terça-feira, 4 de agosto de 2015
Método promete "olhos de águia" de forma natural
Águias (e outras aves de rapina) podem ver até cinco vezes mais que a média de um ser humano
Tatiana Gebrael é Terapeuta Ocupacional formada pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR), Especialista em desenvolvimento pela Universidade Federal
de Minas Gerais (UFMG), Mestre em Educação Especial e deficiência visual pela Universidade Federal de São Carlos (UFSCAR), e Especializada no método Self-healing
pela School for Self-healing em São Francisco, Califórnia (EUA).
Mas o que seria este método Self-Healing (literalmente 'auto-cura)?
Trata-se de um método que previne, promove e recupera a saúde corporal e visual por meio do trabalho do corpo e do movimento. Um sistema holístico abrangente
que combina: Massagem, Visualização, Movimento, Estimulação Visual e Respiração.
O método foi criado por Meir Schneider, PhD, LMT, terapeuta e educador de renome internacional é o fundador e diretor da School for Self-Healing nos EUA.
Ele desenvolveu o método para combater os próprios problemas de visão – aos 7 anos de idade havia sido declarado legalmente cego, se recuperou da cegueira,
e hoje possui carteira de motorista sem restrições. Desde 1975 o Método tem ajudado centenas de pessoas a se recuperar de condições patológicas consideradas
incuráveis pela medicina convencional.
De acordo com as informações no site do método, o Self-Healing se destina a qualquer pessoa que deseja melhorar sua condição de saúde, aprimorar sua visão
e se recuperar de um amplo leque de doenças degenerativas do corpo e visão. E isso vale de recém nascidos a idosos.
O tratamento funciona por meio de sessões individuais ou grupais de atendimento com um especialista, pacientes recebem instruções sobre exercícios e técnicas
para aprimorar sua visão, aumentar a consciência corporal e as probabilidades de melhora de sua condição de doença. O profissional especializado, após
uma avaliação detalhada, elabora juntamente com o paciente um plano de tratamento. Cada paciente recebe um programa de exercícios e técnicas individualizadas
e mais adequadas para sua recuperação.
O terapeuta de Self-Healing ajuda seus clientes a reverter o progresso de ampla variedade de condições degenerativas, como esclerose múltipla, distrofia
muscular, artrite, dores crônicas, problemas visuais como erros de refração (miopia, astigmatismo, etc.), glaucoma, degenerações de retina e muitas outras
doenças dos olhos.
A Dra Tatiana afirma acreditar nos tratamentos naturais, que agem não só nos sintomas, mas também nas causas dos problemas visuais e corporais, e que é
possível ter olhos e corpo cada vez mais saudáveis. Por isso, além de palestras, workshops, consultoria escolar e empresarial, ela promove sessões individuais
e em grupo para tratar de problemas visuais e corporais através do método Self-healing.
Para saber mais a respeito,
acesse aqui
o site oficial deste método.
(Fonte: site Dra. Tatiana Reis)
Espírito Santo recebe primeiro centro de Formação de Instrutores de Cães-Guia do Brasil
O primeiro Centro de Formação de Treinadores e Instrutores de Cães-Guia foi inaugurado nesta segunda-feira (3), no campus de Alegre, no Instituto Federal
do Espírito Santo (Ifes). O curso formará treinadores, que terá carga horária de 1.520 horas, na modalidade subsequente, destinado a quem já concluiu o
ensino médio, iniciará com 20 vagas e 40 cães a serem treinados.
Para o deputado federal Evair de Melo (PV-ES), que tem em seu currículo acadêmico formação no Ifes e esteve presente no evento, a iniciativa agrega à instituição
que tem trabalhado fortemente a melhoria da qualidade de vida dos moradores capixabas. “É mais oportunidade que se abre para que novos profissionais se
qualifiquem”.
Já para o coordenador-geral de Promoção dos Direitos da Pessoa com Deficiência da Secretaria de Desenvolvimento Humano da Presidência da República (SDH/PR),
Weberson Santos, esse é o primeiro passo para sanar um dos grandes gargalos que a pessoa com deficiência enfrenta. “Mas não para por ai, vamos trabalhar
para que o Brasil seja referencial internacional nesse segmento”.
Ter um cão-guia é a expectativa de muitas pessoas com cegueira ou baixa visão, mas quando os custos para manter o animal são apresentados, geralmente,
elas desistem, lembra a diretora-Geral do Instituto, Valdete Tannure. “O custo para manter o animal gira em torno de R$ 30 mil/ano, o que é inviável para
muita gente”.
Formação
Os alunos vão adquirir conhecimentos nas áreas de anatomia, fisiologia, comportamento e bem-estar animal, além de aprender técnicas de criação e manejo
desses animais. Eles também serão capacitados para selecionar os cães que serão treinados e acompanhar as famílias e duplas formadas, entre outras competências.
