segunda-feira, 30 de abril de 2012
homenagem ao dia do trem!estaçao da luz.A Estação da Luz, que se encontra em um espaço de 7500 metros quadrados do antigamente bem frequentado Jardim da Luz, em São Paulo , foi projetada pelo Barão de Mauá para suceder a primeira estação, a qual data de 1867. Foi edificada entre os anos de 1895 e 1901 e hoje é parte integrante da Companhia Paulista de Trens Metropolitanos (CPTM) e do Metrô de São Paulo, constituindo-se em um dos principais centros metro-ferroviário da cidade . Idealizada na estética vitoriana, a Estação foi construída sob a supervisão do engenheiro James Ford, com matéria-prima vinda da Inglaterra. Seu propósito era abrigar a nova Companhia São Paulo Railway, empresa natural da Bretanha. Na época ela também foi utilizada para o transporte do café, então o principal produto brasileiro, para o porto de Santos. Seu relógio foi, desde o início, um ponto de referência para que todos mantivessem seus horários ajustados. Estação da Luz. Foto: Wanderlei Celestino Estação da Luz. Foto: Wanderlei Celestino A linha que atravessava a Estação da Luz ia de Santos, cidade litorânea paulista, a Jundiaí, localizada no interior do Estado. Através dela São Paulo recebia todos os produtos importados de que necessitava, tanto para o consumo quanto para a produção, em uma era na qual a industrialização ainda não avançara o suficiente. Por este tronco ainda transitam, hoje, as mais variadas linhas ferroviárias e metroviárias. A estrutura desta Estação foi toda importada da Inglaterra. Mecanismos pré-moldados desembarcaram em São Paulo e aí foram montados. O material de alvenaria, porém, é de origem brasileira. Ela foi inspirada em uma estação australiana, a Flinders Street Station, localizada em Melbourne. Um incêndio quase extinguiu a Estação da Luz, em 1946, mas foi possível reedificá-la com algumas pequenas modificações. Durante esta restauração foi acrescentado um novo andar na seção administrativa. A partir de então o transporte por meio de trens entrou em declínio, levando também esta construção a decair. A importância arquitetônica desta edificação, porém, levou o Conselho de Defesa do Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Turístico (Condephaat), a tombá-lo, em 1982. Nos anos 90 e 2000 a Estação foi submetida a várias restaurações, uma delas dirigida pelo arquiteto Paulo Mendes da Rocha e por seu filho, Pedro Mendes da Rocha. Um dos objetivos desta reforma foi tornar possível a anexação do Museu da Língua Portuguesa , órgão cultural vinculado à Secretaria de Cultura do estado de São Paulo, fundado em 2006. As acomodações internas da Estação, as partes laterais e a fachada mais importante foram entregues no ano em que São Paulo completou 450 anos. A Estação renovou sua importância, principalmente no campo cultural, pois hoje é igualmente a sede deste Museu, considerado um legado cultural da nossa língua. Antigamente um ponto de referência no dia-a-dia da cidade, um ponto histórico de grande importância, hoje a Estação da Luz tem a oportunidade de resgatar seu lugar como ícone urbano, junto à Pinacoteca do Estado e ao próprio Museu da Língua Portuguesa. Com a construção do Metrô, o cenário a sua volta se transformou profundamente, especialmente após a retirada do Monumento a Ramos de Azevedo, significativo marco desta região. Em compensação, porém, este complexo arquitetônico conquistou um certo grau de magnificência. Fontes: http://www.estacaodaluz.org.br/ http://pt.wikipedia.org/wiki/Estação_da_Luz http://www.guiadasemana.com.br/Sao_Paulo/Passeios/Estabelecimento/Estacao_da_Luz.aspx?id=1175
domingo, 29 de abril de 2012
fanatismo religioso!O fanatismo é antes de mais nada uma cegueira quase irremediável. Impede o conhecimento, o convívio em família e na sociedade, porque o fanático é alguém taxado como "chato", "tapado" e sua presença em todos os cantos vem seguida da melodia repugnante do discurso: "Você queimará no fogo do Inferno." Impressionante como o fanático idolatra o diabo e não se dá conta disso. O fanatismo Religioso é um estado psíquico deplorável! PSICOSE e FANATISMO (Jorge de Lima) O fanático religioso é um paciente psiquiátrico extremo. Delira e tem alta persecutoriedade, principalmente por ver satanás ou o mal em tudo. Esta percepção distorcida da realidade tem uma característica psicótica que beira à esquizofrenia. Muitos fanáticos acabam por cindir com a vida natural, quebrando todos os seus vínculos profissionais, sociais e afetivos usando a expressão “só posso conviver com quem é do Reino de Deus”. Criam um universo paralelo, denotando uma fragilidade extrema em sua personalidade: “O mal pode me atentar em qualquer coisa.” Esta persecutoriedade extremada vira uma paranoia que advém de um erro de percepção intenso frente à vida. E que fragilidade é essa? Todo fanático, sobretudo o religioso, é um indivíduo muito carente. Vários têm um passado complicado de neurose e desajustes de personalidade acentuados. Por terem uma vida instintiva aguçada, adotam um temperamento belicoso, usando a religiosidade como argumento, distorcem o preceito cristão de paz, benevolência e mansidão, e pregam a discórdia, a guerra, o ódio, fundamentando sua doutrina no Antigo Testamento, anulando completamente as palavras de Jesus. São tão belicosos que, em boa parte, acabam sendo expulsos da igreja que frequentam por falta de tolerância e convívio. Por isto se alastram novas seitas. A carência afetiva, associada à persecutoriedade e aliada aos delírios, transforma um fanático religioso em uma espécie de Dom Quixote, que luta contra tudo, vê o mal em tudo, na música, nas artes, na vida. Os olhos são a janela do coração – diz o provérbio hebreu. Quem vê maldade em tudo, tem o coração carregado de ódio, e quem vê capeta em tudo, só pode habitar o inferno. Nessa loucura antiquíssima – vide a inquisição na Idade Média –, poderíamos questionar: quem é o louco? Dom Quixote ou Sancho Pança? O que dissemina a loucura ou quem segue a loucura do ódio, vendo satanás em tudo, até em vitrô de banheiro? Homens-bomba, os terroristas suicidas, são um exemplo do que um fanático pode fazer.
sábado, 28 de abril de 2012
dia da sogra O Dia da Sogra – Até que enfim! – Que foi, Elísio? – Dia 28 de abril, dia da sogra!! – Ué? Gostou? – Claro! Nada mais justo! Já tem dia de combate ao câncer, ao fumo, à AIDS... – Acorda, homem! Não é dia contra a sogra! É dia da sogra!! – É homenagem?? – É! – E quem foi o marido de órfã que inventou isso? – Sei lá! – Deve ser jogada de marketing das agências de turismo. Já imagino a promoção: pacote especial de dia das sogras! Mande a sua para o Iraque! – Você mandaria sua sogra pro Iraque, Elísio? – Não... – Ah, bom! – Não tenho grana pras passagens. – Elísio!! – Mas, se tiver um pacote alternativo de night-city-tour pela Rocinha... – Puxa, amor! Ela é minha mãe! – Ô, Zuleica! Não leva para o lado pessoal! Não estou falando da SUA mãe! Estou falando da MINHA sogra! – E não é a mesma coisa? – Não! Há todo um processo histórico na relação genro e sogra. Odiar a sogra é, “tipo assim”, um instinto atávico! – Sei... – Sabe o que é instinto atávico, Zuleica? – Claro que sei. É o que faz os cachorros darem três voltas antes de deitar e a sua mãe meter o bedelho onde não é chamada. – Minha mãe? Quando? – Quer a lista por e-mail? Esvazia a caixa postal primeiro! – Exagero seu, Zuleica! – Exagero? Ela já reclamou que eu não sei cozinhar, que eu não sei cuidar dos meninos... Ela já me chamou de gorda! – Que isso!? Ela só estava preocupada com a sua saúde... – É! E se acabou de elogiar a sua ex... – Era boa mesmo... – Elísio!! – A saúde dela! A saúde!!! – Nessas horas, morro de inveja da minha tia freira... – Por quê? – Ela é da ordem das esposas de Cristo! – Ah, sim! Sua sogra ia ser uma santa... – E o marido, morto! – Credo, Zuleica! – Você mereceu! – Tá bom, tá bom. Mas, uma coisa é certa! Eu não posso falar nada da minha sogra. – Não pode mesmo! Ela nos recebeu de braços abertos aqui na casa dela enquanto o apartamento não fica pronto... – Isso! Ela está sempre ao meu lado! – Hum, amor! Que bonit... – Ouve bem para caramba e atira melhor ainda! – Droga, Elísio! Você não leva nada a sério!! – E agora? Vamos ter que comprar presente? – Acho bom, né? – O que eu compro para a sua? – Ah! Acho que flor tá bom... – Opa! Vou agora mesmo procurar por plantas carnívoras na Internet! – Elísio!! – É! Tem razão... Melhor não! As coitadinhas não iam dar conta de digerir aquele osso... Comigo-ninguém-pode, então? – Compra umas rosas, Elísio! – Tá! Coisa mais sem graça... E o que você vai dar para a minha? – Não sei. Mas aquelas passagens não me saem da cabeça... – Zuleica!! ***** Texto escrito para o 6° Desafio Literário da Câmara dos Deputados - Etapa 3.
