Inscrições podem ser feitas até o dia 29 de dezembro, na Escola Técnica Pandiá Calógeras (ETPC). Processo seletivo é composto por provas de português e
matemática.
Por G1 Sul do Rio e Costa Verde
Pessoas com deficiência podem se inscrever no programa Capacitar PCD 2017, da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN), em Volta Redonda. O objetivo é promover
a formação e qualificação, por meio de cursos profissionalizantes, oferecidos gratuitamente.
Segundo comunicado da assessoria de imprensa da empresa, os interessados devem ter no mínio 18 anos. As inscrições podem ser feitas até o dia 29 de dezembro,
na Escola Técnica Pandiá Calógeras (ETPC).
O processo seletivo é composto por provas de português e matemática. Os aprovados, após o término do programa, que tem duração de seis meses, poderão ser
efetivados pela empresa. Mais informações podem ser obtidas pelo telefone (24) 3340-5422.
quarta-feira, 13 de dezembro de 2017
terça-feira, 12 de dezembro de 2017
Criança com deficiência visual em Campo Grande pede livro com sons para Papai Noel
Professora, que faz acompanhamento da aluna de 8 anos, ajudou a escrever cartinha em braile.
Por TV Morena
Correios entregam livro dos sons a menina que mandou carta para o Papai Noel em MS
Gabriela perdeu a visão quando ainda era bebê e, hoje, com 8 anos, tenta descobrir o mundo com a sensibilidade do toque e dos ouvidos. Com a ajuda da professora,
ela escreveu uma cartinha para o Papai Noel pedindo um livro com sons. O pedido foi atendido graças à campanha dos Correios.
“Pelo fato dela não enxergar, ela vai tendo conhecimento das coisas”, disse a mãe da menina Jennifer Salvatierra.
Pedido foi atendido e menina de 8 anos ganhou livro dos sons em Campo Grande (MS) (Foto: Reprodução/TV Morena)
O primeiro som identificado foi do passarinho, o que ela mais queria ouvir. Gabriela tem acompanhamento especial na escola pública de Campo Grande e a
professora ajudou a escrever a cartinha em braile para o bom velhinho.
“Eu sei que ela vai brincar. O livro dos sons, ela vai aproveitar bastante, é uma coisa pedagógica, ela vai ouvir os sons e identificar”, afirmou a professora
Cristiane Maria Cândida.
Além da Gabriela, outros 300 alunos também foram presenteados graças à rede de campanha de Natal. Outro local onde quase 80 crianças de uma escola rural
na capital sul-mato-grossense receberam os presentes das mãos do Papai Noel.
Bloco de citação
“Todo mundo falava que Papai Noel não existia, aí agora eu fiquei sabendo que ele existe de verdade e trouxe o brinquedo que eu tinha pedido”, disse a
aluna de escola rural.
Fim do bloco de citação
“É o sonho de ver o brilho no olhar de cada um. É um sonho realizado deles. É um sonho realizado nosso”, disse o Papai Noel.
A diretora Neuza Santa Martins fala da emoção desta época. “É um sonho porque as crianças escreveram essa cartinha sem expectativa, aí vê os presentes
chegarem, o Papai Noel”, disse a diretora.
fonte g1
Por TV Morena
Correios entregam livro dos sons a menina que mandou carta para o Papai Noel em MS
Gabriela perdeu a visão quando ainda era bebê e, hoje, com 8 anos, tenta descobrir o mundo com a sensibilidade do toque e dos ouvidos. Com a ajuda da professora,
ela escreveu uma cartinha para o Papai Noel pedindo um livro com sons. O pedido foi atendido graças à campanha dos Correios.
“Pelo fato dela não enxergar, ela vai tendo conhecimento das coisas”, disse a mãe da menina Jennifer Salvatierra.
Pedido foi atendido e menina de 8 anos ganhou livro dos sons em Campo Grande (MS) (Foto: Reprodução/TV Morena)
O primeiro som identificado foi do passarinho, o que ela mais queria ouvir. Gabriela tem acompanhamento especial na escola pública de Campo Grande e a
professora ajudou a escrever a cartinha em braile para o bom velhinho.
