sábado, 21 de outubro de 2017

IPC confirma novas datas para os Mundiais da Cidade do México

Por CPB
O Comitê Paralímpico Internacional (IPC, em inglês) anunciou nesta quinta-feira, 19, as novas datas dos Mundiais Paralímpicos de Halterofilismo e Natação.

As competições serão sediadas na Cidade do México (MEX).

O Mundial Paralímpico de Natação acontecerá entre os dias 2 e 7 de dezembro, enquanto o Mundial de Halterofilismo ocorrerá entre os dias 2 a 8 do mesmo

mês. O Mundial Júnior de Halterofilismo abrirá a competição, no dia 2.

Cerca de 1.200 atletas, oficiais e estafes, de 89 diferentes países, são esperados para o evento. A Piscina Olímpica Francisco Marquez e o Ginásio Olímpico

Juan de la Barrera serão as sedes das competições.

Os Mundiais foram adiados no mês passado em decorrência de um terremoto próximo à Cidade do México, no dia 19 de setembro. A decisão de realocar as competições

ocorreu no dia 3 de outubro, após extenso diálogo com o comitê organizador local, a Cidade do México e também membros do IPC.

O anúncio das datas oficiais de competição vem após uma série de reuniões do Comitê Paralímpico Internacional com o comitê organizador na cidade-sede.


"Estamos muito satisfeitos de anunciar as datas dos Mundiais Paralímpicos de Halterofilismo e Natação. Gostaríamos de agradecer ao comitê organizador,

ao Comitê Paralímpico Mexicano e ao governo da Cidade do México pelo suporte e por assegurar que tudo está em perfeito estado para entregar um excelente

campeonato. Estamos certos de que os atletas que virão ao México terão a oportunidade de competir no mais alto nível e fazer um grande evento", disse Ryan

Montgomery, Diretor de Esportes de Verão do IPC.

Entre os dias 3 e 6 de dezembro, tanto o halterofilismo quanto a natação realizarão seus fóruns esportivos.

Após os terremotos do último mês, o IPC e a Agitos Foundation lançaram uma campanha global de arrecadação de fundos para apoiar os esforços humanitários

da UNICEF no México. Até aqui, US$ 40 mil (cerca de R$ 130 mil) foram angariados.

Com informações do Comitê Paralímpico Internacional (IPC, em inglês)

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (
imp@cpb.org.br)

Governo de São Paulo anuncia gestor oficial do Centro de Treinamento Paraolímpico Brasileiro e amplia Time São Paulo

Na manhã de sexta-feira, 20, a Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo anunciou o gestor oficial do Centro de Treinamento

Paraolímpico Brasileiro pelos próximos cinco anos: o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB), organização da sociedade civil selecionada no edital de chamamento

público. Na ocasião, foi assinado o acordo de cooperação entre a ambos e anunciado também a ampliação do Time São Paulo, equipe de campeões do paradesporto.


Vista panorâmica da cerimônia de assinatura do acordo entre CPB e Governo de São Paulo. Foto: Thiago Alves

“Estamos liberando R$ 3,3 milhões e, com isso, o Time São Paulo vai de 56 para 60 atletas, e mais oito atletas-guia”, disse o governador de São Paulo,

Geraldo Alckmin. Temos, hoje, um dos quatro melhores centros paralímpicos do mundo, junto com a China, Coreia do Sul e Ucrânia. Mas não basta ter essa

estrutura, é preciso ser bem gerida. Fomos buscar a excelência do Comitê Paralímpico Brasileiro”, destacou o governador.

A Secretária de Estado, Dra. Linamara Rizzo Battistella, saudou as “verdadeiras mulheres de peito do Brasil”, as mulheres do Remama, projeto do Instituto

do Câncer do Estado de São Paulo, em parceria com a Rede de Reabilitação Lucy Montoro e a Raia Olímpica da USP, que reúne mulheres sobreviventes do câncer

de mama, tema do “outubro rosa”.

À frente do fomento ao paradesporto desde a concepção do Centro de Treinamento Paraolímpico Brasileiro, em 2013, Dra. Linamara reiterou que o Governo de

São Paulo está fazendo do esporte uma grande ferramenta de mudança e de inclusão social. “O sucesso no esporte se revela pelas medalhas e sobretudo pelas

mudanças nesse processo, que fortalece a saúde e a indústria tecnológica do esporte, além de mudar a concepção dos profissionais da área. Estamos fazendo

desse centro um grande fomentador da mudança do panorama do esporte, não só nacional, mas mundial”, enfatizou.

