segunda-feira, 2 de outubro de 2017

Malásia é anunciada como sede do Mundial Paralímpico de Natação de 2019

Por CPB
Marcio Rodrigues/CPB/MPIX
Imagem

O World Para Swimming anunciou na manhã desta segunda-feira, 18, a Malásia como sede do Mundial Paralímpico de Natação de 2019. O campeonato será realizado

entre os dias 29 de julho e 4 de agosto, na cidade de Kuching.

Cerca de 600 nadadores de 70 países são esperados na capital do estado de Sarawak, no que será a nona edição da competição - a primeira no continente asiático.


"Estamos satisfeitos em anunciar que a Malásia sediará a primeira edição do Mundial de Natação na Ásia. Os próximos anos serão incríveis para o esporte

paralímpico no continente e Kuching verá os melhores nadadores a apenas um ano dos Jogos de Tóquio 2020", disse Andrew Parsons, recém-eleito presidente

do Comitê Paralímpico Internacional (IPC, em inglês).

"Agradecemos ao IPC pela decisão de premiar a Malásia com o Mundial de Natação. A escolha mostra o desejo do IPC de desenvolver os Comitê Paralímpicos

Nacionais por todo o mundo dando a oportunidade de cultivar a capacidade de organizar e receber grandes eventos internacionais", celebrou Nasarudin Tan

Sri Datuk Seri Utama SM Nasimuddin, presidente do Conselho Paralímpico da Malásia.

O primeiro Mundial Paralímpico de Natação aconteceu em 1994, em Valetta (Malta). A competição passou a ser realizada de dois em dois anos em 2013, em Montreal

(Canadá). A partir de 30 de setembro, a Cidade do México organizará a edição de 2017 do evento.

Com informações do Comitê Paralímpico Interacional (IPC)

Assessoria de Comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (
imp@cpb.org.br)

Prefeitura de São Paulo lança Programa de Inclusão Econômica que estimula inclusão de pessoas com deficiência no mercado de trabalho

A Prefeitura de São Paulo lançou nesta quarta-feira (20) o Programa de Inclusão Econômica (PRIEC), uma parceria entre as secretarias municipais da Pessoa

com Deficiência (SMPED) e de Trabalho e Empreendedorismo (SMTE). A ação tem como objetivo a inserção de públicos vulneráveis no mercado de trabalho ou

no empreendedorismo.

O prefeito João Doria reunido com os secretários municipais Cid Torquato e Aline Cardoso
A cerimônia de lançamento aconteceu no Edifício Matarazzo, sede do poder municipal, com as presenças do prefeito João Doria, os secretários municipais

Cid Torquato (Pessoa com Deficiência) e Aline Cardoso (Trabalho e Empreendedorismo), a presidente do Conselho Municipal da Pessoa com Deficiência, Ana

Claudia Domingues, e demais representantes do segmento.

Lançamento do Programa

De acordo com o IBGE-2010, na cidade de São Paulo há quase 2,8 milhões de pessoas com deficiência. Dentre elas, 500 mil fazem parte da População Economicamente

Ativa e apenas 39 mil (8%) deste público estão empregados.

“Existem 2,5 milhões de desempregados na região metropolitana e 700 mil pessoas em condição de subempregos, ou seja, praticamente desempregados. O PRIEC

é um projeto extremamente importante para os cidadãos de São Paulo”, exclamou o prefeito João Doria.

“Pessoas com deficiência não compõe nem 1% do mercado de trabalho, isto comprova que este público necessita de um estímulo há mais”, falou a secretária

municipal de Trabalho e Empreendedorismo, Aline Cardoso, durante a apresentação das estratégias do projeto.

A secretária-adjunta municipal da Pessoa com Deficiência, Marinalva Cruz, citou dados sobre empreendedorismo no segmento: “Um dos objetivos do PRIEC é

fazer com que a pessoa com deficiência, sejam jovens, mulheres ou homens, tenham opções de garantir sua renda, e não ficar na única estratégia do emprego

formal. É dar novos caminhos para o cidadão como o empreendedorismo”,explicou Marinalva.

“Da população com deficiência economicamente ativa no Estado de São Paulo, 27% são empreendedoras. Porém, 71 % têm como rendimento mensal 1200 reais. Por

isso esta ação tem extrema importância, pois a capacitação destes empreendedores é uma garantia de crescimento das microempresas”, esclarece a secretária-adjunta.