“Eu sei que ela vai brincar. O livro dos sons, ela vai aproveitar bastante, é uma coisa pedagógica, ela vai ouvir os sons e identificar”, afirmou a professora
Cristiane Maria Cândida.
Além da Gabriela, outros 300 alunos também foram presenteados graças à rede de campanha de Natal. Outro local onde quase 80 crianças de uma escola rural
na capital sul-mato-grossense receberam os presentes das mãos do Papai Noel.
Bloco de citação
“Todo mundo falava que Papai Noel não existia, aí agora eu fiquei sabendo que ele existe de verdade e trouxe o brinquedo que eu tinha pedido”, disse a
aluna de escola rural.
Fim do bloco de citação
“É o sonho de ver o brilho no olhar de cada um. É um sonho realizado deles. É um sonho realizado nosso”, disse o Papai Noel.
A diretora Neuza Santa Martins fala da emoção desta época. “É um sonho porque as crianças escreveram essa cartinha sem expectativa, aí vê os presentes
chegarem, o Papai Noel”, disse a diretora.
fonte g1
LEI ROUANET E A ACESSIBILIDADE
A Comissão de Defesa dos Direitos das Pessoas com Deficiência (CPD) da Câmara Federal, aprovou, nesta quarta-fera, dia 29, o parecer do deputado Valadares
Filho (PSB-SE) pela aprovação de Projeto de Lei que torna obrigatória a inserção de audiodescrição, legendagem e Libras nas obras cinematográficas de curta
e média metragem financiadas por meio da Lei do PRONAC (Programa Nacional de Apoio à Cultura), a Lei Rouanet.
Lei Rouanet: autor do projeto, deputado Alan Rick
Segundo Valadares Filho, essa medida visa possibilitar o acesso à cultura de muitos brasileiros que se veem impedidos desse acesso em razão das obras não
apresentarem recursos de acessibilidade. "O projeto, conforme previsto na Constituição Federal, visa garantir o acesso à cultura a todos os brasileiros,
inclusive aqueles portadores de deficiências", frisou o relator da matéria.
Em seu parecer, Valadares Filho destaca que a Lei Rouanet trouxe um inegável avanço das produções cinematográficas e videofonográficas nacionais. Para
o deputado, trata-se de uma política pública de grande alcance social. "Praticamente todas as obras que chegam às telas de cinema no mercado de produção
brasileiro possuem os incentivos do PRONAC".
Por outro lado, o deputado do PSB de Sergipe destaca que uma parcela significativa da população não tem acesso às produções cinematográficas e videofonográficas
por falta de acessibilidade. "Esse projeto vem corrigir essa distorção e possibilitar a acessibilidade à cultura a pessoas portadoras de deficiências".
Autor do projeto que altera a Lei Rouanet
O projeto de lei de autoria do deputado acreano Alan Rick, define que projetos cinematográficos e videofonográficos financiados pela Lei Rouanet possuam
meios de inclusão e acesso à cultura de pessoas com deficiência.
"Nosso Projeto busca apenas adequar a Lei Rouanet, tornando-a mais inclusiva e, assim, respeitando os preceitos da nossa Constituição Federal. Cultura
tem que ser para todos", disse o parlamentar.
No orçamento, os futuros projetos financiados pela Lei Rouanet deverão incluir audiodescrição, legendagem descritiva e Libras. Assim, surdos e cegos poderão
desfrutar da produção desses projetos também, em igualdade com os demais.
"A promoção e o acesso a cultura devem incluir todos os brasileiros, que inclusive pagam impostos, como todos os outros cidadãos", concluiu Alan Rick.
Fonte: Assessoria Parlamentar
via blog da audeio descriçao
Filho (PSB-SE) pela aprovação de Projeto de Lei que torna obrigatória a inserção de audiodescrição, legendagem e Libras nas obras cinematográficas de curta
e média metragem financiadas por meio da Lei do PRONAC (Programa Nacional de Apoio à Cultura), a Lei Rouanet.
