sábado, 24 de outubro de 2015
Aplicativo 'CittaMobi' ganha versão para deficientes visuais em Petrolina
Aplicativo Cittamobi transmite em tempo real a localização dos ônibus
(Foto: Emerson Rocha/ Globo Esporte.com)
Aplicativo CittaMobi
(Foto: Emerson Rocha/ Globo Esporte.com)
O aplicativo gratuito que calcula o tempo estimado para que os ônibus
que fazem linha em Petrolina, no Sertão de Pernambuco, passarão pela
parada mais
próxima, lançou uma versão que beneficia deficientes visuais. Ao acionar
o 'CittaMobi Acessibilidade' no smartphone ou tablet, o passageiro
receberá as
informações solicitadas por alertas sonoros.
A ferramenta ainda tem outras funções, como dizer ao deficiente visual
qual a distância da parada de ônibus mais próxima e onde ela está
localizada. O
usuário também pode escolher a opção 'bússola' e ser guiado até este
local. Durante a espera do transposte público, o passageiro receberá
avisos sobre
o tempo estimado para sua chegada e de quando o ônibus estiver parado no
ponto. Uma vez que embarcou, o indivíduo pode escolher a parada que irá
descer
e receber alertas a partir dos três pontos anteriores ao destino.
De acordo com o diretor-presidente da Empresa Petrolinense de Trânsito e
Transporte Coletivo (EPTTC), Paulo Valgueiro, o maior benefício do
aplicativo
é a segurança para o usuário. “Não é sempre que pessoas com deficiência
visual estão acompanhadas ou encontram alguém disposta a ajudar. Com o
aplicativo,
eles têm a segurança que o veículo que está na parada é o dele, além de
saber exatamente onde se encontra e o local de desembarque”, conclui.
O diretor-presidente da EPTTC também informou que todas as linhas
urbanas do município já estão no aplicativo e que as linhas rurais serão
incluídas até
janeiro de 2016.
fonte:g1
Caravana da Acessibilidade passa por Cajati com expressivas melhorias na acessibilidade
Os Alunos da APAE de Cajati, abriram mais uma etapa da 6ª Caravana da inclusão, acessibilidade e cidadania neste dia 23 de Outubro, com o desfile de moda
inclusiva e apresentação de dança que conta a história da cidade. O evento é uma realização do Governo do Estado de São Paulo, através da Secretaria dos
Direitos da Pessoa com Deficiência e União dos Vereadores do Estado de São Paulo. O presidente da Uvesp, Sebastião Misiara afirmou que os direitos das
pessoas com deficiência devem ser considerados e analisados e que todos tem o direito de ir e vir. “A falta de apoio e solidariedade com a minoria é uma
realidade, temos quase 15% no Estado com algum tipo de deficiência e mobilidade reduzida, mas o prefeito Luiz Henrique Koga faz todo o empenho para que
a Caravana estivesse aqui para a melhoria de qualidade de vida dessas pessoas em Cajati”, enfatizou.
A presidente do Conselho Estadual para assuntos das pessoas com deficiência, Maria Gorete Gortez, disse que um dos principais pontos pelo qual passa pelas
cidades, é a implantação de novos conselhos. “Nosso papel é sentar com o poder público, que deve fazer a diferença junto à sociedade civil. Os conselhos
estão e tem a mesma meta, que é trabalhar em prol da comunidade”, alertou. O presidente da Câmara Municipal, Aparício Ferreira da Rosa, agradeceu a presença
maciça da sociedade civil e falou da importância da discussão do tema, já que Cajati tem um prefeito sensível no assunto, e tem garantido o direito de
ir e vir para essas pessoas, inclusive com oportunidades de emprego. O Secretário Adjunto da Secretaria dos Direitos da Pessoa com Deficiência Cid Torquato
disse da importância do evento para a secretaria, pois leva-se informações a fim de sensibilizar as pessoa, mas que também tem aprendido com as cidades
por onde passa, assim, elogiou a cartilha que a cidade criou com as melhorias e dicas de acessibilidade urbana. ”A partir de hoje, a população com deficiência
de Cajati, estará mais protegida, pois essa é mais uma das metas por onde passa esta caravana tão importante”, afirmou. O subsecretário de assuntos parlamentares
do Governo do Estado, João Caramez, afirmou a importância da caravana com foco no turismo, pois os municípios que estão concorrendo para serem de interesse
turístico, do qual foi autor da lei, devem seguir no novo plano, exigências em questões de acessibilidade.