O Programa de Inclusão Econômica terá quatro linhas de ação:

- Capacitação dos agentes da SMTE, em acessibilidade, inclusão e utilização da Língua Brasileira de Sinais (Libras);
- Inclusão, com a disponibilização de 5% a 10% das vagas do Programa Operação Trabalho (POT), Programa Bolsa Trabalho (PBT), CATes, Profissão Cidadão e

Trabalho Novo para PcD, em linha com os requisitos de cada projeto;
- Ampliação do acesso das pessoas com deficiência ao mercado formal de trabalho com a intensificação das ações “Dia D de Inclusão no Trabalho” e o “Contrata

SP” para ampliar o acesso;
- Parcerias com instituições para capacitar essa parcela da população a exercer o empreendedorismo.

O secretário municipal da Pessoa com Deficiência destaca a importância do exercício de alguma atividade econômica na vida dessa parcela da sociedade. “Conquistar

um espaço no mercado de trabalho ou empreender é fundamental para que as pessoas com deficiência vivam dignamente, com autonomia, e possam suprir necessidades

básicas inerentes a todo ser humano”, afirma o secretário da Pessoa com Deficiência, Cid Torquato.

Lei de Cotas

Empresas que possuem a partir de 100 funcionários devem reservar de 2% a 5% de seus postos de trabalho para as pessoas com deficiência, conforme determina

a Lei de Cotas (8.213/91). Já o artigo 34 da Lei Brasileira de Inclusão (LBI) assegura o direito ao trabalho às pessoas com deficiência, em ambiente acessível

e inclusivo, com as mesmas oportunidades oferecidas aos demais trabalhadores.

fonte s m p e d

Aposentado por invalidez, deficiente visual perde benefício após ser dado como morto na BA

Valter dos Santos Ferreira tem 73 anos e mora em Salvador; por conta da situação, ele já precisou ser internado quatro vezes.
Por Bahia Meio Dia
Um aposentado de Salvador de 73 anos, e que há 10 ficou cego, está sem receber a aposentadoria desde o último mês de maio, porque no sistema do INSS ele

consta como morto. Por conta da situação, Valter do Santos Ferreira, que tem pressão alta e sofre de diabetes, já precisou ser internado várias vezes.


O idoso trabalhava como açougueiro, mas se aposentou por invalidez após perder a visão. O valor da aposentaria era um salário mínimo, contudo, em maio,

ao tentar sacar o valor, a esposa de valter viu que o dinheiro não tinha caído na conta. “Eu fui digitar a senha, e não tinha o dinheiro. Aí peguei um

ônibus e voltei pra casa”, contou Tânia de Oliveira.

Ela conta que foi então ao INSS, para saber o que estava acontecendo. No local, ela descobriu que, para o INSS, o marido havia falecido. “Peguei uma senha

e falei com uma senhora. Ela olhou tudo e perguntou, ‘Cadê ele?’. Eu falei, ‘ele está aqui’. Aí ela disse, ‘mas o homem está morto’. E eu disse, ‘o homem

está vivo. Olha ele aqui junto de mim’”.

Família descobriu atestado de óbito em nome de Valter dos Santos Ferreira (Foto: Reprodução/TV Bahia)
Em 15 de julho, a família levou Valter para colher as impressões digitais no Instituto Médico legal Nina Rodrigues, e depois procurou o Ministério Público,

onde teve mais uma surpesa: um atestado de óbito em nome de Valter do Santos Ferreira foi encontrado.

O documento especificava inclusive a causa da morte - pneumonia com insuficiência renal - entretanto dos dados cadastrais, número do RG, CPF, data de nascimento

e estado civil, eram todos diferentes dos de Valter.

Valdir Santos, filho do idoso, diz que o MP pediu que eles aguardassem. “Quando eu fui questionar a funcionária do MP, ela disse para mim que era para

aguardar por 30 dias o resultado do exame, porque pode ter sido um erro do cartório. Nós estamos aguardando”, diz.

Esposa de Valter tentou sacar o benefício do idoso, mas não conseguiu (Foto: Reprodução/TV Bahia)
Valter, entretanto, sofre com a situação e chora só em falar no assunto. Por conta da preocupação, ela já perdeu 11 quilos e precisou ser hospitalizado.

