sexta-feira, 2 de fevereiro de 2018

ELEGUÁ, MENINO E MALANDRO, ESPETÁCULO COM AUDIODESCRIÇÃO E LIBRAS NO ITAÚ CULTURAL

Fotografia colorida, em primeiro plano, dos atores Rubens Alexandre e Giselda Perê fazendo o papel de porquinhos com máscaras na cabeça e rostos pintados,

atrás de uma porta vermelha, olhando através de uma abertura. Os dois estão com a boca aberta, as sobrancelhas erguidas e a testa franzida, fazendo careta.

A porta tem recortes irregulares e fundo com estampas de flores.
A programação do Fim de Semana em Família no Itaú Cultural, em 2018, começa com o espetáculo ELEGUÁ, MENINO E MALANDRO, nos dias 3 e 4 de fevereiro, do

grupo Clã do Jabuti, com audiodescrição e interpretação em LIBRAS.

Datas: 3 de fevereiro (sábado) e 4 de fevereiro (domingo).
Horário: 16:00 horas.
Duração: 65 minutos.
Local: Itaú Cultural – Sala Multiuso (2º andar).
Endereço:
Av. Paulista, 149

Bela Vista, São Paulo, SP.
(próximo ao Metrô Brigadeiro).
Entrada gratuita (70 lugares).
Classificação: livre.

Chegue cedo para garantir seu convite, que deverá ser retirado a partir das 14:00 horas na bilheteria. Confirme seu interesse com:
marina@vercompalavras.com.br
ou pelo whatsapp 9 9848-1264.

Sobre o espetáculo: Eleguá é um príncipe muito esperto. Todo mundo tem medo das suas artimanhas e molecagens. Mas um dia o menino botou o pé na estrada

e foi descobrir o mundo. Andou de cidade em cidade, de lugar em lugar. Brincando, pulando e perambulando, encontrou lugares e pessoas para ajudar e ser

ajudado. Vivendo sua meninice nas ruas, ele cresce, apaixona-se, amadurece, ganha corpo e sabedoria ao longo das aventuras que vive, até que um dia decide

voltar. Mas nem tudo está como era antes.

Descrição da imagem: Fotografia colorida, em primeiro plano, dos atores Rubens Alexandre e Giselda Perê fazendo o papel de porquinhos com máscaras na cabeça

e rostos pintados, atrás de uma porta vermelha, olhando através de uma abertura. Os dois estão com a boca aberta, as sobrancelhas erguidas e a testa franzida,

fazendo careta. A porta tem recortes irregulares e fundo com estampas de flores.

POR:
VERCOMPALAVRAS

AS TRÊS MARIAS COM AUDIODESCRIÇÃO NO SESC POMPÉIA

Fotografia colorida das três Marias, no meio de muitos guarda-chuvas abertos, pretos e verdes. Sobre eles, luzinhas brancas. As três Marias: Maria Melancolia,

Maria Alegria e Maria Faminta, com camisolas nas cores rosa, azul e roxo, com mangas franzidas, e pompons brancos enfeitando os cabelos, estão de pé, juntinhas

e olham para cima surpresas.
SESC Pompéia apresenta a peça: “AS TRÊS MARIAS”, dirigida por João Junior, com audiodescrição VER COM PALAVRAS. Esperamos vocês!!!

Data: 03 de fevereiro (sábado) e 04 de fevereiro (domingo).
Horário: 12:00 horas.
Local: SESC Pompéia.
Endereço: R. Clélia, 93 – Pompeia, São Paulo.
Duração: 50 minutos.
Gratuito para crianças até 12 anos.
Favor confirmar presença por e-mail:
marina@vercompalavras.com.br
ou pelo whatsapp (11)9 9848-1264

Valores: R$ 5,00 (cinco reais) sócios e dependentes do SESC; R$ 8,50 (oito reais e cinquenta centavos) estudantes, aposentados, idosos e pessoas com deficiência;

R$ 17,00 (dezessete reais) inteira

Será disponibilizado transporte da estação de metrô Barra Funda, com saída às 10:30 horas, até o Sesc Pompéia e ao término do espetáculo, retorno para

a mesma estação.