dia da educaçao! Educação – É o conjunto de técnicas e conhecimentos necessários para a transmissão do saber e dos valores essenciais à sociedade. Ao professor cabe transmitir conhecimentos e estimular o raciocínio lógico e a visão crítica dos estudantes, ajudando-os no desenvolvimento de habilidades para entrar no mercado de trabalho e assumir seu papel de cidadão. Atua em todos os níveis da educação, do ensino infantil ao superior. Pode lecionar disciplinas específicas nos cursos profissionalizantes, nas classes de alfabetização, de educação especial (para portadores de deficiência) ou para jovens e adultos (antigo supletivo). Pela Lei de Diretrizes e Bases de 1996, todos os professores, de qualquer nível de ensino, devem ter formação superior a partir de 2007. Para lecionar em faculdade, é preciso, ainda, ter pós-graduação. Hoje em dia é grande a importância dada à educação. O número de analfabetos no país vem caindo a cada ano e praticamente todas as crianças com idade entre 7 e 14 anos estão matriculadas na escola. E também há um esforço para colocar na pré-escola as crianças com menos de seis anos de idade. Outra preocupação atual é com a repetência. Professores e o Ministério da Educação buscam formas de evitar a repetência dos alunos para que eles não desanimem e acabem abandonando a escola. Mesmo assim, muitas crianças e jovens têm que deixar de estudar porque precisam trabalhar. A qualidade do ensino também é um ponto importante para se pensar. Pouco adianta completar séries e ganhar um diploma se não aprendermos de verdade. Por tudo isso, estudar com prazer e buscar compreender o mundo através do que aprendemos é uma boa forma de comemorar o Dia da Educação.
sexta-feira, 27 de abril de 2012
escola inclusiva!A inclusão de pessoas com deficiência nas escolas comuns da rede regular de ensino coloca novos e grandes desafios para o sistema educacional. Este, talvez, seja um dos temas que mais têm instigado não só os professores do ensino especial, mas também os professores das escolas comuns, os pais e a própria sociedade. Dentro e fora das escolas vem se verificando um acalorado processo de discussão acerca das modificações que devem ser implementadas na escola, processo que nem mesmo as três leis de diretrizes e bases haviam conseguido desencadear. Compreender a diferença não como algo fixo e incapacitante na pessoa, mas reconhecê-la como própria da condição humana é um desafio ainda muito complexo e um objetivo ainda muito distante da prática pedagógica diária dos professores. A grande maioria deles ainda trabalha na base do falso pressuposto de que todos os alunos são iguais e que as turmas são homogêneas. Analisando a história das pessoas com deficiência, vemos que, por muitos anos, elas perderam a sua identidade e passaram a ser designadas não pelo nome, mas pela deficiência de que são portadoras: o cego, o surdo, o down. Por isso, por muito tempo, não tiveram acesso à escola comum: ou ficavam em casa, ou eram atendidas em espaços segregados, convivendo apenas com colegas que também apresentassem algum tipo de deficiência. Mesmo quando, numa tentativa de integração, alguns desses alunos passaram a freqüentar as classes comuns das escolas regulares, havia uma seleção prévia e só eram admitidos os que estivessem aptos e amoldados ao formato da escola. Aí, não era a escola que tinha que mudar: os alunos é que teriam que se adequar às exigências da escola. Atualmente, um grande números de pessoas com deficiências estão freqüentando escolas comuns. Isso tem levado a uma profunda reflexão acerca do papel e das finalidades da escola, de tal sorte que, no avanço da discussão, vai se consolidando a compreensão de que as diferenças na sala de aula, antes de serem um complicador para a ação do professor, podem se tornar um fator de qualificação e de enriquecimento do ensino. Pais e professores começam a se dar conta de que a convivência entre crianças com e sem deficiência é mutuamente benéfica. Ganham os alunos com deficiência na medida em que convivem num ambiente desafiador, provocador, rico em experiências e relações que os estimulam e os incentivem a pensar, e ganham os alunos ditos normais por terem oportunidade de aprender a conviver com a diversidade, de vivenciar situações diferentes, de construir conhecimentos, e, inclusive, de conviver com novas formas de comunicação, tais como libras e Braille, além de se familiarizarem com novos recursos como a tecnologia assistiva e a comunicação alternativa e aumentativa. Acima de tudo, em espaços onde se dá lugar à diferença e onde não se estigmatiza a deficiência, forma-se um terreno fértil para experiências de colaboração, de ajuda mútua e de solidariedade, padrões de convivência tão necessários em nossos dias. Isso é tão verdadeiro que já não é raro encontrar pais de crianças ditas normais que fazem questão de que seus filhos convivam com colegas com deficiências. A transformação de todas as escolas em escolas inclusivas é um grande desafio que teremos de enfrentar. A condição para que a inclusão escolar se torne uma realidade, porém, passa pela redefinição do papel das escolas especiais como responsáveis pelo atendimento educacional especializado, e das escolas comuns como o local onde os alunos, através do conhecimento, possam questionar a realidade, e, coletivamente, viver experiências que reforcem padrões sociais de cooperação e vivência da cidadania. Nesse sentido, é imprescindível que se redimensione o enfoque da formação dos professores, cujo objetivo não deve ser simplesmente o de adquirir conhecimentos, mas sim, o de estimular a curiosidade e desenvolver a capacidade de adquirir conhecimentos. É preciso que a reflexão sobre os problemas da aprendizagem e sobre o modo como ela se processa tome o lugar da reflexão em torno dos problemas do ensino. Ou seja, ao invés de nos preocuparmos tanto com o como devemos ensinar, precisamos aprofundar a nossa reflexão acerca de como os nossos alunos aprendem. Nessa concepção de escola, que vê a diferença e a deficiência como algo inerente à condição humana, o atendimento educacional especializado, a ser oferecido tanto aos alunos com deficiências quanto aos alunos com altas habilidades, assume papel importante e decisivo. O atendimento educacional especializado, que se diferencia completamente do trabalho realizado na sala de aula comum, deve ser oferecido nas salas de recursos, no horário oposto ao que o aluno freqüenta a escola, individualmente ou em pequenos grupos, pelo professor com formação específica; e abordará aquilo que é necessariamente diferente do ensino escolar, com o objetivo de atender às necessidades específicas do aluno com deficiência ou com altas habilidades, e deverá complementar e suplementar os serviços educacionais comuns. É através do atendimento educacional especializado que o professor do ensino comum e o professor do ensino especial buscam, solidariamente, práticas pedagógicas que facilitem a aprendizagem do aluno que necessita desse atendimento. Para concluir: numa sala inclusiva, o aluno não presta atenção ao professor: o professor é que deve prestar atenção ao aluno. Numa sala inclusiva, o aluno não é ouvinte; não é assistente. Numa sala inclusiva, o aluno realiza atividades. Resolve problemas. Desenvolve projetos. Participa. Opina. Analisa. Cria. E não precisa decorar nada. A escola inclusiva é a escola do aluno que pensa, que faz e que cria, e não do aluno que ouve, que copia, que anota, que decora e que reproduz na prova. E pensar, fazer e criar, cada um pode fazê-lo a seu modo, no seu ritmo, e sem moldes pré-determinados.
