terça-feira, 9 de janeiro de 2018

REDES SOCIAIS RECLAMAM CONTRA DECISÃO DA ANCINE

Pelas redes sociais, cegos e surdos reclamam contra decisão da Ancine. As pessoas cegas ou surdas continuarão a serem presenças raras nos cinemas brasileiros.


Ao menos nos próximos 11 meses. Recursos como legendagem descritiva, audiodescrição e libras estarão disponíveis nos cinemas nacionais somente a partir


de 16 de novembro deste ano. A medida era para entrar em operação em novembro de 2017. A universalização das medidas inclusivas deverá ser concluída até


2019.

Reclamação pelas redes sociais: óculos para cegos ouvirem audiodescrição nos cinemas

Reclamação pelas Redes Sociais

De acordo com os dados do IBGE, o Brasil conta com 7,2 milhões de deficientes visuais e 2,2 milhões de deficientes auditivos. Ativistas de direitos humanos


estão utilizando as redes sociais para mobilizarem a sociedade contra as deliberações aprovadas pela Ancine – Agência Nacional do Cinema (órgão regulador


da indústria cinematográfica e videofonográfica nacional), que anulou o calendário inicial, estruturado em 2016. Eles querem a revogação do adiamento.


A história se repete

Alguns anos atrás, as redes sociais tiveram importante papel na "briga" que se estabeleceu entre as pessoas cegas e os radiodifusores para a implantação


de recursos de acessibilidade na televisão, como se pode ver
nesse post.
Essa discussão entre radiodifusores, pessoas cegas e o Ministério das Comunicações atrasou em 6 anos a definição das obrigações das emissoras, com grandes


prejuízos para as pessoas com deficiência.
Veja um histórico dessa "saga".
A história estaria prestes a se repetir, agora nos cinemas?

Alegações dos Exibidores

As alterações nos prazos, que protelam por um ano a entrada em vigor de benefícios assistivos às pessoas com deficiências auditivas e visuais, foram solicitadas


pelos exibidores. Os empresários do setor alegaram indefinição dos padrões técnicos expressos na
Instrução Normativa nº 128,
que obriga a instalação de recursos de acessibilidade visual e auditiva nas salas comerciais de cinema.

Entre as alternativas técnicas estão aplicativos de celular (
veja aqui)
que fornecem descrições em áudio das informações visuais para as pessoas cegas, amplificam o som do filme, dispositivos nas poltronas fornecendo legendas


em closed caption e óculos eletrônicos exibindo imagens do intérprete em libras para as pessoas surdas. As exibidoras estão contrariadas também com os


altos custos das mudanças, o baixo apoio do governo federal à medida e a necessidade de ter acesso aos filmes com antecedência, algo particularmente difícil


com grandes produções estrangeiras.

Postergação do prazo

O normativo fixava o dia 16 de novembro de 2017 para o fim da carência e determinava que 50% das salas de grupos exibidores, com mais de 20 salas e 30%


dos espaços de grupos com menos de 20 salas, estivessem adaptadas até a data. A decisão resultou na edição de outra Instrução Normativa,
a 137,
que adiou a entrada em vigor das medidas de acessibilidades para 16 de novembro de 2018.

No mesmo documento, a agência federal fixou 16 de setembro de 2019 como a data limite para que todos os complexos e salas de cinema estejam plenamente


adequados às necessidades. Entre as opções que devem ser oferecidas pelos cinemas estão legendagem, legendagem descritiva, audiodescrição e Libras (Língua


Brasileira de Sinais).

Tecnologia

Em março de 2017, a Câmara Técnica criada pela Ancine produziu um Termo de Recomendações (
veja aqui)
que dispõe sobre padrões técnicos relativos aos formatos de produção e entrega dos recursos de acessibilidade. Após a publicação do Termo, a Digital Cinema


Initiatives (DCI), entidade internacional responsável pela gestão do padrão tecnológico de cinema digital, emitiu recomendações relativas à disponibilização


de tecnologias de acessibilidade, que conflitam em parte com o documento final da Câmara Técnica.

