAVRAS
VISITA GUIADA COM AUDIODESCRIÇÃO NO CEMITÉRIO UNICIPAL DE CURITIBA
“Aqui temos uma entrada grande e alta, em formato de arco, ela é roxa. No topo temos um mural em que Jesus Cristo está representado de braços abertos.
Nos murais ao lado temos a representação de dois anjos do Apocalipse tocando grandes trombetas. Há também nos murais laterais imagens de idosos e famílias,
representando as almas que são recebidas no céu”. Essa foi a primeira das inúmeras descrições do Cemitério São Francisco de Paula, o Cemitério Municipal
de Curitiba, feitas pela historiadora e pesquisadora Clarissa Grassi na manhã do último sábado (17). O motivo da fala detalhada era dos mais nobres: sete
alunos do Instituto Paranaense de Cegos (IPC) e do Projeto Ver com as Mãos faziam parte do grupo de 47 pessoas que participaram da já tradicional visita
guiada ao cemitério.
audiodescrição no cemitério
A visita começou com uma introdução, ainda na entrada do local, ao lado do portal descrito por Clarissa. A proposta da fala antes mesmo de chegar mais
perto “da cidade dos mortos” era acabar com a ideia de que cemitério é apenas o lugar onde as pessoas estão enterradas. Ouvidos atentos ao que Clarissa
explicava e descrevia. Foram pouco mais de 30 minutos contando sobre como os sepultamentos deixaram de ser feitos dentro das igrejas e migraram para o
cemitério. Entre risadas pelos episódios engraçados da história e expressões de surpresa pelas curiosidades, os alunos entraram no São Francisco de Paula
e foram ainda mais surpreendidos pelo que encontraram.
A cada viela do cemitério a atenção era prendida principalmente pela história dos túmulos. Materiais de fabricação, simbolismos e pequenos detalhes em
cada parada fizeram com que o espaço fosse ressignificado pelos 47 integrantes do grupo. "Geralmente as pessoas entendem o cemitério como um lugar ruim.
A história que a Clarissa conta em cada parada faz com que todo mundo mude o conceito que tinha quando entrou", destaca Laura Kaiser, aluna do Projeto
Ver com as Mãos.
audiodescrição no cemitério
Além de todo conhecimento histórico que os sete alunos puderam absorver com as explicações da guia, eles tiveram também o contato direto com os túmulos.
Pelo tato os alunos conseguiram diferenciar os materiais usados na construção de cada parte do cemitério – como explicou Clarissa, o tipo de material é
um dos indicadores da época de cada construção. As esculturas e placas também foram sentidas na ponta dos dedos dos alunos. Nenhum detalhe passou despercebido.
Aquilo que não podia ser alcançado pelas mãos dos alunos foi compreendido a partir da fala de Clarissa, sempre atenta aos detalhes.
"O bacana da inclusão foi ver que muitas pessoas que enxergam também passaram a tocar os túmulos e esculturas. Eles também queriam sentir o que os alunos
estavam sentindo", conta Diele Pedroso, coordenadora do Ver com as Mãos. "As descrições nesse caso ficam boas para todo mundo, as pessoas repararam em
coisas que nem saberiam que estavam lá se ninguém falasse", completa.
audiodescrição no cemitério
Para o aluno do IPC Luiz Gustavo Moreira, a inclusão também foi uma das partes mais interessantes do roteiro. "A interação que houve entre os cegos e as
pessoas que enxergam foi o mais importante dessa visita. Foi a prova de que a inclusão serve para todo mundo, pois todos aproveitaram aquilo que foi passado
pela Clarissa", destaca.
Para que a inclusão de pessoas com deficiência visual ocorra de maneira ainda mais eficaz, Diele e Laura são categóricas: é necessário uma mudança de atitude
das pessoas. "As pessoas têm que entender que a gente não precisa de grandes mudanças para poder participar, basta que elas estejam dispostas a incluir
um pouco mais de descrição e informação", conta Laura.
audiodescrição no cemitério
Para Bruno, aluno do Projeto Ver com as Mãos, a visita já representa um grande avanço na inclusão de pessoas com deficiência. "Poder sair com as outras
pessoas e participar das mesmas atividades já é ótimo. Para ter ainda mais inclusão esse tipo de evento tem que ocorrer ainda com mais frequência", avalia.
A interação, mesmo depois de finalizado o encontro, continuou nas redes sociais. Por meio da #PraCegoVer , as fotos da visita tiradas pela equipe da Clarissa
foram descritas com detalhes e podem ser vistas por quem utiliza a ferramenta de audiodescrição, ampliando ainda mais a experiência da visita guiada.
audiodescrição no cemitério
Fonte:
Gazeta do Povo
fonte:gazeta do povo
Turismo adaptado: Maceió oferece muitas opções de lazer para pessoas com deficiência
Jangada acessível / Foto: Divulgação
Por Renata Lins
Uma das dificuldades para escolher o destino de viagem de muitas PcDs é encontrar um local que seja agradável, divertido e, ao mesmo temo, adaptado à suas
necessidades. Contudo, existem algumas cidades no Brasil que se preocupam com a inclusão no turismo, e uma delas é Maceió. Além de paisagens exuberantes,
a capital de Alagoas conta com uma das maiores redes hoteleiras adequadas aos padrões técnicos de acessibilidade.
A orla da Pajuçara tornou-se referência através do projeto “Praia Acessível”. Lançada em abril pela Secretaria Municipal de Esporte e Lazer (Semel), a
proposta inclui atividades como banho de mar em cadeiras anfíbias, bocha adaptada e stand up padle para cadeirantes.
Outro projeto a ser ressaltado em Maceió é a “Jangada Acessível”, lançado em 2010. São embarcações mais largas do que as tradicionais, capazes de transportar
seis pessoas e mais duas cadeiras de rodas. Os passeios são feitos até as Piscinas de Pajuçara, principal atração do lugar para PcD.
Para aqueles que gostam de mais aventura, há também o mergulho adaptado, realizado, principalmente, por cadeirantes. Segundo organizadores, essa é uma
atividade perfeita para proporcionar autonomia, pois, com ajuda dos equipamentos, a pessoa pode se mover com tranquilidade, além de trazer experiências
incríveis.
O Secretário de Turismo, Jair Galvão, afirma que ainda há muito trabalho a ser feito para garantir estrutura no transporte e na capacitação de profissionais
para atender pessoas com deficiência, mas reconhece que a cidade tem se destacado nesse segmento.
Fonte: Casa Adaptada
Microfone especial ajuda deficientes auditivos a ouvir melhor
Por meio do “ConnectLine Microfone”, usuários de aparelhos auditivos podem selecionar um orador para ouvir de forma mais eficaz, sem nenhum fio, o que
ele diz em locais como igrejas, cursos, universidades e palestras.
Quem não escuta bem em ambientes ruidosos, com muitas pessoas, tem agora mais uma facilidade para ouvir e entender melhor. Trata-se do “ConnectLine Microfone”,
um equipamento usado junto aos aparelhos auditivos que utiliza tecnologia wireless (sem fio).
Mas como esse equipamento funciona no dia a dia? O ConnectLine Microfone é um pequeno e discreto microfone colocado no pescoço de um orador (professor,
palestrante, etc), com o qual os usuários de aparelhos auditivos, através do Streamer Pro, podem ouvir com clareza o que esse orador está falando. O dispositivo
é especialmente útil em situações desafiadoras para o deficiente auditivo, como uma aula, uma palestra, em uma apresentação teatral ou mesmo na comunicação
à distância dentro de casa ou até no carro.
O humorista Marcos Veras já fez uso desse tipo de microfone, colocando-o em seu pescoço durante uma apresentação do espetáculo ‘Falando a Veras’. Foi a
pedido de um deficiente auditivo que estava na plateia, permitindo assim que essa pessoa acompanhasse perfeitamente toda a performance do ator.
O Microfone transmite a voz do orador, sem fio (via Bluetooth), para o aparelho auditivo dos usuários, por meio do Streamer Pro, em uma distância de até
15 metros.
Toda a família ConnectLine utiliza tecnologia avançada que mantem o som limpo, potente e claro. O som vai diretamente ao ouvido do usuário, sem interferência
de qualquer outro ruído acústico do ambiente.
“A família ConnectLine é uma solução completa, simples e totalmente integrada, que utiliza a tecnologia Bluetooth. Proporciona também variadas conexões
com dispositivos de áudio como TV, Telefone e notebook. E isso é possível por meio do Streamer Pro”, explica a fonoaudióloga Marcella Vidal, da Telex
Soluções Auditivas.
O Streamer Pro é a porta de entrada para uma variedade de dispositivos eletrônicos, e praticamente para qualquer fonte de áudio que pode ser transmitida
para seus aparelhos auditivos através dele. Fica pendurado no pescoço e possui três botões de fácil utilização para os aplicativos principais: telefone,
TV e microfone. O Streamer também funciona como um controle remoto para seus aparelhos auditivos, sendo um fácil caminho para mudança de programas e ajuste
do volume, por exemplo.
Além disso, o Streamer funciona com o ConnectLine App, que oferece acesso discreto para controlar os aparelhos auditivos e todo o sistema ConnectLine,
através do celular!
“O Streamer Pro, colocado discretamente no pescoço ou até dentro da roupa do deficiente auditivo permite que ele escute sons que antes não compreendia
bem (mesmo já usando um aparelho auditivo), como o som de uma ventania em um filme da TV, por exemplo. E quando o telefone tocar, seja fixo ou celular,
não é preciso levantar para atendê-lo. Basta apertar uma tecla do Streamer e conversar tranquilamente e sem interferências com quem está do outro lado
da linha. O dispositivo também permite conexão com videogames, computadores e rádios”, conclui a fonoaudióloga da Telex.
Os interessados podem adquirir o equipamento nas lojas da Telex em todo o país.
Mais informações:
Assessoria de imprensa da Telex Soluções Auditivas
Ex-Libris Comunicação Integrada
Cristina Freitas
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(21) 2204-3230 / 99431-0001 –
cristina@libris.com.br
;
cristina.libris@gmail.com
Raphaela Gentil
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(21) 3496-9498 / 98014-0341 –
raphaela@libris.com.br
Fonte: site do Jornal Dia a Dia.
Especialistas abordarão na Colômbia acesso de deficientes à tecnologias
Especialistas das Américas se reunirão na cidade colombiana de Medellín entre 4 e 6 de novembro para abordar propostas que garantam que pessoas com incapacidade
tenham acesso a tecnologias assistidas, informou nesta sexta-feira o Ministério de Tecnologias da Informação e as Comunicações (MinTIC).
O evento, denominado "América acessível: informação e comunicação para todos", é promovido pelo MinTIC e a União Internacional de Telecomunicações (UIT),
informou o Ministério em comunicado.
Na reunião estarão representantes de governos, setor privado e sociedade civil de países como Argentina, Brasil, Chile e Equador, entre outros, que gerarão
"compromissos para garantir e proteger os direitos das pessoas com deficiência na região".
Outro dos objetivos é contribuir para a agenda de desenvolvimento mundial emergente "tratando a acessibilidade da tecnologia para as pessoas com incapacidade
como um assunto de desenvolvimento transversal".
Neste sentido, os organizadores esperam ter, a modo de conclusão do encontro, uma "Proposta regional de melhores práticas" que possa ser replicada pelos
países do continente "para melhorar a qualidade de vida das pessoas com incapacidade, e continuar promovendo seu desenvolvimento e inclusão social".
Durante a reunião, o governo colombiano apresentará "seus projetos e experiências bem-sucedidas" neste campo, que segundo o MinTIC "servirão como referência
para outros países em matéria de acesso, uso e apropriação das TIC na população com incapacidade".
fonte:terra
Projeto que determina melhorias no transporte coletivo para deficientes físicos é deliberado na CMM
Serviço Transporta já existe, mas a proposta é determiná-lo em lei – foto: divulgação CMM
A Câmara Municipal de Manaus (CMM) deliberou, na manhã desta segunda-feira (26), o Projeto de Lei nº354/2015, de autoria do Executivo Municipal, que dispõe
sobre o Serviço de Transporte Coletivo Porta a Porta denominado ‘Transporta’, no âmbito de Manaus, e dá outras providências. A matéria foi encaminhada
para análise da Comissão de Constituição, Justiça e Redação (CCJR) da Casa parlamentar.
Segundo o artigo 2º do projeto, compete à Superintendência Municipal de Transportes Urbanos (SMTU) a responsabilidade pela organização, fiscalização e
controle do serviço de que trata esta Lei, podendo adotar medidas para tanto necessárias, inclusive editar normas complementares, proceder às vistorias
eventuais, diligências, apreensão de veículos e demais medidas cabíveis.
Já o artigo 4º determina que a frota de veículos do Transporta será determinada pela SMTU, em conformidade com a demanda de usuários desse serviço, limitado
ao máximo de 1 micro-ônibus para cada 30 veículos da frota operacional do sistema. O serviço destina-se a conduzir as pessoas com deficiência física de
alto grau de severidade e dependência, impossibilitadas de utilizar outros meios de transporte público coletivo, de forma gratuita e mediante agendamento
prévio, por meio do Sistema de Transporte Público Coletivo de Passageiros.
“Na verdade, o Transporta é um serviço que já existe, agora o prefeito o torna uma lei. Um serviço que é um braço social no transporte coletivo. Antigamente,
ele era muito executado pelas cooperativas, tanto do Executivo quanto do Alternativo. A última licitação trouxe uma obrigatoriedade para o transporte coletivo
convencional, e agora a gente tem formatação da Lei”, explicou o líder do governo municipal na Câmara, vereador Elias Emanuel (PSDB).