“Quatro vezes que eu fui internado por causa disso. Precisa comprar as coisas, não pode. Remédio mesmo são os meninos que arranjam para comprar”, conta

o aposentado.

O Ministério Público orientou a esposa de seu Valter a levar ao INSS a documentação que comprova que a certidão de óbito que foi emitida pelo cartório

de Brotas não é dele, e sim de uma outra pessoa.

Já INSS informou que já identificou o erro, mas que como o beneficio de Valter é mantido pela unidade de Feira de Santana, cidade que fica a cerca de cem

quilômetros de Salvador, ele terá que ir na agência do INSS de Feira, para ter o benefício restabelecido. O INSS ainda afirmou que Valter vai ter que entrar

com uma ação junto ao cartório de Brotas para que o erro seja desfeito, já que a informação do óbito partiu do cartório.

Outro caso
Família depende da aposentadoria para se sustentar (Foto: Reprodução/TV Subaé)
O caso de Valter é semelhante ao de
Belarmino Alves dos Santos, de 104 anos, morador de Alagoinhas, cidade que fica a cerca de 110 quilômetros de Salvador.
Ele perdeu a aposentadoria depois que o cartório da cidade de Alagoinhas descobriu que havia uma certidão de óbito no nome dele. O documento, emitido em

2008, foi encontrado depois que a mulher do aposentado tentou fazer uma nova identidade para ele, há 4 meses.

Segundo a certidão de óbito emitida no mesmo cartório em que a mulher esteve, Belarmino Alves dos Santos está morto desde de dezembro de 2003, há quase

14 anos. No entanto, o idoso esbanja saúde e precisa do dinheiro para sustentar a família, que tem duas crianças.

A aposentadoria era a única fonte de renda da família. Por isso, o aluguel da casa onde o idoso mora com a mulher e os filhos está atrasado desde a suspensão

do benefício. Segundo a família, o dono do imóvel já pediu que eles saiam do local.
fonte g1

Hospital oferece 10 vagas de emprego para pessoas com deficiência em Salvador

Interessados devem fazer cadastro no site da empresa. Há oportunidades para técnico em enfermagem, operador de teleatendimento, agente de higienização

e assistente de suprimentos e logística, entre outros.
Por G1 BA
O Hospital São Rafael, localizado no bairro de são Marcos, em Salvador, oferece 10 vagas de emprego exclusivas para a inclusão profissional de pessoas

com deficiência.

As oportunidades são para as áreas de operador de teleatendimento, auxiliar de suprimentos e logística, auxiliar de lavanderia e rouparia, auxiliar operacional,

auxiliar administrativo, auxiliar de unidade e agente de higienização, além de técnico em eletrônica e em enfermagem.

Para concorrer, é preciso cadastrar o currículo no
site da instituição,
especificando a deficiência e a área de atuação de interesse. O cadastro no banco de currículo deve ser feito no menu trabalhe conosco.

As convocações para entrevistas são realizadas na própria unidade. O departamento de Recursos Humanos do hospital avaliará o candidato e o direcionará

à vaga compatível com o perfil.
 fonte  g1

Primeira mulher disputa partida oficial de futebol de 7 no Brasileiro de Acesso

Por CPB
Mariana (segunda agachada da esq. à dir.) posa com a sua equipe

A disputa pelo sétimo lugar no Campeonato Brasileiro de Futebol de 7 - Divisão de Acesso, nesta sexta-feira, 29, no CT Paralímpico, em São Paulo, representou

muito mais do que o nome pode sugerir. No dia de encerramento da competição, Mariana Damasio colocou seu nome na história da modalidade e tornou-se a primeira

jogadora a entrar em campo em torneios oficiais da Associação Nacional de Desporto para Deficientes (ANDE).

Praticante do futebol de 7 desde maio deste ano, Mariana viajou a São Paulo com a sua equipe, a APEBH, para integrar a comissão técnica - uma vez que não

achava real a possibilidade de participar do torneio. No entanto, após votação no Congresso Técnico, os times decidiram liberá-la para competir entre os

homens. Decisão que a surpreendeu, mas a qual ela agarrou da melhor maneira.

"Participar do Campeonato Brasileiro foi um sonho. Eu não esperava, pois vim para São Paulo como membro da comissão técnica da equipe. Vocês podem imaginar

o significado que isso tem para mim e para a equipe", disse atleta, que teve paralisia cerebral e tem limitações principalmente nos membros inferiores

por ter nascido prematura.