Dra. Linamara assina acordo com Comitê Paralímpico. Foto: Lincoln Yoshiaki

Ela destacou a presença e trajetória esportiva do atual presidente do Comitê Paralímpico Brasileiro, Mizael Conrado, que conquistou a medalha de ouro nos

Jogos Paralímpicos em Atenas, em 2004, e foi eleito o melhor jogador do mundo para futebol de 5, em 1998. “Este centro representa um sonho de todos os

brasileiros que moram em São Paulo, é a casa do atleta paralímpico. E o CPB vem inovar com tecnologia e boa gestão com bons profissionais. Queremos trabalhar

com ênfase nos paralímpicos, mas também receber os atletas olímpicos e a sociedade para conviver com nossos atletas. Fechamos esse grande projeto assinando

esse termo de cooperação e entregando a gestão para quem entende do assunto. Que toda estrutura trabalhe de forma sinérgica, porque esporte é coisa séria,

feita por especialistas. O governo aplaude, dá apoio, ajuda no desenvolvimento e respeita quem sabe fazer”, ressaltou a secretária.

Dra. Linamara acrescentou, ainda, que o Centro de Treinamento conta com modernas instalações que sugerem um hotel cinco estrelas, e vem se configurando

como o maior complexo esportivo desse país, e o mais bem equipado do mundo. “Construímos o melhor centro paralímpico do planeta. Governador, missão cumprida!

”, afirmou.

Com 95 mil m² de área construída, o Centro de Treinamento Paraolímpico Brasileiro reúne 15 modalidades (atletismo, basquete em cadeira de rodas, bocha,

natação, esgrima em cadeira de rodas, futebol de 5, futebol de 7, golbol, halterofilismo, judô, rúgbi, tênis, tênis em cadeira de rodas, triatlo e voleibol

sentado) e está dividido em 11 setores que englobam áreas esportivas de treinamento, hotel, centro de convenções, laboratórios, condicionamento físico

e fisioterapia. O Centro foi, inclusive, local de aclimatação da delegação brasileira para os Jogos Paralímpicos Rio 2016.

Presidente do Comitê Paralímpico, Mizael Conrado, assina acordo para gestão do Centro Paraolímpico

O CT Paraolímpico tem o objetivo de fomentar o paradesporto brasileiro, criando condições para que seus atletas se destaquem nas competições municipais,

estaduais, nacionais e internacionais, com ênfase nas técnicas avançadas e novas tecnologias.
O governador Geraldo Alckmin aproveitou a ocasião para anunciar a extensão do projeto do Time São Paulo. O programa foi iniciado em 2011 e, com o acordo,

será válido por mais um ano, somando sete anos de parceria. O orçamento total do projeto subirá para R$ 3,3 milhões; em 2017, foram beneficiados 56 atletas

e nove atletas-guia de dez modalidades diferentes. Com a ampliação, serão 60 os atletas contemplados.

O presidente do CPB, Mizael Conrado, definiu a celebração do acordo como “um grande marco para o esporte paralímpico brasileiro”. Como ex-atleta fez uma

rápida ida ao passado e disse estar orgulhoso do atual momento. “Hoje nós celebramos o grande marco do esporte paralímpico brasileiro. Me lembro que quando

era atleta, nós dependíamos de espaços cedidos e que na maioria das vezes estavam ocupados, pois lamentavelmente o Brasil ainda não tinha uma estrutura

esportiva para atender a todos os cidadãos. Muitas vezes não treinávamos numa escola pois ela já estava ocupada por alunos e tínhamos que voltar para casa

sem treinar. Hoje, além de termos o nosso espaço, temos o melhor espaço para cada um dos atletas. Nós temos o que há de melhor de centros de treinamentos

do mundo. Estamos muito orgulhos de recebermos esse voto de confiança do Governo do Estado de São Paulo para que possamos gerir, zelar e desenvolver todas

as ações dentro desse espaço. É um motivo de muita alegria e de muito orgulho ser merecedor dessa confiança do Governador e da Dra. Linamara, conduzindo

o Comitê Paralímpico Brasileiro”.

?Ao final da Cerimônia de assinatura do acordo entre o Governo de São Paulo e o Comitê Paralímpico, o governador Geraldo Alckmin arriscou jogar tênis de

mesa com atleta do Time São Paulo Paralímpico. Não fez feio.