Com informações da assessoria de comunicação
Fonte:
www.emtempo.com.br
Professora potiguar com Síndrome Down recebe prêmio nacional de educação
Débora Seabra recebeu o Prêmio Darcy Ribeiro em Brasília.
Ela foi considerada exemplo no desenvolvimento de ações educativas no país.
debora-seabra
Débora Seabra nasceu em Natal e é a primeira a
professora com síndrome de Down do país
(Foto: Divulgação)
A potiguar Débora Seabra, primeira professora com síndrome de Down do país, foi homenageada com o Prêmio Darcy Ribeiro de Educação 2015 em Brasília. O
prêmio é promovido pela Comissão de Educação da Câmara dos Deputados, que elege todos os anos três pessoas – físicas ou jurídicas – consideradas exemplos
no desenvolvimento de ações educativas no país.
A entrega da homenagem aconteceu na última terça-feira (27). “Eu amo o que eu faço. Amo meus alunos, amo o meu trabalho e também eu gosto muito da minha
equipe de trabalho. É importante também para incluir muitas pessoas como eu”, disse Débora.
Ela é professora há mais de 10 anos e faz palestras no Brasil e em outros países, como Argentina e Portugal, sobre o combate ao preconceito. Hoje ela trabalha
como professora assistente na Escola Doméstica, um colégio particular de Natal. Quando mais nova, Débora sempre estudou em escolas da rede regular de ensino
e se formou no curso de magistério, de nível médio, em 2005.
Em 2013, ela lançou o seu primeiro livro, chamado “Débora conta histórias”. A obra traz várias fábulas infantis que se passam na fazenda e têm animais
como protagonistas. Embora sejam animais, eles precisam lidar o tempo todo com problemas humanos, especialmente o preconceito e rejeição por serem diferentes.
O nome de Débora foi indicado a concorrer ao prêmio pelo deputado federal Rafael Motta (PROS). “Ela é um orgulho para todos os potiguares e essa é uma
justa homenagem por sua competente atuação no setor educacional do Rio Grande do Norte”, contou o deputado. Ao escolher os homenageados, a Comissão de
Educação levou em consideração critérios como originalidade ou caráter exemplar das ações educativas desenvolvidas pelos indicados ao prêmio.
Fonte: G1
sexta-feira, 30 de outubro de 2015
Qual a origem da comemoração do Halloween?
Uma versão ancestral da festa - que por aqui também é conhecida como Dia das Bruxas - provavelmente surgiu na Europa, centenas de anos antes de Cristo.
Originalmente, o Halloween era um ritual dos celtas, um povo que habitou a Grã-Bretanha e a França entre o ano 2000 e o ano 100 antes da era cristã. Para
eles, a noite de 31 de outubro, data da comemoração até hoje, indicava o início do Samhain, uma importante celebração que marcava três fatos: o fim da
colheita, o Ano-Novo celta e também o início do inverno, "a estação da escuridão e do frio", um período associado aos mortos. "No Halloween, segundo a
mitologia desse povo, era possível entrar em contato com o mundo dos desencarnados", diz a historiadora Clare Downham, da Escola de Estudos Celtas, na
Irlanda. Como se pregava que esse contato libertava todo tipo de espírito, as pessoas acreditavam que, durante aquela noite, fantasmas, demônios e fadas
ficavam à solta.
Para representar esse caos sobrenatural, os celtas se fantasiavam com peles e cabeças de animais abatidos para o inverno. A crença nos espíritos também
despertou outros costumes típicos da festa, como o uso de leite e comida (hoje substituídos por doces) para acalmar os visitantes do além. Outras tradições,
porém, foram deixadas de lado, como o hábito de acender fogueiras para espantar os espíritos. Bem depois, no século 9, a festa foi influenciada pela expansão
do cristianismo na Grã-Bretanha. Na tentativa de acabar com os festejos pagãos, o papa Gregório III consagrou o dia 1º de novembro para a celebração de
Todos os Santos. Surgiu daí a própria palavra halloween, originada de all hallows eve, que em português quer dizer "véspera do dia de Todos os Santos".
Finalmente, no século 20, o Halloween juntou ao seu caldeirão de influências a força da cultura dos filmes de terror, que hoje dão o tom da celebração
tanto na Grã-Bretanha como nos Estados Unidos.
Terror modernizadoFesta atual guarda poucas semelhanças com os rituais celtas que a inspiraram
NABO QUE VIROU ABÓBORA
O símbolo mais conhecido da festa, a cara assustadora esculpida em abóboras, representa uma antiga lenda celta: Jack, um homem mesquinho condenado a vagar
pela eternidade, pediu uma brasa ao capeta e a colocou dentro de um nabo para iluminar seu caminho. Com a imigração irlandesa para os Estados Unidos no
século 19, o vegetal foi trocado. Como o nabo era difícil de ser encontrado na América, ele foi substituído pela abóbora acesa com uma vela, que ganhou
o nome de Jack da Lanterna
CHAMA RENOVADORA
Na Antiguidade, o fogo era o elemento mais importante do Halloween, que coincidia com o Ano-Novo dos celtas. Na noite da celebração, em 31 de outubro,
os druidas, sacerdotes desse povo, acendiam fogueiras para simbolizar a renovação das esperanças para o ano seguinte. No topo das montanhas, o fogo também
servia para espantar os espíritos. Algumas festas mantêm tochas até hoje, mas apenas para decoração
CHANTAGEM ANCESTRAL
Segundo a crença celta, o caos reinava na noite do Halloween. Para acalmar os espíritos despertados, era comum deixar leite e comida na porta de casa.
A moda pegou nos Estados Unidos e na Grã-Bretanha, onde até hoje as crianças saem fantasiadas para pedir doces — quando não são atendidas, ameaçam pregar
um susto, como fariam os espíritos. A senha é a famosa expressão ("travessura ou gostosura"), provavelmente usada pela primeira vez na década de 30
BRUXAS DO BEM
Outra presença inconfundível no Halloween são as bruxas, mulheres de aparência assustadora que usam a magia para fazer o mal. Essa descrição negativa,
entretanto, surge só no século 9, com a influência do cristianismo na comemoração. Para os celtas, as bruxas eram apenas mulheres que conheciam poderes
terapêuticos de plantas e ervas. Elas faziam parte da comunidade e podiam participar normalmente das celebrações
MONSTROS HOLLYWOODIANOS
O costume de se fantasiar também surgiu com os celtas, que na época vestiam-se para a festa usando a cabeça e a pele de animais abatidos antes do início
do inverno. Atualmente, a fauna monstruosa se modificou bastante, principalmente pela influência das produções de Hollywood. Vampiros, múmias, lobisomens
e outros personagens do cinema são presenças garantidas em qualquer Halloween
fonte:
mudo estranho
Bartyra Soares é primeira escritora com deficiência visual a integrar APL
Escritora Bartyra Soares é primeira deficiente visual a integrar Academia Pernambucana de Letras (Foto: Divulgação)
Bartyra Soares é primeira escritora deficiente visual a tomar
posse na Academia Pernambucana de Letras (APL) (Foto:
Divulgação)
A escritora pernambucana Bartyra Soares toma posse na Academia Pernambucana de Letras (APL) na noite desta terça-feira (27). Ela assume a cadeira de número
37, que era ocupada pela poetisa Deborah Brennand. Bartyra é a primeira deficiente visual a fazer parte da APL. A cerimônia de posse acontece às 20h30,
na sede da APL, na Zona Norte do Recife (Avenida Rui Barbosa, 1596 - Graças).
O primeiro livro de Bartyra, 'Enigma', foi publicado em 1976, seguido por 'Sombras consolidadas', em 1980. A autora publicou, posteriormente, outras nove
obras. Bartyra também tem poemas publicados em diversas antologias, revistas e jornais. Como contista e poeta, já recebeu quinze prêmios literários.
Nelly Carvalho
A escritora Nelly Carvalho também foi eleita para integrar a Academia Pernambucana de Letras, assumindo a cadeira de número 26, que antes era ocupada pelo
escritor Gilvan Lemos. Ela é professora aposentada da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) e tem mais de vinte livros publicados na área de linguística.
A data da posse ainda não foi marcada.
Prorrogadas as inscrições para o Prêmio de Jornalismo Rui Bianchi
Alunos de jornalismo que tenham materiais publicados nos meios de comunicação internos da faculdade com o tema voltado ao universo das pessoas com deficiência
podem se inscrever no Prêmio de Jornalismo Rui Bianchi até o dia 16 novembro.
O reconhecimento, criado pela Secretaria de Estado dos Diretos da Pessoa com Deficiência, visa valorizar o tema e também provocar uma reflexão maior sobre
o papel do jornalista na construção de uma sociedade mais inclusiva.
Afinal, os meios de comunicação exercem a função fundamental para que as pessoas com deficiência sejam percebidas, em suas diferentes dimensões sociais
e políticas.
Somente serão avaliadas matérias que comprovadamente tenham sido veiculadas entre 1º de março de 2015 a 30 de setembro de 2015 em jornais, revistas, sites,
programas radiofônicos e/ou televisivos de responsabilidade das faculdades de comunicação social. Serão quatro categorias: Jornalismo Impresso, Telejornalismo,
Webjornalismo e Radiojornalismo.
Quem Foi Rui Bianchi?
Rui Bianchi do Nascimento (1949-2001) foi um ativista do movimento social das pessoas com deficiência. Seu maior desejo era ampliar o acesso das pessoas
com deficiência a informações sobre seus direitos civis e humanos. Rui Bianchi era mestre em Ciências da Comunicação, pela Escola de Comunicações e Artes
da Universidade de São Paulo.
SERVIÇO
Prêmio de Jornalismo Rui Bianchi
Inscrições: até 16 de novembro
Inscrições no site
Telefone:
data/call_skype_logo
(11) 5212-3727
E-mail:
premioruibianchi@sedpcd.sp.gov.br
fonte:
vida mais livre
Eleitor idoso ou com deficiência poderá reivindicar acessibilidade para votar
A Comissão de Constituição, Justiça e Cidadania (CCJ) aprovou em decisão terminativa, nesta quarta-feira (28/10), projeto de lei (PLS) 293/2015 da senadora
Gleisi Hoffmann (PT-PR) que possibilita ao eleitor com mais de 70 anos ou com deficiência física pedir a transferência de zona ou de seção eleitoral, com
o objetivo de obter melhor acessibilidade para exercer o direito de voto. A proposta tem parecer favorável do relator, senador Paulo Paim (PT-RS).
O eleitor interessado na mudança terá que formular o pedido até 150 dias antes das eleições. O PLS 293/2015 estabelece ainda a competência do Tribunal
Superior Eleitoral (TSE) para regulamentar este dispositivo.
Ao recomendar a aprovação, Paim reconheceu que a iniciativa ainda não está devidamente disciplinada pela legislação eleitoral. E, quanto ao mérito, ressalta
o “altruísmo da pretensão”.
“O privilégio legal a ser concedido a esse eleitor especial não implica qualquer prejuízo ou restrição aos demais eleitores ou a imposição de relevante
obrigação para a Justiça Eleitoral”, assinalou o relator no parecer.
Na justificação do PLS 293/2015, Gleisi observou, por sua vez, que a proposta tem objetivo de ampliar a efetividade do direito de voto, a exemplo da que
possibilitou ao eleitor votar fora de seu domicílio eleitoral. Já Paim ressaltou que o projeto busca atender aos objetivos contidos na legislação que beneficia
os idosos (Estatuto do Idoso) e as pessoas com deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência).
Se não houver recurso para votação pelo Plenário do Senado, o PLS 293/2015 será enviado à Câmara dos Deputados.
Fonte: Senado
Matrícula de pessoas com deficiência poderá ser negada
O Sindicato das Escolas Particulares de Minas Gerais (Sinep-MG) irá entrar com um habeas corpus preventivo contra possíveis prisões de diretores de escolas
particulares que não aceitarem matrículas de alunos com deficiência no Estado.
O Sinep-MG vai impetrar a ação às 15h desta quinta-feira (29) no Tribunal de Justiça de Minas Gerais.
O motivo do habeas corpus é garantir que não haja prisões, já que a alteração do artigo 8 da lei federal 7.853/89 pelo Estatuto da Pessoa com Deficiência
prevê pena de reclusão de 1 a 4 anos para quem recusar, sem justa causa, inscrição em estabelecimentos de ensino por causa de deficiência.
A questão veio à tona após, no início deste mês, um promotor de Justiça e pai de uma criança de 10 anos dar voz de prisão ao diretor da instituição que
recusou matricular o seu filho
(clique aqui para ler a reportagem completa).
“Nós sentimos que as pessoas estão confundindo a situação do Estatuto da Pessoa com Deficiência que entra em vigor a partir de janeiro do ano que vem.
Decidimos impetrar esse habeas corpus para dar segurança a estes diretores e profissionais, e para que eles possam trabalhar com tranquilidade”, explica
o presidente do Sinep-MG, Emiro Barbini.
“Nós não somos contra a inclusão dos alunos com necessidades especiais, o que causa estranheza é a forma de, por força de lei, ter que se incluir casos
de deficiência nas escolas de qualquer forma e em qualquer grau. Por isso eu aconselho que os pais e as famílias que tem portadores de deficiência procurem
a escola antes e veja se a instituição tem condições físicas e materiais de atender aquele aluno”, diz ainda.
