Hospital Municipal do Campo Limpo é o único da capital que dispõe de equipamento adaptado para a realização de exames de mamografia para pessoas com deficiência
O vereador por São Paulo Paulo Frange (PTB) visitou o Hospital Municipal do Campo Limpo, único da capital que dispõe de equipamento adaptado para a realização
de exames de mamografia para pessoas com deficiência. O mamógrafo tem regulagem para diferentes alturas e pode ser usado por mulheres em cadeiras de rodas
e com outros tipos de deficiência que não permitam a realização do exame em pé.
O projeto de lei 614/2017, de autoria do vereador, está em tramitação na Comissão de Constituição e Justiça da Câmara dos Vereadores e visa instituir uma
Campanha Permanente de Prevenção do Câncer Ginecológico e Mamário, transformando a legislação atual, que promove a mobilização de forma apenas periódica.
Paulo Frange lembra que “o acesso aos serviços de saúde, para todos, sem exceção, é um direito previsto pela Constituição, além de cumprir com a Lei Brasileira
de inclusão da pessoa com deficiência de 2015” e a aprovação do projeto vai permitir que mais hospitais possam ter a estrutura necessária para a realização
do exame, em todas as regiões da cidade.
“A grande dificuldade das mulheres que são cadeirantes para fazer o exame de mamografia é, exatamente, ter onde fazer. Os hospitais não têm estrutura para
receber esse tipo de paciente, nem mesmo na iniciativa privada”, lembra Frange. “O Poder Público não ficou omisso ao longo desse tempo. Há três anos, no
Hospital do Campo Limpo, temos um mamógrafo ideal para a realização do exame, dentro de um programa de atendimento, das pessoas com deficiência”, explica.
O programa de atendimento para pessoas com deficiência no Campo Limpo facilita o agendamento dos exames e o transporte para o hospital, e garante, também,
o acompanhamento de cada caso. “Devido ao número elevado de pacientes que precisam da estrutura que temos aqui, o maquinário não pode ficar restrito a
este hospital. A distância, para alguns, é longa. Aumentar o número de mamógrafos para as pessoas com deficiência é algo muito bem-vindo para toda a rede
pública e privada de hospitais”, afirma o diretor técnico da unidade, Dr. Luís Carlos Hamada, ao comentar a iniciativa do vereador Paulo Frange.
Maria de Jesus, de 64 anos, é cadeirante e realiza periodicamente o exame na unidade. Ela considera muito boa a estrutura que tem hoje para o atendimento
e exalta, de maneira bem direta, a iniciativa do vereador, “Uma maravilha”.
Fonte:
Exame Site externo
sexta-feira, 2 de março de 2018
Documentário fala das dificuldades diárias de pessoas com deficiência
Estudante cega filma sozinha “Lentes Escuras”, documentário que aborda as dificuldades enfrentadas por pessoas com deficiência
O programa Nacional Jovem conversou com Caroline Barbosa Reis, estudante de jornalismo, que filmou sozinha o documentário “Lentes Escuras”. Caroline é
cega desde que nasceu.
O documentário mostra as dificuldades do dia a dia enfrentadas por pessoas com algum tipo de deficiência. Ele tem duração de 30 minutos e foi apresentado
como trabalho de conclusão de curso da Universidade Federal do Tocantins (UFT).
Segundo a estudante, o documentário tem sua percepção de mundo: “Em alguns trechos do documentário, procurei colocar os próprios entrevistados me orientando,
tanto que algumas imagens são desfocadas, tremidas ou em movimento, pois é a minha visão”, afirmou Caroline Reis.
Caroline contou que, em alguns momentos, o orientador dela gravou imagens da estudante realizando o documentário.
Foram 12 depoimentos, entre eles de atletas do Instituto Reviver, que trabalha o esporte na vida da pessoa com deficiência.
As pesquisas para o documentário começaram em agosto de 2017. A filmagem e entrega foi em dezembro do mesmo ano.
A futura jornalista pretende inscrever o documentário em festivais de curta-metragem.