Sobre o espetáculo: AS TRÊS MARIAS conta a história de três irmãs que vivem em uma rua alagada, esperando a mãe voltar do trabalho no centro da cidade.

Todos os dias a mãe segue de trem atravessando a linha do horizonte para ganhar a vida e deixa a saudade e a espera no coração das três Marias. As meninas

têm como companhia o rio. As águas que invadiram as ruas guardam um segredo e alimentam os sonhos de Maria Melancolia, Maria Alegria e Maria Faminta. O

segredo guardado pelo rio reflete a vida destas crianças e o desejo alimentado por elas de descobrir tudo aquilo que está por trás da linha d’água e da

linha do horizonte.

Descrição da foto: Fotografia colorida das três Marias, no meio de muitos guarda-chuvas abertos, pretos e verdes. Sobre eles, luzinhas brancas. As três

Marias: Maria Melancolia, Maria Alegria e Maria Faminta, com camisolas nas cores rosa, azul e roxo, com mangas franzidas, e pompons brancos enfeitando

os cabelos, estão de pé, juntinhas e olham para cima surpresas.

POR:
VERCOMPALAVRAS

Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência participa da Campus Party 2018

A Campus Party Brasil (CPBR), maior evento de tecnologia, começa nesta terça-feira, 30 de janeiro, e segue até domingo, 4 de fevereiro, no Pavilhão de

Exposições do Anhembi, na Zona Norte da capital. A Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência (SMPED) participa de roda de conversa sobre tecnologia

assistiva, além de oferecer tradução em Libras em atividades da programação.

A cerimônia de abertura da CPBR será realizada no dia 30/01, às 19h, contará com tradução simultânea para Língua Brasileira de Sinais.

No dia 31 de janeiro, às 15h, acontece a palestra “Como os recursos de tecnologia assistiva pode melhorar a vida das pessoas”, no Palco Criatividade. A

roda de conversa será mediada pela assessora técnica da divisão de Acessibilidade Digital e Comunicação Inclusiva da SMPED, Fabiola Calixto de Souza, e

conta ainda com Amélia de Sousa Pereira, desenvolvedora de objetos para pessoas com deficiência; Renato Loffi, fisioterapeuta, empresário na área de biotecnologia

e criador da metodologia Treini e Douglas Nunes, desenvolvedor dos portais da Prefeitura de São Paulo.

O evento contará com mais de 750 horas de atividades, como workshop com Steve Wozniak, um dos fundadores da Apple, espaço para drones, guerra de robôs,

entre outros.

Para mais informações e a programação completa acesse
http://brasil.campus-party.org/

Serviço
Campus Party 2018: O mundo 4.0 para todos - Como os recursos de tecnologia assistiva podem melhorar a vida das pessoas
Local: Palco Criatividade / Pavilhão de Exposições do Anhembi
Data: 31/01/2018
Horário: Das 15h às 15h45

SAGA DA AUDIODESCRIÇÃO NO CINEMA

SAGA DA AUDIODESCRIÇÃO NO CINEMA

O cinema caiu no gosto do brasileiro. Em 2017, 181 milhões de pessoas geraram uma receita de R$ 2,7 bilhões para o setor. Embora cresça gradativamente

nos últimos anos, parte do público local é privado do ‘show’. Em um imbróglio que se estende há anos, deficientes visuais e auditivos lutam pelo direito

de frequentar as salas em pé de igualdade com as demais pessoas, mas parece que, assim como foi para a televisão, deficientes visuais agora terão de enfrentar

a saga da audiodescrição no cinema.

saga da audiodescrição no cinema

A Lei nº 13.146/2015, sancionada pela então presidente Dilma Rousseff, visa promover a inclusão para deficientes nos âmbitos da saúde, educação, cultura,

transporte, e outros. O artigo 42 obriga salas de cinema e teatro a dispor de recursos acessíveis para este público até, no máximo, o início de 2020. Em

detrimento disso, a Agência Nacional do Cinema (Ancine) instaurou uma Câmara Técnica sobre acessibilidade em 2016. Contudo, o impasse entre representantes

do setor ainda afasta esse público das salas.