Ele acredita que em alguns casos mais sérios de necessidades especiais, a inclusão “forçada” do aluno na escola pode prejudicar a criança. “Temos escolas
regulares que não têm condições de atender a estes casos mais graves. Não dá pra fazer uma inclusão irresponsável, porque este aluno vai acabar sendo prejudicado,
não vai interagir com os colegas. Na hora de formar grupos ou se encaixar em equipes de esporte, por exemplo, ele vai se sentir muito diferente, discriminado.
Então, os pais tem que procurar escolas mais adequadas onde o projeto pedagógico possa fazer com que esse aluno acompanhe as atividades”, pontua.
“Escolas tem que investir em estrutura”
Para o presidente do Instituto Superação, associação que dá assistência e orientação a familiares de pessoas com autismo, Maurício Moreira, a ação é inconstitucional.
“E além de inconstitucional, é preconceituosa e discriminatória. A escola privada está sob as mesmas regras das escolas públicas, apesar de se tratar como
empresa, como se tivesse vendendo um produto. O direito legal do aluno é estudar na instituição mais próxima a sua casa, e escola nenhuma pode impedir
isso, mesmo que ele não tenha passado em testes seletivos da instituição”, explica.
“O acesso a escola é um direito de todos, com deficiência ou não. E não são as escolas que determinam isso, é lei. É um absurdo ver esse tipo de coisa
em um momento onde a sociedade não admite mais esse tipo de separação”, diz, ainda. Maurício tem dois filhos autistas matriculados em escolas públicas
da capital.
“O significado de inclusão é tirar barreiras, obstáculos, e não somos nós que vamos determinar se a criança vai conseguir seguir os colegas ou não. A nossa
obrigação é garantir o acesso. Se a escola não tem a estrutura para atender essa demanda, ela tem que criar, como as escolas públicas têm feito. Se a escola
não tem esse acesso aos alunos com deficiência e profissionais capacitados para atendê-los, ela vai ter que investir nisso. Se ela quer prevalecer como
instituição de ensino, ela tem que seguir as regras e se estruturar”, defende.
Fonte: site do Jornal O Tempo por Juliana Baeta.
Bertioga terá Praia Acessível
O atleta Bruno Guazzelli Filho corre no mar, acompanhando Marcos Rossi, que não tem os braços e as pernas, e está em uma prancha de surf
Foto: Divulgação
Legenda: Bruno Guazzelli Filho acompanha Marcos Rossi no mar
No dia 7 de novembro, acontece a 10ª edição do Onda BGF Praia Acessível, evento promovido pela ONG Atitude Paradesportiva em parceria com o Onda BGF, a
Teracqua Terapia Aquática e a prefeitura de Bertioga, na Praia da Enseada, em Bertioga (SP).
Organizado pelo campeão sul-americano de Kayaksurf, Bruno Guazzelli Filho, o evento tem patrocínio do Banco Itaú e vai promover um dia de atividades na
praia para crianças e jovens com deficiência, que poderão realizar diversas atividades esportivas e de reabilitação.
fonte:
revista incluir
Campanha arrecada recursos para atender pessoas com deficiência visual
Logotipo da Fundação Dorina - um smile amarelo com óculos escuros
Campanha promovida pela Fundação Dorina Nowill Para Cegos quer arrecadar recursos para atender 700 pessoas com deficiência visual.
A fundação tem sede em São Paulo mas atua em todo país. A campanha, segundo a coordenadora de capitação de recursos da fundação, Micheli Umebayashi, é
feita pelo site da instituição. Ao contribuir com valores a partir de R$15, a pessoa recebe um brinde.
Segundo Micheli Umbayashi, a fundação sobrevive da doações de pessoas físicas e empresas, e da colaboração em projetos. A maior parte das doações, segundo
ela, são de livros e revistas que são distribuídos em todo país. "As campanhas associadas a alguns produtos têm os lucros revertidos para a fundação",
explica.
De acordo com a coordenadora, os livros acessíveis, em Braile, em áudio e digitais, que podem ser lidos e ouvidos pelo computador, são muito usados também
crianças em idade escolar, e são distribuídos gratuitamente.
Outros projetos da Fundação Dorina Nowill vão desde o atendimento direto à pessoa com deficiência visual e à família, até a ajuda por meio da habilitação
ou reabilitação, para que a pessoa tenha uma vida autônoma.
Para ajudar a Fundação Dorina Nowill, acesse
www.fundacaodorina.org.br
Site externo.
Fonte: EBC
Lista fechada: definidas as oito seleções do futebol de 5 para os Jogos Paralímpicos Rio 2016
Irã e Argentina estarão na disputa pelo ouro Paralímpico nos Jogos Rio 2016 (Foto: Getty Images/Justin Setterfield)
Irã e Argentina estarão na disputa pelo ouro Paralímpico nos Jogos Rio 2016 (Foto: Getty Images/Justin Setterfield)
Estamos a pouco mais de 300 dias para os
Jogos Paralímpicos Rio 2016,
mas o
futebol de 5
já conhece todos as equipes que desfilarão habilidade em setembro do ano que vem, no Centro Olímpico de Tênis. Com a
confirmação da última vaga
que estava em jogo para o Marrocos, que se sagrou campeão africano neste domingo (25), a lista de oito seleções participantes do próximo torneio Paralímpico
está fechada.
As duas grandes potências do esporte mundial, Brasil, país-sede, e
Argentina,
vice-campeã sul-americana, foram os primeiros países a confirmar vaga. O
México,
bronze nos Jogos Parapan-Americanos Toronto 2015, foi o terceiro a se classificar.
Aos três países juntaram-se
Turquia e Grã-Bretanha,
respectivamente campeão e vice do Campeonato Europeu, disputado em Hereford (Inglaterra), no mês de agosto.
China e Irã,
finalistas do Campeonato Asiático, também garantiram classificação (os iranianos conquistaram por 1 a 0 o torneio disputado em Tóquio), em setembro.
O futebol de 5 é o segundo esporte a completar a lista de classificação para os Jogos Rio 2016, depois apenas da confirmação dos
oito participantes
do
futebol de 7.
Rumo ao tetra
Campeão de todos os três torneios Paralímpicos disputados até hoje, o Brasil já sabe quem terá de encarar caso queira manter a soberania nos Jogos. Com
o apoio da torcida, o Brasil tentará o tetracampeonato no Rio de Janeiro contra Argentina, México, Turquia, Grã-Bretanha, China, Irã e Marrocos.
No futebol de 5, os países medalhistas até hoje foram cinco - Brasil, Argentina, França, China e Espanha.
Enquanto o Brasil sagrou-se tricampeão Paralímpico em Londres 2012, a França ficou com a prata, e a Espanha, com o bronze. Em Pequim 2008, o Brasil venceu
os donos da casa na decisão: a prata ficou com a China, e o bronze, com a Argentina. Em Atenas 2004, o Brasil venceu a Argentina na decisão, e a Espanha
ficou no terceiro lugar.
quinta-feira, 29 de outubro de 2015
Funcionário do McDonald’s vira herói na internet ao ajudar cliente com deficiência
Funcionário deixou o caixa para ajudar homem a se alimentar, em Chicago
– EUA.
O caso aconteceu em Chicago, nos Estados Unidos. O momento foi
registrado pela americana Destiny Carreno, que publicou em seu Facebook
na quarta passada
(16): “Ver essa cena hoje encheu meus olhos de lágrimas. Compaixão NÃO
saiu de moda”, escreveu ela em seu perfil.
Segundo Destiny, o caixa (que se chama Kenny) estava no horário de pico
do movimento, quando foi atender o homem, aparentemente tetraplégico e
com muitas
dificuldades para se comunicar. Em tempos que faltam palavras educadas
em meio a tanta correria diária, ele deixou o seu posto, colocou as suas
luvas e
o ajudou cortando o seu lanche em pequenos pedaços.
“Para ser honesta, eu achei que ele não fosse ajudar, principalmente
porque era o ‘horário do rush’ de Chicago. Mas, para minha surpresa, ele
sumiu – e
não para fugir da responsabilidade de auxiliar o homem – mas sim para
lavar as mãos e colocar luvas”, acrescentou a americana, que também
confessou que
não conseguiu segurar a emoção no momento.
“Foi a atitude mais linda e humilde que eu já vi”, concluiu a emocionada
Destiny. Uma semana após a sua publicação viralizar na internet, mais de
225.000
pessoas a compartilharam.
Fonte: Yahoo
Contação de histórias em Libras
A Pinacoteca de São Paulo, museu da Secretaria da Cultura do Estado, realiza no sábado, dia 31/10, a partir das 14 horas, uma contação de história em Libras
(Língua Brasileira de Sinais). A narrativa, liderada pela educadora surda Sabrina Denise Ribeiro e pela intérprete de Libras Amanda de Lima Oliveira, será
construída a partir da pintura A fazedora de anjos (1908), de Pedro Weingärtner – obra que faz parte do acervo da instituição e integra a exposição Arte
no Brasil: uma história na Pinacoteca de São Paulo.
A contação de história tem duração média de uma hora. Os interessados não pagam para participar da ação.
O projeto de contação de histórias em Libras acontece mensalmente, no último sábado do mês, sempre às 14 horas. O próximo encontro está previsto para 28/11.
Fonte: Revista Incluir
Projeto Retalhos de Memória de Santa Maria propõe a difusão do arquivo fotográfico da UFSM com os recursos de Libras e audiodescrição
fotográfico da UFSM com os recursos de Libras e audiodescrição
A intérprete de Libras grava no estúdio
A acessibilidade, em todos os níveis, é indispensável para a inclusão de
todas as pessoas na sociedade da informação e do conhecimento.
Assim, a parceria do Departamento de Arquivo Geral com o Núcleo de
Acessibilidade da UFSM viabiliza o acesso aos artigos produzidos pelo
projeto Retalhos
da Memória de Santa Maria para pessoas com necessidades especiais, com
vídeos com a tradução em Língua Brasileira de Sinais (Libras) e
audiodescrição.
Nesta semana, foi também publicado o 16º pôster do projeto Retalhos de
Memória de Santa Maria, que aborda o curso de Arquivologia e a formação
dos primeiros
arquivistas do Brasil, em 1980.
O projeto tem como objetivo promover a difusão da memória fotográfica
institucional por meio de produção de artigos e programetes para
publicação no site
do Departamento de Arquivo Geral da UFSM, em formato de calendário
impresso exposto nos centros de ensino e na mídia impressa de Santa
Maria. Pretende
assim, consolidar a importância do acervo de imagens fotográficas da UFSM.
Os posteres são publicados semanalmente, às terças-feiras.
O projeto pode ser acompanhado neste
link.
Colaboração e foto: Cristina Strohschoen
Fonte:
http://site.ufsm.br/
Deputado critica decreto por restringir direitos de deficientes visuais
O deputado federal Luiz Henrique Mandetta (DEM), membro da Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência na Câmara Federal, criticou o decreto
nº
12.698, de 7 de agosto de 2015, que obriga deficientes visuais, de Campo Grande, a estar acompanhados para poder ter direito à gratuidade para uso do transporte
coletivo.
Segundo parlamentar, com o decreto, que entra em vigor em 31 de dezembro deste ano, a obrigatoriedade de acompanhante excluí dos deficientes "direito de
ir e vir". “Isso vai na contramão de tudo o que nós temos discutido na Câmara dos Deputados, em especial contra a Lei Brasileira de Inclusão. Portanto,
trata-se de um decreto que cria embaraço e discriminação”, declarou.
Conforme decreto, assinado pelo prefeito afastado Gilmar Olarte, deficientes que solicitarem gratuidade do uso do transporte coletivo deverão cadastrar
duas pessoas como acompanhantes na Agetran (Agência Municipal de Transporte), e para fazer uso do coletivo deverão estar na companhia de pelo menos uma
das pessoas cadastradas.
O texto ainda determina que gratuidade vale apenas para "linhas regulares/ convencionais. As linhas executivas, seletivas, especiais não se enquadram nas
gratuidades."
fonte:
midia max
A batalha homérica das pessoas com deficiência para ter acesso à cultura
Geziel entrou pela primeira vez no Santa Isabel com a reportagem - 'É
tão bonito'.
Geziel entrou pela primeira vez no Santa Isabel com a reportagem: “É tão
bonito”.
Antes de achar a entrada, Michell caiu. Naquele dia, ele não queria usar
bengala. Preferiu não perguntar onde estava o palco, o banheiro, o bar,
o portão
de saída do show de Los Hermanos, o primeiro ao qual foi sozinho. Vítima
de glaucoma e com baixa visão, o estudante de comunicação social de 26
anos enfrenta
dificuldades diárias de locomoção, mas o consumo de cultura e lazer é um
dos desafios com mais obstáculos.
“A gente quer independência, e os espaços não dão condições. Não há
filmes com audiodescrição, só em festivais. São poucas peças e poucas
horas na TV”,
diz o representante da Associação de Cegos de Pernambuco no Conselho da
Juventude e consultor da Superintendência Estadual de Apoio à Pessoa com
Deficiência
(Sead).
As dificuldades e conquistas de Michell Platini e outros 2,4 milhões de
pernambucanos com deficiência para desfrutar cinema, teatro, museu, casa
de show
ou boate plenamente acessível no estado são tema da série Cultura
limitada. Apesar do alto índice – 27% da população do estado e 24% do
país -, medidas
simples ficam à margem das decisões de instituições, produtores e até
órgãos públicos.