Lei Rouanet: autor do projeto, deputado Alan Rick
Segundo Valadares Filho, essa medida visa possibilitar o acesso à cultura de muitos brasileiros que se veem impedidos desse acesso em razão das obras não
apresentarem recursos de acessibilidade. "O projeto, conforme previsto na Constituição Federal, visa garantir o acesso à cultura a todos os brasileiros,
inclusive aqueles portadores de deficiências", frisou o relator da matéria.
Em seu parecer, Valadares Filho destaca que a Lei Rouanet trouxe um inegável avanço das produções cinematográficas e videofonográficas nacionais. Para
o deputado, trata-se de uma política pública de grande alcance social. "Praticamente todas as obras que chegam às telas de cinema no mercado de produção
brasileiro possuem os incentivos do PRONAC".
Por outro lado, o deputado do PSB de Sergipe destaca que uma parcela significativa da população não tem acesso às produções cinematográficas e videofonográficas
por falta de acessibilidade. "Esse projeto vem corrigir essa distorção e possibilitar a acessibilidade à cultura a pessoas portadoras de deficiências".
Autor do projeto que altera a Lei Rouanet
O projeto de lei de autoria do deputado acreano Alan Rick, define que projetos cinematográficos e videofonográficos financiados pela Lei Rouanet possuam
meios de inclusão e acesso à cultura de pessoas com deficiência.
"Nosso Projeto busca apenas adequar a Lei Rouanet, tornando-a mais inclusiva e, assim, respeitando os preceitos da nossa Constituição Federal. Cultura
tem que ser para todos", disse o parlamentar.
No orçamento, os futuros projetos financiados pela Lei Rouanet deverão incluir audiodescrição, legendagem descritiva e Libras. Assim, surdos e cegos poderão
desfrutar da produção desses projetos também, em igualdade com os demais.
"A promoção e o acesso a cultura devem incluir todos os brasileiros, que inclusive pagam impostos, como todos os outros cidadãos", concluiu Alan Rick.
Fonte: Assessoria Parlamentar
via blog da audeio descriçao
Parque Botafogo não oferece acessibilidade após revitalização
Relatório técnico realizado pelo CAU-GO mostra diversos desníveis e uma tipografia complicada no local
O Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Goiás (CAU-GO) irá apresentar nesta semana relatório técnico de acessibilidade realizado no Parque Botafogo, localizado
no setor Vila Nova, em Goiânia. De acordo com a entidade, o estudo apontou que o local não oferece acesso pleno a todos os cidadãos da capital.
Dentre as irregularidades constatadas, o CAU constatou que não há rebaixo na calçada para a via de acesso à unidade; o passeio possui diversos obstáculos,
como orelhão e poste, que impedem a circulação de cadeirantes; a área de convivência, com mesas e bancos sombreados, somente tem acesso por escada; e a
quadra poliesportiva apresenta uma vala que impossibilita seu acesso por pessoas com mobilidade reduzida.
A rampa do teleférico que leva até o Parque Mutirama também não é acessível.O Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Goiás (CAU-GO) irá apresentar nesta
semana relatório técnico de acessibilidade realizado no Parque Botafogo. De acordo com a entidade, o estudo apontou que o local não oferece acesso pleno
a todos os cidadãos da capital.
Em entrevista ao Jornal Opção, a gerente técnica do conselho, Giovana Jacomini, explicou que o relatório foi produzido após solicitação do Ministério Público
Goiás, após denúncia sobre as condições estruturais do local. “Apesar de ter sido revitalizado há pouco tempo, a acessibilidade no local não foi inteiramente
contemplada. Há vários desníveis e uma tipografia complicada”, acrescenta.