Conflito

Para dirimir as divergências, a Ancine reabriu os debates da Câmara Técnica sobre acessibilidade, intuindo consenso. Na primeira reunião, os membros da


Câmara propuseram a prorrogação por um ano. Eles alegaram estar inseguros quanto a perenidade do investimento do parque exibidor, num contexto de incerteza


quanto aos parâmetros de interoperabilidade a serem adotados pelo Brasil.

Acesso individual

De acordo com a Instrução Normativa nº 128, as salas de exibição comercial deveriam dispor de tecnologia assistiva voltada à fruição dos recursos de legendagem,


legendagem descritiva, audiodescrição e Libras. Os recursos devem ser providos em modalidade que permita o acesso individual ao conteúdo especial, sem


interferir no usufruto dos demais espectadores.

Audiovisual

Cabe ao exibidor dispor de tecnologia assistiva em todas as sessões comerciais, sempre que solicitado pelo espectador. O quantitativo mínimo de equipamentos


e suportes individuais voltados à promoção da acessibilidade visual e auditiva varia em função do tamanho do complexo.

Aos distribuidores caberá disponibilizarem cópias com os recursos de acessibilidade em todas as obras audiovisuais por eles distribuídas. Neste caso, as


exigências previstas no normativo já estão plenamente em vigor.

Esta norma compõe o conjunto de ações empreendido pela Ancine e voltado à promoção do acesso visual e auditivo ao conteúdo audiovisual, que inclui também


a Instrução Normativa nº 116, que dispõe sobre a obrigatoriedade da apresentação de recursos de acessibilidade nos projetos financiados com recursos públicos


federais gerenciados pela Agência.

fonte blog da audiodescriçao

Acessibilidade em Biblioteca chega a Catanduva

A Prefeitura de Catanduva celebra mais uma conquista a partir de projeto apresentado pela Secretaria Municipal de Cultura no concurso Acessibilidade em

Biblioteca, do Governo do Estado de São Paulo. A proposta garantiu equipamentos para compor a Biblioteca Acessível de Catanduva, já em pleno funcionamento.


O kit da Biblioteca Acessível consiste num acervo em Braille com equipamentos que facilitam o acesso à pessoa com deficiência visual: computador, ampliador

automático, scanner leitor de mesa, teclado ampliado, mouse estacionário e software de voz sintetizada para atuação com o software leitor de tela NVDA.


O novo espaço, destinado a pessoas com deficiência visual, compõe a estrutura da Biblioteca Municipal Embaixador Macedo Soares. Em todo o Estado, foram

selecionadas 62 bibliotecas – incluindo Catanduva.

A utilização da biblioteca deve ser feita por meio de agendamento de horário. Desta forma, o profissional capacitado para auxiliar e orientar os usuários

durante o uso do equipamento poderá fazer um atendimento personalizado.

“O objetivo é promover o acesso à informação, com segurança, autonomia e conforto aos cegos ou com deficiência visual nas dependências da Biblioteca Municipal.

O local é um espaço fundamental de difusão do conhecimento e, por isso, deve ser dinâmico e inclusivo”, comenta a diretora de Cultura, Cris Anovazzi.

Com a novidade, a Prefeitura dá mais passo no sentido de oferecer aos frequentadores ferramentas e equipamentos necessários à pesquisa. “Nas atividades

do dia a dia, o ambiente deve ser preparado para as diferenças, de modo a permitir o acesso e a integração plena às suas instalações”, reforça.

O acervo aberto e acessível está disponível no site
catanduva.phl-net.com.br Site externo,
e a Biblioteca Municipal conta com aproximadamente 61 mil exemplares de livros, 178 títulos de livros em braille e 175 títulos de audiolivros.