“A pauta da acessibilidade cresceu, principalmente nos últimos cinco
anos. Tenho visto seminários, eventos. Há leis para promover a
acessibilidade na cultura.
Mas o estado não aplica, porque desconhece campo, complexidade e
recursos de mediação”, analisa a terapeuta ocupacional Patrícia
Dorneles, criadora da
primeira especialização em acessibilidade cultural do país, na UFRJ.
A adaptação da legislação é recente e lenta, mas os avanços são
detectados na minimização de barreiras físicas, comunicacionais e de
atitude. “Já tentei
ver a peça Cinderela, com Jason Wallace, no Teatro de Santa Isabel, e me
disseram que não tinha acessibilidade. Depois, descobri que tinha, mas a
pessoa
não soube informar. Vou muito ao cinema, pois a estrutura é melhor”,
conta Geziel Bezerra, de 31 anos, cadeirante há 15.
Com baixa visão por conta de um glaucoma, Michell quer independência
para desfrutar o lazer.
Com baixa visão por conta de um glaucoma, Michell quer independência
para desfrutar o lazer.
Com a reportagem, o assessor técnico da Coordenadoria de Inclusão da
Pessoa com Deficiência da Secretaria de Direitos Humanos de Olinda
entrou pela primeira
vez no prédio de 1850, cujas rampas e elevador foram instalados em 2002.
“Vi em fotos e na TV, mas não imaginava tão bonito. Quero ver um
espetáculo”.
A linguagem Braille foi oficializada em 1962, mas 95% dos livros não têm
versões acessíveis, de acordo com a Fundação Dorina Nowill Para Cegos.
Poucas
obras de autores ligados ao estado premiadas em anos recentes podem ser
consumidas por cegos. Só em 1989, com a Lei 7.853, foram estabelecidas
normas universais
de acessibilidade na educação, saúde, formação profissional e no mercado
de trabalho, nos recursos humanos e nas edificações. A cultura ficou de
fora.
A audiodescrição na TV se tornou obrigatória em 2000 (Lei 10.098), mas o
prazo não foi definido. Já o Estatuto da Pessoa com Deficiência foi
sancionado
em julho deste ano, após 15 anos de discussões.
Em Pernambuco, só em 2015 o principal edital de fomento (Funcultura)
passou a exigir cópia com legendagem descritiva, Libras e audiodescrição
de filmes
e produtos para a TV e a aprovação de pelo menos um projeto com ações de
acessibilidade. O número de iniciativas aprovadas foi de nenhum, em
2007/2008,
para seis, em 2013/2014, diz a Fundação do Patrimônio Histórico e
Artístico de Pernambuco (Fundarpe). A instituição não soube informar a
quantidade dos
outros segmentos.
Nas artes cênicas, a popularização esbarra no despreparo técnico das
casas e produções. O Teatro Luiz Mendonça, do Dona Lindu, e o Sesc de
Goiana são os
únicos do estado com recursos de audiodescrição. O Teatro do Parque deve
se adequar na reforma iniciada em 2010. “O mercado para o lazer
acessível está
em ascensão. Pesquisas mostram que, a cada três dólares empregados em
acessibilidade, o lucro é de sete”, atesta o doutor em psicofísica
Francisco Lima,
professor da UFPE.
Paulista e cego de nascença, mora no Recife desde 2002 e reforça que as
barreiras interpessoais são as mais graves. Em muitos casos, é o
preconceito, e
não as dificuldades físicas, estruturais e tecnológicas, que impede o
pleno acesso a direitos básicos garantidos por lei. São as chamadas
barreiras atitudinais,
as principais vilãs de uma cultura acessível.
+ depoimentos
“O lazer faz parte da vida, e eu gosto muito do Recife Antigo. Não
adianta ter meus direitos básicos se não tenho ao lazer e à cultura. É
complicado sair
à noite, mas vou a shows, sempre em camarote ou frontstage, e é raro
sair sozinha. A barreira não é só a acessibilidade física, mas
atitudinal. Há muitos
lugares que não recebem bem a gente. Isso me incomoda. Se você quer
saber algo sobre mim, pergunte a mim. No ano passado, fui ao Cais do
Sertão. Lá tem
primeiro andar, mas não tinha acessibilidade, pois o elevador-plataforma
estava em manutenção (o equipamento está desativado e deve voltar a
funcionar
em 20 dias)”
Renata Maia, 25, tem deficiência física, devido a uma paralisia
cerebral. É formada em serviço social, tem pós-graduação em direitos
humanos e estuda para
concursos.
“Certa vez, cheguei a uma loja, estendi a mão e colocaram uma moeda. Já
ouvi muito ‘fulano, vem atender esse rapaz’. Isso mexe com a dignidade
da pessoa.
Uma vez ou outra, a pessoa ri. Aprendi uma coisa muito chata, mas que
funciona: se você fala que acessibilidade é uma lei federal, são duas
horas. Se você
‘grita’, num instante é resolvido. Em restaurante, já perguntaram à
minha filha, de 12 anos, o que eu queria comer. Já pedi para tirarem uma
mesa para
dar espaço a um amigo, cadeirante, e disseram que não podia. Como eu sou
um professor universitário, doutor, educado, coloquei uma em cima da
outra e pronto”
Francisco Lima, 50, é doutor em psicofísica e professor da Universidade
Federal de Pernambuco. Nasceu cego e estava no primeiro Rock in Rio, em
1985.
“Eles dizem que é acessível, mas, na prática, é sempre complicado. O
Teatro de Santa Isabel é o melhor a que já fui, porque você fica nos
camarotes, sem
se sentir tão desigual. Fui a um espetáculo em julho, A matinada, com
mestres do coco, mas preciso de ajuda, porque a entrada é com gramado.
No Teatro
Luiz Mendonça e no Boa Vista, tem que ficar em cima, onde vocês,
andantes, passam, mas não no lugar das cadeiras. Eu toco pandeiro,
caixa, mineiro, alfaia,
ganzá e um pouco de atabaque. Comecei a tocar de berço, com 6 anos. Já
participei de muitos desfiles no carnaval, mas agora só participo da
abertura, com
Naná Vasconcelos. Atualmente, estou me formando para ser um griô
(difusor da tradição) aprendiz.”
Liu Dias, 27, é multi-instrumentista e integrante do grupo Afojubá
Batuque. Devido a um problema nos tendões, nunca pôde andar e é
cadeirante desde os
11.
+ O QUE DIZ A LEI // Estatuto da Pessoa com Deficiência (Lei 13.146, de
6 de julho de 2015) e Lei 12.933, de 26 de dezembro de 2013
– “É dever do Estado, da sociedade e da família assegurar à pessoa com
deficiência, com prioridade, a efetivação dos direitos referentes (…) à
acessibilidade,
à cultura, ao desporto, ao turismo, ao lazer, à informação, à
comunicação, aos avanços científicos e tecnológicos, à dignidade, ao
respeito, à liberdade,
à convivência familiar e comunitária, entre outros”
– “A pessoa com deficiência tem direito à cultura, ao esporte, ao
turismo e ao lazer em igualdade de oportunidades com as demais pessoas,
sendo-lhe garantido
o acesso: a bens culturais em formato acessível; a programas de
televisão, cinema, teatro e outras atividades culturais e desportivas em
formato acessível;
e a monumentos e locais de importância cultural e a espaços que ofereçam
serviços ou eventos culturais e esportivos”
– “O poder público deve adotar soluções destinadas à eliminação, à
redução ou à superação de barreiras para a promoção do acesso a todo
patrimônio cultural”
– “As salas de cinema devem oferecer, em todas as sessões, recursos de
acessibilidade para a pessoa com deficiência. (prazo de 48 meses para
adequação)”
+ O QUE É PRECISO // Normas para atender às pessoas com deficiência
– Audiodescrição é o principal recurso de promoção de acesso aos
conteúdos culturais para pessoas com deficiência visual, em filmes,
apresentações cênicas,
exposições e visitas educativas.
– Legendas (mesmo para filmes nacionais) e janelas com tradução para
Libras permitem que o filme seja acompanhado por surdos
– A comunicação em Libras deve ser usada em visitas, palestras,
espetáculos e atividades culturais. Para surdos oralizados e com baixa
audição, há recursos
de indução magnética, intérpretes de voz ou de leitura labial
– O espaço deve disponibilizar placas, folhetos e mapas informativos em
português, Braille, letras ampliadas com contraste, símbolos, legendas e
sinal
sonoro, quando aplicável, além de piso e mapa tátil
– Barreiras arquitetônicas devem ser eliminadas, com destaque para
rampas, elevadores, pisos e passarelas planos e antiderrapantes,
corredores e portas
amplos, entre outras diretrizes estabelecidas pela NBR 9050, da ABNT
– Materiais de apoio sensoriais (táteis, auditivos, olfativos e
gustativos) auxiliam a usar outros sentidos para compreender melhor os
conteúdos das manifestações
culturais
– A capacitação dos profissionais é um dos mecanismos mais importantes,
pois elimina barreiras atitudinais e permite a comunicação oral e
escrita objetiva
de forma compreensível
Fonte: Diário de Pernambuco
Demonstração de badminton, cursos e concurso de redação aquecem Paralimpíadas Escolares 2015 do dia 23 a 28 novembro
Em 2014, atletas já puderam participar de treino coletivo com Antonio Tenório. Neste ano, a apresentação será de badminton. Foto: Guto Marcondes/CPB/MPIX
De 23 a 28 de novembro, Natal (RN) vai receber as Paralimpíadas Escolares 2015. Organizado pelo Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), este é o maior evento
paradesportivo do mundo para atletas em idade escolar (12 a 17 anos). Neste ano, além das disputas em oito modalidades, as Escolares também terão atividades
fora das pistas, quadras e piscinas, como experimentação de parabadminton, cursos para profissionais indicados pela prefeitura de Natal, e até um concurso
de redação para alunos da rede estadual de ensino do Rio Grande do Norte.
Durante o evento, os presentes poderão conhecer mais sobre o parabadminton, modalidade que passará a fazer parte do Programa Paralímpico em 2020, nos Jogos
de Tóquio, no Japão. Para isso, a organização montará uma quadra e contará com a presença da atleta Cintya Oliveira e da técnica Marta Cristina Lopes.
As duas mostrarão equipamentos necessários para a disputa do esporte e farão demonstrações no Centro de Convenções da capital potiguar.
Além de estimular a prática de esporte, as Paralimpíadas Escolares 2015 ainda impulsionarão uma disputa cultural entre alunos da rede pública estadual
de ensino do Rio Grande do Norte. Até o dia 30 de outubro, estudantes podem participar do Concurso de Redação. Os interessados precisam escrever sobre
os Jogos Paralímpicos do Rio-2016 e entregar a redação na Secretaria de Educação do Rio Grande do Norte até sexta-feira, 30.
Para deixar a disputa mais interessante, os vencedores receberão como prêmio kits com produtos esportivos do CPB. Somente os 10 primeiros colocados terão
direito ao presente especial. Os três melhores ainda terão a honra de receber o merecido prêmio na cerimônia de abertura das Paralimpíadas Escolares, no
dia 24, às 18h, no Centro de Convenções.
Antes de os Jogos começarem e dos donos das melhores redações serem homenageados, profissionais da cidade indicados pela prefeitura de Natal ainda participarão
de cursos oferecidos pelo CPB. Durante os dias 23 e 24 de novembro especialistas nos temas serão os responsáveis por ministrar as aulas sobre aspectos
básicos da classificação funcional e sobre captação de recursos.
As Paralimpíadas Escolares são disputadas desde 2009 com o objetivo de fortalecer o paradesporto brasileiro desde sua base. Neste ano, as disputas serão
em oito modalidades: atletismo, natação, bocha, goalball, judô, tênis de mesa, tênis em cadeira de rodas e futebol de 7. Os três melhores atletas de cada
modalidade em seu gênero e classe ainda se habilitam a receber o Bolsa Atlteta de nível escolar.
Assessoria de Imprensa do Comitê Paralímpico Brasileiro
Em Brasília
quarta-feira, 28 de outubro de 2015
Contação de histórias em Libras
Atualmente a tecnologia dos aparelhos auditivos permite que o aparelho
se ajuste automaticamente a diferentes ambientes sonoros, e assim, a
maioria das
situações tornam-se agradáveis de ouvir e entender. Mas quando você está
no telefone, assistindo televisão, ou em uma situação ruidosa, a
conversa pode
ser mais difícil, e por vezes, o uso dos aparelhos auditivos nessas
situações enfrenta uma barreira.
Para facilitar o acesso ao mundo do som em ambientes desafiadores à
escuta, a Phonak tem uma linha de produtos de comunicação sem fio, que
em conjunto
com o aparelho auditivo oferece a melhor condição para ouvir e entender
a fala nessas situações.
“Roger” é o novo conceito de comunicação sem fio digital para uma melhor
compreensão de fala no ruído e a distância. Essa tecnologia de
transmissão totalmente
nova no Brasil oferece modelos de microfones para captar a voz do
interlocutor e transmiti-la sem fio diretamente para os receptores do
aparelho auditivo.
Pacientes adaptados demonstraram uma melhora de até 54% em relação a
outros produtos utilizados para entender a fala no ruído com o uso do
Roger.
O “Roger Pen” é um microfone discreto que possui diferentes modos de
captação do sinal totalmente automáticos, além da conectividade. Esse
microfone, permite
aos usuários ouvir e compreender a fala no ruído à distância. Possui
Bluetooth de banda larga para uso de telefone celular, conectividade com
a TV e entrada
de áudio para conectar-se com equipamentos multimídia.