Programação Cultural para comemorar os 65 anos da Biblioteca Louis Braille A Biblioteca Louis Braille completa 65 anos em 2012. E para comemorar essa data muito significativa, promoverçao ao longo do ano uma série de eventos, como exposições, cursos de escrita em braille, oficinas de literatura, entre outras atividades. Programação: SARAU COM INEZITA BARROSO dia 28/4 – sábado as 18h Inezita Barroso é um ícone da cultura nacional. Atriz, cantora com mais de 80 discos gravados (seu repertório inclui músicas caipiras, registros folclóricos, interpretações de MPB, jazz e blues) e apresentadora de programas de rádio e TV – o Viola, minha viola está no ar desde 1980, na TV Cultura. É formada em Biblioteconomia, Doutora Honoris Causa em Folclore e Arte Digital pela Universidade de Lisboa e uma das maiores pesquisadoras e difusoras do folclore nacional, sobretudo, o paulista. Entre diversas premiações, recebeu o APCA de 2009 e o Prêmio Governador do Estado 2011, pela votação popular na categoria de música. Inezita Barroso participará da comemoração dos 65 anos da Biblioteca Braille e nos contará “causos” e contos folclóricos, além de, claro, dar uma “palhinha” musical, acompanhada do músico Joãozinho. Entrada franca – retirada de apenas um ingresso por pessoa, na bilheteria, duas horas antes do início da apresentação Praça Mário Chamie (Bibliotecas) – 70 lugares Avisos: - Os demais ingressos foram reservados e distribuídos a pessoas com deficiência visual frequentadoras da Biblioteca Braille, uma vez que o evento acontece em homenagem aos 65 anos da Biblioteca e seus frequentadores são parte essencial desta comemoração. - Haverá transmissão ao vivo da apresentação em um telão no Foyer do CCSP e no site da Web rádio do CCSP. EXPOSIÇÃO SENTIDO – MATRIZES DE GRAVURA abertura: dia 28/4, sábado, às 15h de 28/4 a 3/6 curador: Tiago Almeida – artistas: Antonio Henrique Amaral, Clóvis Graciano, Daniel Acosta, Fabrício Lopez, Leya Mira Brander, Luise Weiss, Marcio Périgo, Maria Bonomi, Maria Perez Sola, Pedro Seman e Renina Katz Sentido inclui matrizes de gravura em relevo dos acervos do Museu de Arte Moderna de São Paulo, Ymagos – ateliê de gravuras de arte e ateliês dos artistas Luise Weiss, Marcio Périgo e Leya Mira Brander. Nesta exposição estão representados alguns dos mais relevantes gravadores brasileiros. A quantidade de obras expostas atende à condição de tempo necessário para a leitura tátil integral das matrizes no escuro. O público é convidado a sentir a expressão da gravura proporcionada pela textura da matriz ao tato. Texturas gravadas em madeira e metal, entre relevos de xilogravura, água-forte e ponta-seca. Terça a sexta, das 11h às 20h; sábados, domingos e feriados, das 11h às 18h Entrada franca – Praça Mário Chamie (Bibliotecas) Aviso: Para facilitar a experiência tátil, recomenda-se aos visitantes que objetos pessoais como celular, chaveiro, isqueiro, caneta, entre outros, sejam guardados em mochilas e bolsas ou depositados no guarda-volumes disponível na entrada das Bibliotecas. Será disponibilizado também um pequeno guarda-volumes na entrada da exposição. Fonte: Centro Cultura São Paulo
quinta-feira, 26 de abril de 2012
chi guivara!Nasce, no dia 14 de junho, Ernesto ''Che'' Guevara de La Serna, na cidade de Rosário, Argentina. Filho de Ernesto Guevara Lynch e Célia de La Serna. 1933- A família guevara muda-se para a cidade de Alta Garcia, onde permanece até Che completar 16 anos de idade. Inicia aulas de natação e outros esportes para superar as crises da asma. 1945- Termina os estudos secundários e muda-se, com a família, para Buenos Aires. Matricula-se na Faculdade de Medicina da Universidade de Buenos Aires. Che Guevara se sobressai como um bom estudante. Interessa-se por pesquisas, tanto em medicina como na política. 1946- Aproveita o período de férias universitárias para fazer um passeio de bicicleta pela Argentina. Percorre 4.700 km, visitando o interior do país. Seus primeiros textos de pensamentos foram escritos nesta viagem. 1948- Incorpora-se num navio par descarregar petróleo, no Sul do país. Apesar dos ataques de asma, viaja muito e se interessa cada vez mais pela vida política de seu país. 1952- Já formado médico, Che Guevara vem ao Brasil pela primeira vez, mas seu destino é a Guatemala. 1953- Conclui o doutorado em Medicina, especializou-se em doenças alérgicas. Desembarca na Guatemala, em 24 de dezembro, acompanhado de Ricardo Rojo(autor do livro Meu Amigo Che) e o Dr. Eduardo Garcia, também exilado argentino. 1954- Um golpe militar organizado pelo Estados Unidos, Derruba o governo da Guatemala e Che é obrigado a sair do país, pois trabalhava para o governo popular derrubado. Muda-se para o México, onde conhece a peruana Hilda Gadea Acosta, que se torna sua companheira e com quem tem uma filha: Hilda. 1955- Encontra-se, com Fidel Castro e decide participar do movimento revolucionário de cuba que visa derrubar o governo do ditador Fugênico Batista. 1956- No dia 25 de novembro Che parte junto no iate Granma para Cuba. No iate estão Fidel Castro e dezenas de revolucionários. 1956/58- - Participa da guerra popular que se desenvolve em todo país contra a ditadura de Fugênico Batista. O movimento armado iniciou na Sierra Maestra, mas se alastra por todo o país, com ampla participação popular. A liderança do processo revolucionário estava organizada pelo movimento de 26 de julho. E havia também a participação do Partido socialista cubano(fundado por José Martí) e pela Frente Estudantil Revolucionária. Che, que havia sido recrutado para ser médico, vai se destacando nas atividades e se transforma em comandante, sendo responsável pela coluna que tomou Santa Clara(uma das principais cidades do país). 1959- Triunfo da revolução cubana. O ditador Fugênico Batista foge do país, e iniciam-se as transformações sociais em Cuba, com a reforma agrária, a reforma urbana, etc... Che participa do novo governo, ocupando cargos como Ministério de Indústria e Comércio, Presidente do Banco Central, etc... 1960/64- Participa ativamente do processo de construção do socialismo em Cuba. Ocupa diversos cargos públicos. E defende sobretudo a idéia dos mutirões populares, e do trabalho voluntário como forma de resolver rapidamente os principais problemas do povo cubano. Assim, participa de mutirões de construção de casas populares, de escolas, mutirões de colheita de cana, etc... 1964- Teve enorme repercussão internacional a participação de Che na Plenária da ONU, fazendo um discurso anti-imperialista e de apoio à luta do Vietnã. 1965- Renuncia a todos os cargos no governo de Cuba. Parte com um grupo de revolucionários cubanos, para o Congo, para ajudar o movimento revolucionário daquele país, onde a ditadura imposta pelos Estados Unidos, recém havia assassinado Patrício Lumumba, o principal dirigente daquele país. A correlação de forças era muito inferior, e Che regressa para a América Latina. (Os revolucionários do Congo seguiram sua luta, mas somente agora, depois de 30 anos conseguiram derrubar o Ditador Zaire, e implantaram uma democracia popular). 1966- Parte para a Bolívia para incorpora-se ao movimento revolucionário. 1967- No dia 8 de outubro é preso no povoado de La Higuera, interior da Bolívia, e em seguida, por ordens da CIA, fuzilado friamente no interior de uma pequena escola rural.Tinha 39 anos!
a tortura continua a ser a maior pagina negra recente da história do brasil!A tortura na ditadura militar tornou-se um instrumento fundamental para assegurar, através do medo e da repressão, a ideologia da caserna, amparada pela Guerra Fria e justificada pelos militares como necessária numa época de perigo à segurança nacional, ameaçada por terroristas comunistas. Durante o período da ditadura militar, o povo brasileiro foi excluído do direito de participar da vida nacional. Através da força bruta, refletida na tortura, criou-se o medo na população, que por algumas décadas inibiu-se até mesmo dos direitos civis e de consumidor, formando um pacifismo involuntário que se tornou uma característica manipulada do brasileiro. O governo instalado no dia 1 de abril de 1964, manteve-se contrariando todos os princípios que regem os direitos humanos, traduzidos na Declaração Universal dos Direitos Humanos, adotada pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 1948. Estes direitos foram negligenciados pelos Estados Unidos, que para manter a sua ideologia e democracia interna, apoiou e financiou sangrentas ditaduras militares em toda a América Latina, exportando para esses países, seus sofisticados métodos de tortura e combate ao perigo da ideologia soviética. Na violação dos direitos humanos, americanos ensinavam aos policiais brasileiros a seqüestrarem mendigos, e neles desenvolverem métodos eficazes de tortura, que seriam usados nos inimigos do regime. No período mais intenso da tortura militar, no início da década de setenta, os brasileiros foram ideologicamente divididos pelo governo em dois grupos: o grupo dos “verdadeiros cidadãos” e o grupo dos “inimigos internos”, tornando o princípio arbitrário a principal arma de propaganda difundida pelo regime. Oficialmente, os inimigos internos do regime militar no período de intensificação total da tortura, de 1969 a 1974, eram os guerrilheiros e revolucionários de esquerda, vistos como terroristas, e que militavam principalmente, no Movimento Revolucionário 8 de Outubro (MR-8); Vanguarda Armada Revolucionária Palmares (VAR-Palmares); Partido Comunista Brasileiro Revolucionário (PCBR), Partido Comunista do Brasil (Pc do B), que promoveu a Guerrilha do Araguaia; Vanguarda Popular Revolucionária (VPR), liderada por Carlos Lamarca, que se tornou ao lado de Carlos Marighella, os principais inimigos do regime; a Ação Libertadora Nacional (ALN), que de destacou na guerrilha urbana; e, o Partido Comunista Brasileiro (PCB), combalido por sucessivas divisões que deram origem à maioria dos grupos de resistência à ditadura mencionados. Das organizações citadas, cinco a seis mil pessoas participou da luta armada, um número insignificante quando o país chegava a 100 milhões de habitantes, não justificando a máquina mortífera que as polícias brasileiras e as Forças Armadas criaram, sustentadas na aplicação da tortura como método de repressão. Além dos mortos e desaparecidos (também mortos, mas jamais tendo sido encontrados os seus corpos), a tortura deixou danos indeléveis aos que sobreviveram a ela, levando alguns ao suicídio, como aconteceu ao dominicano Frei Tito de Alencar Lima. Os que sobreviviam à tortura, eram permanentemente ameaçadas e vigiadas pelo regime opressivo. Até hoje, os torturados têm dificuldade na sua maioria, em falar dos 03/tortura-manifestac3a7c3a3o horrores que sofreram nos porões da ditadura. Os que ousaram a contestar a ditadura eram na sua maioria, jovens idealistas, muitos politizados e engajados, outros em processo de politização, que se atiravam aos ideais, dispostos até mesmo a morrer por eles. A maioria dos torturados que morreram eram jovens. Mas a ditadura não matou somente os opositores engajados, os chamados comunistas, guerrilheiros e revolucionários, vários foram os inocentes apanhados nas malhas da delação, que pereceram sob tortura sem jamais descobrirem porque estavam a ter tão nefasto destino. Aos inocentes a tortura poderia ser mais intensa, já que nada sabiam, nada podiam revelar. Findo o regime militar, a tortura foi justificada pelos ex-presidentes ditadores como um mal necessário, como arma de defesa diante de uma guerra que se vivia. Nenhum torturador foi preso ou punido por seus atos, todos foram beneficiados pela lei da Anistia, que em 1979 anistiou os presos políticos, os exilados e os torturadores da ditadura militar. A tortura continua a ser a maior página negra da recente história do Brasil.