A Biblioteca Municipal Embaixador Macedo Soares compõe o Centro Cultural de Catanduva, situado na avenida São Domingos, 880. Mais informações podem ser

obtidas pelo telefone 3525-0911.

Fonte:
O Regional Site externo

Novos óculos inteligentes podem ajudar pessoas com deficiência visual

A Samsung anunciará ao mundo alguns de seus lançamentos para o ano de 2018 durante a CES – Consumer Electronics Show, evento que acontece na próxima semana,

nos Estados Unidos. Entre eles, estão projetos do Creative Labs, equipe da sul-coreana que tem liberdade para desenvolver projetos independentes, incluindo

os óculos inteligentes Relúmĭno.

O gadget foi criado para que pessoas com alguns tipos de deficiência visual possam enxergar com mais clareza, trabalhando em conjunto com um aplicativo

móvel instalado no smartphone do usuário. O app consegue identificar situações visuais que podem ser problemáticas àquele usuário, enviando essas informações

aos óculos, que se ajustam automaticamente.

No modo “regular”, os óculos deixam as imagens embaçadas mais claras, decifrando os contornos dos objetos na visão do usuário, tornando-os mais proeminentes.

Já no “modo de inversão de cores” o Relúmĭno faz com que fique mais fácil ler textos em uma tela a uma distância considerada normal, sem ser necessário

aproximar ou afastar a tela do rosto para obter uma boa leitura. Esse modo também exibe o texto em alto contraste para melhorar a experiência.

Outros projetos do C-Lab

O pessoal do C-Lab da Samsung também vai apresentar outros dois projetos: um alto-falante direcional portátil chamado S-Ray e o GoBreath, dispositivo que

monitora a atividade pulmonar do usuário para melhorar sua saúde.

O S-Ray é um aparelho individual, para que somente uma pessoa possa ouvir os sons emitidos. Ele conta com dois alto-falantes retangulares que podem ser

conectados a computadores, por exemplo, além de um terceiro em formato circular que deve ser acomodado no pescoço, projetando o som para os ouvidos do

usuário.

Já o GoBreath é um dispositivo portátil assoprável, mais ou menos como um bafômetro, sincronizado com um app próprio que analisa o sopro do usuário que

sofre com problemas pulmonares, ou que foi submetido a uma cirurgia de pulmão. Com o aparelho, o usuário aprende a respirar de maneira adequada com técnicas

de respiração, conseguindo recuperar sua saúde mais rapidamente.

Fonte:
CanalTech Site externo

segunda-feira, 8 de janeiro de 2018

RETINOSE PIGMENTAR ,REPORTAGEM DO FANTASTICO

Homem cria mistura que diz ser capaz de alterar DNA. A mistura pode ser uma esperança na cura de doenças como a Retinose pigmentar
CLIQUE AQUI E ASSISTA

Homem cria mistura que diz ser capaz de alterar DNA e o deixar mais forte
Josiah Zayner mora na Califórnia, perto de San Francisco, e a técnica de engenharia genética que ele usa, muito simples e barata, se chama: Crispr.

Parecia uma conversa informal sobre ciência. Entre amigos, clima informal. O palestrante tem doutorado em bioquímica. Trabalhou na Nasa, a agência espacial
americana, e construiu uma bela carreira científica. Mas, hoje, ele quer mais: quer fazer história!
De repente, o homem mostra uma seringa. E anuncia: "Vou fazer uma experiência. Uma experiência em mim mesmo". E se aplica uma injeção de uma mistura, segundo
ele, capaz de mudar o DNA das células do corpo! No caso, uma modificação para ele ficar mais musculoso.
Esse homem mora na Califórnia, perto de San Francisco, e se chama Josiah Zayner. A técnica de engenharia genética que Josiah usa, tão simples e barata,
tem um nome que está na moda: Crispr. Veja na reportagem do Fantástico.