TIME SÃO PAULO PARALÍMPICO
Iniciativa da Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência de São Paulo, o Time São Paulo Paralímpico conta com seleção de 56 atletas e

8 atletas-guia das modalidades: atletismo, natação, ciclismo, halterofilismo, judô, tênis de mesa, bocha, tiro esportivo e triatlo. A equipe é constituída

por meio de parceria estabelecida, em 2011, entre a Secretaria e o Comitê Paralímpico Brasileiro, que confere suporte ao desenvolvimento esportivo de atletas

de alto rendimento, vinculados ao Estado de São Paulo.

O governador Geraldo Alckmin arrisca jogo de tênis de mesa com atleta do Time São Paulo

Os critérios adotados para seleção da equipe são os resultados obtidos nas Paralimpíadas Rio 2016 e o potencial do atleta para participar das Paralimpíadas

2020. Em dezembro de 2016, a parceria foi renovada devido ao desempenho dos atletas nas competições paralímpicas. Em 2016, nas Paralimpíadas do Rio de

Janeiro, o Brasil conquistou a oitava colocação no quadro geral, somando 72 medalhas, com 14 de ouro, 29 de prata e 29 de bronze. Desse total, 30 subidas

ao pódio foram de integrantes do Time São Paulo Paralímpico, sendo 8 de ouro, 13 de prata e 9 de bronze.

fonte secretaria dos direitos da pessoa com deficincia

Prefeitura inova e oferece atividade esportiva para deficientes visuais

Secretaria de Esportes e Turismo oferece aulas de golbol às quintas-feiras na quadra da Guarda Mirim.

Em mais uma ação inovadora e com foco no esporte como ferramenta de inclusão, a prefeitura de Rio Claro começou nesta semana a oferecer aulas de golbol,

modalidade paralímpica desenvolvida especificamente para deficientes visuais. As atividades são realizadas por intermédio da secretaria municipal de Esportes

e Turismo (Setur).

De acordo com o titular da pasta, Ronald Teixeira Penteado, além da descentralização das atividades esportivas e o uso do esporte como instrumento voltado

à saúde da comunidade, a inclusão também é um dos focos da Setur. “O programa de esportes da prefeitura tem o objetivo de proporcionar os melhores benefícios

aos praticantes, e o golbol, além da inclusão, ajuda a reabilitar o atleta e a melhorar sua auto-estima”, explica.

As aulas são realizadas às quintas-feiras, das 13h30 às 15 horas, no ginásio da Guarda Mirim de Rio Claro, na Avenida Brasil, 600, Jardim Ipê. A professora

é Adriane Paoli, a Coca, auxiliada pelos professores Rafael Souza e Karyn Nascimento.

As inscrições são feitas no setor de matrículas da Setur, na Rua 9, número 1, Bairro do Estádio, onde está o ginásio de esportes Felipe Karam. Podem participar

pessoas de todos os gêneros a partir dos 12 anos. Os telefones para mais informações são 3533-5433 ou 3533-5422.

“Desde o início do ano a proposta é atender todos os públicos, mostrando que o esporte é muito importante para a saúde e bem estar da população”, destaca

o diretor municipal de Esportes, Vinícius Sossai, explicando que as aulas de golbol oferecidas pela prefeitura são voltadas a pessoas com deficiência visual

e baixa visão.

O golbol é um esporte desenvolvido especificamente para deficientes visuais criado em 1946 pelo austríaco Hanz Lorezen e o alemão Sepp Reindle. O objetivo

era reabilitar e socializar os veteranos da Segunda Guerra Mundial que ficaram cegos.

A bola utilizada no golbol possui guizos em seu interior para que os jogadores saibam sua direção. Os praticantes devem arremessar a bola com as mãos no

gol do adversário.
fonte
www.gruporioclarosp.com.br

ESPLENDOR COM AUDIODESCRIÇÃO NA MOSTRA INTERNACIONAL DE CINEMA

Esplendor” (ou "Hikari", no original) é uma lufada de delicadeza numa safra de filmes pesados. Não que a diretora japonesa Naomi Kawase aborde aqui um

tema leve, muito pelo contrário. Mas o resultado é uma obra sensível sobre a perda da visão e o sentido do próprio cinema que será exibida com audiodescrição

para o público cego.

Esplendor - cartaz do filme

Em Esplendor, Misako (Ayame Misake) é uma jovem que faz audiodescrição: seu ofício consiste em narrar cenas de filmes para que eles possam ser desfrutados

por espectadores cegos. A missão é intrincada: como traduzir a emoção de uma obra que depende dos olhos para ser plenamente fruída?

