terça-feira, 25 de agosto de 2015
Câmara aprova mensagens de celular com desconto para pessoas com deficiência
A Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJ) aprovou na quarta-feira (19), em caráter conclusivo, projeto que assegura a pessoas com deficiência
auditiva ou da fala direito a plano com tarifas reduzidas para serviços de mensagem de texto, nas diversas modalidades de pagamento. A proposta aprovada
é o PL 3554/12, do Senado. Hoje, as operadoras já são obrigadas a oferecer esses planos especiais, mas a determinação é feita por meio de resolução da
Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel). O projeto torna essa medida expressa em lei. O relator na comissão, deputado André Fufuca (PEN-MA), votou
pela constitucionalidade da proposta original e da emenda apresentada pela Comissão de Ciência e Tecnologia, Comunicação e Informática. A emenda modificou
o texto original do projeto para determinar que o custo desse desconto seja coberto por recursos do Fundo de Universalização dos Serviços de Telecomunicações
(Fust).
Tramitação
Como foi modificada na Câmara dos Deputados, ela voltará ao Senado para nova análise.
fonte:blog da inclusao social
FUNDAÇÃO DORINA PROMOVE WORKSHOP E CURSO DE AUDIODESCRIÇÃO EM SETEMBRO
A Fundação Dorina Nowill para Cegos promoverá workshop sobre
acessibilidade e curso de audiodescrição voltados à produtores culturais
no final de setembro.
No dia 21, acontecerá o Workshop Acessibilidade em Cena, com inscrições
gratuitas. Voltado para produtores culturais e museólogos, traz
informações sobre
como tornar um local acessível.
Fundação Dorina Nowill
O curso de audiodescrição será promovido entre os dias 28 de setembro e
dois de outubro. O público-alvo são os tradutores, editores,
jornalistas, produtores
culturais, cineastas, atores e professores. O curso com carga horária de
40 horas custa R$420,00.
Serviço
II Workshop Acessibilidade em Cena
Data: 21/09/2015
Horário: das 9h às 18h
Valor: Gratuito
Inscrições: (11) 5087-0956
Curso de audiodescrição
Data: 28 de setembro a dois de outubro
Horário: Das 9h às 18h
Valor: R$ 420,00
Inscrições: (11) 5087-0956.
Fonte: Tela Viva News
Blind Project: uma experiência para conscientizar sobre a cegueira
Projeto foi criado para aumentar a conscientização em torno do auxílio aos deficientes visuais
Uma pesquisa desenvolvida em conjunto com especialistas na saúde dos olhos e validada por 147 profissionais de saúde da área oftalmológica em 26 países
diferentes afirma que quase 70 por cento das pessoas no mundo prefeririam abrir mão de 10 anos de vida ou até sacrificar uma parte do corpo do que perder
a visão.
Curiosamente, menos de um terço dos entrevistados adota medidas básicas necessárias para preservar a visão. Assim como não dão a devida atenção e importância
para a ajuda que as pessoas cegas necessitam.
Tentando aumentar a conscientização em torno do auxílio aos deficientes visuais, a associação russa The Right to Smile criou o Blind Project: uma ação
de interatividade em parceria com a agência Hungry Boys que consiste em propiciar a sensação de viver sem enxergar nada.
Assim, a associação enviou envelopes personalizados para diretores criativos de agências e também para editores de outros grandes meios de comunicação
com um kit contendo uma venda para os olhos e uma carta incentivando que a pessoa tentasse executar tarefas simples sem enxergar, como telefonar, fazer
chá ou simplesmente se locomover pelo escritório.
Toda a comunicação era acompanhada pelo site do projeto. Acontece, porém, que, através do site qualquer pessoa pode participar do teste – e não apenas
os convidados. No site, o visitante poderá vivenciar uma experiência única. Utilizando seus próprios movimentos pela webcam ou com os botões do teclado,
controla-se um pequeno garoto cego que está com sua mãe doente na cama.
A pessoa tem que fazer o caminho do garoto de casa até uma farmácia, enfrentando todas as dificuldades que ele enfrenta (e supera) em seu cotidiano. Tudo
estará escuro e somente o som irá guiar o seu caminho, tendo que ultrapassar os perigos do trânsito, pessoas esbarrando, objetos nas calçadas, animais,
entre outras coisas.
O principal objetivo da ação na verdade é que todos possam saber, mesmo que por pouco tempo e virtualmente, o que é viver na condição de cegueira. Ao final
da experiência, os usuários podem compartilhar o resultado nas redes sociais e ainda deixar mensagens no site com ideias do que poderia ser feito para
ajudar a melhorar a vida das pessoas com deficiência visual.
Faça o teste
aqui
e nos conte como se saiu. Na parte superior direita do site você pode escolher a opção de linguagem. Infelizmente, só constam duas opções (inglês e russo),
mas isso não atrapalha em nada já que a experiência é interativa.