O “Roger Pen” é um dos modelos de microfone da Phonak que identifica e
analisa o tipo de ambiente que o usuário de aparelho auditivo está e se
ajusta automaticamente,
para que possa participar de uma conversa sem dificuldade ou com maior
naturalidade possível.
Em situações como: reuniões de trabalho, atividades da rotina familiar,
um restaurante ou um bar rodeado por conversas em voz alta, risos ou
musica a pessoa
com uma perda auditiva se esforça muito mais para ouvir e entender,
tanto a pessoa que está à sua frente quanto quem está mais distante. Em
geral, a dificuldade
faz com que muitas vezes ela desista da situação de comunicação.
O microfone “Roger Pen” muda essa situação, pois reduz o ruído de fundo
e envia com clareza a voz que você deseja ouvir diretamente para os
aparelhos auditivos.
É intuitivo, fácil de usar e compatível com praticamente todos os
aparelhos auditivos e implantes cocleares disponíveis no mercado.
Para saber mais ligue para 0800 701 8105, ou acesse:
www.phonak.com.br
Website:
http://www.phonak.com.br
Fonte: site R7
CINEMA COM AUDIODESCRIÇÃO PARA CRIANÇAS CEGAS
Cerca de 15 adolescentes e crianças cegas entre 2 e 16 anos da
Associação dos Deficientes visuais de Novo Hamburgo (Adevis-NH),
participaram nesta tarde
de uma sessão de cinema audiodescritiva. A atividade aconteceu no Salão
de Atos do prédio Lilás da Universidade Feevale e foi realizada pelo
Núcleo de
Acessibilidade e Permanência (Nuap).
Crianças cegas assistem filme com audiodescrição na Fevale
Crianças cegas assistindo ao filme
O filme assistido pelas crianças foi “Hotel Transilvânia”, uma obra de
animação que conta a história Do Conde Drácula, que convida seus amigos
para comemorar
o aniversário da filha no hotel. O local serve para os monstros
descansarem depois de assustarem os humanos. No meio da comemoração um
humano aparece e
causa as maiores confusões.
A professora da Feevale Caren Kroeff, responsável pela organização da
atividade ressalta o motivo da iniciativa: "Foi pela falta de espaços
acessíveis,
porque crianças cegas não conseguem ir ao cinema acessível, pois não tem
em nossa cidade, então, encontramos aqui na Feevale um espaço bem
próximo a esse
cinema, cem por cento acessível"”.
A audiodescrição tem como objetivo incluir deficientes visuais ao cinema
e teatro. Assim, ela permite que essas pessoas entendam o filme,
narrando detalhes
das cenas, como as cores, expressões e movimentos dos personagens.
Durante o encontro, a audiodescritora convidada Iara Aragão fez a
descrição do ambiente
para as crianças, para elas reconhecerem o espaço em que estavam.
Uma das crianças presentes na sessão de cinema, Nicoly Eduarda
Veríssimo, de 11 anos, perdeu a visão com 5. Ela frequenta a Adevis
todas as quartas-feiras,
onde participa de um projeto da psicologia e outro da pedagogia,
aprendendo braile. Perguntada sobre a expectativa do passeio de hoje
Nicoly diz: "estava
bem animada".
A audiodescritora Iara Aragão explicou que para fazer um roteiro de
audiodescrição é preciso muita pesquisa: "Não é só chegar e falar apenas
o que estou
vendo, porque acaba sendo a minha opinião. A ideia é ser neutro, para um
filme, por exemplo, é mais difícil, pois além de escolher as palavras,
tu tem
que ver se cabe no tempo da cena", disse Iara. Depois de terminado o
roteiro, ele é passado para um deficiente visual, que tem o papel de
consultor, avaliando
se as palavras usadas são compreendidas.
A psicóloga da Adevis Bruna Marcelino, que realiza o atendimento
psicológico às crianças com deficiência e para a família destaca:
"Tentamos desenvolver
a questão da autonomia, auto-estima, e adaptação para essas crianças
cegas. E para os pais, desenvolvemos um tipo de escuta para eles, que
tanto sofrem
com a deficiência dos filhos. São vários projetos que auxiliam a melhor
qualidade de vida dessas famílias".
Fonte: Refúgio da Foca
Universitário desenvolve luva que pode ajudar deficientes visuais
Se para andar pelas ruas de
Belém,
muitos pedestres ficam atentos aos diversos obstáculos que surgem pelo
caminho, para as pessoas com alguma dificuldade de visão, os desafios
são ainda
maiores.
“Tem que ter essa organização pra gente se encontrar e não se machucar.
Em casa a gente se garante e fora também, mas na rua...é um sufoco!”,
conta a professora
Núbia de Freitas, que assim como o marido Thonnys Athos Moraes, possui
baixa visão e por isso organiza tudo dentro de casa como forma de
garantir a autonomia
do casal.
E foi pensando em soluções que podem facilitar o cotidiano de
deficientes visuais que o estudante de engenharia da computação Paulo
Tássio Melo dedicou-se
durante um ano a uma criar uma luva especial: ela tem sensores
ultrassônicos que emitem ondas magnéticas, de maior ou menor
intensidade, e um motor que
provoca vibrações, iguais as de um telefone celular. O equipamento ajuda
a identificar qualquer obstáculo.
“Se vibrou mais forte, o obstáculo está mais próximo. Se vibrou com uma
intensidade menor, quer dizer que o objeto está mais distante. Então,
conforme
eu vou caminhando na rua, essas vibrações vão me identificando até no
máximo de um metro e meio de onde estão os objetos”, explica o estudante
Thonnys topou participar de um teste e rapidamente entendeu como o
mecanismo funciona.
“Aqui tem alguma coisa....parece um poste”, afirma o funcionário público.
Ele relembra as diversas dificuldades pelas quais passou ao se deslocar
pelas ruas.
“Eu já bati em orelhão, cai em buraco, bueiro, carro... Já me bati,
encarei bicicleta, e isso tudo na calçada”, detalha o jovem, que estava
meio desconfiado
no início da experiência, mas logo aprovou o equipamento.
De acordo com o professor e orientador do projeto, Johelden Bezerra,
afirma que a luva nem custou tão caro e que pode ficar ainda mais barata.
“O desenvolvimento do software, entre comprar alguns componentes, sai a
R$ 150. E se esse protótipo for aprovado, pode ter custo reduzido”, declara.
As pesquisas ainda continuam, e a luva deve ficar menor e mais
confortável. Thonnys também dá suas sugestões:
“De repente uma pulseira, um relógio, uma coisa que seja assim mais
discreta... Vai chamar muita atenção na rua”, brinca.
É quando o criador do projeto dá a boa notícia:
“A versão final você vai ganhar uma de presente”, garante o estudante,
enquanto abraça o novo amigo.
Paulo foi selecionado para apresentar o projeto em uma feira de ciência
e tecnologia no Rio de Janeiro e fala sobre essa experiência.
“Uma das coisas que mais satisfaz o desenvolvedor é ver que realmente
não só o seu trabalho ele tá tendo reconhecimento , mas como ele está
realmente atingindo
o seu objetivo, que é ajudar as pessoas”, conclui.
ffonte:
g1
Museu Augusto Casagrande agora com mais acessibilidade
Em reformas desde fevereiro, o local volta a atender o público
Em reformas desde fevereiro, o local volta a atender o público
Acesso à cultura é um direito de todos, e a partir desta semana a visita
ao Museu Augusto Casagrande fica mais fácil. Isso porque, seguindo a
nova legislação
do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram), a Administração Municipal,
através da Fundação Cultural de Criciúma (FCC), adaptou o local,
possibilitando a
visita de deficientes físicos.
Adaptações foram feitas para possibilitar a visita de deficientes
físicos no prédio construído em 1920.
Adaptações foram feitas para possibilitar a visita de deficientes
físicos no prédio construído em 1920.
Segundo o prefeito Márcio Búrigo, a implantação da acessibilidade era
necessária para que a população aproveite todos os espaços e exposições
realizadas
no local. “Temos o compromisso de possibilitar o acesso para todas as
pessoas, e sabemos que a implantação de rampa e elevador faz parte
disso. O resgate
e a manutenção desses espaços fazem com que a história da nossa cidade
seja contada durante anos. Mas para isso temos que agradecer a grande
parceria da
Administração Municipal com a Caixa Econômica, pois, com todo o apoio
dispensado por eles, conseguimos levar acessibilidade a esse espaço que
conta e preserva
a história dos criciumenses”, declara o prefeito.
O Museu, um casarão que possui características da arquitetura italiana,
agora conta uma rampa de acessibilidade, uma plataforma elevatória e
banheiro adaptado.
O investimento foi de aproximadamente R$ 130 mil, financiados pelo
Programa de Apoio ao Patrimônio Cultural, da Caixa Econômica Federal.
Atualmente o museu
possui um acervo de 1,3 mil itens, entre utensílios domésticos, chapéus,
camas entre outros. O local recebe aproximadamente 150 visitantes por
mês. A expectativa
é de que com as novas adaptações este número aumente.
Fonte: Engeplus
Comissão quer R$ 800 milhões para ações de inclusão de pessoas com deficiência
A Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência aprovou
emendas ao projeto de lei orçamentário de 2016 (PLN 7/15) para amenizar
os cortes
que devem impactar nas políticas de atendimento aos cidadãos com
deficiência. As emendas contemplam ações em quatro ministérios,
alcançando um total de
R$ 800 milhões.
A área de acessibilidade foi beneficiada com uma emenda de R$ 100
milhões ao Ministério do Turismo. O presidente da comissão, deputado
Aelton Freitas (PR-MG),
explicou que é o Ministério das Cidades que normalmente realiza esse
tipo de ação. No entanto, a outra pasta teria mais agilidade na execução
das obras.
“A maneira do Ministério do Turismo trabalhar junto aos municípios ajuda
muito. Primeiro, ele coloca o dinheiro na Caixa, aí o município vai
executando
as obras de acessibilidade à medida que recebe os recursos. Já o
Ministério das Cidades é muito burocrático e faz o trabalho inverso,
atrasa muito o pagamento”,
afirmou.
Outras áreas
Na área de educação, o colegiado aprovou emenda no valor de R$ 300
milhões para infraestrutura no ensino básico. Segundo análise da
Consultoria de Orçamento
da Câmara dos Deputados, houve uma queda de 54% no valor dessa rubrica,
entre o projeto da lei orçamentária enviado em 2015 e a proposta enviada
pelo governo
em 2016.
Na saúde, foi aprovada emenda de R$ 300 milhões para implementar novos
Centros Especializados de Reabilitação (CER) e para a compra de
equipamentos como
mesas ginecológicas adequadas para mulheres com deficiência física.
No segmento de assistência social, a emenda aprovada destinou R$ 100
milhões para estruturação de serviços de proteção social especial, como
entidades
de formação profissionais e casas lares para cidadãos com deficiência.
Essa rubrica também teve um grande corte no orçamento: o valor previsto
para 2016
é 72% menor do que a proposta orçamentária para 2015.
Recursos insuficientes
Para o deputado Eduardo Barbosa (PSDB-MG), as emendas mostram que os
valores do orçamento de 2016 são insuficientes para atender às
necessidades da população.
“Está identificado para o relator do orçamento e para o governo que o
que está proposto está muito aquém das necessidades reais de
transformação das políticas
públicas voltadas a quem tem deficiência”, disse.
Para serem, de fato, integradas ao orçamento do próximo ano, as emendas
aprovadas na Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência
precisam
ser acolhidas pelo relator da proposta, deputado Ricardo Barros (PP-PR),
e aprovadas pelo Congresso Nacional.
Fonte:
CenárioMT Site externo.
Biblioteca digital para cegos na Argentina é premiada como ferramenta de inclusão
Cerca de 50.000 livros em espanhol integram a primeira biblioteca
digitalizada para cegos em Buenos Aires, que acaba de ser premiada pela
OEA e cujo fundador,
o argentino Pablo Lecuona, convida a ter um "olhar diferente" sobre sua
deficiência.
Em entrevista num bar em frente à escola pública de Buenos Aires onde
diariamente leva e busca suas duas filhas de 10 e 13 anos, Lecuona falou
com entusiasmo
sobre a TifloLibros, a biblioteca virtual para cegos que fundou em 1999,
e que hoje alcançou reconhecimento internacional.
Ele começou sua aventura com a convicção de que "a cegueira não acaba o
mundo", disse à AFP o autor deste grande projeto cujo nome alude a
Tiflos, uma
ilha de onde os cegos eram banidos, segundo a mitologia grega.
"Não se trata de que o mundo se adapte ao deficiente, mas que ele
encontre as ferramentas para a inclusão", argumentou o homem de 41 anos,
que ficou cego
ainda criança após ter nascido com pouca visão.
"Ganhamos o primeiro prêmio entre 600 projetos que foram apresentados na
Organização dos Estados Americanos (OEA) sobre contribuição para a
redução da
pobreza e da desigualdade na América Latina e no Caribe", disse Lecuona.
Ele sente que agora é uma "responsabilidade pensar muito bem" em como
investir estes 75.000 dólares que receberão em meados de novembro,
verdadeira fortuna
para a ONG, garantiu.
Desde o início precário com seu computador de casa ao lado do berço de
sua primeira filha, a Tiflolibros passou para uma casa alugada onde
trabalham 14
pessoas.