Ela topa com o taciturno Masaya (Masatoshi Nagase), fotógrafo talentoso que cai em desgraça porque aos poucos está perdendo a visão. Ele se comporta como

um implacável julgador do trabalho de Misako. A trama de Esplendor se constrói a partir da improvável relação entre os dois, num filme que explora os signos

da perda da luz, como provam as cenas de pôr do sol.

A diretora japonesa conta que teve a ideia de filmar Esplendor quando topou com o material de audiodescrição de um de seus longas anteriores e indagou

como seria o trabalho de quem narra filmes para espectadores cegos. Para um cineasta, que sempre se debruça sobre a interpretação das imagens, a questão

é um tanto mais aguda.

"Sempre me pergunto como elevar a imaginação de quem assiste sem explicar demais ou de menos", diz a diretora a um pequeno grupo de jornalistas que incluiu

a Folha, durante o último Festival de Cannes, em maio.

Naomi Kawase ("O Segredo das Águas", "Floresta dos Lamentos") é a diretora dos sentidos e de como eles embalam os afetos: em seu filme anterior, "Sabor

da Vida" (2015), o paladar despertava o apetite para uma história sobre o gerente de uma padaria e uma idosa que era um ás na cozinha.

Em Esplendor, com o qual a diretora competiu no Festival de Cannes neste ano, a visão (ou a perda dela) abre espaço para uma indagação sobre a natureza

do cinema. E deixa a dúvida: não seria o dilema de Misako, dividida entre a descrição objetiva e a sugestão do que as imagens evocam, o dilema da própria

atividade do cineasta?

Esplendor

Duração: 101 minutos
Classificação: 12 anos
Direção: Naomi Kawase
Com: Masatoshi Nagase, Ayame Misaki e Tatsuya Fuji
Sala Reserva Cultural: Av. Paulista, 900 – Bela Vista – São Paulo
19, 20, 22 e 31 de outubro

Fonte: Folha de São Paulo

Pastorais da Arquidiocese de São Paulo promovem a inclusão no universo da Igreja Católica

Na Paróquia São Francisco de Assis, a Santa Missa do dia 22, contará com Libras e audiodescrição. A iniciativa conta com o apoio da Secretaria da Pessoa

com Deficiência
O Projeto Igreja Acessível (PIA), desde 2006, promovido pelas pastorais das pessoas com deficiência e dos surdos da Arquidiocese de São Paulo fornece
formação sobre acessibilidade comunicacional e incentiva a produção de livros de editorias católicas, peças audiovisuais e sites em formatos acessíveis.

Assim, pessoas com deficiência visual e auditiva podem compreender tudo que acontece em missas, batizados e catequeses.

Para promover a ação, no próximo domingo, 22, o secretário municipal da Pessoa com Deficiência, Cid Torquato, o colegiado do Conselho Municipal da Pessoa

com Deficiência (CMPD) e demais autoridades participarão da missa na Paróquia São Francisco de Assis que contará com interpretação de Libras e Audiodescrição.

“A liberdade religiosa é um direito de todos e, no caso das pessoas com deficiência, para que ele seja exercido plenamente, as tecnologias assistivas são

elementos imprescindíveis”, ressalta o secretário.

Convite para a missa acessível na Paróquia São Francisco de Assis, na zona sul da cidade

Esse trabalho em prol da inclusão é realizado em parceria pelas pastorais das pessoas com deficiência e dos surdos da Arquidiocese de São Paulo. Juntas,

elas levam recursos de acessibilidade comunicacional, como tradução para a Língua Brasileira de Sinais (LIBRAS) e audiodescrição para igrejas da capital

paulista.

Mais de 30 voluntários já foram capacitados para atuar como audiodescritores por meio de um trabalho iniciado pelas duas pastorais na região Episcopal

do Ipiranga, zona sul da cidade. Além disso, um curso de Introdução à Língua Brasileira de Sinais foi realizado entre março e junho deste ano, com cerca

de 20 membros da comunidade paroquial.

Na Paróquia São Francisco de Assis, todos os domingos, das 9h às 11h, Marta Pimentel e Wagner Serafim, ambos surdos, realizam a catequese bilíngue, com

tradução para LIBRAS. Meia hora depois, a Santa Missa tem recursos de audiodescrição e também é traduzida para as pessoas surdas por Mariana Oliveira e

outros intérpretes voluntários. Em torno de 50 pessoas surdas frequentam a igreja.