(Fonte: Comunicadores)
segunda-feira, 24 de agosto de 2015
Pesquisas geram 1,5 mil produtos para pessoas com deficiência
Foto de uma menina de costas com próteses nas pernas
Financiamentos do
Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI) Site externo.
promoveram, nos últimos anos, a produção de cerca de 1,5 mil produtos
voltados a dar mais independência e qualidade de vida a pessoas com
deficiência.
Esses produtos são resultados de pesquisas em tecnologia assistiva,
termo designado para definir os recursos, serviços, equipamentos e
estratégias que
contribuem para dar ou ampliar habilidades a esse público.
De acordo com o secretário de Ciência e Tecnologia para Inclusão Social
(Secis/MCTI), Eron Bezerra, atualmente há 70 grupos de pesquisa
desenvolvidos em
tecnologia assistiva. Os produtos são usados para tratamentos clínicos,
cuidados pessoas, atividades domésticas, manuseio de objetos e
atividades recreativas.
São muitas vezes dispositivos simples, mas que facilitam o dia a dia de
quem tem a deficiência, familiares e cuidadores, como colheres, barras
para pratos,
banheiras.
Os produtos estão disponíveis na página
http://assistiva.mct.gov.br/
,
relacionados no catálogo. Os interessados podem pesquisar tanto por tipo
de produto,
como para que tipo de público: deficiente visual, deficiente auditivo,
deficiência intelectual, física, múltipla ou idoso. Também é possível
conhecer as
empresas, fabricantes e importadores.
Edital prevê investimentos de R$ 25 milhões
Segundo Eron, para estimular ainda mais os investimentos no setor,
deverá ser publicado, nos próximos meses, edital com foco no
desenvolvimento de produtos
de tecnologia assistiva, com valor previsto de R$ 25 milhões. "Vai ter
peso maior na seleção do projeto aquele que oferecer a possiblidade de
produtos
a serem desenvolvidos", afirmou.
Cerca de R$ 2,7 milhões do total de recursos previstos no edital serão
destinados à regulamentação das cadeiras de rodas no Brasil, reprovadas
por testes
de segurança e qualidade do Inmetro, em 2013. "Todas foram reprovadas
pelos testes do Inmetro, então o governo encomendou ao MCTI, junto a
outros parceiros,
regulamentar essa política de adequação da eficiência das cadeiras de
rodas", disse.
O governo federal também já aprovou e selecionou 45 instituições de
ensino e pesquisa no Brasil, que vão receber 210 bolsas de mestrado e
doutorado para
desenvolver pesquisa em tecnologia assistiva, num valor de
aproximadamente R$ 20,5 milhões.
São parceiros no MCTi no financiamento das pesquisas, o Ministério da
Educação (MEC), o Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e
Tecnológico (CNPq),
a Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e a Secretaria de Direitos
Humanos da Presidência da República (SDH-PR).
Proteção
Em julho foi instituída a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com
Deficiência (Estatuto da Pessoa com Deficiência), destinada a assegurar
e a promover,
em condições de igualdade, o exercício dos direitos e das liberdades
fundamentais por pessoa com deficiência, visando à sua inclusão social e
cidadania.
"A política de tecnologia assistiva se destina a atender aproximadamente
40 milhões de brasileiros e brasileiras que tenham algum tipo de
necessidade especial.
Vai desde o surdo-mudo, cego, cadeirante, ao idoso, que exigem
determinadas políticas de tecnologia assistiva", afirmou Eron Bezerra.
Comitê
O Comitê Interministerial de Tecnologia Assistiva é coordenado pela
Secis. Fazem parte do comitê a SDH-PR e os ministérios do
Desenvolvimento, Indústria
e Comércio Exterior, da Educação, da Fazenda, do Planejamento, Orçamento
e Gestão e da Saúde. Em novembro, a Secis pretende realizar um
seminário, em Brasília,
que irá mostrar toda a tecnologia assistiva já desenvolvida no País.
Fonte:
Portal Brasil Site externo.
Jovens londrinos criam ‘Tinder para cegos’ em hackathon
Participantes da hackathon Londres without Limits
Participantes da hackathon Londres without Limits
Em vez de selfies com as melhores caras e bocas, clipes de vozes caprichadas que descrevem personalidades. É este o foco do primeiro aplicativo de namoro
para pessoas com deficiência visual foi produzido após a hackathon London without Limits (Londres sem Limites) organizada pela
RLSB
(Royal London Society for Blind People), associação britânica que oferece suporte a cegos.
O “Tinder para cegos” ainda é um protótipo, mas já dá para ter uma ideia de como vai funcionar. Ao priorizar a voz em detrimento da imagem, ele ganha muitos
pontos em matéria de acessibilidade.