A Instrução Normativa nº 137, da Ancine, determina que 50% dos espaços de grupos exibidores com mais de 20 salas e 30% dos espaços de grupos com menos

de 20 salas estejam adaptados até novembro deste ano. Além disso, todo o parque exibidor brasileiro deve oferecer recursos acessíveis até 16 de setembro

de 2019. "Uma das metas da Ancine é universalizar o acesso às obras audiovisuais. Existe um período de adaptação e prazo a ser cumprido", afirma o chefe

do escritório regional de São Paulo da entidade, Carlos Ramos.

Segundo o executivo, o Brasil pode encabeçar mudanças no cinema mundial, mas o alto investimento em legendagem descritiva, audiodescrição e Libras (Língua

Brasileira de Sinais) é um obstáculo. "É um tema trabalhoso no que diz respeito à infraestrutura. Mas não dá para voltar atrás. A acessibilidade está em

todo lugar hoje em dia", diz Ramos.

O prazo estipulado pela Ancine para a adaptação do mercado já é decorrente de uma prorrogação. Antes, a normativa nº 128 visava que as empresas do setor

se adaptassem até novembro de 2017. As distribuidoras que investiram para isso, acabaram perdendo dinheiro, já que as salas ainda não estão adaptadas.

"Os arquivos de acessibilidade têm um custo fixo de produção de R$ 15 mil por filme, o que encarece o orçamento de lançamento", diz a programadora da Vitrine

Filmes, Leonor Araújo. A distribuidora está investindo em recursos de acessibilidade desde o início de 2017.

Para viabilizar isso, a Ancine criou um programa de apoio que destina R$ 15 mil às distribuidoras nacionais e internacionais em março de 2017. Com a última

prorrogação, no entanto, este incentivo foi suspenso. Todas as obras que tenham fomento público, no entanto, devem dispor dos recursos. "No ano passado,

não só a Vitrine como grande parte dos distribuidores começaram a se preocupar com isso. A câmara técnica tinha estabelecido o dia 15 de novembro para

que esse incentivo chegasse ao consumidor final, e para que os cinemas pudessem testar as tecnologias", corroborou, ao DCI, o diretor comercial da ETC

Filmes, Clayton Douglas.

Algumas empresas desenvolveram aplicativos móveis com conteúdos acessíveis, em que o deficiente visual, por exemplo, pode acessar a audiodescrição do filme.

A Iguale, uma dessas empresas, criou o app MovieReading. "Ele tem o mesmo princípio do Shazam, mas não precisa de internet. O filme pode ser de cinema,

TV ou no computador", argumenta o diretor da Iguale, Mauricio Santana.

Devido à “incerteza quanto aos parâmetros de interoperabilidade a serem adotados pelo Brasil”, a Digital Cinema Initiatives (DCI), entidade internacional

responsável pela gestão do padrão tecnológico de cinema digital, interviu no processo, indicando que conteúdos acessíveis não devem ser disponibilizados

por apps móveis, e sim estarem inseridos no DCP (Digital Cinema Package), formato atual de exibição das salas.

O mercado exibidor alega que os investimentos em dispositivos como tablets e fones de ouvido para esse público seja custoso. Em São Paulo, o Cinesesc realiza

o ‘Festival Sesc Melhores Filmes’ com 84 sessões que dispõem de recursos para deficientes. "A legenda open caption e a audiodescrição não servem só para

cegos. Elas também ajudam pessoas com baixa visão e rebaixamento cognitivo. Como São Paulo não é muito tranquila, temos monitores que vão até o metrô e

voltam com os deficientes visuais. Se o Sesc fosse pensar em termos de custos realmente não seria barato", diz a gerente de programação do Cinesesc, Simone

Yunes.

Em 2017, 181 milhões de pessoas foram ao cinema no País, e segundo a Ktalise, empresa de tecnologia especializada em acessibilidade, os deficientes auditivos

e visuais somariam algo em torno de 4% no público que hoje frequenta os espaços. "Tentamos trabalhar em convencer a importância dessa iniciativa como perspectiva

de mercado também para exibidores e distribuidores. Hoje se produz conteúdo acessível, por obrigatoriedade da lei, mas ele não chega aos cinemas, TVs ou

DVD’s", lamenta o diretor da Ktalise, Luis Mauch.