Fonte:
Portal EBC Site externo
O programa Nacional Jovem conversou com Caroline Barbosa Reis, estudante de jornalismo, que filmou sozinha o documentário “Lentes Escuras”. Caroline é
cega desde que nasceu.
O documentário mostra as dificuldades do dia a dia enfrentadas por pessoas com algum tipo de deficiência. Ele tem duração de 30 minutos e foi apresentado
como trabalho de conclusão de curso da Universidade Federal do Tocantins (UFT).
Segundo a estudante, o documentário tem sua percepção de mundo: “Em alguns trechos do documentário, procurei colocar os próprios entrevistados me orientando,
tanto que algumas imagens são desfocadas, tremidas ou em movimento, pois é a minha visão”, afirmou Caroline Reis.
Caroline contou que, em alguns momentos, o orientador dela gravou imagens da estudante realizando o documentário.
Foram 12 depoimentos, entre eles de atletas do Instituto Reviver, que trabalha o esporte na vida da pessoa com deficiência.
As pesquisas para o documentário começaram em agosto de 2017. A filmagem e entrega foi em dezembro do mesmo ano.
A futura jornalista pretende inscrever o documentário em festivais de curta-metragem.
Fonte:
Portal EBC Site externo
Entidades promovem tarde de piscina para pessoas com deficiência
Desde sua criação, Abadef promove atividades de integração
Desde sua criação, Abadef promove atividades de integração
No próximo dia 5, pessoas com deficiência e dificuldades de locomoção terão uma tarde de piscina e recreação. Uma parceria entre a Associação Bajeense
de Pessoas com Deficiência (Abadef) e a Ong Caminhadores promove a atividade Praia Acessível para Todos.
A presidente da associação, Cimone Gonzales, explica que o projeto tem o objetivo de proporcionar às pessoas com deficiência e seus familiares uma tarde
de diversão, integração e recreação. "A função da Abadef é proporcionar eventos que permitam incluir e realizar atividades de recreação para pessoas com
deficiência, como a Corrida Fantástica e o Piquenique Inclusivo, que já são conhecidos e, agora, a Praia Acessível para Todos. Como não temos praia, vamos
fazer uma tarde de piscina", salienta.
Durante toda a tarde, serão realizadas diversas atividades, entre elas, o acesso à piscina para cadeirantes através das cadeiras anfíbias. "Para quem não
puder ou não quiser entrar na água, teremos banhos de mangueira e outras atividades", conta.
A tarde deve ser animada, ainda, por atividades da Secretaria de Juventude, Esporte e Lazer. Monitores do programa Primeira Infância Melhor (PIM) também
estarão auxiliando na ação.
Para participar, basta ir até o local de realização do evento, Círculo Militar, a partir das 13h30min do dia 5 de março. Em caso de frio ou chuva, o evento
será adiado.
fonte jornal minuano
Desde sua criação, Abadef promove atividades de integração
No próximo dia 5, pessoas com deficiência e dificuldades de locomoção terão uma tarde de piscina e recreação. Uma parceria entre a Associação Bajeense
de Pessoas com Deficiência (Abadef) e a Ong Caminhadores promove a atividade Praia Acessível para Todos.
A presidente da associação, Cimone Gonzales, explica que o projeto tem o objetivo de proporcionar às pessoas com deficiência e seus familiares uma tarde
de diversão, integração e recreação. "A função da Abadef é proporcionar eventos que permitam incluir e realizar atividades de recreação para pessoas com
deficiência, como a Corrida Fantástica e o Piquenique Inclusivo, que já são conhecidos e, agora, a Praia Acessível para Todos. Como não temos praia, vamos
fazer uma tarde de piscina", salienta.
Durante toda a tarde, serão realizadas diversas atividades, entre elas, o acesso à piscina para cadeirantes através das cadeiras anfíbias. "Para quem não
puder ou não quiser entrar na água, teremos banhos de mangueira e outras atividades", conta.
A tarde deve ser animada, ainda, por atividades da Secretaria de Juventude, Esporte e Lazer. Monitores do programa Primeira Infância Melhor (PIM) também
estarão auxiliando na ação.