"Além disso, é importante para conseguirmos trazer mais meninas para o futebol de 7 e termos uma visibilidade maior e desenvolver o futebol de 7 feminino.

São poucas meninas no futebol convencional, então você pode imaginar no futebol de 7. É um sonho possível e vamos lutar agora para trazer mais meninas",

completou.

A participação de Mariana não limitou-se apenas a entrar em campo. A jogadora foi a responsável por um dos gols da APEBH, na vitória que rendeu à equipe

o sétimo lugar do torneio, sobre a APARU, por 10 a 3. Não foi, no entanto, seu primeiro contato com o esporte paralímpico.

"Eu comecei no paradesporto em março, no rugby em cadeira de rodas. E aí de lá eu comecei a sentir falta do futebol, pois joguei futsal durante dez anos

e parei por questões fisicas, por causa da deficiência. No rugby, comecei a sentir falta, pois praticamos em uma quadra", contou.

O CAMPEONATO
O CETEFE ficou com o título do Campeonato Brasileiro de Futebol de 7 - Acesso ao superar na decisão o CADS. O bronze ficou com o APBS, que bateu o CEPE.


Assessoria de Comuncação do Comitê Paralímpico Brasileiro (
imp@cpb.org.br)

domingo, 1 de outubro de 2017

Cegos aprendem matemática de forma divertida

Professora de computação Maria Adelina conduz projeto que elabora equipamento para facilitar o aprendizado Andrei Fialho
Você que tem ou teve filhos pequenos, possivelmente ensinou os números para eles. E claro, foi uma emoção ao vê-los contando até dez. A cada dezena decorada,

era uma alegria. Até aí, é tudo relativamente fácil, pois o que se aprendeu foram apenas uma verbalização - ou seja, palavras. A dificuldade começa na

associação dos valores numéricos com a fonética das palavras.

Dessa forma, peça à criança uma determinada quantidade de objetos que correspondam a um número sugerido. Mostre os dedos ou pegue palitos, por exemplo.

Solicite que lhe dê três unidades, posteriormente sete ou nove. Ela conseguirá lhe dar as quantidades correspondentes aos números solicitados?

Quando a criança faz essa associação do nome do número que ela pronuncia com a quantidade que representa, a partir dessa aprendizagem com assimilação visual

e fonética, é porque ela conseguiu construir a primeira base para o raciocínio lógico em matemática.

Na falta de visão

No caso das crianças cegas ou com dificuldades visuais há o problema da não observação e os números - decorados em palavras - não estão associados aos

reais valores que representam, ou seja, são abstratos. Esse problema faz com que a matemática, como é ensinada tradicionalmente, não faça sentido aos deficientes,

pois a visão faz parte dos sentidos necessários nesse aprendizado.

Quando a visão é ausente, o sentido do tato assume essa compensação. Assim, cegos identificam objetos e por eles podem ter referência de quantidade. As

unidades da Ulbra de Gravataí e Canoas estão desenvolvendo uma pesquisa de elaboração de um equipamento que facilita essa explicação das referências numéricas,

disponibilizando o tato e o áudio aos alunos.

Conheça o projeto

O projeto é uma iniciativa da pós-graduação em Ensino de Ciências e Matemática e do curso de Ciência da Computação, com apoio do Senai. A professora e

doutora em Informática na Educação Marlise Geller é coordenadora do projeto e a professora Maria Adelina Raupp Sganzerla, de Computação, aluna de doutorado

em Matemática, está como executora das pesquisas. A proposta é concluir até dezembro de 2018, um equipamento que seja modelo e referência para todas as

escolas especiais de ensino fundamental para deficientes visuais do Brasil.

A professora Maria Adelina conta que a inspiração desse projeto parte de um segmento da computação chamado de Tecnologias Assistivas. Ou seja, são aplicativos,

máquinas, computadores, entres outros, destinados para aqueles que possuem alguma necessidade especial. “A universidade propicia esse cenário de criação

e de experimentos. Para esse projeto, contamos com uma equipe de oito pessoas dentre professores, bacharéis e acadêmicos.”