quarta-feira, 25 de abril de 2012
A Libras (Língua Brasileira de Sinais) é uma língua natural usada pela maioria dos surdos do Brasil. Diferente de todos os idiomas já conhecidos, que são orais e auditivos, a libras é visual-gestual, é uma língua pronunciada pelo corpo. A história da libras No período de 1500 a 1855, já existiam muitos surdos no país. Nessa época, a educação era precária. Em 1855, ocorreu a vinda ao Brasil de um professor francês surdo, chamado Hurt, e, em 1887, foi fundado o primeiro Instituto Nacional de Surdos Mudos no Rio de Janeiro. No período de 1970 a 1992, os surdos se fortalecerem e reividicaram os seus direitos. Desde aquela época, as escolas tradicionais existentes no método oral mudaram de filosofia e, até hoje, boa parte delas vêm adotando a comunicação total. Em 2002, foi promulgada uma lei que reconhecia a Língua Brasileira de Sinais como meio de comunicação objetiva e de utilização das comunidades surdas no Brasil. Em 2005, foi promulgado um decreto que tornou obrigatória a inserção da disciplina nos cursos de formação de professores para o exercício do magistério em nível médio (curso Normal) e superior (Pedagogia, Educação Especial, Fonoaudiologia e Letras). Desde então, as instituições de ensino vêem procurando se adequar a essa lei. Por que estudar a língua de sinais? Muitas tentativas educacionais foram feitas com o objetivo de educar crianças surdas e, por muito tempo, a surdez foi apontada como a causa do fracasso escolar. A surdez dificulta a comunicação colocando o surdo em desvantagem, pois vivemos num mundo dominado pela língua oral composta por vocábulos e gramática que são desconhecidos pelo surdo. Portanto, os surdos são portadores de necessidades especiais. Educadores e pesquisadores em todo o mundo têm um objetivo em comum, o de propor aos surdos uma melhor condição de vida social e, por isso, surgiram várias filosofias educacionais. Todo indivíduo é capaz de desenvolver o aprendizado, então, quando é exposto a uma língua, começa o processo de aprendizado com uma cadeia de significados que é a base para o desenvolvimento da escrita. O surdo é privado dessa exposição pela falta de audição e, por causa disso, o processo de desenvolvimento fica em desvantagem. Sua capacidade de aprender é interrompida bem na linha de partida. A língua de sinais facilita a comunicação e melhora a interação entre ouvinte e surdo. Ao educador especial que tem um aluno surdo na sala de aula, a língua de sinais será de fundamental ajuda para a transmissão do conteúdo programático das matérias. Como atender a um aluno surdo na sala de aula? O professor deve: - Aceitar o aluno surdo como os demais alunos; - Ajudar o aluno a raciocinar, não lhe dar soluçães prontas; - Não superproteger; - Não ficar de costas para o aluno, nem de lado, quando estiver falando; - Preparar os colegas para recebê-lo; - Dirigir-se ao surdo em língua de sinais; se não for possível, utilizar frase curtas, bem pronunciadas num tom normal, sem exageros; - Ao chamar atenção do aluno, utilizar gestos convencionais; - Colocar o aluno surdo nas primeiras carteiras, longe de janelas e portas, para não se distrair; - Utilizar todos os recursos que facilitem sua compreensão (dramatização, mímicas e materiais visuais); - Se utilizar vídeos, certificar se são legendados; - Fazer resumos do conteúdo das aulas no quadro negro e depois repassá-los em língua de sinais; - Incluir a família no processo educativo; - Cumprimentá-lo sempre que possível em língua de sinais e ou com sorriso; - Todos na escola (professores e funcionários) devem aprender a língua de sinais; - As aulas devem ser em língua de sinais; se não for possível, solicitar ajuda de intérpretes até que os professores se preparem para esse atendimento; - A escola deve receber assessoria de uma equipe (pedagogos, psicólogos, fonoaudiólogos) enviada pela Secretaria de Educação Especial do Estado; - A escola deve incluir no Plano Político Pedagógico estratégias de trabalho com o aluno surdo; - Avaliar o aluno pela mensagem e pelo conteúdo, não pela escrita; - Acreditar nas potencialidades do aluno. Autoria: Andresa Vaniele Barbosa Pereira- Graduada em Letras pela Faculdade de José Bonifácio e Especialista em Educação Inclusiva para pessoas com Deficiência
Com esta reflexão tenho por objetivo relacionar o movimento de Inclusão com as Pessoas com Deficiência (PcD). Também, reflexiono, tendo como base minha identidade de pessoa surdocega, orientador e especialista em educação especial, através de critérios e condições específicas, assim como, através de críticas que as envolvem. Observo com preocupação alguns movimentos de inclusão, principalmente a inclusão na escola educação e a passividade das PcD. Estas devem fortalecer sua indignação e negação frente à "máscara inclusiva". Esta negação que minha identidade enaltece vem de longa data e parece ter surtido efeito positivo. Historicamente, me nego a aceitar o que pretendeu nos mostrar Carl Jung, um dos fundadores da psicanálise moderna, que costumava dizer que "nós todos bebemos em uma mesma fonte". Me nego a "beber na mesma fonte". Nesta mesma fonte que se encontram "as mordaças" e os "freios" ao nosso desenvolvimento pleno. Nego-me a estar numa sala de aula apenas de "corpo presente", assim como muitas pessoas de nossa sociedade destacam, que a inclusão significa fazer parte de algo. Considero importante destacar, que a inclusão também se caracteriza por interesses de cada pessoa. Não basta apenas, e não é este o significado de estar presente ou de fazer parte, mas sim, fazer parte de algo e concorrer e usufruir os benefícios que o todo possui. As PcD' são, de certa forma, excluídas duplamente: por não fazerem parte e por não concorrerem aos benefícios. É no teor dos benefícios que se encontra a exclusão e a inclusão da PcD. Pelo que observo em minhas atuações, creio que não necessitamos e não damos muita importância ao fazer parte de, mas sim à exclusão que sofremos na conquista dos benefícios, destacados pelos interesses de cada um. Interesses que todos da sociedade possuem. Interesses que nos movimentam na busca dos benefícios e destes para a satisfação de nossas necessidades de várias ordens. Se a educação não for amplamente adaptada para nos receber, e satisfizer neste contexto nossas necessidades, por conseqüência, não iremos aprender, assim, não teremos aptidões específicas para concorrer numa escala de valores com as outras pessoas no usufruto dos benefícios sociais, ruindo a satisfação de nossas necessidades com autonomia. Eu falo em negação. Falo de nossas necessidades. Falo sim de nossos interesses. Do mesmo modo que "não vou beber na mesma fonte", também não quero e me nego a ser apenas "mais um tijolo na parede". Quem não conhece Pink Floyd e a música "Another brick in the wall"? Em uma parte da música, Pink Floyd canta: All in all it was just another brick in the wall". Que podemos traduzir para: "enfim, era mais um tijolo na parede". Vou batalhar bastante e negar ainda mais para não ser mais um tijolo na parede. Mesmas fontes. Mesmas paredes e tijolos. E para não dizer as já conhecidas necessidades e interesses. Reflexões importantes que exemplificam a indispensável negação daquilo que corrompe nossa identidade e desenvolvimento. Eu me nego e você? * Pessoa Surdocega. Presidente da Agapasm. Escritor. Especialista em Educação Especial. Vencedor II Prêmio Sentidos. Rotariano Honorário - Rotary Club de São Luiz Gonzaga-RS. Líder Internacional para o Emprego de Pessoas com Deficiência Professional Program on International Leadership, Employment, and Disability (I-LEAD) Mobility International USA / MIUSA. Membro da World Federation of Deafblind - WFDB. Membro da Aliança Brasileira de Genética. Colunista da Revista REAÇÃO e do Portal Planeta Educação. Consultor da Rede Educativa Mundial - REDEM. Consultor Instituto Inclusão Brasil. E-mail: contato@agapasm.com.br