Segundo o IBGE, o Brasil tem cerca de 6 milhões de deficientes visuais (500 mil deles cegos)."É raro encontrar uma pessoa cega ou surda em uma sala de

cinema. Por que ele vai pagar para ir ao cinema, se só pode receber metade do produto? Eles não têm a dimensão desse público, pois não fomos o público

que foi ao cinema nesses últimos anos", opina o integrante da secretaria de tecnologia e acesso à informação da Organização Nacional de Cegos do Brasil

(ONCB), Paulo Romeu.

Bloco de citação
Nota do Blog: já tivemos a saga da audiodescrição na TV. Teremos agora a saga da audiodescrição no cinema?
Fim do bloco de citação

Fonte: Diário do Comércio e Indústria

quinta-feira, 1 de fevereiro de 2018

Saúde ocular: saiba como cuidar dos olhos

São muitas as doenças que podem prejudicar a nossa visão, já que os olhos são um dos órgãos mais sensíveis do corpo. Com a chegada do verão, algumas dessas

doenças se tornam mais frequentes, além da própria incidência dos raios solares serem mais agressivas, exigindo mais cuidados e proteção.

Algumas doenças são mais comuns e ocorrem com certa frequência. Outras, mais graves, podem comprometer os olhos e até colocar a vida da pessoa em risco.

As mais comuns são conjuntivite, terçol (ou hordéolo) e calázio. Já a catarata e a degeneração macular atingem principalmente as pessoas idosas. A primeira

pode ser revertida com cirurgia. No caso da degeneração macular, se tratada rapidamente, a visão pode ser corrigida.

Outra doença agravada pelos raios ultravioletas é o pterígio, que se manifesta na forma de um tecido que cresce próximo da córnea e pode requerer tratamento

cirúrgico ou uso de lubrificantes específicos. A doença mais perigosa para os adultos, porém, é o glaucoma, que precisa ser detectado o quanto antes.

Nas crianças, é importante a realização de exames oculares até o primeiro ano de idade para a prevenção do retinoblastoma, um tipo de câncer que precisa

ser tratado até os três anos de idade, caso contrário pode até levar ao óbito.

O estrabismo precisa ser corrigido até os oito anos de idade. O tratamento consiste em cobrir o olho saudável para forçar a visão do olho prejudicado.

Depois dessa idade, a correção é praticamente impossível.

As mais frequentes
Existem vários tipos de conjuntivites. As mais comuns são as de origem infecciosa e alérgica. A incidência da conjuntivite alérgica é mais frequente na

primavera, mas como no Brasil as estações muitas vezes se misturam, a maior parte dos casos ocorre no verão.

Outra variação é a conjuntivite primaveril, que leva esse nome porque nessa época do ano é comum a entrada de pólen nos olhos. Mas ela pode ocorrer devido

a qualquer corpo estranho que penetre nos olhos, em ambientes como obras da construção civil, por exemplo.

O terçol, ou hordéolo, pode se manifestar de forma interna ou externa. É mais frequente em pessoas de pele oleosa, e a causa é uma infecção dos cílios

provocada por uma bactéria.

Calázio é parecido com o terçol. Sua causa é a inflamação de uma glândula responsável pela produção da secreção sebácea que lubrifica o olho, e deve ser

tratada com a ajuda de um médico geral ou oftalmologista.

Exigem cuidados
O terçol, calázio, o pterígio e a conjuntivite alérgica não são doenças contagiosas. O tratamento deve ser feito com a ajuda do oftalmologista. No caso

específico do terçol, os oftalmologistas recomendam higienizar e limpar as pálpebras com a ajuda de um produto específico.

A catarata é mais comum nas pessoas da terceira idade e requer tratamento cirúrgico. No caso da conjuntivite infeciosa, o perigo é o contágio de outras

pessoas. Evite compartilhar toalhas de rosto e travesseiros e procure sempre lavar as mãos com álcool, líquido ou gel.

Em todas as situações, no entanto, é necessário procurar um clínico geral ou um oftalmologista.

Atenção redobrada
O glaucoma é uma doença que afeta o nervo ótico e causa a perda de pressão intraocular. É uma doença silenciosa, que não apresenta sintomas, e atinge principalmente

pessoas com mais de 40 anos. Por isso, é importante consultar um oftalmologista com frequência.