Fonte:
Jornal Opção Site externo
O Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Goiás (CAU-GO) irá apresentar nesta semana relatório técnico de acessibilidade realizado no Parque Botafogo, localizado
no setor Vila Nova, em Goiânia. De acordo com a entidade, o estudo apontou que o local não oferece acesso pleno a todos os cidadãos da capital.
Dentre as irregularidades constatadas, o CAU constatou que não há rebaixo na calçada para a via de acesso à unidade; o passeio possui diversos obstáculos,
como orelhão e poste, que impedem a circulação de cadeirantes; a área de convivência, com mesas e bancos sombreados, somente tem acesso por escada; e a
quadra poliesportiva apresenta uma vala que impossibilita seu acesso por pessoas com mobilidade reduzida.
A rampa do teleférico que leva até o Parque Mutirama também não é acessível.O Conselho de Arquitetura e Urbanismo de Goiás (CAU-GO) irá apresentar nesta
semana relatório técnico de acessibilidade realizado no Parque Botafogo. De acordo com a entidade, o estudo apontou que o local não oferece acesso pleno
a todos os cidadãos da capital.
Em entrevista ao Jornal Opção, a gerente técnica do conselho, Giovana Jacomini, explicou que o relatório foi produzido após solicitação do Ministério Público
Goiás, após denúncia sobre as condições estruturais do local. “Apesar de ter sido revitalizado há pouco tempo, a acessibilidade no local não foi inteiramente
contemplada. Há vários desníveis e uma tipografia complicada”, acrescenta.
Fonte:
Jornal Opção Site externo
Rally de jipeiros reúne 200 pessoas com deficiência em Curitiba
Evento foi realizado em trilhas da capital paranaense e RMC, neste sábado (9).
Por RPC Curitiba
jipeiros. O grupo percorreu trilhas na capital paranaense e Região Metropolitana de Curitiba (RMC).
A presidente da ONG Universidade Livre para Eficiência Humana (Unilehu), Fernanda Koppe, ressaltou a importância do evento para incentivar outras iniciativas
de inclusão.
"Ao fazer um dia como este a gente consegue mostrar para a sociedade que a inclusão acontece em todas as dimensões sociais, que ela pode ser feita por
qualquer pessoa, em qualquer lugar e que as pessoas com deficiência merecem este dia maravilhoso", afirmou.
Rally da inclusão reuniu cerca de 200 pessoas com deficiência. (Foto: Reprodução/RPC)
Segundo o presidente do Jeep Club de Curitiba, Liderci Lopes, os pilotos dos veículos também se divertem e aprendem com o Rally da Inclusão.
"Todos os jipeiros se emocionam com este evento. Emocionante, na verdade", comentou.
Evento foi realizado em trilhas da capital paranaense e RMC, neste sábado (9). (Foto: Reprodução/RPC)
fonte G1 Paraná.
Por RPC Curitiba
jipeiros. O grupo percorreu trilhas na capital paranaense e Região Metropolitana de Curitiba (RMC).
A presidente da ONG Universidade Livre para Eficiência Humana (Unilehu), Fernanda Koppe, ressaltou a importância do evento para incentivar outras iniciativas
de inclusão.
"Ao fazer um dia como este a gente consegue mostrar para a sociedade que a inclusão acontece em todas as dimensões sociais, que ela pode ser feita por
qualquer pessoa, em qualquer lugar e que as pessoas com deficiência merecem este dia maravilhoso", afirmou.
Rally da inclusão reuniu cerca de 200 pessoas com deficiência. (Foto: Reprodução/RPC)
Segundo o presidente do Jeep Club de Curitiba, Liderci Lopes, os pilotos dos veículos também se divertem e aprendem com o Rally da Inclusão.
"Todos os jipeiros se emocionam com este evento. Emocionante, na verdade", comentou.