Para participar, basta ir até o local de realização do evento, Círculo Militar, a partir das 13h30min do dia 5 de março. Em caso de frio ou chuva, o evento
será adiado.
fonte jornal minuano
quinta-feira, 1 de março de 2018
Guarujá está cadastrando currículos de pessoas com deficiência
Proposta é encaminhar os currículos para empresas da região.
Por G1 Santos
A Assessoria de Políticas Públicas para Pessoas com Deficiência de Guarujá, no litoral de São Paulo, está cadastrando currículos de pessoas com deficiência.
O objetivo é encaminhá-los para empresas da região, com base na lei de cotas para contratação e inclusão de pessoas com deficiências.
Segundo a administração, a Lei nº 8.213/91, que dispõe da contratação de deficientes, empresas que possuem mais de 100 empregados devem reservar de 2 a
5% das vagas para pessoas com deficiência, de acordo com número total de funcionários.
De acordo com a administração municipal, para se inscrever é preciso ser maior de 18 anos e enviar currículo atualizado para o email
segov.politicaspcd@gmail.com.
Mesmo aqueles que não possuem qualificação serão encaminhados para cursos profissionalizantes. As empresas interessadas também podem entrar em contato
através do email ou pelo telefone: 3308-7467.
fonte g1
Por G1 Santos
A Assessoria de Políticas Públicas para Pessoas com Deficiência de Guarujá, no litoral de São Paulo, está cadastrando currículos de pessoas com deficiência.
O objetivo é encaminhá-los para empresas da região, com base na lei de cotas para contratação e inclusão de pessoas com deficiências.
Segundo a administração, a Lei nº 8.213/91, que dispõe da contratação de deficientes, empresas que possuem mais de 100 empregados devem reservar de 2 a
5% das vagas para pessoas com deficiência, de acordo com número total de funcionários.
De acordo com a administração municipal, para se inscrever é preciso ser maior de 18 anos e enviar currículo atualizado para o email
segov.politicaspcd@gmail.com.
Mesmo aqueles que não possuem qualificação serão encaminhados para cursos profissionalizantes. As empresas interessadas também podem entrar em contato
através do email ou pelo telefone: 3308-7467.
fonte g1
Jovem com deficiência realiza sonho de ser aprovado na UFRR
Mykeias dos Santos Jorge foi aprovado no Vestibular 2018 para o curso de Ciências da Computação
Por
Paola Carvalho
Mykeias sofreu um derrame com um ano e cinco meses, mas isso não o impediu de prosseguir nos estudos (Foto: Nilzete Franco)
Com apenas um ano e cinco meses de idade, Mykeias dos Santos Jorge sofreu um derrame cerebral que dificultou o desenvolvimento motor do lado esquerdo do
corpo. Mesmo com as dificuldades, o jovem continuou a trilhar seu caminho escolar com o apoio da família e hoje, aos 19 anos, conseguiu realizar um dos
seus maiores sonhos: ser aprovado no curso de Ciências da Computação da Universidade Federal de Roraima (UFRR).
Em entrevista à Folha, o jovem contou que um dos fatores que mais o ajudou no seu desenvolvimento foi o apoio dentro de casa, dado por sua mãe, Dona Maria;
do pai, Manoel; e do irmão mais velho, Mykael, de 22 anos, além das tias, primas e da avó.
A família levava Mykeias, ainda criança, à fisioterapia no Hospital da Mulher para ampliar a sua força física. Na infância, os familiares também perceberam
o interesse do jovem pela Tecnologia da Informação e o inscreveu em cursos de informática e ciências da computação.
Para continuar o aprendizado, aos 14 anos, foi inscrito nas atividades pedagógicas na Unidade de Capacitação e Produção (UCP) do Rede Cidadania Atenção
Especial, programa da Secretaria de Trabalho e Bem-Estar Social (Setrabes).
Lá, os professores perceberam o interesse de Mykeias pelo estudo. Ao terminar o terceiro ano do Ensino Médio, a equipe entrou em contato com a família
para saber se poderiam auxiliar o jovem no processo de inscrição para o Vestibular e Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O preparatório para as provas
foi feito em um cursinho de três meses na Universidade Virtual de Roraima (Univirr) e estudando em casa.