A degeneração macular afeta as pessoas de mais idade e o sintoma é a visão distorcida. Nesse caso, a pessoa deve procura ajuda médica o mais rápido possível,

pois a visão pode ser corrigida se for tratada cedo.

A visita regular ao oftalmologista, pelo menos uma vez ao ano, é essencial para a prevenção de doenças como o glaucoma e a degeneração macular, principalmente

a partir dos 40 anos de idade, assim como da catarata para as pessoas de mais idade.

*Colaborou nesta reportagem o Dr. Francisco Penteado Crestana, oftalmologista e coordenador médico do Ambulatório Médico de Especialidades – AME Barradas,

em São Paulo.

Do Portal do Governo do Estado

Brasil: Pessoas com deficiência e o acesso à informação: Recomendações de acessibilidade indicadas para web

A internet e suas possibilidades estão acessíveis por todo o mundo. Ouso dizer que os “Apps” como WhatsApp, Facebook, Instagram, Twitter etc tem sido os

meios de comunicação mais utilizados, possibilitando o acesso em inúmeras coisas como pesquisas com finalidade profissional, acadêmica, política, vida

social, sexual etc. Obviamente que a internet e seus aplicativos têm seus prós e contras. Existem diversas discordâncias sobre a internet como parte integrante

do meio. Um dos debates mais acalorados sobre esse universo virtual é sobre a alienação e dependência dos usuários sem “filtro” na utilização de suas ferramentas.

Em outra vertente temos os favoráveis que defendem a globalização virtual de nossa sociedade que, facilita e muito ao acesso a informação e maior produtividade

em praticamente todas as áreas de nossas rotinas mega “aceleradas” etc.

Okay. Entendemos a magnitude que a internet tem ganhado em nosso mundo. Mas o que dizer sobre nós, pessoas com deficiência e as “coisitas” do mundo virtual?

Bom, para acessarmos a internet em qualquer canto que estivermos, basta sacarmos nossos celulares mega modernos com acesso ao mundo “virtual” que conseguiremos

obter qualquer informação que desejarmos.

Contudo, nós pessoas com deficiência e lindeza, necessitamos também de acessibilidade nesse infinito mundinho de acesso a informação.

– Como assim? Acessibilidade na internet? Como isso funciona?

Antes de explicar a garantia do direito a acessibilidade na internet, vamos relembrar o conceito de acessibilidade. Temos discutido praticamente em todas

as postagens que acessibilidade é nada mais nada menos que, permitir à pessoa com deficiências ou mobilidade reduzida a participação ativa de quaisquer

atividades que incluam o uso de produtos, serviços e informação.

Pois bem...
No Brasil acessibilidade na internet refere-se principalmente às recomendações do e-MAG – Modelo de Acessibilidade em Governo Eletrônico. O e-MAG está

alinhado às recomendações internacionais como o WCAG (World Content Accessibility Guide). Vamos tratar isso no âmbito legal da coisa. Entenda!

O artigo 9 do Decreto nº 6.949, de 25 de agosto de 2009 que promulga a Convenção Internacional sobre os Direitos das Pessoas com Deficiência e seu Protocolo

Facultativo, assinados em Nova York, em 30 de março de 2007, deixa bem claro sobre a finalidade a ACESSIBILIDADE que é “possibilitar às pessoas com deficiência

viver de forma independente e participar plenamente de todos os aspectos da vida, os Estados Partes tomarão as medidas apropriadas para assegurar às pessoas

com deficiência o acesso, em igualdade de oportunidades com as demais pessoas, ao meio físico, ao transporte, à informação e comunicação, inclusive aos

sistemas e tecnologias da informação e comunicação, bem como a outros serviços e instalações abertos ao público ou de uso público, tanto na zona urbana

como na rural. Essas medidas, que incluirão a identificação e a eliminação de obstáculos e barreiras à acessibilidade, serão aplicadas, entre outros (...)”.