Além disso, cada perfil tem direito a seis segundos de apresentação. Sempre que rolar um “match” (a combinação que acontece quando a pessoa que você curtiu
também curte seu perfil), terá início uma conversa. Quanto mais esses usuários conversarem, mais tempo eles ganharão para enviar mensagens.
A hackathon reuniu 20 jovens, alguns deles com deficiência visual, que chegaram a quatro ideias. A equipe Tingle, que desenvolveu o aplicativo vencedor,
esse de paqueras por celular, disse no comunicado oficial pós-evento ter sido inspirada por um funcionário cego da RLSB.
“Ele conversou conosco sobre suas experiências de namoro e disse que você se apaixona primeiro pela voz. Que a entonação da voz dá pistas sobre a personalidade
de uma pessoa. Para nós, essa parece ser uma ótima maneira de conectar todas as pessoas, não só aquelas que tenham deficiência visual.”
Ao jornal britânico “Guardian” o diretor de serviços da RLSB, Sue Sharp, destacou que as pessoas com deficiências visuais não estão necessariamente procurando
relacionamentos com outras pessoas cegas, “e sim com pessoas que compartilham seus interesses”.
“Se eles não podem acessar esses serviços de uso corrente [como aplicativos], estão em desvantagem. Gostaríamos muito que as empresas tradicionais se envolvessem
com essas ideias”, afirmou.
Fonte: F123
Escolas privadas discordam da lei de inclusão de deficientes
Gabriel foi obrigado a sair da escola regular por conta das dificuldades e ir para uma especializada - Foto: Raul Spinassé | Ag. A TARDE
Gabriel foi obrigado a sair da escola regular por conta das dificuldades e ir para uma especializada
fim da lista
Faltam apenas quatro meses para que a lei que obriga instituições privadas a oferecerem educação adequada à pessoa com deficiência entre em vigor. Apesar
disso, nenhum tipo de preparação parece estar sendo realizada para que as escolas cumpram o prazo ou se adaptem às novas normas na Bahia.
A obrigatoriedade faz parte da Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência. Sancionada em julho deste ano, ela entrará em vigor 2 de janeiro
de 2016 e prevê novas normas em diversas áreas, incluindo a educação.
A TARDE buscou representantes do setor e de instituições de ensino para saber quais ações estão sendo tomadas para o cumprimento da nova lei, porém a maioria
dos consultados prefere não se pronunciar até a decisão ser tomada.
O assessor da diretoria do Sindicato dos Estabelecimentos de Ensino da Bahia (Sinepe-Bahia), Jaime David Cardoso, afirmou que o órgão ainda não tem informações
sobre as obrigatoriedades impostas pela lei. Por conta de uma viagem, ele não concedeu entrevista.
Mas um dos principais entraves para a aplicabilidade das novas normas é o fato de a Confederação Nacional dos Estabelecimentos de Ensino (Confenen) ter
entrado com uma Ação Direta de Inconstitucionalidade, último dia 3 de agosto, no Supremo Tribunal Federal (STF) contra a lei.
A entidade defende que a obrigatoriedade é inconstitucional, pois a garantia de uma educação de qualidade aos estudantes com deficiência seria de "exclusiva
responsabilidade" do poder público. Além disso, a Confenen pede que a aplicação da Lei seja suspensa até a decisão final do STF.
Advogado da entidade, Ricardo Furtado diz que a adequação para todos os tipos de deficiência "é inviável" para escolas privadas. Para ele, não há possibilidade
de prever nem o aumento no valor dos custos para a alteração de equipamentos, materiais, profissionais e instalações para atender as necessidades.
"Isso refletiria nas mensalidades e será que a sociedade vai suportar esse aumento nos custos? Escolas podem fechar e pessoas podem ficar desempregadas",
adverte. Segundo a assessoria do STF, o caso está com o ministro Edson Fachin, mas ainda não há parecer nem previsão para a decisão.
Reestruturação
A coordenadora pedagógica do Programa de Apoio à Inclusão Escolar da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), Itana Lima, afirma que, para
haver inclusão, é preciso que a instituição de ensino reestruture o projeto pedagógico.
"É necessário estabelecer estratégias inclusivas que possibilitem a aprendizagem do aluno com deficiência", explica. Para ela, o processo de inclusão é
lento, mas não impossível: "Se houver vontade e a escola souber respeitar o tempo, o ritmo e os limites da pessoa com deficiência, a inclusão acontece".
Dificuldades
A bibliotecária Angélica Leite foi obrigada a retirar o filho Gabriel da escola regular por conta das dificuldades. "Muitas instituições diziam que não
estavam preparadas para receber um aluno com síndrome de down", lembra.