O presidente do conselho municipal dos direitos da pessoa com deficiência, Alexandre Pacheco, apresentou importantes dados desde 2008, informou ainda que
o município conta com 3.106 alunos e 5 salas multifuncionais, onde 46 alunos com deficiência são acompanhados dentro de uma estrutura com profissionais
capacitados para atenderem com os devidos cuidados. “Em 2012, houve um grande trabalho com contratação de profissionais como estagiários, professores e
psicólogos e parceria com faculdades e APAE, o que possibilitou o avanço de quebra de barreiras arquitetônicas, hoje temos 95% das escolas adaptadas e
preparadas para atender essas pessoas”. O prefeito de Cajati, Luiz Henrique Koga, saudou a todos e falou da satisfação da cidade receber a caravana e importantes
autoridades do Estado de São Paulo. ”Muitos eventos contam com pessoas que não representam tanto a classe, vejo que hoje o evento é completo, com presença
do legislativo municipal e estadual. Me espelho no trabalho do Cid Torquato, que tão bem representa essa classe e faz um trabalho incrível”, afirmou ainda
que a troca de informação e experiência são muito importantes para vários municípios da região presentes.
No início das apresentações técnicas, Marinalva Cruz, representante do Programa de Apoio à pessoa com deficiência apresentou o direito do trabalho e explicou
como funciona o programa no município, para o melhoramento das condições de emprego, e disse que é muito importante olhar cada vez mais as pessoas e não
a deficiência – “nosso propósito não é a empresa continuar se baseando na deficiência, primeiro temos que olhar o conhecimento e capacidade que essa pessoa
tem”. Apresentou ainda aplicativos tecnológicos que ajudam as pessoas com deficiência, para educação e interação para profissionais com deficiência no
ambiente de trabalho. O programa conta ainda com equipe em todas as etapas da Caravana com emissão de carteira de trabalho. Yara Savine, representante
da Secretaria de Desenvolvimento Social do Estado, falou sobre o benefício da prestação continuada, que foi pensado para pessoas com alta vulnerabilidade
social, e salientou que qualquer pessoa tem algum tipo de incapacidade mesmo temporária, tem direito ao BPC, não somente pessoa com deficiência. Informou
ainda que para o Município aderir o município, deve fazer a adesão, instituir um grupo gestor, aplicar o questionário e se aplicar no sistema para passar
a recebê-lo. O município de Cajati possui 74 beneficiários do Programa.
ENCONTRO REGIONAL SOBRE VIOLÊNCIA CONTRA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA
O encontro regional teve início na parte da tarde, teve como mediadora a assistente social Mariane Komiyama de Oliveira, especializada em direito social,
que atua no tribunal de justiça do Estado de São Paulo da comarca de Jacupiranga. A assistente social Luciana Stocco, especializada em gerontologia, palestrou
sobre a deficiência no contexto histórico e a garantia de direitos como processo político de proteção. O psicólogo Marco Aurélio Teixeira de Queiroz expôs
as características da violência contra as pessoas com deficiência e como estruturar um trabalho em rede para prevenir e enfrentar estes casos, e apresentou
ainda o programa estadual de prevenção e combate à violência. Apontou que em 5 meses, mais de 8600 pessoas fizeram ocorrências em delegacias especializadas
relacionadas a essas pessoas. Estima-se que a violência contra crianças e adolescentes com deficiência ocorra numa taxa anual 1,7 vezes maior que crianças
em geral, fazendo com que sejam mais vulneráveis. O evento, que tem a parceria com a APAE, conselho municipal e estadual dos direitos da pessoa com deficiência,
associações e outros colaboradores, contou com cerca de 180 pessoas de Cajati e 14 cidades da região, além de presidentes de todas as câmaras municipais
do Vale do Ribeira.
fonte:blog da inclusao social
Nova lei em SC considera síndrome de Recklinghausen como deficiência física
O projeto de lei do deputado Mauro de Nadal (PMDB), acerca da inclusão de pessoas com síndrome de Recklinghausen como deficientes físicos, foi aprovado
na Assembleia Legislativa de Santa Catarina (Alesc).
A ideia de fazer o projeto surgiu de conversas com representantes da Associação Catarinense de Apoio a Neurofibromatose que buscaram o gabinete do deputado.
“Para mim, foi importante debater questões que tratam da inclusão no sentido de reduzir os preconceitos”, afirma.