O estudante disse que tinha interesse em fazer o vestibular para Universidade Federal, mas tinha medo de não passar. “Eu falava para o meu pai que queria
tentar em uma faculdade privada, mas ele me disse para tentar na Federal e, se eu não conseguisse, ele pagava a mensalidade da particular. A minha mãe
também colocou na minha cabeça para fazer a prova. Fiz o vestibular e passei. A minha prima que viu meu nome na lista e me mandou, mostrei para minha mãe.
Todo mundo me ligou e mandou mensagem, parabenizando. O apoio da família foi muito importante”, avaliou.
Agora, o jovem aguarda pelo início das aulas em agosto. Depois, o foco do jovem é se formar, trabalhar na área e tentar uma especialização em informática.
Enquanto esse momento não chega, Mykeias vive em estado de gratidão. “Agradeço principalmente minha mãe que me incentivou, minha avó, meu pai, minha tia
e minha prima também. Toda a minha família sempre me incentivou. Estou muito feliz”, finalizou.
Pais ainda têm medo de deixar filhos com deficiência cursarem a faculdade
Mykeias não é o único aluno do Rede Cidadania Atenção Especial a passar em um vestibular. Outros nove estudam em instituições públicas e privadas de Ensino
Superior em Roraima. Segundo a professora de Mykeias na Unidade de Capacitação e Produção, Cléia Melo, um dos pilares da UCP é justamente ampliar os níveis
de estudo e as propostas do mercado de trabalho.
“Quando o aluno completa o Ensino Médio, é feita essa pesquisa com os pais para ver se ele tem interesse de cursar o Ensino Superior. Hoje nós temos alunos
no curso de Psicologia e Música, entre outros. Em Ciências da Computação da UFRR, ele é o segundo aluno”, informou.
A professora frisou que ainda existem muitos pais com medo de deixar seus filhos cursarem o Ensino Superior por conta do preconceito com pessoas especiais.
“Eles alegam que o aluno tem dificuldade na leitura, na convivência. Eles têm medo da descriminação, que a gente sabe que acontece. É outro ambiente, totalmente
diferente e eles têm receio que o filho seja mal tratado. Nós conversamos, mas respeitamos a opinião dos pais”, completou.
Nessa situação, os alunos mantêm as atividades na UCP com acompanhamento pedagógico, orientações, suplementação de leitura, escrita e cálculo. Os alunos
precisam ter 14 anos para iniciar as atividades, mas não há idade limite para participação. (P.C)
Por
Paola Carvalho
Mykeias sofreu um derrame com um ano e cinco meses, mas isso não o impediu de prosseguir nos estudos (Foto: Nilzete Franco)
Com apenas um ano e cinco meses de idade, Mykeias dos Santos Jorge sofreu um derrame cerebral que dificultou o desenvolvimento motor do lado esquerdo do
corpo. Mesmo com as dificuldades, o jovem continuou a trilhar seu caminho escolar com o apoio da família e hoje, aos 19 anos, conseguiu realizar um dos
seus maiores sonhos: ser aprovado no curso de Ciências da Computação da Universidade Federal de Roraima (UFRR).
Em entrevista à Folha, o jovem contou que um dos fatores que mais o ajudou no seu desenvolvimento foi o apoio dentro de casa, dado por sua mãe, Dona Maria;
do pai, Manoel; e do irmão mais velho, Mykael, de 22 anos, além das tias, primas e da avó.
A família levava Mykeias, ainda criança, à fisioterapia no Hospital da Mulher para ampliar a sua força física. Na infância, os familiares também perceberam
o interesse do jovem pela Tecnologia da Informação e o inscreveu em cursos de informática e ciências da computação.
Para continuar o aprendizado, aos 14 anos, foi inscrito nas atividades pedagógicas na Unidade de Capacitação e Produção (UCP) do Rede Cidadania Atenção
Especial, programa da Secretaria de Trabalho e Bem-Estar Social (Setrabes).