Especificamente nas alínea “f”, “g”, “h” é bem claro que os Estados tomarão as medidas apropriadas para “promover outras formas apropriadas de assistência

e apoio a pessoas com deficiência, a fim de assegurar a essas pessoas o acesso a informações”; (...) o acesso de a novos sistemas e tecnologias da informação

e comunicação, inclusive à Internet; (...) promover, desde a fase inicial, a concepção, o desenvolvimento, a produção e a disseminação de sistemas e tecnologias

de informação e comunicação, a fim de que esses sistemas e tecnologias se tornem acessíveis a custo mínimo”.

De posse dessas “regrinhas” básicas da acessibilidade no acesso à informação, a internet... O “Mão na Roda” reforça mais uma vez que é preciso urgentemente

que os gestores públicos mantenham a acessibilidade em todas as suas pautas, pois somente assim conseguiremos ampliar o acesso à internet da sociedade

com deficiência. Afinal a internet representa um enorme passo para nossa inclusão, promovendo autonomia e independência. Por isso, a importância de sites

desenvolvidos englobando diferentes níveis de escolaridade, faixa etária e pouca experiência na utilização do computador, bem como ser compatível com as

diversas tecnologias utilizadas para acessar uma página da Web. Note mais uma vez que a acessibilidade não diz respeito apenas a pessoas com deficiência,

mas a equidade de TODOS os cidadãos.

Falando em equidade, separei alguns “Apps” que garantem a pessoas com alguns tipos de deficiência como visual, auditiva e até física o acesso livre e sem

barreiras a internet. Bora lá? Salva aí no cantinho e acesse esses aplicativos. Se você não é deficiente, mas conhece alguém, recomende essa postagem sendo

um cidadão que respeita a inclusão, a acessibilidade plena a informação, educação, cultura, lazer, trabalho etc...

Bom sobre os “Apps” começo falando sobre o:

“HAND TALK” que possibilita uma comunicação eficiente e funcional a pessoas com deficiência auditiva. Como? Realizando a tradução automática de áudios

e textos digitais para a Língua Brasileira de Sinais, tendo como protagonista o simpático intérprete virtual, Hugo, que é um personagem em 3D que torna

a comunicação interativa e de fácil compreensão. Ou seja, esse aplicativo democratiza o acesso à informação e à comunicação quebrando a barreira que existe

entre os “surdos” e os “ouvintes”. Esse recurso é disponível para sistemas Android e iOS.

O segundo app é o “TALK BACK” um aplicativo que oferece acessibilidade na interação com seus respectivos aparelhos para usuários com deficiência visual

ou com problemas de visão, implementando o feedback falado, audível e por vibração. Ele vem pré-instalado na maioria dos dispositivos Android permitindo

uma leitura da tela para os deficientes visuais.

E minha terceira indicação fica pras pessoas com dislexia. O app adequado para essa deficiência é o “ARAMUNO” que foi criado pela ITABits, iniciativa de

desenvolvimento de software dos alunos do ITA, em parceria com o Instituto ABCD. O objetivo do “app” é auxiliar o ensino de pessoas com distúrbios de aprendizagem

(especialmente dislexia). O usuário, ouve um conjunto de palavras e então arrasta as bolhas flutuantes na tela às posições corretas na grade quadricular,

de forma que as setas correspondam às palavras ouvidas. É um “joguinho” peculiar e interessante com bolhas flutuantes na tela do celular, uma espécie de

palavras cruzadas onde o jogador deve formar palavras com sílabas, ampliando o vocabulário e estimulando a aprendizagem através de uma interface atraente

e, o melhor, pode ser baixado nos dispositivos com sistema Android.

Lá na segunda indicação falei do “TALK BACK” o aplicativo que oferece acessibilidade na interação dos usuários com deficiência visual ou com problemas

de visão, deixei claro que esse “app” está disponível para Androids. Okay, mas e os coleguinhas “ceguetas” ou quase... que possuem telefones com sistema

IOS? Muita calma nessa hora cato leitor, pois existe solução. E se chama “VOICE OUVER” que é um leitor de tela baseado em gestos que permite usar o iPhone

mesmo sem enxergar. Uma vez habilitado, o acesso ao “app” pode ser feito a partir de qualquer lugar do iOS com três cliques no botão de Início. O usuário

ouvirá a descrição de tudo que acontece na tela, da carga da bateria a quem está ligando ou até de qual “app” o dedo está em cima. Ah e ainda possibilita

o ajuste, o tom e a velocidade da voz. Com esse recurso um cego pode tirar selfies em grupo, um surdo pode ligar para a mãe em outro país e um tetraplégico

pode enviar mensagens de texto para os amigos. Traduzindo. Acessibilidade funcional a gente encontra no “Voice Ouver”.