Depois da conclusão do curso, poderão atuar em centros de treinamento, em instituições de prestação de serviços às pessoas com deficiência, ou ainda como
autônomos.
Família socializadora
As famílias socializadoras são voluntários que darão apoio ao curso técnico, acolhendo em suas casas, durante o período de um ano, cães que serão treinados
pelos alunos e, posteriormente, doados a pessoas com cegueira ou baixa visão.
As famílias são fundamentais na primeira etapa do processo de preparação dos animais. Isso porque elas atuarão na socialização dos cães, adaptando os bichos
a uma rotina e levando-os a todos os lugares possíveis para que se acostumem com o convívio social. Para isso, contarão com apoio de veterinário, psicólogo,
treinador de cães-guia, aluno do curso, dentre outros, além de alimentação gratuita para o cão.
artigo fim
fonte:folha vitoria
l e Argentina aquecem rivalidade esportiva nos Jogos Parapan-Americanos de Toronto
Os Jogos Parapan-Americanos de Toronto-2015 começam nesta sexta-feira, 7, e serão palco de uma das maiores rivalidades mundiais nos esportes coletivos:
Brasil x Argentina. Só nas fase preliminares, serão quatro confrontos em quatro modalidades diferentes (goalball, rugby em cadeira de rodas, futebol de
7 e futebol de 5).
Um dos esportes nos quais o Brasil é um dos favoritos para a medalha de ouro, o futebol de 5 (para cegos) tem um confronto muito esperado contra os argentinos.
Em novembro do ano passado, o Brasil foi campeão mundial, no Japão, exatamente contra os sul-americanos, e os brasileiros esperam novamente uma partida
bem disputada. Em Toronto, o jogo está marcado para 12 de agosto, válido pela quarta rodada da fase classificatória.
Para Ricardo Steinmetz, o Ricardinho, eleito o melhor jogador do último Mundial de futebol de 5, o confronto ganha esse status não apenas pela rivalidade
ou pela disputa na final do Mundial, mas sim pela qualidade das duas seleções. “São os dois times mais fortes da modalidade e todos estão esperando que
essa seja a final no Parapan. Claro que existem outras seleções fortes nas Américas, mas o mais provável é que a medalha de ouro fique entre nós e eles.
Quando os enfrentamos, ficamos diferentes. É um clássico que mexe com o jogador e eu, por exemplo, me sinto muito bem em campo”, afirmou Ricardinho.
O jogador não gosta de pensar que é favorito, mas também deixa claro que a Seleção é fortíssima e isso é um grande fator que favorece os brasileiros. “Estamos
há oito anos nessa hegemonia, mas isso fica fora do campo. Dentro, sempre encontramos novas dificuldades porque os adversários nos estudam muito. Mas a
nossa comissão é atenta e sempre temos estratégias para buscar a vitória”, observou.
Mas nem só de rivalidade vive o Brasil x Argentina. No futebol de 7 (paralisia cerebral), por exemplo, há até uma cooperação entre as duas seleções quando
se fala na evolução da modalidade. “Aqui nas Américas acredito que somos os mais fortes, e por isso até proporcionamos intercâmbios com os argentinos.
Tecnicamente somos superiores, então eles tentam nos acompanhar e isso é bom para o esporte, fortalece as equipes e as disputas ficam melhores. Claro que
quando os enfrentamos, a cordialidade do intercâmbio fica de fora e as duas partes entram para ganhar, mas gosto de pensar que somos o irmão mais velho
deles. São muito jovens e estão evoluindo junto com a gente”, disse Paulo Cabral, técnico da Seleção de futebol de 7. Na modalidade, o Brasil enfrenta
os hermanos no dia 10 de agosto, em confronto válido pela segunda rodada da fase classificatória.
Além do futebol de 5 e de 7, o Brasil ainda enfrenta os vizinhos sul-americanos no goalball, no dia 8 de agosto, estreia do Brasil na modalidade; e no
rugby em cadeira de rodas, no dia 11, na quarta rodada da primeira fase.
Desembarque da delegação
Mais uma parte da delegação brasileira chegou nesta segunda-feira, 3, a Toronto. Procedentes de São Paulo, o grupo é formado pelas seleções de atletismo,
halterofilismo, vôlei sentado e rugby em cadeira de rodas. Nesta quarta e sexta, mais duas seleções chegam ao Canadá para completar a delegação brasileira
na competição. Na quarta, chegam os ciclistas, e na sexta, os judocas desembarcam em Toronto.
Convênio – Ministério do Esporte
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A participação brasileira nos Jogos Parapan-Americanos de Toronto é custeada por um convênio entre o Ministério do Esporte e o Comitê Paralímpico Brasileiro.