Lá, os professores perceberam o interesse de Mykeias pelo estudo. Ao terminar o terceiro ano do Ensino Médio, a equipe entrou em contato com a família
para saber se poderiam auxiliar o jovem no processo de inscrição para o Vestibular e Exame Nacional do Ensino Médio (Enem). O preparatório para as provas
foi feito em um cursinho de três meses na Universidade Virtual de Roraima (Univirr) e estudando em casa.
O estudante disse que tinha interesse em fazer o vestibular para Universidade Federal, mas tinha medo de não passar. “Eu falava para o meu pai que queria
tentar em uma faculdade privada, mas ele me disse para tentar na Federal e, se eu não conseguisse, ele pagava a mensalidade da particular. A minha mãe
também colocou na minha cabeça para fazer a prova. Fiz o vestibular e passei. A minha prima que viu meu nome na lista e me mandou, mostrei para minha mãe.
Todo mundo me ligou e mandou mensagem, parabenizando. O apoio da família foi muito importante”, avaliou.
Agora, o jovem aguarda pelo início das aulas em agosto. Depois, o foco do jovem é se formar, trabalhar na área e tentar uma especialização em informática.
Enquanto esse momento não chega, Mykeias vive em estado de gratidão. “Agradeço principalmente minha mãe que me incentivou, minha avó, meu pai, minha tia
e minha prima também. Toda a minha família sempre me incentivou. Estou muito feliz”, finalizou.
Pais ainda têm medo de deixar filhos com deficiência cursarem a faculdade
Mykeias não é o único aluno do Rede Cidadania Atenção Especial a passar em um vestibular. Outros nove estudam em instituições públicas e privadas de Ensino
Superior em Roraima. Segundo a professora de Mykeias na Unidade de Capacitação e Produção, Cléia Melo, um dos pilares da UCP é justamente ampliar os níveis
de estudo e as propostas do mercado de trabalho.
“Quando o aluno completa o Ensino Médio, é feita essa pesquisa com os pais para ver se ele tem interesse de cursar o Ensino Superior. Hoje nós temos alunos
no curso de Psicologia e Música, entre outros. Em Ciências da Computação da UFRR, ele é o segundo aluno”, informou.
A professora frisou que ainda existem muitos pais com medo de deixar seus filhos cursarem o Ensino Superior por conta do preconceito com pessoas especiais.
“Eles alegam que o aluno tem dificuldade na leitura, na convivência. Eles têm medo da descriminação, que a gente sabe que acontece. É outro ambiente, totalmente
diferente e eles têm receio que o filho seja mal tratado. Nós conversamos, mas respeitamos a opinião dos pais”, completou.
Nessa situação, os alunos mantêm as atividades na UCP com acompanhamento pedagógico, orientações, suplementação de leitura, escrita e cálculo. Os alunos
precisam ter 14 anos para iniciar as atividades, mas não há idade limite para participação. (P.C)
Clowns de Shakespeare apresenta espetáculo acessível para deficientes visuais na Grande NataL
"Abrazo" será encenado nesta quinta (1) e sexta (2) em São Gonçalo do Amarante. Além disso, haverá oficinas gratuitas para crianças e adultos.
Por G1 RN
Espetáculo Abrazo será apresentando em São Gonçalo do Amarante (Foto: Gustavo Farache )
O grupo potiguar Clowns de Shakespeare apresenta o espetáculo "Abrazo", em São Gonçalo do Amarante, na Grande Natal, nesta quinta-feira (01) e sexta (02),
às 19h, no Teatro Municipal Poti Cavalcanti. Além disso, haverá oficinas gratuitas para crianças e adultos.
Feito sem o uso da palavra falada, "Abrazo" é composto por vídeos de animação, trilha sonora específica para o espetáculo, áudio-descrição e visita tátil
aos elementos de cena. Tais características, colabora para a acessibilidade de pessoas com deficiência visual à obra, além de ser compreensível a pessoas
surdas.