Material dourado em máquina

O projeto constatou que a referência para o primeiro dispositivo seria dar movimento e voz ao chamado Material Dourado - peças didáticas que representam

unidades, dezenas e centenas - tradicionalmente usado nas escolas. “O Material Dourado oferece o tato perfeito para a representação das quantidades até

999. O nosso desafio foi de criar um mecanismo que faz movimentá-lo, parando onde queira demonstrar o número desejado, cabendo ao aluno tatear e assimilar

aquela correspondência numérica. Também há o áudio para confirmação, monitor e teclado para professor digitar sequências para que o aluno possa resolver,

teclar e ouvir a resposta.”

A máquina foi batizada de Contátil, em junção das palavras Contar + Tátil. “Ela apresenta opções de uso como o aprendizado dos números a partir de (0 até

999) e calculadora tátil para operações de adição, subtração, multiplicação e divisão, com resultados até 999 e somente com números positivos. Por exemplo,

se for digitado o valor 103, subirá três cubos da unidade, nenhuma barra da dezena e uma placa da centena. Dessa forma é possível trabalhar, além da quantidade,

o valor posicional de cada número.”

Em campo

Dois protótipos da Contátil estão sendo aplicadas em escolas especiais. As observações apontam os ajustes que as máquinas devem passar e também a percepção

do aprendizado de matemática com as crianças. “A aceitação está ótima, e notamos bem que os pequenos compreendem melhor a matemática. Eles também comentam

sobre melhorias e conforto. No início, os motores que movimentam as peças do material dourado faziam barulho, tiveram alunos que acertavam os valores só

pelo som da máquina”.
fonte Logo Diário de Cachoeirinha

Salvador recebe campeões paralímpicos para o Brasileiro de Futebol de 5

Por CPB
Depois de quatro anos, o principal campeonato do futebol de 5 (para cegos) no país volta a Salvador. Com a presença de 12 equipes de nove Estados, a Série

A da Copa Loterias Caixa será realizada de 3 a 8 de outubro, no Ginásio Poliesportivo de Cajazeiras. O atual campeão da competição é o anfitrião ICB-BA,

com sete conquistas nas últimas oito edições.

Neste ano, o torneio será ainda mais especial graças à parceria do Grupo Globo com o Comitê Paralímpico Brasileiro (CPB). Neste mês de setembro foi lançado

o selo Brasil Paralímpico, que dá visibilidade às modalidades paradesportivas, e o primeiro evento nacional transmitido ao vivo será a Série A da Copa

Loterias Caixa de Futebol de 5. O canal Sportv 3 exibirá no sábado, 7, as duas semifinais, a partir de 10h, e a final no dia seguinte, domingo, 8, às 9h30.


A Série A contará com a participação de times da Bahia, Maranhão, Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Paraíba, Pernambuco, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul

e São Paulo. Destaque para cariocas, paraibanos e gaúchos, com dois representantes cada.

As equipes levarão a Salvador cerca de 120 atletas, entre os quais o baiano Jefinho e o gaúcho Ricardinho, dois dos melhores do mundo entre cegos e campeões

paralímpicos com a Seleção Brasileira nos Jogos Rio 2016. Eles e os demais têm ainda outras motivações para irem bem na competição em solo soteropolitano.

Com a proximidade da Copa América, de 25 de novembro a 4 de dezembro, em Santiago, no Chile, os jogadores terão a última oportunidade para mostrar à comissão

técnica da Seleção que merecem ser convocados.

"Está será a minha primeira disputa de Série A como jogador de futebol de 5 e é um desafio muito grande, não só para mim, mas também para os meus companheiros

que participam dessa competição, a mais importante do Brasil e uma das mais importantes do mundo. Espero ir muito bem, principalmente porque tenho o sonho

de estar na Copa América ajudando a Seleção", conta o ala Maxwell Valente, atleta do Cedemac-MA.

Títulos por Estado:
BA - 7
MG - 5
RJ - 4
PB - 4
MT - 3
RS - 2
PR - 2
SP - 1
ES - 1

Serviço
Copa Loterias Caixa de Futebol de 5 – Série A
Data: 3 a 8 de outubro
Horários: Tabela completa
aqui
Local: Ginásio Poliesportivo de Cajazeiras
Endereço: Estrada do Coqueiro Grande, 127 - Fazenda Grande 2, Salvador/BA
Entrada franca

Assessoria de comunicação do Comitê Paralímpico Brasileiro (
imp@cpb.org.br)