Evento foi realizado em trilhas da capital paranaense e RMC, neste sábado (9). (Foto: Reprodução/RPC)
fonte G1 Paraná.
segunda-feira, 11 de dezembro de 2017
Última plenária de 2017 do CMPD é marcada por teatro, música e planos para o novo ano
“Nosso foco no início de 2018 será proporcionar mais atividades culturais para os cidadãos com deficiência”, afirmou a presidente do conselho
A última plenária do ano realizada pelo Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência de São Paulo ( CMPD) aconteceu sábado passado, 2 de dezembro, na Câmara
Municipal da capital. A reunião foi marcada por apresentações de teatro, música e planos para 2018 relacionados, principalmente, a atividades culturais.
A mesa de abertura do evento foi composta por Flávio Adauto Fenólio, chefe de gabinete da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência (SMPED), Ana Cláudia
Domingues, presidente do CMPD, Carlos Jorge, conselheiro surdocego e o Coordenador de Projetos socioculturais do Instituto Tomie Ohtake, Luis Soares.
Última plenária de 2017 do CMPD
Em seu pronunciamento, o chefe de gabinete da SMPED destacou a importância da parceria entre a Secretaria e o CMPD para assegurar os direitos e a inclusão
das pessoas com deficiência. “A parceria entre representantes da sociedade civil e do poder público é essencial para a implementação de políticas públicas
efetivas, pois elas precisam ser elaboradas a partir das demandas da população”, afirmou Fenólio.
Por sua vez, a presidente do CMPD agradeceu pelo apoio recebido nos primeiros meses da nova gestão, que teve início em setembro deste ano. “A cooperação
e o engajamento de todos é o que possibilita colocar em prática nossas ações em prol da inclusão. Nosso foco no início de 2018 será propiciar mais atividades
culturais para os cidadãos com deficiência”, declarou Ana Cláudia. O representante do Instituto Tomie Ohtake (nome) propôs estreitar os laços com o CMPD
para colaborar r nessa tarefa.
Os integrantes da Nina Companhia de Teatro, formada por atores e atrizes com e sem deficiência, roubaram a cena com uma encenação na qual apresentaram
pequenos retratos do cotidiano. A peça transmite a mensagem de que devemos aproveitar todos os momentos que vivenciamos no presente, por mais simples que
sejam.
Logo depois do espetáculo, a plenária foi dominada e agitada por apresentações musicais. O grupo Nascente do Canto, também composto por pessoas com deficiência,
entoou clássicos do samba e da música popular brasileira. Por fim, a dupla Fábio e Verônica prosseguiu com o canto de brasilidades. Assim, as atividades
de 2017 do CMPD se encerraram em ritmo de festa.
Por Brenda Cunha
E-mail:
brendacunha@prefeitura.sp.gov
brendacunha@prefeitura.sp.gov.br
fonte s m p e d
A última plenária do ano realizada pelo Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência de São Paulo ( CMPD) aconteceu sábado passado, 2 de dezembro, na Câmara
Municipal da capital. A reunião foi marcada por apresentações de teatro, música e planos para 2018 relacionados, principalmente, a atividades culturais.
A mesa de abertura do evento foi composta por Flávio Adauto Fenólio, chefe de gabinete da Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência (SMPED), Ana Cláudia
Domingues, presidente do CMPD, Carlos Jorge, conselheiro surdocego e o Coordenador de Projetos socioculturais do Instituto Tomie Ohtake, Luis Soares.
Última plenária de 2017 do CMPD
Em seu pronunciamento, o chefe de gabinete da SMPED destacou a importância da parceria entre a Secretaria e o CMPD para assegurar os direitos e a inclusão
das pessoas com deficiência. “A parceria entre representantes da sociedade civil e do poder público é essencial para a implementação de políticas públicas
efetivas, pois elas precisam ser elaboradas a partir das demandas da população”, afirmou Fenólio.
Por sua vez, a presidente do CMPD agradeceu pelo apoio recebido nos primeiros meses da nova gestão, que teve início em setembro deste ano. “A cooperação
e o engajamento de todos é o que possibilita colocar em prática nossas ações em prol da inclusão. Nosso foco no início de 2018 será propiciar mais atividades
culturais para os cidadãos com deficiência”, declarou Ana Cláudia. O representante do Instituto Tomie Ohtake (nome) propôs estreitar os laços com o CMPD
para colaborar r nessa tarefa.