Abrazo narra um lugar onde não é permitido abraçar e personagens atravessam um quadrado contando histórias de encontros, despedidas, opressão, exílio,
mas, também, afeto e liberdade. A obra é a segunda parte da trilogia latino-americano dos Clowns de Shakespeare (as outras duas são: Nuestra Senhora de
las Nuvens e Dois Amores y um Bicho).
Após cada apresentação, será realizado um bate-papo com o púbico presente sobre variados aspectos do enredo e de seu processo de criação, além de duas
oficinas, sendo uma delas voltada para crianças e outra direcionada a atores, estudantes de teatro e demais interessados na área.
Depois de São Gonçalo do Amarante, o grupo segue para Triunfo/PE, nos dias 6 e 7 de março, às 19h, no Theatro Cinema Guarany. E, finalizando a circulação,
em Juazeiro do Norte/CE nos dias 13 e 14 de março, também às 19h, no Teatro do Sesc Patativa do Assaré.
Obra é acessível para deficientes visuais (Foto: Rafael Telles)
Serviço
Abrazo - São Gonçalo do Amarante
Lista de 5 itens
·Datas: quinta (1) e sexta (2)
·Horário: 19h
·Local: Teatro Municipal Poti Cavalcante
·Valores: R$20,00 (inteira) e R$10,00 (meia)
·Informações: (84) 2010-2816
fim da lista
Oficinas adultos e crianças
Lista de 5 itens
·Data: sábado (3)
·Horário: 9h ás 12h (crianças) e 9h ás 13h (adultos)
·Local: (CEEP) Centro Estadual de Educação Profissional Dr. Ruy Pereira dos Santos
·Entrada gratuita
·Informações: (84) 2010-2816
fim da lista
fonte g1
Por G1 RN
Espetáculo Abrazo será apresentando em São Gonçalo do Amarante (Foto: Gustavo Farache )
O grupo potiguar Clowns de Shakespeare apresenta o espetáculo "Abrazo", em São Gonçalo do Amarante, na Grande Natal, nesta quinta-feira (01) e sexta (02),
às 19h, no Teatro Municipal Poti Cavalcanti. Além disso, haverá oficinas gratuitas para crianças e adultos.
Feito sem o uso da palavra falada, "Abrazo" é composto por vídeos de animação, trilha sonora específica para o espetáculo, áudio-descrição e visita tátil
aos elementos de cena. Tais características, colabora para a acessibilidade de pessoas com deficiência visual à obra, além de ser compreensível a pessoas
surdas.
Abrazo narra um lugar onde não é permitido abraçar e personagens atravessam um quadrado contando histórias de encontros, despedidas, opressão, exílio,
mas, também, afeto e liberdade. A obra é a segunda parte da trilogia latino-americano dos Clowns de Shakespeare (as outras duas são: Nuestra Senhora de
las Nuvens e Dois Amores y um Bicho).
Após cada apresentação, será realizado um bate-papo com o púbico presente sobre variados aspectos do enredo e de seu processo de criação, além de duas
oficinas, sendo uma delas voltada para crianças e outra direcionada a atores, estudantes de teatro e demais interessados na área.
Depois de São Gonçalo do Amarante, o grupo segue para Triunfo/PE, nos dias 6 e 7 de março, às 19h, no Theatro Cinema Guarany. E, finalizando a circulação,
em Juazeiro do Norte/CE nos dias 13 e 14 de março, também às 19h, no Teatro do Sesc Patativa do Assaré.
Obra é acessível para deficientes visuais (Foto: Rafael Telles)
Serviço
Abrazo - São Gonçalo do Amarante
Lista de 5 itens
·Datas: quinta (1) e sexta (2)
·Horário: 19h
·Local: Teatro Municipal Poti Cavalcante
·Valores: R$20,00 (inteira) e R$10,00 (meia)
·Informações: (84) 2010-2816
fim da lista
Oficinas adultos e crianças
Lista de 5 itens
·Data: sábado (3)
·Horário: 9h ás 12h (crianças) e 9h ás 13h (adultos)
·Local: (CEEP) Centro Estadual de Educação Profissional Dr. Ruy Pereira dos Santos
·Entrada gratuita
·Informações: (84) 2010-2816
fim da lista
fonte g1
Tóquio 2020 revela os mascotes dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos
Por CPB
O Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Tóquio 2020 revelou hoje, 28, seus mascotes oficiais, após uma avaliação de três pares selecionados
por alunos do ensino fundamental em todo o Japão e em escolas japonesas no exterior. A dupla de mascotes A foi a que obteve mais votos.