terça-feira, 24 de abril de 2012
21 de dezembro de 2012, o dia e o ano em que o mundo vai acabar? Pode parecer contos de fadas, ou mais uma teoria mirabolante mas, as “profecias” maias tem uma base científica. Mas, do que qualquer uma dessas profecias (a falar da ‘profecia’ que o mundo iria acabar quando o século XX acabasse…). Um site que trata muito bem do assunto é o Dois Mil e Doze (com nome bem sugestivo, certo?). Segundo ele, os maias deixaram para nós, 7 sete profecias. Uma dela diz que, a nossa época de medo e ódio e materialismo irá acabar, no sábado dia 21 de dezembro de 2012. Mas, o que eu acho mais interessante, é que, ao invés de ser como essas teorias que muitos ‘profetas’ afirmam ser verdade, ela não diz que o mundo vai acabar. O que ela diz, no entanto, é que nós deveremos escolher entre: desaparecer do planeta como espécie pensante que ameça destruir o próprio planeta ou, evoluir para a integração harmônica com todo o planeta. Tudo bem, que 90% do texto seja baseado na religião maia mas, se olharmos com uma visão mais cientifica, podemos encontrar algumas verdades no texto, certo? Eles também previram (a segunda profecia) que ocorreria um eclipse no dia 11 de agosto de 1999. E, que realmente ocorreu. O que eu quero levar a acreditar (ou pelo menos, em o que eu quero dar rumo a todo esse post) é, que devemos acreditar na base da profecia maia: não destrua a sua própria casa. Os maias afirmam (terceira profecia), que uma onda de calor aumentará a temperatura do globo provocando catástrofes imensas (isso já foi previsto por cientistas modernos). E, quanto mais queimadas, quanto mais destruição das nossas florestas e, quanto mais liberação de gases tóxicos na nossa atmosfera, nossa fraca e vital camada de ozônio será destruída aos poucos, até chegar uma hora que ela não existirá mais. Segundo o Carlos Oliveira do CiênciaHoje, a Terra estará alinhada com o Sol e com o centro da galáxia. Como o centro da galáxia possui um buraco negro, ele afetará o campo magnético da Terra, provocando diversas catástrofes. Ele também faz uma análise crítica bastante interessante sobre um documentário criado sobre o 2012. Um outro site já coloca as coisas de forma exagerada e, afirma que uma tempestade solar irá destruir todos os nossos meios de comunicação. (Desde que não destrua a internet, pra mim, isso não vai fazer mal). Mas, acredito que esse site seja só uma piada, de tão feio e mal traduzido eu prefiro não colocar o link. O problema é levar a teoria maia, para um campo católico. Porque, afinal, na época maia não existia essa história de juizo final , não é mesmo? O que eu quero falar desde o começo do post é: se os maias afirmam que nós iremos destruir o mundo (e já estamos fazendo isso), porque não mudamos? Quando precisamos nos curar de algum vício, quando precisamos seguir as riscas os conselhos médicos, nos pensamos e confiamos na seguinte frase: “Isso só depende de você“. E não é verdade? Para salvar mudar o mundo, você precisa acreditar que pode mudá-lo. E, outra. Não adianta apenas dizer, tem que fazer. Uma atitude simples que faço, e que é até questão de educação, é ao invés de jogar o lixo no chão, eu guardo no bolso. Se não tiver lixeiro por perto, eu jogo em casa (ou onde tiver), se não, eu procuro um lixeiro. Eu tento ao máximo fazer a cabeça dos meus amigos e da minha família, ao invés de fazer o mal para a natureza, que tal, tentar ajudar a melhorar o mundo? Não vou falar de filiação em ONG’s (eu participo de uma mas, só é filiado quem quer ajudar a ONG), falo de uma atitude individual. É óbvio que muitos valem mais do que um mas, isso falando em atitudes que pressionam o governo ou coisa e tal. A força de um indivíduo é muito maior. Sabe porquê? Quando você pensa: Ah! Não vou fazer isso não, porque o meu vizinho não faz. Mas, se seu vizinho pensar a mesma coisa, e o vizinho dele pensar a mesma coisa, o mundo ficaria pior do que já está. Porque não faz assim: ao invés de pensar isso, pense: “O meu vizinho não faz isso. Mas, para mostrar que eu me preocupo com o meu lar, que eu me preocupo com o ambiente em que vivo e, que eu sou educado, eu não vou fazer isso” e até pense nisso: “E mais que isso, eu vou ensinar ao meu vizinho como deve ser feito”. Acredite. O mundo vai ser muito melhor quando começarmos a viver nessa filosofia. E, não importa o que aconteça em 2012. Se vivermos desse jeito, nós aprenderemos a conviver em completa harmonia e, em 2013 nós estaremos comemorando o renascer de uma nova era: A Era em que os humanos aprenderam a conviver em paz e harmonia, respeitando as diferenças.
Jogos da Eurocopa terão audiodescrição para os torcedores cegos Respeite a Inclusão fornece áudio-descrição dos jogos Audiodescritores dos jogos posam para foto na arquibancada do estádio Comentários áudio-descritivos serão disponibilizados para pessoas total ou parcialmente invisuais em todos os encontros do UEFA EURO 2012, graças ao projecto Respeite a Inclusão - Futebol Sem Limites. Antes do UEFA EURO 2012, o Centro de Acesso ao Futebol na Europa (CAFE) encontra-se a preparar um conjunto de voluntários em cada uma das oito cidades-anfitriãs da prova - Gdansk, Poznan, Varsóvia e Wroclaw (Polónia), Donetsk, Kharkiv, Kiev e Lviv (Ucrânia) - para fornecer comentários áudio-descritivos de cada encontro da fase final. O CAFE é o garante do projecto oficial Respeite a Inclusão - Futebol Sem Limites do UEFA EURO 2012, e um dos seus objectivos é o de oferecer comentários áudio-descritivos para pessoas com cegueira completa ou apenas parcial. Os comentários áudio-descritivos diferem dos comentários habituais, ao serem mais baseados nas descrições do ambiente e da atmosfera em redor, em oposição a uma análise estatística. O propósito deste serviço é explicar às pessoas com cegueira total ou somente parcial aquilo que está exactamente a acontecer no estádio e no relvado (gramado) com o máximo detalhe possível. O CAFE nomeou Martin Zwischenberger, que coordenou um serviço similar durante o UEFA EURO 2008, que decorreu na Áustria e Suíça, para dirigir os programas de formação. Zwischenberger e a sua equipa são especialistas em comentários áudio-descritivos e continuaram a providenciar comentários na Áustria como legado do trabalho desenvolvido há quatro anos. Para preparar a operação na Polónia e Ucrânia, o CAFE organizou, em Varsóvia e Kiev, seminários nos quais participaram 50 empenhados voluntários de todas as oito cidades-sede. Os voluntários aprenderam os benefícios dos comentários áudio-descritivos e aquilo que os diferenciam do que por norma se ouve na televisão. Os altamente entusiásticos voluntários experimentaram, depois, o serviço pela primeira vez, com dois dias de treino intensivo, que agora prosseguirá a partir de casa e que incluirá mais treino específico em jogos em directo (ao vivo) antes da fase final. Larysa Sayevich, coordenadora de projecto em Donetsk para a parceira de implementação local da CAFE e ela própria apoiante da Assembleia Nacional de Pessoas com Deficiências e também do futebol para invisuais, disse: "Antes, ouvir um relato era como assistir a um filme a preto e branco. No final do seminário de treino vi um arco-íris.". Foram organizadas conferências de imprensa em conjunto com os parceiros de implementação local da CAFE para o programa Respeite a Inclusão do UEFA EURO 2012, Fundacja TUS, na Polónia, e a Assembleia Nacional Para Pessoas Com Deficiências, Ucrânia. Tiveram assistências muito boas, o que veio sublinhar uma vez mais o crescimento do entusiasmo em redor do UEFA EURO 2012 à medida que o pontapé de saída se aproxima. Os embaixadores do programa Respeite a Inclusão do UEFA EURO 2012, Dariusz Dziekanowski e Oleskiy Mykhaylychenko, também mostraram a sua solidariedade para com as iniciativas, ao comparecerem nos eventos de Varsóvia e Kiev, respectivamente. "Os seminários de formação foram um enorme sucesso", disse