Os integrantes da Nina Companhia de Teatro, formada por atores e atrizes com e sem deficiência, roubaram a cena com uma encenação na qual apresentaram
pequenos retratos do cotidiano. A peça transmite a mensagem de que devemos aproveitar todos os momentos que vivenciamos no presente, por mais simples que
sejam.
Logo depois do espetáculo, a plenária foi dominada e agitada por apresentações musicais. O grupo Nascente do Canto, também composto por pessoas com deficiência,
entoou clássicos do samba e da música popular brasileira. Por fim, a dupla Fábio e Verônica prosseguiu com o canto de brasilidades. Assim, as atividades
de 2017 do CMPD se encerraram em ritmo de festa.
Por Brenda Cunha
E-mail:
brendacunha@prefeitura.sp.gov
brendacunha@prefeitura.sp.gov.br
fonte s m p e d
Participantes do ‘Dia D’ são contratados pela Prefeitura de São Paulo
Em menos de 20 dias, Aline de Cássia e Wagner dos Santos começaram a trabalhar em órgão da Secretaria Municipal de Trabalho e Empreendedorismo. A contratação
é pioneira
A 4ª edição do ‘Dia D’ de Inclusão Social e Profissional das Pessoas com Deficiência e dos Beneficiários Reabilitados do INSS, ocorrida em 29 de setembro,
gerou resultados em menos de 20 dias: dois participantes do evento, Aline de Cássia e Wagner dos Santos, são os novos funcionários do Centro de Apoio ao
Trabalho e Empreendedorismo (CATe) do centro da capital. Cerca de 50 empresas integraram a ação, mas o órgão foi o primeiro a dar uma oportunidade de trabalho
aos candidatos.
Aline de Cássia Escapucini, de 35 anos, é formada em Gestão de Recursos Humanos há cinco anos, mas fazia oito meses que estava desempregada. Na busca pela
recolocação no mercado de trabalho, a profissional, que é cadeirante devido à mielomeningocele, também já tinha participado da 1ª edição do ContrataSP,
outra ação da Prefeitura dedicada à empregabilidade de pessoas com deficiência realizada em julho.
A candidata estava confiante em relação ao Dia D, mas não imaginava que conseguiria uma oportunidade logo no CATe. “Pensei que a forma de contratação era
outra. Um dos colaboradores notou a maneira como eu estava falando com todo mundo sobre meu currículo, e a supervisão se interessou”, conta Escapucini.
Ela foi chamada para uma entrevista, e, depois de passar dias de ansiedade à espera de um retorno – recebeu uma resposta positiva. “Entre duas possibilidades,
escolhi o CATe, por ser uma oportunidade de trabalhar na minha área,”, afirma. A funcionária começou a trabalhar no dia 17 de outubro. Após o período de
experiência, exercerá atividades no setor administrativo, captando novas vagas e interligando as empresas aos trabalhadores.
Um dia antes de Aline, Wagner dos Santos chegou ao CATe, onde é um dos responsáveis pelo atendimento aos munícipes. Estreante no ‘Dia D’, ele estava descrente
em relação às possibilidades de emprego oferecidas pelo evento. “Fazia um ano que eu estava desempregado, então estava dando tiro no escuro. Eu fui porque
a gente tem que correr atrás”, afirma.
Ele diz que ficou confiante ao ser chamado para a entrevista.“Eu estava muito desesperado mesmo, ainda mais porque sou um pai de família”, conta. O novo
funcionário do CATe é paraplégico e acumula uma experiência de nove anos em atendimento ao público; mesmo assim enfrentou barreiras para reconquistar um
emprego, por isso estava desacreditado. “Já fui em muitas empresas que falavam que a experiência seria um diferencial, mas eu não era chamado para nada.