E minha ultima indicação nessa postagem fica pra o aplicativo “GUIADERODAS” que oferece com precisão um mapa pra o “arco-íris” dos deficientes, o mundinho

da acessibilidade. Como? Por meio de questionário os cadeirantes ficam informados sobre ambientes acessíveis com plenas condições de circulação interna

no estabelecimento, o oferecimento de serviço de manobrista, vagas preferenciais, rampas de acesso, banheiros adaptados etc, tudo para evitar possíveis

e infelizmente frequentes constrangimentos. As indicações abrangem, por exemplo, casas de show, barzinhos, teatros, cinemas, “baladinhas”, farmácias, clínicas

médicas, supermercados, restaurantes e demais locais que nós pessoinhas “fora dos padrões” da sociedade costumamos frequentar – mesmo as pessoas sem deficiência

desacreditando que temos e podemos ser ativos em diversas atividades do dia-a-dia. O “app” está disponível para sistemas Android e iOS.

Bom caro leitor, pra hoje é isso. Acesso à informação.
Gostou da post? Me conta um pouquinho sobre a experiência que teve com o “Mão na Roda”. Envie-me suas dúvidas, sugestões, reclamações, críticas, elogios...

Esse espaço é bem democrático e visa ser acessível pra todo mundo com informação limpa e plena no que tange a nossa cidadania como pessoas com deficiência.

Meu endereço é:
tulio.mendhes@tvintegracao.com.br

Nos vemos novamente na segunda-feira com a graça de Deus. Até breve!

Fonte:
http://g1.globo.com/minas-gerais/triangulo-mineiro/blog/mao-na-roda/post...

via ler para ver

Projeto incentiva compra de carro elétrico por taxista e pessoa com deficiência

O objetivo é ampliar o benefício para a compra de carros elétricos e venda de veículos híbridos, que combinam motor de combustão interna com motor elétrico

Projeto em tramitação na Comissão de Assuntos Econômicos (CAE) isenta do Imposto Sobre Produtos Industrializados (IPI) automóveis elétricos, nacionais

ou importados, vendidos a taxistas ou a pessoas com deficiência. O projeto também isenta o financiamento desses carros do Imposto sobe Operações Financeiras.


O autor do projeto (PLS 780/2015), senador Jorge Viana (PT-AC), lembra que taxistas e pessoas com deficiência já têm incentivos na aquisição de veículos.

Com o projeto, ele amplia o benefício para a compra de carros elétricos e também para venda de veículos híbridos, que combinam motor de combustão interna

com motor elétrico.

O senador observa que preocupações com o meio ambiente e com a volatilidade do preço do petróleo levaram o setor automotivo a buscar novas fontes energéticas

para a propulsão dos veículos. Foi nesse contexto que avançaram as pesquisas na fabricação de carros elétricos, mas o custo dos veículos, observa, ainda

é muito alto em relação a carros com motor a combustão. “Faltam incentivos para impulsionar a aquisição e a fabricação desses veículos no Brasil”, argumenta

Jorge Viana.

A concessão de isenções a taxistas, na visão do autor, é uma forma de divulgar o uso de carros elétricos e híbridos a toda a população. E o benefício às

pessoas com deficiência, diz ele, amplia a inserção desses veículos no mercado.

No relatório que vai à votação na CAE, a senadora Lídice da Mata (PSB-BA) enumera vantagens do motor elétrico em relação ao motor a combustão. E cita trecho

do texto já aprovado na Comissão de Meio Ambiente (CMA) segundo o qual o carro movido a bateria não polui, é mais eficiente e silencioso e tem baixo custo

de manutenção.

O projeto tramita na CAE em decisão terminativa. Se for aprovado e não houver requerimento para votação em Plenário, será encaminhado à Câmara dos Deputados.


Fonte:
Agência Senado Site externo