Dispõem de uma impressora em braile e um scanner digital, enquanto
continuam sonhando com uma sede própria num centro cultural, promessa
feita pela prefeitura
de Buenos Aires.
Um prêmio internacional de apenas 2.500 dólares em 2003 foi o primeiro
impulso concreto para este projeto sem financiamento oficial, que se
diversificou
em uma rede social, Tiflonexos.
Hoje, com seus 7.500 inscritos de forma gratuita e 300 instituições
participantes, a biblioteca coloca na rede cerca de 500 títulos em espanhol.
Dois anos depois do nascimento da TifloLibros, saiu nos Estados Unidos a
biblioteca virtual BookShare.
"Mas eles começaram com um milhão de dólares, não um computador caseiro.
E eles cobram 50 dólares anuais pela inscrição", explicou Lecuona,
rindo. Um tempo
depois, na Índia, foi lançada a rede social Inclusive Planet, que tem
sua própria biblioteca.
- Superar a Idade Média -
"Até a década de 1990, os livros eram copiados à mão para o braile, era
como na Idade Média", lembrou Lecuona.
Na Biblioteca Argentina para Cegos, criada em 1927, "em quase 70 anos
chegaram a ter 3.000 títulos", revelou. "Hoje fazemos essa quantidade em
um ano,
graças à tecnologia e ao trabalho em rede", contou animado.
A internet, os computadores adaptados ou o telefone celular com leitor
de tela, abriram caminho para que as pessoas cegas tenham uma autonomia
nunca antes
imaginada.
Lecuona é um exemplo destes avanços. Se movimenta numa cidade pouco
adaptada para os deficientes como é Buenos Aires e viajou por dezenas de
países para
transmitir sua experiência.
Em 2008, a União Mundial de Cegos convidou Lecuona para debater e
incentivar um Tratado Internacional sobre direitos de autor para cegos,
depois que uma
lei foi sancionada na Argentina.
Foram cinco anos de árduas negociações, porque "o olhar dos países em
desenvolvimento é diferente da Europa e dos Estados Unidos", lembrou.
Em 2013, foi redigido o Tratado que obriga os países a incorporar em sua
legislação as exceções para cegos ao direito de autor e estabelece o
intercâmbio
entre os países.
A Tiflolibros já é uma referência de leitura para cegos e exemplo como
projeto de inclusão social, eixos centrais do trabalho de Lecuona como
ativista
de direitos humanos e superação das condições de pessoas com deficiência
visual.
"Na Europa a deficiência está muito amparada. O estado dá trabalho, as
coisas estão garantidas. Está tudo dentro do sistema", disse.
Mas "quando têm tudo resolvido, trabalho garantido, também têm menor
iniciativa. Nem sempre isso se converte em desenvolvimento pessoal",
apontou, ao defender
a capacidade de improviso das pessoas com deficiência da América Latina.
Fonte:
http://www.em.com.br/app/noticia/internacional/2015/09/29/interna_intern...
Homem com paralisia obrigado a sair de avião a rastejar
Homem fartou-se de esperar por cadeira de rodas e saiu do avião pelos seus próprios meios.
homem-com-paralisia-cerebral
Um homem que regressava de uma conferência sobre as políticas de acessibilidade para pessoas com deficiência, sentiu na pele um exemplo bastante real desse
problema.
D’Arcee Neal, que sofre de paralisia cerebral, apanhou um voo de cinco horas de São Francisco para Washington na semana passada. Na altura de sair do aparelho,
o homem foi informado de que não existiam cadeiras de rodas disponíveis pelo que teria que aguardar um momento para que se procurasse uma.
O homem esperou 15 minutos até que farto do desprezo com que o estavam a tratar decidiu agir pelos seus próprios meios e saiu do avião a rastejar, perante
o olhar perplexo dos tripulantes de bordo, conta a CNN.
“É humilhante. Ninguém deveria ter de passar por aquilo que eu passei”, afirmou o norte-americano de 29 anos, acusando as companhias aéreas de tratar as
pessoas com dificuldades “como um problema secundário”.
Já a companhia defende-se dizendo que antes de aterrar havia uma cadeira à disposição de Neal. Porém, uma errada troca de informações, fez com que a cadeira
fosse retirada do local.
O homem espera que a sua história sirva de exemplo para que este género de situações possa ser debatido e se garantam melhores as condições dos deficientes.
Fonte:
www.noticiasaominuto.com
terça-feira, 27 de outubro de 2015
CORPO DE BAILE, SHOW DE MÔNICA SALMASO COM AUDIODESCRIÇÃO
CONVITE MÔNICA SALMASO. Descrição no final do post.
Teatro Sérgio Cardoso convida para o ensaio aberto de Mônica Salmaso, CORPO DE BAILE, com audiodescrição e interpretação em LIBRAS.
Data: 28 de outubro (quarta feira).
Horário: 18:00 horas.
Local: Teatro Sérgio Cardoso.
Endereço: Rua Rui Barbosa, 153, Bela Vista, São Paulo, SP.
Duração: 1 hora e 10 minutos.
Censura: Livre
Gratuito.
Favor confirmar presença pelo email:
marina@vercompalavras.com.br
Sobre o show: O disco, composto unicamente por músicas de Guinga e Paulo Cesar Pinheiro, chegou ao mercado no segundo semestre de 2014 e, logo depois,
apontado pela crítica como um dos melhores do ano. Acompanham a cantora, músicos que são virtuoses em seus instrumentos: Teco Cardoso, Nailor Proveta,
Nelson Ayres, Paulo Aragão, Neymar Dias e o Quarteto de Cordas Carlos Gomes, formado por Cláudio Cruz, Adonhiran Reis, Gabriel Marin e Alceu Reis, além
do vídeo cenário criado por Walter Carvalho. O show que ganhou os palcos nacionais, também celebra os 20 anos de carreira de Mônica, que rendeu mais de
dez gravações em estúdio e ao vivo. Iniciou-se no mundo discográfico em 1995, quando lançou com o violonista Paulo Bellinati o CD “Afro-sambas”, cantando
Baden Powell e Vinícius de Moraes.
Ficha técnica: Mônica Salmaso: voz e direção musical; Teco Cardoso: sax, flautas e direção musical; Nailor Proveta: clarinete; Nelson Ayres: piano e acordeon;
Neimar Dias: contrabaixo e viola caipira; Paulo Aragão: violão; Quarteto Carlos Gomes: Claudio Cruz (violino), Adonhiran Reis (violino), Gabriel Marin
(viola) e Alceu Reis (violoncelo); Vídeo-cenário: Walter Carvalho; Coordenação de Produção: Carla Assis; Diretor de Palco: Haroldo Costanzo; Engenheiro
de Som: Carlos Rocha.
Descrição do e-flyer: o e-flyer, com fundo verde escuro e com o título do disco escrito com letras cor de rosa, é ilustrado no lado esquerdo pela fotografia,
em primeiro plano (do peito para cima) de Mônica Salmaso, um mulher de pele clara, com a cabeça e os olhos voltados para baixo e um discreto sorriso nos
lábios pintados com batom vermelho. Ela usa blusa verde de mangas longas, com frufrus pretos no peito, echarpe rosa de tricô com penacho roxo. Na cabeça,
um chapeuzinho de veludo cor de terra, com laço na aba curta e bordados.
POR:
VERCOMPALAVRAS
PROJETO DE LEI PRETENDE TORNAR AUDIODESCRIÇÃO OBRIGATÓRIA
O deputado Felipe Francischini (SD) apresentou projeto de lei na Assembleia Legislativa que visa garantir a acessibilidade das pessoas com deficiência
visual aos projetos culturais patrocinados ou fomentados com verba pública estadual. “Meu objetivo é promover a participação social e a melhoria de vida
dos cidadãos paranaenses portadores de deficiências visuais”, afirmou Francischini.
deputado Felipe Francischini
O deputado explica que a Constituição Federal, em seu artigo 24, inciso XIV, atribuiu ao legislador estadual a competência legislativa concorrente de dispor
sobre a proteção e a integração social das pessoas portadoras de deficiências. Ele lembra também que os contribuintes, com os tributos que recolhem aos
cofres públicos, são na verdade os grandes financiadores dos eventos e projetos culturais fomentados por verba oficial. E que parte destes contribuintes
é composta por portadores de deficiências visuais e suas respectivas famílias. “Por isso, é obrigação do legislador estadual garantir que todos os cidadãos
do Paraná, sem qualquer discriminação, possam apreciar os projetos culturais publicamente fomentados”, comentou.
De acordo com a proposta, todas as obras de fotografia, pintura, escultura, design, desenho, caricatura e artes plásticas deverão ser dotadas de audiodescrição
no local em que estiverem expostas, com dispositivo tecnológico que permita o acesso a essa ferramenta. As obras de cinema, vídeo, séries de TV e congêneres,
peças de teatro, dança e circo, também devem oferecer um audiodescritor e estrutura tecnológica correspondente.
Fonte: Assembléia Legislativa do Paraná
IV Encontro Estadual de Gestores de Comunicação
Atenção profissionais e estudantes de Comunicação e todos que prestam atendimento ao público!
A Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo convida para o IV Encontro Estadual de Gestores de Comunicação do Estado de
São Paulo, que acontece no dia 09 de novembro, a partir das 9h, no Hotel Mercure, bairro de Santana, em São Paulo.
Ao longo das últimas décadas, pessoas com deficiência ganharam espaço e protagonismo e não devem ser chamadas de “portadoras de necessidades especiais”,
“deficientes” ou “PNE” (Sigla utilizada para portador de necessidades especiais). Aprenda a forma correta, atualize-se!
Este encontro acontece desde 2012 e tem o intuito de apresentar aos profissionais, estudantes e gestores, públicos e privados, que prestam atendimento
ao público, informações atualizadas sobre conceitos, terminologia correta e formas de relacionamento, atendimento e construção de ofícios e textos sobre
pessoas com deficiência.
TODOS ESTÃO CONVIDADOS! ENTRADA FRANCA. VAGAS LIMITADAS!
Programação e inscrição:
http://egecom.sedpcd.sp.gov.br
Informações complementares:
(11) 5212.3701
SERVIÇO:
Data: 09 de novembro de 2015
Horário: das 09h às 13h
Local: Hotel Mercure – Espaço Immensità
Endereço: Av. Luiz Dumont Villares, 392 – Santana – SP – Junto ao Complexo Hoteleiro Mercure Nortel
Realização: Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo
Bauru tem déficit de cuidadores para alunos com deficiência em escolas
O atendimento de cuidador para estudantes com deficiência nas escolas
municipais é garantido pela constituição e todas as escolas que tiverem
deficientes
devem oferecer este serviço. Contudo, a lei não está sendo cumprida em
algumas unidades da rede municipal de
De acordo com a diretora da Divisão de Educação Especial da Prefeitura
de Bauru Carla Alves, a rede tem 249 estudantes deficientes, mas apenas
62 cuidadores.
O grande problema está na dificuldade em contratar mais profissionais.
“Agora no final de julho nós chamamos seis cuidadores, dois assumiram e
quatro
desistiram. Nós temos algumas escolas sem cuidador também devido a
exoneração. Quando tem a exoneração a gente tem que aguardar ser
publicado no diário
oficial pra fazer nova solicitação e tem a questão burocrática que
demora um pouco, pois não é solicitar que já vai chegar um cuidador”,
explica.
Escola municipal Claudete da Silva Vecchi não tem cuidador (Foto:
Reprodução/TV TEM)
Escola municipal Claudete da Silva Vecchi não tem
cuidador (Foto: Reprodução/TV TEM)
A escola municipal Claudete da Silva Vecchi é um das instituições de
ensino que não tem cuidadora. Neusa Monteiro tem uma sobrinha com
Síndrome de Down
e Renata Camilo tem um filho com deficiência. Ambos precisam de cuidados
especiais, só que acabam se virando sozinhos na escola.
“A higiene pessoal das crianças fica comprometida. Não tem quem leve ao
banheiro. Às vezes, a gente tem que vir aqui pra buscar a criança pra
poder trocar”,
diz Neusa.
O promotor público da Infância e Juventude Lucas Pimentel explica que os
pais de crianças deficientes devem pedir um cuidador à escola assim que
a matrícula
for feita. A criança vai passar por avaliação médica e, se o diagnóstico
indicar que ele precisa de cuidados especiais e a escola não cumprir o
seu papel,
a família pode denunciar.
“A família pode fazer uma reclamação no conselho tutelar e pode procurar
a promotoria de justiça ou a defensoria pública. O fato vai ser apurado
e, sendo
comprovado o não cumprimento da lei, o município é acionado
judicialmente sob pena de multa a atender a criança”, explica o procurador.
Segundo a diretora da Divisão de Educação Especial da Prefeitura de
Bauru, Carla Alves, a meta da Secretaria é que até o começo do ano que
vem tenha cuidadora
em todas as escolas do município, do ensino infantil e do fundamental.
fonte:g1
Incrível: Paralímpico dá salto que seria ouro (não-deficiente) em Londres-2012
O alemão Markus Rehm obteve nesta sexta-feira, durante o Mundial de Atletismo Paralímpico, que se realiza em Doha, um dos resultados mais impressionantes
dos últimos anos. Favorito ao outro no salto em distância categoria F44 (amputados), ele conseguiu, na terceira das seis tentativas, a marca de 8.40m,
colocando não apenas 1.14m de diferença para o segundo colocado, o holandês Ronald Hertog, como também quebrou o recorde mundial paralímpico.