Simplesmente eu ia na entrevista e não recebia retorno. Então, estava sentindo um pouco de preconceito, sim”, afirma. Na opinião dele, muitos lugares só
tinham a intenção de preencher a Lei de Cotas (8.213/91), mas para isso procuravam um perfil específico. “Eles queriam mais uma pessoa que não aparentava
ter deficiência”, declara.
Felizes com a conquista do tão almejado emprego, Santos e Escapucini planejam agora investir nos estudos. Ela já sabe o caminho que quer seguir : “Quero
fazer faculdade ou uma pós em psicologia social ou organizacional”, conta.
Por Brenda Cunha
E-mail:
brendacunha@prefeitura.sp.gov.br
fonte s m p e d
é pioneira
A 4ª edição do ‘Dia D’ de Inclusão Social e Profissional das Pessoas com Deficiência e dos Beneficiários Reabilitados do INSS, ocorrida em 29 de setembro,
gerou resultados em menos de 20 dias: dois participantes do evento, Aline de Cássia e Wagner dos Santos, são os novos funcionários do Centro de Apoio ao
Trabalho e Empreendedorismo (CATe) do centro da capital. Cerca de 50 empresas integraram a ação, mas o órgão foi o primeiro a dar uma oportunidade de trabalho
aos candidatos.
Aline de Cássia Escapucini, de 35 anos, é formada em Gestão de Recursos Humanos há cinco anos, mas fazia oito meses que estava desempregada. Na busca pela
recolocação no mercado de trabalho, a profissional, que é cadeirante devido à mielomeningocele, também já tinha participado da 1ª edição do ContrataSP,
outra ação da Prefeitura dedicada à empregabilidade de pessoas com deficiência realizada em julho.
A candidata estava confiante em relação ao Dia D, mas não imaginava que conseguiria uma oportunidade logo no CATe. “Pensei que a forma de contratação era
outra. Um dos colaboradores notou a maneira como eu estava falando com todo mundo sobre meu currículo, e a supervisão se interessou”, conta Escapucini.
Ela foi chamada para uma entrevista, e, depois de passar dias de ansiedade à espera de um retorno – recebeu uma resposta positiva. “Entre duas possibilidades,
escolhi o CATe, por ser uma oportunidade de trabalhar na minha área,”, afirma. A funcionária começou a trabalhar no dia 17 de outubro. Após o período de
experiência, exercerá atividades no setor administrativo, captando novas vagas e interligando as empresas aos trabalhadores.
Um dia antes de Aline, Wagner dos Santos chegou ao CATe, onde é um dos responsáveis pelo atendimento aos munícipes. Estreante no ‘Dia D’, ele estava descrente
em relação às possibilidades de emprego oferecidas pelo evento. “Fazia um ano que eu estava desempregado, então estava dando tiro no escuro. Eu fui porque
a gente tem que correr atrás”, afirma.
Ele diz que ficou confiante ao ser chamado para a entrevista.“Eu estava muito desesperado mesmo, ainda mais porque sou um pai de família”, conta. O novo
funcionário do CATe é paraplégico e acumula uma experiência de nove anos em atendimento ao público; mesmo assim enfrentou barreiras para reconquistar um
emprego, por isso estava desacreditado. “Já fui em muitas empresas que falavam que a experiência seria um diferencial, mas eu não era chamado para nada.
Simplesmente eu ia na entrevista e não recebia retorno. Então, estava sentindo um pouco de preconceito, sim”, afirma. Na opinião dele, muitos lugares só
tinham a intenção de preencher a Lei de Cotas (8.213/91), mas para isso procuravam um perfil específico. “Eles queriam mais uma pessoa que não aparentava
ter deficiência”, declara.
Felizes com a conquista do tão almejado emprego, Santos e Escapucini planejam agora investir nos estudos. Ela já sabe o caminho que quer seguir : “Quero
fazer faculdade ou uma pós em psicologia social ou organizacional”, conta.
Por Brenda Cunha
E-mail:
brendacunha@prefeitura.sp.gov.br
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