Serviço: Projeto Igreja Acessível (PIA) – Santa Missa
Data: 22 de outubro (domingo)
Horário: 11h30
Local: Paróquia São Francisco de Assis
Endereço: Rua Borges Lagoa, 1209 – A, Vila Clementino, São Paulo
fonte s m p e d

sexta-feira, 20 de outubro de 2017

Feira voltada à pessoa com deficiência começa no dia 21 de outubro

A Secretaria Municipal da Pessoa com Deficiência (SMPED) participa de mais uma edição da Feira Rehafair, entre os dias 19 e 21 de outubro. O evento é direcionado

ao segmento da pessoa com deficiência. Profissionais da SMPED farão um seminário gratuito e aberto ao público, que abordará legislação e inclusão no mercado

de trabalho.

Uma das palestrantes do evento será a secretária adjunta municipal da Pessoa com Deficiência, Marinalva Cruz, que falará sobre inclusão econômica da pessoa

com deficiência na cidade de São Paulo. Atuante na área de empregabilidade há mais de 15 anos, a secretária acredita que debates sobre o tema são essenciais

para quebrar o preconceito: “Atualmente existem no país 45 milhões de pessoas com deficiência, ou seja, uma grande parcela da população do Brasil que precisa

ser incluída e ser observada como potenciais econômicos. Muitas vezes as barreiras que enfrentam são os pré-conceitos de empresas e a falta de informação”,

comenta Marinalva.

Entre os destaques da feira, está a aula do procurador cego do município de São Paulo, Felipe Soares de Souza, sobre a Lei Brasileira de Inclusão. As técnicas

da SMPED Paula Ferrari, Carolina Santos e Myrna Mello comentarão sobre atendimento a pessoas com deficiência.

A edição de 2017 da Feira Internacional de Tecnologias Assistivas, Empregabilidade e Esporte Adaptados – Rehafair acontece de 19 a 21 de outubro, no Pavilhão

de Exposições do Anhembi.

Sobre a Rehafair

O evento é direcionado para o mundo das pessoas com deficiência, tendo a expectativa de gerar mais de R$ 380 milhões em negócios, durante a feira e nos

próximos seis meses. A feira de negócios terá mais de 330 marcas de 80 expositores, ligados em acessibilidade, reabilitação e inclusão. Além dos expositores,

mais cinco espaços realizam uma programação de palestras e atividade divididas nas temáticas: Empregasim (Simpósio de Empregabilidade para Pessoas com

Deficiência), Inovatech (Seminário das Inovações para Tecnologias Assistivas), Mobitech (Seminário de Mobilidade e Acessibilidade), RehaShow (Seminário

Técnico dos Expositores para compartilharem suas experiências, knowhow, tecnologia e inovação) e área de Test-Drive de Automóveis Adaptados.
A estimativa é que a feira tenha um público superior a 10 mil visitantes.

SERVIÇO
Seminário com Profissionais da SMPED na REHAFAIR - Feira Internacional de Tecnologias Assistivas, Empregabilidade e Esporte Adaptados
Data 21 de outubro de 2017
Local: Anhembi - Av. Olavo Fontoura, 1209, São Paulo
Horário: das 9h às 13h l
www.rehafair.com.br
Informações: 11 2730-0522/www.rehafair.com.br

Projeto leva pessoas com deficiência visual para pedalar

O Projeto Pedaleiros retorna ao Rio de Janeiro com duas etapas e leva pessoas com deficiência visual para pedalar em na Praça Mauá, no sábado, dia 21,

e em Niterói (local a definir), no sábado, dia 28 de outubro.

A iniciativa tem sempre participação gratuita e dura quatro horas, das 10h às 14h. Não é necessário fazer inscrição prévia.

Conheça o projeto

O Pedaleiros começou em dezembro de 2015 e já realizou nove etapas levando mais de 1.200 pessoas com deficiência visual para pedalar em diferentes lugares

do Rio de Janeiro. De Copacabana a Nova Iguaçu, de Madureira à Lagoa Rodrigo de Freitas. Já estão programadas outras quatro na capital fluminense, ainda

em 2017, para levar essa experiência a um maior número de pessoas.

Sem fins lucrativos, Pedaleiros tem base em uma das principais dificuldades das pessoas com deficiência visual: a mobilidade. Pensando na atenção que é

preciso dar à saúde dessas pessoas, o projeto coloca todos em convívio social e oferece um momento único de liberdade.

Pedaleiros Guias capacitados usam bicicletas no formato tandem – é como uma bike, mas que pode ser conduzida por mais de uma pessoa – para fazer o passeio

com as pessoas com deficiência visual enquanto descrevem todo o percurso. Pessoas sem deficiência visual também podem desfrutar da sensação, fazendo o

passeio vendadas.

Fonte:
Catraca Livre Site externo