Só que esta marca não para por aí. Para ser ter uma comparação: caso Rehm tivesse disputado qualquer prova com os principais atletas sem deficiências,
ele estaria entre os maiores. Se pulasse nos Jogos Olímpicos de Pequim, em 2008, ou de Londres, em 2012, ele teria ficado com a medalha de ouro. Afinal,
o panamenho Irwing Paladino saltou 8.34m na China e o britânico Greg Rutheford subiu ao lugar mais alto do pódio nos últimos jogos com 8.31m. A marca garantiria
ao saltador, pelo menos o bronze em qualquer olímpiada. Se Rehm fosse brasileiro, hoje em Doha teria igualado o recorde brazuca, conseguido por Douglas
de Souza em 1995.
- Quando eu quebrei o recorde com 8.29m, pensei que seria quase impossível superá-lo. Logo, ter marcado 8.40m foi realmente especial. Mas estou em forma
física fantástica e além disso acordei sentindo que seria o meu dia - disse Rehm.
Vale ressaltar que na hora do seu salto o vento estava em 1.8, abaixo do máximo para que o recorde possa ser homologado. Alemão da cidade de Goppingen,
Rehm tem 27 anos e além de recordida é o atual campeão paralimpico, tendo vencido o ouro em Londres com a marca de 7.35m
O segundo colocado Hertoh se mostrou feliz com a prata.
- Esta competição foi incrível e os resultados mostrararam que eu e Markus podemos podemos saltar muito longe - analisou.
O russo Vadim Aleshik, com 6.91m, fechou o pódio
Compare os 8,40m do saltador Paralímpico com os saltos dos atletas que ganharam medalhas nas últims olimpíadas:
2012 (Londres)
Ouro -Greg Rutheford (GBR) 8.31m
Prata -Mitchell Watt (AUS) 8.16m
Bronze - Will Clay (EUA) 8.12m
2008 (Pequim)
Ouro -Irwing Saladino (PAN) 8.34m
Prata- Khotso Mokoena (AFS) 8.24m
Bronze - Ibrahim Camejo (MEX) 8.20m
2004 (Atenas)
Ouro - Dwight Phillips (EUA) 8.59m
Prata - John Moffit (EUA) 8.47m
Bronze - Joan Martinez (ESP) 8.32m
2000 (Sydney)
Ouro - Ivan Pedroso (CUB) 8.55m
Prata - Jaï Taurina (AUS) 8.49m
Bronze - Roman Shurenko (UCR)8.31m
1996 (Atlanta)
Ouro - Carl Lewis (EUA) 8.50m
Prata - James Beckford (JAM)8.29m
Bronze - Joe Greene (USA) 8.24m
segunda-feira, 26 de outubro de 2015
Tiago Abravanel faz show em prol de pessoas com deficiência visual
Tiago está em close, usando um chapéu e cantando de olhos fechados
O ator e cantor Tiago Abravanel, o Fran da série "Chapa quente", da
Globo, vai fazer um show beneficente no próximo dia 28, em São Paulo.
Com ingressos
a R$ 450, os convidados que forem ao evento no Hotel Unique, no Jardim
Paulista, em São Paulo, também participarão de um coquetel e um jantar
assinado
pelo Chef Emmanuel Bassoleil.
A cerimônia, comandanda por Fernando Rocha, jornalista e apresentador do
programa "Bem-Estar", tem como objetivo ajudar a Laramara – Associação
Brasileira
de Assistência à Pessoa com Deficiência Visual.
"Acho muito importante apoiar projetos sociais, na verdade, cresci vendo
a minha fazendo isso. Acredito que apoiar esse tipo de ação é o mínimo
que podemos
fazer para termos um país melhor. Utilizar a minha arte em prol dos
outros é um ato de amor. Para mim é uma honra ser chamado para fazer
parte deste grande
projeto da Laramara, estou muito ansioso para este show, tenho certeza
que será incrível" , afirma Tiago.
Foto: Adriano Fagundes
Fonte:
Época Site externo.
DIA DA ANIMAÇÃO 2015: TERÁ MOSTRA INFANTIL E NACIONAL COM AUDIODESCRIÇÃO
O Dia da Animação (DIA), maior evento de cinema simultâneo do Brasil, chega a sua 12ª edição em mais de 200 cidades no Brasil e 40 países participantes.
Ocorrido anualmente em 28 de outubro, a data é celebrada com sessões de curtas-metragens de desenhos animados nacionais e internacionais. Entre os países
que participam simultaneamente, estão França, Portugal, Índia, Polônia, Rússia, Hungria, Israel, Egito, Suécia, Canadá e Estados Unidos.
O DIA tem objetivo de difundir o cinema de animação nacional e internacional em todas as regiões do país, proporcionar o contato do público com o trabalho
de diretores brasileiros, estimular debates, revelar talentos, despertar o interesse do público e propiciar o intercâmbio entre filmes paulistas, nacionais
e estrangeiros, fortalecendo os laços com os países integrantes da Associação Internacional do Filme de Animação (ASIFA) e divulgar os filmes brasileiros
no exterior. O Dia da Animação também gera a integração cultural em todas as regiões do país, mobilizando diversas comunidades e facilitando a inclusão
e o acesso da população à cultura.
No decorrer da semana, eventos paralelos, como mostras Infantil, Internacional e Paulista serão realizados de acordo com a programação de cada cidade participante.
Em todo o Brasil, por exemplo, também serão apresentadas mostras com audiodescrição para pessoas com deficiência visual e espectadores com Síndrome de
Down e Autismo e dvds com janela de libras para pessoas com deficiência auditiva.
Gratuito e aberto ao público, o evento tem realização nacional da Associação Brasileira de Cinema de Animação (ABCA) e no estado de São Paulo a realização
e produção executiva da Origem Produções, patrocínio da Zilor e apoio do Programa de Ação Cultural (ProAC).
12º Dia Internacional da Animação
Data: 28 de outubro de 2015
Horário: 19h30
Local: consultar município no site
www.diadaanimacao.com.br
Entrada franca
fonte:blog da audio descriçao
Brasil: Recifense desenvolve dispositivo que alerta cegos para obstáculos nas ruas
O dispositivo é acoplado nos sapatos e emite sons para buracos, obstáculos e escadas
As pessoas com deficiência visual terão um novo auxílio para melhor locomoção dentro das cidades. O aluno de Engenharia de Controle e Automação da Faculdade
Boa Viagem (FBV), Davi Cavalcanti, 20 anos, desenvolveu um dispositivo que, acoplado ao calçado, alerta ao usuário sobre possíveis obstáculos no caminho.
De acordo com o Instituto de Cegos Antônio Pessoa de Queiroz, só no Recife, pelo menos 19 mil pessoas com cegueira ou baixa visão poderiam ser beneficiadas.
http://blogs.ne10.uol.com.br/social1/files/2015/09/davi-sapatos.jpg
O aparelho, que ainda não tem nome, funciona como um sensor, colocado na frente e atrás do sapato do deficiente. Ao longo do caminho por onde o deficiente
passar, ele emite sons de alerta para buracos, batentes e escadas. Cada uma dessas situações terá um som distinto para ajudar a identificar qual obstáculo
o deficiente precisará passar.
O projeto chamado “Olhando com os pés” foi idealizado a partir da necessidade do aluno de engenharia em contribuir de alguma maneira com a sociedade. “Sempre
quis ajudar algum grupo social, mas não sabia como. Até que vi uma garota tropeçar e me coloquei no lugar das pessoas cegas que tropeçam por não enxergarem",
disse Davi, que a partir dessa ideia desenvolveu, em 10 meses, o aparelho.
O jovem inventor entende que o dispositivo deve ter custo para os interessados, porém sabe que nem todos têm condições financeiras de adquirir certos produtos.
Sendo assim, Davi escolheu algumas peças que sairiam mais baratas, tornando-o mais acessíveis para todas as classes sociais. “Desenvolvi em uma placa de
aduirno, que é significantemente mais barata. Desse jeito, acho que o dispositivo poderia ser comprado por todos os grupos sociais, principalmente as pessoas
que não tem outro meio de locomoção que não seja andar” afirmou Davi.
O estudante foi, recentemente, convidado a se apresentar na DeVry College of New York, onde mostrou, na última quarta-feira, o protótipo para o diretor
da instituição, pesquisadores e alunos de engenharia. Em uma nota nas redes sociais a Universidade norte-americana agradeceu a presença do estudante e
colocou sua invenção como inovadora.
Além disso, Davi participou da World Marker Faire que aconteceu no New York Hall of Science, no bairro de Queens, Nova Iorque, nos dias 26 e 27 de setembro.
Ele teve a oportunidade mostrar sua inovação para mais de 80 mil pessoas, entre pesquisadores e emprsários do ramo de tecnologia. A expectativa é que algum
patrocinador se interesse pelo projeto e decida colocá-lo no mercado para ajudar os que tem necessidade.
Fonte:
http://jconline.ne10.uol.com.br/canal/cidades/geral/noticia/2015/09/30/r...
Concurso Cultural 70 anos da Fundação Dorina
Estão abertas as inscrições para o "Concurso Cultural 70 anos", que tem
como objetivo a criação de um slogan para ser usado durante o ano em
que comemoraremos o septuagésimo aniversário da Fundação Dorina.
O autor da frase escolhida será premiado com um smartphone.
As sugestões de slogans devem ser enviadas até o dia 3 de novembro
de 2015 por e-mail (
70anos@fundacaodorina.org.br),
com o assunto
"Concurso Cultural 70 anos", ou carta para:
A/C Concurso Cultural 70 anos
Rua Doutor Diogo de Faria, 558 Vila Clementino
CEP 04037-001 São Paulo SP
Consulte o regulamento pelo
site.
No rodapé à direita a marca da Fundação Dorina: Um retângulo branco com o rosto da Fundação Dorina e abaixo em quatro níveis FUNDAÇÃO DORINA NOWILL PARA
CEGOS, em letras pretas e cinzas. O rosto é um círculo amarelo, com sorriso e óculos redondos escuros.
selo
fonte:
fundaçao dorina
Repórter Mirim mostra falta de locais adaptados para crianças com deficiência em Belém
A repórter mirim Maria Eduarda Barbosa, de 9 anos, adora brincar em praças e parques de Belém. Por isso mesmo, pensou em quem não pode aproveitar este
tipo de brincadeira: em sua redação, a menina mostrou preocupação com as crianças com deficiências, que precisariam de espaços adaptados para se divertir
nestes locais coletivos.
A redação de Maria Eduarda foi uma das cinco escolhidas pela comissão julgadora do concurso cultural Repórter Mirim. Com a ajuda da repórter Tainá Aires,
ela mostrou a dificuldade enfrentada por seu amigo Lucas, que usa cadeira de rodas, em uma praça da cidade (clique na fonte, ao fim deste texto, para acessar
o vídeo).
Veja, na íntegra, a redação de Maria Eduarda:
Olá, sou Maria Eduarda, tenho 9 anos, adoro correr, pular e brincar nas praças e nos parques de minha cidade. Se não pudesse fazer tudo isso ficaria muito
triste, porque a infância passa rápido.
Então estava pensando... onde as crianças portadoras de necessidades especiais se divertem? Será que têm espaços e brinquedos adaptados para elas nas praças,
escolas e parques de Belém?
Pois elas não deixam de ser crianças porque tem suas limitações. Por isso resolvi falar sobre esse assunto, para saber um pouco mais da realidade delas,
seus desejos, seus sonhos e as dificuldades que encontram no seu dia-a-dia e poder assim ajuda-las de alguma forma.
Outro dia vi na internet que existem vários brinquedos adaptados, que podem ser feitos com baixo custo e utilizados por crianças portadoras de necessidades
especiais com segurança. Se tivesse pelo menos um brinquedo adaptado em cada praça, escola e parque de nossa cidade já seria muito bom. Era uma forma dessas
crianças aproveitarem melhor a sua infância.
Ficaria bem feliz se minha sugestão fosse escolhida, não por minha causa, mas porque assim as crianças portadoras de necessidades especiais teriam a oportunidade
de serem vistas e ouvidas, com mais respeito e atenção por toda a população de Belém. Isso faria com que elas se sentissem incluídas, realmente, em nossa
sociedade
Fonte:
G1 Site externo.
Pessoas com deficiência não pagarão ICMS na compra de veículos no MS
isenção-de-impostos-carros
Decreto foi publicado na edição de hoje do Diário Oficial do Estado e já está valendo
Em decreto publicado nesta sexta-feira (23), o Governo do Estado decretou a concessão de isenção de imposto para compra de veículos destinados a pessoas
com deficiência física, visual, mental e até autistas. O decreto foi publicado na edição de hoje do Diário Oficial do Estado (DOE).
Conforme a nova regra, ficarão isentos da cobrança do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) os veículos adquiridos por pessoas com
deficiência. A regra foi definida depois de reunião do Conselho Nacional de Política Fazendária (Confaz).
A regra é a seguinte: “deficiência física, aquela que apresenta alteração, completa ou parcial, de umou mais segmentos do corpo humano, acarretando o comprometimento
da função física, apresentando-se sob a forma de paraplegia, paraparesia, monoplegia, monoparesia, nanismo, tetraplegia, tetraparesia, triplegia, triparesia,
hemiplegia, hemiparesia, ostomia, amputação ou ausência de membro, paralisia cerebral, membros com deformidade congênita ou adquirida, exceto as deformidades
estéticas e as que não produzam dificuldades para o desempenho de funções”.