Confira as ações:
- Hospedagem Nacional (concentração);
- Alimentação Nacional (concentração);
- Transporte Nacional (concentração até aeroporto);
- Seguro Viagem;
- Aéreo Doméstico (local de origem até concentração e volta de Toronto até local de origem);
- Aéreo Internacional (concentração até Toronto).
Assessoria de Imprensa do Comitê Paralímpico Brasileiro em Toronto
Thiago Rizerio (
thiago.rizerio@cpb.org.br
/ 61 9267 2935, disponível no Whatsapp)
segunda-feira, 3 de agosto de 2015
Smartwatch com textos em Braille
Foto do relógio com visor em Braille.
Dot anuncia a chegada do primeiro relógio inteligente para cegos.
O primeiro smartwatch capaz de exibir textos na linguagem Braille foi desenvolvido pela Dot. A empresa sul-coreana anunciou ontem, 30, a chegada do aparelho,
que para conseguir exibir o conceito, possui um display constituído por uma série de pontos.
Esses pontos são capazes de projetar, de forma simultânea, até quatro caracteres na linguagem. De acordo com a companhia, os usuários poderão modificar
a velocidade de exibição dos caracteres. Ou seja, eles terão acesso a aumentar ou diminuir o processo de leitura no gadget.
Vale lembrar que o aparelho possui alarmes, sistema de navegação, mensageiro e conexão Bluetooth, assim como os demais relógios inteligentes disponíveis
no mercado. O chamadoDot deve chegar às lojas dos Estados Unidos no final de 2015.
Fonte: site CCM por Michele Rios.
Aplicativo indica locais com acessibilidade para pessoas com deficiência
Um mês após seu lançamento, o aplicativo Biomob já ultrapassou a marca de mil estabelecimentos comerciais cadastrados. O Biomob foi criado para ajudar
pessoas com deficiência e mobilidade reduzida a localizar bares, restaurantes, academias, teatros e outros estabelecimentos que tenham recursos de acessibilidade.
Foto de dois celulares com o aplicativo. Ao lado está escrito: BIOMOB - Mais acessibilidade, mais mobilidade.
“A ideia é permitir que as pessoas com deficiência possam sair de casa e se divertir. Com o uso de smartphones, a ferramenta detecta a localização do usuário
e sugere locais próximos, analisando a necessidade de cada pessoa”, explica Rodrigo Credidio, um dos criadores do aplicativo. A ferramenta é gratuita para
os usuários e também para as empresas que quiserem incluir seus estabelecimentos, desde que apresentem um nível mínimo de acessibilidade.
“Não queremos apontar aqueles que não têm acessibilidade, mas mostrar e valorizar quem já tem”, lembra Valmir Souza, sócio da iniciativa. Para isso, a
equipe do Biomob avalia cada estabelecimento ou conta com base de dados de organizações que trabalham para pessoas com necessidades especiais. Os usuários
também podem confirmar ou contestar as avaliações, além de incluir fotos e comentários. Para baixar o Biomob, basta acessar a loja virtual Google Play.
Fonte: Site Tribuna da Bahia por Nathália Guimarães.
Primeiros atletas da delegação brasileira desembarcam em Toronto para os Jogos Paparan-Americanos
Delegação ficará completa na sexta-feira
O primeiro grupo de atletas paralímpicos brasileiros que vão disputar os Jogos Parapan-Americanos chegou neste domingo, 2, a Toronto, no Canadá. A delegação
desembarcou pouco antes das 6h, horário local (7h, em Brasília) procedente do Rio de Janeiro e de São Paulo. A delegação brasileira é a maior do evento,
com 272 atletas, mas ainda não está completa. Nesta segunda, 3, na quarta, 5, e na sexta, 7, ainda haverá atletas do Brasil chegando à maior cidade canadense
para competir no Parapan.
O Brasil tem como objetivo em Toronto repetir o desempenho das duas últimas edições do evento, no Rio, em 2007, e em Guadalajara, em 2011, quando ficou
na primeira colocação no quadro geral de medalhas. Para isso, chegou ao Canadá com força máxima e contará com seus principais atletas nas 15 modalidades.
Um dos principais nomes brasileiros no Parapan, Daniel Dias mostrou confiança na participação da delegação em Toronto. O nadador foi responsável por 11
medalhas de ouro em Guadalajara, mas sabe que agora não competirá em tantas provas como há quatro anos. “Foi um número muito alto e agora não devo repetir.
Além disso, o nível subiu muito no continente, mas posso prometer que vou fazer meu melhor para ajudar o Brasil no objetivo”, disse Daniel.