Participaram das eleições 205.755 salas de aula em 16.769 escolas. O par A recebeu 109.041 votos, enquanto que a dupla B conseguiu 61.423 votos e a C,
35.291. Os resultados foram anunciados na escola Hoyonomori Gakuen, em Tóquio, uma das escolas que participaram do processo. A cerimônia foi transmitida
ao vivo para permitir que crianças de todo o país compartilhassem o momento e descobrissem o vencedor em tempo real. As visitas públicas também foram organizadas
em várias escolas.
Sobre os mascotes
A mascote paralímpica é uma personagem legal, com senso tátil de cereja e poder sobrenatural. É geralmente calma, mas muito poderosa quando necessário.
Tem uma força interior digna e um coração amável que ama a natureza. Pode falar com pedras e vento. Também consegue mover as coisas apenas olhando para
elas. Ela nasceu de um padrão de xadrez tradicional e de flores de cerejeira.
O mascote olímpico é um personagem que incorpora a tradição antiga e a inovação. Mesmo mais tradicional, está sempre atualizado com as últimas notícias
e informações. O mascote tem um forte senso de justiça e é muito atlético. Também possui um poder especial que permite mover-se em qualquer lugar instantaneamente.
Ele nasceu de um padrão de xadrez tradicional e uma visão futurista do mundo.
Os mascotes têm personalidades opostas. No entanto, se respeitam e são bons amigos. Ambos têm um grande espírito de hospitalidade e sempre dão o seu melhor
para animar e encorajar todos.
Processo de seleção
Em dezembro de 2017, o Tóquio 2020 publicou uma lista de três pares de mascotes, cada um contendo um olímpico e um paralímpico, após uma revisão de 2.042
inscrições enviadas pelo público durante uma competição nacional. Salas de aula de ensino fundamental em todo o país e escolas de japoneses no exterior
foram convidadas para avaliar os desenhos selecionados.
O processo de votação do mascote faz parte de um programa educacional nacional do Tóquio 2020, chamado "Yoi Don!" ("Get Set"), que traz os Jogos para dentro
das escolas japonesas e permite que os alunos participem ativamente dessas iniciativas. Ao encorajar a discussão dos mascotes nas salas de aula, o processo
de votação ajudou as crianças a aprenderem sobre os valores dos movimentos olímpicos e paralímpicos.
"Os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Tóquio 2020 finalmente têm seus mascotes. Isso significa muito, principalmente no Japão. Estou ansioso para ver esses
dois personagens ganharem vida nos estádios, nas ruas e na TV. As crianças selecionaram dois mascotes que incorporam a tradição antiga e a inovação. Eu
acredito que esta é uma excelente escolha, uma vez que a visão de marca do Tóquio 2020 é ‘inovação da harmonia’, o que implica que a inovação ocorrerá
quando o antigo e o novo de Tóquio e do Japão se juntem", comenta Ryohei Miyata, presidente do Painel de Seleção de Mascote.
O Painel decidirá agora os nomes para os mascotes vencedores, que serão revelados oficialmente em julho ou agosto de 2018.
O designer dos mascotes vencedores é Ryo Taniguchi. Nascido em 1974, Taniguchi vive em Fukuoka, no sul do Japão. Ele se formou em artes na Cabrillo College,
na Califórnia, Estados Unidos e atualmente atua como designer e ilustrador de personagens. Seu trabalho foi apresentado por empresas e exposições no Japão.
Taniguchi e os dois vice-campeões – Kana Yano (Dupla B) e Sanae Akimoto (Dupla C) – participaram da cerimônia, quando receberam prêmios.