No estado, a entidade agrega 6.500 pessoas. “Sendo aprovada, a nova lei irá garantir direitos previstos na legislação. Acesso à habitação, ingresso em
concursos públicos e acesso ao atendimento de saúde são alguns exemplos ”.
Entendendo a doença
A síndrome de Recklinghausen é uma doença genética e autossômica dominante, que significa que, se um dos pais tem a doença, os filhos possuem 50% de chance
de terem também.
De acordo com a dermatologista Tatiane Watanabe, a síndrome não tem cura e é caracterizada por manchas na pele em formato de “bolinhas”. “São manchas café
com leite e que se localizam nas bordas da pele”.
O tratamento da doença é mais voltado para o acompanhamento. “Nós orientamos as pessoas a fazerem exames regulares também com o ortopedista, neurologista
e oftalmologista, pois as regiões do corpo ficam mais vulneráveis com a doença”.
Fonte:
SATC Site externo.
sexta-feira, 23 de outubro de 2015
Carro elétrico: salvação do planeta, perdição do pedestre
O Volt, o elétrico da GM, já emite um sinal sonoro quando o pisca-pisca é acionado
No final do século XIX a gasolina era considerada perigosa e os motores à combustão eram deficientes. Por este motivo, os primeiros veículos automotores
desenvolvidos naquela época eram elétricos. Com a evolução dos carros, a gasolina acabou se tornando o combustível padrão e os veículos elétricos ficaram
relegados a segundo plano.
As discussões sobre as mudanças climáticas e a futura escassez de combustíveis fósseis fizeram com que os carros elétricos fossem alçados à condição de
salvadores do planeta. E, embora a tecnologia tenha um futuro promissor, ainda há muito que se fazer. Os produtos que hoje estão no mercado já apontam
alguns problemas decorrentes da nova tecnologia.
Curiosamente, um destes problemas, também é considerado uma qualidade: o silêncio. Os carros elétricos são muito mais silenciosos que os modelos equipados
com motores de combustão interna, emitindo quase nenhum som. O que parece ótimo para todo mundo que sofre com a poluição sonora dos grandes centros, é
péssimo para a segurança dos pedestres já que um carro silencioso pode não ser percebido por um pedestre distraído. O cenário piora se o pedestre for um
deficiente visual que, sem poder ver ou ouvir um veículo se aproximando, terá sua vida posta em risco toda vez que atravessar uma rua (mais do que já acontece).
Uma pesquisa relevou que os carros híbridos se envolvem em mais acidentes que os “normais”.
Para evitar que o silêncio desses veículos gerem mais acidentes, a National Highway Traffic Safety Administration (NHTSA) exige por lei que os veículos
elétricos dos Estados Unidos emitam algum ruído para alertar os pedestres de sua aproximação. O Volt, o elétrico da GM, já emite um sinal sonoro quando
o pisca-pisca é acionado.
É mais um desafio para os designers e engenheiros que precisam desenvolver soluções para definir não somente como os produtos se relacionarão com o meio
ambiente, mas, também, como vão se relacionar com as pessoas, notadamente as deficientes.
(Fonte: O Café Design)
COLIBRI O ATOR CEGO COM AUDIODESCRIÇÃO NO TEATRO ESCOLA MACUNAÍMA
CONVITE COLIBRI O ATOR CEGO. Descrição no final do post.
A peça COLIBRI O ATOR CEGO, com texto de Edgard Jacques, dirigida por Kleber Góes, será apresentada com audiodescrição VER COM PALAVRAS, no Teatro Macunaíma,
no dia 24/10.
Data: 24 de outubro (sábado).
Horário: 21:00 horas.
Local: Teatro Escola Macunaíma
Endereço: Rua Adolfo Gordo, 238. Barra Funda, São Paulo.
Valores: R$ 10,00 (dez reais) inteira, R$ 5,00 (cinco reais) meia entrada, R$ 2,50 (dois e cinquenta reais) alunos do Macunaíma.
Favor confirmar presença pelo email:
marina@vercompalavras.com.br
Sobre a peça: Num mundo em que a vida é direcionada pela visão, um ator cego, antes de entrar em cena, de repente depara-se com algumas pessoas que o observam.
Depois de vencido o primeiro susto, o artista começa a dividir com a sua plateia algumas de suas histórias. No decorrer desse monólogo, quase diálogo,
defende-se a plena resiliência mútua entre pessoa e meio ambiente para que se chegue a determinado objetivo. Apesar da temática, o espetáculo não se pretende
piegas ou moralista. De maneira emocional, inteligente e engraçada o autor e diretor manifestam-se com o intuito de fazer refletir acerca da valorização
das capacidades do ser humano, independentemente da sua condição física.