Fonte: http://g1.globo.com/fantastico/noticia/2018/01/homem-cria-mistura-que-diz-ser-capaz-de-alterar-dna-e-o-deixar-mais-forte.html

Nathalia Santos: primeira apresentadora cega do país

Josy Gomes Murta
Jornalista e blogueira. Nathalia Santos com seus relatos emocionantes e experiências “ver sem enxergar”, conquistou seguidores na internet.

“A melhor parte de ser cega é enxergar o mundo com outra perspectiva.”

Nathalia Santos destacou-se através do Programa Esquenta, apresentado por Regina Casé, na Rede Globo. Foi considerada a primeira apresentadora cega do

Brasil, através do noticiário “Atualiza!”, no canal online RioLive, idealizado pelo ator Bruno de Luca.

Em 2016, foi convidada pela revista Vogue para posar ao lado de Naomi Campbell, no editorial de aniversário da revista, como uma das mulheres negras mais

influentes do país.

Início do grupo Nathalia e Naomi Campbel. Foto: Instagram | Reprodução
Nathalia e Naomi Campbel. Foto: Instagram | Reprodução
Nathalia Santos, 24 anos, ficou cega aos 15 anos. Cursou Farmácia e Administração, antes do jornalismo. Ela contou a Revista Glamou como enfrentou cegueira,

depressão e preconceito para ser feliz.

“Não é preciso enxergar para crer que tudo é possível.”

Depoimentos de Nathalia Santos – Uma verdadeira lição de vida!

Transformação

“Eu poderia começar este depoimento falando das dificuldades – que não são poucas – de ser mulher, negra e cega no Brasil. Mas não me sinto no direito

de negar todas as características que fazem de mim quem sou. Ficar cega aos 15 anos me transformou para melhor: fiquei mais forte, corajosa e otimista.

O marco dessa mudança aconteceu em 2004, quando recebi o diagnóstico, aos 12, de retinose pigmentar, distrofia que mata todas as células da retina.”

Independência

“Ainda no consultório, minha única reação foi pensar em todos os livros e lugares que gostaria de ler e conhecer, antes de o mundo escurecer. E foi justamente

o que fiz: em três anos, li mais de 100 livros e decorei todas as ruas do Rio, onde, hoje, vivo com total independência.”

Meio-termo

“Ainda mais curioso que a doença é o fato de eu ser abordada por várias pessoas que não acreditam na possibilidade de alguém não sentir medo ou raiva por

ficar cega. E juro: eu não senti! Não enxergar, mas não ser cega, era um meio-termo que me incomodava tanto que, quando perdi 100% da visão, senti alívio.”


O preconceito

“Juro para vocês que procurei estágio em todas as empresas do Rio, mas a deficiência era sempre posta acima do currículo. Aliás, pouca gente sabe, mas

é muito fácil para um cego se adaptar ao ambiente de trabalho. Contudo, ouvir “não contratamos pessoas como você” tantas vezes me fez muito mal. Tive um

início de depressão aos 18 e, pela primeira vez, duvidei da minha capacidade. Até que, em fevereiro de 2012, fui na gravação do Esquenta! e tudo mudou.

Em um dos programas, Regina Casé perguntou à plateia quem sabia ler braile e levantei a mão. Ela não só se emocionou com a minha história (e ficou surpresa

com meus olhos vivos) como me deu a maior oportunidade da vida: trabalhar na sua produção.”

Sonhos

“Óbvio que ainda tenho muitos sonhos (trabalhar como jornalista é um deles), mas sei que não existe receita mágica para a felicidade. Ser feliz, mesmo

com as dificuldades, é uma escolha.”

Ver o pôr do sol

“Talvez eu quisesse enxergar por um dia. Eu queria ver o pôr do sol, o olhar do meu pai, o sorriso da minha mãe, o jeito de andar dos meus irmãos e, principalmente,

a lua, porque eu não consigo dimensionar como ela é. Mas sou tão acostumada a ser cega que eu acho que não saberia enxergar como as outras pessoas. Enxergar

para mim não é fundamental.”