Com informações do Comitê Paralímpico Internacional (IPC, em inglês)
Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (
imp@cpb.org.br)
O Comitê Organizador dos Jogos Olímpicos e Paralímpicos Tóquio 2020 revelou hoje, 28, seus mascotes oficiais, após uma avaliação de três pares selecionados
por alunos do ensino fundamental em todo o Japão e em escolas japonesas no exterior. A dupla de mascotes A foi a que obteve mais votos.
Participaram das eleições 205.755 salas de aula em 16.769 escolas. O par A recebeu 109.041 votos, enquanto que a dupla B conseguiu 61.423 votos e a C,
35.291. Os resultados foram anunciados na escola Hoyonomori Gakuen, em Tóquio, uma das escolas que participaram do processo. A cerimônia foi transmitida
ao vivo para permitir que crianças de todo o país compartilhassem o momento e descobrissem o vencedor em tempo real. As visitas públicas também foram organizadas
em várias escolas.
Sobre os mascotes
A mascote paralímpica é uma personagem legal, com senso tátil de cereja e poder sobrenatural. É geralmente calma, mas muito poderosa quando necessário.
Tem uma força interior digna e um coração amável que ama a natureza. Pode falar com pedras e vento. Também consegue mover as coisas apenas olhando para
elas. Ela nasceu de um padrão de xadrez tradicional e de flores de cerejeira.
O mascote olímpico é um personagem que incorpora a tradição antiga e a inovação. Mesmo mais tradicional, está sempre atualizado com as últimas notícias
e informações. O mascote tem um forte senso de justiça e é muito atlético. Também possui um poder especial que permite mover-se em qualquer lugar instantaneamente.
Ele nasceu de um padrão de xadrez tradicional e uma visão futurista do mundo.
Os mascotes têm personalidades opostas. No entanto, se respeitam e são bons amigos. Ambos têm um grande espírito de hospitalidade e sempre dão o seu melhor
para animar e encorajar todos.
Processo de seleção
Em dezembro de 2017, o Tóquio 2020 publicou uma lista de três pares de mascotes, cada um contendo um olímpico e um paralímpico, após uma revisão de 2.042
inscrições enviadas pelo público durante uma competição nacional. Salas de aula de ensino fundamental em todo o país e escolas de japoneses no exterior
foram convidadas para avaliar os desenhos selecionados.
O processo de votação do mascote faz parte de um programa educacional nacional do Tóquio 2020, chamado "Yoi Don!" ("Get Set"), que traz os Jogos para dentro
das escolas japonesas e permite que os alunos participem ativamente dessas iniciativas. Ao encorajar a discussão dos mascotes nas salas de aula, o processo
de votação ajudou as crianças a aprenderem sobre os valores dos movimentos olímpicos e paralímpicos.
"Os Jogos Olímpicos e Paralímpicos Tóquio 2020 finalmente têm seus mascotes. Isso significa muito, principalmente no Japão. Estou ansioso para ver esses
dois personagens ganharem vida nos estádios, nas ruas e na TV. As crianças selecionaram dois mascotes que incorporam a tradição antiga e a inovação. Eu
acredito que esta é uma excelente escolha, uma vez que a visão de marca do Tóquio 2020 é ‘inovação da harmonia’, o que implica que a inovação ocorrerá
quando o antigo e o novo de Tóquio e do Japão se juntem", comenta Ryohei Miyata, presidente do Painel de Seleção de Mascote.
O Painel decidirá agora os nomes para os mascotes vencedores, que serão revelados oficialmente em julho ou agosto de 2018.
O designer dos mascotes vencedores é Ryo Taniguchi. Nascido em 1974, Taniguchi vive em Fukuoka, no sul do Japão. Ele se formou em artes na Cabrillo College,
na Califórnia, Estados Unidos e atualmente atua como designer e ilustrador de personagens. Seu trabalho foi apresentado por empresas e exposições no Japão.
Taniguchi e os dois vice-campeões – Kana Yano (Dupla B) e Sanae Akimoto (Dupla C) – participaram da cerimônia, quando receberam prêmios.
Com informações do Comitê Paralímpico Internacional (IPC, em inglês)
Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (
imp@cpb.org.br)
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