a directora do CAFE, Joyce Cook. "E temos tido a sorte suficiente de descobrir um grande conjunto de voluntários com uma verdadeira paixão pelos comentários áudio-descritivos. Muitos dos voluntários não tinham qualquer experiência anterior de comentários e foi muito emocionante para nós ver o quão bem se portaram. É agora crucial que os voluntários continuem a desenvolver as suas capacidades antes do UEFA EURO 2012". Durante a fase final, o CAFE terá duas pessoas para comentários áudio-descritivos em cada jogo, como parte da iniciativa Respeite a Inclusão do UEFA EURO 2012. Estes fornecerão um comentário especializado para adeptos total ou parcialmente invisuais nos estádios, que acederão aos comentários através de auscultadores disponibilizados antes do início dos encontros. O equipamento especializado é disponibilizado pela organização do UEFA EURO 2012 e será depois dedicado ao projecto do CAFE, que continuará em ambos os países após a fase final. O CAFE está ciente que o projecto Respeite a Inclusão - Futebol Sem Limites do UEFA EURO 2012 - que também é apoiado pelo Acordo Parcial Alargado sobre Desporto do Conselho da Europa - é apenas o início dos comentários áudio-descritivos na Polónia e Ucrânia e espera que os comentadores entretanto formados continuem a usar os seus recém-adquiridos recursos após a conclusão da fase final. Sendo a obra de solidariedade oficial da fase final, o CAFE utilizará todos os fundos que forem doados para prosseguir o trabalho desenvolvido sob alçada do Respeite a Inclusão do UEFA EURO 2012. Faça a sua doação on-line em http://euro2012.cafefootball.eu/diferenciados - com a UEFA a colaborar com o CAFE em cada um deles: Futebol Sem Limites, Showcase Games e projecto de solidariedade Torneio UEFA EURO 2012. Fonte: UEFA.COM
segunda-feira, 23 de abril de 2012
Governo do Estado de São Paulo, Secretaria da Cultura e Pinacoteca do Estado de São Paulo convidam para a abertura da exposição Sentir prá Ver: Gêneros da Pintura na Pinacoteca de São Paulo. Realizada com o apoio do núcleo de Ação Educativa da Pinacoteca, por meio do Programa Educativo para Públicos Especiais – PEPE, a mostra foi inteiramente preparada dentro das especificações de acessibilidade sensorial. 28 de abril de 2012 (sábado), das 11h às 14h. Exposição de 29 de abril a 15 de julho de 2012. Terça a domingo, das 10h às 18h, entrada até às 17h30. Pinacoteca do Estado de São Paulo. Praça da Luz, 2 – Luz – Fone 3324.1000. CEP 01120-010 – São Paulo – SP. Associação Pinacoteca Arte e Cultura – APAC. www.pinacoteca.org.br
“FÓRUM ESTADUAL DE MOBILIDADE DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA NO TRANSPORTE PÚBLICO SOBRE PNEUS E TRILHOS” LINAMARA RIZZO BATTISTELLA Secretária de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência Convida para a Cerimônia de Abertura do “FÓRUM ESTADUAL DE MOBILIDADE DA PESSOA COM DEFICIÊNCIA NO TRANSPORTE PÚBLICO SOBRE PNEUS E TRILHOS” O “Fórum Estadual de Mobilidade da Pessoa com Deficiência no Transporte Público sobre Pneus e Trilhos”, em parceria com as Secretarias de Estado dos Transportes Metropolitanos e do Desenvolvimento Metropolitano, tem como objetivo estabelecer critério Único de Gratuidade e o Cartão Padrão, para o acesso das pessoas com deficiência nos transportes públicos, nos municípios do Estado de São Paulo. 23 de Abril de 2012, segunda-feira 10 horas Auditório do Memorial da Inclusão Secretaria de Estado dos Direitos da Pessoa com Deficiência Avenida Auro Soares de Moura Andrade, 564 – Portão 10 São Paulo/SP Para maiores informações visite o site www.pessoacomdeficiencia.sp.gov.br
domingo, 22 de abril de 2012
sao carlos terá cine audio descritivo para deficientes visuais!Projeto irá exibir filmes adaptados com audiodescrição em sessões gratuitas quinzenais, às quintas-feiras, sempre às 15h. Publicada em 20 de abril de 2012 - 17:15 Desenho de uma câmera de filmar A Prefeitura de São Carlos (SP) Site externo. , via Coordenadoria de Artes e Cultura e Espaço Braille, com o apoio do Cine São Carlos Site externo. , lançaram na quinta-feira (12), às 15h, o projeto Cine+Sentidos que consiste em sessões gratuitas de cinema às pessoas com deficiência visual, seus acompanhantes e demais interessados. Esta é mais uma ação inédita de política de inclusão social e cultural do município no interior de São Paulo. Projetos dessa natureza vinham sendo desenvolvidos somente em grandes capitais. O cineclube irá exibir filmes adaptados com audiodescrição em sessões gratuitas quinzenais, às quintas-feiras, no Cine São Carlos, sempre às 15h, sendo que nesta semana será exibida uma seleção atual de curtas-metragens de comédia com classificação indicativa de 14 anos. Segundo Mauricio Zattoni, chefe de Divisão de Audiovisual da Coordenadoria de Artes e Cultura, antes do projeto ser colocado em atividade, foram realizadas duas sessões experimentais. “Em 2010 e 2011 tivemos experiências exitosas com apresentação de filmes com audiodescrição às pessoas com deficiência visual. Os participantes relataram muita emoção por estarem entendendo o filme e criando suas imagens de acordo com a própria imaginação e a descrição dada pelo narrador”, destacou Zattoni. O “Cine + Sentidos” faz parte do Cinema Para Todos, programa desenvolvido pela Prefeitura Municipal que realiza e promove vários cineclubes na cidade, dentre eles o Cine São Roque no distrito de Água Vermelha, que em 2012 comemora 5 anos de sucesso! Mais informações podem ser obtidas na Coordenadoria de Artes e Cultura pelo telefone (16) 3373-2708 ou pelo e-mail: cultura@saocarlos.sp.gov.br . O Cine São Carlos fica na Rua Major José Inácio, 2154, Centro. Fonte: http://www.saocarlos.sp.gov.br Site externo.
reflexão Preconceito é um juízo formado antecipadamente sobre algo ou alguém, manifestando uma atitude discriminatória baseada em opiniões sem fundamento razoável. Quando falamos em preconceitos imaginamos logo o racial, seguido pelo sexual e outros mais comumente debatidos, como o social. Os preconceitos estão ligado a esteriótipos padrões, sejam de comportamento ou não. Mas esquecemos que talvez o maior preconceito esteja relacionado à aceitação da própria individualidade. Carl Jung caracterizou e denominou de Individuação o processo em que o indivíduo indentifica-se menos com as condutas e valores encorajados pelo meio no qual se encontra, e passa a se identificar mais com as orientações emanadas de si mesmo, de sua totalidade (persona, sombra, self, etc). É um processo alquímico em que o ser resolve assumir sua individualidade, passando a se aceitar como é, retirando suas máscaras, sem se preocupar com aquilo que a sociedade muitas vezes impõe e espera dele. Assumir a individualidade não quer dizer se rebelar contra sistemas, mas simplesmente assumir quem você realmente é. E para isso é preciso conhecer-ser; o que muitas vezes não é fácil, já que requer uma busca interior. E a atitude de assumir-se, ou simplesmente aceitar-se, também pode não ser fácil, já que criamos padrões ditos corretos em nossas mentes e com eles criamos também os nossos preconceitos. Porém, a verdade é que: “Se queremos ver Deus nos outros é melhor deixar que eles se apresentem como são”(José Ricardo Silva). E “Deus é muito mais sábio do que a gente imagina. Ele se coloca à disposição no lugar em que ele sabe que você cultiva o seu maior preconceito… E quando você consegue vencer (e você vai vencer de qualquer jeito, mais cedo ou mais tarde), o mundo se abre para você …” (Cristiano Dalvi). Sendo assim, se queremos vencer os preconceitos, o primeiro passo é identificá-los. Depois é buscá-los, ou seja, trazer para perto o que poderíamos chamar de sombra, para que ela se una à luz, que é simplesmente o amor. E essa união acontece em nosso interior, no nosso coração e nos dá novas concepções. E por mais que rejeitemos o que consideramos “ mal”, só haverá equilíbrio e pelintude no encontro dos opostos.