Vitória maior

“A real é que, quando me formar, neste ano, serei a primeira da família a ter um diploma universitário – e essa vitória é maior do que qualquer doença

ou preconceito. Eu amo a vida e tudo que faz parte dela! Talvez até seja por isso que, para mim, enxergar não seja tão fundamental.”

Realidade dos deficientes visuais

A visão é apenas um detalhe para Nathalia. Ela diz que não é só a realidade dos deficientes visuais que ainda precisa de melhorias no dia a dia. Tanto

que escolheu, como tema de conclusão do curso de Jornalismo na ESPM-Rio, onde estuda, falar sobre ‘crescimento e participação de pessoas com nanismo na

vida social’.

Nathalia possui mais de 30 mil seguidores no instagram e interage com os fãs por meio delas. Além disso, usa a hashtag #PraCegoVer e faz a descrição de

suas fotos para que pessoas com deficiência visual possam saber o que está na imagem.

A estudante de jornalismo criou o canal Como Assim Cega?, onde responde dúvidas de jovens cegos e de pessoas que convivem com eles.

“Não sou coitadinha. Só sou cega.”

Início do grupo Nathalia Santos é sucesso na internet. Foto: Reprodução
Início do grupo Nathalia Santos já está em sua terceira faculdade. Antes de Jornalismo, ela cursou Farmácia e Administração. Foto: Reprodução
Nathalia Santos já está em sua terceira faculdade. Antes de Jornalismo, ela cursou Farmácia e Administração. Foto: Reprodução
Fim do grupo
Início do grupo “Sou cega. O problema não é meu. Vocês é que não me enxergam”, diz a Jornalista Nathalia Santos, no IV Seminário da Aprendizagem realizado

pelo CIEE – RJ na Academia Brasileira de Letras. ( 09/11/2017) Foto: Reprodução
Com informações: Extra / Jornal do Brasil / Revista Glamour / SRzd

fonte Conexão Boas Notícias

Aprovada Lei que proíbe cobrança extra de pessoas com deficiência em eventos públicos

Atenção pessoas com deficiência, acompanhantes e familiares: não paguem mais que um ingresso por pessoa para entrada em salas de cinema, teatros, eventos

esportivos ou espetáculos musicais, entre outros. Agora é Lei no estado de São Paulo! É direito, confira:

Pessoas com deficiência na plateia de evento público: ingresso único, como é para outras pessoas

LEI Nº 16.545, DE 10 DE OUTUBRO DE 2017
(Projeto de lei nº 909, de 2015, da Deputada Marta Costa)

Dispõe sobre a proibição de as salas de cinema, cineclubes, teatros, espetáculos musicais e circenses e eventos educativos, esportivos de lazer e de entretenimento,

promovidos por quaisquer entidades e realizados em estabelecimentos públicos ou particulares, no Estado de São Paulo, cobrarem mais de uma entrada para

pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida e dá outras providências

O GOVERNADOR DO ESTADO DE SÃO PAULO:

Faço saber que a Assembleia Legislativa decreta e eu promulgo a seguinte lei:

Artigo 1º - Fica proibida às salas de cinema, cineclubes, teatros, espetáculos musicais e circenses e eventos educativos, esportivos de lazer e de entretenimento,

promovidos por quaisquer entidades e realizados em estabelecimentos públicos ou particulares, no Estado de São Paulo, a cobrança de mais de um ingresso

de pessoas com deficiência ou mobilidade reduzida, obesas ou pessoas que usem macas ou cadeiras de rodas em razão de sua condição física, mental ou de

saúde, independentemente do número de assentos ou área que ocupem no estabelecimento.

Artigo 2º - A fiscalização desta lei ficará a cargo dos órgãos de defesa do consumidor.