A isenção entra em vigor hoje e já produz efeito desde o dia 1º de setembro deste ano. Um laudo deverá ser apresentado pelos compradores para as concessionárias.
O modelo está
neste link,
na página 3.
Fonte:
www.correiodoestado.com.br
Célula-tronco pode reverter “cegueira da idade”
Estima-se que metade das pessoas com alguma deficiência visual sofra de degeneração macular, que acomete indivíduos a partir dos 50 anos
Uma nova cirurgia promete devolver a visão a quem sofre da “cegueira da idade”, como é chamada a forma mais grave da Degeneração Macular Relacionada à
Idade (DMRI).
De acordo com o jornal “O Globo”, médicos britânicos do Projeto de Londres para Curar a Cegueira divulgaram na terça-feira que obtiveram sucesso no primeiro
implante de células-tronco no olho de uma paciente de 60 anos com essa doença, realizado há um mês. De acordo com eles, esse é “um grande passo” no combate
a esse mal, a causa mais comum de perda de visão no mundo.
Estima-se que metade das pessoas com alguma deficiência visual sofra de degeneração macular, que acomete indivíduos a partir dos 50 anos. No Brasil, a
enfermidade afeta cerca de 2,9 milhões, segundo a Sociedade Brasileira de Oftalmologia.
O procedimento desenvolvido na Inglaterra consiste em implantar, na parte de trás da retina, células-tronco embrionárias que foram transformadas em células
do epitélio pigmentar da retina, o tecido que fica sob a mácula e é prejudicado pela DMRI. É no epitélio pigmentar que ficam os fotorreceptores da mácula,
isto é, as células responsáveis por captar a luz e formar as imagens. Há dois tipos dessas células: os cones, que permitem a visão central, e os bastonetes,
ligados à visão periférica. Quando a mácula começa a se degenerar, as células cones são as mais afetadas, o que faz com que os pacientes passem a enxergar
um borrão escuro no centro da visão.
Fonte:
PUBLICADO EM 01/10/15 - 03h00
http://www.otempo.com.br/cidades/c%C3%A9lula-tronco-pode-reverter-ceguei...
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sábado, 24 de outubro de 2015
ORPHEUS, ESPETÁCULO DE DANÇA TEATRO COM AUDIODESCRIÇÃO, NO TEATRO SÉRGIO CARDOSO
Fotografia colorida de dois bailarinos com jaqueta e malha pretas com aplicações de couro, saltando com braços e pernas abertos, tendo ao fundo painel
com casario escurecido e acinzentado semelhante a barracos. (Foto Arnaldo Torres)
Studio3 Cia de Dança apresenta “ORPHEUS”, espetáculo de dança teatro com audiodescrição e interpretação em LIBRAS, com direção de José Possi Neto.
Data: 25 de outubro (domingo).
Horário: 18:00 horas.
Local: Teatro Sérgio Cardoso.
Endereço: Rua Rui Barbosa, 153, Bela Vista, São Paulo, SP.
Duração: 65 minutos.
Valor: R$ 30,00 (inteira); R$ 15,00 (meia).
Convites cortesia para pessoas com deficiência. Acompanhantes pagam meia entrada.
Favor confirmar presença pelo email:
marina@vercompalavras.com.br
Sobre o espetáculo: Um mergulho profundo sobre o mito de “Orfeu”, perdido entre as sombras e os sons noturnos, em meio ao caos de uma grande metrópole,
como São Paulo. Envolto pelo mistério da Amazônia e seu verde obsessivo. Delirante no coração do carnaval do Rio de Janeiro. Executante de uma dança visceral
sob a possessão dos deuses africanos na Bahia de todos os santos. A música do nosso mais belo Orfeu, Antônio Carlos Jobim, deverá nos conduzir até ele,
nos inspirar, assim como a poesia de Vinícius de Morais e os grandes compositores como Glük. Mergulhados na noite escura que precede toda a criação, procuramos
e invocamos Orfeu para nos reconduzir à luz.
Ficha Técnica: Direção Teatral: José Possi Neto; direção Coreográfa: Anselmo Zolla; Coreografia: Anselmo Zolla e Elenco; Artista Convidada: Marilena Ansaldi;
Roteiro: José Possi Neto; Direção Musical: Felipe Venâncio; Musica: C.Gluck, Tom Jobim e F.Venâncio; Letras: Vinícius de Moraes; Trechos do Poemo: Paulicéia
Desvairada de Mário de Andrade; Voz: Zizi Possi; Participação: Tiganá Santana; Cenografia: Casa Góia; Imagens: Karina Machado; Desenho de Luz: José Possi
Neto, Anselmo Zolla e Joyce Drummond; Figurinos: Fábio Namatame; Vídeo e Cenário: Estúdio Preto e Branco; Foto: Arnaldo Torres.
POR:
VERCOMPALAVRAS
Georgie Phone - Aplicativo torna smartphones com Android acessíveis para deficientes visuais
Os smartphones já fazem parte da rotina de muitas pessoas. Com uma grande quantidade de recursos, tais aparelhos também facilitam a vida de seus usuários
e isto não poderia ser diferente para os deficientes visuais. Com o aplicativo Georgie pessoas cegas e com baixa visão podem usar smartphones de maneira
totalmente acessível e com recursos e aplicativos desenvolvidos exclusivamente para os deficientes.
Criado por dois desenvolvedores cegos da Sight and Sound Technology, empresa do Reino Unido especializada em produtos para deficientes, o aplicativo conta
com dezenas de aplicações que modificam a interface do aparelho com sistema Android, otimizando seu uso para se adaptar às necessidades dos usuários deficientes
visuais, seja com a ampliação de ícones e opções com letras grandes e contrastantes ou então através da leitura da tela em voz alta, para aqueles usuários
que não enxergam.
Roger Wilson-Hinds e sua esposa Margaret, ambos cegos, desenvolveram o sistema para ajudar a promover a independência dos deficientes visuais através de
recursos que facilitassem não só o uso do aparelho celular, mas também a própria vida do usuário. Como o Georgie foi desenvolvido por deficientes visuais
para deficientes visuais, seus recursos foram muito bem pensados para realmente ajudar tal público, com uma série de aplicações totalmente acessíveis e
de fácil uso.
O Georgie Phone funciona como um amigo que te ajuda a ultrapassar as barreiras do dia a dia. Qualquer usuário com aparelhos com sistema operacional Android
pode comprá-lo e utilizá-lo. Além do próprio Georgie, também está disponível na loja uma série de aplicativos independentes pertencentes à família que
podem ser instalados para atender à uma necessidade específica, como o próprio leitor de textos impressos, aplicativo para ouvir música, ler livros e muitos
outros que poderemos detalhar em outras matérias futuramente e tudo acessível para deficientes visuais.
No aplicativo o usuário que instalá-lo vai encontrar uma família de aplicações feitas por cegos para deficientes visuais que promete atender à todas as
necessidades deste público. Neste versão básica do app estão disponíveis várias opções de customização para deixar o celular ou tablet o mais acessível
possível, com botões e letras grandes que podem ter suas cores trocadas, uma ferramenta acessível para escrever, mandar e receber mensagens, usar o calendário
e muito mais.
Para tornar o aplicativo ainda mais completo, existem outros aplicativos que podem ser instalados para facilitar ainda mais a vida do deficiente, tais
como a Georgie Câmera, que otimiza esta ferramenta para o uso de deficientes visuais; o Georgie Colour Detection, que identifica as cores dos objetos e
fala para o DV; o Georgir OCR, que scanneia textos impressos para ler seu conteúdo em voz alta; Georgie YouTube, que torna a rede social de vídeos acessível
e muitos outros aplicativos.
O Georgie Phone está disponível na Play Store por três reais e noventa e três centavos e apesar dele estar em inglês, se o usuário não souber a língua,
dependendo do que ele fará não será tão complicado utilizar. Para conhecer mais sobre a família Georgie Phone
clique aqui
para ser direcionado para sua página oficial.
fonte:jogando as cegas
Do Pináculo da Tentação, braços abertos sobre o mundo
O Cristo levou 5 anos para ser erguido e custou 2 500 contos de réis (R$ 9,5 milhões)
Pináculo da Tentação foi o nome dado ao Morro do Corcovado pelos primeiros portugueses que em nossas terras aportaram. Uma citação ao monte bíblico onde
o demônio teria tentado Cristo pela segunda vez. O nome Corcovado é adotado no século seguinte, pois o monte lembraria uma corcunda (“corcova”).
Em 1859, o missionário lazarista Pedro Maria Boss se encanta com a beleza da Baía de Guanabara e da montanha, e tem a ideia de construir uma estátua monumental
de Cristo no alto do então Pináculo. Ele sugere à princesa Isabel a construção de um monumento no local. Entretanto, faltava naquele momento a presença
de uma força capaz de arcar com as responsabilidades de tamanho empreendimento.
Isso só foi acontecer em 1921, como comemoração dos 100 anos de independência. Na ocasião, foi aberto um concurso para escolher um projeto. Segundo o desenho
original, Jesus seguraria um globo terrestre e uma cruz nas mãos.
Capa da revista "Eu sei tudo" com a proposta da estátua do Cristo
A cessão do terreno do Corcovado para o Cristo irritou a Igreja Batista. Mas o então presidente à época, Epitácio Pessoa, autorizou a obra usando o curioso
argumento de que a Igreja Católica levou porque pediu primeiro. Ainda assim, em 23 de março de 1923, seguidores da Igreja Batista declararam, em nota publicada
em O Jornal Batista, órgão oficial da Convenção Batista Brasileira, seu desgosto quanto à construção do Cristo Redentor. A nota afirmava que a construção
"será, a um tempo, um atestado eloquente de idolatria da Igreja de Roma".
Entretanto, a Igreja Católica sempre se manteve firme em sua posição, argumentando jamais ter adotado a idolatria em sua doutrina, esclarecendo continuamente
que as imagens de santos em suas igrejas são vistas por seus fiéis como exemplos de fé a serem seguidos.
A pedra fundamental do monumento foi lançada em 4 de abril de 1922, mas as obras somente foram iniciadas em 1926. Dentre as pessoas que colaboraram para
a realização, podem ser citados o engenheiro Heitor da Silva Costa (autor do projeto escolhido em 1923), o artista plástico Carlos Oswald (autor do desenho
final do monumento) e o escultor francês Paul Landowski (executor dos braços e do rosto da escultura).
O artista plástico Carlos Oswald e seu desenho final do monumento
Ainda hoje, algumas pessoas dizem que o monumento foi um presente da França para o Brasil, quando, na verdade, a obra foi erigida a partir de doações de
fiéis de arquidioceses e paróquias por todo o país. Da França só vieram, de verdade, apenas uma réplica de quatro metros feita de pequenos moldes, assim
como modelos das mãos feitos pelo colaborador Landowski. Todos estes fatos foram atestados com rigor no programa televisivo Detetives da História produzido
pelo programa
The History Channel.
O Cristo levou 5 anos para ser erguido, metade do tempo da Estátua da Liberdade. Também foi mais barato: custou 2 500 contos de réis (R$ 9,5 milhões) enquanto
a Estátua da Liberdade custou 60 mil. E, embora seja um projeto perigoso - a 710 metros do chão - não houve acidentes graves entre os mil trabalhadores
– fato considerado um verdadeiro milagre do Cristo.
Detalhes curiosos: a coroa de espinhos na cabeça é, na verdade, um para-raios (o Cristo já perdeu sobrancelha, lábio inferior e um dedo para os raios).
A estátua tem dois corações: um externo e um interno, onde está o nome da família de Levy, que era judeu quando começou o trabalho mas, ao final da obra,
se converteu ao cristianismo. Há nomes também atrás dos pedaços de pedra-sabão que a forram. São amigos e familiares das mulheres que fizeram o revestimento.
Na cerimônia de inauguração, no dia 12 de outubro de 1931, a iluminação do monumento foi acionada a partir da cidade de Roma, de onde o cientista italiano
Guglielmo Marconi emitiu um sinal elétrico que foi retransmitido para uma antena situada no bairro carioca de Jacarepaguá, via uma estação receptora localizada
em Dorchester, Inglaterra, tudo a convite de Assis Chateaubriand. O sistema de iluminação original foi substituído duas vezes: em 1932 e 2000.
Tombado definitivamente pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional em 2009, o Monumento ao Cristo Redentor passou por obras de recuperação
em 1980, quando da visita do Papa João Paulo II. Em 1990, sofreu uma ampla restauração.
No dia 7 de julho de 2007, em uma festa realizada em Portugal, o Cristo Redentor foi incluído entre as novas sete maravilhas do mundo moderno. A decisão,
após um concurso informal, foi baseada em votos populares (internet e telefone), votação que ultrapassou a casa dos cem milhões de votos. E eis o Cristo
em outra controvérsia: o concurso não possui o apoio da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura, que apontou a falta de critérios
científicos para a escolha das maravilhas.
Mas nada se compara à briga que rola até hoje nos tribunais entre os herdeiros de Heitor Costa, o arquiteto, e de Paul Landowski, o
O engenheiro Heitor da Silva Costa (autor do projeto escolhido em 1923)
escultor, para saber quem é o "pai" do Cristo.
Neste caso, as palavras do missionário Pedro Maria Boss parecem ecoar como uma profecia:
“O Corcovado! ... Sim, aqui está o pedestal único no mundo! Quando vem a estátua colossal, imagem de Quem me fez?”
(Fontes: Arquidiocese de São Sebastião do Rio de Janeiro, site oficial do Corcovado & The History Channel)
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