Aos 13 anos, Gabriel teve que sair da escola em que estudava e foi para uma instituição especializada. O fato de contar com uma educação de qualidade e
com uma equipe multidisciplinar fez toda a diferença no desenvolvimento dele.
"Meu filho, hoje, tem 20 anos e faz tudo o que um jovem da idade dele faz. Quanto mais cedo a pessoa com deficiência passa por estímulos físicos, motores
e neurológicos, mais facilmente consegue levar uma vida normal no futuro. Só que nem todos têm essa oportunidade, infelizmente", ressalta Angélica.
A equipe de reportagem tentou localizar um representante do Sindicato dos Professores do Estado da Bahia (Sinpro-Bahia), mas não conseguiu contato por
telefone. Na sede da instituição, havia um comunicado de suspensão de atividades por conta de obras no local.
Saiba o que a lei prevê
Estudo de caso
Elaboração de plano de atendimento educacional especializado, de organização de recursos e serviços de acessibilidade e de disponibilização e usabilidade
pedagógica dos recursos de tecnologia assistiva
Sistema
Aprimoramento dos sistemas educacionais, visando garantir condições de acesso, permanência, participação e aprendizagem
Igualdade
Acesso à educação superior e à educação profissional e tecnológica em igualdade de oportunidades e condições com as demais pessoas
Acesso
Igualdade de condições a jogos e atividades recreativas, esportivas e de lazer no sistema escolar
Instalações
Acessibilidade para todos os estudantes, trabalhadores da educação e demais integrantes da comunidade escolar às edificações
fonte:portal a tarde
ENCONTRO BRASILEIRO DE JUVENTUDE PELA ACESSIBILIDADE
Entre os dias 26 e 29 de agosto de 2015, cerca de 50 jovens de todas as regiões do país estarão reunidos/as no Centro de Convenções Israel Pinheiro, em
Brasília, no 2º Encontro Brasileiro de Juventude pela Acessibilidade (2º JUVA), com o tema “Políticas Inclusivas: Juventude, Participação e Acessibilidade”.
O evento é uma iniciativa da organização Escola de Gente – Comunicação em Inclusão com patrocínio da Petrobras e parceria do Instituto Oi Futuro, Ministério
Público do Trabalho, Associação Nacional dos Procuradores da República, Conselho Nacional de Juventude, Instituto Pereira Passos, CEDAP Brasil e Cipó Comunicação.
O 2º Encontro Brasileiro de Juventude pela Acessibilidade visa acelerar o fluxo de saberes entre jovens com e sem deficiência para mais incidência política
da juventude brasileira nas decisões que levam o Brasil a se tornar uma nação cada vez mais inclusiva, o que não depende apenas de leis. O objetivo é demonstrar
a força da comunicação inclusiva como uma estratégia para o fortalecimento das redes territoriais e virtuais de juventude. Assim, o 2º Encontro Brasileiro
de Juventude pela Acessibilidade (2º JUVA) tem como DNA uma ampla e diversificada oferta de recursos de acessibilidade como estenotipia, materiais didáticos
em meio digital, braile, formato Daisy, Libras e audiodescrição por 24 horas, entre outros. Do total de participantes, pelo menos 20% possuem alguma deficiência
sensorial, física ou intelectual.
Durante os quatro dias de evento, jovens de 18 a 29 anos, militantes, ativistas e lideranças das mais diversas frentes, participarão de uma programação
rica em debates, oficinas, dinâmicas e reflexões sobre os papeis de cada cidadão/ã na promoção de uma sociedade que vê na garantia dos direitos de pessoas
com deficiência, mobilidade reduzida, transtornos do espectro do autismo, entre outras condições humanas, um investimento inadiável e não opcional.
Um dos objetivos do 2º Encontro Brasileiro de Juventude pela Acessibilidade (2º JUVA) é formar jovens Agentes de Promoção da Acessibilidade mais preparados/as
para agir sempre que o direito à comunicação de uma pessoa com deficiência, analfabeta ou com baixo letramento estiver sendo violado. Para isso, estudam
como perceber os modos mais sutis de discriminação no cotidiano e nas políticas, e tentar revertê-los. O projeto também agrega valor ao currículo da juventude,
porque certifica que aquele/a jovem tem noções de Libras, audiodescrição, legislação inclusiva, conhecimento de terminologia adequada, insumos cada vez
mais importantes para quem entra em um mercado de trabalho que ainda se esforça para ser inclusivo.
Serviço:
2° Encontro Brasileiro de Juventude pela Acessibilidade
Abertura, 26/08, às 15h
Encontro, 26 a 29/08
Conferência Livre de Juventude, 28/08, das 8h às 18h
Local: Instituto Israel Pinheiro (SHDB QL 32 Conjunto A – EPDB, Estrada Parque Dom Bosco) Brasília, DF.
Fonte: Portal da Juventude
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