Artigo 3º - O descumprimento do disposto nesta lei sujeitará o infrator às sanções estabelecidas na Lei nº 8.078, de 11 de setembro de 1990.

Artigo 4º - Esta lei entra em vigor na data de sua publicação.

Palácio dos Bandeirantes, aos 10 de outubro de 2017.

Geraldo Alckmin
José Luiz de França Penna
Secretário da Cultura
Linamara Rizzo Battistella
Secretária dos Direitos da Pessoa com Deficiência
Márcio Fernando Elias Rosa
Secretário da Justiça e da Defesa da Cidadania
Samuel Moreira da Silva Junior
Secretário-Chefe da Casa Civil

Publicada na Assessoria Técnica da Casa Civil, em 10 de outubro de 2017.

 fonte secretaria dos direitos da pessoa com deficincia

Verão acessível nas praias do litoral de São Paulo

O Programa Praia Acessível é iniciativa do Governo do Estado de São Paulo, por meio da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São

Paulo, em parceria com as prefeituras dos municípios interessados. É voltado aos banhistas com deficiência e está em plena atuação neste verão. Nas praias

do litoral de São Paulo e também em prainhas de rio doce, o Programa oferece cadeiras anfíbias, especialmente desenvolvidas para garantir verão acessível

a quem tem deficiência.

cadeira anfíbia permite ao banhista entrada no mar sem afundar na areia

Lançado em 2010, o Programa Praia Acessível funciona em parceria com as prefeituras dos municípios em 26 praias do litoral e interior do Estado de São

Paulo. O objetivo é oferecer equipamentos e tecnologia para que pessoas com deficiência possam usufruir da praia, do banho de mar e de rios com segurança

e dignidade. A Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo é responsável pelo fornecimento das cadeiras e as prefeituras pelas

equipes de suporte do programa.

As cadeiras utilizadas no Programa são chamadas de “anfíbias”, por serem fabricadas com pneu especial que permite superar a dificuldade da areia e também

não afundam dentro da água. A altura dela é compatível com a possibilidade do usuário sentir a água, numa profundidade do mar não perigosa. Existe facilidade

na transferência da cadeira de rodas para a cadeira anfíbia porque os braços são removíveis.

Para atender a demanda, cada posto conta com uma equipe de três pessoas que orientam e auxiliam na entrada e saída do mar. O equipamento só pode ser utilizado

com acompanhante, independentemente da condição física do usuário.

As praias disponibilizam o equipamento aos sábados, domingos e feriados. Algumas, como Itanhaém, fornecem as cadeiras todos os dias durante o verão. O

Programa pode ser utilizado por moradores ou visitantes das regiões que apresentem algum tipo de deficiência. A cidade que se interessar pelo Programa

Praia Acessível deve enviar ofício para a Chefia de Gabinete no endereço abaixo, manifestando interesse em participar.

Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo
Av. Auro Soares de Moura Andrade, 564 – Portão 10
Barra Funda – São Paulo/SP – CEP 01156-001
A/C CHEFIA DE GABINETE
E-mail:
adenardi@sp.gov.br
Fone: (11) 5212.3700

LISTA DOS LOCAIS ONDE FUNCIONA O PROGRAMA PRAIA ACESSÍVEL NO ESTADO DE SÃO PAULO

1. Avaré
2. Adolfo
3. Bertioga
4. Caconde
5. Cananéia
6. Caraguatatuba
7. Guarujá
8. Iguape
9. Ilha Bela
10. Itanhaém
11. Ilha Solteira
12. Itapura
13. Martinópolis
14. Miguelópolis
15. Mongaguá
16. Panorama
17. Peruíbe
18. Praia Grande
19. Presidente Epitácio
20. Rifaina
21. Santos
22. São Manuel
23. São Sebastião
24. São Vicente
25. Rosana
26. Ubatuba

fonte secretaria dos direitos da pessoa com deficincia sp