Nao tão experientes quanto o nadador, as mesa-tenistas Danielle Rauen e Jennyfer Parinos também desebarcaram com muita confiança nesta manhã. As duas são
da classe 9 e esperam ser as mais vitoriosas da disputa. “Estou um pouco ansiosa, mas por já ter conquistado bons resultados em torneios muito difíceis
na Europa acho que sou uma das que podem ganhar uma medalha”, analisou Danielle. Para Jennyfer, a “bagagem” em competições internacionais será um fator
positivo para as brasileiras. “Aqui eu sei que haverá atletas boas, que estão se desenvolvendo rápido, mas a experiência conta muito nessas horas. Por
isso acho que temos uma vantagem na classe”, disse Jennyfer.
Além dos atletas da natação e do tênis de mesa, também vieram no primeiro grupo as seleções de bocha, tênis em cadeira de rodas, basquete em cadeira de
rodas, futebol de 5, futebol de 7, goalball e tiro com arco. Nesta segunda, juntam-se a eles os competidores de atletismo, halterofilismo, vôlei sentado
e rugby em cadeira de rodas. Na quarta, são os ciclistas que chegam à cidade. Na sexta, finalmente, os judocas desembarcam em Toronto e a delegação brasileira
estará completa para os Jogos Parapan-Americanos.
Assessoria de Imprensa do Comitê Paralímpico Brasileiro em Toronto
Thiago Rizerio (
thiago.rizerio@cpb.org.br
/ 61 9267 2935, disponível no Whatsapp)
Acessibilidade no Canadá: muito além dos jogos Parapan-americanos
Após o término dos jogos Pan-Americanos de 2015, que estão sendo realizados na cidade de Toronto, no Canadá, terão início na mesma cidade os jogos Parapan-Americanos,
a competição americana para pessoas com deficiência. Neste ano as disputas acontecem em uma cidade muito especial, já que Toronto conta com acessibilidade
quase total para atletas e pessoas com deficiência.
A arquiteta brasileira e colaboradora do Mobilize Brasil, Sônia Lopes, mora há 26 anos nas proximidades de Toronto, trabalhando na Secretaria de Educação
do Governo da Província de Ontario. Gerente de projetos para 240 escolas primárias e 27 escolas secundárias, Sônia conta que o planejamento em acessibilidade
é prioridade total no Canadá desde o tempo em que seu pai foi trabalhar no país, ainda nos anos 60. “Acesso sem barreiras para cadeirantes, mães com carrinhos
de bebês; pessoas de idade; crianças; pessoas com dificuldade cognitiva, visual ou auditiva têm sido parte da vida diária dos canadenses durante todos
esses anos em que vivi aqui”, afirma a arquiteta.
Removendo barreiras
Mesmo se dedicando há décadas à inclusão de pessoas com deficiência, o poder público estadual acredita que a acessibilidade total ainda não é realidade
nos municípios de Ontario, e por esse motivo criou o ODA - Ontario Disability Act, um conjunto de diretrizes para identificar e remover qualquer possível
barreira que uma pessoa com deficiência possa encontrar, e que deve ser efetivado a partir de 2016. Há algum tempo Sônia têm compartilhado estes e outros
estudos e manuais canadenses com os leitores do Mobilize. Os links você encontra aqui:
Segundo a brasileira, o principio do ODA é que todos os prédios e espaços públicos, internos ou externos, tem que ser 100% acessíveis. A nova lei inclui
hospitais; escolas; bibliotecas; piscinas; arenas de hockey; estádios esportivos; aeroportos; estações e carros de trem, metrô e ônibus; prédios do sistema
judiciário e da polícia; preferituras; igrejas; todos os parques públicos; parques naturais; todas as calçadas; estacionamentos públicos; supermercados;
shopping centers; lojas; banheiros públicos, além é claro de todos os estádios dos jogos Pan Americanos. “A lista é imensa”, garante a arquiteta.
Enquanto isso...
Segundo indicadores do último Censo (divulgado em 2010), cerca de 24% dos brasileiros possuem algum tipo de deficiência. Nas cidades brasileiras, no entanto,
a acessibilidade total ainda está muito distante dos padrões aceitáveis, e mais distante ainda do praticado no Canadá. “O Brasil tem que começar com passos
de bebê, um passinho de cada vez. A caminhada é longa, mas o começo é sem dúvida pela educação, especialmente das crianças e jovens. É preciso realizar
uma campanha pública de reconhecimento das necessidades de pessoas com deficiência, nos moldes da campanha Calçadas do Brasil, do Mobilize, e começar a
falar – quanto mais exposição do tema na mídia, melhor. As próximas Olimpíadas serão no Rio de Janeiro, então é hora de aproveitar para mostrar aos brasileiros
o quanto a acessibilidade e a mobilidade são importantes.”, revela Sônia.
Questionada sobre suas expectativas quanto às melhorias na inclusão de pessoas com deficiência na dinâmica das cidades canadenses, Sônia responde: “Não
é uma questão de expectativa, é uma realidade. Eu só espero que continue como está, pois após a implementação da regulamentação de 2016 não haverá mais
o que melhorar”.
Fonte: Mobilize Brasil
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