Ficha Técnica:
Autor e Intérprete: Edgar Jacques.
Direção: Kleber Góes.
Cenografia: Jeff Celophane.
Produção: Paula França e Renato Fonseca.
Apoiadores:
Ver com Palavras Audiodescrição.
Cia Ballet de Cegos Fernanda Bianchini.
Cenografia Sustentável.
Fundação Dorina Nowill.
Curta temporada: Dias 23, 24 e 25 de Outubro.
Sexta e Sábado às 21 horas. Domingo às 20 horas.
Sessão com Audiodescrição no dia 24.
Lotação: 80 Lugares.
Descrição do e-flyer: o e-flyer, com fundo branco e escrito com letras pretas, é ilustrado por fotografia colorida de mãos espalmadas sobrepostas e sobre
elas delicadas manchas de tinta em tons de verde bem clarinho e o desenho de um colibri verde de asas abertas, em pleno voo. O título da peça está escrito
logo abaixo, sendo que palavra COLIBRI está escrita em letras minúsculas, com fonte ampliada preta, com a letra I em branco e meio borrada. Acima da palavra
uma linha curva branca parecendo indicar o movimento das asas.
POR:
VERCOMPALAVRAS
Time de Síndrome de Down da Lusa é apresentado no Canindé
Durante a partida do último sábado (17), entre Portuguesa e Vila Nova, a torcida rubro-verde que lotou o Canindé pôde conhecer uma equipe nova ligada à
Lusa. É o time que disputará o Campeonato Brasileiro de Futebol para atletas com Síndrome de Down. Eles receberam os jogadores da Lusa em sua chegada e
no intervalo da partida, foram recebidos no campo por quem estava no estádio.
Responsável pela equipe, Cleiton Maurício Monteiro foi quem trouxe o time de Síndome de Down à Portuguesa e não escondeu a alegria com a receptividade
da torcida. Para ele, foi uma de emoção para atletas e familiares.
“Eu só tenho a agradecer a recepção aos meninos do time. Todos adoraram e ficaram maravilhados com a torcida presente no Canindé. Foi tudo lindo, podem
ter certeza que esse dia marcou a vida de todos nós, jogadores e familiares. Uma pena foi o resultado final da partida. Mas, somos só agradecimentos”.
Quem fez questão de conhecer o elenco rubro-verde com Síndrome de Down, foi o cantor Roberto Leal. Para ele, a emoção e alegria de ter conhecido o time
é incomparável.
“Uma tarde especial, uma partida especial com convidados especiais. Fiquei comovido em conhecer esses meninos, já somos vitoriosos só de ter a nossa Portuguesa
por eles representada”.
Fonte:
Site da Portuguesa
Deficiente visual fã de audiolivros fará Enem para cursar história
Sérgio Florindo, de 55 anos, nasceu totalmente cego, e há cinco anos
frequenta a Biblioteca de São Paulo. Ele já prestou o Exame Nacional do
Ensino Médio
(
Enem)
para conseguir a certificação do ensino médio, e neste ano fará a prova
novamente de olho em uma vaga no curso de história.
A trajetória de Florindo foi contada na edição deste sábado (17) no
programa “
Como Será?
”, que dedicou o quadro “Hoje é dia de Estudar” ao Enem (veja o vídeo
acima).
Florindo não domina a literatura em braile, por isso contará com a ajuda
de três pessoas para fazer o Enem: uma para ler as perguntas e
respostas, outra
para responder e uma terceira para escrever a redação.
“Para mim, o grau de dificuldade é maior porque não leio o braile e não
uso um computador adaptado. Dependo dos olhos das outras pessoas e de
audiolivro”,
diz.
Florindo é o campeão de acessos a audiolivros da biblioteca de
São Paulo.
Já ouviu três num dia só. O seu preferido é Dom Quixote. “Gosto pela
mensagem que passa, de que enquanto o homem sonha, se mantém vivo.”
Os audiolivros o fazem conhecer novos lugares. “Enxergo lugares, roupas,
fisionomias. O autor dá toda essa minúcia na maneira de escrever. Então
para nós
que não temos a visão, a gente consegue ser um pouquinho igual a vocês
que enxergam neste momento.”
Com o diploma no curso de história, Florindo quer trabalhar em um museu.
FONTE:G1
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