A VERDADEIRA HISTÓRIA DO DESCOBRIMENTO DO BRASIL Em 1499, Cabral foi nomeado capitão-mor da armada que se dirigiria a índia, após o retorno de VASCO DA GAMA, cuja missão era estabelecer relações diplomáticas e comerciais com SAMORIN, reerguendo a imagem de Portugal e instalando um entreposto comercial, onde deveria retornar ao seu país com o máximo de mercadoriasPartindo de Lisboa em 9 de março de 1500, Cabral partiu com 10 NAUS e 3 CARAVELAS, com uma população aproximada de 1200 a 1500 homens, entre funcionários, soldados e religiosos. E, em 22 de abril, após 43 dias de viagem, Cabral avistou o MONTE PASCOAL, no litoral sul da Bahia, onde tomou posse em nome da coroa Portuguesa da NOVA TERRA, dando lhe o nome de “ILHA DE VERA CRUZ”. Estava então descoberto o Brasil. No entanto, se discute se houve ou não intencionalidade da chegada de Cabral ao território brasileiro. Certo é, no entanto, que por está data já se tinha, na Europa o conhecimento da existência de terras a leste da linha do tratado de Tordesilhas.Pesquisadores, Espanhoes, Franceses e Portugueses revelam uma nova e verdadeira história sobre a chegada dos colonizadores portugueses ao “ novo mundo “.O primeiro português a confirmar a existência de novas terras pra lá do oceano atlântico foi DUARTE PACHECO PEREIRA, e não Pedro Álvares Cabral, como se ensina nas escolas. Também o Brasil não foi descoberto em 22 de abril de 1500 e sim, entre novembro e dezembro de 1498 e que, segundo pesquisas reveladoras dizem que Portugal enviou uma missão secreta ao Brasil, um ano e meio antes da chegada de Cabral. Duarte, um exímio navegador português a pedido do então Rei de Portugal d. Manoel I, desembarcou próximo a fronteira do Maranhão com o Pará onde, iniciou uma viagem pela Costa Norte, indo à ilha de Marajó e à foz do Rio Amazonas. De volta a Portugal d. Manuel ordenou-lhe que tal expedição deveria ser mantida em segredo de Estado, sigilo total, pois, as terras descobertas encontravam-se em área Espanhola de acordo com a divisão estabelecida pelo tratado de TORDESILHAS, assinado em 1494.Um manuscrito produzido por DUARTE PACHECO entre 1505 e 1508 e que, ficou desaparecido por quase quatro séculos cujo nome “ ESMERALDO DE SITU ORBIS.”Duarte relata sua viagem não só do Brasil como à Costa da áfrica. O rei de Portugal, d .Manoel I considerou de muita valia tais informações que jamais permitiu que se chegasse a público, onde provas sobre o descobrimento do Brasil aparecem no segundo capítulo da primeira parte, como diz o trecho: “COMO NO TERCEIRO ANO DE VOSSO REINADO EM 1498, ONDE VOSSA ALTEZA MANDOU DESCOBRIR A PARTE OCIDENTAL, PASSANDO ALÉM DA GRANDEZA DO MAR OCEANO, É NAVEGADA UMA TAO GRANDE TERRA FIRME, COM MUITAS E GRANDES ILHAS ADJACENTES A ELA E É GRANDEMENTE POVOADA. TANTO SE DILATA SUA GRANDEZA E CORRE COM MUITA LONGURA, QUE DE UMA P ARTE NEM DA OUTRA NÃO FOI VISTO NEM SABIDO O FIM E CABO DELA. E ACHA NELA MUITO E FINO BRASIL COM OUTRAS MUITAS COISAS DE QUE OS NÁVIOS NESTE REINOS VEM GRANDEMENTE POVOADOS”. Enfim, as novas pesquisas sobre a verdadeira história do descobrimento, enterram a versão ensinada nas escolas de que PEDRO ÁLVARES CABRAL, chegou ao Brasil por acaso. O trabalho dos antropólogos, historiadores e cartógrafos faz com que vejamos o “OUTRO LADO DA HISTÓRIA”. Portugueses e Espanhoes, se envolveram num jogo de traição, espionagem, chantagens e blefes. Um valioso trabalho e o mais recente creio eu, a sustentar que DUARTE PACHECO foi o verdadeiro descobridor do Brasil, encontramos no livro “ A CONSTRUÇÃO DO BRASIL “ de autoria do historiador português, JORGE COUTO, professor da universidade de Lisboa, considerado um dos maiores especialistas em História do Brasil.FONTE: revista ISTO É, matéria intitulada “ o verdadeiro Cabral “ de 19 de novembro de 1997, assinada por Guilherme Evelin -jornalista.O verdadeiro nome de Pedro Álvares CabralFilho de Fernão Cabral, governador da Beira e Alcaide-mor de Belmonte, e de Isabel de Gouveia Queirós, Pedro Álvares Cabral, cujo nome original seria Pedro Álvares Gouveia, pois apenas o primogênito herdava o sobrenome paterno. Cabral passou a usar esse nome devido a morte do seu irmão mais velho.Postado por O Mistério da Lua às
sábado, 21 de abril de 2012
do outro lado da história tiradentes mito ou farsa!puta materia a verdadeira historia de tiradentes Tiradentes estava muito bem, e vivo, um ano depois, em Paris. O feriado desta quinta-feira, 21 de abril, é fruto de uma história montada transformando Tiradentes em um "bode expiatório", que levaria a culpa pelo movimento da Inconfidência Mineira. Quem morreu no lugar dele foi um ladrão chamado Isidro Gouveia. A BANDEIRA DOS INCONFIDENTES, o triângulo representaria, na verdade, a "sagrada trindade" da maçonaria: liberdade, igualdade e fraternidade A mentira que criou o feriado de 21 de abril é: Tiradentes foi sentenciado à morte e foi enforcado no dia 21 de abril de 1792, no Rio de Janeiro, no local chamado Campo da Lampadosa, que hoje é conhecido como a Praça Tiradentes. Com a Proclamação da República, precisava ser criada uma nova identidade nacional. Pensou-se em eternizar Marechal Deodoro, mas o escolhido foi Tiradentes. Ele era de Minas Gerais, estado que tinha na época a maior força republicana e era um polo comercial muito forte. Jogaram ao povo uma imagem de Tiradentes parecida com a de Cristo e era o que bastava: um “Cristo da Multidão”. Transformaram-no em herói nacional cuja figura e história “construída” agradava tanto à elite quanto ao povo. Estaríamos melhor representados se o herói da pátria, escolhido, fosse Antônio Conselheiro (1830 – 1897) , líder social e carismático que conseguiu reunir camponeses, índios e escravos na "Guerra dos Canudos" (1897). Mas o místico rebelde e líder espiritual do arraial de Canudos foi morto justamente pelo exercito da República e quem escolheu Tiradentes foram os republicanos. Também os historiadores, pagos pelo poder dominante, pelos grandes fazendeiros e o pelo clero, para justificar o genocídio contra a comunidade de Canudos, trataram Antonio Conselheiro com o um fanático e louco religioso perigoso para o Brasil. Canudos era uma comunidade onde todos tinham acesso à terra e ao trabalho. Tratado como lugar "santo" , era uma ameça para o clero e fazendeiros. A vida de Tiradentes em poucas palavras: Tiradentes nasceu em 1746 na Fazenda do Pombal, entre São José e São João Del Rei (MG). Era filho de um pequeno fazendeiro Domingos da Silva Santos. Ficou órfão de mãe Maria Antônia da Encarnação Xavier, aos nove anos e perdeu o pai aos 11. Não chegou a concluir o curso primário. Foi morar com seu padrinho, Sebastião Ferreira Dantas, um cirurgião que lhe deu ensinamentos de Medicina e Odontologia. Ainda jovem, ficou conhecido pela habilidade com que arrancava os dentes estragados das pessoas. Daí veio o apelido de Tira-dentes. Em 1780, tornou-se um soldado e, um ano à frente, foi promovido a alferes. Nesta mesma época, envolveu-se na Inconfidência Mineira contra a Coroa portuguesa, que explorava o ouro encontrado em Minas Gerais. Tiradentes foi iniciado na maçonaria pelo poeta e juiz Cruz e Silva, amigo de vários inconfidentes e por José Álvares Maciel (Vila Rica 1.760 + 1.804 = Maciel formou-se em engenharia na Universidade de Coimbra e depois seguiu para a Inglaterra em Birminghan onde fez contato com a maçonaria inglesa nascida por volta de 1720) (naquele tempo a maçonaria iniciava um irmão mesmo fora do templo. Eram os "pedreiros-livres." Esse procedimento só foi suprimido no ano de 1907) . Tiradentes teria salvado a vida de Cruz e Silva, não se sabe em que circunstâncias. Tiradentes, maçonaria e a Inconfidência Mineira Como era um simples alferes (patente igual à de tenente), não lideraria coronéis, brigadeiros, padres e desembargadores, que eram os verdadeiros líderes do movimento. Semi-alfabetizado, é muito provável que nunca esteve plenamente a par dos planos e objetivos do movimento. Em todos os movimentos libertários acontecidos no Brasil, durante os séculos XVIII e XIX, era comum o "dedo da maçonaria". E Tiradentes foi maçom, mas estava longe de acompanhar os maçons envolvidos na Inconfidência, porque esses eram cultos, e em sua grande parte, estudantes que haviam recentemente regressado "formados” da cidade de Coimbra, em Portugal. Uma das evidências documentais da participação da Maçonaria são as cartas de denúncia existentes nos autos da Devassa, informando que maçons estavam envolvidos nos conluios. Os maçons brasileiros foram encorajados na tentativa de libertação, pela história dos Estados Unidos da América, onde saíram vitoriosos - mesmo em luta desigual - os maçons norte-americanos George Washington, Benjamin Franklin e Thomas Jefferson. Também é possivel comprovar a participação da Maçonaria na Inconfidência Mineira, sob o pavilhão e o dístico maçônico do Libertas quae sera tamen, que adorna o triângulo perfeito, com este fragmento da poesia de Virgílio (Éclogas,I,27) Tiradentes era um dos poucos inconfidentes que não tinha família. Teve dois filhos ilegitimos um se chamou João, e foi com a mulata Eugênia Joaquina da Silva, e uma filha Joaquina, com uma ruiva de nome Antônia Maria do Espírito Santo. Tiradentes traçava planos para casar-se com a sobrinha de um padre chamado Rolim, por motivos econômicos. Ele era, então, de todo o grupo, aquele que poderia ser considerado - como uma “codorna no chão”, - o mais frágil dos inconfidentes. Sem família e sem dinheiro, querendo abocanhar as riquezas do padre. Era o de menor preparo cultural e poucos amigos. Portanto, a melhor escolha para desempenhar o papel de um bode expiatório que livraria da morte os verdadeiros chefes. E foi assim que foi armada a traição, em 15 de março (2 anos antes de sua simulada morte), com o Silvério dos Reis - indo ao Palácio da Cachoeiro do Campo, residência do Visconde de Barbacena (Luís Furtado de Mendonça 1754-1830), governador da Capitania - e denunciando o Tiradentes. A palavra comum aos mineiro ,“UAI”, era palavra secreta dos maçons da Inconfidencia. Iniciais de União, Amor e Independência. Era usada para avisar um perigo, e na noite que prenderam Tiradentes, um maçom encapuçado , corria nas casas dos irmãos, batendo na porta, gritando "UAI." Três batidas bem compassadas deveriam abrir a porta, mais batidas seguida do "UAI" era perigo. Tiradentes foi preso no Rio de Janeiro, na Cadeia Velha, e seu julgamento prolongou-se por dois anos. Durante todo o processo, ele admitiu voluntariamente ser o líder do movimento , com culpa exclusiva, uma atitude tipicamente de um bode maçônico, e mesmo porque tinha a promessa que livrariam a sua cabeça na hipótese de uma condenação. Em 21 de abril de 1792, com ajuda de companheiros da maçonaria, foi trocado por um ladrão, o carpinteiro Isidro Gouveia. O ladrão havia sido condenado à morte em 1790 e assumiu a identidade de Tiradentes, em troca de ajuda financeira à sua família, oferecida a ele pela maçonaria. Gouveia foi conduzido ao cadafalso e testemunhas que presenciaram a sua morte se diziam surpresas porque ele aparentava ter bem menos que os 45 anos, idade que tinha Tiradentes. No livro, de 1811, de autoria de Hipólito da Costa ("Narrativa da Perseguição") é documentada a diferença física de Tiradentes com o homem que foi executado em 21 de abril de 1792. O escritor Martim Francisco Ribeiro de Andrada III escreveu no livro "Contribuindo", de 1921: "Ninguém, por ocasião do suplício, lhe viu o rosto, e até hoje se discute se ele era feio ou bonito...". O corpo do ladrão Gouveia foi esquartejado e os pedaços espalhados pela estrada até Vila Rica (virou Imperial Cidade de Ouro Preto em 1823) , cidade onde o movimento se desenvolveu. A cabeça, foi salgada e colocada em uma gaiola presa numa estaca no centro da Praça de Santa Quitéria, hoje Praça Tiradentes. Foi roubada no dia seguinte, por maçons, para que a farsa não fosse descoberta. Os demais inconfidentes foram condenados ao exílio (Africa) ou absolvidos. A descoberta, da assinatura, que desvendou que Tiradentes continuava vivo Há 41 anos (1969), o historiador carioca Marcos Correa estava em Lisboa quando viu fotocópias de uma lista de presença na galeria da Assembleia Nacional francesa de 1793. Correa pesquisava sobre José Bonifácio de Andrada e Silva e acabou encontrando a assinatura que era o objeto de suas pesquisas. Próximo à assinatura de José Bonifácio, também aparecia a de um certo Antônio Xavier da Silva. Correa era funcionário do Banco do Brasil, se formara em grafotécnica e, por um acaso do destino, havia estudado muito a assinatura de Joaquim José da Silva Xavier, o Tiradentes. Concluiu que as semelhanças eram impressionantes. Tiradentes foi embarcado incógnito, com a ajuda dos irmãos maçons, na nau Golfinho, em agosto de 1792, com destino a Lisboa. Junto com Tiradentes seguiu sua namorada, conhecida como Perpétua Mineira e os filhos do ladrão morto Isidro Gouveia, que não poderiam ficar no Brasil para contar a verdadeira história. O maçom português Domingos Vidal, que ajudará os planos dos inconfidentes recebeu e auxiliou o Tiradentes na sua passagem por Coimbra. Em uma carta que foi encontrada na Torre do Tombo, em Lisboa, existe a narração do autor, desembargador Simão Sardinha, na qual diz ter-se encontrado, na Rua do Ouro, em dezembro no ano de 1792, com alguém muito parecido com Tiradentes, a quem conhecera no Brasil, e que ao reconhecê-lo ele saiu correndo, para não ser descoberto. Há relatos que 14 anos depois, em 1806, Tiradentes teria voltado ao Brasil quando abriu uma botica na casa da namorada Perpétua Mineira, na rua dos Latoeiros (hoje Gonçalves Dias) e que morreu em 1818. Em 1822, Tiradentes foi reconhecido como mártir da Inconfidência Mineira e, em 1865, proclamado Patrono Cívico da nação brasileira. Por Guilhobel Aurélio Camargo
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sexta-feira, 20 de abril de 2012
como os cegos eram vistos na antiguidade!1. Investigando a posição do sujeito cego na história.
Desde a antiguidade, a cegueira vem sendo considerada como algo de difícil compreensão. As pessoas cegas, segundo Lorimer (2000), foram sempre consideradas
como incapazes e dependentes, maltratadas e negligenciadas, sendo que algumas civilizações chegavam mesmo a eliminá-las. Somente há 200 anos atrás é que
a sociedade começou a perceber que as pessoas cegas e com baixa visão poderiam ser educadas e viver independentemente. Este percurso histórico e a forma
como a cegueira era considerada e tratada em diversas regiões do mundo, o que será apresentado abaixo, ajudam-nos a compreender as razões pelas quais a
sociedade, em geral, ainda associa algumas profissões, mitos e idéias pré-concebidas às pessoas cegas.
Na China, a cegueira era comum entre os moradores do deserto. A música era uma alternativa para se ganhar a vida e, para isto, os cegos precisavam exercitar
o ouvido e a memória. Os japoneses, desde os tempos mais remotos, desenvolveram uma atitude mais positiva com relação às necessidades das pessoas cegas,
enfatizando a independência e a auto-ajuda. Além da música, poesia e religião, o trabalho com massagem foi encorajado. Muitos cegos se transformaram em
contadores de história e historiadores, gravando na memória os anais do império, os feitos dos grandes homens e das famílias tradicionais, sendo encarregados
de contar isto para outras pessoas, perpetuando, assim, a tradição.
O Egito era conhecido na antiguidade como o país dos cegos, tal a incidência da cegueira, devido ao clima quente e à poeira. Referências à cegueira e às
doenças nos olhos foram encontradas em papirus e os médicos que cuidavam dos olhos se tornaram famosos na região mediterrânea.
Na Grécia, algumas pessoas cegas eram veneradas como profetas, porque o desenvolvimento dos outros sentidos era considerado como miraculoso. Em Roma, alguns
cegos se tornaram pessoas letradas, advogados, músicos e poetas. Cícero, por exemplo, orador e escritor romano, aprendeu Filosofia e Geometria com um tutor
cego chamado Diodotus. Entretanto, a grande maioria vivia na mais completa penúria, recebendo alimentos e roupas como esmola. Os meninos se tornavam escravos
e as meninas prostitutas.
No Reino Unido, as primeiras referências às pessoas cegas datam do século XII, e mencionam um refúgio para homens cegos, perto de Londres, aberto por William
Elsing. Os cegos eram geralmente mendigos que viviam da caridade alheia.
Na Idade Média, mais atenção foi dada às pessoas pobres e com deficiência, principalmente devido à lei - "The Poor Law Act", lavrada em 1601, que mencionava,
explicitamente, os pobres, os incapazes e os cegos, prevendo abrigo e suporte para estas pessoas. Desta data em diante e por mais uns duzentos anos, os
cegos viveram em suas casas ou em instituições, os chamados "asylums", contando com algum suporte dos governantes.
Na Bíblia, a cegueira é sinônimo de escuridão, de pecado. Deus é luz, é claridade. O pecado é a escuridão, a ausência de Deus. Segundo Hull (2000), a Bíblia
foi escrita por pessoas que enxergam e os textos bíblicos traduzem imagens negativas da cegueira e da deficiência. A cegueira é símbolo da ignorância,
de pecado e falta de fé. Além disto, é considerada como um castigo enviado por Deus.
A cura do cegos, na Bíblia, está sempre ligada à remissão dos pecados, à confissão dos pecados. De uma certa forma, conforme comentado por Barasch (2001),
a Bíblia reflete o pensamento cultural da antiguidade em relação à cegueira, tendo grande influência sobre artistas e escritores da época e também colaborando
para manter o círculo vicioso do preconceito.
Em suma, a história, as lendas, a literatura e a própria Bíblia contribuíram para perpetuar as idéias negativas, os mitos sobre o efeito da falta da visão
na vida das pessoas. A falta de conhecimento e entendimento sobre o tema, segundo Hutchinson et al (1997), acaba resultando em uma limitação das oportunidades
que são oferecidas às pessoas cegas e com baixa visão. A cegueira e a baixa visão não deveriam ser barreiras para uma participação maior na sociedade e
na escola. Estas barreiras são, na grande maioria, construídas pela própria sociedade, sendo traduzidas na linguagem utilizada para descrever as pessoas